Conceitos e Modelos de Inovação

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São apresentados os principais conceitos e modelos de inovação.

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Conceitos e Modelos de Inovação

  1. 1. conceitos e modelos Carlos D. López Yukimura, M.Sc. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  2. 2. .... esclarecer a confusão entre invenção = inovação descoberta Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  3. 3. descoberta e invenção • “Descobrimos o que já existia antes, embora para nos desconhecido; inventamos o que não existia antes” »Dicionário Webster Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  4. 4. invenção ou engenharia reversa ? Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  5. 5. “ INVENÇÃO MAGNÍFICA! AGORA, VAMOS CHAMAR O PESSOAL DE MARKETING PARA DESCOBRIR O QUE FAZER COM ISTO! “ Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  6. 6. descoberta Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  7. 7. invenção Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  8. 8. invenção Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  9. 9. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  10. 10. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  11. 11. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  12. 12. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  13. 13. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  14. 14. invento “Um invento é uma idéia, um esboço ou um modelo de um dispositivo, produto, processos ou sistema novo ou aperfeiçoado.” Freeman (1975) Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  15. 15. inovação “É a exploração bem sucedida de novas idéias” The London Innovation Strategy Julho de 1997 Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  16. 16. inovação f(α, β, ϕ) inovação = α:concepção teórica β: invenção técnica ϕ: exploração comercial Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  17. 17. inovação Inovação é a corporificarão, combinação ou síntese do conhecimento em novos produtos, processos ou serviços que proporcionam valor de forma original e relevante (Katz, 2003). Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  18. 18. criar e capturar valor Quando uma empresa inova através de produtos, serviços, processos ou novos modelos de negócio, ela cria valor para o cliente e captura valor para a empresa. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  19. 19. criar e capturar valor A empresa aufere lucros pela criação de valor que possibilita cobrar um preço com margens superiores. Também pode inovar tornando a proposta de valor mais eficiente com custos menores. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  20. 20. inovação Desempenho Lumens / Watt LED FLUORESCENTE Tempo INCANDESCENTE Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  21. 21. Post-it 12 anos Uma falha Um acidente Um evento raro 3M Um insight Um engano Dedicação - Teste Marketing Novo Produto O Post-it e sua história representa o 3M – way de fazer inovação. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  22. 22. A Transformação radical da fabricante norte-americana de velas para fins religiosos de US$ 2 milhões para uma empresa de velas e acessórios global, com quase U$ 500 milhões em vendas e um valor de mercado de U$ 1,2 bilhão. Nada mau para uma empresa em um setor que, como diz seu CEO Robert B. Goergem, “está em declínio há 300 anos”. Vela comum Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  23. 23. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  24. 24. inovação Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  25. 25. iPod / iTune, correspondem 50% das receitas da Apple, elevando o patamar de valor de mercado da empresa de U$ 1 bilhão em 2003 para U$ 150 bilhões no final de 2007. López Yukimura, M.Sc. Carlos D.
  26. 26. inovação baseada em invenções sociais Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  27. 27. inovação • Para que Idéias e/ou inventos se tornem inovações, é necessário que eles sejam introduzidos com sucesso e aceitos no mercado. • Somente após isto se pode qualificar como inovação. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  28. 28. inovação O novo produto vendeu bem, criou demanda, paga os investimentos, dá conta dos custos e ainda dá lucro? Então temos uma inovação ! Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  29. 29. inovações de ordem superior Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  30. 30. Inovações de Ordem Superior • Walkman – Sony 1979 • TPS-L2 Eleito o “Gadget” mais inovador dos últimos 50 anos em 2005. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  31. 31. Inovações de Ordem Superior Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  32. 