Doenças Sexualmente Transmissíveis ( Aula Professora Zilmara)

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Doenças Sexualmente Transmissíveis ( A

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  • 1. Doenças Sexualmente Transmissíveis Prof. Enf. Zilmara Romero Avalo
  • 2. SÍFILIS É uma doença sistêmica causada pela bactéria TREPONEMA PALLIDUM. O treponema pallidum é encontrado nas lesões através de microscópio. A partir da 8º semana de contaminação, as reações sorológicas são positivas para o seguinte testes (VDRL/FIA/ABS). Transmitida pelo contato sexual, porém pode ser transmitida também da mãe para o feto. O Treponema pallidum é uma bactéria do tipo espiroqueta, ou seja, um bactéria em forma de espiral.
  • 3. Sífilis recente (primária) – Cancro Duro Úlcera no pênis: lesão única, bem definida, fundo limpo ,bordas elevadas, indolor.
  • 4. Sífilis Recente (primária) - Cancro duro Úlcera em pênis: lesão única bem definida, fundo limpo. Mesmo estando frente a lesões típicas, não deve ser esquecida a possibilidade de estar ocorrendo um caso atípico de outra DST ulcerativa ou mesmo de associações entre elas.
  • 5. Sífilis Recente (primária) - Cancro duro Úlcera em períneo: lesão única no períneo. Quando se observa lesão inicial, primária, na mulher, é a vulva a mais acometida. Não é rara a ocorrência de lesão primária, indolor, na parede ou fundo de saco vaginal.
  • 6. Sífilis Recente (secundária) - Fase exantemática, manchas em pele de tronco (Roséolas): em indivíduos de pele branca, as roséolas tendem a ser bem mais avermelhadas.
  • 7. Sífilis Recente (secundária) – Fase exantemática Roséolas palmares e plantares: lesões exantemáticas em pele do corpo, acompanhadas dessas lesões em palmas de mãos e/ou plantas dos pés, são patognomônicas de sífilis (secundarismo).
  • 8. Sífilis Recente (secundária) Roséolas em boca e face: geralmente, as lesões exantemáticas da pele, apesar de serem habitadas pelo Treponema pallidun, não são usualmente infectantes. Contudo, nas semi-mucosas ou mucosas (como nos lábios), o potencial de infectividade é mais alto.
  • 9. Sífilis Recente (secundária) Lesões papulosas em pênis (Sifílides papulosas): essas lesões são também denominadas de condiloma plano (não confundir com o condiloma acuminado). São extremamente infectantes. São lesões úmidas e apresentam odor ativo.
  • 10. Sífilis Tardia (terciária) Goma sifilítica: lesões nodulares que sofrem processo de degeneração. Significam reação de hipersensibilidade ao Treponema, não sendo infectantes, portanto. Atravessam cinco fases: infiltração, amolecimento, supuração, ulceração e cicatrização.
  • 11. Sífilis Congênita Precoce Recém-nascido com sífilis: recém-nascido com hepatoesplenomegalia, lesões cutâneo-mucosas, coriza serosangüinolenta, icterícia.
  • 12. GONORRÉIA Gonorréia, também conhecida como blenorragia ou esquentamento, é uma doença sexualmente transmissível (DST) comum. A doença pode afetar todas as partes do corpo embora apareça primeiramente nas áreas genitais.“
  • 13. Como acontece? A gonorréia é causada por bactéria e é altamente contagiosa. A bactéria pode entrar no corpo através de qualquer abertura corporal (vagina, boca, reto). Ela é na maioria das vezes transmitida através da relação sexual. Nos homens, a infecção normalmente começa na uretra (o canal por onde passa a urina). Nas mulheres, a bactéria normalmente infecta primeiramente o colo do útero. A bactéria pode infectar a garganta e o reto após sexo oral e anal. Um bebê, cuja mãe tenha gonorréia, pode ter seus olhos infectados durante o nascimento ao passar pelo canal vaginal.
  • 14. Quais são os sintomas? Você pode ter gonorréia sem ter nenhum sintoma evidente. Quando os sintomas existem, normalmente aparecem entre 2 e 10 dias após a infecção. Eles podem incluir: - Sensação de queimação ou dor ao urinar - Vontade freqüente de urinar - Corrimento turvo e denso do pênis - Corrimento vaginal turvo, amarelo com odor desagradável - Dor de estômago (nas mulheres) - Sangramento menstrual anormal - Ânus ou reto inflamados (após relação sexual anal) - Inflamação de garganta (após relação sexual oral) - Dor no escroto ou testículos.
