Como Exportar Equipamentos e Máquinas.                  Adilson Mereth Junior (Cescage) adilsonmereth@yahoo.com.br        ...
dependência da empresa em relação às sazonalidades das demandas, diminuindo assim osseus riscos comerciais e financeiros. ...
Estratégias.       Para fazer um planejamento de marketing, a primeira coisa que se deve fazer é umestudo de mercado, para...
A Nomenclatura Comum do MERCOSUL - NCM é uma lista de produtos ordenados segundouma convenção internacional (Sistema Harmo...
estas particularidades, que devem ser observadas e analisadas pela empresa, encontram-se:diferenças de fuso-horário (atent...
5.3 – Ambiente Operacional.5.3.1 – Registro do RE e RESO processamento da exportação inicia-se com a apresentação,diretame...
Figura 3                               Fonte: Author, ambiente robôs6.1.2 Preço e TributaçãoNeste planejamento é important...
Figura 5 – Manual Básico de Exportação        Fonte: http://www.fiesp.com.br/publicacoes/pdf/relacoes/manual_exportacao.pd...
Figura 6 – P.O. Pedido Exportação                                   Fonte: Author artigo.6.1.6   Registro Eletrônico no SI...
Figura 6 – PROGRAMA SISCOMEX                                         Fonte: SISCOMEX6.1.7 Despacho Aduaneiro.Após realizad...
< http://www.fiec.org.br/palestras/negocios_internacionais/exportacao091202_arquivos/frame.htm> Acesso em :07 maio 2010.ME...
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Artigo exportação maquinas e equipamentos

  1. 1. Como Exportar Equipamentos e Máquinas. Adilson Mereth Junior (Cescage) adilsonmereth@yahoo.com.br Claudio Burkot (Cescage) claudioburkot@hotmail.com Jefferson Horst (Cescage) jefedosax@hotmail.com Leandro Kelte (Cescage) leandro_kelte@hotmail.com Rafaela Lopes (Cescage) rafa_lopes20@hotmail.comResumoEste presente artigo tem o objetivo de apresentar, de forma objetiva a exemplificada, a formacomo pode ser realizada a exportação de equipamentos e máquinas.No caso da exportaçãoEste trabalho apresenta a formatação que deve ser utilizada nos artigos a serem submetidosà Jornada de Pesquisa em Administração - Cescage. Veja com atenção este documento, poishá alterações em relação ao formato utilizado em anos anteriores.Palavras chave: Administração, Artigos, Modelo.1. IntroduçãoO comercio exterior é considerada uma verdadeira ambição de todo empresário que buscauma solidificação comercial avantajada para seu empreendimento, seja para comercializar umproduto seu ou para sofisticar seu empreendimento fora do seu pais. Sendo assim aexportação acaba sendo o meio para que isso possa ocorrer.2. ExportaçãoO conceito exportação pode ser visto de 3 diferentes maneiras ou ponto de vista, o comercial,o cambial e o Aduaneiro. Pelo lado comercial, podemos definir como sendo contratointernacional de compra e venda – Fronteira comercial. Com relação a visão cambial,podemos definir como sendo ingresso da divisa (liquidação de contrato de cambio) e oaduaneiro conceitua-se saída de uma mercadoria do território aduaneiro, sendo que o territórioaduaneiro compreende todo o território nacional.3. Exportação de Máquinas e Equipamentos.Com a globalização que houve no mundo, ficou muito fácil de trocar informações entrepaíses, pois os avanços ocorridos na parte de telecomunicação, transportes e tecnologia,facilitaram muito para os empresários que querem exportar, com isso, as empresas brasileirasdevem analisar a internacionalização de seus negócios como a estratégia capaz deproporcioná-las múltiplos ganhos de desenvolvimento, tais como: a diversificação demercados, aumento da produtividade, fortalecimento da imagem, melhoria da qualidade,estabelecimento de parcerias, dentre inúmeros outros ganhos, assim, o comércio exterioradquirirá mais importância a economia brasileira e vai fortalecer as empresas exportadoras,tornando o Brasil, um provedor internacionalmente reconhecido de máquinas e equipamentos. A empresa de máquinas e equipamentos que vai começar a exportar deve ter umaestratégia muito forte, pois possibilita a ampliação do portfólio da empresa, o que implicacorrer menos riscos e, quanto mais clientes conquistados no exterior, menor será a
