Caldeiras

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Caldeiras

  1. 1. CALDEIRAS
  2. 2. HISTÓRICO <ul><li>( EOLÍPILA) PRIMEIRA TENTATIVA </li></ul><ul><li>NA PRODUÇÃO DE VAPOR; </li></ul><ul><li>IMPULSÃO NA UTILIZAÇÃO DO </li></ul><ul><li>VAPOR DURANTE A REVOLUÇÃO </li></ul><ul><li>INDUSTRIAL; </li></ul><ul><li>INTENSIFICAÇÃO DA </li></ul><ul><li>UTILIZAÇÃO DO VAPOR APÓS </li></ul><ul><li>A 1ª GUERRA MUNDIAL; </li></ul><ul><li>ATUALMENTE HÁ UMA GAMA </li></ul><ul><li>DE SERVIÇOS PARA O EMPREGO </li></ul><ul><li>DAS CALDEIRAS. </li></ul>
  3. 3. DEFINIÇÕES <ul><li>NR-13: “ Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior à atmosférica, utilizando qualquer fonte de energia, excetuando-se os refervedores e equipamentos similares utilizados em unidades de processo. “ </li></ul>
  4. 4. DEFINIÇÕES <ul><li>PROFISSIONAL HABILITADO: “ aquele que tem competência legal para o exercício da profissão de engenheiro nas atividades referentes a projeto de construção, acompanhamento de operação e manutenção, inspeção e supervisão de inspeção de caldeiras e vasos de pressão, em conformidade com a regulamentação profissional vigente no País.” </li></ul>
  5. 5. OUTRAS DEFINIÇÕES <ul><li>“ É um sistema de geração de vapor, na qual a água em estado líquido, circulando em seu interior é transformada em vapor através do calor liberado na queima de um combustível (combustão). “ </li></ul>
  6. 6. OUTRAS DEFINIÇÕES <ul><li>As caldeiras em geral são empregadas para alimentar máquinas térmicas, autoclaves para esterilização de materiais diversos, cozimento de alimentos através do vapor, ou calefação ambiental.” </li></ul>
  7. 7. CLASSIFICAÇÃO <ul><li>As Caldeiras podem ser classificadas de acordo com: </li></ul><ul><ul><li>Classes de Pressão; </li></ul></ul><ul><ul><li>Grau de Automação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Tipo de Energia Empregada; </li></ul></ul><ul><ul><li>Tipo de Troca Térmica. </li></ul></ul>
  8. 8. CLASSIFICAÇÃO <ul><li>OUTRAS CLASSIFICAÇÕES: </li></ul><ul><ul><li>quanto ao tipo de montagem, </li></ul></ul><ul><ul><li>circulação de água, </li></ul></ul><ul><ul><li>sistema de tiragem </li></ul></ul><ul><ul><li>tipo de sustentação. </li></ul></ul>
  9. 9. <ul><li>TIPOS DE CALDEIRAS </li></ul>
  10. 10. CALDEIRAS FLAMOTUBULARES OU FOGOTUBULARES: <ul><li>são aquelas em que os gases provenientes da combustão (gases quentes) circulam no interior dos tubos e a água a ser aquecida ou vaporizada circula pelo lado de fora. </li></ul>
  11. 11. CALDEIRAS FLAMOTUBULARES OU FOGOTUBULARES:
  12. 12. CALDEIRAS FLAMOTUBULARES OU FOGOTUBULARES: <ul><ul><li>RENDIMENTO TÉRMICO BAIXO E ESPAÇO OCUPADO MAIOR; </li></ul></ul><ul><ul><li>ADEQUADAS PARA PEQUENAS INSTALAÇÕES; </li></ul></ul><ul><ul><li>COSNTRUÇÃO MAIS </li></ul></ul><ul><ul><li>SIMPLES. </li></ul></ul>
  13. 13. CALDEIRAS DE TUBOS VERTICAIS <ul><ul><li>os tubos são colocados verticalmente num corpo cilíndrico fechado nas extremidades por placas, chamadas espelhos ; </li></ul></ul><ul><ul><li>A fornalha interna fica no corpo cilíndrico logo abaixo do espelho inferior. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os gases de combustão sobem através dos tubos, aquecendo e vaporizando a água que está em volta deles. </li></ul></ul>
  14. 14. CALDEIRAS DE TUBOS VERTICAIS <ul><ul><li>As fornalhas externas são utilizadas principalmente no aproveitamento da queima de combustíveis de baixo poder calorífico, tais como: serragem, palha, casca de café e de amendoim e óleo combustível. </li></ul></ul>
  15. 15. CALDEIRAS DE TUBOS VERTICAIS
  16. 16. CALDEIRAS DE TUBOS HORIZONTAIS <ul><li>Abrangem vários modelos, desde as caldeiras Cornuália e Lancaster, de grande volume de água, até as modernas unidades compactas. As principais caldeiras horizontais apresentam tubulões internos nos quais ocorre a combustão e através dos quais passam os gases quentes. Podem ter de 1 a 4 tubulões por fornalha. </li></ul><ul><ul><li>Cornuália; </li></ul></ul><ul><ul><li>Lancaster; </li></ul></ul><ul><ul><li>Multitubular; </li></ul></ul><ul><ul><li>Locomóvel; </li></ul></ul><ul><ul><li>Escocesa. </li></ul></ul>
