Gerir e organizar_a_biblioteca_escolar_mjvitorino[1]

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  • Apresentação em diaporama de noções sobre gestão e organização de bibliotecas escolares, para uso em situações de formação. Trabalho desenvolvido no âmbito do Curso de Formação de Formadores on-line sobre BE’s promovida pela DGIDC/RBE,1ª turma. Domínio 3. 26 de Abril de 2007 O trabalho foi realizado pelas duas na matriz dos conteúdos, Cada uma trabalhou., depois, graficamente a sequência de 29 diapositivos. Usou-se o Microsoft Powerpoint O objectivo deste material não é o de sintetizar informação, para consulta, mas o de induzir a participação dos grupos em formação e promover o registo de dos cursos, para confronto e debate. A sua utilização em formato projectável prevê cerca de 45 minutos de sessão de formação (com cerca de 3 minutos em média por diapositivo). No caso de ser utilizado com acesso em linha assíncrono, o tempo não é calculável, mas a ordem alfabética facilita a leitura e minora as dificuldades quando se retoma o documento após interrupção.
  • Gerir e organizar_a_biblioteca_escolar_mjvitorino[1]

    1. 1. Gerir e Organizar Bibliotecas EscolaresIntrodução à Gramática da Gestão de BibliotecasFormaçãoPortugal, 2007Maria José Vitorino mariajosevitorino@gmail.comc/ Ana Melo Santos aninhasmelo@netcabo.pt
    2. 2. FundamentosAs questões da identidade são essencialmente questões de linguagem. (…)A linguagem (...) é uma componente maior da subjectividade. (…) a identificação social é um mecanismo essencial da construção dos sujeitos. (…)(…) falar da sua vida é, para a maioria das pessoas, uma operação de alto risco, mesmo quando tem confiança no seu interlocutor. Claude Dubar (2006) A cride das identidades: a interpretação de uma mutação. Lisboa: Celta
    3. 3. Quem gere (ou interfere na gestão) bibliotecas escolares, comque palavras/discursos fala disso? Onde está o sujeito? Quantos sujeitos ? Bibliotecário Escolar e  “Rede” (conversa na Equipa (Manifesto informal entre da Unesco) professores e Escola e na Equipa, e estruturas do seu Coordenador Ministério)? (Guidelines IFLA)  SABE (Bibliot. Munic. / Conselho Executivo? Autarquias)? Conselho Pedagógico?  ….. Assembleia de Escola?
    4. 4. A caminho da gestão colaborativa, da responsabilidadepessoal e social.Relações entre sujeitos Pronomes tu ele/ela eu outro nós vós eles/elas euProximidade Assertividade eles/elasAcesso LiderançaProjecto Negociação nósColaboração Comunidade (s) eu outrosCooperação InteracçãoParceria Ética
    5. 5. Acção e reacção VerbosAgente Paciente  Conceber (visão)  Ouvir  Desenvolver  Sentir  Inquirir  Lembrar  Observar  Entender  Interpretar  Estar disponível  Planear  Ser avaliado  Comunicar  Reflectir/Avaliar
    6. 6. Objectos Complementos (i) Gerimos, organizamos uma biblioteca de tipologia definida (escolar), um serviço educativo com uma missão específica, de acordo com a cultura da escola e da comunidade em que se insere Gerimos, organizamos recursos  Materiais  Espaço/Lugar (acesso presencial e/ou virtual)  Tempo, tempos  Verbas (existência, ausência, carência)  Gente (idem)  Informação  Conhecimento (inc. curriculum)  Serviços (servir bem, só a olhar a quem…)  Projectos (delimitados temporalmente)
    7. 7. Objectos Complementos (ii) Gerimos para promover/regular  modos de uso dos recursos (quais?)  desenvolvimento de competências (inc. atitudes)  construção de referências/valores/memórias (porquê essas e não outras?)
