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30042014 biofisica sindromedeinsuficienciaarterial (1)

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30042014 biofisica sindromedeinsuficienciaarterial (1)

  1. 1. B i o q u í m i c a M . C . G r i s e l d a G i s e h S á n c h e z S a m a n t h a L i z e t h R e y e s A c o s t a 2 8 9 9 3 1 P e r l a G a b r i e l a R u b i o V e g a 2 8 9 8 3 9 S o f í a R o d r í g u e z J i m é n e z 2 8 9 8 2 3 A l e j a n d r o C h á v e z R u b i o 2 8 9 9 0 8 J o r g e A l e x i s L ó p e z P a r r a 2 9 0 0 5 1 J o s é G u s t a v o G a r c í a A c o s t a 2 8 9 9 7 6 Dinámica de fluidos: síndrome de insuficiencia arterial
  2. 2. • O b j e t i v o • S í n d r o m e d e i n s u f i c i e n c i a a r t e r i a l • Causas: • Aterosclerosis • E s t e n o s i s • Estenosis renal: • Cómo se produce la estenosis renal? • Mecanismo • T e o r e m a d e B e r n o u l l i • Ecuación de Bernoulli Índice
  3. 3. • Presión estática • Presión dinámica • C i r c u l a c i ó n s a n g u í n e a • V a r i a c i o n e s d e f l u j o p o r e s t e n o s i s • C i r c u l a c i ó n d e l a s a n g r e • V i s c o s i d a d • F l u i d o s n o N e w t o n i a n o s • T u r b u l e n c i a • N ú m e r o d e R e y n o l d s • L e y d e P o i s e u i l l e • C a s o c l í n i c o • Antecedentes • Herramientas diagnósticas • Tratamiento • B i b l i o g r a f í a
  4. 4. Conocer y entender los mecanismos del flujo sanguíneo y los problemas que implican las alteraciones de sus factores en el desarrollo del síndrome de insuficiencia arterial. Objetivo
  5. 5. • Obstrucción de vasos • Puede ser aguda o crónica • Disminución aporte de oxígeno Síndrome de insuficienca arterial
  6. 6. Causas • Aguda: • Coagulo en corazón (insuficiencia cardiaca) • Deficiencia de válvulas cardiacas • Arritmias • Lesión en arteria • Crónica: • Diabetes mellitus • Presión alta • Colesterol alto • Enfermedades crónicas de riñón • Fumar Aterosclerosis
  7. 7. E p i t e l i o e x p r e s a V C A M - 1 R e c e p t o r S R - A c a p t a L D L o x i d a d a s C e l . E s p u m o s a s C u b i e r t a f i b r o s a C i t o c i n a s p r o i n f l a m a t o r i a s + m e t a l o p r o t e i n a s a s = f r a c t u r a n c a p a f i b r o s a Aterosclerosis
  8. 8. • E s u n e s t r e c h a m i e n t o d e l a s p a r e d e s v a s c u l a r e s q u e a l t e r a l a p r e s i ó n h i d r o s t á t i c a y l a v e l o c i d a d d e f l u j o . • P u e d e d a r s e e n c u a l q u i e r p u n t o d e l s i s t e m a c i r c u l a t o r i o Estenosis
  9. 9. • C o n s i s t e e n u n e s t r e c h a m i e n t o d e l a a r t e r i a q u e l l e v a l a s a n g r e a l r i ñ ó n . • L a p r i n c i p a l c o n s e c u e n c i a d e l a o b s t r u c c i ó n d e l f l u j o r e n a l e s l a h i p e r t e n s i ó n a r t e r i a l s e c u n d a r i a q u e s e p r o d u c e . Estenosis renal
  10. 10. • El riñón, órgano regulador de la tensión arterial, al recibir menos sangre, produce hormonas que aumentan la presión arterial. • Esta falla en la homeostasis de la presión arterial, provocará a la larga una insuficiencia renal.
  11. 11. Cómo se produce la estenosis renal? • La causa más frecuente de esta situación es la presencia de ateroesclerosis o ateromatosis en la pared de la arteria. Los pacientes que presentan estenosis de la arteria renal por una placa de ateroma presentan ateromatosis en otros territorios vasculares.
