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Oficina Economia Criativa (dez 2015)

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Oficina ministrada por Aline Bueno na Incubadora Cultura Viva - FURG
www.alinebueno.com.br

Published in: Economy & Finance

Oficina Economia Criativa (dez 2015)

  1. 1. Rio Grande/RS Dezembro 2015 Oficina Introdução à Economia Criativa
  2. 2. 1) Nome 2) Atividade, profissão, projeto, coletivo 3) E-mail APRESENTAÇÃO!
  3. 3. Contextualizando a conversa... "Devemos contextualizar cada acontecimento, pois as coisas não acontecem separadamente. Os átomos surgidos nos primeiros segundos do Universo têm relação com cada um de nós". Edgar Morin
  4. 4. Definições clássicas: Economia é... ...a alocação de recursos escassos para satisfazer necessidades e desejos sem limites. ...uma ciência que consiste na análise da produção, distribuição e consumo de bens e serviços. oikonomos = aquele que administra um lar Economia
  5. 5. Definições clássicas: Economia é... ...a alocação de recursos escassos para satisfazer necessidades e desejos sem limites. > escassez ...uma ciência que consiste na análise da produção, distribuição e consumo de bens e serviços. > sistema linear oikonomos = aquele que administra um lar Economia
  6. 6. Estudo de como as pessoas: tomam decisões fazem suas escolhas realizam trocas interagem umas com as outras A feira é uma atividade econômica Economia
  7. 7. ATIVIDADES ECONÔMICAS São classificadas em 3 (ou 4) setores: PRIMÁRIO Agricultura Pecuária Extrativismo vegetal Caça Pesca Mineração Extração de recursos não-renováveis SECUNDÁRIO Fábricas automobilísticas; Indústria alimentícia; Indústria naval; Indústria de tecnologia avançada Fábricas aeroespaciais; Indústria química; Fábricas de confecções; Indústria de cigarros; Indústria de maquinaria; Indústria de aço; Indústria de energia, como petróleo, gás e energia elétrica; Indústria de aeronaves TERCIÁRIO Comércio de mercadorias Administração pública Transportes Atividades financeiras e imobiliárias Serviços a empresas ou pessoas Educação Saúde Promoção social QUATERNÁRIO Geração e troca de informação Educação Pesquisa e desenvolvimento de tecnologias da informação e da comunicação alta tecnologia em geral
  8. 8. Extração do algodão Fiação Tecelagem Setor secundário Setor primário sistema linear - cadeia produtiva
  9. 9. Setor terciário Costura Publicidade Desfile Vendas Criação
  10. 10. Revolução Agrícola (idade da pedra polida) Sedentarismo, primeiras aldeias próximas a rios (Çatalhüyük na Anatólia - Ásia Menor)
  11. 11. Revolução Agrícola (idade da pedra polida) Agricultura, cerâmica, animais domesticados, roupas de lã, algodão e linho, cultivo de cereais - cevada e trigo.
  12. 12. Revolução Agrícola (idade da pedra polida) Troca dos excedentes, surgimento do comércio, criação do “dinheiro” (sementes).
  13. 13. Revolução Agrícola (idade da pedra polida) Homem descobre que é muito mais vantajoso agir em grupo do que individualmente (sistemas cooperativos).
  14. 14. Período Pré-Industrial
  15. 15. Revolução Industrial Indústria têxtil.
  16. 16. Trabalhadores passaram a controlar máquinas que pertenciam aos donos dos meios de produção os quais passaram a receber todos os lucros. Revolução Industrial
  17. 17. Revolução Industrial Trabalhador faz uma parte apenas do processo (taylorismo/fordismo).
  18. 18. Revolução Industrial Organização hierarquizada, não podia desperdiçar tempo, foco no aumento da produtividade.
  19. 19. Revolução Digital Surgimento da internet e dos computadores pessoais.
  20. 20. Revolução Digital Toyotismo.
  21. 21. Revolução Digital Globalização - mais conexões, interdependência, grande troca de informações.
  22. 22. Revolução Digital Biotecnologia, Robótica e Genética.
  23. 23. Revolução Digital Aumento do setor terciário.
  24. 24. Movimento ambientalista começa nos anos 60 nos EUA, expande pra outros países nos anos 70 e chega na América Latina nos anos 80. (ECO-92 no Rio de Janeiro / Lançamento internet 1995) (Movimento Ambientalista)
  25. 25. 4ª Revolução Internet das coisas.
  26. 26. 4ª Revolução Nanotecnologia.
  27. 27. 4ª Revolução Big data - análise massiva de dados.
  28. 28. 4ª Revolução Drones.
