Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Das Imagens Feias

59,837 views

Published on

ewerr

Published in: Technology, Travel

Das Imagens Feias

  1. 1. Treinamento Segurança do Trabalho
  2. 2. IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE DOS RISCOS ATENDIMENTO LEGAL, DRT, INSS AUDITORIAS E TREINAMENTOS MOTIVAÇÃO DOS EMPREGADOS <ul><li>ERRADICAR ACIDENTES, DOENÇAS OCUPACIONAIS; </li></ul><ul><li>CUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO; </li></ul><ul><li>MELHORES PRÁTICAS EM PREVENÇÃO; </li></ul><ul><li>ATRAVÉS DE: </li></ul>OBJETIVO
  3. 3. CONCEITOS Acidentes de Trabalho LEGAL: É aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da Empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. PREVENCIONISTA: Ocorrência não programada, inesperada ou não, que interrompe ou interfere no processo normal de uma atividade profissional, ocasionando perda de tempo, lesões ou danos materiais.
  4. 4. ACIDENTE SAF ACIDENTE CAF Um acidente do trabalho pode levar o trabalhador a se ausentar da empresa apenas por algumas horas, o que é chamado de acidente sem afastamento. Se o trabalhador acidentado não retornar ao trabalho imediatamente ou até na jornada seguinte, temos o chamado acidente com afastamento, que pode resultar na incapacidade temporária, ou na incapacidade parcial e permanente, ou, ainda, na incapacidade total e permanente para o trabalho.
  5. 5. DOENÇA DO TRABALHO ACIDENTE DE TRAJETO Doença do trabalho assim entendida a adquirida em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente e constante na relação acima citada. O qual ocorre no percurso da residência para o local e trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do empregado.
  6. 6. INCIDENTE Incidentes são eventos, nos quais não se tem lesão, podendo resultar em danos materiais, perda de produção, parada de máquina ou equipamentos, sustos, etc... (ex: foto, quase pisou no prego).
  7. 7. <ul><ul><li>Os atos inseguros são geralmente, definidos como causas de acidentes do trabalho que residem exclusivamente no fator humano, isto é, aquelas que decorrem da execução das tarefas de forma contrária às normas de segurança, ou seja , a violação de um procedimento aceito como seguro, que pode levar a ocorrência de um acidente. Ato Inseguro é aquele ato em que a pessoa se expõe a risco de acidente consciente ou inconscientemente. Ex: não usar EPI, não seguir procedimentos, etc. </li></ul></ul><ul><ul><li>É aquela condição presente no ambiente de trabalho, comprometem a segurança do trabalhador e a própria segurança das instalações e dos equipamentos. Ex: máquina sem proteção, escada faltando degrau, etc. </li></ul></ul><ul><ul><li>CONDIÇÃO INSEGURA </li></ul></ul><ul><ul><li>ATO INSEGURO </li></ul></ul>
  8. 8. CONSEQUÊNCIAS DOS ACIDENTES DE TRABALHO Diminuição de produção Aumento dos encargos sociais Diminuição do poder de compra Quebra do potencial humano Perda de prestigio País Perdas de produção Não cumprimento de prazos Formação de substitutos Aumento no custo de produção Desprestigio da empresa Consternação Empresa Perdas de tempo Perdas de prêmios Acúmulo de tarefas Ambiente de trabalho desfavorável Inquietação, pânico coletivo Colegas Dificuldades econômicas Sofrimento moral Preocupações Família Diminuição de salário Baixa no potencial profissional Sofrimento físico Sofrimento moral Diminuição do potencial humano Sinistrado DANOS MATERIAIS DANOS HUMANOS VITIMAS
