Brasil segundo reinado

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Brasil segundo reinado

  1. 1. Segundo Reinado (1840 – 1889)
  2. 2. Política Interna
  3. 3. Política Interna <ul><li>Golpe da Maioridade (1840) </li></ul><ul><li>Liberais no Poder </li></ul><ul><li>Antecipar a Maioridade do Imperador </li></ul><ul><li>Conter rebeliões </li></ul><ul><li>Estabilizar a crise política </li></ul><ul><li>D. Pedro II: 23/07/1840  14 /15 anos </li></ul><ul><li>Ministério dos Irmãos: </li></ul><ul><li>Andradas; Coutinho; Cavalcante (Liberais) </li></ul><ul><li>X </li></ul><ul><li>Oposição da Câmara dos Deputados (Conservadores) </li></ul><ul><li>Novas eleições para a Câmara </li></ul><ul><li>Eleições do Cacete: </li></ul><ul><li>Fraudes e violência nas eleições para a vitória dos Liberais </li></ul>
  4. 4. Política Interna <ul><li>Partidos: </li></ul><ul><li>Conservadores e Liberais: </li></ul><ul><li># Grandes Proprietários Escravistas </li></ul><ul><li># Domínio do Poder </li></ul><ul><li># Antidemocráticos </li></ul><ul><li># Antipopulares </li></ul><ul><li>(“farinha do mesmo saco”) </li></ul><ul><li>Crescimento das Oligarquias Cafeeiras de SP, RJ, MG </li></ul><ul><li>Ministério Conservador: </li></ul><ul><li>Conselho de Estado </li></ul><ul><li>Reforma do Código de Processo Criminal </li></ul><ul><li>Reorganização da Guarda Nacional (diminuir força) </li></ul><ul><li>Centralização Jurídica </li></ul>
  5. 5. Política Interna <ul><li>Reações Liberais (1842) </li></ul><ul><li>SP (Sorocaba): Feijó e Tobias Aguiar </li></ul><ul><li>MG (Barbacena): Teófilo Otoni </li></ul><ul><li>Repressão por Duque de Caxias </li></ul><ul><li>Parlamentarismo às Avessas: Imperador escolhe o 1º Ministro e este o Conselho de Ministros </li></ul><ul><li>Ministério das Conciliações (Marquês de Paraná): alternância de Conservadores e Liberais </li></ul>Tobias Aguiar Feijó
  6. 6. Política Interna <ul><li>Revolução Praieira (1848-1849) Pernambuco </li></ul><ul><li>Fatores: </li></ul><ul><li># Liberais Radicais </li></ul><ul><li># Contra latifundiários (usam 10% das terras) </li></ul><ul><li># Contra comerciantes portugueses </li></ul><ul><li># Revoluções liberais européias de 1848 </li></ul><ul><li># Miséria, fome, falta de terra p/ população </li></ul><ul><li>Partido da Praia </li></ul><ul><li>Partido Liberal  idéias de Justiça social no jornal Diário Novo </li></ul><ul><li>Sede do Jornal na Praia  Partido da Praia </li></ul><ul><li>Idéias: </li></ul><ul><li># Fim do voto censitário </li></ul><ul><li># República </li></ul><ul><li># Liberdade de Imprensa </li></ul><ul><li># Fim dos privilégios aos comerciantes estrangeiros </li></ul><ul><li># Problemas Políticos Locais (eleições) </li></ul><ul><li>Cavalcantis </li></ul><ul><li>Antônio Borges da Fonseca e Nunes Machado </li></ul><ul><li>“ Influência do Socialismo Utópico” </li></ul><ul><li>Pedro Ivo + Populares: atacam o Recife </li></ul><ul><li>Repressão violenta, mas revoltosos anistiados </li></ul>
  7. 7. Economia