  29. 29. Impressão 3D. 4ª Revolução
  30. 30. ATIVIDADES ECONÔMICAS São classificadas em 3 (ou 4) setores: PRIMÁRIO Agricultura Pecuária Extrativismo vegetal Caça Pesca Mineração Extração de recursos não-renováveis SECUNDÁRIO Fábricas automobilísticas; Indústria alimentícia; Indústria naval; Indústria de tecnologia avançada Fábricas aeroespaciais; Indústria química; Fábricas de confecções; Indústria de cigarros; Indústria de maquinaria; Indústria de aço; Indústria de energia, como petróleo, gás e energia elétrica; Indústria de aeronaves TERCIÁRIO Comércio de mercadorias Administração pública Transportes Atividades financeiras e imobiliárias Serviços a empresas ou pessoas Educação Saúde Promoção social QUATERNÁRIO Geração e troca de informação Educação Pesquisa e desenvolvimento de tecnologias da informação e da comunicação alta tecnologia em geral Revolução Agrícola Revolução Industrial Revolução Digital Quarta Revolução
  31. 31. “Uma microrrevolução é uma mudança significativa fomentada por ações simples. Quem reforma uma praça ou monta um projeto de inclusão digital, por exemplo, fez uma microrrevolução. Quem defende a agricultura urbana ou supera dificuldades físicas por meio da arte também é um microrrevolucionário. As microrrevoluções são sonhos possíveis, acontecem a todo momento, em qualquer lugar.” Microrrevoluções
  32. 32. Microrrevoluções https://tedxjovemibira.wordpress.com/
  33. 33. MUDANÇAS DE PARADIGMA
  34. 34. Lynda Gratton (2011) FATORES DE MUDANÇA
  35. 35. Lynda Gratton no livro The Shift (2011): // Demografia: muitas pessoas, vivendo cada vez mais, mais questionamentos FATORES DE MUDANÇA
  36. 36. Lynda Gratton no livro The Shift (2011): // Prosperidade Material: maior prosperidade material, libertação da mente, maior necessidade de auto-realização FATORES DE MUDANÇA
  37. 37. Lynda Gratton no livro The Shift (2011): // Tecnologia: tecnologia fazendo cada vez mais trabalhos algorítmicos, pessoas cada vez mais livres para trabalhos heurísticos FATORES DE MUDANÇA
  38. 38. Lynda Gratton no livro The Shift (2011): // Rede/internet: revolução digital, excesso de informação, mais conexões FATORES DE MUDANÇA
  39. 39. Lynda Gratton no livro The Shift (2011): // Problemas Ambientais: maior consciência ambiental, mudanças de hábitos FATORES DE MUDANÇA
  40. 40. 1) Capital intelectual Generalista raso > mestre serial (3 aprendizados com os artesãos medievais - localização, tempo e distinção pessoal) 2) Capital social Competidor isolado > conector inovador (big ideas crowd, comunidades criativas e regenerativas) 3) Capital emocional consumidor voraz > produtor apaixonado (experiências produtivas, escolhas, compartilhamento, diminuição do consumo) AS MUDANÇAS
  41. 41. https://www.youtube.com/watch?v=jk5gLBIhJtA
  42. 42. Lala Deheinzelin (2012) NOVAS PRÁTICAS ECONÔMICAS
  43. 43. Dimensão Ambiental - Prioridade: Mobilidade, TICs e Open Source - Economia e sociedade do Compartilhar: novos sistemas (“softwares”) para identificar e otimizar excedentes (“hardwares”) Dimensão Social - Colaborativo, p2p - Co-Governança, Estado é Articulador - Tornar público o Público - Processos transparentes e baseados em confiança. Mudar normas e procedimentos. - Indivíduo reconhece o valor do seu Tempo e como/onde investi-lo. Dimensão Financeira - Novas Métricas para mensurar riqueza das pessoas, empresas e nações - Objetivos, processos, recursos, resultados não apenas quantitativos e monetários - Métricas para aquilo que hoje não está visível - Multimoedas Dimensão Cultural - Mudar o “sistema operacional” para o paradigma exponencial - Economia Criativa e Colaborativa é prioridade e motor de desenvolvimento - Causas e princípios compartilhados são o maior ativo, criar futuros - Livre acesso à conhecimento Intangível Tangível Fluxonomia 4D
  44. 44. NOVAS PRÁTICAS ECONÔMICAS
  45. 45. Lala Deheinzelin NOVAS PRÁTICAS ECONÔMICAS
  46. 46. Lala Deheinzelin NOVAS PRÁTICAS ECONÔMICAS
  47. 47. Economia Criativa - matéria-prima exponencial Economia Compartilhada - infraestrutura, compartilhamento de espaços equipamentos e material Economia Colaborativa - modelo de gestão distribuída e em rede Economia Multimoedas - não só valor sendo moeda, mas valor cultural, ambiental e social tb.
