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HistóRia HistóRia Document Transcript

  • EB 2,3 De Quarteira nº2 Ano Letivo 2008/2009 Os novos Modelos Culturais Trabalho Realizado Por: Daniela Palmas Nº10 Inês Correia Nº14 Matheus Ramos Nº19 Índice
  • Introdução------------1 Características do Romantismo----2 Características do Impressionismo---4 Características do Realismo----6 Biografia de Claude Monet---7 Biografia de Tómas Da Anunciação---10 Biografia de Millet----12 Conclusão----14 Anexos---15
  • Introdução No século XIX a arte e literatura sofreram diversas e importantes mudanças, no reflexo da evolução da sociedade e do gosto e sensibilidade estética da época. Paris continuava a ser o grande centro cultural europeu, a partir do qual se desenvolveram e difundiram os novos movimentos artísticos e literários. Nesse trabalho vamos abordar somente a arte, como a pintura, muitos movimentos artísticos apareceram devido aos fatores acima referidos. Especificamente três grandes movimentos como o Romantismo, o Realismo e o Impressionismo, a seguir tem as suas características e a biografia de um pintor de cada movimento. Características do Romantismo
  • O Romantismo se afirmou no inicio do século XIX e teve maior impressão em França, na Grã-Bretanha e na Alemanha, em pintores como Delacroix, Constable e Turner. Os artistas românticos romperam o Neoclassicismo*, que então vigorava, e desenvolveram novas tendências: Valorizaçao do individuo, dos seus sentimentos e emoções, da imaginação e dos sonhos: as obras são o espelho desse mundo interior rico e criativo, mas também dramático; Desenvolvimento do gosto pelo fantástico, pelo mistério, pelo trágico: o artista romântico gosta de retratar monumentos em ruínas, naufrágios, tempestades, catástrofes naturais …; Inspiração na Natureza e na Paisagem, assim como no mundo rural: a sua pureza e genuidade contrastavam com o ambiente urbano, já <<corrompido>> pela civilização industrial (poluição, degradação das condicoes humanas nas fabricas enos bairros operários); por isso, muitos artistas pintavam ao ar livre; Interesse pelas tradicoes populares, pelas lendas e pelo passado histórico, por conferirem identidade a um povo ou a uma nação; a Idade Media ocupava um lugar especial, visto ser o período no qual nasceram muitas nações europeias
  • Vista de Amora (1852) Tomás Anunciação Características do Impressionismo Em meados da década de 1860, surgiu em França um conjunto de artistas, entre os quais se evidenciaram Degas, Renoir e Monet, que rompeu com as regras convencionais da pintura: A perspectiva; O contorno das figuras; O contraste claro-escuro.
  • Revolucionando o universo pictório com a introdução de novas formas de representação e composição. Esta corrente artística ficou conhecia por Impressionismo. A intenção do artista impressionista era captar instantaneamente momentos fugazes e irrepetíveis da vida. Como? Por meio de pinceladas rápidas, curtas e vibrantes e recorrendo à justaposição de cores, o artista procurava captar e fixar no quadro os efeitos de luz sobre os objetos e as paisagens, no momento precioso em que os observava. Para tal, contribuíram os estudos de Newton sobre a decomposição da luz. O impressionista preferia, por isso, a pintura ao ar livre, retratando ambientes alegres, ligados à diversão e ao lazer. Avanço da industrialização foi acompanhado por mudanças na arquitectura, empreendidas não por arquitectos mas por engenheiros, os quais revolucionaram técnicas e os materiais usados. Passaram a se utilizar o ferro, o aço, o cimento, o tijolo e o vidro no lugar da pedra. As estruturas tornaram-se mais funcionais e utilitárias, visando responder às exigências impostas pelo crescimento urbano acelerado. Uma das obras mais emblemáticas foi a Torre Eiffel, da autoria do engenheiro francês Eiffel apresentada na Exposição Internacional de Paris em 1889.