  8. 8. Economia <ul><li>Tarifa Alves Branco (1844): </li></ul><ul><li>Até 1844: 15% Ad Valorem para os produtos ingleses (tratados de 1810 e renovados no 1º Reinado) </li></ul><ul><li>Crise financeira: </li></ul><ul><li># impostos maiores </li></ul><ul><li># parcela da arrecadação do governo </li></ul><ul><li>Ministro da Fazenda Manuel Alves Branco </li></ul><ul><li>Não renova tratados com Inglaterra </li></ul><ul><li>Taxação dos produtos em 30% (média) </li></ul><ul><li>Acertar o déficit e estimular a Indústria Fabril com os capitais nacionais no mercado interno </li></ul><ul><li>Bill Aberdeen (1845) </li></ul><ul><li>Inglaterra pressiona para a abolição dos Escravos </li></ul><ul><li>Mercados consumidores </li></ul><ul><li>(Revolução Industrial) </li></ul><ul><li>Lei que autoriza a marinha inglesa aprisionar qualquer navio negreiro, de qualquer país, mesmo em águas territoriais de outra nação. </li></ul><ul><li>Escravos seriam “libertos” </li></ul><ul><li>Navios negreiros apresados pela Inglaterra </li></ul><ul><li>Tarifa Silva Ferraz </li></ul><ul><li>(Privilégios Produtos Ingleses) </li></ul>Alves Branco Silva Ferraz Máquina Cunhar Moedas
  9. 9. Leis Abolicionistas <ul><li>1831: Lei Barbacena </li></ul><ul><li>Abolição do Tráfico de Escravos (Regente Feijó) </li></ul><ul><li>1850: Lei Eusébio de Queirós </li></ul><ul><li>1866: Abolição para os Escravos aptos para o serviço militar </li></ul><ul><li>(Guerra do Paraguai) </li></ul><ul><li>1871: Lei Visconde do Rio Branco </li></ul><ul><li> (Ventre Livre) </li></ul><ul><li>1885: Lei Saraiva-Cotegipe (Sexagenários) </li></ul><ul><li>1888: Lei Áurea </li></ul><ul><li>(Princesa Isabel) </li></ul>
  10. 10. Economia <ul><li>Café: </li></ul><ul><li>Histórico: </li></ul><ul><li>Origem da produção e consumo: Etiópia e Península Arábica </li></ul><ul><li>Europa com as Invasões e Cruzadas </li></ul><ul><li>Pará / Maranhão: </li></ul><ul><li>Francisco de Mello Palheta </li></ul><ul><li>Com a Mineração e o Gado: </li></ul><ul><li>Centro – Sudeste </li></ul><ul><li>Família Real: crescimento nas regiões vizinhas ao Rio de Janeiro </li></ul><ul><li>1830: crescimento da cultura do Vale do Paraíba </li></ul><ul><li>1850: Oeste Paulista </li></ul><ul><li>(Lei das Terras) </li></ul><ul><li>Senador Nicolau Pereira Campos Vergueiro: </li></ul><ul><li># Fazenda Ibicaba </li></ul><ul><li># Imigrantes (alemães e italianos) </li></ul>
  11. 11. Economia <ul><li>Fatores de Incentivo ao Café: </li></ul><ul><li>Procura européia </li></ul><ul><li>Ausência de concorrentes </li></ul><ul><li>Vinda da Família Real </li></ul><ul><li>Tarifa Alves Branco </li></ul><ul><li>Lei Eusébio de Queirós (capitais redirecionados para o mercado interno) </li></ul><ul><li>Mão-de-obra: </li></ul><ul><li># Vale do Paraíba: Trab. Escravo </li></ul><ul><li># Oeste Paulista: Trab. Assalariado (imigrantes) </li></ul><ul><li>(Houve convivência do trabalho imigrante com o escravo) </li></ul>
  12. 12. Economia <ul><li>Café: </li></ul><ul><li>1ª Fase: 1852 - 1869 </li></ul><ul><li>Patrocínio de Particulares </li></ul><ul><li>Regime de Parceria </li></ul><ul><li>Regime de servidão disfarçada </li></ul><ul><li>2ª Fase: 1870 - ... </li></ul><ul><li>Governo subvenciona a Imigração </li></ul><ul><li>Grande fluxo imigratório </li></ul><ul><li>Parceria e Salário </li></ul><ul><li>Imigrantes: </li></ul><ul><li># M.d.O mais especializada </li></ul><ul><li># Mercado Interno </li></ul><ul><li># Branqueamento da População </li></ul><ul><li># Bill Aberdeen (1845) </li></ul><ul><li># Unificações Européias </li></ul>
  13. 13. Economia <ul><li> Conseqüências da Cafeicultura: </li></ul><ul><li>Deslocamento do eixo econômico do Nordeste para o Sudeste </li></ul><ul><li>Nova elite empresarial </li></ul><ul><li>Deslocamento de uma sociedade escravista para uma sociedade não escravista </li></ul><ul><li>(mão-de-obra assalariada) </li></ul><ul><li>Aumento do mercado interno </li></ul>
