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  • Faremos agora uma breve introdução do nosso trabalho,
  • No membro superior, são encontradas variações anatômicas de músculos e tendões, que apresentam importância prática nas intervenções cirúrgicas. Outros músculos como o extensor curto do polegar e o abdutor longo do polegar apresentam importância clínica por possuir, na separação de seus tendões, um tipo de variação na inserção, que pode gerar dor devido a uma estenose tenosinovial.
  • Faremos agora uma breve introdução do nosso trabalho,
  • No membro superior, são encontradas variações anatômicas de músculos e tendões, que apresentam importância prática nas intervenções cirúrgicas. Outros músculos como o extensor curto do polegar e o abdutor longo do polegar apresentam importância clínica por possuir, na separação de seus tendões, um tipo de variação na inserção, que pode gerar dor devido a uma estenose tenosinovial.
  • No membro superior, são encontradas variações anatômicas de músculos e tendões, que apresentam importância prática nas intervenções cirúrgicas. Outros músculos como o extensor curto do polegar e o abdutor longo do polegar apresentam importância clínica por possuir, na separação de seus tendões, um tipo de variação na inserção, que pode gerar dor devido a uma estenose tenosinovial.
  • No membro superior, são encontradas variações anatômicas de músculos e tendões, que apresentam importância prática nas intervenções cirúrgicas. Outros músculos como o extensor curto do polegar e o abdutor longo do polegar apresentam importância clínica por possuir, na separação de seus tendões, um tipo de variação na inserção, que pode gerar dor devido a uma estenose tenosinovial.
  • No membro superior, são encontradas variações anatômicas de músculos e tendões, que apresentam importância prática nas intervenções cirúrgicas. Outros músculos como o extensor curto do polegar e o abdutor longo do polegar apresentam importância clínica por possuir, na separação de seus tendões, um tipo de variação na inserção, que pode gerar dor devido a uma estenose tenosinovial.
  • No membro superior, são encontradas variações anatômicas de músculos e tendões, que apresentam importância prática nas intervenções cirúrgicas. Outros músculos como o extensor curto do polegar e o abdutor longo do polegar apresentam importância clínica por possuir, na separação de seus tendões, um tipo de variação na inserção, que pode gerar dor devido a uma estenose tenosinovial.
  • Faremos agora uma breve introdução do nosso trabalho,
  • No membro superior, são encontradas variações anatômicas de músculos e tendões, que apresentam importância prática nas intervenções cirúrgicas. Outros músculos como o extensor curto do polegar e o abdutor longo do polegar apresentam importância clínica por possuir, na separação de seus tendões, um tipo de variação na inserção, que pode gerar dor devido a uma estenose tenosinovial.
  • Faremos agora uma breve introdução do nosso trabalho,
  • No membro superior, são encontradas variações anatômicas de músculos e tendões, que apresentam importância prática nas intervenções cirúrgicas. Outros músculos como o extensor curto do polegar e o abdutor longo do polegar apresentam importância clínica por possuir, na separação de seus tendões, um tipo de variação na inserção, que pode gerar dor devido a uma estenose tenosinovial.
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    1. 1. Universidade Paulista Instituto de Ciências da Saúde Curso de Graduação em Enfermagem
    2. 2. Introdução
    3. 3. <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>Considerações gerais </li></ul><ul><ul><li>Fissura lábiopalatina: classificação e conceito </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fissuras pré-forame incisivo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fissuras transforame incisivo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fissuras pós-forame incisivo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fissuras raras da face (Spina et al., 1972) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Incidência (Abdo e Machado, 2005; Vasconcelos, 2002) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Brasil: 1caso/650 nascimentos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Óbitos: 30% no primeiro ano de vida </li></ul></ul></ul>