  • Casa de Monet em Argenteuil Características do Realismo Enquanto os românticos se refugiavam na Natureza, no passado e no mundo interior do individuo, uma nova geração de escritores e artistas, animada pelos novos ideais revolucionários e socialistas, sentiu como seu dever denunciar as desigualdades e injustiças sociais, que separavam cada vez mais o proletariado pobre da burguesia industrial e financeira, rica, poderosa e influente. Influencia pelo cientismo e pelo positivismo, os realistas consideravam que a arte e a literatura deviam retratar a realidade de forma exacta e objectiva, sem sentimentalismo nem idealismo. Entre os pintores, distinguiam-se Millet e Courbet. Em Portugal, destacou-se na pintura, os artistas, como Silva Porto e José Malhoa, exploraram a vertente naturalista assente na fidelidade do retrato e da representação da paisagem e dos costumes.
  • Mulher na Janela Biografia: Impressionismo Claude Monet Oscar-Claude Monet nasceu em Paris, França, 14 de Novembro de 1840 e morreu em Giverny, 5 de Dezembro de 1926. Ele foi um pintor francês, o mais célebre entre os pintores impressionistas. Curiosidade: O termo impressionismo surgiu devido a um dos primeiros quadros de Monet, quot;Impressão, nascer do solquot;. A figura mais representativa do impressionismo é Claude Monet. Mais que o tema ou a composição da paisagem, interessa-lhe a mudança incessante da luz ao longo do dia, que representa por meio da técnica das pinceladas justapostas. Com a intenção de registar as mínimas variações de luz sobre o mesmo objecto, pintou as suas famosas séries, que consistem em pintar o mesmo motivo e com tantas iluminações quanto possível. É famosa a “Catedral de Rouem”, que contam com uma quarentena de quadros.
  • A decomposição da forma em beneficio da cor atinge o seu ponto culminante na serie “Os Nenúfares”. Primeiros anos Seu pai, Claude-Auguste, tinha uma mercearia modesta. Aos cinco anos, sua família mudou-se para Le Havre, na Normandia. Seu pai desejava que Claude continuasse no comércio da família, mas ele desejava pintar. Foi a sua tia Marie-Jeanne Lecadre que o apoiou a seguir a carreira de artística, pois ela fora também pintora. Em 1851, Monet entrou para a escola secundária de artes e acabou se tornando conhecido na cidade pelas caricaturas que fazia. Nas praias da Normandia, Monet conheceu, por volta de 1856, Eugène Boudin, um artista que trabalhava extensivamente com pintura ao ar livre nessas mesmas praias, e que lhe ensinou algumas técnicas ao ar livre. Em 28 de janeiro de 1857, sua mãe morreu e, aos dezesseis anos, Monet abandonou a escola e foi morar com sua tia Marie-Jeanne Lecadre. Em 1859, Monet foi para Paris estudar pintura, e foi aí que conheceu a sua primeira mulher, Camille. Monet retratou-a muitas vezes, em quadros onde ela aparecia mais do que uma vez na mesma pintura. Em 1859, Monet mudou-se para Paris. Frequentava muito o museu do Louvre onde copiava os grandes mestres. Em 1861, ele foi obrigado a servir no Exército na Argélia. Sua tia Lecadre concordou em conseguir sua despensa do serviço caso Monet se comprometesse a cursar Artes na universidade. Ele deixou o exército, mas não lhe agradou o tradicionalismo da pintura acadêmica. Decepcionado com o ensino da pintura acadêmica na Universidade, em 1862 ele foi estudar artes com Charles Gleyer em Paris, onde
  • conheceu Pierre-Auguste Renoir, Frédéric Bazille e Alfred Sisley. Juntos desenvolveram a técnica de pintar o efeito das luzes com rápidas pinceladas, o que mais tarde seria conhecido como impressionismo. Monet teve uma catarata no fim da sua vida. A doença o atacou por causa das muitas horas com seus olhos expostos ao sol, pois gostava de pintar ao ar livre em diferentes horários do dia e em várias épocas do ano, o que foi outra característica do Impressionismo. Durante sua doença Monet não parou de pintar, - usou nessa época de sua vida cores mais fortes como o vermelho-carne e vermelho goiaba, cor tijolo, entre outros vermelhos e cores mais fortes. Em 1911, com o falecimento de Alice e seu problema de visão, Monet perdeu um pouco a vontade de viver e pintar. Sua vontade só seria animada com a amizade de Georges Clémenceau, que lhe escrevia cartas de apoio. Monet morreu em 1926 e está enterrado no Cemitério da Igreja de Giverny, Eure, na Haute-Normandia. Quadros: Nenúfares Catedral em Rouen