    8. 8. Objectos Complementos (iii) Gerimos para quem?  Destinatários contemporâneos  Alunos  Docentes  Pessoal Não Docente  Famílias  Administração educativa (local, regional, nacional)  Destinatários futuros  Indivíduo(s)  Comunidade(s)
    9. 9. Objectos Complementos (iv)Fins2 exemplos Imaginação Competências leitoras
    10. 10. Estratégias. Promoção da imaginação Porquê?Amos Oz (2006). Contra o fanatismo. Lisboa: Asa Acredito, de uma forma simples e cautelosa, que a imaginação possa servir de protecção parcial e limitada contra o fanatismo. Neste momento, bem gostaria de vos dizer que a literatura é a resposta, porque a literatura contém um antídoto contra o fanatismo, que é a injecção de imaginação nos leitores. Gostava de poder receitar simplesmente: leiam literatura e ficção e ficarão curados do vosso fanatismo. Infelizmente, não é assim tão simples.
    11. 11. Estratégias. Promoção da imaginação Imaginação & LiteraturaInfelizmente, muitos poemas, muitas histórias e dramas ao longo da História foram utilizados para fomentar o ódio e a superioridade moral nacionalista. Apesar de tudo, há algumas obras literárias que julgo poderem ajudar até certo ponto.
    12. 12. Estratégias. Promoção da imaginação Imaginação & Literatura SeleccionadaShakespeare. Gogol. Kafka. FaulknerY. Amijai: Onde temos razão não podem crescer flores (selecção Amos Oz)Camões Quem não sabe Arte não a estima (sel. minha)
    13. 13. Estratégias. Promoção da imaginação Imaginação & HumorE se me prometerem não levar à letra o que vou dizer, atrever-me-ia a assegurar que, pelo menos em princípio, julgo ter inventado o remédio contra o fanatismo. O sentido de humor é uma grande cura. (…)O sentido de humor implica a capacidade de se rir de si próprio. Amos Oz, o.c.
    14. 14. Estratégias. Competências Leitoras Multimedia & Livros, e viceversa Porquê? A investigação vem marcando evidências sobre as aprendizagens desenvolvidas na Escola actual:  Deficientes competências leitoras  Deficientes competências leitoras multimedia
    15. 15. Estratégias. Competências Leitoras Multimedia & Livros, e viceversa Porquê?Os utilizadores jovens recorrem a esta sobretudo para jogar e fazer download de ficheiros, para usar o email, e, muito menos, para pesquisar ou para produzir/criar conteúdos.Precisamos promover atitudes - consumistas +críticas +criativas
    16. 16. Estratégias. Competências leitoras Promoção de Leitura / de Literacia da Informação ArticulaçãoASSOCIAR  Livros  Multimedia  Biblioteca - Ambiente de Aprendizagem  Biblioteca - Comunidade que Aprende  Escola – Organização de Conhecimento
    17. 17. Estratégias. Competências leitoras Promoção de Leitura / de Literacia da Informação PrioridadesDefender a autonomia na Formar para utilizar osaprendizagem recursos de conhecimento por si próprio Educar para a colaboração e a partilhaPromover o espírito crítico Educar para os media Papel das Ciências e da FilosofiaFomentar a Educar para a proactividadecriação/produção própria Papel das Artes – inc. a Criação Literária - e da Tecnologia
    18. 18. Para que serve a Gramática da Gestão da Biblioteca Escolar? Verbalizando se ajuda o Pensamento
    19. 19. Para que serve a Gramática da Gestão da Biblioteca Escolar? Pensando e Sentindo se alimenta a Acção
    20. 20. Para que serve a Gramática da Gestão da Biblioteca Escolar? Agindo se experimentam e medem Argumentos
    21. 21. Para que serve a Gramática da Gestão da Biblioteca Escolar?Reflectindo (ao espelho) se põe à prova Imaginação e Humor
    22. 22. ReferênciasLançar a rede de bibliotecas escolares (1996)Manifesto da IFLA Unesco (1999)Directrizes da IFLA para Bibliotecas Escolares (2002)THEKA Projecto Gulbenkian de Formação de Professores para o Desenvolvimento de Bibliotecas Escolares (2004- )ENSIL European Network for School Libraries and Information Literacy (2003- )Forums do Curso de Formação de Formadores on- line RBE/DGIDC, 1ª turma (2007) Imagens retiradas da web, cf Creative Commons
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