    4. 4. <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>Considerações gerais </li></ul><ul><ul><li>Etiologia pouco conhecida </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fatores ambientais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fatores genéticos </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Problemática - alimentação </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pouca pressão intra-oral </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Problemas nutricionais </li></ul></ul></ul>
    5. 5. Objetivos
    6. 6. <ul><li>OBJETIVOS </li></ul><ul><li>Objetivo geral </li></ul><ul><ul><li>Avaliar a alimentação de crianças fissuradas atendidas no Centro de Reabilitação de Fissuras Lábiopalatinas (CERFIS) </li></ul></ul><ul><li>Objetivos específicos </li></ul><ul><ul><li>Verificar o tipo de alimentação dos portadores de fissura e suas possíveis intercorrências </li></ul></ul><ul><ul><li>Identificar quais as principais causas da substituição do alimento natural por outras formas de alimentação </li></ul></ul><ul><ul><li>Levantar os recursos utilizados pelas mães para minimizar as dificuldades encontradas no processo </li></ul></ul>
    7. 7. Métodos
    8. 8. <ul><li>MÉTODOS </li></ul><ul><li>Tipo de Estudo </li></ul><ul><ul><li>Exploratório, descritivo, de abordagem qualitativa. </li></ul></ul><ul><li>Período da coleta de dados </li></ul><ul><ul><li>Junho a agosto de 2010 </li></ul></ul><ul><li>Composição amostral </li></ul><ul><ul><li>26 crianças fissuradas de zero a doze meses de idade </li></ul></ul><ul><ul><li>Instrumento de coleta de dados </li></ul></ul><ul><ul><li>Entrevista estruturada </li></ul></ul>
    9. 9. Resultados e Discussão
    10. 10. <ul><li>RESULTADOS E DISCUSSÃO </li></ul><ul><li>Perfil da População Estudada </li></ul><ul><ul><li>A idade: 15 dias a 11 meses </li></ul></ul><ul><ul><li>Diagnóstico prévio: 3 participantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Tipo de fissura: 14 transforame; 7 pós-forame; 4 pré-forame; 1 rara </li></ul></ul><ul><ul><li>Problemas de saúde interdependentes: anemia, pneumonia e dificuldade no ganho de peso. </li></ul></ul><ul><ul><li>Cirurgia corretiva: 8 </li></ul></ul>
    11. 11. <ul><li>RESULTADOS E DISCUSSÃO </li></ul><ul><li>O processo de enfrentamento da fissura labiopalatina: as dificuldades para a amamentação </li></ul><ul><ul><li>Dificuldades relacionadas a sucção e deglutição X sobrevivência </li></ul></ul><ul><li>“ ... Foi difícil. A boquinha não encaixava no peito e ele ficava estressado e, chorava. E eles falavam que eu tinha que tentar, persistir. Eu pelejei, mas não consegui. Ele chupava, chupava, mas não saia nada e logo começava a chorar. E eu ficava nervosa junto com ele, chorava também. Acho que eles sentem né ? Fiquei com medo que ele não conseguisse mamar na mamadeira também e morrer de fome ...” E26 </li></ul><ul><li>“ A desnutrição torna-se o grande fantasma dessas crianças, pelas dificuldades próprias da lesão, tais como sucção insuficiente, deglutição excessiva de ar com reflexos nasais e engasgos, fadiga para alimentar-se, com conseqüente ingestão inadequada”(Nóbrega, 1981). </li></ul>
    12. 12. <ul><li>RESULTADOS E DISCUSSÃO </li></ul><ul><li>Métodos de alimentação “não-naturais” </li></ul><ul><ul><li>Uso de fórmulas lácteas industrializadas </li></ul></ul><ul><ul><li>I ntrodução precoce dos alimentos consistentes </li></ul></ul><ul><li>“ ... eu dei sopinha com 3 meses. Eu cozinhava as verduras, batia no liquidificador e dava. Ela aceitou com facilidade, graças a Deus né que se não fosse isso... já economizo dinheiro né?! Ela come bastante...” E3 </li></ul><ul><li>“ É recomendável que as crianças com fissuras labiopalatinas não recebam alimentos pastosos antes dos cinco meses, e a partir dos seis meses deve-se oferecer uma dieta mista” ( </li></ul>
