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Genese cap 15 parte 2 de 3 de 29 a 47 dupla vista curas etc

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"Milagres" de Jesus

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Genese cap 15 parte 2 de 3 de 29 a 47 dupla vista curas etc

  1. 1. Parte 2 de 3 Itens 29 a 47
  2. 2. 1. Possessos. (29-36) 2. Ressurreições: Filha de Jairo (37), 3. Filho da viúva de Naim (38-40) 4. Jesus caminha sobre a água (41, 42) 5. Transfiguração (43, 44) 6. Tempestade aplacada (45, 46) 7. Bodas de Caná (47)
  3. 3. JESUS: MODELO DE EXERCÍCIO DA MEDIUNIDADE
  4. 4. • “Ponte” entre o mundo físico e o mundo extra- físico; • “Ferramenta” para o exercício da caridade; • “Instrumento” para o crescimento moral; • “Faculdade” fisiológica que permite o exercício de atividades “paranormais”. Mediunidade Alguns conceitos
  5. 5. • “A mediunidade não é uma arte, nem um talento pessoal, pelo que não pode tornar-se uma profissão. Ela não existe sem o concurso dos Espíritos; faltando estes, já não há mediunidade”. (O Evangelho Segundo o Espiritismo”- pág. 311, FEB, 48ª edição).
  6. 6. • “Mediunidade é talento do céu para serviço de renovação do mundo. É lâmpada que nos cabe acender, aproveitando o óleo da humildade e o combustível da boa vontade; é indispensável nutrir com ela a sublime lua do amor fraterno, a irradiar-se em caridade e compreensão para com todos os que nos cercam”. (Emmanuel)
  7. 7. • “Os fatos narrados no Evangelho e que foram até aqui considerados como miraculosos, pertencem, na maioria, à ordem dos fenômenos psíquicos, quer dizer, daqueles que têm por causa primeira as faculdades e os atributos da alma.”
  8. 8. “Saúde” na Bíblia ▪ Não existe um termo específico para dizer «saúde» no AT. O vocábulo hebraico mais próximo é shalom: paz, plenitude dos bens messiânicos (vida em abundância, integridade da pessoa no seu todo); ▪ Predomina na Bíblia hebraica os termos «vida; viver» (hayim; hauàh), traduzido nos LXX por zoé (vida). ▪ Outra terminologia é o binomio «salvar/salvação» (nos LXX: zoein/soterìa), que remetem para uma experiência de socorro, ajuda, preservação da vida. ▪ - A salvação (sotería) no NT implica não só a sanidade física, mas sobretudo a condição de bem-estar, de justiça e de liberdade, prelúdio da plenitude futura da vida.
  9. 9. “Doença” na Bíblia - Para dizer doença, a Bíblia emprega uma série de termos: «enfermidade», «debilidade», «doença» (mahalà). - O processo de passagem da doença à saúde é expresso pelo verbo «curar» (raphà). Daí a palavra «Rafael», “Deus cura”. - Nos Evangelhos, a ação de Jesus de restituir a saúde aos doente é dita pelos verbos «curar» (terapéuein), «restabelecer», «fazer resurgir» (zéstahi), «fazer reviver». - A condição de saúde é dita no NT pelos termos «estar bem», «de boa saúde (hygiàinein») e são (hygiès). - Nos Salmos, a cura ou o restabelecimento da saúde coincide com o perdão dos pecados, e uma nova comunhão com Deus (Sl 31,10-11; 32,3-5; 38,4-8; 41,5). - A justa relação com Deus, fonte de vida, é condição para gozar de prosperidade e de saúde (Sl 4,7-9; 34,13.21; 92,13-15; 128,1-3).
  10. 10. Doença • Desarmonia do Espírito em relação aos níveis energéticos elevados leva às doenças •Violência •Ressentimento •Ciúme •Ódio •Amargura •Mentiras •Maledicência •Calúnia •Intoxicação e debilitação das células
  11. 11. Recuperação da Saúde Mudança de padrão vibratório Amorterapia Ressonância com o padrão vibratório do Criador Aprender a amar
  12. 12. • A FACULDADE DE CURAR ATRAVÉS DOS FLUIDOS É COMUM, E PODE SE DESENVOLVER PELO EXERCÍCIO; • A DE CURAR ESPONTANEAMENTE É RARA E EXCEPCIONAL.
