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Qualificação - Mestrado
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Qualificação - Mestrado

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Apresentação de Qualificação - POLI - USP

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  • SOA é um nome novo para uma idéia já bastante difundida na Engenharia de Software que é a Separação de Responsabilidades. Desde os anos 60 já se discutia a divisão de sistemas em componentes para funcionalidades específicas visando organização e reutilização. Com a orientação a objetos está idéia tomou forma diferente para modelar entidades do mundo real. Atualmente, a orientação a serviços traz uma nova visão voltada a processos de negócios. A idéia principal é conseguir fazer um alinhamento melhor dos recursos de TI com as necessidades dos processos de negócios das organizações. Para atingir tal objetivo, trabalha-se com a idéia de serviço que visa a interoperabilidade dos sistemas e a reutilização.
  • Transcript

    • 1. PROCESSO DE IDENTIFICAÇÃO DE SERVIÇOS BASEADO EM LINGUAGEM DE PADRÕES Luiz Paulo Rocha Yanai Orientadora: Profa. Dra. Selma Shin Shimizu Melnikoff 2009
    • 2.
      • Introdução
      • Técnicas de Identificação de Serviços
      • Linguagem de Padrões
      • Metodologia
      • Processo de Identificação de Serviços usando Linguagem de Padrões
      • Conclusões
      Agenda
    • 3. Introdução
      • Motivação
        • Alinhamento dos recursos de TI com as necessidades dos processos de negócios
          • Serviços
          • Granularidade (Negócio - Alta, TI - Baixa)
        • Reusabilidade
        • Técnicas existentes são subjetivas ou complexas.
          • Papazoglou e Van den Heuvel
          • Michael Bell
          • Bieberstein
    • 4. Objetivo
      • Definir um processo de identificação de serviços para sistemas de software baseados em SOA usando Linguagem de Padrões para um domínio específico .
    • 5. Justificativa
      • Desafios de SOA
        • Identificação e Modelagem de Serviços
        • Granularidade dos serviços
      • Padrões de Desenvolvimento
        • Similar aos padrões de Arquitetura
        • Organização de soluções para problemas conhecidos
        • Estruturação em Linguagem de Padrões
    • 6. Identificação de Serviços I
      • PAPAZOGLOU, HEUVEL (2006)
      • Parte de um Domínio de Negócios
      • Análise as-is e to-be dos processos do Domínio
      • Identificação de Serviços pela abstração das necessidades de negócio
      • Análise de realização para avaliar custos, riscos, benefícios, etc..
      • Destaca a preocupação com os princípios de SOA.
    • 7. Identificação de Serviços II
      • BIEBERSTEIN (2008)
        • Três (3) técnicas que podem ser aplicadas:
          • Decomposição de Domínio: Áreas -> Processos -> Casos de Uso
          • Análise de Ativos Existentes e com potencial de reuso
          • Serviços Meta: Lacuna entre as duas técnicas anteriores
    • 8. Identificação de Serviços III
      • MICHAEL BELL (2008)
      • Atributos -> Serviços Conceituais -> Classificação -> Análise -> Alinhamento com o Negócio
    • 9. Linguagem de Padrões I
      • Seqüência de padrões que guiam o desenvolvimento de uma aplicação.
      • Processo de Criação de LP. (BRAGA, 2002)
    • 10. Linguagem de Padrões II
      • GRN: LP para Gestão de Recursos de Negócios (BRAGA, 2002)
    • 11. Linguagem de Padrões III
      • Padrões SOA (Thomas Erl, 2009)
    • 12. Metodologia I
      • Estudo e análise dos principais processos de identificação de serviços existentes
        • Papazoglou e Van Den Heuvel
        • Bieberstein
        • Michael Bell
      • Estudo das técnicas para criação e utilização de Linguagem de Padrões
        • Análise de Domínio
        • Engenharia Reversa
      • Seleção de domínio para aplicação da LP
        • Cadastro de Cliente
    • 13. Metodologia II
      • Desenvolvimento de LP para domínio específico usando padrões de projeto SOA.
        • Thomas Erl
        • Outros
      • Aplicação do processo em sistemas específicos (Estudo de Caso)
        • Para o domínio escolhido, aplicar o processo proposto em casos distintos.
        • Identificar questões relevantes para avaliação do resultados obtidos
        • Análise das evidências e comparação com os resultados obtidos com a utilização de outras técnicas
    • 14. Processo Proposto
      • Processo de Modelagem de Serviços usando LP.
    • 15. Descrição do Processo I
      • 1. Identificação dos Requisitos do Sistema
        • Delimitação do escopo do sistema.
        • Levantamento das necessidades de Negócio.
      • 2. Identificação do Domínio Específico
        • Com base no escopo, delinear o domínio específico referente ao contexto do sistema.