  • 15. Como é diagnosticada? Muitas disfunções e doenças sexualmente transmissíveis podem causar sintomas similares aos da gonorréia. Para confirmar se tem gonorréia, seu médico examinará uma amostra do corrimento da uretra do pênis ou do colo do útero. A urina também pode ser testada com um novo exame chamado LCR (líquido céfalo-raquidiano) . Como é tratada? A gonorréia é tratada através de antibióticos, ministrados tanto por via oral quanto por injeções. Devido ao fato de muitas pessoas com gonorréia terem chlamidya (outra doença sexualmente transmissível), talvez deva usar mais de um remédio para curar ambas as doenças. Diga ao médico se é alérgico a penicilina.
  • 16. Gonorréia aguda Endocervicite purulenta: observar a intensa secreção purulenta que sai do canal endocervical. Quando não detectada a tempo, a infecção sobe atingindo a cavidade pélvica, provocando a Doença Inflamatória Pélvica (DIP).
  • 17. Gonorréia Aguda: Cervicite e Vulvovaginite Secreção purulenta em vulva: quadros como este de secreção purulenta abundante, devida exclusivamente à infecção gonocócica, são raros.
  • 18. Gonorréia e infecção por clamídia Endocervicite purulenta: ectrópio visto à colposcopia. Notar muco cervical turvo junto, com grande eversão (mucosa endocervical que se exterioriza para a ectocérvix)
  • 19. Conjuntivite gonocócica Secreção conjuntival purulenta: tanto a clamídia quanto o gonococo podem causar oftalmias; em adultos geralmente por auto-inoculação e em recém-nascidos por contaminação na passagem pelo canal do parto infectado. A aplicação do colírio de nitrato de prata (técnica de Credè) é obrigatória em todas as maternidades.
  • 20. URETRITE NÃO GONOCÓCICAS É uma infecção do canal da urina (uretra), parecida com a gonorréia, porém provocada por outros germes (micro-organismos) como: Ureaplasma urealyticum, Mycoplasma hominis, Trichomonas vaginalis, dentre outros, sendo que o principal causador é o Chlamydia trachomatis. Como se pega? Através de contato sexual com o/a parceiro/a contaminado/a. Quais os sintomas? No homem os sintomas são: pouco corrimento, que às vezes aparece somente quando aperta o pênis, e ardor para urinar, principalmente na primeira vez pela manhã. A mulher muitas vezes não apresenta sintomas, quando estes aparecem são semelhantes aos da gonorréia, porém menos intensos.
  • 21. Quanto tempo demora para aparecer? Varia de 14 a 21 dias. Após l a 3 dias, o homem já se queixa de ardên- cia ao urinar, seguida por corrimento. Em alguns casos pode haver febre e outras manifestações gerais de infecção. SAIBA MAIS A uretrite não gonocócica pode ser evitada. Por isso é importante usar a camisinha masculina ou a camisinha feminina. Uretrite não gonocócica (UNG) Secreção uretral: as uretrites não gonocócicas, assim como as cervicites não gonocócicas, são menos sintomáticas que as gonocócicas. Na maioria das vezes são causadas pela clamídia. Não é raro o achado de infecção mista (gonorréia e clamídia) em casos como este.
  • 22. O condiloma acuminado, conhecido também como verruga genital, crista de galo, figueira ou cavalo de crista, é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pelo Papiloma vírus humano (HPV). Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV - alguns deles podendo causar câncer, principalmente no colo do útero e do ânus. Entretanto, a infecção pelo HPV é muito comum e nem sempre resulta em câncer. O exame de prevenção do câncer ginecológico, o Papanicolau, pode detectar alterações precoces no colo do útero e deve ser feito rotineiramente por todas as mulheres.
  • 23. Como os papilomavírus são transmitidos? A transmissão é por contato direto com a pele infectada. Os HPV genitais são transmitidos por meio das relações sexuais, podendo causar lesões na vagina, colo do útero, pênis e ânus. Também existem estudos que demonstram a presença rara dos vírus na pele, na laringe (cordas vocais) e no esôfago. Já as infecções subclínicas são encontradas no colo do útero. O desenvolvimento de qualquer tipo de lesão clínica ou subclínica em outras regiões do corpo é bastante raro. Como são essas infecções? As infecções clínicas mais comuns na região genital são as verrugas genitais ou condilomas acuminados, popularmente conhecidas como "crista de galo”. Já as lesões subclínicas não apresentam nenhum sintoma, podendo progredir para o câncer do colo do útero caso não sejam tratadas precocemente.