  13. 13. • MANIPULAÇÃO DOS FLUIDOS: • Quando no auxílio a doentes físicos, realizado conjuntamente por médicos e enfermeiros espirituais, plasmando renovações e transformações no comportamento celular, mediante intervenções no perispírito dos assistidos encarnados.
  14. 14. Cura Real 1 - Identificação do erro 2 - Conscientização 3 - Compromisso de regularização pelo amor e pelo bem A cura é um processo profundo de integração da pessoa nos programas superiores da vida
  15. 15. 15 A mediunidade curadora “consiste [...] no dom que certas pessoas possuem de curar pelo simples toque, pelo olhar, mesmo por um gesto, sem o concurso de qualquer medicação. O fluido magnético desempenha aí importante papel.” O Livro dos Médiuns, cap. 14. item 175
  16. 16. 16 3-1 A ação curadora depende da intervenção dos Espíritos que associam: os fluidos dos médiuns e os provenientes da natureza aos próprios fluidos. 3-2 As curas ocorrem, sempre, de acordo com os ditames da lei de causa e efeito.
  17. 17. 17 3-3 O Espírito, encarnado ou desencarnado, é o agente propulsor que infiltra num corpo deteriorado uma parte do seu envoltório fluídico. A Gênese, cap. 14.
  18. 18. 18 3-5 As forças superiores do plano espiritual são conhecidas como fluidos A 3-7 Os fluidos fornecidos pelos minerais, inclusive a a água, e os vegetais, são denominados fluidos C 3-6 O médium curador fornece fluidos ectoplásmicos: são denominados de fluidos B Nos Domínios da Mediunidade, cap. 28.
  19. 19. 19 A cura se opera pela substituição de uma molécula malsã por uma molécula sã. Vimos no cap. 14: O poder curativo estará, pois, na razão direta da pureza da substância inoculada Depende também da energia da vontade que, quanto maior for, tanto mais abundante emissão fluídica provocará e tanto mais força de penetração dará ao fluido.
  20. 20. NO FUTURO, A MEDICINA BEM SERVIDA PELA FÍSICA DAS RADIAÇÕES E PELA QUÍMICA DOS FLUIDOS, SABERÁ UTILIZAR OS PODERES ANÍMICOS E AS FORÇAS DA NATUREZA, COMO FAZIA O MÉDICO DIVINO.
  21. 21. 21 Jesus, embora estivesse vivo, pôde aparecer sobre a água, com uma forma tangível, estando alhures o seu corpo. MILAGRES Explicação de Alguns Casos Relatados Jesus caminha sobre as águas.
  22. 22. possessos
  23. 23. As libertações de possessos figuram entre os mais numerosos atos de Jesus. Àquela época, era grande o número de obsidiados e possessos, donde a oportunidade que ele teve de curar a muitos. Como eram ignoradas as leis naturais de que Jesus se utilizava para operar as curas, atribuía-se à influencia dos demônios todas as enfermidades cuja causa não se conhecia, principalmente a mudez, a epilepsia e a catalepsia. A imensa superioridade moral do Cristo lhe dava tal autoridade sobre os espíritos imperfeitos, chamados demônios, que lhe bastava ordenar se retirassem para que não pudessem resistir a essa ordem.
  24. 24. 29. - Vieram em seguida a Cafarnaum e Jesus, entrando primeiramente, em dia de sábado, na sinagoga, os instruía. - Admiravam-se da sua doutrina, porque ele os instruía como tendo autoridade e não como os escribas. Ora, achava-se na sinagoga um homem possesso de um Espírito impuro, que exclamou: - Que há entre ti e nós, Jesus de Nazaré? Vieste para nos perder? Sei quem és: és o santo de Deus. - Jesus, porém, falando-lhe ameaçadoramente, disse: Cala-te e sai desse homem. - Então, o Espírito impuro, agitando o homem em violentas convulsões, saiu dele. Ficaram todos tão surpreendidos que uns aos outros perguntavam: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Ele dá ordem com império, até aos Espíritos impuros, e estes lhe obedecem. (S. Marcos, cap. I, vv. 21 a 27.)