      • 3a. Utilizar Serviços do Inventário do Domínio
        • Caso o domínio identificado já tenha participado de um ciclo do processo, basta recuperar os serviços identificados no inventário de serviços do domínio.
    • 16. Descrição do Processo II
      • 3b. Criação de LP para o domínio específico.
        • Caso o domínio do sistema não tenha sido analisado ainda, aplica-se o processo de criação de Linguagem de Padrões voltado para o domínio específico.
        • Especifica-se os padrões da LP com base nos padrões de projeto de SOA.
      • 4. Identificação de Serviços com base nos requisitos levantados.
        • Fazendo o refinamento dos padrões especificados para a LP utilizando os requisitos levantados e aplicando a LP, definem-se os serviços candidatos.
      • 5. Construção dos serviços e inclusão no inventário de serviços.
    • 17. Resultados Preliminares I
      • Especificação de Padrão
        • Padrão “IDENTIFICAR O RECURSO”
    • 18. Resultados Preliminares II
      • Especificação de Padrão
        • Padrão “ARMAZENAR O RECURSO”
    • 19. Resultados Preliminares III
      • Resultados
        • Aplicação do processo de identificação de serviços em casos simples.
      • Contribuições Esperadas
        • Comparação entre processos de identificação de serviços
        • Processo menos complexo e melhor estruturado
        • Identificação de Serviços com maior reusabilidade
        • Criação de inventário de serviços por domínio
    • 20. Próximos Passos
      • Desenvolvimento da LP para o Domínio Específico (Cadastro de Cliente)
        • Estudo das técnicas de Engenharia Reversa e Análise de Domínio
        • Uso do conhecimento do autor no domínio escolhido e da documentação existente.
    • 21. Próximos Passos
      • Utilização da LP em estudos de caso.
        • Dois bancos públicos nacionais que implantaram solução de SOA/BPM com o auxílio da empresa IVS.
        • Fazer avaliação da aplicação do método.
    • 22. Referências I
      • ANACLETO, J. et al. COGNITOR: Um Framework baseado na Linguagem de Padrões COG-LEARN. Laboratório de Interação Avançada. Departamento de Computação da Universidade Federal de São Carlos. 2007.
      • BRUGALI, D.; MENGA, G.;AARSTEN, A. A case study for flexible manufacturing systems in M. Fayad, R. Jonhson. Domain-Specific Application Frameworks: Frameworks Experience by Industry , John Willey and Sons, p85-99, 2000.
      • BASS et al. Software Architecture in Practice . Addison-Wesley Longman Publishing Co. Boston, 1998.
      • BELL, M. Service-Oriented Modeling . John Wiley & Sons, 2008. 366 p. ISBN 9780470141113.
      • BIEBERSTEIN et al. Executing SOA: A Pratical Guide for the Service Oriented Architect . IBM Press. Maio de 2008. 240 p.
      • BRAGA, R. Um processo para Construção e Instanciação de Frameworks baseados em uma Linguagem de Padrões para um Domínio Específico. Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação – USP, 2002. 232 p.
      • BIANCO et al. Evaluating a Service-Oriented Architecture . Software Engineering Institute. Technical Report, September 2007.
      • DAN et al. An Approach for describing SOA . Wuhan University IEEE Computer Society, 2006.
      • ERL, T. Service-Oriented Architecture: Concepts, Technology and Design . Prentice Hall, 2005. 792 p. ISBN: 0131858580.
    • 23. Referências II
      • ERL, T. SOA Design Patterns . Prentice Hall, Janeiro de 2009. 800p. ISBN: 013613561.
      • ERL, T. SOA: Principles of Service Design . Estados Unidos: Prentice Hall, 2007. 608 p. ISBN: 0132344823.
      • HAESEN, R.; SNOECK, M. ; LEMAHIEU, W. ; POELMANS, S. On the Definition of Service Granularity and Its Architectural Impact . Springer- Verlag Berlin Heidelberg 2008.
      • PAPAZOGLOU, M. P.; VAN DEN HEUVEL, W. J. Service-Oriented Design and Development Methodology. International Journal of Web Engineering and Technology (IJWET), v. 2, no. 4, pp. 412-442, 2006.
      • GAMMA, E.; HELM, R.; JOHNSON, R.VLISSIDES, J. Design Patterns: Elements of reusable object-oriented software. Addison Wesley, 1995.
      • JIA et al. A New Architecture Description Language for Service-Oriented Architecture . Wuhan University IEEE Computer Society, 2007.
      • OASIS. SOA Reference Model TC . Disponível em http://www.oasis-open.org/committees/tc_home.php?wg_abbrev=soa-rm. Acessado em 28 de Novembro de 2007.
      • The Open Group. SOA Oriented Architecture . Disponível em http://www.opengroup.org/projects/soa/. Acessado em 28 de Novembro de 2007.
      • The Open Group. The Open Group Architecture Framework 8.1.1 . Disponível em http://www.opengroup.org/architecture/togaf8-doc/arch/toc.html . Acessado em 23 de Janeiro de 2008.

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