  14. 14. Economia <ul><li>Surto Industrial (Era Mauá): </li></ul><ul><li>Tarifa Alves Branco </li></ul><ul><li>Leis Abolindo o Tráfico Negreiro </li></ul><ul><li>Relocar de Verbas: </li></ul><ul><li>comércio e Indústria </li></ul><ul><li>Desenvolvimento dos Meios de Comunicação e Transportes </li></ul><ul><li>1830 e 1860: </li></ul><ul><li>Surgimento de 70 fábricas </li></ul><ul><li># Chapéus </li></ul><ul><li># Tecidos (algodão). </li></ul><ul><li># Sabão </li></ul><ul><li># Cerveja </li></ul><ul><li># Motores hidráulicos / vapor </li></ul><ul><li>Surgimento de Bancos, companhias de Navegação, Mineradoras, Estradas de Ferro </li></ul>Mauá
  15. 15. Economia <ul><li>Irineu Evangelista de Souza </li></ul><ul><li>(Barão de Mauá) – 1845 </li></ul><ul><li># $ dos Cafeicultores </li></ul><ul><li> (Relocar $ do Tráfico Negreiro) </li></ul><ul><li># Empresas (05 países): </li></ul><ul><li>1. Estaleiro (Ponta da Areia): Barcos a vapor </li></ul><ul><li>2. Transportes  ferrovias </li></ul><ul><li>3. Gasômetro </li></ul><ul><li>4. iluminação a Gás </li></ul><ul><li># Cabo telegráfico submarino (Brasil-Europa) </li></ul><ul><li># Banco Mauá & Cia </li></ul>
  16. 16. Economia <ul><li>Queda de Mauá: </li></ul><ul><li>1860: Substituição da Tarifa Alves Branco pela Tarifa Silva Ferraz </li></ul><ul><li>(redução das taxas de importação) </li></ul><ul><li>Pressões Inglesas </li></ul><ul><li>Falta de apoio do governo </li></ul><ul><li>Guerra do Paraguai </li></ul><ul><li>Surto da Borracha (1870-1910): </li></ul><ul><li>Região Norte: Látex (Seringais) </li></ul><ul><li>Procura do Mercado Internacional (Rev. Industrial) </li></ul><ul><li>Seca de 1870 (Nordeste): migração para a Região dos Seringais </li></ul>
  17. 17. Política Externa
  18. 18. Política Externa <ul><li>Questão Christie (1861-1865) </li></ul><ul><li>Rompimento das relações entre Brasil e Inglaterra </li></ul><ul><li>1861: Príncipe de Gales (navio Inglês) </li></ul><ul><li>Roubo da carga no Rio Grande do Sul </li></ul><ul><li>1862: 03 marinheiros ingleses presos por desordens no Rio de Janeiro </li></ul><ul><li>Embaixador Britânico W. D. Christie: </li></ul><ul><li># Indenização 3200 Libras </li></ul><ul><li># Punição dos responsáveis pela prisão dos Marinheiros </li></ul><ul><li># Aprisionamento de 05 navios brasileiros em Londres </li></ul><ul><li>Arbitramento Internacional: </li></ul><ul><li> Leopoldo II (Bélgica) </li></ul><ul><li># Parecer favorável ao Brasil </li></ul><ul><li># Inglaterra não aceita decisão </li></ul><ul><li># Rompimento das Relações </li></ul><ul><li>1865: pedido de desculpas formais Inglesas (Eduardo Thornton) e reatamento das relações com a Inglaterra. </li></ul>D. Pedro II diz “Não” a Inglaterra
  19. 19. Política Externa <ul><li>Questões Platinas (1851 – 1870) </li></ul><ul><li>Ação expansionista do Brasil na região do Prata, envolvendo-se em campanhas militares </li></ul><ul><li>O Brasil exerce influências no Uruguai através do Partido Colorado </li></ul><ul><li>Manuel Oribe, no Uruguai (1851) </li></ul><ul><li>Juan Manuel Rosas, na Argentina (1852) </li></ul><ul><li>Atanásio Cruz Aguirre, no Uruguai (1864) </li></ul><ul><li>Francisco Solano Lopes, no Paraguai (1865-1870) </li></ul>Mitre Solano Lopes