  • Casa de Monet em Argenteuil Biografia Romantismo: Tomás da Anunciação Tomás José da Anunciação nasceu em 1818, vindo a falecer em 1879, sendo um pintor da época do romantismo que, após tentar vários gêneros, acabou se dedicando à pintura de animais, no que mais se distinguiu, superando a muitos de seus contemporâneos. Não sendo conhecida, em seu tempo, a arte fotográfica, era comum artistas serem contratados para reproduzir obras alheias, seja para a edição de livros, seja para a impressão de «posters» litografados que alcançavam altos preços. Foi assim que, em 1842, tendo apenas 24 anos, Tomás da Anunciação, arrumou sua primeira atividade profissional, sendo contratado por Raczynski como copista, trabalho que exerceu por algum tempo. Em 1852, participou da 3ª Exposição Trienal da Academia Real de Belas-Artes e, na mostra seguinte, estreou com a apresentação de quadros animalistas, entre eles, O sendeiro (veja abaixo a imagem em branco e preto). Todavia, sua obra prima foi O vitelo (veja abaixo), pintada em 1871 e inscrita na Exposição de Madri, onde foi premiada com a 1ª medalha. Os animais, que constituem o maior volume e a principal fase de toda sua obra, se acham espalhados por museus de toda Europa e nas mãos de vários colecionadores.
  • Quadros Vista de Amora Vitelo
  • Biografia Realismo Millet Jean-François Millet (4 de Outubro, 1814 – 20 de Janeiro, 1875) Pintor romântico e um dos fundadores da Escola de Barbizon na França rural. É conhecido como percursor do realismo, pelas suas representações de trabalhadores rurais. Junto com Courbet, Millet foi um dos principais representantes do realismo europeu surgido em meados do século XIX. Sua obra foi uma resposta à estética romântica, de gostos um tanto orientais e exóticos, e deu forma à realidade circundante, sobretudo a das classes trabalhadoras. Millet era filho de um latifundiário, nascido na vila de Gruchy, em La Hague, na Normandia. Recebeu suas primeiras aulas de pintura em 1834, no estúdio dos pintores Paul Dumouchel, Jérome Langlois e Chevreville, em Cherbourg. Mudou-se depois para Paris, em 1838, onde continuou sob a orientação do pintor Paul Delaroche, dedicando-se a estudar os grandes mestres do Louvre, principalmente Giorgione, Michelangelo e Poussin. O início de sua carreira como artista foi muito difícil. Precisava ganhar a vida pintando quadros a pastel no estilo rococó. Após 1840, decide abandonar o Academismo e fica sob a influência de Daumier. Nessa época consegue se apresentar pela primeira vez no Salão de Paris e conhece os pintores Théodore Rousseau e Constant Troyon, que o influenciaram a mudar-se para o campo. Ele acabou indo para o povoado de Barbizon. Lá viveria toda a sua vida, longe da cidade que detestava e pintando seus célebres quadros de camponeses, que tantas críticas despertaram entre os conservadores franceses. Em 1849 abdica definitivamente de Escola de Barbizon para se dedicar por inteiro às suas representações de trabalhadores rurais das mais diversas áreas.
  • Suas obras sobre camponeses foram consideradas sentimentais para alguns, exageradamente piegas para outros, mas a verdade é que as obras de Millet em nenhum momento suscitaram indiferença. Na tepidez de seus ocres e marrons, no lirismo de sua luz, na magnificência e dignidade de suas figuras humanas, o pintor manifestava a integração do homem com a natureza. Alguns temas eram tratados talvez com um pouco mais de sentimentalismo do que outros. No entanto, é nos pequenos gestos que se pode descobrir a capacidade de observação deste grande pintor. Exemplo disso é sua famosa tela Angelus (1859), hoje no Louvre. Quadro Pastora com o seu Rebanho Angelus Biografia
  • LAGARTIXA, Custódio; PEREIRA, Helena; GOMES, José; Viver a História 8º; Santillana Constancia, Carnaxide; 2007 www.wikipedia.pt www.google.com.br