  48. 48. https://www.youtube.com/watch?v=2YYpYuN1I98
  49. 49. https://www.youtube.com/watch?v=6RG6eSCCWo4
  50. 50. Espetáculo Cênico Criação Pesquisa Direção do Espetáculo Atores Cenografia Montagem (iluminação, cenário, som, etc) Atendimento ao Público Alimentação (equipe, público) Figurino Divulgação Transporte Registros Fotográficos Beleza (Maquiagem, Manicure, Cabelo, etc) Produção de eventos
  51. 51. ECONOMIA CRIATIVA
  52. 52. ORIGENS
  53. 53. Creative Nation 1994 http://pandora.nla.gov.au/pan/21336/20031011-0000/ www.nla.gov.au/creative.nation/contents.html "Esta política cultural é também uma política econômica. Cultura cria riqueza. Amplamente definindo, nossas indústrias culturais geram 13 bilhões de dólares por ano. Cultura emprega. Cerca de 336.000 australianos são empregados em indústrias relacionadas com a cultura. Cultura agrega valor, faz uma contribuição essencial à inovação, marketing e design. É um emblema da nossa indústria. O nível de nossa criatividade determina substancialmente a nossa capacidade de adaptação a novos imperativos econômicos. É uma exportação valiosa em si mesma e um acompanhamento essencial para a exportação de outras mercadorias. Ela atrai turistas e estudantes. É fundamental para o nosso sucesso econômico ".
  54. 54. Reino Unido, 1998 - Criação do Creative Industries Task Force como uma atividade central do novo Departamento de Cultura, Mídia e Esporte (DCMS). O CITF mapeou atividades nos setores considerados parte das indústrias criativas do Reino Unido, medindo suas contribuições à performance econômica geral da Grã Bretanha e identificando medidas políticas que poderiam promover seu desenvolvimento. Creative industries mapping documents www.creativitycultureeducation.org/creative-industries-mapping-document-1998
  55. 55. “As Indústrias Criativas são aquelas que têm sua origem na criatividade, habilidade e talento individual e que têm potencial para a criação de riqueza e empregos através da geração e exploração de propriedade intelectual.” Creative industries mapping documents
  56. 56. Itens do relatório: - Fontes de receitas das Artes Performáticas - Tamanho do mercado no Reino Unido - Balança comercial - Emprego - Cadeia de valor das Artes Performáticas - Consagração da crítica internacional - Impacto econômico secundário - Potencial de crescimento - Desenvolvendo o setor - questões a considerar * ballet, contemporary dance, opera, drama and music theatre Creative industries mapping documents
  57. 57. ballet, contemporary dance, opera, drama and music theatre Creative industries mapping documents
  58. 58. http://www.creativeeconomy.com/ John Howkins Livro “The Creative Economy” 2001 Economia Criativa = Valor dos Produtos Criativos X Número de Transações (troca com valor econômico) Muitos produtos criativos se qualificam como propriedade intelectual. Diversas formas de propriedade intelectual formam a Economia Criativa: - Copyright (direito autoral) - Patentes - Trademarks (marca registrada) - Design
  59. 59. http://projetodraft.com/john-howkins-entrevista-economia-criativa/ Howkins é embaixador internacional da ProjectHub 3.0, representante brasileira da consultoria de negócios criativos BOP, da qual Howkins foi presidente. http://bop.co.uk/ John Howkins
  60. 60. Advogado, professor e pesquisador brasileiro respeitado internacionalmente, especialista em temas como tecnologia, mídia e propriedade intelectual. Diretor do Creative Commons Brasil. Um dos principais criadores do Marco Civil da Internet. Autor do livro Direito, Tecnologia e Cultura. http://www.pucrs.br/eventos/ encontroeconomia/download/mesas/ ODiscursoDaEconomiaCriativa.pdf http://www.overmundo.com.br/banco/livro-direito- tecnologia-e-cultura-ronaldo-lemos (Ronaldo Lemos) http://www.blogacesso.com.br/?p=2093
  61. 61. http://www.creativeclass.com/ Índice da Criatividade - 4 Fatores 1) a parcela da força de trabalho que corresponde à classe criativa; 2) o grau de inovação, avaliado segundo o número de patentes per capita; 3) o Índice de Alta Tecnologia, cuja referência é o consagrado Tech Pole Index, do Milken Institute; 4) a diversidade mensurada pelo Índice Gay, um referencial cabível para avaliar a abertura de uma área a diversos tipos de pessoas e ideias. Livro “A Ascensão da Classe Criativa” 2002 Richard Florida
