Anatomia E Protocolo Tomografia Computadorizada de Crânio

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Anatomia E Protocolo Tomografia Computadorizada de Crânio

  1. 1. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA CRÂNIO: ANATOMIA E PROTOCOLO Alex Eduardo Ribeiro – Tecnólogo em Radiologia Médica
  2. 2. ANATOMIA <ul><li>Tanto o encéfalo quanto à medula espinhal são envolvidos por três envoltórios ou membranas protetoras denominados meninges . Iniciando-se externamente, são elas (1) a dura-máter, (2) a aracnóide e (3) a pia-máter. </li></ul>
  3. 3. ANATOMIA <ul><li>ESPAÇOS MENíNGEOS </li></ul><ul><li>Imediatamente exterior a cada camada meníngea encontra-se um espaço potencial. Assim, há três desses espaços potenciais - (1) o espaço epidural, (2) o espaço subdural e (3) o espaço subaracnóide. </li></ul>
  4. 4. ANATOMIA <ul><li>Dura-máter </li></ul><ul><li>A membrana mais externa é a dura-máter, que significa “mãe firme”. Esse envoltório forte e fibroso do encéfalo tem uma camada interna e uma camada externa. A camada externa da dura-máter é firmemente fundida com a camada interna, exceto por espaços que são fornecidos para grandes canais de sangue venoso chamados seios venosos ou seios da dura-máter . </li></ul><ul><li>. A camada externa é aderida estreitamente à tábua interna do crânio. As camadas internas da dura-máter abaixo desses seios unem-se para formar a foice do cérebro, conforme é vista em varreduras de TC estendendo-se para baixo e para dentro da fissura longitudinal entre os dois hemisférios cerebrais. </li></ul>
  5. 5. ANATOMIA <ul><li>Pia-máter </li></ul><ul><li>A mais interna dessas membranas é a pia-máter, que significa literalmente &quot;mãe terna&quot;. Essa membrana é muito fina e bastante vascularizada, e repousa próximo ao encéfalo e à medula espinhal. Ela envolve toda a superfície do encéfalo, mergulhando dentro de cada uma das fissuras e sulcos. </li></ul>
  6. 6. ANATOMIA <ul><li>Aracnóide: </li></ul><ul><li>Entre a pia-máter e a dura-máter encontra-se uma delicada membrana avascular chamada aracnóide. Trabéculas delicadas semelhantes a linhas fixam a membrana aracnóide à pia-máter, daí o termo &quot;mãe aranha&quot;. </li></ul>
  7. 7. ANATOMIA <ul><li>Espaço epidural: Exteriormente à dura-máter, entre a dura e a tábua interna do crânio, encontra-se um espaço potencial denominado espaço epidural. </li></ul><ul><li>Espaço subdural: Abaixo da dura-máter, entre a dura e a aracnóide, encontra-se um espaço estreito chamado espaço subdural, que contém uma mínima quantidade de líquidos e vários vasos sangüíneos. Tanto o espaço epidural quanto o espaço subdural são sítios potenciais para hemorragia após trauma craniano. </li></ul><ul><li>Espaço subaracnóide: Abaixo da membrana aracnóide, entre a aracnóide e a pia-máter, encontra-se um espaço comparativamente amplo, chamado espaço subaracnóide. Tanto o espaço subaracnóide do encéfalo quanto o da medula espinhal são normalmente preenchidos por líquido cefalorraquidiano (LCR). </li></ul>
  8. 8. <ul><li>AS TRÊS DIVISÕES DO ENCÉFALO </li></ul><ul><li>O encéfalo pode ser dividido em três áreas gerais: (1) o prosencéfalo, (2) o mesencéfalo e (3) o rombencéfalo. Essas três divisões do encéfalo são divididas ainda em áreas e estruturas específicas, conforme mostrado no desenho seccional mediossagital. </li></ul>ANATOMIA