  17. 17. CALDEIRAS DE TUBOS HORIZONTAIS <ul><li>Cornuália: é constituída de um tubulão horizontal ligando a fornalha ao local de saída de gases; </li></ul><ul><ul><li>Funcionamento simples; </li></ul></ul><ul><ul><li>Rendimento Baixo; </li></ul></ul>
  18. 18. CALDEIRAS DE TUBOS HORIZONTAIS <ul><li>Cornuália: </li></ul>
  19. 19. CALDEIRAS DE TUBOS HORIZONTAIS <ul><li>Lancaster: A caldeira Lancaster é de construção idêntica à anterior, porém tecnicamente mais evoluída; </li></ul><ul><ul><li>constituída de dois a quatro tubulões internos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Algumas delas apresentam tubos de fogo e de retorno. </li></ul></ul>
  20. 20. CALDEIRAS DE TUBOS HORIZONTAIS <ul><li>LANCASTER: </li></ul>
  21. 21. CALDEIRAS DE TUBOS HORIZONTAIS <ul><li>Multitubular: a queima de combustível é efetuada em uma fornalha externa; </li></ul><ul><ul><li>Os gases quentes passam pelos tubos de fogo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Queima de qualquer tipo de Combustível. </li></ul></ul>
  22. 22. CALDEIRAS DE TUBOS HORIZONTAIS <ul><li>Multitubular : </li></ul>
  23. 23. CALDEIRAS DE TUBOS HORIZONTAIS <ul><li>Locomóvel: apresenta uma dupla parede em chapa na fornalha, pela qual a água circula; </li></ul><ul><ul><li>Fácil transferência de Local; </li></ul></ul><ul><ul><li>Produção de Energia Elétrica; </li></ul></ul><ul><ul><li>Utilizada em Serrarias e em Campos de Petróleo. </li></ul></ul>
  24. 24. CALDEIRAS DE TUBOS HORIZONTAIS <ul><li>Locomóvel: </li></ul>
  25. 25. CALDEIRAS DE TUBOS HORIZONTAIS <ul><li>Escocesa: o modelo de caldeira industrial mais difundido no mundo; </li></ul><ul><ul><li>É destinada à queima de óleo ou gás; </li></ul></ul><ul><ul><li>Criada basicamente para uso marítimo. </li></ul></ul>
  26. 26. Partes das Caldeiras Flamotubulares <ul><ul><li>Corpo da Caldeira; </li></ul></ul><ul><ul><li>Espelhos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Feixe Tubular; </li></ul></ul><ul><ul><li>Caixa de Fumaça </li></ul></ul>
  27. 27. Partes das Caldeiras Flamotubulares
  28. 28. CALDEIRAS AQUATUBULARES <ul><ul><li>Maior Rendimento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior produção de Vapor; </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior Superfície de </li></ul></ul><ul><ul><li>Aquecimento. </li></ul></ul>
  29. 29. CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS RETOS <ul><ul><li>Feixe Tubular de Transmissão de Calor; </li></ul></ul><ul><ul><li>Tubulões de Vapor; </li></ul></ul><ul><ul><li>Formam um Circuito Fechado; </li></ul></ul><ul><ul><li>Produzem de 3 até 30 t vapor/hora, com pressões de 45 Kgf/cm2. </li></ul></ul>
  30. 30. CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS RETOS
  31. 31. CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS CURVOS <ul><ul><li>Sem limite de Capacidade de produção de Vapor; </li></ul></ul><ul><ul><li>Tubos Curvos Interligados aos Tubulões; </li></ul></ul><ul><ul><li>Possui de 3 a 5 tubulões; </li></ul></ul><ul><ul><li>Serviu de modelo para outras caldeiras. </li></ul></ul>
  32. 32. CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS CURVOS
  33. 33. CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS CURVOS
  34. 34. CALDEIRAS AQUATUBULARES COMPACTAS <ul><ul><li>Categoria de Caldeiras de Tubos Curvos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Produz em torno de 30 t/h de vapor; </li></ul></ul><ul><ul><li>Adequada para locais com espaços limitados; </li></ul></ul><ul><ul><li>Apresenta limite quanto ao aumento da sua capacidade de produção. </li></ul></ul>
  35. 35. CALDEIRAS AQUATUBULARES DE CIRCULAÇÃO POSITIVA <ul><ul><li>Circulação por diferença de densidade, ou seja, circulação natural; </li></ul></ul><ul><ul><li>Circulação deficiente = superaquecimento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Podem apresentar bombas externas. </li></ul></ul>
