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O bacalhoeiro

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Jornal da ABP - Associação Bacalhoeiros de Portugal

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O bacalhoeiro

  1. 1. 1 / 8 O Bacalhoeiro—Jornal da ABP—Associação Bacalhoeiros de Portugal—Distribuição Livre O Bacalhoeiro1000 ExemplaresN.º 1 | fevereiro | 2016 O desejo de reunir novamente as pessoas à volta da grande epopeia do bacalhau, aliado à dificuldade que isso mesmo representa, resultou numa página de Facebook com um enor- me sucesso. Tinha-se finalmente conseguido colocar toda a gente, desde dos mais novos aos mais velhos, a trocar experiencias, opi- niões e mais importante, muita informação histórica que se considerava perdida. Com base na premissa de recuperar esta informação e preservar a mesma, com o esforço conjunto de várias pessoas, fundou-se em de- zembro de 2014, a ABP—Associação Bacalhoeiros de Portugal. É so- bre ela que vos vamos falar mais à frente. DO FACEBOOK À ABP DESTAQUES O jornal da ABP – Associação Bacalhoeiros de Portugal Já é sócio? Preencha a ultima página com os seus dados e envie-nos para a morada indicada. Distribuição Gratuita O navio “Pascoal Atlântico” regressou no dia 28 de fevereiro, depois de cerca de 118 dias nos mares da Terra Nova, tendo passado fora de casa tanto a épo- ca do Natal como a passagem de ano. Em 2015, o navio “Coimbra” da Em- presa de Pesca S. Jacinto, foi alvo de uma grande intervenção em Espanha, tanto ao nível dos alojamentos como do parque de pesca. Uma forte aposta deste armador, apoiado por fundos comunitá- rios, que visa a manutenção da competi- tividade desta unidade de pesca. Estima -se que tenha custado mais de 2 milhões de euros, tendo demorado aproximada- mente 7 meses a completar. O armador Pedro França continua a grande renovação ao navio “Aveirense”, depois da sua aquisição ao Grupo Silva Vieira, em setembro de 2012. O seu elevado estado de degradação, obrigou a que fosse imobilizado para grandes trabalhos de transformação e modernização. Espera-se que o “Aveirense” regresse à faina ainda este ano. Lançamento da Plataforma “Homens e Navios do Bacalhau” Este arquivo digital, constituído a partir das mais de 20 mil fichas de inscrição no antigo Grémio dos Armadores de Navios da Pesca do Baca- lhau foi objeto de restauro digital e inventariação. Um projeto do Museu Marítimo de Ílhavo com o apoio da Fundação Eng.º António Pascoal . Poderá consultar este arquivo através do link: http://mmi.t-t.pt/ Edição da autoria de: Tiago Neves e Nuno Neves Contactos: geral.abp@hotmail.com | http://bacalhoeirosdeportugal.blogspot.pt/ | www.facebook.com/bacalhoeiros.deportugal Morada: Rua Professor Francisco Corujo, 106, 3830 Gafanha Da Encarnação, Aveiro, Portugal
  2. 2. 2 / 8 O Bacalhoeiro—Jornal da ABP—Associação Bacalhoeiros de Portugal—Distribuição Livre Do Facebook à ABP O nascer da ABP—Associação Bacalhoeiros de Portugal Por César Lourenço C orria o ano de 2011, Agosto mais concreta- mente, após algu- mas pesquisas na internet por foto- grafias dos arrastões fiquei desilu- dido pois não encontrei a maior parte do que procurava. Havia blo- gues importantíssimos com fotogra- fias e dados históricos de alguns na- vios, histórias e fotografias de lu- gres que já não era do meu tempo, mas sim do tempo do meu pai e avô. Achei que podia criar um per- fil no Facebook, espaço propício a uma mais rápida reacção por parte dos utilizadores, onde se desse lu- gar à partilha de fotos, sempre pro- curando respeitar quer o artigo par- tilhado, quer a opinião de todos e ir publicando notícias, artigos de blogs ou simplesmente curiosida- des. A comunidade foi crescendo e no final de 2011 éramos já mil. De- pois com naturalidade chegou-se aos cinco mil, dez mil e recente- mente ultrapassou-se a barreira dos doze mil gostos. Contrariamente ao percurso normal das associações que primei- ro formam-se e depois criam uma página no Facebook, legalizámo- nos a cinco de Dezembro de 2014 no Cartório Notarial de Ílhavo, após várias reuniões dos futuros