  9. 9. ANATOMIA <ul><li>HEMISFÉRIOS CEREBRAIS </li></ul><ul><li>O cérebro é parcialmente separado por uma fissura longitudinal profunda no plano medio-sagital. A fissura divide o cérebro em hemisférios cerebrais direito e esquerdo. Partes dos lobos frontal. parietal e occipital são novamente visualizados nesse desenho de vista superior.A superfície de cada hemisfério cerebral é marcada por numerosos sulcos e convoluções, que são formados durante o rápido crescimento embrionário dessa porção do encéfalo. Cada convolução ou área elevada é chamada de giro. </li></ul>
  10. 10. ANATOMIA <ul><li>HEMISFÉRIOS CEREBRAIS </li></ul><ul><li>Dois desses giros que podem ser identificados em radiografias seccionais por TC são o giro central anterior (pré-central) e o giro central posterior (pós-central), conforme mostrado de cada lado do sulco central. Um sulco é uma fenda rasa, e o sulco central, que divide os lobos frontal e parietal do cérebro, é um ponto de referência usado para identificar áreas sensoriais específicas do córtex. Um sulco mais profundo é chamado de fissura, como a fissura longitudinal profunda que separa os dois hemisférios.O corpo caloso, localizado profundamente dentro da fissura longitudinal e que não é visível nesse desenho, consiste em uma massa arqueada de fibras transversais (substância branca) conectando os dois hemisférios cerebrais. </li></ul>
  11. 11. ANATOMIA
  12. 12. ANATOMIA <ul><li>VENTRíCULOS CEREBRAIS </li></ul><ul><li>O sistema ventricular do encéfalo é conectado ao espaço subaracnóide. Há quatro cavidades no sistema ventricular. Essas quatro cavidades são preenchidas com líquido cefalorraquidiano (LCR) e se interconectam através de pequenos tubos. </li></ul>
  13. 13. ANATOMIA <ul><li>VENTRíCULOS CEREBRAIS </li></ul><ul><li>O sistema ventricular contém quatro cavidades principais. 0s ventrículos laterais direito e esquerdo estão localizados nos hemisférios cerebrais direito e esquerdo. O terceiro ventrículo é um ventrículo único, localizado centralmente e inferiormente aos ventrículo laterais. O quarto ventrículo também é um ventrículo único, localizado centralmente, imediatamente inferior ao terceiro ventrículo. </li></ul>
  14. 14. ANATOMIA <ul><li>VENTRíCULOS CEREBRAIS </li></ul><ul><li>O LCR é formado nos ventrículos laterais, em leitos capilares especializados denominados plexos coróides, que filtram o sangue para formar LCR. De acordo com a Anatomia de Croy, cerca de 140 ml de LCR estão presentes dentro e ao redor de todo o SNC apesar de até 500 ml de LCR serem formados diariamente, com o balanço sendo reabsorvido dentro do sistema circulatório venoso. Acredita-se que o LCR tenha algum papel nutricional durante o desenvolvimento, mas no adulto ele tem um papel de proteção do SN. </li></ul>
  15. 15. ANATOMIA
  16. 16. ANATOMIA <ul><li>TÁLAMO </li></ul><ul><li>Seguindo-se ao grande cérebro, a segunda parte do prosencéfalo é o tálamo. O tálamo é uma estrutura oval relativamente pequena (com cerca de 1 polegada ou 2,5 em de comprimento), localizada logo abaixo do mesencéfalo e embaixo do corpo caloso. Ele consiste em duas massas ovais primariamente de substância cinzenta ou núcleos que formam parte das paredes do terceiro ventrículo, logo superiormente ao mesencéfalo. </li></ul>