  36. 36. CALDEIRAS AQUATUBULARES DE CIRCULAÇÃO POSITIVA <ul><li>A figura a seguir apresenta alguns tipos de circulação de água. </li></ul>
  37. 37. CALDEIRAS PARA QUEIMA DE COMBUSTÍVEIS SÓLIDOS <ul><ul><li>Queima de Multi-Combustíveis; </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fibroso; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Carvão; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Óleo; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Gás Natural. </li></ul></ul></ul>
  38. 38. CALDEIRAS PARA QUEIMA DE COMBUSTÍVEIS SÓLIDOS <ul><ul><li>De fácil Operação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Constituídas com paredes de água: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Limita o uso de Refratário; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Menor Custo de Manutenção; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Diminui vazamentos e depósito de cinzas nas fornalhas. </li></ul></ul></ul>
  39. 39. CALDEIRAS PARA QUEIMA DE COMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS E GASOSOS <ul><ul><li>Paredes de Água: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tipo Tubos Membranados; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Restringe o uso de Refratário. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Superaquecedor: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Saída da Fornalha. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Feixe de Convecção: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Formado por um conjunto de tubos que interligam os tubulões. </li></ul></ul></ul>
  40. 40. CALDEIRAS PARA QUEIMA DE COMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS E GASOSOS <ul><ul><li>Purificadores de Vapor: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Primários tipo centrífugos e secadores chevrons. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Recuperadores de Calor: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Economizadores de tubos lisos, pré-aquecedores de ar tubular; </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Aquecedores de Ar de Combustão: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tipo Tubos Membranados; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Restringe o uso de Refratário. </li></ul></ul></ul>
  41. 41. PARTES DAS CALDEIRAS AQUATUBULARES <ul><ul><ul><li>As partes principais de uma caldeira aquatubular são: tubulão superior (ou tambor de vapor), tubulão inferior (ou tambor de lama), feixe tubular, parede de água, fornalha e superaquecedor. </li></ul></ul></ul>
  42. 42. PARTES DAS CALDEIRAS AQUATUBULARES <ul><li>Tubulão superior Tubulão inferior </li></ul>
  43. 43. CALDEIRAS ELÉTRICAS <ul><li>Em áreas onde há suprimento abundante de energia elétrica, pode-se analisar se é vantajosa a instalação de equipamentos eletrotérmicos, levando-se em consideração o custo da energia elétrica fornecida pela concessionária local. </li></ul>
  44. 44. CALDEIRAS ELÉTRICAS <ul><li>As caldeiras elétricas oferecem certas vantagens, que são: </li></ul><ul><li>Ausência de poluição ambiente. </li></ul><ul><li>Manutenção simples – apenas bombas. </li></ul><ul><li>A falta d’água não provoca danos à caldeira. </li></ul><ul><li>Área reduzida de instalação. </li></ul><ul><li>Não necessita de área para estocagem de combustível. </li></ul><ul><li>Melhora o fator de carga elétrica instalada, e com isto reduz o preço médio de kWh consumido na indústria. </li></ul>
  45. 45. CALDEIRAS ELÉTRICAS
  46. 46. COMPONENTES DAS CALDEIRAS <ul><li>Fornalha </li></ul><ul><li>A fornalha, também chamada de câmara de combustão, é o </li></ul><ul><li>local onde se processa a </li></ul><ul><li>queima de combustível. </li></ul>
  47. 47. Fornalha <ul><li>De acordo com o tipo de combustível a ser queimado, a fornalha pode ser dividida em: </li></ul><ul><li>Fornalhas para queima de combustível sólido </li></ul><ul><li>Fornalha com grelhas basculantes </li></ul><ul><li>Fornalha com grelha rotativa </li></ul><ul><li>Fornalhas para queima de combustível em suspensão </li></ul>
