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Doenças infeciosas

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Trabalho realizado no âmbito da Geografia C
Ano letivo - 2016/2017

Published in: Education
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Doenças infeciosas

  1. 1. Diogo Silva nº14 Francisca Santos nº17 Martinha Barros nº24 Nuno Barros nº25 12ºC Geografia C
  2. 2. As doenças infeciosas são doenças provocadas por organismos, como bactérias, vírus, fungos ou parasitas. Algumas doenças infeciosas podem ser transmitidas de pessoa para pessoa. Contudo, algumas são transmitidas através de picadas de insetos ou mordidas de animais. Outras são adquiridas por ingestão de água ou alimentos contaminados ou outras exposições no ambiente.
  3. 3. O VÍRUS DO HERPES O herpes é uma infeção viral comum que se caracteriza pelo surgimento de pequenas bolhas ao redor dos lábios e/ou dos genitais – mas que também podem aparecer em qualquer outra parte do corpo. É considerado o mais transmissível e infecioso em humanos. As infeções ocasionadas por vírus são as mais graves e de maior preocupação quando contraídas.
  4. 4. Existem 8 tipos conhecidos do vírus do herpes em humanos e por serem numerosos foram divididos em subfamílias:
  5. 5. HEPATITES Entre as doenças infeciosas, as hepatites virais representam um importante risco ocupacional aos dentistas, visto que, muitas vezes, a transmissão dá-se por fluídos corporais contaminados, tais como sangue e saliva. As hepatites virais, em especial as hepatites B e C, encontram-se entre as doenças infeciosas ocupacionais que atuam em maiores índices de mortalidade entre a classe odontológica. As hepatites virais agudas (as que não evoluem para cura completa) podem progredir para uma forma crônica, para cirrose e até para carcinoma hepatocelular primário. O melhor exemplo é a da hepatite de vírus tipo B.
  6. 6. HEPATITE B O sulco gengival é um local de grande risco pela presença de sangue diante das inflamações que aí rotineiramente ocorrem. É a presença frequente de sangue na saliva que a faz mais perigosa. Um dos meios de transmissão na rota paciente/profissional é o acidente com agulhas contaminadas. Como os dentistas apresentam risco duas vezes maior do que a população em geral, a vacinação destes profissionais é obrigatória e tal procedimento reduz significativamente o risco de desenvolver a infeção.
  7. 7. HEPATITE C A sua transmissão é feita pelo contacto percutâneo ( tem capacidade de atravessar a pele) com sangue. A doença provoca anorexia, desconforto abdominal, náuseas, vómitos e icterícia (coloração amarela da pele). Nas fases finais, o paciente apresenta vómitos, dores, hemorragias, perda de massa muscular, confusão mental e coma. A doença pode levar à cirrose (10-20% dos casos) e ao carcinoma hepatocelular. Até o momento não existe vacina contra o vírus HCV, sendo o seu desenvolvimento dificultado pela diversidade viral e sua habilidade em produzir novas mutações.
  8. 8. INFECÇÕES CAUSADAS POR BACTÉRIAS: SÍFILIS O homem é o único hospedeiro natural e fonte de infeção. A doença sexualmente transmitida incide na faixa de 20 a 35 anos. A transmissão é feita pelo contacto direto com lesões de pele, mucosas, fluidos e secreções (seminais, vaginais, saliva e sangue) durante o ato sexual e, mais raramente, pelo beijo, transfusão sanguínea e contacto de ulcerações de pele das mãos com as placas mucosas. Na cavidade oral, o cancro ocorre, mais frequentemente nos lábios e na língua, porém, pode ser observado também nas amígdalas ou outras localizações.
  9. 9. TUBERCULOSE A tuberculose é uma das mais antigas doenças da humanidade e foi a causa do óbito de inúmeras pessoas. A distribuição é universal e apesar da atual diminuição da mortalidade, é um problema de saúde pública em vários países do mundo. A tuberculose pulmonar é acompanhada por febre, fadiga, tosse, toracalgia, hemoptise e cavitação. Apesar do vírus apresentar predileção pelos pulmões, o que ocorre em 85% dos casos, o agente causador pode escapar do pulmão e, disseminado pela corrente sanguínea pode causar uma doença sistémica.
  10. 10. LEGIONELA Tem sido sugerida como agente contaminante da água de reservatórios e da tubulação dos equipamentos odontológicos, podendo causar a “doença dos legionários”, que se apresenta como uma forma grave de pneumonia.
  11. 11. CANDIDÍASE BUCAL Esta caracteriza-se por manchas brancas, podendo estar localizada na língua, gengiva, palato, aberturas labiais e bochechas, e ser disseminada pelo organismo.