  • 24. Conceito O Linfogranuloma venéreo caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital (lesão primária) que tem curta duração e que se apresenta como uma ulceração (ferida) ou como uma pápula (elevação da pele). Esta lesão é passageira (3 a 5 dias) e frequentemente não é identificada pelos pacientes, especialmente do sexo feminino. Após a cura desta lesão primária, em geral depois de duas a seis semanas, surge o bubão inguinal que é uma inchação dolorosa dos gânglios de uma das virilhas (70% das vezes é de um lado só). Se este bubão não for tratado adequadamente ele evolui para o rompimento expontâneo e formação de fístulas que drenam secreção purulenta. Sinônimos Doença de Nicolas-Favre, Linfogranuloma Inguinal, Mula, Bubão. Agente Chlamydia trachomatis. Complicações/Consequências Elefantíase do pênis, escroto, vulva. Proctite (inflamação do reto) crônica. Estreitamento do reto. LINFOGRANULOMA VENÉREO
  • 25. Transmissão Relação sexual é a via mais frequente de transmissão. O reto de pessoas cronicamente infectada é reservatório de infecção. Período de Incubação 7 a 60 dias. Diagnóstico Em geral o diagnóstico é feito com base nas manifestações clínicas (íngua, elefantíase genital, estenose uretral etc) sendo ocasional a necessidade de comprovação laboratorial (teste de fixação de complemento, cultura, biópsia etc). Tratamento Sistêmico, através de antibióticos. Aspiração do bubão inguinal. Tratamento das fístulas Prevenção Camisinha. Higienização após o coito.
  • 26. Bubão inguinal Lesão ulcerada do pênis Elefantíase da bolsa escrotal (saco)
  • 27. Cancro Mole (cavalo) é causada pela bactéria Hemophilus Ducreyi afetando homens e mulheres. Caracteriza-se por feridas tipo úlcera, semelhante a sífilis, diferenciando-se desta por apresentar geralmente lesões múltiplas (pode ser única), por serem dolorosas, de borda irregular com contornos avermelhados e fundo irregular, cobertos por secreção amarelada, purulenta, com odor fétido e tendência a sangramento em leves traumatismos. Pode haver formação de íngua na região da virilha. Importante observar que não é raro infeção mista; cancro mole e sífilis simultaneamente. Transmissão A transmissão é por via sexual em qualquer forma (vaginal, oral, anal), aparecendo as lesões entre 3 a 5 dias após a relação sexual. CANCRO MOLE
  • 28. Complicações do tratamento tardio ou não tratamento: Não há complicações sérias em nenhum sexo , uma vez que pela dor e incomodo a vítima sempre procura ajuda médico em curto espaço de tempo. Mas no caso de demora o diâmetro da úlcera pode aumentar dificultando o tratamento e deixando uma "porta" aberta para outras infecções. Tratamento O tratamento é feito com antibióticos específicos. Prevenção Preservativo e higienização antes e depois da relação sexual
  • 29. O herpes genital é uma doença sexualmente transmissível causada pelo vírus herpes simplex tipo 1 (HSV-1) e tipo 2 (HSC-2). A maior parte dos casos de herpes genital é causada pelo tipo 2. A infecção genital do tipo 2 é mais comum nas mulheres provavelmente porque a transmissão homem-para-mulher seja mais provável do que mulher-para-homem. HERPES GENITAL
  • 30. Quais são os sintomas do herpes genital? A maioria das pessoas com HSV-2 não sabe que está infectada. Porém, se os sintomas ocorrerem, a primeiras erupção pode ser bem pronunciadas. A primeira erupção geralmente acontece dentro de duas semanas depois da transmissão do vírus e as feridas tipicamente saram entre 2-4 semanas. Outros sintomas durante o primeiro episódio podem incluir um segundo florescimento de feridas e sintomas semelhantes à gripe, incluindo febre. Porém, a maioria das pessoas com infecção de HSV-2 pode nunca ter feridas, ou ter sintomas tão leves que nem nota ou confunde com picada de insetos ou outro problema de pele. A maioria das pessoas que tiveram o primeiro episódio de erupções causadas pela herpes genital pode esperar que elas se repitam (geralmente 4 ou 5) durante o ano. Ao passar do tempo geralmente essas recorrências diminuem de freqüência.
  • 31. Há tratamento para herpes genital? Não há tratamento que cure herpes, porém medicamentos antivirais podem diminuir e prevenir as erupções. Adicionalmente, terapia diária de repressão ao herpes sintomático pode reduzir o risco de transmissão para o parceiro sexual.