  48. 48. Queimadores <ul><li>Os queimadores são peças destinadas a promover, de forma adequada e eficiente, a queima dos </li></ul><ul><li>combustíveis em </li></ul><ul><li>suspensão. </li></ul>
  49. 49. Superaquecedor <ul><li>São equipamentos destinados a elevar a temperatura do vapor saturado sem aumentar sua pressão. </li></ul><ul><li>O superaquecedor é constituído de tubos lisos ou aletados de aço resistente a altas temperaturas, distribuídos em forma de serpentina, que aproveitam os gases de combustão para dar o devido aquecimento ao vapor saturado, transformando-o em vapor superaquecido. </li></ul>
  50. 50. Superaquecedor <ul><li>As vantagens do uso do vapor superaquecido são, basicamente, duas: a primeira é meramente contar com maior disponibilidade de energia, e a Segunda, a mais importante, é o aumento do resfriamento das turbinas, devido, principalmente, ao maior salto entálpico disponível. </li></ul><ul><li>O total de ganhos de calor ou de energia, com vapor superaquecido, é de aproximadamente 3% para cada 60ºC de superaquecimento. </li></ul>
  51. 51. Superaquecedor
  52. 52. Economizador <ul><li>O economizador tem a finalidade de aquecer a água de alimentação da caldeira. </li></ul><ul><li>Normalmente está localizado na parte alta da caldeira entre o tambor de vapor e os tubos geradores de vapor, e os gases são obrigados a circular através dele, antes de saírem pela chaminé. </li></ul>
  53. 53. Economizador <ul><li>Existem vários tipos de economizadores e na sua construção podem ser empregados tubos de aço maleável ou tubos de aço fundido com aletas. </li></ul>
  54. 54. Pré-aquecedor de ar <ul><li>O pré-aquecedor de ar é um equipamento (trocador de calor) que eleva a temperatura do ar antes que este entre na fornalha. O calor é cedido pelos gases residuais quentes ou pelo vapor da própria caldeira. </li></ul>
  55. 55. Pré-aquecedor de ar
  56. 56. Pré-aquecedor de ar <ul><li>A instalação desses equipamentos oferece a vantagem de melhorar a eficiência da caldeira pelo aumento da temperatura de equilíbrio na câmara de combustão. </li></ul>
  57. 57. EQUIPAMENTOS AUXILIARES
  58. 58. Sopradores de fuligem <ul><li>Os sopradores de fuligem (ramonadores) permitem uma distribuição rotativa de um jato de vapor no interior da caldeira e tem por finalidade, fazer a remoção da fuligem e depósitos formados na superfície externa da zona de convecção das caldeiras. </li></ul>
  59. 59. Sopradores de fuligem <ul><li>A figura a seguir mostra como é feita esta sopragem. </li></ul>
  60. 60. Válvulas de Segurança <ul><li>As válvulas de segurança e de alívio de pressão são dispositivos que protegem automaticamente os equipamentos de processo de um eventual excesso de pressão, caldeiras e vasos de pressão obrigatoriamente necessitam desses dispositivos de segurança para sua proteção, em cumprimento à legislação através de normas como a NR-13 , e atendendo aos códigos nacionais e internacionais de projeto </li></ul>
  61. 61. Indicador de nível <ul><li>Os indicadores de nível tem por objetivo indicar o nível de água dentro do tubulão de evaporação. Em geral, são constituídos por um vidro tubular. </li></ul>
  62. 62. Injetores <ul><li>O injetor é um dispositivo empregado como alimentador auxiliar de caldeiras para situações de falta de energia elétrica </li></ul>
  63. 63. Sistemas de controle de água de alimentação <ul><li>Os sistemas de controle de água de alimentação devem regular o abastecimento de água ao tubulão de evaporação para manter o nível entre limites desejáveis. Esse limites devem ser observados no indicador de nível. A quase totalidade das caldeiras são equipadas com sistemas automatizados, que proporcionam maior segurança, maiores rendimentos e menores gastos de manutenção. </li></ul>
