Análise e controle de risco em   fundos de investimento                                 2
Por que a importância?1. Qualquer mandato de gestão se decompõe em expectativas   de retorno e de risco.2. Por esse motivo...
Essa importância é reconhecida                     pela regulaçãoA proposta de nova instrução (Audiência Pública SDM nº 14...
Essa importância é reconhecida                pela regulaçãoA proposta de nova instrução (Audiência Pública SDM nº 14/2011...
Entretanto, falar sobre e controlar            o risco é difícil1. Muldimensionalidade do risco versus unidimensionalidade...
Mais uma vez, a preocupação da             regulação1. Artigo 86 da Instrução CVM nº 409/04 limita a concentração de   um ...
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    1. 1. Análise e controle de risco em fundos de investimento 2
    2. 2. Por que a importância?1. Qualquer mandato de gestão se decompõe em expectativas de retorno e de risco.2. Por esse motivo, qualquer mandato (regulamento, estatuto social, contrato, etc.) com investidores necessariamente discorrerá sobre limites de risco, mesmo que implicitamente.3. Até por essas razões, a “gestão de risco” tem muito mais a ver com a tomada de decisões de investimento do que com a atividade de compliance ou controles internos.4. Muitas vezes o cálculo do risco em si afeta a precificação dos ativos componentes da carteira, e assim, em última instância a própria rentabilidade do produto (ver exemplo dos FIDCs e a Resolução CMN nº 2.682/99). 3
    3. 3. Essa importância é reconhecida pela regulaçãoA proposta de nova instrução (Audiência Pública SDM nº 14/2011)para regular a atividade de administração de carteiras de valoresmobiliários detalha a obrigatoriedade de manutenção de umaestrutura de gestão de riscos:Art. 23. O administrador de carteiras de valores mobiliários deve implementar emanter política escrita de gestão de riscos que permita o monitoramento e amensuração permanentes dos riscos inerentes a cada uma das carteirasadministradas.§ 1º A política referida no caput deve estabelecer, no mínimo, o seguinte:I – os procedimentos necessários à identificação e ao acompanhamento daexposição aos riscos de mercado, de liquidez, de concentração, de contraparte,operacionais e de crédito, que sejam relevantes para a carteira administrada;II – as técnicas, instrumentos e a estrutura utilizados para a implementação dosprocedimentos referidos no inciso I;III – os métodos de precificação dos ativos da carteira;IV – os profissionais envolvidos na gestão de riscos e respectivas atribuições eprerrogativas, nos termos do mandato; eV – a frequência com que a política deve ser revista e avaliada pelos órgãos daadministração
    4. 4. Essa importância é reconhecida pela regulaçãoA proposta de nova instrução (Audiência Pública SDM nº 14/2011)para regular a atividade de administração de carteiras de valoresmobiliários também impõe a necessidade de divulgar essa políticaao público: Art. 14. O administrador de carteiras de valores mobiliários, pessoa jurídica, deve manter página na rede mundial de computadores com as seguintes informações atualizadas: ... IV – política de gestão de risco... 5
    5. 5. Entretanto, falar sobre e controlar o risco é difícil1. Muldimensionalidade do risco versus unidimensionalidade do retorno2. Muitos riscos não são quantificáveis objetivamente3. A volatilidade (desvio padrão da taxa de retorno), maior parâmetro de risco adotado para investimentos no mercado financeiro, não é representativo para determinados tipos de ativos ou de risco4. Entretanto, a volatilidade é a medida de risco adotada em boa parte dos medidores de desempenho conhecidos no mercado (Information Ratio, Sharpe, Modigliani, Treynor, Sortino, etc...)5. Alguns riscos são até mesmo de difícil percepção (por exemplo, o risco de materialização de conflitos de interesse).6. Efeitos limitados dos mitigadores de risco (exemplo, um contrato derivativo que zere riscos de mercado para a carteira pode impor riscos de contraparte, se negociado em balcão sem garantia de liquidação) 6
    6. 6. Mais uma vez, a preocupação da regulação1. Artigo 86 da Instrução CVM nº 409/04 limita a concentração de um fundo a um mesmo emissor2. Artigo 87 da Instrução CVM nº 409/04 limita a concentração de um fundo a uma mesma modalidade de ativo3. Instrução CVM nº 409/04 pede disclaimers específicos para certos fatores de risco (concentração em poucos emissores, crédito privado, investimento no exterior, etc.)4. Regulação procura limitar o risco de “conflitos de interesse” (lógica dos gatekeepers, obrigações fiduciárias e a respectiva responsabilização administrativa pela CVM, disclosure), benefício sempre pesado sob a ótica do custo gerado com essas obrigações. 7
    7. 7. Mais uma vez, a preocupação da regulaçãoNo que se refere ao disclosure:1. Demonstração de Desempenho: informação sobre despesas com empresas do grupo econômico do administrador e do gestor (conflitos de interesse)2. Lâmina: grade de risco (entretanto, unidimensional)3. Instrução CVM nº 306/99, art. 14, III, “c”: necessidade de esclarecer os conflitos de interesse em outras atividades exercidas4. Relatório sobre operações com partes relacionadas: Anexo à demonstração financeira anual5. Perfil Mensal: informações sobre riscos (deltas, operações com partes relacionadas, VaR, exposição a derivativos de balcão, taxa de performance sem linha d’ água, concentração em crédito privado – inclusive com emissores ligados) 8
    8. 8. Estrutura da SINEnforcement: Registros e Fundos 409/04: Fundos•Apurações, autorizações: •Curto Prazo, “estruturados”:investigações e •Registro e Referenciado, •Fundos deprocessos supervisão de Renda Fixa, Investimento emadministrativos profissionais do Multimercado, Participações,sancionadores. mercado: Ações, Dívida de DireitosContato com gestores de Externa e Creditórios,SPS e PFE recursos, Cambial Imobiliários,sobre o tema. analistas, FUNCINES, consultores e investidores não residentes 9
    9. 9. Análise e controle de risco Obrigado!DANIEL WALTER MAEDA BERNARDO Gerente de Registros e Autorizações – GIR gir@cvm.gov.br 10

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