  12. 12. MICOSE NA VIRILHA A micose na virilha, chamada em medicina de tinea cruris, é uma das infeções fúngicas da pele mais comuns. A tinea cruris costuma atingir as regiões inguinal (virilhas), coxas e nádegas, causando placas avermelhadas e intensa coceira.
  13. 13. FRIEIRA – PÉ DE ATLETA A dermatofitose dos pés, conhecida também como tinea pedis, frieira ou pé de atleta, é a micose de pele mais comum no mundo. A frieira é uma infeção por fungos, que ataca preferencialmente a sola e os espaços entre os dedos dos pés.
  14. 14. MICOSE DE UNHA- ONICOMICOSE Onicomicose ou tinea unguium, conhecida popularmente como micose de unha, é o nome dado à infeção da unha causada por fungos. A onicomicose é uma infeção comum que acomete cerca de 10% da população adulta e 20% dos idosos. Os seus sintomas costumam ser de origem estética do que clínica, sendo o escurecimento e o espessamento da unha os sinais mais comuns.
  15. 15. O QUE É? A SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é uma doença não hereditária causada pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH ou HIV – na língua inglesa) que enfraquece o sistema imunitário do nosso organismo, destruindo a capacidade de defesa em relação a muitas doenças.
  16. 16. O QUE É O VIH? O VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana) é o agente causador da sida. Este agente pode ficar incubado no corpo humano por tempo indeterminado, sem que manifeste quaisquer sintomas. Quando uma pessoa está infetada com o VIH diz-se que é seropositiva. Uma pessoa VIH-positiva pode não ter sinais da doença, aparentando mesmo um estado saudável durante um período de tempo que pode durar vários anos. No entanto, essa pessoa está infetada e, porque o vírus está presente no seu organismo, pode, durante todo esse tempo, transmiti-lo a outra pessoa.
  17. 17. HERPES LABIAL OU GENITAL
  18. 18. ERUPÇÕES CUTÂNEAS
  19. 19. FORMIGUEIRO NO PÉ
  20. 20. ALTERAÇÃO DAS UNHAS
  21. 21. RÁPIDA PERDA DE PESO
  22. 22. GÂNGLIOS LINFÁTICOS INCHADOS
  23. 23. SUORES NOTURNOS
  24. 24. DIARREIA, NÁUSEAS E VÓMITOS
  25. 25. DORES DE CABEÇA E GARGANTA
  26. 26. FADIGA
  27. 27. MENSTRUAÇÃO IRREGULAR
  28. 28. PNEUMONIA
  29. 29. INFEÇÕES FÚNGICAS
  30. 30. CONFUSÃO OU DIFICULDADE DE CONCENTRAÇÃO
  31. 31. TOSSE SECA CONSTANTE
  32. 32. SANGUE Só transmite se estiver infetado e entrar dentro do nosso organismo. A principal causa de transmissão por esta via ocorre através da partilha de agulhas, seringas e outros objetos contaminados pelo VIH entre os toxicodependentes que utilizam drogas injetáveis. Embora, representem um menor risco, não devem ser partilhados objetos cortantes onde exista sangue de uma pessoa infetada, mesmo que esteja já seco. É o caso das lâminas de barbear, piercings, instrumentos de tatuagem e de furar as orelhas e alguns utensílios de manicura. Atualmente, todo o sangue usado nas transfusões sanguíneas é testado para o VIH antes de ser utilizado.
  33. 33. SECREÇÕES SEXUAIS (ESPERMA E SECREÇÕES VAGINAIS) As secreções sexuais de uma pessoa infetada, mesmo que aparentemente saudável e com “bom aspeto”, podem, com grande probabilidade, transmitir o VIH sempre que exista uma relação sexual com penetração - vaginal, anal ou oral - sem preservativo. O risco é maior em relações sexuais com parceiros desconhecidos, múltiplos parceiros sexuais ou parceiros ocasionais.
  34. 34. DA MÃE INFETADA PARA O FILHO Se a mãe estiver infetada, pode transmitir a infeção ao seu bebé através do leite. Mas não só, também pode transmitir o VIH ao filho durante a gravidez, através do seu próprio sangue, ou durante o parto, através do sangue ou secreções vaginais.
  35. 35. • Uso de preservativo (sexo seguro); • Uso do seu próprio material injetável ou uso de material injetável novo (consumo seguro); • Uso de luvas descartáveis sempre que houver risco de contacto direto com sangue.
  36. 36. O diagnóstico faz-se a partir de análises sanguíneas para detetar a presença de anticorpos ao VIH. Estes anticorpos são detectados, normalmente, apenas três a quatro semanas após a fase aguda, não podendo haver uma certeza absoluta sobre os resultados nos primeiros três meses após o contágio. As primeiras análises a um infetado podem dar um resultado negativo se o contágio foi recente, por isso, os testes devem ser repetidos quatro a seis semanas e três meses após a primeira análise. O período em que a pessoa está infetada, mas não lhe são detetados anticorpos, chama-se «período de janela». Com os testes atualmente disponíveis é possivel detetar a infeção mais cedo e reduzir este «período de janela» para 3 a 4 semanas.
  37. 37. Fim

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