  17. 17. ANATOMIA <ul><li>TÁLAMO </li></ul><ul><li>Esses grupos de núcleos (substância cinzenta) do tálamo servem como estações de relé para a maioria dos impulsos sensoriais à medida que eles passam da medula espinhal e das estruturas mesencefálicas para o córtex cerebral. Assim, o tálamo serve como um centro de interpretação para certos impulsos sensoriais, tais como dor, temperatura e tato, assim como para certas emoções e para a memória. O tálamo e o hipotálamo em conjunto formam a porção diencefálica do prosencéfalo. </li></ul>
  18. 18. ANATOMIA <ul><li>HIPOTÁLAMO </li></ul><ul><li>A terceira e última divisão do prosencéfalo é o hipotálamo &quot;Hipo&quot; significa sob; daí a sua localização sob o tálamo. O hipotálamo forma o soalho e as paredes inferiores do terceiro ventrículo. Três estruturas significativas associadas com o hipotálamo são o infundíbulo, a glândula hipófise posterior e o quiasma óptico. </li></ul><ul><li>O infundíbulo é um processo cênico que se projeta para baixo e termina no lobo posterior da glândula hipófise. O infundíbulo mais a hipófise posterior são conhecidos como neurohipófise. </li></ul>
  19. 19. ANATOMIA <ul><li>O quiasma óptico é assim denominado porque se assemelha à letra grega X (chi). Ele está localizado acima da hipófise e anteriormente ao terceiro ventrículo.O hipotálamo é pequeno, mas controla atividades corporais importantes através de uma ligação com o sistema endócrino. A maioria dessas atividades está relacionada a homeostasia, a tendência ou capacidade do corpo de estabilizar seus estados corporais normais. </li></ul>
  20. 20. ANATOMIA
  21. 21. ANATOMIA <ul><li>Mesencéfalo e Rombencéfalo </li></ul><ul><li>O mesencéfalo é visto como uma porção curta e constrita do tronco encefálico superior conectando o prosencéfalo ao rombencéfalo. O rombencéfalo consiste no cerebelo, na ponte e no bulbo. O cerebelo é a maior porção do rombencéfalo e a segunda maior porção de todo o encéfalo. </li></ul>
  22. 22. ANATOMIA <ul><li>Tronco encefálico </li></ul><ul><li>O tronco encefálico inclui o mesencéfalo, a ponte e o bulbo. A ponte é uma estrutura oval proeminente localizada inferiormente ao mesencéfalo. O bulbo é a porção final do tronco encefálico, localizado ao nível do forame magno, a abertura na base do crânio. Assim, o tronco encefálico é composto de mesencéfalo, ponte e bulbo, e conecta o prosencéfalo à medula espinhal. </li></ul>
  23. 23. ANATOMIA
  24. 24. ANATOMIA <ul><li>Cerebelo </li></ul><ul><li>A última parte do encéfalo a ser descrita é o cerebelo, que ocupa a porção principal da fossa craniana inferior e posterior. No adulto, a proporção de tamanho entre o cérebro e o cerebelo é de cerca de oito para um. O cerebelo tem a forma aproximada de uma borboleta e consiste em hemisférios direito e esquerdo, unidos por uma estreita faixa mediana, o vermis. Na direção da extremidade superior da superfície anterior encontra-se a incisura cerebelar anterior, ampla e rasa. </li></ul>
  25. 25. ANATOMIA <ul><li>Cerebelo </li></ul><ul><li>O quarto ventrículo está localizado dentro da incisura cerebelar anterior, separando a ponte e o bulbo do cerebelo. Inferiormente, ao longo da superfície posterior, os hemisférios cerebelares são separados pela incisura cerebelar posterior. Uma extensão da dura-máter, chamada foice do cerebelo, está localizada dentro da incisura cerebelar posterior.o cerebelo primariamente coordena as funções mataras do corpo, tais como coordenação, postura e equilíbrio. </li></ul>