  25. 25. Como explicar a expulsão do demônio feita por Jesus ? R - Ensinam-nos os Espíritos que as relações no mundo espiritual são regidas por uma hierarquia que é estabelecida com base na evolução moral dos espíritos. Quanto mais evoluído moralmente o espírito, maior a sua autoridade sobre os demais. Jesus, como sabemos, é o espírito mais perfeito que conhecemos, o mais evoluído dentre os que compõem a humanidade terrena. Com sua força moral, Jesus goza de imensa superioridade sobre os demais espíritos, notadamente sobre os mais imperfeitos, aqueles que se dedicam à prática do mal e que, comumente, são conhecidos como "demônios". Com toda a autoridade que a sua superioridade moral lhe conferia, bastou-lhe ordenar ao espírito obsessor para que este deixasse o homem possesso, por não poderem resistir à sua determinação.
  26. 26. Segundo o Espiritismo, seria possível os demônios expulsos irem tomar os corpos de porcos? Por quê? O espírito não retrograda em sua evolução. O princípio inteligente, tendo atingido a fase hominal, em que se torna espírito, ainda que imperfeito ao ponto de se dedicar à prática do mal, nem por isso pode retornar ao reino animal. Esta é uma impossibilidade natural. Como diz Kardec, porque mau, não deixa de ser um espírito, razão por que não pode habitar o corpo de um animal. Assim, provavelmente, a causa da propagação dessa crença foi o desconhecimento das leis naturais, em tempos de ignorância e superstição ou, uma outra hipótese levantada por Kardec, seria "uma alegoria destinada a caracterizar os pendores imundos de certos espíritos
  27. 27. Qual a contribuição que o Espiritismo pode dar à ciência quanto ao tratamento de determinadas enfermidades? As obsessões podem trazer conseqüências danosas à saúde do obsidiado, agravando enfermidades orgânicas já instaladas ou mesmo tornando-se a sua causa. Esta circunstância era muito comum à época de Jesus. Revelando a origem da enfermidade, o Espiritismo pode dar importante contribuição à ciência, no sentido de proporcionar a cura dessas enfermidades, o que a ciência terrena não consegue, por não conhecer a causa principal do mal.
  28. 28. Por que os fariseus atribuíam ao diabo as expulsões de demônios efetuadas por Jesus? Os fariseus atribuíam a Satanás as expulsões de demônios efetuadas por Jesus devido ao desconhecimento quanto ao modo como Jesus operava as curas. Apregoavam que o bem que Jesus fazia era obra de Satanás, o que é uma incoerência, pois Satanás não poderia expulsar a si próprio. À semelhança do que ocorre ainda hoje com alguns segmentos religiosos, toda faculdade transcendente ao mundo visível era tida como sobrenatural e, em consequência, obra do demônio.
  29. 29. CAUSAS DA LOUCURA Obsessão Simples: influência através de pensamentos e intuições perniciosas sem alterar o juízo ou o livre arbítrio do individuo. Fascinação: ilusão produzida pela ação direta do próprio espírito sobre o pensamento, paralisando- lhe o raciocínio.
  30. 30. Subjugação ou Possessão: é uma constrição que paralisa a vontade daquele que sofre e o faz agir a seu mau grado. Pode ser moral (o subjugado é constrangido a tomar resoluções muitas vezes absurdas e comprometedoras) ou corporal ( o espírito atua sobre os órgãos materiais e provoca movimentos involuntários (...) pode levar aos mais ridículos atos.
  31. 31. Causas da Obsessão imperfeições morais do indivíduo, que o torna suscetível a receber e aceitar as influências maléficas do obsessor, tornando o quadro progressivamente mais grave. O obsessor seria movido, na maioria das vezes, por um sentimento de VINGANÇA contra sua vítima.
  32. 32. Distinção entre loucura de causa orgânica e obsessão “a obsessão não provém de lesão alguma cerebral, mas da subjugação que espíritos malévolos exercem sobre certos indivíduos e que muitas vezes, têm as aparências da loucura propriamente dita. Esta afecção, muito freqüente, é independente de qualquer crença no Espiritismo e existiu em todos os tempos”. “As obsessões podem agravar afecções orgânicas já existentes ou ocasioná- las”.
