Processamento de Imagem - Campinho

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Conteudo Teorico Prova Campinho

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Processamento de Imagem - Campinho

  1. 1. Processamento de Imagem 8º SemestreProf. Fábio Campinho
  2. 2. Dinâmica da Aula Aula prática em laboratório na terça-feira Aula teórica em sala de aula na sexta-feira
  3. 3. Ementa Imagens e o processamento digital. Digitalização e visualização de imagens. Transferência e Armazenamento de imagens. Processamento de Imagens. Análise espectral, filtragem digital e técnicas de restauração de imagens.
  4. 4. Bibliográfia Bibliografia Básica: GONZALEZ, Rafael C., WINTZ, Paul. Digital Image Processing . EUA, 1997. Bibliografia Complementar: CUNHA, Gilberto José et al. Computação e suas aplicações em CAD. São Paulo: Atlas, 1987.
  5. 5. Ferramentas Mathlab Visual Studio C#
  6. 6. Avaliações Prova teórica (1ª. Unidade) Apresentação de Trabalho digital de imagem Prova teórica (2ª. Unidade)
  7. 7. Mini Curriculum Analista de Sistemas com 13 anos de experiência Bacharel em Desenho com Ênfase em Computação Gráfica Pós Graduado em Sistemas Distribuídos e WEB Colaborador da Revista Codificando.NET Diretor de TI da INSIX Soluções Inteligentes Professor de Computação Gráfica e Processamento de imagens da Dom Pedro II
  8. 8. Processamento de Imagem Processamento de imagem é qualquer forma de processamento de dados no qual a entrada e saída são imagens tais como fotografias ou quadros de vídeo. Ao contrário do tratamento de imagens, que preocupa-se somente na manipulação de figuras para sua representação final, o processamento de imagens é um estágio para novos processamentos de dados tais como aprendizagem de máquina ou reconhecimento de padrões. A maioria das técnicas envolve o tratamento da imagem como um sinal bi-dimensional, no qual são aplicados padrões de processamento de sinal.
  9. 9. Dia a Dia Fotografia e Impressão Satélite Meteorologia Medicina Transito Reconhecimento biométrico
  10. 10. História “Uma imagem vale mais que 1000 palavras” (Autor Desconhecido) Áreas de Aplicabilidade Aperfeiçoamento da percepção humana Processamento dos dados das imagem para transmissão, armazenamento e representação para máquinas autonomas. Cabo Bartlane: Londre a Nova York 5 niveis de cinza: 1922 15 níveis de cinza: 1929
  11. 11. Fatos Importantes 1948: Transistor 1950-1960: Circuito Integrado 1960: S.O. 1970: Micropocessador 1979: Tomografia (Nobel de Medicina) 1980: PC Personal Computer 1984: S.O. Gráfico (MAC)
  12. 12. Espectro Eletromagnético
  13. 13. Spectro Eletromagnetico Gama - 5 nm a 1 fm/1 am – Ficção – Hulk Raio X – 1nm a 5 pm – 1895 Ultravioleta – UV Próximo 380 nm 200nm – UV Distante 200 nm 10 nm – UV Extremo – 1 nm 31 nm Luz Negra – 380 nm a 420 nm – Atrair insetos, dinheiro falso, decorações boates.
  14. 14. Infravermelho Infravermelho – 1800 – Utilizado para troca de informações entre computadores, celulares e outros eletronicos. Microscópios Fluorescente (Meado do Século XX) Imagens Biológicas Observações Astronômicas
  15. 15. Radar Radar – 1904 – oscilador, trasmissor e modulador. Nuvens Vegetação Gelo Areia Molhada Utiliza Antena e Processamento em computador
  16. 16. Spectro Eletromagnetico FM – Modulador de Frequencia TV – 1924 – Londres Ondas curtas - 3000kHz a 30.000 kHz (3-30 MHz)
  17. 17. Spectro Eletromagnetico AM – 1905 – Modulação em Amplitude Ondas Curtas - 2.3 MHz–26.1 MHz, divididas em quinze bandas, apresentam longo alcance, porém baixa qualidade de sinal. Ondas Médias - 520 kHz–1,610 kHz, utilizada nas Américas, esta banda possui médio alcance. Ondas Longas - 153 kHz–279 kHz, não disponível no hemisfério oeste, é usado para transmissões na Europa, África, Oceania e parte da Ásia. Ondas Tropicais - 2300 kHz-5060 KHz de 120-90-75-60 metros, utilizada entre os Trópicos, esta banda possui longo alcance, razoável qualidade de sinal.