  20. 20. Política Externa <ul><li>Guerra do Paraguai (1865-1870) </li></ul><ul><li>Fatores: </li></ul><ul><li>Política externa agressiva do Brasil </li></ul><ul><li>Paraguai pertenceu ao Vice-Reino do Prata </li></ul><ul><li>Bacia do Prata: região de comércio e interação comercial (Rio do Prata) </li></ul><ul><li>Rio do Prata: livre navegação </li></ul><ul><li>Paraguai teme a Argentina </li></ul><ul><li>Modelo Econômico Paraguaio </li></ul><ul><li>(economia auto-suficiente, pequenas propriedades, estatização e ditadura com exército forte) </li></ul><ul><li>Temor do Brasil e Inglaterra da Unidade dos Países Platinos para formação de uma República </li></ul><ul><li>Disputas entre Brasil e Argentina pela influência no Uruguai </li></ul><ul><li>Apoio do Paraguai a Aguirre nos incidentes com o sul do Brasil </li></ul><ul><li>Invasão Brasileira no Uruguai em favor de V. Flores. </li></ul>
  21. 21. Política Externa Conde D’Eu e Família D. Pedro II com farda Caricaturas Paraguaias sobre o Brasil   Conde D'Eu e Caxias inspecionam a tropa brasileira formada por macacos Charge de jornal paraguaio, 1868
  22. 22. Política Externa Soldado Criança e Voluntários da Pátria Riachuelo
  23. 23. Política Externa <ul><li>Tríplice Aliança: </li></ul><ul><li>Brasil, Argentina, Uruguai </li></ul><ul><li> X </li></ul><ul><li> Paraguai </li></ul><ul><li>Paraguai  vitórias iniciais: </li></ul><ul><li># Argentina </li></ul><ul><li># Mato Grosso </li></ul><ul><li># Cidades do Sul do Brasil </li></ul><ul><li>Batalhas: </li></ul><ul><li>1865: Batalha Naval de Riachuelo e rendição de Uruguaiana </li></ul><ul><li>1866: Invasão do Paraguai (Passo da Pátria) Batalha de Tuiuti </li></ul><ul><li>1867: Retirada de Laguna </li></ul><ul><li>1868: Tomada do Forte de Humaitá </li></ul><ul><li>Dezembrada (Itororó, Avaí) </li></ul><ul><li>1869: Campanha das Cordilheiras e Assunção </li></ul>
  24. 24. Política Externa <ul><li>Conseqüências da Guerra Paraguai: </li></ul><ul><li>Paraguai: </li></ul><ul><li>População dizimada </li></ul><ul><li>Terras leiloadas (latifúndios) </li></ul><ul><li>Miséria da população </li></ul><ul><li>Dependência dos produtos estrangeiros </li></ul><ul><li>Destruição de sua Estrutura Peculiar </li></ul><ul><li>Empréstimos da Inglaterra </li></ul><ul><li>Brasil: </li></ul><ul><li>Endividamento com a Guerra (Inglaterra) </li></ul><ul><li>Contestação à escravidão </li></ul><ul><li>Início do declínio do II Reinado </li></ul><ul><li>Fortalecimento do Exército Brasileiro </li></ul><ul><li>Movimento Republicano </li></ul><ul><li>Inglaterra: </li></ul><ul><li>Novos Mercados </li></ul><ul><li>Empréstimos para os países que participaram da Guerra </li></ul>Mortos sem enterro Prisioneiros Paraguaios
  25. 25. Crise do Império
  26. 26. Crise do Império <ul><li>Fatores Estruturais: </li></ul><ul><li>Oligarquias Açucareiras </li></ul><ul><li>Constituição de 1824 </li></ul><ul><li>Senado Vitalício </li></ul><ul><li>Centralismo Monárquico </li></ul><ul><li>Poder moderador </li></ul><ul><li>Voto censitário </li></ul><ul><li>União Estado/Igreja </li></ul><ul><li>Novos grupos econômicos à margem (café) </li></ul><ul><li>Pressões externas e internas para o fim da escravidão </li></ul><ul><li>Crescimento do Trabalho Assalariado </li></ul><ul><li>Crescimento da Classe Média </li></ul>
  27. 27. Crise do Império <ul><li>Questão Abolicionista (1810-1889) </li></ul><ul><li>Tratados de Aliança, Amizade, Comércio e Navegação (1810) </li></ul><ul><li>Escravos: base da economia </li></ul><ul><li>Inglaterra (Mercados Consumidores) e Guerra da Secessão (EUA) </li></ul><ul><li>Cafeicultores (Mercados Consumidores e Trabalho Assalariado) </li></ul><ul><li>Intelectuais (Imprensa: Jornais e Livros) </li></ul><ul><li>Participantes da Guerra do Paraguai </li></ul><ul><li>Medo do Império com a abolição: </li></ul><ul><li># Crise dos que o apoiavam (açúcar e o café do Vale do Paraíba) </li></ul><ul><li># Agitação Social </li></ul><ul><li>Leis