  33. 33. Evidências indicativas de uma causa espiritual para as possessões: • expressar habilidades não adquiridas (xenoglossia responsiva); • conhecimento de fatos distantes (clarividência), e do pensamento de outros (telepatia); • transfiguração da fisionomia, • referir a si na terceira pessoa (ela, a filha, etc) e a personalidade dominante afirma ser o demônio, • o paciente referir que sente uma força externa controlando-o, • normalidade de comportamento entre as crises, freqüência cardíaca normal apesar da intensa agitação; • ódio à religião e amnésia para as crises.
  34. 34. TRATAMENTO Considerar também a etiologia espiritual nos transtornos mentais, sem negar as causas orgânicas, pois “não é com duchas, cautérios e sangrias que podem ser remediados os casos de causa espiritual”.
  35. 35. TRATAMENTO “O essencial seria a mudança de conduta do paciente, buscando aperfeiçoar-se moralmente. Isso impediria que sintonizasse com os pensamentos maléficos do obsessor”. Passes e Preces que visariam ao reequilíbrio do obsediado Desobsessão: para demover o obsessor de seu intento através de diálogos em reuniões mediúnicas em que ele seria evocado para tal fim.
  36. 36. Kardec publicou vários relatos de casos descrevendo curas através destas evocações, negando que sejam curas espontâneas, pois os casos seriam numerosos, Descreve diversas situações em que a melhora do paciente começa a se dar (às vezes instantaneamente), no momento em que o obsessor é convencido numa reunião mediúnica a desistir de sua perseguição. Essas reuniões geralmente ocorriam sem o conhecimento do paciente e, muitas vezes, num momento desconhecido pelos familiares. Tais curas seriam uma das provas da existência da “loucura obsessional”.
  37. 37. PROFILAXIA A visão espírita ajudaria no enfrentamento das dificuldades da vida, funcionando como um amortecedor contra os eventos vitais estressantes: “O Espiritismo bem compreendido é um preservativo contra a loucura. Entre as causas mais comuns de sobreexitação cerebral, devem contar-se as decepções, os infortúnios, as afeições contrariadas, que ao mesmo tempo são as causas mais frequentes de suicídio.”
  38. 38. PROFILAXIA “ Ora o verdadeiro espírita vê as coisas deste mundo de um ponto de vista tão elevado: elas lhe parecem tão pequenas, tão mesquinhas, diante do futuro que o aguarda: a vida se lhe mostra tão curta, tão fugaz, que, aos seus olhos as tribulações não passam de incidentes desagradáveis no curso de uma viagem.O que,em outro,produziria violenta emoção,mediocremente o afeta.Demais,ele sabe que as amarguras da vida são provas úteis ao seu adiantamento, se as sofrer sem murmurar, porque será recompensado na medida da coragem com que as houver suportado. Suas convicções lhe dão, assim uma RESIGNACÀO que o preserva do desespero e, por conseguinte de uma causa permanente de loucura e suicídio”.
  39. 39. ressurreição
  40. 40. Milagroso, no sentido de ser contrário às leis da Natureza, seria o fato de voltar à vida corpórea uma pessoa que se achasse realmente morta. Não há, todavia, necessidade de se recorrer a essa ordem de fatos, para se encentrar a explicação das chamadas ressurreições operadas por Jesus. Conhecendo-se hoje o poder fluídico que Jesus possuía, nada de espantoso há em que esse fluido vivificante, acionado por uma vontade forte, haja reanimado os sentidos em torpor nos casos narrados neste item, fazendo mesmo voltar ao corpo o espírito que se encontrava prestes a abandoná-lo. Para os homens daquela época, que consideravam morto o indivíduo desde que deixara de respirar, havia ressurreição em tais casos e não cura, que foi o que na verdade aconteceu.