  2. 2. dependência da empresa em relação às sazonalidades das demandas, diminuindo assim osseus riscos comerciais e financeiros. Tendo em vista as grandes vantagens que a estratégia de exportação do setor demáquinas e equipamentos proporciona às empresas e ao país, o governo brasileiro, comobjetivo de incrementar nossa base exportadora, inserindo o Brasil como provedor mundial demáquinas e equipamentos, permite que as empresas que exportam se utilizem dos IncentivosFiscais – os quais geram, para exportação, uma diminuição dos tributos que são normalmentedevidos em operações executadas no mercado interno.4. Informação importante para quem necessita exportar.Existem dois tópicos que ajudaram a empresa a exportar e mostrar se ela está apta paraexportar, são Export Check Up e ABIMAQ e os Processos de Qualidade, Tecnologia eGestão. Export Check Up - ABIMAQ é um método aplicado através de um software(conforme fig.1) que permite que as empresas associadas realizem um diagnóstico de suacapacidade exportadora, assim orientando e preparando-as para ingressarem com êxito nomercado internacional, pois antes de sair sem orientação ao mercado externo, dado que aatividade exportadora exige foco e determinação, é fundamental que a empresa fabricante demáquinas e equipamentos faça uma auto-análise organizacional, buscando entender eidentificar suas potencialidades e fragilidades em seu ambiente interno e externo, rotinas,estrutura, com o objetivo de aumentar a eficiência estratégica deste processo, assim comodiminuir seus riscos. Figura 1 – Site avaliação internacionalização empresa Fonte: www.abimaq.org.br/export/default.asp Os Processos de Qualidade, Tecnologia e Gestão são um meio colocado à disposiçãodas empresas associadas da ABIMAQ que tem como objetivo sensibilizar, estimular, apoiaros empresários do setor na implantação, implementação, manutenção e aperfeiçoamento desistemas da qualidade e de outras técnicas e métodos atualizados de gestão nas suasorganizações, visando fortalecer a competitividade das mesmas. A instituição deste programatem como fundamento a modelagem de empresas de nível mundialPara ter sucesso nas exportações, as empresas devem analisar algumas variáveis que sãoindispensáveis no processo, que são: Marketing, Preço, Tributação, Normas, Técnicas e
  3. 3. Estratégias. Para fazer um planejamento de marketing, a primeira coisa que se deve fazer é umestudo de mercado, para conhecê-lo e saber como divulgar o seu produto, para após fazer umapromoção comercial e após entrar em feiras e exposições para divulgar o produto e também amarca. Pra formular um preço, a empresa de maquinas e equipamentos deve ficar atenta asvariáveis de preço, pois como conhecido, o mercado consumidor é muito sensível àsvariações de preços, por isso, fixá-lo de maneira correta é decisivo para a entrada, conquista epermanência em determinados mercados externos.As tributações em nosso país não sofremincidência de imposto, pois assim o governo incentiva as empresas a exportarem e teremmaior competitividade. Para se ter uma boa técnica e saber montar estratégias de exportação de maquinas eequipamentos, é preciso pensar muito antes de fazer qualquer coisa, pois a empresa devesaber qual modalidade de comercialização que vai utilizar, se é a direta (o exportador conduztodo o processo de exportação), ou a indireta (qual procura-se outra empresa para fazer asnegociações dos produtos), as vantagens competitivas que ela vai ter como acordoscomerciais, regimes aduaneiros e especiais e linhas de financiamento, as modalidades detransporte que vai utilizar para levar o seu produto, vendo qual será mais segura, qual será omelhor preço, se vale a pena mandar por certa, entre outros e por ultimo as modalidades depagamentos que ela vai usar com seus clientes.5. Passos para a Exportação.5.1 – Identificação do Produto.As operações de exportação constituem processos comerciais de envio de produtos de um paísa outro. Sabe-se que esta saída de produtos das fronteiras de um país para o ingresso em outroé acompanhada por diversos aspectos operacionais, comerciais, cambias etc.Neste contexto e tomando a grande evolução que o comércio internacional vem passando,tornou-se necessária a criação de um método (sistema) que pudesse facilitar este processo detroca comercial entre as nações que fosse independente das diferenças lingüisticas ouculturais, ou seja, uma “linguagem aduaneira comum”, aceita e utilizada em âmbito mundial.Esta linguagem, criada para a identificação de mercadorias no comércio internacional,permitindo o enquadramento tributário do produto, a realização de estatísticas, análises etc., éconhecida como Nomenclatura.5.1 .1 - Classificação TarifáriaO processo de identificação do produto a ser exportado consiste em, fundamentado em umaNomenclatura, posicioná-lo na chamada Classificação Tarifária.Utilizar uma Nomenclatura para dar uma Classificação Tarifária ao produto é um dosprimeiros passos que a empresa fabricante de máquinas e equipamentos deve tomar quandodecide exportar.Ao classificar seus produtos a empresa deverá fazê-lo de acordo com duas nomenclaturas: aNomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM) e a Nomenclatura Aduaneira da ALADI(NALADI/SH).
