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9 dicas para oficinas de leitura

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Artigo de Megan Allen publicado online em Education Week Teacher (2013). Tradução para português de Maria Jose Vitorino. Dicas praticas para melhorar o ensino da leitura e a sua promoção na sala de …

Artigo de Megan Allen publicado online em Education Week Teacher (2013). Tradução para português de Maria Jose Vitorino. Dicas praticas para melhorar o ensino da leitura e a sua promoção na sala de aula, no ensino básico, pelos professores.

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  • 1. 9 maneiras de acrescentar chama e simplicidade a oficinas de leitura Por Megan Allen trad. inglês-português Maria José VitorinoUltimamente, dediquei algum tempo a refletir sobre as minhas práticas como Premium articleprofessora de leitura. Passei a vida a entrar e a sair da sala de aula durante os access courtesy ofúltimos três anos, em vários papéis e, verdade seja dita, estou enferrujada. Education WeekFelizmente, com o apoio de colegas e montes de leituras profissionais noite Teacher.adiante, descobri que se podem ensinar novos truques a um cão velho.Aqui ficam algumas dicas que recolhi entre os meus colegas quando retomei o ofício de ser uma efetivaprofessora de leitura no nível básico. 1. Faça horários para cada aluno. Tenho um horário de turma organizado para manter os pequenos alunos na linha, mas reparei que a professra da sala ao lado tinha sempre muito menos saltos de velocidade nas suas transições durante a Oficina de Leitura. Wual o seu segredo? Horários dos alunos. Individualizados. Colados nas mesas e nos cadernos/diários de leitura. Assim os meus alunos sabem cada dia, cada minuto, o que devem estar a fazer. Acrescenta um elemento de tranquilidade aos meu circo de três pistas – os alunos controlam-se a si mesmos, e uns aos outros, à medida que se apressam até à biblioteca, se aplicam à leitura orientada, ou mergulham num livro no Kindle. Sabem exatamente onde devem estar às 9:25 da manhã. E um outro efeito? Mantêm-me a mim na linha ao mesmo tempo que eu apuro o meu ritmo como educadora. 2. Afixe um temporizador visível. Por falar em ritmo um dos resultados de ter estado longe da sala de aulas durante vários anos é que o meu timing está desconectado. Bastante. Onde eu costumava ser capaz de dar conta de e grupos de leitura rientada e duas palestras sobre leitura com uma perna às costas, descobri que agora luto para “sentir” a dimensão do tempo na minha aula. Mantenho um temporizador online no Smartboard, ou um relógio à moda antiga ao pescoço. É como se fossem as rodas dentadas do meu timing. Mas também é muito bom para os alunos poderem acompanhar a passagem do tempo. 3. Crie recantos de leitura. Montes deles. Onde é vamos ler quando somos adultos? Raramente sentados a uma mesa. Os nossos alunos merecem apaixonar-se pelos livros em lugares confortáveis. Cantinhos de leitura preparados com cuidado (em quantidade suficiente para todas as crianças e para cada uma delas) preenchem a sala. Almofadas. Cadeiras de espadar. Um tapete azul a que chamamos “a praia”. E como usar estes recantos? Com expetativas muito claras. Não nos podemos limitar a esperar que os alunos saibam como ler deitados no chão ou sentados numa almofada. Como é que isso parece? Como vos soa? 4. Estabeleça regras. Pedi aos alunos que criassem acordos: Com que é que pensam eles que temos de concordar como estudantes para ter um bom grupo de leitura orientada? Como devemos partilhar em conversa? E devo admitir que me tinha esquecido de como é giro sentarmo-nos e deixarmos que os alunos dêm conta das suas próprias expetativas. Parecem ser muito mais rigorosos e responsáveis do que nós, adultos, somos capazes. 5. Construa pistas não verbais para debates. Tive a sorte de ensinar em frente da sala da melhor professora de leitura que já conheci. Ela e os seus alunos usam pistas não verbais para assinalar o que pensam num debate. Graças a Mrs. Sparks, levei os meus alunos a inventar gestos com as mãos, todos os anos. Por exemplo, polegar para cima significa “Tenho uma ideia nova para partilhar”. Desenhar a letra P com gestos significa “Quero apanhar a boleia (piggyback off) do que alguém disse”.