  41. 41. “Na verdade, o que se traduz como ressurreição na Bíblia, com exceção dos casos citados, significa reencarnação, pois a ressurreição ocorre com o perispírito ou corpo espiritual como fala Paulo aos Coríntios na sua I carta, cap. 15, 35 a 53. A Igreja Católica recita todos os dias na missa, o Credo de Nicéia, que ao ser criado em 325 da nossa era, aceitava a reencarnação e por isso cita ‘creio na ressurreição da carne’. O mesmo ocorre com outras passagem bíblicas que foram adaptadas aos conceitos e crenças pessoais de quem as traduziu. No entanto, Paulo de Tarso foi bem enfático ao afirmar que ‘a carne, e o sangue não podem herdar o Reino de Deus’. Orígenes, discípulo de São Clemente de Alexandria, analisando a Paulo, concluiu que quem ressuscita é o perispírito ou corpo espiritual. O corpo material é entregue a terra para ser destruído e o espírito ou alma vai a Deus”. Reencarnação e Ressurreição Paulo
  42. 42. “Tendo chegado à região de Cesáreia de Felipe, Jesus perguntou aos discípulos: “Quem dizem por aí as pessoas que é o Filho do homem?” Responderam: “Umas dizem que é João Batista; outras, que é Elias; outras, enfim, que é Jeremias ou algum dos profetas”. Mateus 16, 13-14
  43. 43. – "Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. – Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Por ventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? – Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.
  44. 44. – O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo. – O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito. – Nicodemos respondeu, e disse-lhe: Como pode ser isso? – Jesus respondeu, e disse-lhe: Tu és mestre de Israel, e não sabes isto?
  45. 45. – Na verdade, na verdade te digo que nós dizemos o que sabemos e testificamos o que vimos: e não aceitais o nosso testemunho. – Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais?" - (João 3.3-12).
  46. 46. Como o Espiritismo pode explicar os episódios da filha de Jairo e do filho da viúva de Naim? Depois que os órgãos vitais deixam de funcionar, o fluido vital pára de circular no organismo físico, que falece, retornando o fluido vital à massa original de onde foi extraído para animar aquele corpo. A partir deste momento, não há mais como retornar o funcionamento do corpo. Hoje, com todo o progresso alcançado pela medicina terrena, muitas das vezes, a morte do corpo físico é apenas aparente, levando a equívoco os profissionais da área. Àquela época, mais freqüentemente deveriam ocorrer acidentes dessa natureza. Não se tomava nenhuma precaução para evitá-los e o sepultamento do corpo era realizado imediatamente após a sua aparente morte. >>>
  47. 47. É, portanto, de todo provável que, tanto no caso da filha de Jairo, como no do filho da viúva de Naim, tenha ocorrido semelhante acidente, mais precisamente um caso de letargia, quando o corpo fica inteiramente inerte e, até, há um começo de decomposição. Aliás, Jesus, desde logo, afirmou aos presentes, no caso da filha de Jairo: "esta menina não está morta, está apenas adormecida", contestando a impressão dos presentes, de que ela desencarnara. >>>
  48. 48. Utilizando seu grande poder magnético, associado à forte vontade de curá-los, Jesus aplicou-lhes uma transfusão de fluido magnético, salutar, vivificante, reanimando os órgãos que se encontravam entorpecidos. Para o povo que então desconhecia determinadas leis naturais, desde que o indivíduo deixara de respirar era considerado morto. Como os que consideravam mortos retomaram a vida, a ação de Jesus foi interpretada como o milagre da ressurreição e não a cura, que, de fato, aconteceu. Com isso, reativou a circulação do fluido vital, mantendo preso ao corpo o espírito que se encontrava prestes a abandoná-lo, uma vez que os laços perispirituais ainda não se haviam rompido.
  49. 49. Para o povo que então desconhecia determinadas leis naturais, desde que o indivíduo deixara de respirar era considerado morto. Como os que consideravam mortos retomaram a vida, a ação de Jesus foi interpretada como o milagre da ressurreição e não a cura, que, de fato, aconteceu.