  62. 62. 3 Ts do Desenvolvimento 1) Tecnologia 2) Talento 3) Tolerância Para atrair indivíduos criativos, gerar inovação e estimular o crescimento econômico, um lugar precisa reunir as três. Teoria do Capital Criativo O crescimento econômico regional é promovido pelas escolhas geográficas dos indivíduos criativos - os detentores do capital criativo -, que preferem lugares diversificados, tolerantes e abertos a novas ideias. https://www.facebook.com/thisiscitylab http://www.citylab.com Richard Florida
  63. 63. http://charleslandry.com/ Livro “The Creative City” 2000 Charles Landry
  64. 64. http://www.criaticidades.com.br Charles Landry
  65. 65. “Processo mediante o qual famílias de classe média povoam antigos bairros desvalorizados acarretando em uma expulsão de moradores de camadas populares. Em muitos casos, os primeiros gentrificadores são artistas e intelectuais que reabilitam imóveis degradados.” De volta à Cidade: dos processos de gentrificação às políticas de “revitalização” de centro urbanos, de Catherine Bidou-Zachariasen (Gentrificação)
  66. 66. http://www.unesco.org/new/en/culture/themes/creativity/creative-cities-network/who-are-the-members/ Curitiba - Design Floripa - Gastronomia Rede Cidades Criativas
  67. 67. 2008 2010 2013 http://www.creativeeconomyreport2013.com/ http://unctad.org/en/Pages/DITC/CreativeEconomy/ Creative-Economy-Programme.aspx Creative Economy Report
  68. 68. 2008 e 2010 2013 Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Responsável por lidar com questões de desenvolvimento, particularmente comércio internacional - o principal motor do desenvolvimento. Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento O PNUD trabalha em mais de 170 países e territórios, ajudando a alcançar a erradicação da pobreza e a redução das desigualdades e da exclusão. Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura This edition is “special” as it provides a rich body of evidence demonstrating local creative economy decision makers and stakeholders in action that did not exist before. Creative Economy Report
  69. 69. “Economia Criativa é um conceito em evolução baseado em recursos criativos que potencialmente geram crescimento e desenvolvimento econômico. - Pode fomentar a geração de renda, criação de empregos e ganhos de exportação enquanto promove inclusão social, diversidade cultural e desenvolvimento humano. - Abrange aspectos econômicos, culturais e sociais interagindo com objetivos relacionados à tecnologia, propriedade intelectual e turismo. - É um conjunto de atividades econômicas baseadas no conhecimento com uma dimensão de desenvolvimento e ligações transversais em macro e micro níveis com a economia global. - É uma opção viável de desenvolvimento, pedindo respostas políticas inovadoras e multidisciplinares e ação interministerial. - No coração da economia criativa estão as indústrias criativas.” Creative Economy Report
  70. 70. Creative Economy Report
  71. 71. Creative Economy Report
  72. 72. Múltiplas dimensões da Economia Criativa Aspectos Econômicos Aspectos Sociais Aspectos Culturais Desenvolvimento Sustentável Creative Economy Report
  73. 73. Reconhecimento das atividades criativas, dotadas de valor simbólico, como motores de desenvolvimento econômico, humano, ambiental, cultural, urbano. Economia Criativa
  74. 74. Brasil
  75. 75. UNCTAD XI 2004 http://www.unctadxi.org
  76. 76. O Fórum Internacional das Indústrias Criativas é o ponto alto de um longo trabalho de articulação do ministro Gilberto Gil que, desde a XI UNCTAD, em 2004, tem atuado pela mobilização da comunidade internacional em defesa da livre circulação de bens e produtos culturais. "Produtos e serviços culturais não podem ser tratados da mesma forma que os demais produtos mercadológicos, como batata e soja, por exemplo, pois têm um valor simbólico agregado que é importante para a soberania e a preservação das culturas", afirma o ministro Gil. "O papel das Indústrias Criativas evoluiu rapidamente de uma noção relativamente restrita à dimensão cultural para o campo mais amplo do sistema internacional de comércio. O governo brasileiro decidiu protagonizar esta discussão, fundamental para os países em desenvolvimento", complementa o secretário-executivo do MinC, Juca Ferreira. Salvador, Bahia, abril de 2005 Fórum Internacional das Indústrias Criativas
