Introdução à programação

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Introdução à programação

  1. 1. Aula nº2: Sumário: Teste diagnóstico. Aula nº1: Sumário: Apresentação Preenchimento dos registos biográficos. Apresentação dos conteúdos da disciplina. Susana Mendes da Silva Canto 2009/2010
  2. 2. <ul><li>Noção de programa; </li></ul><ul><li>Programa fonte; </li></ul><ul><li>Programa objecto; </li></ul><ul><li>Fases de elaboração de um programa. </li></ul>Aula nº 3 SUMÁRIO:
  3. 3. <ul><li>Programa: Conjunto de instruções organizadas de uma forma lógica que permite ao computador executar tarefas que lhe são pedidas; </li></ul><ul><li>Programa-fonte:É o texto que nós escrevemos numa linguagem de programa. </li></ul><ul><li>Programa-objecto: é o programa que se obtém depois de se ter traduzido o programa-fonte. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>1.2 FASES DE ELABORAÇÃO DE UM PROGRAMA </li></ul><ul><li>Definição do problema; </li></ul><ul><li>Planificação da resolução; </li></ul><ul><li>Codificação do algoritmo numa linguagem de programação; </li></ul><ul><li>Testes e depuração; </li></ul><ul><li>Documentação; </li></ul><ul><li>Manutenção. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>1.Definição do problema: </li></ul><ul><li>Definir o problema de forma clara e completa. </li></ul><ul><li>2. Planificação da resolução: </li></ul><ul><li>Aqui, há a considerar diversas estratégias de abordagem aos </li></ul><ul><li>problemas e diversos métodos de representação de um </li></ul><ul><li>esquema – algoritmo – que conduza à solução. </li></ul><ul><li>3. Codificação </li></ul><ul><li>Trata-se de transpor as indicações do algoritmo para as </li></ul><ul><li>instruções numa linguagem de programação. </li></ul><ul><li>4. Testes e depuração: </li></ul><ul><li>Após o código do programa, há que testá-lo com diversos tipos </li></ul><ul><li>de dados e em diferentes situações, de modo a poderem </li></ul><ul><li>detectar-se eventuais erros, falhas ou omissões. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>5. Documentação: </li></ul><ul><li>A documentação do programa pode ser de dois tipos, </li></ul><ul><li>dirigindo-se a dois tipos de destinatários: programadores e </li></ul><ul><li>utilizadores. Para os programadores a documentação pode, em </li></ul><ul><li>grande parte, ser incluída no próprio código e visa facilitar a sua </li></ul><ul><li>compreensão e a sua eventual retoma para alterações ou </li></ul><ul><li>melhoramentos. Para os utilizadores a documentação visa </li></ul><ul><li>facilitar a aprendizagem relativa ao modo de operar com o </li></ul><ul><li>programa. </li></ul><ul><li>6. Manutenção: </li></ul><ul><li>Esta fase diz respeito a possíveis alterações que sejam </li></ul><ul><li>necessárias fazer ou aperfeiçoamentos que se revelem úteis . </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Aula nº4 </li></ul><ul><li>Sumário: Noção de algoritmo. </li></ul><ul><li> Características de um algoritmo. </li></ul><ul><li> Noção de programa. </li></ul><ul><li> Operadores elementares: Operadores aritméticos, operadores relacionais ou de comparação e operadores lógicos. Ordem de prioridade dos operadores. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Programa: Conjunto de </li></ul><ul><li>instruções destinadas a </li></ul><ul><li>serem processadas num </li></ul><ul><li>sistema informático para </li></ul><ul><li>realizar alguma tarefa. </li></ul>Algoritmo : Sequência finita e ordenada de acções que conduzem á solução de um problema. Fase de concepção Fase de implementação <ul><li>A algoritmia permite separar duas fases distintas na resolução de problemas </li></ul><ul><li>A fase de formulação de algoritmos; </li></ul><ul><li>A fase da sua implementação numa linguagem de programação </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Características de um bom algoritmo: </li></ul><ul><li>Deve ser correctamente definido; </li></ul><ul><li>Deve ser eficaz; </li></ul><ul><li>Deve ter a capacidade de resolver o problema com um número mínimo de recursos. </li></ul>
  10. 10. Unidades de entrada ou Input Operadores de entrada ou inputs de dados. Por Ex.: Ler (valor) Operadores de Processamento interno Ex.: Valor =V* (1+0.9) Operadores de saída ou output de dados. Ex: Escrever (valor) Unidade Central de Processamento Unidades de saída ou output