  4. 4. A Nomenclatura Comum do MERCOSUL - NCM é uma lista de produtos ordenados segundouma convenção internacional (Sistema Harmonizado-SH), levando em consideração matériaconstitutiva, emprego, aplicação etc. Cada produto é descrito a partir de suas característicasgenéricas, até os detalhes mais específicos que o individualizam. É de uso regular ainda outranomenclatura - a NALADI - Nomenclatura Aduaneira para a ALADI, que prevalece nosacordos firmados no âmbito do referido mecanismo.A NCM foi criada em 1995, com a entrada em vigor do MERCOSUL, e aprovada peloDecreto 2.376, de 13 de novembro de 1997, juntamente com as alíquotas do imposto deimportação que compõem a Tarifa Externa Comum – TEC.A NCM, que substituiu a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias (NBM), possui 8 dígitos eestá dividida em 21 Seções, 96 Capítulos, Posições e Subposições, Itens e Subítens,obedecendo aos seguintes critérios:  As Seções agrupam as mercadorias em função da sua natureza, mas não integram o código da nomenclatura.  Os Capítulos (correspondem aos dois primeiros dígitos da nomenclatura) são numerados de forma seqüencial crescente e identificam as características de cada produto dentro das Seções.  As Posições (correspondem aos quatro primeiros dígitos) e Subposições (correspondem aos seis primeiros dígitos) indicam o desdobramento da característica de uma mercadoria identificada no Capítulo. Os Subítens correspondem à classificação integral, em oito dígitos, e apresentam a descrição mais completa de uma mercadoria.  A sistemática de classificação dos códigos na Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM) obedece à seguinte estrutura:00 00. 00. 0 0Exemplo:8436.10.00 - Máquinas e aparelhos para preparação de alimentos ou rações para animais8436.80.00 - Outras máquinas e aparelhos5.2 – Negociação com o importador.Após identificar o mercado-alvo, definir as estratégias de acesso, bem como os canais dedistribuição, os preços e os contatos com potenciais compradores naquele país, a empresafabricante de máquinas e equipamentos deve estar preparada, agora, para iniciar o processo denegociação.É importante a empresa fabricante de máquinas e equipamentos se atentar que as negociaçõesinternacionais entre exportadores e importadores possuem particularidades que, em outrasnegociações de mercado interno, não são necessariamente observadas e/ou vividas. Dentre
  5. 5. estas particularidades, que devem ser observadas e analisadas pela empresa, encontram-se:diferenças de fuso-horário (atente-se aos horários comerciais dos países); língua (deve-sedominar o idioma do país, ou um idioma que possa ser comum a ambos, como o inglês); asdiferenças culturais (pesquise alguns hábitos, saudações e cordialidades comerciais do paísque iniciará o contato); legislação etc.Tendo estes conhecimentos, a negociação entre oexportador e importador se inicia pela troca de correspondências, telefonemas, e-mails e dealguns contatos pessoais.Após esse primeiro passo, o importador pode solicitar o envio de material promocional,amostras e especificações técnicas dos produtos, até que se consiga a efetivação do pedido. Aefetivação do pedido, ou seja, o avançado das negociações, normalmente se dá via umaOrdem de Compra (conforme fig.2), que pode ser uma simples carta de confirmação dopedido ou uma Purchase Order completa.O importante desse documento é que o pedido contenha o maior número de informaçõesresultante da negociação, tais como: característica do produto, especificações técnicas,principais aplicações, embalagem, condições de venda, preço, prazo de entrega, modalidadede pagamento, meio de transporte, ponto de destino, documentos que deverão ser fornecidosetc.Com o fechamento do negócio, o documento que concretiza a aceitação do pedido,tornando-o um pedido firme de compra, é a Fatura Proforma ou Proforma Invoice.A Fatura Proforma ou Proforma Invoice tem força de contrato e contém os compromissosassumidos durante a fase de negociação. Todas as informações contidas neste documento sãoimportantes e não podem conter nenhuma discrepância com o que foi negociado, neminformações imprecisas. Contudo, três campos do seu preenchimento merecem destaqueespecial: Figura 2 – Pró-forma Fonte: Manual Básico Exportação.