  77. 77. IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) O IDECULT leva em consideração duas dimensões: a oferta e a demanda cultural dos municípios brasileiros. Do lado da oferta, elege três subindicadores ou subíndices: 1- as profissões culturais – a partir do Código Brasileiro de Ocupações (CBO) –, que dimensiona o número de ocupações estritamente culturais; 2- o setor cultural – a partir do Cadastro Nacional de Atividades Culturais (CNAE) –, que se refere ao número de ocupações em estabelecimentos culturais e que indiciam o dinamismo setorial; 3- a oferta de equipamentos culturais nos municípios. Pelo lado da demanda, são utilizados dois subindicadores: 1- o percentual de domicílios consumidores de cultura; e 2- o gasto médio por domicílio com bens culturais. IDECULT 2010
  78. 78. PROFISSÕES CULTURAIS 1 - Arquitetos 2 - Publicidade 3 - Documentação, conservação e patrimônio 4 - Profissões literárias 5 - Profissões das artes e dos espetáculos 6 - Fotógrafos 7 - Profissionais das artes plásticas e designer 8 - Arte popular e artesanato SETORES CULTURAIS 1 - Edição e livraria 2 - Comunicações 3 - Sistemas restritos de informação 4 - Arquitetura 5 - Publicidade 6 - Rádio e televisão 7 - Outras atividades artísticas e de espetáculos 8 - Conservação do patrimônio 9 - Atividades desportivas e outras relacionadas ao lazer IDECULT 2010
  79. 79. IDECULT 2010
  80. 80. http://laladeheinzelin.com.br/ Livro “Desejável Mundo Novo” 2012 A Economia Criativa está baseada em: - recursos intangíveis: capital cultural/humano e capital social; - diversidade cultural; - conhecimento; - TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação); - criatividade. Traz a possibilidade de obter resultados não apenas econômicos, mas também ambientais, sociais e culturais. Ou seja: sustentáveis. Lala Deheinzelin
  81. 81. Fluxonomia 4D https://www.youtube.com/watch?v=2YYpYuN1I98 4 dimensões que se originam do intangível - social e cultural - e do tangível - ambiental e financeiro. A partir delas dá pra chegar em 4 economias exponenciais: Dimensão Cultural > Economia Criativa - matéria-prima exponencial Dimensão Ambiental > Economia Compartilhada - infraestrutura, compartilhamento de espaços equipamentos e material Dimensão Social > Economia Colaborativa - modelo de gestão distribuída e em rede Dimensão Financeira - Economia Multimoedas - não só valor sendo moeda, mas valor cultural, ambiental e social tb. Lala Deheinzelin
  82. 82. http://garimpodesolucoes.com.br/ Assessora para a ONU (PNUD, UNESCO e UNCTAD), foi consultora do relatório global Creative Economy Report 2008 e 2013, é referência na área. Primeira tese brasileira de doutorado sobre Cidades Criativas (2011): CIDADES CRIATIVAS Análise de um conceito em formação e da pertinência de sua aplicação à cidade de São Paulo Garimpo de Soluções http://www.sesispeditora.com.br/catalogo/ congressos-foruns-e-seminarios/cidades-criativas/ Ana Carla Fonseca
  83. 83. http://garimpodesolucoes.com.br/o-que- fazemos/livros/ 20112010 20112008 Ana Carla Fonseca
  84. 84. https://www.youtube.com/watch?v=ET_zHM_hF3Q 1:03-2:08 Secretária de Economia Criativa entre 2011 e 2013 Claudia Souza Leitão
  85. 85. http://www.cultura.gov.br/secretaria-da-economia-criativa-sec https://www.facebook.com/BrasilCriativoSEC Secretaria da Economia Criativa
  86. 86. Plano da Secretaria de Economia Criativa Lançado em outubro de 2011 http://www.cultura.gov.br/documents/10913/636523/PLANO+DA +SECRETARIA+DA+ECONOMIA+CRIATIVA/81dd57b6- e43b-43ec-93cf-2a29be1dd071 Secretaria da Economia Criativa
  87. 87. dinâmicas culturais, sociais e econômicas - criação - produção - distribuição/circulação/difusão - consumo/fruição de bens e serviços dos setores criativos caracterizados pela prevalência de sua dimensão simbólica construídas a partir do ciclo de: Definição de Economia Criativa partindo de: Secretaria da Economia Criativa
  88. 88. Secretaria da Economia Criativa
  89. 89. Secretaria da Economia Criativa
  90. 90. (UNESCO 2009)
  91. 91. Secretaria da Economia Criativa
  92. 92. Os desafios da economia criativa brasileira: 1º Desafio – Levantamento de informações e dados da Economia Criativa 2º Desafio – Articulação e estímulo ao fomento de empreendimentos criativos 3º Desafio – Educação para competências criativas 4º Desafio – Infraestrutura de criação, produção, distribuição/ circulação e consumo/fruição de bens e serviços criativos 5º Desafio – Criação/adequação de Marcos Legais para os setores criativos Secretaria da Economia Criativa
  93. 93. Matriz estratégica – Setores Criativos X Desafios da Economia Criativa
  94. 94. Diretorias Secretaria da Economia Criativa
  95. 95. http://www2.cultura.gov.br/economiacriativa/institucional/ Observatórios de Economia Criativa
