Capítulo 2: “Um pensador na linha feiticeira”Hoster      Older     Sanches     (M/UEM)GEF – GRUPO DE ESTUDOS FOUCAULTIANOS
Objetivos da Autora• Mostrar como os conceitos de poder, saber e sujeito inscrevem-se na obra de Foucault;• como tais conc...
Percurso de Foucault• Fischer realiza a apresentação da trajetória de  Foucault, o qual permeia diversos campos do  conhec...
Questionamentos foucaultianos1. Que saberes se constituem ou querem   constituir-se ciência?;2. Quais saberes têm poder de...
Do discurso e da relativa autonomia da              linguagem• Para Foucault, o vivido (Husserl) e a experiência  (Benjami...
Práticas:            discursivas X não discursivas- Linguagem presa à constituição do real, as   palavras e as coisas.
PRÁTICAS              INSTITUCIONAIS                (FOUCAULT )EXPERIÊNCIA                       VIVIDO (BENJAMIN)        ...
“Na verdade quando digo não discursivo, de certa forma estouincluindo o discursivo, não estou separando o discurso, porexe...
Sobre poder e resistência: a radicalidade  dos micropoderes e das lutas locaisNietzsche e Foucault e o problema das origen...
A desejada verdade do sujeito• A questão do sujeito e da subjetividade;• A investigação da sexualidade no processo de  sub...
Sobre os tempos de Foucault1. Foucault arqueólogo (1960):   Tenta fazer uma análise não linear do discurso,   “mas uma aná...
• Questionamento do conceito marxista de  ideologia;• Busca pelo momento de descontinuidade  histórica, momentos de ruptur...
2. Foucault genealogista (1970):- A sociedade das disciplinas;- A “invisibilidade do poder, como temos a   partir do sécul...
3. Foucault – micropoderes e sexualidade:- “ A sexualidade teria muito a ver com a  obrigação de dizer a verdade a respeit...
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Capítulo 2: Um pensador na linha feiticeira. Hoster Older Sanches (M/UEM) - GEF – GRUPO DE ESTUDOS FOUCAULTIANOS DA UEM

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Trabalho apresentado por Hoster Older Sanches no III CIAD - Colóquio Internacional de Análise do Discurso da Universidade Federal de São Carlos - SP (UFSCAR). Contato: hosterolder@yahoo.com.br
_______________________________
http://gefuem.blogspot.com.br/

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Capítulo 2: Um pensador na linha feiticeira. Hoster Older Sanches (M/UEM) - GEF – GRUPO DE ESTUDOS FOUCAULTIANOS DA UEM

  1. 1. Capítulo 2: “Um pensador na linha feiticeira”Hoster Older Sanches (M/UEM)GEF – GRUPO DE ESTUDOS FOUCAULTIANOS
  2. 2. Objetivos da Autora• Mostrar como os conceitos de poder, saber e sujeito inscrevem-se na obra de Foucault;• como tais conceitos se produzem no campo das ciências humanas.
  3. 3. Percurso de Foucault• Fischer realiza a apresentação da trajetória de Foucault, o qual permeia diversos campos do conhecimento (estruturalista,pós-moderno, historiador, filósofo).• Foucault nega o momento de inauguração: “ no momento em que me dirijo pessoalmente a vocês, não sou eu sozinho que falo, como sujeito individual único e original, inaugurador pleno de um discurso”, (p.35).
  4. 4. Questionamentos foucaultianos1. Que saberes se constituem ou querem constituir-se ciência?;2. Quais saberes têm poder de produzir conhecimento, de produzir ciência?;3. Que saberes mais nos subjetivam, mais nos incitam a saber a verdade “mais verdadeira” dos sujeitos?. (p.36)
  5. 5. Do discurso e da relativa autonomia da linguagem• Para Foucault, o vivido (Husserl) e a experiência (Benjamin) são práticas institucionais ou apenas práticas, as quais não existem fora do discurso. “o discursivo e o não discursivo estão sempre em jogo”, (p. 39).• “...para nosso autor (Foucault), essas práticas não existem fora do discurso. Trata-se aqui da complexa relação entre o discursivo e o não discursivo”, (p.39)
  6. 6. Práticas: discursivas X não discursivas- Linguagem presa à constituição do real, as palavras e as coisas.
  7. 7. PRÁTICAS INSTITUCIONAIS (FOUCAULT )EXPERIÊNCIA VIVIDO (BENJAMIN) ( HUSSERL)
  8. 8. “Na verdade quando digo não discursivo, de certa forma estouincluindo o discursivo, não estou separando o discurso, porexemplo, das práticas institucionais”, (p.39) DISCURSO PRÁTICAS
  9. 9. Sobre poder e resistência: a radicalidade dos micropoderes e das lutas locaisNietzsche e Foucault e o problema das origensprimeiras dos atos inaugurais, “há ‘vozes que falamantes de mim’”, (p.40).A descontinuidade histórica: não há autoriafundadora, mas há “ um momento de ruptura nosdiscursos, e que esse momento está ligado ainúmeras práticas institucionais e relações de poder,a inúmeras condições de produção e de emergênciadaquele determinado discurso”, (p. 40).
  10. 10. A desejada verdade do sujeito• A questão do sujeito e da subjetividade;• A investigação da sexualidade no processo de subjetivação;
  11. 11. Sobre os tempos de Foucault1. Foucault arqueólogo (1960): Tenta fazer uma análise não linear do discurso, “mas uma análise que permitisse operar quase que como um corte geológico nos saberes de determinada época”, (p.42).- Quais são as camadas geológicas do discurso sobre a loucura e/ou sobre a noção de louco?- (História da Loucura/ A ordem do discurso);- O homem como objeto do conhecimento;
  12. 12. • Questionamento do conceito marxista de ideologia;• Busca pelo momento de descontinuidade histórica, momentos de rupturas;• “...temos de transformar os documentos que analisamos em monumentos porque eles são históricos e porque neles está materializado, presente e vivo o discurso de uma época”, (p.44).
  13. 13. 2. Foucault genealogista (1970):- A sociedade das disciplinas;- A “invisibilidade do poder, como temos a partir do século XVIII ( o panóptico de Bentham)” (p.44);- “Essa visibilidade não visível seria um modo de subjetivação muito forte em nossa sociedade”, (p. 45).
  14. 14. 3. Foucault – micropoderes e sexualidade:- “ A sexualidade teria muito a ver com a obrigação de dizer a verdade a respeito de si mesmo e, ao mesmo tempo, a proibição de fazê-lo”, (p.46).- História da sexualidade (A vontade de saber, O uso dos prazeres e O cuidado de si).

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