  9. 9. <ul><li>Comportamento Seguro: </li></ul><ul><ul><li>Reportar Perigos Prontamente; </li></ul></ul><ul><ul><li>Pensar Antes de Agir. ( Análise o Risco ). </li></ul></ul><ul><li>Treinamentos; </li></ul><ul><ul><li>Conhecimento e aplicação das Legislações de Segurança (NR); </li></ul></ul><ul><ul><li>Aplicação e participação nos Programas de Segurança; </li></ul></ul><ul><ul><li>Controles de Engenharia (Projetos, Instalações, Equipamentos etc); </li></ul></ul><ul><ul><li>Ferramentas e Equipamentos Apropriados. </li></ul></ul>COMO PREVENIR ACIDENTES
  10. 10. <ul><li>É todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho, </li></ul><ul><li>Sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho; </li></ul><ul><li>Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; </li></ul><ul><li>Para atender a situações de emergência. </li></ul>O EPI será fornecido: EPI – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL – NR 06
  11. 11. Proteção da Cabeça ; Proteção da Auditiva; ALGUNS TIPOS DE EPI
  12. 12. Proteção dos Olhos e Face;
  13. 13. Proteção Respiratória ; Proteção para o tronco;
  14. 14. Proteção dos Membros Inferiores;
  15. 15. Proteção para o corpo inteiro Proteção contra quedas
  16. 16. <ul><li>PROTEÇÃO AUDITIVA </li></ul>
  17. 17. O som é uma vibração que se propaga pelo ar em forma de ondas e que é percebida pelo ouvido humano. É uma sensação agradável, em nível suportável e que não irrita. Ele pode ser mais ou menos perigoso dependendo da sua freqüência e intensidade. O SOM
  18. 18. RUÍDO <ul><li>O ruído é um som prejudicial à saúde humana que causa sensação desagradável e irritante. Além disso, o grau de risco também depende de outros fatores como tempo de exposição. </li></ul>
  19. 19. Fatores que Influenciam o Risco 1 – Tempo de exposição,quanto maior este tempo maior o perigo. 2 – Tipo de Ruído: Continuo (sem parar); Intermitente (ocorre de vez em quando); Impacto ( Ocorre de repente e de pouca duração).
  20. 20. 3 – Distancia da Fonte Geradora: Quanto mais próximo Maior o perigo. 4 – Intensidade; Quanto maior a intensidade, maior O risco para o trabalhador. Fatores que Influenciam o Risco
  21. 21. Quem conhece esta máquina ?
  22. 22. (2) Fazendo vibrar os ossículos e mover a plataforma do estribo Como funciona nosso Ouvido (1) As ondas sonoras percutem o tímpano (3) As vibrações sonoras passam através da janela oval para os canais semicirculares que são cheios de líquido (4) E são transmitidas ao canal coclear, onde disparam impulsos nervosos que são transportados ao cérebro pelo nervo coclear
  23. 23. Cóclea NORMAL DANIFICADA
  24. 24. O QUE ESSES AGENTES PODEM CAUSAR?
  25. 25. Efeitos do Ruído ao Organismo Contrações Sustos Musculares Estreitamento dos Vasos
  26. 26. Efeitos do Ruído no Trabalho Má comunicação Baixa concentração Desconforto Nervosismo Baixo Rendimento Acidentes
  27. 27. Efeitos do Ruído a Audição Trauma Acústico Perda Temporária Perda Permanente
  28. 28. Sinais de Alerta Dificuldade na Conversação Zumbido Fala Abafada
  29. 29. Alguns níveis de Ruído Muito Alto -exposições prolongadas podem causar perda auditiva Doloroso - Para a maioria das das pessoas este é o nível onde há início da dor Moderado -Som de lugar tranqüilo Insuportável Uma simples exposição pode causar perda auditiva permanente Alto Ruído normal de uma cidade Ensurdecedor O ruído neste nível causa sensação de extremo desconforto Muito baixo Som levemente audível
  30. 32. Retire o excesso de cabelo que estiver entre o abafador e o ouvido. Como utilizar o abafador tipo concha? Certifique-se de que a vedação é satisfatória, sem a interferência de objetos como elástico de respiradores ou armação de óculos, de modo a obter melhor desempenho.
  31. 33. Como utilizar o abafador de inserção? Sempre com as mãos limpas. Para facilitar a colocação, puxe a orelha para cima e coloque o protetor no canal auditivo.
