ApresentacãO BéLem Baner

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Pontos turísticos de Belém através de discrições da língua parauara.

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ApresentacãO BéLem Baner

  1. 2. Palácio Antônio Lemos <ul><li>De estilo neoclássico, é um exemplar du caramba da arquitetura da segunda metade do século, quando a Amazônia experimentou um crescimento com base na comercialização da borracha. </li></ul><ul><li>Foi um teba projeto e execução de José Coelho da Gama Abreu que nem queira nem queira , construído no período de 1860 a 1883, para funcionar como sede da Intendência Municipal, foi batizado como Paço Municipal, mas o povo preferiu chamá-lo de Palacete Azul, devido a cor de suas paredes. Atualmente abriga o gabinete do Prefeito Municipal e o Museu de Arte de Belém. </li></ul>
  2. 3. Bosque Rodrigues Alves <ul><li>Um pedaço da floresta amazônica dentro da cidade, uma réplica do “Bois de Boulongne”. </li></ul><ul><li>São mais de 2.000 árvores, um orquidário, viveiros de aves, é abatumado de atrações, que o tornam um dos lugares com toda a carga aos fins de semana. </li></ul>
  3. 4. Frutas regionais <ul><li>Os frutos regionais fazem parte da alimentação do povo. </li></ul><ul><li>Vigie , são frutas de nomes estranhos, como açaí, cupuaçu, bacuri, uxi, pupunha, tucumã, jambo, taperebá, piquiá, pariri, bacaba, entre tantos outros cujos sabores exóticos deslumbram os visitantes, que não se cansam de prová-los “in natura”, mas, especialmente, na forma de sorvetes, sucos, doces, geléias, licores, batidas e xaropes; é um zão de variedades, tantas variações quantas vossuncê seja capaz de criar. </li></ul>
  4. 5. ICOARACI <ul><li>Há 18 km de Belém é conhecida por “Vila Sorriso” tem apenas uma praia, mas o passeio é pai d’égua e vale a pena: pelas barraquinhas da orla, estribadas com sua refrescante água de côco, que abranda o calor nosso de cada dia. Atravessando a ponte tu chega alesado a outeiro. Fique intertido com a praia do amor. </li></ul>
  5. 6. Cotijuba e Mosqueiro <ul><li>Há 18 milhas de Belém, viajando em pequenos barcos, chegamos a esta ilha e seus 20 km de praia. Lugar com toda carga , é teba e pai d’égua , pelo jeito bafento de viver de seus habitantes, com a natureza. </li></ul><ul><li>Há 82 km de Belém, encontra-se este verdadeiro colar de água doce, com aproximadamente 17 km de praia. É o zão do carnaval e de outras épocas de veraneio, com animado trios elétricos, que dão trololó . </li></ul>
  6. 7. RUA SIQUEIRA MENDES <ul><li>Égua moleque , riscando o caminho em direção ao norte, seguindo o mesmo percurso do rio pai d’égua , os colonizadores portugueses tiraram o penico na primeira rua da cidade batizada de Rua do Norte; </li></ul><ul><li>O nome atual – Rua Siqueira Mendes </li></ul>
  7. 8. Cidade Velha <ul><li>Dontante começou ali a cidade de Belém, ao lado do Forte do Castelo. </li></ul><ul><li>Preserva em partes sua arquitetura colonial, com fachadas de azulejos portugueses, varandas e gradis de ferro. É tão zão que dá trololó . </li></ul>
  8. 9. Catedral Metropolitana de Belém <ul><li>Conhecida como Igreja da Sé, foi buiada em 1755 pelo traquejado arquiteto Landi, em estilo barroco-colonial e neoclássico. Naquele um destacam-se os painéis pintados e ricamente emoldurados nos altares, substituindo as imagens tradicionais. </li></ul>
  9. 10. Praça da República <ul><li>Um dos pontos mais bonitos e pai d’égua da cidade ganha vida e magia com suas estribadas mangueiras que fazem estirões e túneis de grande beleza plásticas; </li></ul><ul><li>Na época do Brasil existia ali um depósito de pólvora daí ser conhecido, até hoje, como Largo da Pólvora. </li></ul>
  10. 11. Palacete Pinho <ul><li>Caminhando sempre em direção norte, pelas ruas estreitas da Cidade Velha, chegamos com toda carga ao Palacete Pinho, localizado na segunda rua aberta no núcleo-urbano a Rua do Espírito Santo, atual Dr. Assis. Sua construção data de 1897. Era de propriedade do comerciante português Antônio José Pinho e constitui-se em zão de arquitetura eclética, com implantação inovadora no bairro e com seus azulejos importados. </li></ul><ul><li>Aquele um pertence ao patrimônio do município de Belém. </li></ul>
  11. 12. fim

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