32. VCR • Vídeo Cassette – Sony - Betamax : 1974 – JVC - VHS : 1976 • Inventado pela Ampex (USA) em 1954 Nos anos 80 o VCR representou 50 % das vendas anuais que eram de US$ 30 bilhões. Capturou 3/4 de seu lucro combinado (na indústria de produtos de consumo eletrônicos.) Inovações de Ordem Superior Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  33. 33. Sony VO-1600. O primeiro VCR. 1971 Inovações de Ordem Superior Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  34. 34. Philips N1700. 1978 Antes que o design dominante surgisse , novas propostas foram lançadas. A Philips é um exemplo. Inovações de Ordem Superior Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  35. 35. 'JVC HR 3300 de luxe' . No final de 1978 Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  36. 36. nascimento da indústria do VCR • 1956 Ampex Tranverse Recorder • 1959 Toshiba Helical Scanner • 1961 Sony Introduz Primeiro Máquina de Consumo • 1965 Sony & Ampex Introduzem VTR • 1969 Sony Introduz Fitas de 1-Polegada • 1969 Ampex Instavideo • 1971 Introdução do “U-Matic” • 1971 RCA ramps up VCR/Videodisc • 1975 Sony Introduz BetaMax • 1976 JVC/Matsushita Introduz VHS • 1985 Industria de $10 Bilhões Inovações de Ordem Superior Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  37. 37. importância de inovar Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  38. 38. uma questão de sobrevivência as descontinuidades tecnológicas provocam mudanças consideráveis no composto sócio- econômico e cultural. quem não estiver preparado ou antecipar a descontinuidade pode esperar uma morte súbita ou gradual. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  39. 39. uma questão de oportunidades depende dos modelos mentais. Para alguns é um pesadelo para outros é uma fonte de riqueza e prosperidade. pode melhorar a qualidade de vida e produtividade, ou seja o valor adicionado por trabalhador e do capital podem dar saltos impressionantes. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  40. 40. classificando a inovação Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  41. 41. quatro níveis de inovação inovação de modelos de negócio Inovação de produto & serviço Inovação de processo inovação tecnológica Alexander Osterwalder, PhD Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  42. 42. pela natureza ou impacto dical ra cremental in Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  43. 43. inovação incremental “Inovação ‘incremental’ (menor) é apresentada pelas mudanças técnicas menores surgidas da acumulação de experiências na planta, assim como as melhoras de produto e/ou processo, introduzidas posteriormente à inovação maior.” Katz (1971) Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  44. 44. inovação radical Inovação ‘radical’ (maior) seria aquela atividade criativa associada a gestão de mudanças tecnológicas maiores.” Katz (1971) Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  45. 45. destruição criativa e a curva-s Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  46. 46. surfando nas ondas aceleradas de Schumpeter Força da água Vapor Petroquímica Redes Digitais Eletricida- Têxtil Ferrovia Eletrônica Software de Ferro Aço Aviação Nova Mídia Passo da inovação Química Biotecnologia Motor de combustão interna Primeira Segunda Terceira Quarta Quinta onda onda onda onda onda 1785 1845 1900 19901999 2020 1950 60 anos 55 anos 50 anos 40 anos 30 anos The Economist 20 de Fev de 1999 Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  47. 47. criativa destruição • Destruição criativa é o “processo de mutação industrial (...) que revoluciona incessantemente a estrutura econômica desde dentro, destruindo ininterruptamente o antigo e criando continuamente elementos novos.” »Schumpeter (1952) Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  48. 48. curva-S a curva-S é um instrumento conceitual valioso que descreve o ciclo de vida de uma inovação. utiliza dois parâmetros representando graficamente a sua relação. um deles no eixo da ordenada representa o desempenho relativo alcançado pela tecnologia em função do esforço no eixo da abscissa (dinheiro, tempo, homem hora, etc.) aplicado para melhorar o desempenho de determinada tecnologia. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  49. 49. curva–S Desempenho Limite Físico A tecnologia se aproxima Principal do seu limite obstáculo é vencido O desempenho é restrito pelos limites físicos O desempenho não é uma função linear do esforço despendido Esforço (Tempo / Investimento) Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  50. 50. curva-S Desaceleração. Resposta lenta aos investimentos DESEMPENHO Aceleração violenta Resposta aos investimentos ESFORÇO (FUNDOS) Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  51. 51. curva-S Limite Físico Valor de No geral: Parâmetro O retorno pelo esforço, inicialmente é pequeno. Uma vez as decisões chave são feitas - talvez uma vez o “design dominante” é estabelecido -- o progresso será muito mais rápido. No obstante, quando os “limites naturais” da tecnologia são alcançados, o progresso é muito mais caro. Esforço Implicações Estratégicas: Uma vez o retorno pelo esforço cai, pode ser o tempo de mudar para uma nova curva “S” Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  52. 