  64. 64. APLICAÇÃO <ul><li>O vapor produzido em um gerador de vapor pode ser usado de diversas formas: </li></ul><ul><li>· em processos de fabricação e beneficiamento; </li></ul><ul><li>· na geração de energia elétrica; </li></ul><ul><li>· na geração de trabalho mecânico; </li></ul><ul><li>· no aquecimento de linhas e reservatórios de óleo combustível; </li></ul><ul><li>· na prestação de serviços. </li></ul>
  65. 65. TRATAMENTO DE ÁGUA PARA CALDEIRAS <ul><li>A água para caldeiras deve receber tratamento que permita: remoção total ou parcial de sais de cálcio e magnésio, os quais produzem incrustações e levam à ruptura dos tubos. O processo, designado por abrandamento da água pela cal soldada, consiste na injeção de soluções de CaO (cal) e NaCO3 (carbonato de sódio ou soda) para precipitar o carbonato de cálcio e formar hidróxido de magnésio floculado, de modo a serem removidos antes de a água ser bombeada para a caldeira. </li></ul>
  66. 66. TRATAMENTO DE ÁGUA PARA CALDEIRAS <ul><li>As principais grandezas de qualidade da água são: </li></ul><ul><li>Dureza total </li></ul><ul><li>PH </li></ul>
  67. 67. MÉTODO DE TRATAMENTO DE ÁGUA <ul><li>Clarificação </li></ul><ul><li>O processo consiste na previa </li></ul><ul><li>floculação, decantação e filtração </li></ul><ul><li>da água com vistas a reduzir </li></ul><ul><li>a presença de sólidos em suspensão. </li></ul><ul><li>Abrandamento </li></ul><ul><li>Consiste na remoção total ou parcial </li></ul><ul><li>dos sais de cálcio e magnésio </li></ul><ul><li>presentes na água, ou seja, </li></ul><ul><li>consiste na redução de sua dureza. </li></ul>
  68. 68. MÉTODO DE TRATAMENTO DE ÁGUA <ul><li>Desmineralização ou troca iônica </li></ul><ul><li>Desgazeificação </li></ul><ul><li>São empregados equipamentos especiais que aquecem a água e desta forma, são eliminados os gases dissolvidos. Pode ser utilizado vapor direto para o aquecimento da água a ser desgazeificada. </li></ul>
  69. 69. MÉTODO DE TRATAMENTO DE ÁGUA <ul><li>Remoção de sílica </li></ul><ul><li>Como já foi abordado, a sílica produz uma incrustação muito dura e muito perigosa. Os tratamentos normalmente empregados no interior da caldeira não eliminam a sílica. Os métodos mais usados para essa finalidade são a troca e tratamento com óxido de magnésio calcinado. </li></ul>
  70. 70. MÉTODO DE TRATAMENTO DE ÁGUA <ul><li>Métodos internos </li></ul><ul><li>Os tratamentos internos se baseiam na eliminação da dureza, ao controle do pH e da sua alcalinidade, na eliminação do oxigênio dissolvido e no controle dos cloretos e do teor total de sólidos. </li></ul>
  71. 71. MÉTODO DE TRATAMENTO DE ÁGUA <ul><li>Eliminação da dureza </li></ul><ul><li>Precipitação com fosfatos </li></ul><ul><li>Tratamento com quelatos </li></ul><ul><li>Controle do pH e da alcalinidade </li></ul><ul><li>Eliminação do oxigênio dissolvido </li></ul><ul><li>Controle do teor de cloretos e sólidos totais </li></ul>
  72. 72. Manutenção das caldeiras <ul><li>Todo tratamento para obter bons resultados depende de um controle eficiente e sistemático, quer dos parâmetros químicos e físicos, como de certas operações e procedimentos. </li></ul>
  73. 73. Manutenção das caldeiras <ul><li>Controle químico </li></ul><ul><li>Limpeza química das caldeiras </li></ul><ul><li>Proteção de caldeiras contra corrosões </li></ul>
  74. 74. DETERIORAÇÃO <ul><li>Um dos principais responsáveis pela deterioração das caldeiras é a corrosão, que age como fator de redução da espessura das superfícies submetidas à pressão. A corrosão não é sentida pelos instrumentos de operação da caldeira, ou seja, os pressostatos e as válvulas de segurança não detectam sua evolução por que não é acompanhada por elevação de pressão de trabalho. </li></ul>
  75. 75. DETERIORAÇÃO <ul><li>Corrosão interna </li></ul><ul><li>Oxidação generalizada do ferro </li></ul><ul><li>Corrosão galvânica </li></ul><ul><li>Corrosão por aeração diferencial </li></ul><ul><li>Corrosão salina </li></ul><ul><li>Fragilidade cáustica </li></ul><ul><li>Corrosão por gases dissolvidos </li></ul>