  12. 12. Mecanismo • Mecanismo por el cual la estenosis de la arteria renal conlleva una hipertensión arterial es el siguiente: el riñón produce una hormona que se llama renina, que ayuda a regular la tensión arterial. • Debido a la producción de la renina, la angiotensina y la aldosterona, la tensión arterial, que tenía niveles correctos, se ve anómalamente elevada.
  13. 13. • E n e r g í a e n d o s f o r m a s : • estática • cinética • L a s u m a d e e s t a s e n e r g í a s e n u n f l u i d o p e r m a n e c e c o n s t a n t e a l o l a r g o d e l a l í n e a d e f l u j o . Teorema de Bernoulli
  14. 14. Ecuación de Bernoulli
  15. 15. L a p r e s i ó n h i d r o s t á t i c a o a r t e r i a l e s d i r e c t a m e n t e p r o p o r c i o n a l a l a d e n s i d a d d e l a s a n g r e y a l d i á m e t r o d e l a a r t e r i a . Presión estática
  16. 16. • E n e r g í a d e u n f l u i d o c o m o r e s u l t a d o d e s u m o v i m i e n t o . • D e p e n d e d e d e n s i d a d y v e l o c i d a d d e f l u i d o . Presión dinámica
  17. 17.  Presión dinámica energía cinética  Presión hidrostática efectos
  18. 18. Teorema de Bernoulli
  19. 19. • E l e m e n t o d i n á m i c o • L a v i s c o s i d a d t i e n e u n g r a n i m p a c t o e n e l f l u j o a n i v e l s i s t é m i c o . Circulación sanguínea
  20. 20. U n a l e s i ó n e s t e n ó t i c a e s u n p r o c e s o p a t o l ó g i c o e n e l q u e l o s l í p i d o s s e d e p o s i t a n e n l a s c a p a s í n t e r n a s d e l a s a r t e r i a s , d o n d e l o s d e p ó s i t o s c a l c i f i c a d o s y l a a c u m u l a c i ó n d e c é l u l a s e s p u m o s a s d a n l u g a r a l a d i s m i n u c i ó n d e l d i á m e t r o d e l a a r t e r i a Variaciones de flujo por estenosis
  21. 21.  La sangre es un fluido que consiste de células y plasma. La viscosidad de la sangre este relacionado con le porcentaje de células rojas en sangre e influye en la velocidad del flujo.  La estenosis afecta directamente la relación presión flujo en el sistema arterial, esta reduce el diámetro y aumenta la cantidad de velocidad del flujo y esto causa un efecto de turbulencia
  22. 22. • f l u i d o r e a l - r e s i s t e n c i a a l d e s p l a z a m i e n t o d e u n a s l á m i n a s s o b r e o t r a s . Circulación de la sangre
  23. 23. • S e d e f i n e c o m o l a f u e r z a n e c e s a r i a p a r a d e s p l a z a r u n a c a p a d e l í q u i d o c o n u n a v e l o c i d a d d a d a • f v = f u e r z a d e v i s c o s i d a d ( n e w t o n s , n ) • h = c o e f i c i e n t e d e v i s c o s i d a d • s = s u p e r f i c i e ( m 2 ) • v = v e l o c i d a d ( m / s ) • h = d i s t a n c i a ( m ) Viscosidad
  24. 24.  El movimiento laminar  Régimen correspondiente de Poiseuille .  La resistencia al flujo  Máxima en las proximidades del fluido a la pared mínima en el centro de la misma.  Perfil de flujo parabólico
  25. 25. A l i n e a m i e n t o r e l a t i v o d e e l e m e n t o s f o r m e s d e l a s a n g r e a m e d i d a q u e a u m e n t a l a v e l o c i d a d . Fluidos no Newtonianos
  26. 26. E l r é g i m e n l a m i n a r t i e n e l í m i t e s d e v e l o c i d a d p u e d e f o r m a r r e m o l i n o s c o n l a s p a r t í c u l a s d e l l í q u i d o . Turbulencia
  27. 27. • E l c a m b i o d e r é g i m e n l a m i n a r a t u r b u l e n t o . • E l n r d e 2 . 0 0 0 • • S í s t o l e e n l a a o r t a a s c e n d e n t e • S a l i d a d e u n a e s t e n o s i s . Número de Reynolds