corpos sociais no Café Camões e já bem depois da página criada. Tinha che- gado a hora de deixar de ser um projecto pessoal e passou a ser co- lectivo. Nuno Neves, Jorge Rama- lheira, Tiago Neves, Rita Vaz, Sil- vino Nunes, João Brandão, António Marinho, José Fachada, Aníbal Castro e Serafim Pinto passaram a ser a equipa que comigo teria a res- ponsabilidade de tentar levar este bacalhoeiro a bom porto. Uma pala- vra especial à minha equipa e ao André Pata e Pedro Martins que são colaboradores excepcionais. Um agradecimento importante ao sr. Jo- ão Martins que nos emprestou um espaço onde podemos instalar a nossa sede. No primeiro ano de vida da ABP realizámos actividades apenas com os donativos e pagamento de quotas de associados, não foi fácil como podem todos imaginar, mas gostaria de agradecer os donativos feitos por várias empresas e pessoas que nos permitiram funcionar e rea- lizar algumas actividades com bas- tante dignidade. Este ano entre ou- tras acções, iremos fazer a recolha de testemunhos/entrevistas, uma exposição fotográfica dos arrastões Portugueses, projecção de filmes da pesca nos lares de idosos do Muni- cípio de Ílhavo, o lançamento do jornal “O Bacalhoeiro” e a organi- zação de uma excursão ao Museu de Marinha em Lisboa. Não podia terminar sem agradecer a todos os associados a confiança que depositaram em nós. Foram fundamentais no nosso arranque. Faça-se sócio, participe nas nossas actividades. Ajude-nos a crescer. Presidente da Direcção da ABP César Lourenço não utiliza o novo acor- do ortográfico por opção.
  3. 3. 3 / 8 O Bacalhoeiro—Jornal da ABP—Associação Bacalhoeiros de Portugal—Distribuição Livre 234 398 421—919 011 177 Av. José Estêvão nº578 r/ chão A-Gaf. Nazaré Actualidades Bacalhoeiras As notícias que nos rodeiam. Navio “Santa Princesa” substitui “Praia de Santa Cruz” D esde a venda do “Aveirense” em Se- tembro de 2012 ao ar- mador Pedro França, era já comentado aqui, e ali, o interesse dos holandeses pela velha frota do Grupo Silva Vieira. 2015 chegou e trouxe novidades ao setor. Em Janeiro é constituída a “Absolutely Genuine, Unipessoal, Lda”, empresa subsidiária da “UK Fisheries Limited”, que por sua vez é uma parceria igualitária entre a gi- gante islandesa “Samherji” e os ditos holandeses da “ Parlevliet & Van der Plas B.V. “. Meses depois, a frota vermelha constituída pelo “Praia de Santa Cruz”, “Joana Princesa” e “Brites”, é agora propriedade da “Absolutely Genuine, Unipessoal, Lda”. Estando os nossos navios velhos e cansados, em Setembro do mesmo ano chega-nos o “Artic Warrior” um navio com 55 metros de cumprimento e 13 de boca, projeto nórdico com construção norueguesa (1988) obsoleto para eles, mas ainda com muito potencial para os nossos homens. Aproveitando um decreto de lei, foi possível substituir o “Praia de Santa Cruz” com registo em Viana do Castelo por esta „moderna“ unidade, registada agora como “Santa Princesa” e operando nos mares da Noruega com tripulação integralmente portuguesa. Quando tudo começava a fazer sentido, o “Joana Princesa” muda de cais. Está agora em frente às instalações da EPA. O negócio estava fechado. Como era de esperar, o “Praia de Santa Cruz” perdeu o registo que conservava desde 1974, apresentando -se agora com bandeira do Togo. Mais um que irá sucumbir ao abate, deixando para trás anos e anos de histórias consigo. É o ciclo natural da história, mas que ainda assim nos deixa bastante tristes. À data da edição deste jornal já 3 dos nossos 13 arrastões encontram-se nas suas viagens de regresso da cam- panha aos mares da NAFO (Terra Nova). São eles o “Santa Cristina”, “Lutador” e “França Morte”. Como é rotina, o seu destino é em primeiro lugar os “Frigorificos Morazzo” em Cangas (Espanha), para a descarga, após isso, os navios do armador Pe- dro França regressam a Aveiro como é costume. O “Santa Cristina” saiu a 2 de Janeiro, e os restantes no dia 4 do mesmo mês, o que se traduz em via- gens relativamente curtas de cerca de 60 dias, e muito provavelmente carga completa, como é hábito. A título de curiosidade, o nosso “França Morte” iniciou