  • 32. É uma doença sexualmente transmissível que produz a formação de granulomas e a destruição da pele e do tecido subcutâneo. A bactéria Calymmatobacterium granulomatis é causadora desta rara DST. Sintomas: *Pequena protuberância carnosa e avermelhada (pápula) nos genitais ou na área perianal *Formação de massas protuberantes, avermelhadas (tecido de granulação) *Disseminação gradual com erosão e destruição do tecido genital *Disseminação da doença para as dobras inguinais *Despigmentação dos genitais e da pele circunvizinha. Diagnóstico incluem: *Biópsia por punção para coleta de tecido para exame microscópico e cultura *Cultura de uma amostra de tecido *Exame microscópico de uma amostra de tecido DONOVANOSE OU GRANULOMA INGUINAL
  • 33. TRICOMONÍASE Agente Trichomonas vaginalis (protozoário). Sinônimos Uretrite ou vaginite por Trichomonas, Tricomoníase vaginal ou uretral, Uretrite não gonocócica (UNG). Sua Incidência é mais alta em mulheres do que em homens. Sintomas *No homem causa uma uretrite de manifestações em geral discretas (ardor e/ou prurido uretral e secreção brancacenta, amarelada ou amarelo esverdeada). *Na mulher como um corrimento vaginal amarelo esverdeado ou acinzentado, espumoso e com forte odor característico. Período de Incubação 10 a 30 dias, em média. Diagnóstico Pesquisa do agente em material uretral e/ou vaginal.
  • 34. Tratamento O tratamento pode ser oral e local (na mulher). Prevenção Camisinha, tratamento simultâneo do(a) parceiro(a). Vaginite por Trichomonas Trichomonas vaginalis
  • 35. Tratamento: A cura completa do granuloma inguinal requer um tratamento razoavelmente longo, durando na maioria das vezes 3 semanas. Entre os antibióticos usados, incluem-se: tetraciclina ou doxiciclina, sulfisoxazol, cloranfenicol, gentamicina, Estreptomicina, co-trimoxazol É essencial realizar exames de acompanhamento, porque a doença pode reaparecer após uma cura aparente. Lesão úlcero-granulomatosa do pênis
  • 36. CANDIDÍASE VULVO VAGINAL A candidíase, especialmente a candidíase vaginal, é uma das causas mais frequentes de infecção genital. Na maioria das vezes não é uma doença de transmissão sexual. Em geral está relacionada com a diminuição da resistência do organismo da pessoa acometida. Existem fatores que predispõe ao aparecimento da infecção : diabetes mellitus, gravidez, uso de contraceptivos (anticoncepcionais) orais, uso de antibióticos e medicamentos imunosupressivos (que diminuem as defesas imunitárias do organismo), obesidade, uso de roupas justas etc. Sintomas: *prurido (coceira), ardor, dispareunia (dor na relação sexual) *eliminação de um corrimento vaginal em grumos brancacentos, semelhante à nata do leite. *Com frequência, a vulva e a vagina encontram-se edemaciadas (inchadas) e hiperemiadas (avermelhadas). As lesões podem estender- se pelo períneo, região perianal e inguinal (virilha). No homem apresenta-se com hiperemia da glande e prepúcio e eventualmente por um leve edema e pela presença de pequenas lesões puntiformes (em forma de pontos), avermelhadas e pruriginosas.
  • 37. Sinônimos Monilíase, Micose por cândida, Sapinho Agente Candida albicans e outros. Período de Incubação Muito variável. Diagnóstico Pesquisa do agente no material vaginal. O resultado deve ser correlacionado com a clínica. Tratamento Medicamentos locais e/ou sistêmicos. Prevenção Higienização adequada. Evitar vestimentas muito justas. Investigar e tratar doença(s) predisponente(s). Camisinha.
  • 38. Lesão localizada no pênis Vulvovaginite Balanite
  • 39. Sinônimos Vaginite inespecífica. Vaginose bacteriana. Agente Gardnerella vaginalis. Transmissão Geralmente primária na mulher. Sexual no homem. Pode ocorrer também transmissão pelo contato genital entre parceiras sexuais femininas Período de Incubação De 2 a 21 dias. Sintomas *Corrimento homogêneo amarelado ou acinzentado, com bolhas esparsas em sua superfície e com um odor ativo desagradável. *Prurido (coceira) vaginal é citado por algumas pacientes mas não é comum. *Após uma relação sexual, com a presença do esperma (de pH básico) no ambiente vaginal, costuma ocorrer a liberação de odor semelhante ao de peixe podre. VAGINITE
  • 40. Diagnóstico Pesquisa do agente em material vaginal e/ou uretral. A interpretação do resultado deve ser associado à clínica. Tratamento Medicamentoso : Metronidazol, Clindamicina. Pode haver cura espontânea da doença. Prevenção Camisinha. Evitar duchas vaginais, exceto sob recomendação médica. Limitar número de parceiros sexuais. Controles ginecológicos periódicos Vaginose Bacteriana/ Vaginite Volumosa secreção homogênea em intróito vaginal e vulva notar secreção homogênea em vulva sem hiperemia.
  • 41. GRATA PELA PRESENÇA DE TODOS!!! Email: zilmararomero@yahoo.com.br