  32. 34. Elimina/Neutraliza/Sinaliza E P C EPI AMBIENTE HOMEM O RISCO A LESÃO Evita ou Diminui MEDIDAS TÉCNICAS
  33. 35. CIRCULAÇÃO DE PEDESTRES SEGURANÇA E PREVENÇÃO <ul><li>Ao Transitar na fábrica, proteja-se andando sempre dentro das faixas de segurança principalmente quando for atravessar os galpões; </li></ul><ul><li>Ao passar em locais onde empilhadeiras estejam fazendo manobras, pare a uma distância segura para que o operador do veículo possa vê-lo; </li></ul><ul><li>Observe o trânsito de veículos industriais antes de atravessar as ruas ou passagens. </li></ul>
  34. 36. PRINCÍPIOS BÁSICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO <ul><ul><li>Independente da função, cargo ou nível hierárquico, segurança do trabalho é responsabilidade de cada um e de todos dentro de seus setores. </li></ul></ul><ul><ul><li>Nenhum serviço é tão urgente e importante que não possa ser planejado e executado com segurança. </li></ul></ul><ul><ul><li>Segurança espelha comportamento e envolvimento de todos com o modo seguro de trabalhar. </li></ul></ul><ul><ul><li>Segurança é um imperativo técnico, uma imposição legal e uma obrigação social, e contribui para aumentar a boa imagem da empresa e do empregado. </li></ul></ul>
  35. 37. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS
  36. 38. A combustão é uma reação química de oxidação que libera grande quantidade de energia térmica e luminosa que chamamos de fogo . Combustão : Incêndio: É o fogo fora de controle. DEFINIÇÕES
  37. 39. É a simbologia utilizada para representar a relação entre os três elementos necessários para o surgimento da combustão. TRIÂNGULO DO FOGO
  38. 40. Á Reação em Cadeia é conhecida também como o quarto elemento que transforma o triângulo do fogo em Tetraedro do Fogo. TETRAEDRO DO FOGO REAÇÃO EM CADEIA COMBUSTÍVEL COMBURENTE AGENTE ÍGNEO
  39. 41. MÉTODOS DE EXTINÇÃO Abafamento Isolamento Resfriamento Quebra da Reação em Cadeia
  40. 42. Fogo em material combustível sólido . Fogo em gases e líquidos inflamáveis . Fogo em equipamentos elétricos energizados. C A B CLASSES DE INCÊNDIO
  41. 43. É caracterizado pela queima em altas temperaturas e por reagir com agentes extintores comuns, principalmente os que contém água. D Incêndio em materiais pirofóricos. (magnésio, selênio, antimônio, lítio, potássio, alumínio fragmentado, zinco, titânio, sódio, zircônio).
  42. 44. <ul><li>São aparelhos portáteis, de utilização imediata, para serem usados em princípios de incêndios. </li></ul><ul><li>Quando instalados devem estar visíveis, desobstruídos e sinalizados . </li></ul>Deverão ser inspecionados mensalmente observando-se mangueira, bico, manômetro, lacre de segurança sinalização e obstrução. EXTINTORES
  43. 45. Quanto a sua instalação deverão obedecer aos seguintes critérios <ul><li>Para uso em caso de incêndios. </li></ul><ul><ul><li>Visualização; </li></ul></ul><ul><ul><li>Acesso; </li></ul></ul><ul><ul><li>Risco a proteger; </li></ul></ul><ul><ul><li>Quantidade e natureza do material combustível; </li></ul></ul><ul><ul><li>Passagens. </li></ul></ul>Os extintores deverão ter lugar fixo de onde serão retirados somente por três motivos <ul><ul><li>Para manutenção; </li></ul></ul><ul><li>Exercícios e treinamentos; </li></ul>
  44. 46. <ul><li>Segurança na utilização de </li></ul><ul><li>PONTES ROLANTES </li></ul>
  45. 47. Ponte Rolante - Conceito <ul><li>Equipamento aéreo sobre trilhos, utilizado no transporte e movimentação de cargas e materiais. </li></ul>
  46. 48. Ponte Rolante - Atividades <ul><li>Deslocamento de cargas e materiais, no sentido vertical, horizontal e longitudinal . </li></ul>
  47. 49. Acessórios <ul><li>Holofotes auxiliares </li></ul><ul><li>Buzina ou sirene </li></ul><ul><li>Megafone </li></ul><ul><li>Extintor </li></ul>
  48. 50. Operador <ul><li>Pessoa habilitada e treinada , com conhecimento técnico e funcional do equipamento. </li></ul><ul><li>É o responsável direto pela segurança da operação, pessoas e demais bens interligados a ela. </li></ul>