  96. 96. UFAM (Universidade Federal do Amazonas) UFBA (Universidade Federal da Bahia) UFF (Universidade Federal Fluminense), UnB (Universidade de Brasília) UFG (Universidade Federal de Goiás) UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) http://www.cultura.gov.br/noticias-destaques/-/asset_publisher/OiKX3xlR9iTn/ content/id/1257811 Observatórios de Economia Criativa
  97. 97. Já estão firmados convênios entre o MinC e seis estados: Acre, Pernambuco, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Mais seis estados estão em processo de conveniamento: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Pará, Paraná e Mato Grosso. Criativa Birô
  98. 98. http://culturadigital.br/brasilcriativo/rede-de-incubadoras-brasil-criativo/ Incubadoras
  99. 99. Incubadoras
  100. 100. https://www.facebook.com/bsbcriativa https://www.facebook.com/pages/ Bahia-Criativa/675752649164154 https://www.facebook.com/riocriativo https://www.facebook.com/Pernambucocriativohttps://www.facebook.com/criativogoiashttp://www.riocriativo.rj.gov.br/ Incubadoras
  101. 101. https://www.youtube.com/watch?v=g-X04oPpTJU Até 01:57
  102. 102. Comissão de Economia Criativa e Indústrias Culturais (CECIC) do Mercosul Cultural http://www.cultura.gov.br/noticias-destaques/-/ asset_publisher/OiKX3xlR9iTn/content/id/1260439 A CECIC (criada em 2013) tem como meta desenvolver um modelo referencial que aproxime os diferentes sistemas de informação dos países do bloco, em coordenação com outras instâncias do Mercosul e outros fóruns regionais, que trabalham na sistematização de dados sobre o setor, como o Sistema de Informação Cultural do Mercosul (Sicsul), site específico da cultura da região. O Sicsul oferece dados sobre leis, pesquisas e informações sobre intercâmbio comercial de bens culturais, entre outros.  CECIC
  103. 103. http://sniic.cultura.gov.br/ Sistema Nacional de Informacões e Indicadores Culturais
  104. 104. Dezembro 2014Outubro 2012Outubro 2011Maio 2008 Mapeamento FIRJAN
  105. 105. Quatro grandes Áreas Criativas: 1) Consumo 2) Cultura 3) Mídias 4) Tecnologia Três grandes Categorias da cadeia da Indústria Criativa: 1) Núcleo (atividades profissionais e/ou econômicas que têm as ideias como insumo principal para geração de valor) 2) Atividades Relacionadas (profissionais e estabelecimentos que provêm diretamente bens e serviços à Indústria Criativa) 3) Apoio (ofertantes de bens e serviços de forma indireta à Indústria Criativa) Mapeamento FIRJAN
  106. 106. Mapeamento FIRJAN
  107. 107. 2,6% do PIB Total R$ 126,1 Bilhões Mapeamento FIRJAN
  108. 108. Mapeamento FIRJAN
  109. 109. Salário médio brasileiro em 2013 era de aprox. R$ 1.800,00 Mapeamento FIRJAN
  110. 110. RS 2004 = 1,6% 2013 = 1,9% Mapeamento FIRJAN
  111. 111. 2004 = R$ 2.899,00 2013 = R$ 3.794,00 Mapeamento FIRJAN
  112. 112. http://panoramadacultura.com.br/ Panorama Setorial da Cultura Brasileira
  113. 113. Panorama Setorial da Cultura Brasileira
  114. 114. Panorama Setorial da Cultura Brasileira
  115. 115. http://www.culturaemercado.com.br/gestao/um-pais-a-ser-mapeado/
  116. 116. http://criativoslocais.com.br Arranjo Criativo Local
  117. 117. A REC Brasil é uma associação sem fins lucrativos que articula uma rede de incentivo à Economia Criativa fazendo conexões entre empreendedores e empreendimentos, cultivando o relacionamento e aprimorando a comunicação do setor. http://recbrasil.com.br/ Curso de empreendedorismo criativo para os alunos do Ensino Médio. Rede de Economia Criativa
  118. 118. Rede que fomenta o ecossistema da economia criativa para garantir as melhores oportunidades para empreendedores, gerar valor para investidores e impactar positivamente a vida das pessoas colaborando para a construção de uma sociedade mais inovadora, humana e sustentável. Atualmente possui mais de 2800 empreendedores cadastrados e 1700 projetos criativos inscritos. http://www.projecthub.com.br/ Project Hub
  119. 119. Rio Grande do Sul
  120. 120. http://www.cultura.rs.gov.br/v2/ SEDAC
  121. 121. Projetos e programas que fazem parte da Diretoria de Economia da Cultura: - Lei de Incentivo à Cultura: mecanismo de incentivo fiscal; - Fundo de Apoio à Cultura: editais; - Ações Especiais: híbrido entre LIC e FAC; - Criativa Birô * - RS Mais Criativo * Diretoria de Economia da Cultura
