Engenharia de Segurança

2,801 views

Published on

Integração de Segurança para novos funcionários.

Published in: Career
0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
2,801
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
5
Actions
Shares
0
Downloads
210
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Engenharia de Segurança

  1. 1. SEGURANÇA É UM VALOR Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  2. 2. POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE --- Colocar em primeiro lugar, a vida e a integridade física dos seus empregados; Valorizar o fator humano na definição e condução de seus processos; Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  3. 3. CENÁRIO ATUAL 10% 90% Hoje, sabe-se que menos de 10% dos acidentes, seja em casa, no trabalho, nas férias ou no trajeto, são causados por falhas de equipamento ou mau funcionamento. COMPORTAMENTO Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  4. 4. RELACIONAR NOSSAS AÇÕES COM OS NOSSOS VALORES CONSCIÊNCIA VALOR PESSOAL Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  5. 5. FORÇA DO HÁBITO QUANDO NÓS FAZEMOS ALGO SEM PRECISAR PENSAR NISSO, ENTÃO ESTE COMPORTAMENTO É UMA “FORÇA DO HÁBITO”. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  6. 6. FORÇA DO HÁBITO É PRECISO TER COMPORTAMENTO DE “FORÇA DO HÁBITO”? Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  7. 7. FORÇA DO HÁBITO QUANDO NÃO É PRECISO TER COMPORTAMENTOS DE “FORÇA DO HÁBITO”? QUANDO OS COMPORTAMENTOS ESTÃO “EM RISCO” Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  8. 8. ACIDENTE DO TRABALHO CONCEITO LEGAL É aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da Empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, perda ou redução, permanente ou temporária , da capacidade para o trabalho. CONCEITO PREVENCIONISTA Ocorrência não programada, inesperada ou não, que interrompe ou interfere no processo normal de uma atividade profissional, ocasionando perda de tempo, lesões ou danos materiais. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  9. 9. ACIDENTE DE TRAJETO O qual ocorre no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquele. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  10. 10. CONSEQUÊNCIAS DOS ACIDENTES DE TRABALHO VÍTIMAS DANOS HUMANOS DANOS MATERIAIS *Sofrimento Físico *Diminuição de salário Sinistrado *Sofrimento Moral *Baixa no potencial profissional *Diminuição do Potencial Humano Família *Sofrimento Moral *Dificuldades econômicas *Preocupações *Ambiente de trabalho desfavorável *Perdas de Tempo Equipe *Inquietação, pânico coletivo *Perdas de Prêmios *Acúmulo de TarefasWiner Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  11. 11. CONSEQUÊNCIAS DOS ACIDENTES DE TRABALHO VÍTIMAS DANOS HUMANOS DANOS MATERIAIS *Desprestígio da empresa *Perdas de produção Empresa *Consternação (tristeza, sofrimento) *Não cumprimento de prazos *Formação de substitutos País *Quebra de potencial humano *Diminuição de produção *Perda de prestígio *Aumento de encargos sociais *Diminuição de poder de compra Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  12. 12. CONDIÇÕES DE RISCO É aquela condição presente no ambiente de trabalho, comprometem a segurança do colaborador e a própria segurança das instalações e dos equipamentos. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  13. 13. COMPORTAMENTO DE RISCO O comportamento de Risco é aquele ato em que a pessoa se expõe a risco de acidente consciente ou inconsciente. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  14. 14. QUAIS OS COMPORTAMENTOS E CONDIÇÕES DE RISCO QUE PODEM AQUI SER LEVANTADOS Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  15. 15. COMO PREVINIR ACIDENTES COMPORTAMENTO SEGURO REPORTAR PERIGOS PRONTAMENTE PENSAR ANTES DE AGIR (ANÁLISE DO RISCO) Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  16. 16. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  17. 17. PIRÂMIDE DE FRANK BIRD O norte americano Frank Bird analisou nos anos de 1967 e 1968, 297 companhias nos Estados Unidos da América, sendo envolvidas nessa análise 170.000 pessoas de 21 grupos diferentes de trabalho. Neste período, houveram 1.753.498 acidentes comunicados. A partir desses dados foi criada a pirâmide de Frank Bird, onde chegou-se a conclusão que, para que aconteça um acidente que incapacite o trabalhador, anteriormente acontecerão 600 incidentes sem danos pessoais e/ou materiais. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  18. 18. AST ANALISE DE SEGURANÇA DA TAREFA Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  19. 19. PASSOS DA AST (OU APR) PENSE NA TAREFA INDENTIFIQUE OS RISCOS AVALIE OS RISCOS IMPLEMENTE O CONTROLE FAÇA O TRABALHO COM SEGURANÇA Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  20. 20. PREENCHIMENTO DA AST