  26. 26. ANATOMIA
  27. 27. ANATOMIA <ul><li>Substância Cinzenta e Substância Branca </li></ul><ul><li>O sistema nervoso central pode ser dividido pela aparência em substância branca e substância cinzenta. A substância branca no encéfalo e na medula espinhal é composta de tratos, que consistem em feixes de axônios mielinizados. Axônios mielinizados são aqueles axônios envoltos em uma bainha de mielina, uma substância gordurosa que tem uma cor branca cremosa. Logo, os axônios compreendem a maior parte da substância branca. </li></ul>
  28. 28. ANATOMIA <ul><li>Substância Cinzenta e Substância Branca </li></ul><ul><li>A substância cinzenta é composta principalmente de dendritos neuronais e corpos celulares. Nesse nível do encéfalo, a substância cinzenta forma o córtex cerebral externo, enquanto o tecido cerebral sob o córtex é substância branca. </li></ul>
  29. 29. ANATOMIA <ul><li>Substância Cinzenta e Substância Branca </li></ul><ul><li>Essa massa subjacente de substância branca é chamada de centro semi-oval. Profundamente no interior do cérebro, inferiormente a esse nível, encontra-se mais substância cinzenta, denominada núcleos cerebrais, ou gânglios da base. Pelo fato de uma varredura computadorizada craniana poder diferenciar entre substância branca e cinzenta, um corte através dos núcleos cerebrais fornece uma riqueza de informações diagnósticas. Um corte horizontal ou axial do hemisfério cerebral direito aponta as áreas geralmente visualizadas. As áreas de substância branca incluem o corpo caloso e o centro semi-oval. As áreas de substância cinzenta incluem os núcleos cerebrais, o tálamo e o córtex cerebral . </li></ul>
  30. 30. ANATOMIA
  31. 31. ANATOMIA <ul><li>Núcleos cerebrais (gânglios da base) </li></ul><ul><li>Os núcleos cerebrais, ou gânglios da base, são coleções emparelhadas de substância cinzenta localizadas profundamente em cada hemisfério cerebral. Há quatro áreas específicas ou agrupamentos desses núcleos cerebrais, conforme mostrado nesse desenho chanfrado. São elas (1) o núcleo caudado, (2) o núcleo lentiforme, composto pelo putâmen e pelo globo pálido, (3) o claustro (que não se encontra visível nesse desenho) e (4) o núcleo ou corpo amigdaláide. A relação do tronco encefálico e do cerebelo com três dos núcleos cerebrais e com o tálamo é mostrada nesse desenho. Os núcleos cerebrais são coleções bilateralmente simétricas de substância cinzenta localizadas em ambos os lados do terceiro ventrículo. </li></ul>
  32. 32. ANATOMIA <ul><li>Encéfalo – Superfície inferior </li></ul><ul><li>Esse desenho da superfície inferior do encéfalo demonstra o infundíbulo, a hipófise e o quiasma óptico, que se encontram anteriores à ponte e ao mesencéfalo. Estendendo-se para a frente a partir do quiasma óptico encontram-se os grandes nervos ópticos, e estendendo-se póstero-Iateralmente encontram-se os tratos ópticos. Uma porção do corpo caloso é mostrada localizando-se profundamente no interior da fissura longitudinal. </li></ul>
