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O diario de UM CÃO
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O diario de UM CÃO

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O diario de um pobre caozinho,leiam!

O diario de um pobre caozinho,leiam!

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  • 1. Diário de um Cão…Abrimos e lemos tantose-mails que não custaperder 2 minutos e fazero mesmo com este.
  • 2. Hoje, eu nasci…Tão frágil… Tão pequenino… Que impressão!
  • 3. Completo hoje uma semana de vida.Estou feliz por ter chegado são e salvo a este mundo!
  • 4. 1º MêsA minha mãe cuida tão bem de mim!
  • 5. 2 Meses: Hoje separaram-me da minha mãe. Olhei para ela,estava inquieta. Com o seu olhar, disse-me “adeus”.Espero que a minha nova família humana gostede mim e me trate tão bem como a minha mamã ofez!
  • 6. 4 Meses:Cresci rápido! Tudo me chama a atenção. Hávárias crianças na casa. São como“irmãozinhos” para mim! Estamos sempre abrincar: eles puxam-me o rabo e eu mordo-os,mas sem os aleijar, claro! É só a brincar!
  • 7. 5 MesesHoje deram-me uma “bronca”. A minha donaficou aborrecida comigo porque eu fiz “pipi”dentro de casa. Mas nunca ninguém meensinou onde podia fazê-lo… Além disso,durmo no hall de entrada. Estava tão aflitinhoque não deu para aguentar…
  • 8. 8 MesesSou um cão feliz! Tenho o calor de um lar, sinto-me tãoseguro, tão protegido… Acho que a minha família humana meama e permite que eu faça muitas coisas! O pátio é todinhopara mim e, por vezes, entusiasmo-me e cavo a terra toda talcomo os meus antepassados, os lobos, quando escondiam acomida. Nunca me educam. Acho que devo estar a fazer tudodireitinho!
  • 9. 12 Meses Hoje completo um ano. Sou um cão adulto! Os meus donos dizem que cresci mais do queeles estavam à espera. Devem estar mesmoorgulhosos de mim!
  • 10. 13 MesesHoje acorrentaram-me… Quase não me possomovimentar. Mal consigo procurar um raio de solou abrigar-me à sombra, se o calor for demasiado.Dizem que vão estar de olho em mim e que souum ingrato. Não faço ideia do que poderá estar aacontecer…
  • 11. 15 MesesJá nada é como dantes. Moro na varanda sozinho.Sinto-me muito só… A minha família já não mequer! Às vezes, esquecem-se de que tenho fomee sede. E quando chove, nem sequer tenho umtecto que me abrigue…
  • 12. 16 MesesHoje desceram-me da varanda. Estou certo deque me perdoaram! Fiquei tão contente que saltiteide alegria. Até o meu rabo parecia um ventilador.Além disso, vão levar-me para passear com eles!
  • 13. Fomos para a estrada e, de repente, os meusdonos pararam o automóvel. Abriram a porta e eudesci, feliz, a pensar que íamos passar o dia emfamília, no campo. Não compreendo por quefecharam a porta e se foram embora sem mim… -“Ouçam, esperem!”, lati vezes sem conta.Esqueceram-se de mim… Corri com todas asminhas forças atrás do carro. A minha angústiacrescia ao perceber que não paravam e queestava a perder o fôlego. Esqueceram-se mesmode mim… Como poderá ter acontecido?
  • 14. 17 MesesProcurei, em vão, encontrar o caminho de volta paracasa. Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existempessoas de bom coração que me olham com tristeza eme dão alguma coisa para comer. Agradeço-lhes com omeu olhar, do fundo da minha alma. Quem me dera quealguma me adoptasse… Seria leal como ninguém. Masapenas murmuram: “Pobre cãozinho! Deve ter-seperdido!”
  • 15. 18 MesesHoje passei perto de uma escola e vi muitosjovens e crianças que me lembraram os“irmãozinhos” que ganhei na minha famíliaadoptiva. Aproximei-me, e um grupo deles, rindo,atirou-me com pedras só para ver quem tinha“melhor pontaria”. Uma dessas pedras atingiu-menum olho e desde então que não vejo dele.
  • 16. 19 MesesComo as coisas mudam… Parece mentira!Quando era mais bonito, as pessoas tinhamcompaixão de mim. Agora estou muito fraco, omeu aspecto mudou. Perdi o meu olho e aspessoas mostram-me logo um pau ou umavassoura quando tento deitar-me um pouco àsombra.
  • 17. 20 MesesQuase não consigo mexer-me! Hoje, quando estavapara atravessar a estrada, fui atropelado por umcarro. Eu ainda estava num lugar a que seguro a quechamam “passeio”, à espera, e nunca esquecerei oolhar de satisfação do condutor, que até sevangloriou por me ter acertado. Mais valia que metivesse matado ali. A dor é terrível! É praticamenteinsuportável!
  • 18. As minhas patas traseiras não me obedecem. Nãomexem… Com grande dificuldade, arrastei-me atéà relva ali perto.
  • 19. Há 10 dias que estou ao sol, ao frio, à chuva,sempre sem comer. Já não sou capaz de memexer. A dor é insuportável! Sinto-me muito mal.Estou num lugar húmido e até o meu pêlo está acair…
  • 20. Algumas pessoas passam e nem me vêem.Outras dizem apenas “Não chegues perto!” Já estou quase inconsciente mas algo estranhome dá força para abrir os olhos. A doçura da voz fez-me reagir: “Pobre cãozinho, olha como tedeixaram…” Junto dela estava um senhor de bata branca.Começou a tocar em mim, e por fim disse: “Sintomuito, senhora, mas já não há nada a fazer. É melhorque páre de sofrer.”
  • 21. A gentil senhora, com as lágrimas no rosto,concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a,agradecendo-lhe por me ajudar a descansar. Sentiapenas a picada da injecção e adormeci parasempre, a pensar em por que tive de nascer seninguém me queria…
  • 22. Ajude a abrir as consciências dos ignorantes e, assim, acabar com os maus tratos aos animais, nomeadamente com o problema dos gatos e cães de rua.
  • 23. Reenvie este email a quantas pessoas puder. Não custa nada!Se é tão fácil reencaminhar piadas, cartoons e outras coisas, então também não custa reencaminhar esta mensagem.
  • 24. Obrigada! Adaptação de documento brasileiro. SB.

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