Trabalho de Redação - Reportagem sobre "DST na adolescência: a maior arma é a informação".

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A informação e a prevenção são os maiores instrumentos para o combate contra as doenças sexualmente transmissíveis!

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Trabalho de Redação - Reportagem sobre "DST na adolescência: a maior arma é a informação".

  1. 1. DST na adolescência: conhecer para se proteger Uma boa relação entre pais e filhos, médico e paciente é o primeiro passo para uma boa educação sexual, ou seja, a maior arma é a informação. A adolescência é uma fase de transição com muitas mudanças biológicas. É o momento em que o jovem busca identidade, autonomia, independência, vocação e conduta para enfrentar a vida adulta. E em meio a tudo isso, surgem as primeiras experiências sexuais sem a orientação correta. Dentre os resultados dessas experiências estão gravidez precoce e inesperada e as DSTs. DST é a sigla para "Doença Sexualmente Transmissível". As DSTs são transmitidas, principalmente, por contato sexual (vaginal, oral ou anal) sem o uso de camisinha, com uma pessoa que esteja infectada. Elas podem ser causadas por bactérias ou vírus e, geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. As DSTs afetam a saúde física, emocional e a qualidade de vida de homens e mulheres, sendo os adolescentes e adultos jovens os mais frequentemente acometidos.
  2. 2. As DSTs representam um grave problema de saúde pública devido as suas repercussões médicas, sociais e econômicas. São também um fator de diminuição da fertilidade e incidência de casos de mães que perdem os seus bebês. Os adolescentes parecem não estar seguindo as orientações, apesar do acesso a informações e a métodos anticoncepcionais de barreira, distribuídos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, ou seja, o conhecimento sobre as DSTs ainda é precário e a irresponsabilidade muito grande. Os estímulos para a prática do sexo estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. São as letras de músicas, danças, programas de televisão. Por outro lado, na urgência do cotidiano, os pais encontram cada vez menos tempo para conversar com os filhos. A educação sexual então acaba sobrando para a escola ou para os amigos, quando deveria começar em casa, ser complementada pela escola e encaminhada por um profissional da saúde.
  3. 3. “Os jovens menos vulneráveis são aqueles que conversam com os pais sobre sexualidade e que têm maior escolaridade. Mas pouquíssimos conversam com os pais sobre isso e a maioria não está estudando ou repetiu alguns anos na escola. Embora eles não percebam, essa vulnerabilidade em relação à Dsts existe e é latente”, diz Marcos Fontes, pesquisador de órgãos contra as Dsts. Por isso, é de grande importância que a família preste atenção nas mudanças que acontecem na adolescência. Quanto maior a união entre pais e filhos, menores serão os riscos de informações indevidas, além de sempre ser possível o dialogo sobre as principais dúvidas dos adolescentes. A internet também é uma grande fonte de consulta, mas não substitui a intervenção médica. O fundamental é que as dúvidas sejam sempre esclarecidas e dialogadas. Nas escolas, os programas disciplinares que envolvem a sexualidade geralmente expõem o assunto de forma mais ampla e não dão o devido espaço para tirar dúvidas. Para ampliar o assunto, fica a necessidade de complementar o que foi ensinado com a realização de projetos profissionais da área. Participando de oficinas de educação sexual, bem como de consultas médicas periódicas, os adolescentes terão um espaço para dialogar sobre o tema. Bem-informados, eles podem prevenir as DSTs.
  4. 4. Você quer ser um deles ?

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