52. natureza da inovação e a curva-S Incremental Evolução tecnológica Radical Esforço Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  53. 53. descontinuidade curva –S Nova Rival Desempenho Tecnologia Estabelecida Descontinuidade Esforço (Tempo / Investimento) Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  54. 54. exemplo: curva-S da lâmpada 100 LAMPADAS FLUORESCENTES Lumens por 10 LAMPADAS Watt INCANDESCENTES 1880 1900 1920 1940 1960 1980 1990 Tempo Betz,1993 Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  55. 55. implicações da curva-S • Desenvolvimento tecnológico é uma Função do Esforço - Não do Tempo! • P&D é freqüentemente “ineficiente” quando focado, sejam sobre os protótipos iniciais ou tecnologias maduras. • Gestão da transição entre a curva-S é uma tarefa estratégica crítica: confundir- se com uma velha curva S pode ser desastroso. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  56. 56. modelo de inovação do produto e do processo Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  57. 57. modelo de inovação do produto e do processo Surge o design dominante Desempenho Inovação do Produto Inovação do Processo Fase fluída Fase transitória Fase específica Utterback, J.M., Abernathy, W.J. (1975). A Dynamic Model of Process and Product Innovation, Omega, The Int. Jl of Mgmt Sci., Vol. 3, No. 6, 639–656. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  58. 58. modelo de inovação do produto e do processo normalmente no início as inovações se concentram no produto. Nesta fase (fluída) várias alternativas de produtos são lançados, até que num certo momento da corrida surge um “design dominante” aprovado pelo mercado. o surgimento do “design dominante” provoca o declínio nas inovações voltadas ao produto e inicia uma concentração nas inovações dos processos. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  59. 59. inovação de sustentação e disruptiva Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  60. 60. disruptiva modelo de inovação tecnologia sustentadora gerando um melhor produto em um mercado estabelecido consumidores mais Medida diferente de desempenho exigentes desempenho Consumidores disrupção de baixo mercado (low end) menos exigentes procura clientes saciados em excesso (overserved) com um modelo de negócio de baixo custo tempo Disrupção de novos mercado Compete contra não-consumo tempo u m d es ns e s or e co iõ id o- a s u m o nã oc ns ou - c o Baseado na: the innovator dillema de Clayton M. Christensen e the innovators solution de Clayton M. Christensen and Michael E. Raynor o nã Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  61. 61. inovação sustentadora A maioria das inovações tecnológicas que surgem, propiciam melhorias no desempenho aos produtos existentes, estas são tecnologias sustentadoras. Podem ser de natureza radical ou incremental. A taxa da melhoria de desempenho pode ser mais rápida que a demanda do mercado. Exemplo de inovação sustentadoras: Tecnologias das lâmpadas incandescente, fluorescentes e LED. A memória flash, 8 MB em 2000 e 8 GB em 2007. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  62. 62. inovação disruptiva As inovações disruptivas modificam a proposta de valor e se torna muito diferente à que existe até o momento. Basicamente com não muito bom desempenho. Porém, com o tempo avançam implacáveis. Normalmente, chegam ao mercado com um solução mais simples, barata ou conveniente. Christensen listou dois tipos de inovações disruptivas: • Disrupções de novos mercados • Disrupções de baixo mercado Exemplo de inovação disruptiva, O Computador Pessoal (PC), Miniusinas de aço, O setor de HDs está cheio de inovações disruptivas (HD de 14 pol. Até o de 2,5 pol.) Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  63. 63. trajetória do desempenho • A trajetória de desempenho é representada pelas linhas verdes que crescem gradualmente cruzando o gráfico. Esta trajetória representa a taxa de melhoria dos produtos. • Cada mercado tem seu própria trajetória distintamente diferente de melhoria que empresas inovadoras provem a medida que introduzem produtos novos e melhorados. • O compasso do progresso tecnológico quase sempre excede as habilidades dos clientes em qualquer dado segmento do mercado para usá-lo. • Isto acontece por que empresas mantém a luta de fazer melhores produtos que eles podem vender com a melhores margens de consumidores não ainda satisfeitos em segmentos de mercado dos mais exigentes do mercado. examplo: Intel aumento a velocidade de seus microprocessadores a frente por aproximadamente 20% ao ano, de seus 8 megahertz (MHz) no processador 8088 em 1979 para 3.8 gigahertz (GHz) no Pentium 4 Prescott chip em 2004 Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  64. 