  • 2. 6. Saiba que apropriar-se é importante. Pergunte aos seus leitores sobre que querem eles ler. Tenha um mural ou uma cartolina na sua sala para colar notas onde os alunos possam ir buscar questões por abordar, tópicos de interesse, e outras ideias. Use-as para dirigir os temas que escolher para leitura em sessões interativas de leitura em voz alta, leitura partilhada, e grupos d leitura orientada. A investigação vem demonstrando que os seus alunos estarão muito mais motivados se sentirem que tudo lhes pertence. Além do mais, não é assim que escolhemos livros quando crescemos? 7. Estabeleça metas de turma. Há três semanas, reparei que havia uma quantidade menor de livros concluídos pelos meus leitores. Discutimos isso numa aula de “reunião de família”, e estabelecemos uma meta motivadora. Eles queriam um objetivo de turma. Como grupo, estão a trabalhar para ler 70 livros em nove semanas ( e passar nos testes de Leitor Acelerado sobre esses livros). Estamos a registar os resultados obtidos num mapa da turma. E estes super-leitores também escolheram o seu prémio; eles vão decidir o que eu levo vestido durante uma semana inteira. Então como é que isto está a funcionar? Estão quase a chegar lá. Parece que vou ter de andar por aí vestida como um bebé durante uma semana inteira, ou como um chimpanzé, uma banana gigante Pikachu, uma estrela de hip-hop... Mas vai valer a pena cada um dos momentos de embaraço (vão ao meu blog para ver as fotos!) 8. Peça retorno aos alunos. Dei comigo sentada dum dos grupos de leitura orientada na semana passada, quando uma aluna perguntou: “Não quer saber o que lhe sugerimos que faça para nos ajudar?” Esta agora. Da boca das crianças... As sugestões deles foram que queriam um dia por semana para ler uma canção ou um poema, e queriam mais que uma festa quanto acabassem um capítulo do livro. Preparei-me, depois de ouvir esta ideia, pensando que se referiam a doces e refrescos. Nada disso! Afinal a ideia deles de uma festa era um jogo à moda dos concursos televisivos, com perguntas exigentes sobre o texto lido. Nunca devemos assumir como certo um preconceito, não é verdade? 9. Estimule a auto-reflexão. Temos uma “escala de compreensão” afixada na parede, com níveis de 0 a 5 assinalados. Os alunos podem escrever numa nota colável, ou dar-me um sinal da sua auto- reflexão, mostrando onde se situam no entendimento do objetivo da aula. Esta verificação rápida ajuda-me a ver quais os alunos que podem estar em dificuldades (ou até quais os alunos que não têm a noção de que experimentam dificuldades).Este trabalho está terminado? De modo algum. Mas deu uma ajuda ao caminho dos meus leitores, umbrilho nos seus olhos quando chega o momento de mergulharem na leitura, e um ar de plácida serenidadee concentração às nossas oficinas de leitura. Estou a pensar em procurar muito mais e sobretudo emtrabalhar no número 8 para que as mudanças aconteçam. Dir-vos-ei o que os meus leitores decidirem aseguir. Até lá, aqui ficam para ajudar os miúdos a se apaixonarem pela leitura.FontesWays to Add Spark and Simplicity to Readers Workshop / Megan Allen in Education Week Teacher(2013.03.13). URL: http://www.edweek.org/tm/articles/2013/03/12/tln_allen_spark.html?tkn=NWCCtCp/7Ros03F+QYPxu4kawIM7EPztB274&cmp=clp-sb-nclesr (acedido 2013.04.02)Blog de Megan Allen : TransformED http://transformed.teachingquality.org/blogs/megan-allenMegan AllenProfessora do ensino básico (fifth-grade) em Tampa, Florida (EUA), recebeu a consagração como Professordo Ano da Florida em 2010; em 2012-1013 assume-se como CTQ teacherpreneur - integra uma comunidadede docentes que “passam metade do tempo a ensinar e metade do tempo a trabalhar em projetos paratransformar as suas escolas e a sua profissão”.