  50. 50. No episódio da "ressurreição de Lázaro", as circunstâncias foram semelhantes aos da filha de Jairo e do filho da viúva de Naim. Diziam que Lázaro encontrava-se havia quatro dias no sepulcro e que, por isso, o seu retorno à vida teria sido um caso de ressurreição. Kardec explica, no entanto, que há casos de letargia em que o corpo físico permanece inerte por cerca de oito dias ou mais. O corpo de Lázaro já cheirava mal, narra o Evangelho, o que é sinal de decomposição. Todavia, em muitos casos de letargia, há a decomposição parcial do corpo antes da morte, o que provoca o cheiro de podridão. Esta circunstância, no entanto, não configura a morte do corpo físico, pois esta somente se verifica quando há a falência completa de órgãos essenciais à manutenção da vida. Além disso, Kardec destaca que nenhuma certeza poder-se-ia ter de que o corpo cheirava mal, uma vez que já se encontra sepultado havia quatro dias, não passando essa informação de uma suposição de Maria, sua irmã, que fez a afirmação.
  51. 51. As curas comentadas podem ser consideradas casos de "ressurreição"? R - A ciência comprova ser impossível que o corpo físico volte a ter vida após a falência total de seus órgãos vitais. A lei de destruição, por outro lado, demonstra que os corpos orgânicos transformam-se, adquirindo novas formas e integrando novos corpos que surgem. Sendo assim, o corpo físico não poderá jamais readquirir vida após a sua morte, pois isso seria contrário às Leis Naturais. O Espiritismo ensina que, após a morte do corpo físico, o espírito o deixa e não mais pode retomá-lo, somente voltando à vida física em outro corpo, que nada tem a ver com o anterior, através da reencarnação.
  52. 52. As curas comentadas podem ser consideradas casos de A questão da ressurreição não era corretamente compreendida à época de Jesus, como ainda acontece nos dias de hoje por parte de alguns segmentos religiosos. Assim, os episódios acima apontados são exemplos das inúmeras curas de enfermidades físicas operadas por Jesus, através de seu poder magnético, não podendo ser entendidos como casos de ressurreição. A ressurreição, para o Espiritismo, é o ressurgimento do espírito para a vida espiritual, após a morte do corpo físico.
  53. 53. Jesus caminha sobre a água
  54. 54. 55
  55. 55. É nas propriedades do fluido perispirítico que se encontra a explicação do fenômeno ocorrido ao caminhar Jesus sobre a água, bem como a sua transfiguração e a aparição de Moisés e Elias, ambas ocorridas no Monte Tabor e diante dos discípulos Pedro, Tiago e João. De todas as faculdades que Jesus revelou, nenhuma se pode apontar estranha às Leis Naturais e às condições em que se encontram comumente nos homens, porque estão todas na ordem da Natureza.
  56. 56. Pela superioridade, porém, da sua essência moral e de suas qualidades fluídicas, aquelas faculdades atingiam nele proporções muito acima das que são vulgares. Embora em seu envoltório carnal constituído da mesma matéria dos homens comuns, Jesus deixava patenteado o estado de puro Espírito.
  57. 57. O texto evangélico de Mateus não explica as leis que regeram a produção do fenômeno narrado, até por que, àquela época, eram desconhecidas. Com a revelação trazida pelo Espiritismo acerca das leis que regem a vida espiritual, pode-se concluir, ainda que hipoteticamente, que se tratou de um fenômeno absolutamente natural, ocorrido de acordo com as leis da Natureza e que foi tratado como milagre por serem estas ignoradas à época. Kardec apresenta duas hipóteses que explicariam naturalmente a ocorrência do fenômeno. Na primeira, se explicaria pela possibilidade de Jesus haver neutralizado a ação da gravidade sobre o seu corpo, à semelhança do que ocorria com os fenômenos das mesas girantes. Com sua alta capacidade de manipular as leis da Natureza, Jesus envolveu seu corpo físico com uma espécie de atmosfera fluídica que neutraliza o efeito da gravitação. Esse fluido deu ao seu corpo, momentaneamente, maior leveza, permitindo-lhe manipulá-lo e deslocá-lo por sobre a água.