que adiassem a solução </li></ul><ul><li>Lei Eusébio de Queirós (1850) </li></ul><ul><li>Lei do Ventre Livre (1871) </li></ul><ul><li>Lei dos Sexagenários (1885) </li></ul><ul><li>Lei Áurea (13/05/1888) </li></ul><ul><li>Continuidade do Problema dos Negros: </li></ul><ul><li># Preterido em relação ao imigrante </li></ul><ul><li># Poucas oportunidades de trabalho </li></ul><ul><li># Desigualdade social </li></ul><ul><li># Salários baixíssimos </li></ul><ul><li># Preconceito (vadio, perigoso) </li></ul><ul><li># Guetos </li></ul>
  28. 28. Crise do Império
  29. 29. Crise do Império <ul><li>Questões Religiosas (1872 -1875): </li></ul><ul><li>União da Igreja com o Estado: </li></ul><ul><li> Padroado e Beneplácito </li></ul><ul><li>Ligação entre a Igreja e a Maçonaria </li></ul><ul><li>Encíclica Syllabus e Bula Quanta Cura (Pio IX) </li></ul><ul><li>Conflitos: </li></ul><ul><li># Participação de padres na Festa Maçônica em comemoração ao Ventre Livre </li></ul><ul><li># Prisão dos Bispos de Olinda e Belém do Pará por não aceitarem clérigos ligados à maçonaria </li></ul>
  30. 30. Crise do Império <ul><li>Questões Militares (1868-1887) </li></ul><ul><li>Após Guerra do Paraguai o exército incorpora a idéia de resolução dos problemas da velha estrutura </li></ul><ul><li>Maior participação política e administrativa no Governo </li></ul><ul><li>Deseja acabar com a influência da Guarda Nacional </li></ul><ul><li>Conflitos: </li></ul><ul><li># Queda do Ministério Zacarias (Duque de Caxias) </li></ul><ul><li># Ataque na Imprensa do Projeto de Montepio Militar </li></ul><ul><li># Demissão de Sena Madureira no episódio do Jangadeiro Francisco do Nascimento </li></ul><ul><li># Nova discussão na imprensa sobre extravio de fardamentos do exército </li></ul><ul><li>Exoneração de Deodoro e do Ministro da Guerra </li></ul>
  31. 31. Crise do Império <ul><li>Crise Política: </li></ul><ul><li>QUESTÃO DA SUCESSÃO DO TRONO: </li></ul><ul><li>Pedro II casado com Teresa Cristina Maria </li></ul><ul><li>D. Afonso e D. Pedro morreram com 02 anos </li></ul><ul><li>Herdeiras Isabel e Leopoldina </li></ul><ul><li>Isabel casada com Luís Gastão D’Orleans </li></ul><ul><li> (Conde D’Eu) </li></ul><ul><li>Perigo de um francês no trono </li></ul>
  32. 32. Crise do Império <ul><li>Questão Política: </li></ul><ul><li>Crise das Estruturas Imperiais ante a modernidade </li></ul><ul><li>Crescimento econômico (1881-1890) do Café: 61,5% das Exportações </li></ul><ul><li>Desejo político dos Cafeicultores </li></ul><ul><li>Grupos Industriais: </li></ul><ul><li>diminuição das importações </li></ul><ul><li>Classes médias: participação na Política </li></ul><ul><li>(contra voto censitário e indireto) </li></ul><ul><li>Eleições de 1876: </li></ul><ul><li>0,25% da população votou </li></ul><ul><li>Crescimento do Partido Republicano (Republicanos de 14 de Maio) </li></ul><ul><li>Difusão das Idéias positivistas </li></ul><ul><li>(Benjamin Constant) </li></ul><ul><li>Influência da Igreja na Política </li></ul>
  33. 33. Crise do Império <ul><li>Proclamação da República (15/11/1889): </li></ul><ul><li>União: </li></ul><ul><li># Exército </li></ul><ul><li># Cafeicultores </li></ul><ul><li># Classes Médias </li></ul><ul><li># Igreja </li></ul><ul><li>11/11/1889 </li></ul><ul><li>Reunião dos conspiradores </li></ul><ul><li>15/11/1889 </li></ul><ul><li># Deodoro da Fonseca </li></ul><ul><li># Rui Barbosa </li></ul><ul><li># Benjamin Constant </li></ul>Família Real

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