  6. 6. 5.3 – Ambiente Operacional.5.3.1 – Registro do RE e RESO processamento da exportação inicia-se com a apresentação,diretamente no sistema doRegistro de Exportação - RE. O RE é o registro eletrônico, no SISCOMEX, das informaçõesde natureza comercial, financeira, cambial e fiscal que caracterizam a operação de exportaçãode uma mercadoria. Porém, antes do preenchimento do RE, é necessário que o exportador(pessoa física ou jurídica) esteja credenciado e habilitado por meio de uma senha obtida juntoà Secretaria da Receita Federal.Se o valor da mercadoria a ser exportada for menor de US$20 mil, você poderá utilizar oRegistro de Exportação Simplificado (RES).5.3.2 - Despacho AduaneiroApós efetivado o Registro de Exportação - RE, e uma vez estando a mercadoria pronta para oembarque, a empresa iniciará o procedimento fiscal de desembaraço da mercadoria, tambémconhecido como Despacho Aduaneiro de Exportação.O Despacho Aduaneiro de Exportação inicia-se com a formulação da Declaração doDespacho de Exportação – DDE e é processado por intermédio do SISCOMEX, com base nasinformações contidas no Registro de Exportação – RE, na Nota Fiscal (primeira via) e nosdados sobre a disponibilidade da mercadoria para verificação das autoridades aduaneiras. Esteprocedimento obedece a diversas etapas, para conhecê-las.Declaração Simplificada de Exportação (DSE) Com o objetivo de simplificar os despachosaduaneiros de mercadorias de baixo valor e estimular as exportações, em especial das micro epequenas empresas, foi criada a Declaração Simplificada de Exportação (DSE).6. Estudo de caso: Exportando robô para automação.6.1 Entendendo meu emprendimento.Neste primeiro passo primeiramente, com a ajuda de site conforme o trabalho nos orientou,deve ser criado uma senha e login para entender como será feitopara que este meu euipamentopossa ser exportado. Para isso é necessário associar-se a ABIMAQ. Com isso informações valiosas serão repassadas para que possa ser direcionado o estudoseguindo os seguintes detalhes: são: Marketing, Preço, Tributação, Normas, Técnicas eEstratégias.6.1.1 MarketingNeste processo é importante que se faça um planejamento macro e micro de todo o processode propaganda, publico alvo, local , estudo das condições da região onde esta direcionadomeu equipamento (Fig 3). E importante este estudo, pois pode acontecer do meu equipamentonão funcionar corretamente no clima onde estou direcionando meu produto.
  7. 7. Figura 3 Fonte: Author, ambiente robôs6.1.2 Preço e TributaçãoNeste planejamento é importante salientar que preço a ser praticado, deve ser avaliado comrelação as tributações cobradas para esta exportação. Frete , seguro, ICMS, IPI, são algunsdos valores que serão agregados ao produto, e que se planejados de forma incoerente podemacabar com o projeto de exportação.E para isso existem planos de negôcios próprios e seremestudados.Para ajudar no cálculo de preço de exportação podemos contar com a ajuda do site parasimular as condições de tributos de outros valores conforme figura 4. Figura 4 – Simulador Preço exportação Fonte: http://www.aprendendoaexportar.gov.br/maquinas/6.1.3 Normas, técnicas e Estratégias.Para que possa ser realizada a exportação existem muitas normas, sejam de preço, sejam deembalagem que devem ser seguidos. Para isso o SEBRAE-SP disponibiliza um manual deexportação básica (conforme fig.5), com intuito de tirar todas as dúvidas sobre esta operação.