64. rede de valor • Uma rede de valor é o contexto dentro do qual uma empresa estabelece sua estrutura de custos e processos operacionais • Nesta rede a empresa trabalha com fornecedores e parceiros a fim de responder de forma lucrativa às necessidades comuns de um segmento de mercado específico. • Conseqüentemente a empresa pode ter sucesso somente ao comercializar seu produto neste segmento de mercado específico • Se uma empresa, porém, tenta colocar seu produto em um segmento de mercado diferente pode ser que não tenha sucesso na comercialização de seus produtos Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  65. 65. conceitos importantes • Christensen identificou dois tipos de inovações disruptivas: • Disrupções de baixo mercado. No seu afã de oferecer um produto ou serviço sempre melhor, as empresas estabelecidas acabam desenvolvendo um produto com desempenho superior que o exigido pela média do mercado. Esta situação abre espaço para que um novo entrante ofereça um produto com desempenho bom, mas inferior ao dos titulares de mercado, adotando uma nova abordagem que o torna mais barato ou mais conveniente ou fácil de usar. A Embraer é um exemplo deste tipo de disrupção. • Disrupção de novo mercado. Neste caso o cliente alvo é o não consumo. O produto apresenta baixo desempenho nos atributos quot;tradicionaisquot; mas melhor desempenho em novos atributos, tipicamente simplicidade e conveniência. A telefonia celular, que começou com uma qualidade de voz inferior a da telefonia fixa mas oferecendo a conveniência da mobilidade pode ser apontada como um exemplo. A internet é outro exemplo. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  66. 66. inovação arquitetural Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  67. 67. inovação arquitetural as inovações que mudam a forma no qual os componentes de um produto são ligados e se encaixam, enquanto que o conceito central é deixado (e desta maneira a base do conhecimento subjacente dos componentes) intacto. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  68. 68. Um framework Conceito Central para definir Reforçado Mudado inovação Componentes Essenciais inovação inovação Elos entre conceitos e Imutável incremental modular inovação inovação arquitetural radical Mudado (Henderson e Clark, 2001) Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  69. 69. inovação arquitetural O caso da inovação na batalha entre Xerox e Canon. A Canon usou a inovação arquitetural e no modelo de negócio. A chave foi deixar intacto o conceito, enquanto que realizou uma reconfiguração do sistema e suas conexões entre os componentes existentes. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  70. 70. open innovation Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  71. 71. Fonte: Henry Chesbrough Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  72. 72. base: apresentação de open innovation do instituto de inovação www.institutoinovaca.com.br Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  73. 73. base: apresentação de “open innovation” do instituto inovação www.institutoinovaca.com.br Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  74. 74. “Sem mudar nossos padrões de pensamento, não seremos capazes de solucionar os problemas que criamos com nosso padrão de pensamento normal” Albert Einstein Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  75. 75. a imaginação é mais importante que o conhecimento. Albert Eisntein Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  76. 76. Referências: Managing Creativity and Innovation, Harvard Business Essentials, HBS Press, 2003. Christensen, Clayton M., The Innovator´s Dilemma, Harvard Business School Press, 1997. Christensen, Clayton M. e Raynor, Michael, Crescimento pela Inovação: The Innovator Solution, Rio de Janeiro, Elsevier, 2003. Foster, Richard, Inovação: A Vantagem do Atacante, São Paulo, Editora Best Seller, 1988. Burgelman, Robert A. et al, Strategic Management of Technology and Innovation, 2ª Ed., McGraw Hill, 1996. Henderson, Rebecca M. e Clark, Kim B.. “Architectural Innovation: The Reconfiguration of Existing Product Technologies and the Failure of Stablished Firms”, Administrative Science Quarterly; Mar 1990; 35, 1. Utterback, James, Dominando a Dinâmica da Inovação, Rio de Janeiro, QualityMark Ed., 1996. Chesbrough, Henry, Open Innovation,: The New Imperative for Creating and Profiting from Technology, Boston, Harvard Business School Press, 2003. Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  77. 77. todas as fotos dom Flickr possuem as referencias no ppt a seguir Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  78. 78. http://www.flickr.com/photos/wheatfields/139277374/ CC Attribution License Christian Guthier Carlos D. López Yukimura, M.Sc.
  79. 79. Carlos D. Lopez Yukimura, M.Sc. http://www.edutopiatec.com.br http://criandoeinovando.blogspot.com/ Carlos D. López Yukimura, M.Sc.

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