actividade (1ª viagem) em Dezembro de 2005, estando agora a completar a sua 28º campanha, e 10 anos de atividade. Relativamente ao “Santa Cristina”, em 2013, esteve vários meses em reparação em Vigo, desta intervenção é de salientar a co- locação de novos guinchos Ibercisa assim como uma ponte integralmente nova, segundo o que foi possível apurar. Já o “Lutador”, no ano transa- to, também sofreu uma intervenção na ponte que o deixou com um ar mais “sofisticado”. Voltando ao “França Morte”, apesar de 10 anos, ao serviço, é visível o contínuo in- vestimento do armador, desde a colo- cação de uma antena para TV Satéli- te, comunicações de internet, siste- mas eletrónicos para maior eficiência de captura, sensores, equipamentos para processamento de pescado, entre outros. Desejamos a melhor estadia possível a todos os tripulantes em regresso, e a continuação de uma boa faina para os que lá continuam. “Santa Cristina”, “Lutador” e “França Morte” em viagem de regresso
  4. 4. 4 / 8 O Bacalhoeiro—Jornal da ABP—Associação Bacalhoeiros de Portugal—Distribuição Livre Os Bacalhoeiros A história dos nossos navios de pesca do bacalhau 1948 - Vimieiro/ Nascimar / Frapesca / Príncipe do Vouga O navio de pesca "Príncipe do Vou- ga", tem uma histó- ria particularmente in- teressante, pois come- çou como "Vimieiro" um navio de pesca à linha e acabou como um na- vio congelador de arrasto pela popa. Um bom exemplo do período de tran- sição entre as diferentes tecnologias de pesca da época. Foi construído nos Estaleiros de S. Jacinto (Construção n.º 43) em 1948, para os "Armazéns José Luís da Costa", tendo sido encomendado a 22 de Fevereiro de 1958, assentou a quilha a 25 de Agosto de 1958 e foi lançado ao mar no dia 26 Março 1959, tendo sido entregue ao Arma- dor nesse mesmo ano. Foi registado em Lisboa em 1959, com o número LX-52-N e com o in- dicativo CUED. A criação deste na- vio e de outros da época, resultou da necessidade de repensar tudo de novo e pegar no que já se sabia para criar uma frota mais moderna, muito devi- do ao facto de que os anteriores navi- os derivavam quase diretamente dos lugres, com apenas algumas altera- ções para poder acomodar o motor diesel, os porões de congelamento, o isco, entre outras coisas. A ideia era criar algo de raiz, pre- parado para uma nova realidade. As- sim foram criados quatro grandes na- vios de pesca à linha o "João Ferrei- ra", o " Rio Alfusqueiro", o "Vimieiro" e o "Neptuno", muito semelhante ao "Vimieiro". Graças a estas melhorias estes navios poderi- am ser facilmente transformados em navios de arrasto pela popa. Fez a sua primeira campanha em 1959. Após a campanha de 1971 foi transformado num navio de pesca com redes de emalhar com lanchas aos comandos do Capitão Francisco Teles Paião. Em 1987 foi transformado num navio polivalente de arrasto pela po- pa, preparado para pesca com redes de emalhar com lanchas e totalmente congelador, tendo sido também re- baptizado para "Nascimar" (falta con- firmar este facto). Em 1990 foi re- baptizado para "FRAPESCA" da Fra- peque- Farinhas e Óleos de Peixe, Lda . E em 1998 voltou a ser rebapti- zado para "PRÍNCIPE DO VOUGA" pertencendo à empresa João Maria Vilarinho. Como “Príncipe do Vouga” media 67.4 metros de comprimento, 11.1m de boca e possuía uma máquina prin- cipal de 1986cv. Estando este já na posse do Arma- dor Silva Vieira para o qual fez algu- mas viagens, acabou por ser desman- telado em 2005. Resta dizer que foi dos últimos navios de pesca à linha com dóris e o primeiro a ter comunicações por saté- lite em Portugal. Autor: Tiago Neves (Blog Roda do Leme)