  33. 33. ANATOMIA <ul><li>Cavidades Orbitárias (vista superior) </li></ul><ul><li>As cavidades orbitárias estão expostas a partir de cima na pela remoção da placa orbitária do osso frontal. A órbita direita ilustra a plenitude normal da cavidade orbitária. A glândula lacrimal no quadrante superior externo, a gordura orbitária e os músculos oculares ajudam a preencher toda a cavidade. A artéria carátida interna é vista entrando na base do crânio. Nesse ponto, a artéria carótida interna já deu origem a uma artéria que supre o conteúdo orbitário.A cavidade orbitária esquerda, com gordura e alguns músculos removidos, ilustra o trajeto do nervo ártico, maior, em sua emergência do bulbo para cursar medialmente para o quiasma ártico. Tumores orbitários e corpos estranhos podem ser prontamente detectados através de tomografia computadorizada das órbitas . </li></ul>
  34. 34. ANATOMIA <ul><li>Nervos Cranianos </li></ul><ul><li>Os 12 pares de nervos cranianos encontram-se fixados à base do encéfalo, e deixam o crânio através de vários forames. A identificação de todos esses nervos cranianos em radiografias ou desenhos está geralmente além do objetivo da anatomia exigida dos radiologistas. Os radiologistas, no entanto, devem saber todos os nomes e funções gerais. Eles são numerados em ordem ântero-posterior com algarismos romanos. Os menores nervos cranianos são os nervos trocleares (IV PAR), e os maiores são os nervos trigêmeos (V PAR).Os mnemônicos On Old Olympus's Towering Tops, A Finn e Ger­man Viewed Some Hops fornecem a primeira letra de cada um dos 12 pares de nervos cranianos, usando dois dos termos mais antigos conforme relacionados entre parênteses e sublinhados. </li></ul>
  35. 35. ANATOMIA
  36. 36. Propósito <ul><li>O propósito primário da tomografia computadorizada de crânio é fornecer um diagnóstico definitivo que geralmente não exige exames complementares para verificação. A TC de crânio, em muitas circunstâncias, fornece esse alto grau de confiabilidade. Trauma craniano agudo, por exemplo, pode resultar na formação de hematoma epidural ou subdural. Esse tipo de lesão pode ser diagnosticado rapidamente, com precisão e inequivocamente através da TC de crânio. </li></ul>
  37. 37. Meios de Contraste e a Barreira Hematoencefálica <ul><li>As estimativas são de que 50 a 90% de todas as TC de crânio exigem contrastes. Os meios de contraste utilizados são semelhantes àqueles utilizados para urografia excretora. Esses contrastes iodados são geralmente administrados como uma injeção rápida, mas também podem ser introduzidos lentamente através de uma infusão intravenosa. </li></ul>
  38. 38. Meios de Contraste e a Barreira Hematoencefálica <ul><li>O encéfalo é bem suprido com vasos sangüíneos, que carregam oxigênio e nutrientes. O oxigênio tem que estar em suprimento constante, porque a privação total de oxigênio pelo curto tempo de 4 minutos pode levar a dano permanente das células encefálicas. </li></ul>
  39. 39. Meios de Contraste e a Barreira Hematoencefálica <ul><li>De forma semelhante, a glicose tem que estar continuamente disponível, porque o armazenamento de carboidratos no encéfalo é limitado. A glicose, o oxigênio e certos íons passam imediatamente do sangue circulante para o líquido extracelular, e daí para as células encefálicas. Outras substâncias encontradas no sangue normalmente entram nas células encefálicas bastante lentamente. Outras ainda, entretanto, tais como proteínas, a maioria dos antibióticos e meios de contraste, não passam de forma alguma do sistema capilar craniano normal para as células encefálicas. </li></ul>