  58. 58. Outra hipótese, admitida por Kardec como a mais provável e que também se encontra perfeitamente de conformidade com as leis da Natureza, é a aparição por sobre a água ter se dado através do fenômeno da aparição. Mediante a modificação molecular do perispírito, Jesus o teria condensado ao ponto de torná-lo momentaneamente visível aos discípulos que se encontravam na barca, ficando seu corpo físico em outro local. No fenômeno de transfiguração, o espírito opera uma transformação fluídica em seu perispírito, alterando-lhe a aparência. Sendo o perispírito um corpo de contextura semi-fluídica e semi-material, que irradia em torno do corpo físico, pode o espírito, mediante a transformação dessa camada fluídica e através de seu psiquismo, operar uma transformação da imagem real do corpo físico, pois este reflete a aparência do perispírito.
  59. 59. A transfiguração espelha sempre as qualidades morais do espírito e os seus sentimentos. Sendo Jesus um espírito elevado, o mais elevado que o planeta conhece, totalmente depurado, em seu estado definitivo e que se identifica inteiramente com as Leis Divinas, seu psiquismo somente poderia produzir a aparência bela, com "vestes brilhantemente luminosas e brancas qual a neve", conforme relatado pelo evangelista.
  60. 60. A aparição de Moisés e Elias a Jesus, ocorrida no Monte Tabor e presenciada por Pedro, Tiago e João, deu-se de maneira absolutamente natural, como ocorrem todos os fenômenos do mesmo gênero. Mediante a modificação molecular de seus perispíritos, tornando-os momentaneamente mais densos, Moisés e Elias, desencarnados, tornaram-se visíveis a Jesus e aos apóstolos, a quem queriam se mostrar. Essa condensação perispirítica se explica por ser o perispírito formado de substância etérea, plasticizada, adaptável conforme o psiquismo do espírito, permitindo-lhe tornar- se visível aos encarnados.
  61. 61. O fato de Jesus permanecer dormindo durante a tempestade que atingiu a barca de seus discípulos mostra que não via perigo algum para eles. Na hipótese de haver espíritos que atuem sobre os elementos da Natureza, o episódio pode ter resultado de um ato de autoridade de Jesus sobre eles. Quanto à passagem conhecida como "Bodas de Caná", provavelmente, não foi um fato real, porém mais uma das parábolas usadas por Jesus para se fazer entender e que foi tomada como realidade Uma outra hipótese levantada por Kardec é que Jesus pode ter aplacado a tempestade dando ordens neste sentido aos espíritos encarregados de operar os fenômenos da Natureza. Ainda não conhecemos bastante os segredos da Natureza para dizer se há ou não inteligências ocultas presidindo à ação desses elementos, explica Kardec. Na hipótese de haver, o fenômeno em questão poderia ter resultado de um ato de autoridade de Jesus sobre esses espíritos e provaria um poder que a nenhum homem é dado exercer, conclui o Codificador.
  62. 62. BODAS DE CANAÃ
  63. 63. Segundo Kardec, através da modificação da propriedade dos fluidos poder-se-ia explicar a transformação da água em vinho? A transformação da água em vinho, se ocorrida de fato, pode ser explicada pela ação do magnetismo de Jesus. Através de uma transformação fluídica nas propriedades da água, Jesus pode ter lhe dado o sabor do vinho, o que é pouco provável, afirma Kardec, porque, nesta hipótese, a água, tendo do vinho unicamente o sabor, houvera conservado a sua coloração, o que não deixaria de ser notado pelos presentes.
  64. 64. Todos os atos de Jesus e todo o ensinamento por ele deixados são de natureza puramente espiritual. Jesus não praticou um só ato que não trouxesse um ensinamento moral ou que aliviasse a dor de alguém. Admitindo-se como reais os fatos narrados, vemos que se trata de um ato de efeito puramente material, que contraria a pedagogia de que se utilizou para transmitir aos homens a sua mensagem. Como ressalta Kardec, seria um ato de efeito puramente material e que apenas serviria para atrair a curiosidade do povo, sempre sensível aos fenômenos que consideravam sobrenaturais.
  65. 65. Jesus, certamente, sabia que conseguiria maior repercussão para sua mensagem se praticasse atos que trouxessem alívio para as dores, cura para os doentes e obsidiados do que produzindo um efeito dessa natureza. Provavelmente, durante a festa, terá ele aludido ao vinho e à água, tirando de ambos um ensinamento. No entanto, seja como for, não se pode afirmar que o fato não se tenha passado como narrado pelo evangelista, embora, Mais racional e coerente com a sua passagem pelo mundo da matéria, é se admitir tenha sido esta uma das parábolas contadas por Jesus para transmitir seus ensinos e que foi tomada como real.