  28. 28. • G a s t o d e v o l u m e n e n f l u i d o s l a m i n a r e s • L a c a í d a d e p r e s i ó n • D i r e c t a m e n t e p r o p o r c i o n a l a l a l o n g i t u d • I n v e r s a m e n t e p r o p o r c i o n a l a l a c u a r t a p o t e n c i a d e l r a d i o . • C a í d a e x p o n e n c i a l d e p r e s i ó n e n c a p i l a r Ley de Poiseulle
  29. 29.  Las pérdidas de energía por viscosidad contribuyen a pérdidas cinéticas  Son moderadas a la entrada de la estenosis  Aumento de la velocidad en la estenosis  Pueden disiparse bajo la forma de turbulencias
  30. 30.  Mujer de 57 años de edad  PESO: 95 kg  ESTATURA:1.65 m  Llega a los servicios de emergencia :  Angina de pecho  Hipertensión descontrolada, además de una  aparente insuficiencia renal progresiva  Diagnosticó hipertensión arterial NOresponde a medicamentos antihipertensivos
  31. 31. Antecedentes • tabaquismo • VLDL elevado • diabetes mellitus tipo II • cateterismo. • DIAGNÓSTICO FINAL: • •PROCEDIMIENTOS: -Ecografía dúplex -Angiografía por resonancia magnética (MRA) Evitando… arteriografía renal con medio de contraste
  32. 32. PRUEBAS GENERALES Herramientas diagnósticas  Preguntar acerca de síntomas y antecedentes clínicos  Medición constante de presión arterial  Pruebas de sangre y orina  Electrocardiograma  Una colecta de orina de 24 horas
  33. 33. PRUEBAS ESPECÍFICAS  Rayos X:  Medio de contraste intravenoso  Contraste inyectado directamente dentro de arterias renales  Ultrasonido: examinación de los riñones  Imagen de radioisótopos de los riñones  Una tomografía computarizada o imagen de resonancia magnética
  34. 34. Tratamiento Medicamentos  Medicamento para hipertensión  Efectivos para aquellas personas que tiene obstruida una sola arteria renal. Angioplastia percutánea  Se inserta tubo delgado dentro de la arteria renal desde una perforación en su ingle.  Incluye un globo que abrirá la arteria obstruida.
  35. 35. Nefrectomía  Opción si el riñón afectado resultó tan dañado que ya no funciona. Prevención  Ejercicio regular  Alimentación saludable  NO fumar y tomar menos alcohol. Cirugía vascular  Si la arteria no es apta para la angioplastia, un cirujano puede decidir repararla mediante una incisión en el abdomen.
  36. 36. • K i e r s z e n b a u m . “ H i s t o l o g í a y b i o l o g í a c e l u l a r . I n t r o d u c c ió n a l a a n a t o m ía p a t o l ó g i c a . ” E l s ev i e r S a u n d e r s . 3 a e d i c i ó n . E s p a ñ a , 2 0 1 2 . P á g s . 3 7 9 y 3 8 0 . • D r a . G a b r i e l a L ó p e z M a r t í n e z , 2 0 1 3 , h t t p : / / w w w . a n g io l o g i am e x i c o . c o m . m x / i n d ex . p h p ? o p t i o n = c o m _ c o n t e n t & v i e w = a r t i c l e & i d = 4 9 : i n s u f i c i en c i a a r t e r i a l & c a t i d = 3 8 : e n f e r m e d a d e s & i t e m i d = 1 4 . 2 7 a b r i l , 2 0 1 4 . • D r . D a v i d C a ñ a d a s B u s t o s , h t t p : / / w w w . m a p f r e . e s / s a l u d / e s / c i n fo r m a t i v o / e s t e n o s i s - a r t e r i a - r e n a l - o b s t r u c c i o n - f l u j o . s h t m l . 2 6 a b r i l , 2 0 1 4 . Bibliografía
  37. 37. • Cromer ah. Física para las ciencias de la vida. Revertè. SA. Barcelona 1975 • Frumento SA. Biofísica. Intermedia. Buenos aires. 1974 • MAPFRE. Dr. David Cañadas Bustos. Estenosis de la arteria renal. Mayo de 2012. Visto en: http://www.mapfre.es/salud/es/cinformativo/estenosis-arteria-renal- obstruccion-flujo.shtml • LYU Langone medical center. Adrienne Carmack, MD. 2014. Visto en: http://www.med.nyu.edu/content?ChunkIID=121223

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  • regina1003

    Dec. 10, 2019

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