  8. 8. Figura 5 – Manual Básico de Exportação Fonte: http://www.fiesp.com.br/publicacoes/pdf/relacoes/manual_exportacao.pdf6.1.4 Identificação do Produto.Dentro das normas de exportação estudamos que é necessário estabelecer a NCM, no qualmeu produto se encaixe, pois esta é uma exigência para quem quer exportar.Sendo assimteremos que consultar a qual nossa nomenclatura se encaixa.As melhores empresas brasileiras são as que exportam, pois se auto-avaliam usando padrõesinternacionais (ISO9000, UL, ASTM, e assim por diante).A FIESP, através da Assessoria em Comércio Exterior, dispõe de serviço de auxílio sobre osprocedimentos de classificação e orientação para o processo de consulta. Maiores informaçõespodem ser obtidas através dos telefones (0xx11) 3549-4627 / 4307 / 4590 / 4221, ou docorreio eletrônico ccomex@fiesp.org.br.6.1.5 Negociação importação.Após realizada toda a estruturação do meu produto, propaganda e divulgação, com interessede importadores, passamos agora a negociação do produto. Para isso utilizaremos de um meioeletrônico, através de uma fatura proforma ou P.O. (conf.orme fig.6) com todos os dadostecnicos e tributários, onde repassaremos para o importador ,para analise e escolha do melhormeio para pagamento deste produto, que no nosso caso é o robozinho.
  9. 9. Figura 6 – P.O. Pedido Exportação Fonte: Author artigo.6.1.6 Registro Eletrônico no SISCOMEX.Conforme explica SEBRAE-SP (2004,p.39) “O Registro de Exportação (RE) é o conjunto deinformações de natureza comercial, financeira, cambial e fiscal, que caracterizam a operaçãode exportação de um produto. O exportador está sujeito às penalidades previstas na legislaçãoem vigor caso estas informações, registradas no SISCOMEX (vide fig.6), não correspondam àoperação realizada.”Com todos os dados do “robozinho”, é realizado cadastro para utilização do programaSISCOMEX.Como nos itens anteriores já conseguimos definir NCM, e os dados doimportador, agora basta entrar com o login no site da receita federal e fazer a operação.
  10. 10. Figura 6 – PROGRAMA SISCOMEX Fonte: SISCOMEX6.1.7 Despacho Aduaneiro.Após realizado toda burocracia com as operações de exportação pelo software, o nossoproduto já esta pronto para ser despachado.Conforme explica Receita Federal ()Como regra geral, o despacho aduaneiro é processado noSistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), embora haja exceções tal como aaplicável às amostras comerciais, que podem ser importadas através de formulário próprio(DSI-formulário)7. ConclusãoO caminho para exportação de máquina e equipamentos é longo e bem metódico, para toda equalquer empresa do ramo que queira ver seu produto internacionalizados, más tem umarazão muito equilibrada, ja que planejando bem, o sucesso do empreendimento e certamenteconquistado. Não basta ter um bom produto, é necessário que se tenha o conhecimento geraldo mercado internacional, para que se possa aproveitar bem esta importante ferramenta desucesso. E inegável que um equipamento com sucesso nacional, não possa ter sutentação noestrangeiro, más isso so funciona se de uma forma geral satisfazer, em todas as condições, oseu cliente internacional.Por isso se faz necessário uma ajuda de organizações e profissionaisque entendam todo o comercio exterior, e possam orientar para que se possa ter uma resultadolucrativo.ReferênciasSecretaria de Comércio Exterior – SECEX do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior –MDIC. Disponível em : < http://www.aprendendoaexportar.gov.br/maquinas/>.Acesso em :07 maio 2010.Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. Disponível em:<www.abimaq.org.br/export/default.asp>. Acesso em: 07 maio. 2010.Conceito de Exportação - Ivone Martins - Palestra – Negócios Internacionais – Competitividade Industrial -Export Concept – Exp. Disponível em:
  11. 11. < http://www.fiec.org.br/palestras/negocios_internacionais/exportacao091202_arquivos/frame.htm> Acesso em :07 maio 2010.MEDEIROS , Valdeci. Disponível em:<http://www.valdecicontabilidade.cnt.br/index.htm?http%3A//www.valdecicontabilidade.cnt.br/meus_servicos/comercio_exterior/planejamento.htm>. Acesso em: 11maio 2010.Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Disponível em:<http://www.fiesp.com.br/publicacoes/pdf/relacoes/manual_exportacao.pdf> Acesso em 11 maio 2010.www.encomex.desenvolvimento.gov.br/public/arquivo/arq1271969297.pps

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