  49. 51. Movimentação de Cargas <ul><li>Aproxime-se da carga; </li></ul><ul><li>Avalie peso e demais condições da carga; </li></ul><ul><li>Conheça a capacidade da Ponte Rolante; </li></ul><ul><li>Selecione o cabo de aço auxiliar de acordo com o tipo de carga e peso. Verifique ângulo dos cabos. Consulte a tabela de pesos e capacidade dos cabos; </li></ul><ul><li>Fixe a carga adequadamente; </li></ul><ul><li>Proceda o içamento lentamente e com cuidado; </li></ul><ul><li>Use velocidade reduzida; </li></ul><ul><li>Redobre a atenção ao operar da cabine e com ajudante. </li></ul>
  50. 52. Regras Gerais <ul><li>Polias: </li></ul><ul><li>Canais desgastados e/ou desgastados desigualmente. </li></ul><ul><li>Freios: </li></ul><ul><li>Atuação firme e absolutamente segura. </li></ul><ul><li>Aspectos Gerais: </li></ul><ul><li>Sinais de corrosão no equipamento e/ou acessório </li></ul><ul><li>Capacidade de carga não definida; </li></ul><ul><li>Trava de segurança do gancho em más condições. </li></ul>
  51. 53. Conclusão <ul><li>Lembre-se: </li></ul><ul><li>“ Qualquer um pode operar Pontes Rolantes, mas somente operadores treinados consegue faze-lo com segurança”. </li></ul>
  52. 54. <ul><li>Segurança no uso de Empilhadeira </li></ul>
  53. 55. Empilhadeira - Atividades <ul><li>Deslocamento de cargas e materiais, tanto na horizontal como na vertical. Obs.: Outras utilizações, tais como, empurrar ou rebocar, só podem ser executadas com autorização e acompanhamento da supervisão. </li></ul>
  54. 56. Acessórios <ul><li>Faróis </li></ul><ul><li>Buzina </li></ul><ul><li>Catalisadores / Silenciadores </li></ul><ul><li>Alerta sonoro de marcha-ré </li></ul><ul><li>Retrovisores </li></ul><ul><li>Giroflex </li></ul><ul><li>Extintor de Incêndio </li></ul>
  55. 57. Operador <ul><li>Pessoa habilitada e treinada , com conhecimento técnico e funcional do equipamento. </li></ul><ul><li>É o responsável direto pela segurança da operação, pessoas e demais bens interligados a ela. </li></ul>
  56. 58. Identificação do Operador <ul><li>Todos os operadores de equipamentos móveis de transporte (guinchos, empilhadeiras, pontes-rolantes) serão identificados por um crachá específico, que deverá constar nome, foto, tipo de equipamento autorizado a operar, prazo de validade, data e assinatura do emitente; </li></ul><ul><li>O operador deverá ostentar o seu crachá em local visível para facilitar sua identificação. </li></ul>
  57. 59. Movimentação de Cargas <ul><li>Aproxime-se de frente para a carga; </li></ul><ul><li>Avalie peso e demais condições da carga; </li></ul><ul><li>Conheça a capacidade de seu equipamento; </li></ul><ul><li>Verifique inclinação da torre. </li></ul><ul><li>Fixe a carga adequadamente; </li></ul><ul><li>Proceda o levantamento lentamente e com cuidado; </li></ul><ul><li>Use marcha reduzida; </li></ul><ul><li>Redobre a atenção ao trabalhar com ajudante. </li></ul>
  58. 60. Regras Gerais <ul><li>Observe os sinais de tráfego e dê preferência de passagens aos pedestres; </li></ul><ul><li>Não passe sobre mangueiras de ar ou fios elétricos deixados no chão; </li></ul><ul><li>Conheça os limites de resistência do piso da área onde estiver operando; </li></ul><ul><li>Comunique a existência de situações de riscos, mesmo que fora de sua área de atuação; </li></ul><ul><li>Sempre estacione o veículo em local plano. Se por motivo maior estacionar em terreno acidentado, calce as rodas, trave os freios e deixe-o engatado. </li></ul>
  59. 61. Conclusão <ul><li>Lembre-se: </li></ul><ul><li>“ Qualquer um pode dirigir e operar uma empilhadeira, mas somente operadores treinados consegue faze-lo com segurança”. </li></ul>
  60. 62. Segurança Com Equipamentos de Içar
  61. 63. O que fazer e O que não fazer... <ul><li>Sempre inspecione as talhas antes de usar. </li></ul>
  62. 64. Use... <ul><li>A talha certa para o peso certo. </li></ul>
  63. 65. Faça... <ul><li>Assegure-se de que não haja ninguém sobre a carga </li></ul><ul><li>Suba e desça a carga bem devagar </li></ul>
  64. 66. Não... <ul><li>brinque ou distraia-se quando trabalhar com talhas e pontes rolantes. </li></ul>
  65. 67. Não sobrecarregue a talha com: <ul><li>Trancos </li></ul><ul><li>Balanços </li></ul><ul><li>Pancadas </li></ul>
  66. 68. Não use incorretamente <ul><li>Use slings (lingas) corretamente </li></ul><ul><li>Não use o gancho para levantar a carga </li></ul>carga
  67. 69. <ul><li>ângulo de subida </li></ul><ul><li>correntes emaranhadas </li></ul>Não use incorretamente (cont.)