  11. 11. <ul><li>Operações de entrada ou input de dados: </li></ul><ul><li>Utilizam-se as palavras ler ou obter. </li></ul><ul><li>Operações de saída ou output de dados: </li></ul><ul><li>Utilizam-se as palavras escrever ou apresentar . </li></ul><ul><li>Operações de processamento são essencialmente operações </li></ul><ul><li>de cálculos aritméticos e lógico. </li></ul>Operadores aritméticos Operador Operação + Adição - Subtracção * Multiplicação / Divisão
  12. 12. <ul><li>Operadores relacionais ou de comparação </li></ul>Operadores lógicos Operador Operação = Igual < Menor > Maior >= Maior ou igual >= Menor ou igual <> Diferente Operador Operação AND E OR OU NOT NEGAÇÃO
  13. 13. <ul><li>Ordem de prioridade dos operadores em geral </li></ul>1º Operadores unários + (sinal positivo) -(sinal negativo) 2º Operadores multiplicativos * / 3º Operadores aditivos + - 4º Operadores relacionais > = < >= <= <> 3º Operadores Lógicos NOT, AND, OR Maior Menor Prioridade
  14. 14. <ul><li>Aula nº5 </li></ul><ul><li>Sumário: Dados e tipos de dados. </li></ul><ul><li> Variáveis e constantes. </li></ul><ul><li> Declaração e atribuição. </li></ul><ul><li> Introdução aos fluxogramas e pseudocódigo. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Tipos de dados </li></ul><ul><li>Caracteres: cadeias de caracteres ou texto; </li></ul><ul><li>Dados numéricos: inteiros(negativos, zero e positivos) ou reais (em que figura a parte decimal); </li></ul><ul><li>Dados do tipo lógico ou booleanos: estes dados admitem apenas um entre dois resultados possíveis: verdadeiro(true) ou falso (false). </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Variáveis e constantes: </li></ul><ul><li>Em algoritmos e programas os dados podem surgir </li></ul><ul><li>sob a forma de constantes ou variáveis. </li></ul><ul><li>Constante: é um dado que permanece inalterável do início ao fim do algoritmo. </li></ul><ul><li>Variáveis : é um dado que pode sofrer alterações de valor ao longo do algoritmo. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Aula nº 6 </li></ul><ul><li>Sumário: Representação de algoritmos: </li></ul><ul><li> Pseudocódigo e fluxogramas. </li></ul><ul><li> Ficha de trabalho nº1 . </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Técnicas de representação de algoritmos: </li></ul><ul><li>Fluxogramas </li></ul><ul><li>Pseudocodigo </li></ul><ul><li>Fluxogramas: </li></ul><ul><li>São diagramas que representam </li></ul><ul><li>os fluxos das acções contidas num programa, </li></ul><ul><li>utilizando para tal, símbolos. Estes diversos </li></ul><ul><li>tipos de acção e o seu relacionamento na </li></ul><ul><li>sequência do programa . </li></ul>
  19. 19. Processamento Entrada/Saída Decisão Escolha Múltipla Processo ou sub-rotina Ligação Início/Fim Circuito
  20. 20. <ul><li>VANTAGENS DOS FLUXOGRAMAS </li></ul><ul><li>Fácil de visualizar; </li></ul><ul><li>Cada símbolo tem um significado, portanto simplificam a resolução de uma situação. </li></ul><ul><li>São simples de testar; </li></ul><ul><li>Permite estruturar o programa; </li></ul><ul><li>DESVANTAGENS DOS FLUXOGRAMAS </li></ul><ul><li>Não possui regras padrão, depende do estilo de escrita de cada programador; </li></ul><ul><li>Não permite uma rápida visualização de situações específicas; </li></ul><ul><li>Para problemas mais complexos, torna-se de difícil compreensão. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>PSEUDOCODIGO </li></ul><ul><li>É uma forma de representar os algoritmos, utilizando uma linguagem escrita para representar as acções que o programa vai efectuar. </li></ul><ul><li>Exemplo: </li></ul>Inicio ler (A); Ler (B); C  A+B; Escrever (C); Fim
  22. 22. <ul><li>FICHA DE TRABALHO Nº1 </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Sumário: Estruturas de controlo: </li></ul><ul><li> Estrutura sequencial, estrutura de selecção e estruturas repetitivas. </li></ul><ul><li> Ficha de trabalho nº2. </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Estrutura sequencial: </li></ul><ul><li>É a estrutura de controlo mais simples e consiste na especificação das instruções a serem utilizadas. </li></ul>Inicio A  20 B  a+2 C  a/b Fim … A  20 B  a+2 C  a/b …

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