  66. 66. KARDEC, A. A Gênese, Livro dos espíritos, Livro dos Médiuns. “Curas” do livro Desperte e Seja Feliz de Joanna de Ângelis - Divaldo Pereira Franco AKSAKOF, Alexandre. Animismo e Espiritismo. BOZZANO, Ernesto. Pensamento e Vontade. DOYLE, Arthur Conan. História do Espiritismo ANDRADE, Hernani Guimarães de. Espírito Perispírito e Alma. ENCICLOPÉDIA LUSO-BRASILEIRA DE CULTURA. Lisboa: Verbo, Bíblia (Novo e Velho Testamento) Livro dos Espíritos – Allan Kardec Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec Visão Espírita da Bíblia – J. Herculano Pires A Reencarnação Segundo a Bíblia e a Ciência - José Reis Chaves Analisando as Traduções Bíblicas - Severino Celestino da Silva A Obsessão e seu Tratamento Espírita, Celso Martins. Sessões Práticas e Doutrinárias do Espiritismo, Aurélio A. Valente, FEB. Estudando a Mediunidade, Martins Peralva. A Obsessão e suas Máscaras, Marlene R. S. Nobre, Fé. Estudos Espíritas do Evangelho, Therezinha Oliveira . Possessão Espiritual, Dra. Edith Fiore. A Bíblia à Moda da Casa, Paulo Neto. Bibliografia Consultada
  67. 67. (Mateus 14,31)
  68. 68. “Ainda tenho muito que vos dizer; mas vós não o podeis suportar agora.” João, 16:12
  69. 69. (Mateus 14,31)
  70. 70. Você conhece esse cena do Evangelho, não é? Ela retrata o momento em que Jesus anda sobre as águas e socorre o discípulo Pedro. Desesperado... afundando nas ondas agitadas!
  71. 71. O que aconteceu com Pedro? Ele e os outros discípulos estavam numa barca atravessando para outra margem. Jesus os vê na barca agitada pelo vento forte “Caminhando sobre o mar”. e vai ao encontro deles.
  72. 72. Pedro vendo Jesus pede-Lhe para ir até Ele. ”Vem”, Jesus diz. Pedro sai do barco e vai andando... Enquanto confia em Jesus, ele fica de pé sobre as águas!
  73. 73. Mas... A “violência do vento redobrou”. Pedro teve medo e afunda gritando: “No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse”:
  74. 74. Ao gritar: “Senhor”, Pedro afirma que está diante Daquele que pode sobre terra, céu e mar. Ao gritar -“salva-me”- está diante Daquele que se faz Misericórdia, socorrendo a todos que Lhe pedem. Pedro via acontecer isso...
  75. 75. Mesmo assim, Pedro tem medo... Na pergunta que faz a Pedro, o Senhor está ensinando que não basta ter confiança quando tudo está tranqüilo. Mas manter a fé mesmo na tempestade!...
  76. 76. Como nos identificamos com Pedro, não é mesmo? Mas ele também nos ensina! Ele mostra que o discípulo de Jesus não é aquele que nunca afunda, mas o que sempre volta a confiar.
  77. 77. Quantas vezes acontece coisa semelhante conosco!... Quando as ondas do mar da vida se agitam e parece Ele diz “vem”, e até damos passos na sua direção. Mas de repente o vento sopra mais forte, as ondas dos problemas se agigantam... que nosso barco vai virar ... Sim... Clamamos por Jesus. E temos medo...
  78. 78. O medo nos paralisa. Impede de percebermos as mãos fortes de Jesus segurando a nossa para não afundarmos. Mas as mãos de Jesus estarão sempre lá, onde necessitarmos delas.
  79. 79. Se estivermos afundando em mares bravios de problemas, mas reconhecermos que Jesus tudo pode, e que acima da nossa pouca fé, está a Sua misericórdia infinita...
  80. 80. Basta gritarmos como Pedro: Ele há de segurar nossa mão com a firmeza com que segurou a de Pedro. Obrigado (a), Senhor!...

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