  76. 76. DETERIORAÇÃO <ul><li>Corrosão externa </li></ul><ul><li>Esse tipo de corrosão acontece nas superfícies expostas aos gases de combustão e é função do combustível utilizado e das temperaturas. Nas caldeiras aquotubulares, as superfícies de aquecimento mais quente são aquelas do superaquecedor, podendo ocorrer corrosão tanto nas caldeiras que queimam o oleio como carvão. </li></ul>
  77. 77. <ul><li>INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS </li></ul>
  78. 78. Caldeira Digital <ul><li>Características Técnicas </li></ul><ul><li>Queimadores de aço inoxidável </li></ul><ul><li>multigás (gás natural ou GLP); </li></ul><ul><li>Bomba circuladora com pós-circulação; </li></ul><ul><li>Termostato de sobretemperatura; </li></ul><ul><li>Controle de saída de gases; </li></ul><ul><li>Controle de circulação de água do </li></ul><ul><li>circuito de calefação; </li></ul><ul><li>Controle de tiragem de gases forçado; </li></ul><ul><li>Controle de chama por ionização; </li></ul><ul><li>Conexão para termostato de ambiente; </li></ul><ul><li>Conexão para sonda anticipadora </li></ul><ul><li>em instalações de piso radiante. </li></ul>
  79. 79. Controle Digital <ul><li>O controle digital permite selecionar o serviço desejado facilmente segundo as opções de água quente sanitária ou calefação e água quente sanitária. Regular as temperaturas da água de consumo e do circuito de calefação de forma simples e precisa. Contém todos os dados necessários para conhecer o estado funcional da caldeira com simbologia simples. Incorpora todas as funções de segurança com um novo código de falhas por controle numérico. </li></ul>
  80. 80. Caldeira Digital S 30 <ul><li>Dimensões reduzidas; </li></ul><ul><li>Acendimento suave e progressivo; </li></ul><ul><li>Funcionamento silencioso; </li></ul><ul><li>Regulação digital de temperatura do circuito de calefação; </li></ul><ul><li>Indicação digital da temperatura da água no circuito de calefação; </li></ul><ul><li>Indicador de anomalias de funcionamento; </li></ul><ul><li>Tiro natural ou tiro balanceado </li></ul><ul><li>forçado; </li></ul><ul><li>Opção para piso radiante. </li></ul>
  81. 81. Caldeira De Piso Digital M 60 <ul><li>Dimensões reduzidas; </li></ul><ul><li>Acendimento suave e progressivo; </li></ul><ul><li>Funcionamento silencioso; </li></ul><ul><li>Regulação digital de temperatura do circuito de calefação; </li></ul><ul><li>Indicação digital da temperatura da água no circuito de calefação; </li></ul><ul><li>Indicador de anomalias de funcionamento; </li></ul><ul><li>Tiro natural; </li></ul><ul><li>Opção para piso radiante; </li></ul><ul><li>Opção de instalação de mais caldeiras </li></ul><ul><li>em paralelo, elevando a potência para </li></ul><ul><li>mais de 100.000 Kcal/h. </li></ul>
  82. 82. NORMAS REGULAMENTADORAS <ul><li>NR 4 - Serviços Especializados Em Engenharia de Segurança E Em Medicina do Trabalho (SESMT). </li></ul><ul><li>NR-5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes </li></ul><ul><li>NR 6 - Equipamento de Proteção Individual – EPI </li></ul><ul><li>NR 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade </li></ul><ul><li>NR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressão </li></ul>
  83. 83. NORMAS REGULAMENTADORAS <ul><li>NR-15 Atividades e Operações Insalubres </li></ul><ul><li>NR 17 - Ergonomia </li></ul><ul><li>NR 23 - Proteção Contra Incêndios </li></ul><ul><li>NR 26 - Sinalização de Segurança </li></ul>
  84. 84. LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR <ul><li>Consolidação das Leis do Trabalho - CLT </li></ul><ul><li>SEÇÃO XII </li></ul><ul><li>(Redação dada pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977) </li></ul><ul><li>DAS CALDEIRAS, FORNOS E RECIPIENTES SOB PRESSÃO </li></ul><ul><li>(Redação dada pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977) </li></ul>
  85. 85. Doenças Ocupacionais <ul><li>Asbestose </li></ul><ul><li>Perda Auditiva Induzida pelo </li></ul><ul><li>Ruído relacionada ao trabalho </li></ul><ul><li>Choques térmicos </li></ul><ul><li>Riscos de acidentes </li></ul>

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