  40. 40. Meios de Contraste e a Barreira Hematoencefálica <ul><li>O encéfalo é diferente de outros tecidos por ser uma barreira natural à passagem de certas substâncias. Esse fenômeno natural é chamado de barreira hematoencefálica. Logo, contraste aparecendo fora do sistema vascular normal é uma indicação de que alguma coisa está errada. </li></ul>
  41. 41. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO <ul><li>Indicações: </li></ul><ul><ul><li>tumores encefálicos; </li></ul></ul><ul><ul><li>processos infecciosos; </li></ul></ul><ul><ul><li>doenças vasculares; </li></ul></ul><ul><ul><li>doenças degenerativas; </li></ul></ul><ul><ul><li>TCE; </li></ul></ul><ul><ul><li>mal-formações ; </li></ul></ul>
  42. 42. PLANEJAMENTO <ul><li>HISTÓRIA CLÍNICA DO PACIENTE </li></ul><ul><ul><li>ESCOLHA DO PROTOCOLO; </li></ul></ul><ul><ul><li>UTILIZAÇÃO DO CONTRASTE; </li></ul></ul><ul><li>O CORTE AXIAL PODE VARIAR </li></ul><ul><ul><li>PLANO ORBITOMEATAL; </li></ul></ul><ul><ul><li>PLANO NEUROOCULAR; </li></ul></ul>PLANO NEUROOCULAR PLANO ORBITOMEATAL 15 A 20°
  43. 43. PLANEJAMENTO <ul><li>O plano neuroocular alinha as vias visuais (cristalino, papila, nervo óptico, canal óptico) em um corte. </li></ul><ul><li>Utilizado para análise de órbitas, face, base do crânio, lobos temporais, hipófise, região supra-celar, tronco cerebral) </li></ul><ul><li>O plano orbito-meatal é adequado para estudo de lesões supratentoriais e menos adequado para fossa posterior. </li></ul>
  44. 44. POSICIONAMENTO DO PACIENTE
  45. 45. PARÂMETROS TÉCNICOS <ul><li>F.O.V. – ajustável </li></ul><ul><li>Espessura de corte – fossa posterior de 3 mm a 5 mm </li></ul><ul><li>supra-tentorial de 8 mm a 10 mm </li></ul><ul><li>Intervalo: fossa posterior 3 mm a 5 mm </li></ul><ul><li>supra-tentorial de 8 mm a 10 mm </li></ul><ul><li>Kv: 120 </li></ul><ul><li>mA: 200 </li></ul>
  46. 46. AQUISIÇÕES AXIAIS 1: Seio frontal 2: Bulbo do olho 3: Nervo óptico 4: M. reto lateral 5: M. reto medial 6: Fissura orbital superior 7: Clivo 8: Tubérculo jugular 9: Artefatos 17: Células etmoidais 18: Tuba auditiva 19: Cavidade timpânica 22: Células mastóideas
  47. 47. AQUISIÇÕES AXIAIS 10: Crista etmoidal 11: Glândula lacrimal 12: M. temporal 13: Lobo temporal 14: Bulbo 16: M. trapézio 23: Artéria oftálmica 24: Seio sigmóideo 25: M. esplênio da cabeça
  48. 48. AQUISIÇÕES AXIAIS 1: Crista etmoidal 2: M. reto superior e levantador da pálpebra superior 3: Seio esfenoidal 4: Artéria basilar 5: Ponte 6: Pedúnculo cerebelar médio 7: Quarto ventrículo 8: Cisterna cerebelobulbar 18: Fissura orbital superior 19: Canal óptico 20: Artéria carótida interna no seio cavernoso 21: Cavidade timpânica 22: Ádito ao antro mastóideo 23: Células mastóideas 24: Hemisfério cerebelar
  49. 49. AQUISIÇÕES AXIAIS 9: Seio frontal 10: Lobo frontal 11: M. temporal 12: Aponeurose epicrânica 13: Lobo temporal 14: Artéria carótida interna 15: Artéria basilar 16: Artefato 17: M. trapézio 25: Hipófise 26: Cisterna pontocerebelar 27: Artéria e veia temporal superficial 28: Orelha 29: Meato acústico interno
  50. 50. AQUISIÇÕES AXIAIS 1: Seio frontal 2: Lobo frontal 3: Canal óptico 4: Quiasma óptico 5: Dorso da sela 6: Células pneumáticas anteriormente na parte petrosa 7: Artefatos 8: Quarto ventrículo 9: Cisterna 12: Jugo esfenoidal 13: Lobo temporal 14: Artéria carótida interna no seio cavernoso 15: Impressão trigeminal 16: Pedúnculo cerebelar
  51. 51. AQUISIÇÕES AXIAIS 10: Orelha 11: Verme do cerebelo 17: Asa menor do esfenóide 18: Processo clinóide anterior 19: Processo clinóide posterior 20: Ponte 21: Hemisfério cerebelar