    13. 13. <ul><li>RESULTADOS E DISCUSSÃO </li></ul><ul><li>Medidas facilitadoras para a alimentação </li></ul><ul><ul><li>Mamadeira de bicos comuns e estratégias facilitadoras </li></ul></ul><ul><li>“ ... Eu coloco ele no colo, aí eu sento assim, normal né, e dou mamazinho sentada. Ele fica na posição nem tão deitado e nem sentado (...) Uso mamadeira com bico de silicone mesmo, aí eu cortei um pouquinho porque o mingau é “mei grossin”, pra sair o mingau. E eu ajudo né, porque pra sair quentinho eu ajudo com o dedo né, assim... no bico, dou uma apertadinha... E5 </li></ul><ul><li>“ Manobras que facilitam o escoamento do leite para a cavidade oral: apertar o frasco da mamadeira, apertar levemente o bico nas laterais e fazer pressão externa nas bochechas, procedimento que, contribui para o aumento da pressão intra-oral negativa, melhorando a vedação labial” (Mendes e Lopes, 2006). </li></ul>
    14. 14. <ul><li>RESULTADOS E DISCUSSÃO </li></ul><ul><li>Medidas facilitadoras para a alimentação </li></ul><ul><ul><li>Bicos especiais </li></ul></ul><ul><li>“ ... Eu descobri que existia um bico especial, de látex, que é mais molinho que os bicos normais. Aí tinha ele com o bico bem grande, que tampava o céu da boca e outro com um bico menor, que a moça da loja disse que era pra neném com fissura só da boquinha. Eu fiquei na dúvida sobre qual levar porque meu neném tem fissura no lábio e no palato e a moça disse que o que tampava o palato era melhor. Eu comprei e gostei muito, o leite não fica mais saindo pelo nariz e ele ganhou peso muito mais rápido...” E26 </li></ul><ul><li>“ Nos casos de fenda palatal, recomenda-se o bico de látex, mais flexível que o de silicone, e com um furo maior, já que, freqüentemente, esta associação permite ao bebê movimentar a língua, extraindo assim uma maior quantidade de leite (Mendes e Lopes, 2006). </li></ul>
    15. 15. <ul><li>RESULTADOS E DISCUSSÃO </li></ul><ul><li>Relação da Equipe de Saúde com a Mãe no Tocante às Orientações Facilitadoras à amamentação </li></ul><ul><li>Incentivos generalistas </li></ul><ul><li>Não adaptação: principalmente fissuras transforame e pós-forame </li></ul><ul><li>“ ... Eles “falava”: ai cê tem que persistir, mas não adianta não... e gente peleja, peleja, mas não dá. Aqui mesmo eles pelejava pra vê se ela pegava, mas não saia nada...” E3 </li></ul><ul><li>“ Nas crianças com fenda de lábio e palato, o aleitamento materno é mais difícil, pois além das complicações geradas pela ausência do palato, a fenda labial dificultará o posicionamento correto do bico e aréola na boca da criança, dificultando ainda mais a extração do leite” (Mendes e Lopes, 2006). </li></ul>
    16. 16. <ul><li>RESULTADOS E DISCUSSÃO </li></ul><ul><li>Relação da Equipe de Saúde com a Mãe no Tocante às Orientações Facilitadoras à amamentação </li></ul><ul><li>Dificuldades variam de acordo com a fissura </li></ul><ul><li>“ ... Acho que é meio difícil falar sabe, só sentindo pra saber, mas eu falaria que não é impossível amamentar, todo cuidado é pouco e cada dia que passa você vai aprendendo. Ser mãe é um dom, e é verdade! Eu antes não conseguia nem dar uma mamadeira e hoje eu faço é espremer dentro da boca dela...” E11 </li></ul><ul><li>“ O aleitamento materno de bebês afetados por fenda de lábio e palato é uma opção, mas geralmente exigirá suplementação” (Mendes e Lopes, 2006). </li></ul><ul><li>Cuidados ao encorajar as mães ao aleitamento materno. </li></ul>
    17. 17. Conclusão
    18. 18. CONCLUSÃo Há necessidade de os profissionais da saúde conhecer os aspectos anatômicos, estruturais e, sobretudo, os emocionais envolvidos nas dificuldades alimentares de crianças com fissura lábiopalatina, no intuito de conduzirem o processo alimentar dificultado pelas alterações características considerando a singularidade de cada indivíduo, objetivando uma assistência humana e eficiente por parte da enfermagem e dos demais profissionais.
    19. 19. Referências
    20. 20. REFERÊNCIAS Abdo, RCC, Machado MAAM. Odontopediatria nas fissuras labiopalatais. São Paulo: Santos Editora; 2005. Vasconcelos BCE, Silva EDO, Porto GG, Pimentel FC, Melo PHNB. Incidências de malformações congênitas labiopalatais. Rev Cir Traumat Buco-Maxilo-Facial. 2002; (2)2:41-46. Nóbrega FJ. Desnutrição intra-uterina e pós-natal. São Paulo: Panamed; 1981. Mendes LGA, Lopes VLGDS. Fenda de lábio e ou palato: recursos para alimentação antes da correção cirúrgica. Rev Cienc Med Campinas. 2006; 15(5):437-48. Spina V et al. Classificação das fissuras lábiopalatinas. Sugestão de modificação. Rev Hosp Clin Fac Med. 1972; 27(s.n):5-6.
    21. 21. Obrigado!

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