  5. 5. 5 / 8 O Bacalhoeiro—Jornal da ABP—Associação Bacalhoeiros de Portugal—Distribuição Livre Crónicas de Autor A cultura na sua mais pura essência O Gazela Primeiro "americano" Q uando o Gazela entrou em 1969, pela última vez, em Lisboa, estava obsoleto para a missão a que estava afecto. Foi desarmado, como era hábito, na Azinheira-Velha, mas, desta vez, não iria ser preparado para a próxima campanha, mas sim para uma não menos prestigiosa carreira museoló- gica, ao ser adquirido pelo Museu Marítimo de Filadélfia, que, entretan- to, procurava um veleiro histórico. A Empresa armadora já vira desa- parecer o bonito Hortense que, entre- tanto, fora oferecido em 1968 à Junta Central da Casa dos Pescadores, para nele ser instalado um Museu de Pes- ca. Não consentira, pois, que o Gaze- la viesse a ter idêntico destino. Desenvolvidas as diligências re- gulamentares, recrutada uma tripula- ção americana voluntária de vinte e dois membros, onde tinha sido incluí- do o Sr. Manuel da Maia Rocha, anti- go maquinista do navio, o Gazela, no dia 23 de Maio, domingo, saiu a Bar- ra de Lisboa, com destino a Filadél- fia, numa viagem que durou 44 dias. Na doca, junto ao Museu de Filadél- fia, o navio mantinha o mesmo as- pecto, com todos os pormenores e re- quisitos que o caracterizavam quando operava na faina da pesca do baca- lhau. Em 1976, quando o navio foi in- corporado numa regata oceânica, co- memorativa do Bicentenário dos Es- tados Unidos, à saída do porto de Ha- milton, foi abalroado por dois gran- des veleiros de casco metálico que quase o esmagaram. Submetido a uma grande reparação, tudo foi re- posto na sua forma original. Posteriormente, devido a dificul- dades financeiras, o museu achou in- viável a sua manutenção, entregando- o à associação Ship Preservation Guild, que tudo tem feito para que nada lhe falte. Com uma tripulação voluntária, efectua, no Verão, peque- nos cruzeiros e visitas a vários por- tos, figurando nas mais diversas festi- vidades. (…) A sua manutenção continua a ser extremamente cuidadosa. Anualmen- te, é desmastreado em terra e o navio fica atracado, protegido por uma es- trutura de plástico, que permite à tri- pulação voluntária continuar as repa- rações internas: substituição do con- vés, renovação do circuito eléctrico, encanamentos, tanques da aguada, etc. Periodicamente, é sujeito a todas as inspecções legais, para poder con- tinuar a navegar, em segurança. É regularmente calcorreado por portugueses e jovens, em visitas de estudo programadas por escolas. Há muito quem sonhe com uma viagem do Gazela, de visita a Portugal, seu país de origem. Em 1995 visitou novamente o porto de St. John’s, na Terra Nova, 26 anos depois de aí ter estado duran- te a sua última campanha de pesca. (…) Agradeço ao amigo Marques da Silva todas as informações dispensa- das, visto que mantém contactos re- gulares com a Associação que cuida do “seu”Gazela. Fotografias gentilmente cedidas pelo Capitão Marques da Silva Autor: Ana Maria Lopes (Blog Marintimidades)
  6. 6. 6 / 8 O Bacalhoeiro—Jornal da ABP—Associação Bacalhoeiros de Portugal—Distribuição Livre Galeria Fotográfica Uma imagem vale mais que mil palavras Navio “Águas Santas” atracado no Cais dos Bacalhoeiros, Gafanha da Nazaré. Fotografia tirada em 1974, gentilmente cedi- da por Ana Maria Lopes através do seu blog http://marintimidades.blogspot.pt/ Navio “Adélia Maria”, agora “Aveirense” atracado no Cais dos Bacalhoeiros, Gafanha da Nazaré. Fotografia tirada em 1991 por Ricardo Matias.
  7. 7. 7 / 8 O Bacalhoeiro—Jornal da ABP—Associação Bacalhoeiros de Portugal—Distribuição Livre Passatempos Todo o guerreiro merece o seu descanso Sopa de Letras Adivinhe que navio é: Receita Estas línguas servem-se como um aperitivo. Ingredientes  500 g Línguas de Bacalhau demolhadas  6 dentes alho  3 col. sopa azeite  q.b. farinha  2 und. Ovos  q.b. pimenta Como fazer Línguas de bacalhau à Ílhavo Descasque os alhos e pique-os finamente. Bata os ovos. Escorra bem as línguas de bacalhau e tempere com os alhos, pimenta e o azeite. Envolva para ficarem bem im- pregnadas no tempero. Deixe descansar algum tempo. Passe por farinha, ovo e pão ralado, e frite-as em bastante azeite quente ou óleo. Escorra-as bem e coloque-as no meio de papel absorvente para lhes retirar o excesso de gordura. Sirva enfeitadas com azeitonas e raminhos de salsa. http://www.1001receitas.com/pt/linguas-de-bacalhau-a-ilhavo
  8. 8. 8 / 8 O Bacalhoeiro—Jornal da ABP—Associação Bacalhoeiros de Portugal—Distribuição Livre

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