  122. 122. A articulação para o projeto Criativa Birô começou ainda em 2011, quando foi definida a instalação do escritório no terceiro andar da Casa de Cultura Mario Quintana. Em parceria e articulado com faculdades locais, o Criativa Birô oferecerá, através de empresas juniores, serviços de consultoria e assessoria nas áreas de administração, direito, contábeis, sistemas de informação e/ou publicidade.  O investimento total, entre suporte do MinC e a contrapartida do Estado, equivale a $ 1,5 milhão. A primeira parcela, de R$ 800 mil, já foi recebida e a primeira etapa do projeto, a obra e a compra do equipamento, está em elaboração. Status: esperando a liberação do espaço na CCMQ Criativa Birô
  123. 123. RS Mais Criativo é um programa transversal desenvolvido por diversas secretarias, agências e assessorias do Governo do Rio Grande do Sul. Várias ações estão estruturadas em parceria com órgãos que já trabalham com projetos para a área como APEX, BNDES e SEBRAE/RS, e contam com o apoio técnico e institucional do British Council. O objetivo principal do programa é estimular o setor criativo e implementar políticas públicas para um novo desenvolvimento fundado na diversidade cultural do estado. RS Mais Criativo
  124. 124. Secretarias, Agências e Assessorias: SEDAC - Secretaria de Estado da Cultura AGDI - Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento SDPI - Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento SCIT - Secretaria da Ciência, Inovação e Tecnologia ACRI - Assessoria de Cooperação e Relações Internacionais Órgãos: APEX - Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas BRITISH COUNCIL - órgão britânico responsável pelas açòes internacionais nos setores relacionados a cultura e educação. RS Mais Criativo
  125. 125. http://www.agdi.rs.gov.br/ AGDI
  126. 126. Ações Desenvolvidas AGDI
  127. 127. Próximas Ações AGDI
  128. 128. http://www.agdi.rs.gov.br/?model=conteudo&menu=841 SDECT
  129. 129. http://professor.ufrgs.br/leandrovaliati Coordenador do Observatório de Economia Criativa UFRGS Leandro Valiati
  130. 130. http://www.ufrgs.br/obec/ OBEC UFRGS
  131. 131. INTERNACIONALIZAÇÃO - Promoção e Difusão da Cultura Brasileira - Fluxos Internacionais DESENVOLVIMENTO LOCAL, TERRITÓRIOS CRIATIVOS E POLÍTICAS PÚBLICAS - Incubadoras na Economia Criativa - Políticas Públicas na Economia Criativa - Arranjos Produtivos Locais - Estudos e Pesquisas - Rede de Observatórios INDICADORES, CADEIAS PRODUTIVAS E ANÁLISE SETORIAL - Marcos Legais - Projeto Brasil Criativo - Modelos de Negócios em Organizações da Economia Criativa do RS TEORIA E METODOLOGIA - Plano Brasil Criativo - Conta Satélite de Cultura PESQUISA ACADÊMICA E APLICADA EM ECONOMIA CRIATIVA E ECONOMIA DA CULTURA: OBEC UFRGS
  132. 132. 5 Estudos e Pesquisas sobre Economia Criativa (EPECs 2) - Desenvolvimento Territorial e Fortalecimento da Economia Criativa 1 - Monitoração de aplicação dos planos de desenvolvimento de 27 APLs do Brasil (planos desenvolvidos pela Fundação Vanzolini de SP) 2- Pesquisa das Incubadoras Brasil Criativo 3 -Pesquisa de Marcos Legais em Economia Criativa 4 - Fluxos Internacionais de Economia Criativa 5 - Sistematização dos dados e informações a partir dos estudos e pesquisas produzidos pelos OBECs. OBEC UFRGS
  133. 133. OBEC UFRGS http://www.ufrgs.br/obec/arquivo.php?id=90
  134. 134. O objetivo central deste estudo constitui-se em promover a consolidação teórica e o agrupamento dos dados disponíveis em um conjunto de setores econômicos agrupados e tratados como integrantes da indústria criativa. 1) DIVERSIFICAÇÃO REGIONAL DA INDÚSTRIA CRIATIVA NO SETOR DE INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO - INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO - SETOR DE COMÉRCIO 2) PARTICIPAÇÃO ECONÔMICA DA INDÚSTRIA CRIATIVA - PARTICIPAÇÃO DA INDÚSTRIA CRIATIVA DE TRANSFORMAÇÃO NO TOTAL DO SETOR - PARTICIPAÇÃO DA INDÚSTRIA CRIATIVA DO COMÉRCIO NO TOTAL DO SETOR 3) ANÁLISE DO NÚMERO DE ESTABELECIMENTOS E PESSOAL OCUPADO COM BASE NOS DADOS DA RAIS-MTE Mapeamento RS
  135. 135. Indústria de Transformação - Análise do RS Mapeamento RS
  136. 136. Indústria de Transformação - Análise por municípios Mapeamento RS
  137. 137. Setor de Comércio - Análise agregada por municípios Mapeamento RS
  138. 138. Setor de Comércio - Análise particularizada por municípios Mapeamento RS
  139. 139. Arquitetura Arquivos/Documentação Arte Digital Artes Visuais Artesanato Biotecnologia Cinema Circo Culturas Afro-brasileiras Culturas Indígenas Culturas Populares Dança Design Esporte Games Gastronomia SEGMENTOS Literatura Livrarias Moda Museus Música Patrimônio Imaterial Patrimônio Material Pesquisa e Desenvolvimento Publicidade e Propaganda Publicações e Mídias impressas Rádio Software Teatro TIC Turismo Vídeo