  18. 18. Ilusão de Ótica
  19. 19. Ilusão de Ótica
  20. 20. Ilusão de Ótica
  21. 21. Ilusão de Ótica
  22. 22. Ilusão de ótica
  23. 23. Ilusão de Ótica
  24. 24. Ilusão de Ótica
  25. 25. Ilusão de Ótica
  26. 26. Ilusão de Ótica
  27. 27. Globo Ocular
  28. 28. Imagem Imagem = f (x,y); 0 < f(x,y) < ∞ Luminosidade (Illumination) + Reflexo (Reflectance) f(x,y) = i(x,y)r(x,y) 0 < i(x,y) < ∞ 0 < r(x,y) < 1
  29. 29. Luminosidade lm = Luminosidade Dia claro 90.000 lm/m2 Dia Nublado 10.000 lm/m2 Escritório 1000 lm/m2 Lua Cheia 0.1 lm/m2
  30. 30. Reflexo 0 a 100%
  31. 31. Exemplo e Quantificação
  32. 32. Representação da imagem
  33. 33. Espaço por Bits
  34. 34. Resolução de Imagem
  35. 35. Resolução de Imagem
  36. 36. Resolução de Cores
  37. 37. Aumento de tamanho
  38. 38. Adjacência, Conexão, Regiões eFronteiras
  39. 39. Operações Lógicas
  40. 40. Spatial Operation Operações em um único pixel s = T(z) Neighborhood
  41. 41. Geometric Spatial Transformation (x,y) = T{(v,w)}
  42. 42. Vetor de Cores
  43. 43. Image Negative
  44. 44. Image Negative
  45. 45. Correção de Gama Monitores CRT com Intensidade variando entre 1.8v e 2.5v
  46. 46. Contraste
  47. 47. Contraste
  48. 48. Bit-plane slicing
  49. 49. Bit-plane slicing
  50. 50. Histograma Na estatística, um histograma é uma representação gráfica da distribuição de frequências de uma massa de medições, normalmente um gráfico de barras verticais. É uma das Sete Ferramentas da Qualidade. O histograma é um gráfico composto por retângulos justapostos em que a base de cada um deles corresponde ao intervalo de classe e a sua altura à respectiva freqüência. Quando o número de dados aumenta indefinidamente e o intervalo de classe tende a zero, a distribuição de freqüência passa para uma distribuição de densidade de probabilidades. A construção de histogramas tem caráter preliminar em qualquer estudo e é um importante indicador da distribuição de dados. Podem indicar se uma distribuição aproxima-se de uma função normal, como pode indicar mistura de populações quando se apresentam bimodais. h(rk) = nk
  51. 51. Histograma
  52. 52. Histograma
  53. 53. Equalização pelo Histograma
  54. 54. Equalização de Histograma
  55. 55. Equalização de Histograma
  56. 56. Spatial Filter
  57. 57. Spatial Filter
  58. 58. Jean Baptiste Joseph Fourier 1822 The analytic theory of heat Trabalho para 04/03/2010 2 pontos 3 por equipe 1 página escrita + apresentação
  59. 59. Cores
  60. 60. Cores
  61. 61. Cores
  62. 62. RGB
  63. 63. RGB
  64. 64. RGB
  65. 65. Conversão RGB - CMYK C=1-R, M=1-G, Y=1-B, K
  66. 66. Transferência de Imagens Padrões Analógicos TV Radar Digital TV Internet / IP Bluetooth
  67. 67. Armazenamento de Imagens Analógico Fita Cassete Digital DVD Video CD TV – HD Computador, ...
  68. 68. Armazenamento de Imagens Protocolos MPEG 1 – 1.5 Mbps MPEG 2 – 10 Mbps MPEG 3 – 60 Mbps – Cancelado MPEG 4 – 40 Mbps - Atual MPEG (Moving Picture Expert Group) AVI DIVX XVID RMVB WMV
  69. 69. Sensibilidade e Captura de Imagem
  70. 70. Captura Linear
  71. 71. Compressão de imagens
  72. 72. Compressão de imagens
  73. 73. Compressão de imagem Escalabilidade Qualidade Progressiva Resolução Progressiva Região de Interesse Meta Information Poder de processamento
  74. 74. Compressão de imagens
  75. 75. Compressão de imagens
  76. 76. Compressão de Imagens
  77. 77. Compressão de imagens
  78. 78. Compressão de imagens
  79. 79. Compressão de imagens
  80. 80. Compressão de imagens
  81. 81. Compressão de imagem Run-length Encoding (BMP) Adaptive Dicitionary (GIF) Deflation (PNG) Tranform Coding (JPEG) Chroma subsampling (JPEG)
  82. 82. Convolution
  83. 83. Convolution

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