  52. 52. AQUISIÇÕES AXIAIS 1: Seio frontal 2: Crista etmoidal 3: Seio esfenoidal 4: Canal óptico 5: Processo clinóide anterior 6: Hipófise 7: Dorso da sela 8: Artefatos 9: Protuberância occipital interna 18: Lâmina orbital do osso frontal 19: Asa menor do esfenóide
  53. 53. AQUISIÇÕES AXIAIS 10: Fissura Longitudinal do cérebro 11: Impressões giros cerebrais 12: Sulco lateral (de Sylvio) 13: Hipotálamo 14: Cisterna interpeduncular 15: Cisterna circundante 16: Verme do cerebelo 17: Tentório do cerebelo 21: Terceiro ventrículo 22: Ventrículo lateral, corno temporal 23: Pedúnculo cerebral 24: Colículo inferior 25: Cerebelo 26: Lobo occipital
  54. 54. AQUISIÇÕES AXIAIS 1: Fissura longitudinal 2: Ventrículo Lateral - Corno frontal 3: Sulco lateral 4: Forame interventricular 5: Terceiro ventrículo 6: Cápsula interna - ramo posterior 7: Colículo superior 8: Cisterna circundante 15: Corpo caloso - joelho 16: Núcleo caudado, cabeça, contíguo ao núcleo lentiforme 17: Septo pelúcido 18: Coluna do fórnice 19: Subtálamo 20: Ventrículo Lateral - corno temporal 21: Cerebelo - lóbulo quadrangular
  55. 55. AQUISIÇÕES AXIAIS 9: Núcleo caudado - cabeça 10: Lobo insular 11: Núcleo lentiforme 12: Tálamo 13: Plexo corióideo 14: Ventrículo lateral 22: Lobo frontal 23: Cápsula interna - ramo anterior 24: Cápsula interna - joelho 25: Cápsula interna - ramo posterior 26: Recesso pineal do terceiro ventrículo 27: Glândula pineal 28: Ventrículo lateral - corno occipital 29: Lobo occipital
  56. 56. AQUISIÇÕES AXIAIS 1: Fissura longitudinal do cérebro 2: Corpo caloso - joelho 3: Núcleo caudado - corpo 4: Cápsula interna 5: Septo pelúcido 6: Corpo caloso - esplênio 7: Foice do cérebro 11: Ventrículo lateral - corno frontal 12: Ventrículo lateral - parte central 13: Ventrículo lateral - corno occipital
  57. 57. AQUISIÇÕES AXIAIS 8: Sulcos do córtex cerebral 9: Giro do córtex cerebral 10: Corpo caloso 14: Coroa radiada
  58. 58. AQUISIÇÕES AXIAIS 1: Coroa radiada 2: Foice do cérebro 4: Giro do cíngulo 5: Giros 6: Sulcos
  59. 59. AQUISIÇÕES AXIAIS 3: Giros na face medial do hemisfério cerebral 7: Calvária
  60. 60. AQUISIÇÕES AXIAIS 1: Sulcos 2: Giros 3: Foice do cérebro 4: Calvária
  61. 61. Imagens Patológicas 1: Substância cinzenta 2: Substância branca 3: Giros (atróficos) 4: Sulcos (alargados) 5: Giro pré-central 6: Sulco central 7: Coroa radiada 8: Giro pós-central 9: Foice do cérebro 10: Calvária 11: Aponeurose epicrânica Encéfalo atrófico, imagem axial
  62. 62. Imagens Patológicas <ul><li>Hematoma Subdural </li></ul><ul><li>Um grande hematoma subdural bilateral é mostrado na Fig. 22.39. O hematoma subdural é uma coleção de sangue sob a dura-máter causada por trauma craniano. Esse acúmulo de sangue causa compressão e dano ao tecido cerebral, resultando em sonolência ou perda da consciência. Essa condição, tanto aguda quanto crônica, pode ser diagnosticada na TC sem contraste. </li></ul>
  63. 63. Imagens Patológicas <ul><li>Hidrocefalia </li></ul><ul><li>A Fig. 22.40 demonstra um exemplo de hidrocefalia, causada por bloqueio à drenagem de LCR a partir dos ventrículos, o que resulta em aumentados ventrículos e da pressão no encéfalo. Observe os ventrículos aumentados e como eles são bem visualizados na TC. </li></ul>

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