  140. 140. CASES
  141. 141. NIMBUS Casas Colaborativas/Hubs Criativos
  142. 142. 2010-11
  143. 143. 2012
  144. 144. https://vimeo.com/115758536
  145. 145. Ateliê de Cerâmica Artes Cênicas Música Arquitetura e Urbanismo Artes Visuais Audiovisual Moda Makers Desi!n Residentes do Vila Flores
  146. 146. Fi!urinos para o evento Randevu Compartilham o apartamento Projeto Ocupa Calçada Exposição coletiva Fu!ere Urbem Fu!ere Urbem
  147. 147. Moeda Alternativa
  148. 148. Arquitetura e Urbanismo Arte & Cultura Educação Ne!ócios
  149. 149. Parceiros
  150. 150. http://www.sharefestportoalegre.cc/ ShareFest Porto Alegre
  151. 151. Projeto Aromas
  152. 152. http://projetodraft.com/organicos-pelo-preco-do-produtor-vendidos-sem-o-lucro- da-loja-todos-querem-conhecer-o-instituto-chao/ http://www.colibrii.com.br/ Colibrii
  153. 153. https://www.facebook.com/ProjetoVueltaalMundo/ Projeto Vuelta al Mundo
  154. 154. https://www.facebook.com/Est%C3%BAdio-Hybrido-373565782665077/ Estúdio Hybrido
  155. 155. https://matehackers.org/ Matehackers
  156. 156. http://www.mulheremconstrucao.org.br/ Mulher em Construção
  157. 157. ECONOMIA CRIATIVA + EMPREENDEDORISMO SOCIAL
  158. 158. Num empreendimento social, os donos criam o negócio para resolver um problema. O lucro é um meio, não o fim. Os donos decidem, desde o princípio, que nunca receberão dividendos. Ele recebe um pró-labore, como em qualquer empresa. Mas é um negócio sem fins lucrativos, criado para resolver problemas sociais, como se fosse uma organização não governamental (ONG). A diferença é que os negócios sociais são autossustentáveis e têm o dinamismo e a eficiência dos negócios tradicionais. Os negócios convencionais são feitos para gerar lucro aos acionistas, não para resolver o problema de alguém. Muhammad Yunus
  159. 159. ECONOMIA CRIATIVA e EMPREENDEDORISMO SOCIAL http://gnt.globo.com/programas/gnt-fashion/videos/3641125.htm http://www.flaviaaranha.com
  160. 160. http://www.empreendedorescriativos.com.br/ http://www.culturaemercado.com.br http://www.projecthub.com.br/ http://redecpr.blogspot.com.br/ http://transform.britishcouncil.org.br/ http://economiacriativa.com/ec/pt/index.asp http://www.nesta.org.uk/ http://laladeheinzelin.com.br/ http://garimpodesolucoes.com.br/ http://projetodraft.com/ http://www.espacogarimpo.com/ http://www.economiacriativasebraemg.com.br/ http://www.blogacesso.com.br https://www.facebook.com/economiacriativapoa https://www.facebook.com/NucleodeEconomiaCriativa https://www.facebook.com/groups/1503073933286274/ https://www.facebook.com/groups/economiacriativadigital https://www.facebook.com/garimpodesolucoes https://www.facebook.com/laladeheinzelin https://www.facebook.com/eco.criativa https://www.facebook.com/pages/Observat%C3%B3rio-de- Economia-Criativa-UFRGS/560778487355326 https://www.facebook.com/pages/Criatip%C3%A9dia/ 376278182564490 https://www.facebook.com/economiacriativa https://www.facebook.com/groups/329511607194878/ https://www.facebook.com/escoladaindustriacriativa https://www.facebook.com/ligafcap Sites e Fanpages
  161. 161. http://www.ufrgs.br/ppge/ http://www.perestroika.com.br/cursos/porto-alegre/ empreendedorismo-criativo/ http://www.unisinos.br/escola-da-industria-criativa http://www3.pucrs.br/portal/page/portal/inovapucrs/Capa/raiar/ GaragemCriativa#apresentacao http://www.pucrs.br/educacaocontinuada/eflyers/projetos- criativos/eflyer.html http://redecemec.com/inovacao-em-projetos-culturais-porto- alegre/especialistas/ http://www.unisinos.br/mba/mercados-criativos-cenarios-de- inovacao/presencial/porto-alegre http://www.escolasaopaulo.org/ https://www.facebook.com/veredacriativa http://www2.espm.br/cursos/extensao/cursos-de-atualizacao/ cursos-de-extensao-sul?regional=sul http://www.studioquilt.com.br/cursos http://www.fbncriativos.com/ http://www.festivaleconomiacriativa.com.br/ http://www.cult.ufba.br/enecult/obecs/ http://creativemornings.com/cities/poa http://www.creativeconnection.com.br/ http://blog.lojapandorga.com.br/category/ barbante-pandorga/ http://www3.pucrs.br/portal/page/portal/ inovapucrs/Capa/NAGI/Atuacao#culturas- inovacao Cursos e Eventos
  162. 162. Obrigada!! Aline Bueno alinebueno@gmail.com www.alinebueno.com.br (51) 9697-4988

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