  68. 70. <ul><li>Forçar os componentes da talha </li></ul><ul><li>Esforço excessivo do operador </li></ul><ul><li>Se precisar de dois, está com sobrecarga </li></ul>Não sobrecarregue
  69. 71. Não pegue carona com a carga
  70. 72. Evite <ul><li>sonhar acordado durante o trabalho </li></ul>
  71. 73. INSPEÇÃO DA CORRENTE
  72. 74. <ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Torcido </li></ul><ul><li>Empenado </li></ul>SINAIS DE USO & DEFORMAÇÃO
  73. 75. Sinais Anormais e Perigosos na Corrente Amassado
  74. 76. Uso do gancho
  75. 77. DE FERRAMENTAS, MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS . SEGURANÇA NO MANUSEIO
  76. 78. Ferramentas para Atarrachar Chaves de Fenda e Philips Escolha a chave adequada para o parafuso, porca ou tubo. . 2/15
  77. 79. Ferramentas para Entalhar, Furar e Golpear Formão, Martelo, Marreta e Talhadeira 3/15
  78. 80. Ferramentas para Cortar Serrote, Serra de Ponta, Arco de Serra, Machado, Tesoura e Alicate 4/15
  79. 81. Ferramenta para Rebarbar Lima e Grosa Nunca utilize lima e grosa sem cabo ou como alavanca. 5/15
  80. 82. Segurança com Ferramentas Pérfuro-Cortantes Proteção de Couro e Cortiça Maleta e Cinto para Transporte de Ferramentas 6/15
  81. 83. Lixadeira e Esmerilhadeira Mantenha a ferramenta afastada do corpo. Calibre e monte adequadamente. Nunca exceda a velocidade do aparelho. 7/15
  82. 84. Escolha a broca adequada para o tipo de material. Só use brocas afiadas. Furadeira 8/15
  83. 85. - Nunca retire dispositivos de segurança das máquinas. - Faça a inspeção das ferramentas manuais regularmente. Serra Elétrica e Serra Tico-tico 9/15
  84. 86. Esmeril Realize a inspeção regularmente do esmeril 10/15
  85. 87. Viradeira de Chapa Furadeira de Coluna Tenha um recipiente para a coleta de pedaços de chapa. Utilize um suporte para ( giglê) furação de peças. Mantenha a broca devidamente afiada. 11/15
  86. 88. Serra de Fita e Serra Circular Partes Móveis, pontos de contato e transmissão de força devem estar protegidos. <ul><li>Dispositivo de segurança </li></ul><ul><li>Cutelo divisor </li></ul><ul><li>Coifa protetora </li></ul><ul><li>Contracoifa </li></ul>Na condução do material ao corte, utilize um pedaço de madeira. 12/15
  87. 89. Corda, Corrente e Cabo de aço 13/15
  88. 90. Carrinho de Mão Não transporte peças compridas. Pregue um caibro no ponto de descarga. 14/15
  89. 91. C.A.T Comunicado da Acidente de Trabalho <ul><li>Emitida quando o colaborador sofre um acidente dentro da empresa ou de percurso. </li></ul><ul><li>Emissão em 24 horas e registrada em até 48 horas. </li></ul><ul><li>Registrada no Site da Previdência Social. </li></ul>
  90. 92. MÁQUINA E EQUIPAMENTO
  91. 93. MÁQUINA E EQUIPAMENTO
  92. 94. CHOQUE ELÉTRICO
  93. 95. AMPUTAÇÕES POR SERRA CIRCULAR
  94. 96. ADEREÇOS E SEUS PERIGOS

×