  21. 21. PREENCHIMENTO DA AST
  22. 22. PERMISSÃO DE TRABALHO É um formulário de uso interno da empresa usado para controlar o acesso ao trabalho em áreas de risco elevado por período pré-determinado pela empresa. Portanto, É uma ferramenta de avaliação, documentação e permissão de exposição á possíveis riscos causadores de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. É usada para autorizar o trabalho, ou seja, deve ser preenchida antes de iniciar a atividade. É válida apenas para o serviço específico, e na jornada de trabalho do mesmo dia. Sempre no ato da emissão uma cópia deverá ficar com o emitente. É importante que o trabalhador leia com calma a PT para entender claramente do que se trata. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  23. 23. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  24. 24. DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA – DDS É um breve treinamento (5 minutos) realizado preferencialmente, sempre no início da jornada do trabalho. Conscientizar o funcionário antes do mesmo iniciar as atividades laborais. Informar sobre procedimentos de segurança que deverão ser adotados por todos os trabalhadores envolvidos. O DDS serve para divulgar as medidas de prevenção de acidentes de trabalho que deverão ser adotadas e mostrar os riscos presentes no ambiente. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  25. 25. ANALISE DE CAUSA RAIZ - ACR Quando ocorre um incidente, significa que ocorreu uma falha. Esta deve ser identificada, eliminada ou corrigida. Esta ferramenta visa evitar a reincidência de incidentes através da prevenção e controle. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  26. 26. REGISTRO DE ANOMALIAS E DESVIOS - RAD Anomalias, desvios e quase acidentes são eventos, nos quais não se tem lesão. Mas danos materiais, perda de produção, parada de máquina ou equipamentos, sustos, etc... Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  27. 27. PREENCHIMENTO DO RAD (Obrigatório) Número seqüencial gerado pelo sistema informatizado (Opcional) Relator / Pessoa que identificou a anomalia ou desvio (Obrigatório) De preenchimento do relator, com as informações da ocorrência (Obrigatório) Descrever a ocorrência de forma objetiva, atendo-se ao fato e evitando rebuscar informações não relevantes. Não colocar nome da pessoa envolvida
  28. 28. PREENCHIMENTO DO RAD (Obrigatório) Relatar possível causa, ou seja, a causa aparente da não conformidade (Obrigatório) Descrever ação imediata adotada para mitigar o risco no momento até que a medida definitiva seja implantada (Obrigatório) Preencher conforme definição do Procedimento. Preenchido pelo Téc. Seg. do Trab. (Obrigatório) Definir a necessidade de elaborar Análise de Causa Raiz – SWO. Preenchido pelo Téc. Seg. do Trab.
  29. 29. USO E CONSERVAÇÃO EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA INDIVIDUAL - EPI Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  30. 30. EPI – PROTEÇÃO DOS OLHOS Para proteção dos olhos e face contra impactos de partículas volantes, luminosidade intensa, radiação ultravioleta, infra- vermelho e respingos de produtos químicos. Todo ambiente que ofereça risco de quebra e arremesso de materiais, projeção de fagulhas ou que apresenta riscos químicos, físicos e biológicos deve-se utilizar óculos de segurança. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  31. 31. PROTEÇÃO AUDITIVA Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  32. 32. Os fatores que influenciam os riscos
  33. 33. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  34. 34. EPI – PROTEÇÃO AURICULAR Utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos excessivos. TIPO CONCHA HIGIENIZAÇÃO •Lavar com água e sabão neutro, exceto as espumas internas das conchas CONSERVAÇÃO •Armazenar adequadamente, protegido em ambiente seco; •Substituir as espumas (internas) e almofadas (externas) das conchas quando estiverem sujas, endurecidas ou ressecadas. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  35. 35. EPI – PROTEÇÃO AURICULAR Utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos excessivos. TIPO PLUG HIGIENIZAÇÃO •Lavar com água e sabão neutro. CONSERVAÇÃO •Acondicionar na embalagem protegido da ação direta de raios solares ou quaisquer outras fontes de calor. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  36. 36. EPI – PROTEÇÃO MEMBROS INFERIORES Para proteção dos pés contra impactos de quedas de objetos, choques elétricos, agentes cortantes e escoriantes, umidade, respingos de produtos químicos. CALÇADO Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  37. 37. PROTEÇÃO DAS MÃOS As mãos são um bem de incalculável valor a vida, e contribuem com a maioria de nossas ações diárias. Com as mãos, nós pintamos, apalpamos, prendemos, soltamos, agarramos, batemos, lançamos, sinalizamos, escrevemos, desenhamos, acariciamos… A mão é um das partes mais complexas do corpo, contendo: nervos, ossos, tendões e tecidos. Nossas mãos são constantemente vítimas de acidentes, cerca de 30% dos acidentes de trabalho envolvem as mãos, segundo dados recentes do Anuário Estatístico de acidentes de trabalho. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  38. 38. Principais tipos de acidentes envolvendo as mãos - Cortes; - Prensamentos; - Esfolamentos; - Choques; - Perfurações; - Fraturas. Pontos de enroscamento e atrito: São os espaços existentes entre componentes de uma máquina, tais como: engrenagens em movimento, polias, etc… Nunca introduza as suas mãos nestes espaços, somente o faça com a máquina parada e a chave geral desligada. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  39. 39. PROTEÇÃO DAS MÃOS Use luvas sempre que for movimentar ou remover peças ou manusear ferramentas quentes. Nunca use luvas além das medidas de suas mãos, ou seja, luvas grandes ou muito folgadas, caso sua atividade lhe ponha em contato com engrenagens ou polias. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  40. 40. EPI: PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA RESPIRADOR Para proteção das vias respiratórias contra poeiras, névoas, fumos, vapores orgânicos e gases ácidos. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  41. 41. FERRAMENTAS MANUAIS •É importante verificar cada uma de suas ferramentas antes do uso. •Sempre que possível, use chaves de boca do tipo fechada ao invés das de boca aberta, para evitar que a ferramenta resvale. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  42. 42. FIQUE ATENTO! •Sempre que as ferramentas apresentarem desgaste ou estiverem danificadas, peça sua substituição. •Não trabalhe com improvisos. Use a ferramenta indicada pelo processo. •Termos como “gambiarra” ou “quebra-galho”, podem quebrar você. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  43. 43. CIRCULAÇÃO DE PEDESTRES, SEGURANÇA E PREVENÇÃO Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  44. 44. • Ao transitar na área industrial proteja-se, ande sempre dentro das faixas de segurança principalmente quando for atravessar os galpões; • Observe o trânsito de veículos industriais antes de atravessar as ruas ou passagens. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  45. 45. OBJETOS DE ADORNOS E ROUPAS DE TRABALHO Ao iniciar suas atividades, retire e guarde em lugar seguro, seus objetos de adorno como: relógio, anéis, cordão de pescoço, brincos, entre outros, pois eles representam grande risco de acidentes. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  46. 46. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  47. 47. PREVENÇÃO E COMBATE À PRINCÍPIOS DE INCÊNDIO Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  48. 48. FOGO E INCÊNCIO NÃO SÃO A MESMA COISA O fogo é um fenômeno indispensável ao homem. Os incêndios pelo contrário, não só são dispensáveis como devem ser evitados e combatidos. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  49. 49. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNCIO Os métodos de extinção são quatro, cada um deles dirigido ao seu fator de fogo: 1:: ELIMINAÇÃO Consiste na retirada do combustível do contato com a fonte de calor . 2:: ABAFAMENTO Consiste em isolar o combustível da atmosfera que o deixa arder ou na redução da concentração do oxigênio nessa atmosfera. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  50. 50. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNCIO Os métodos de extinção são quatro, cada um deles dirigido ao seu fator de fogo: 3:: RESFRIAMENTO O método de extinção mais corrente e consiste basicamente em fazer baixar a temperatura do combustível a arder e do meio ambiente envolvente, abaixo do seu ponto de ignição. 4:: INIBIÇÃO Consiste na alteração da reação química que permite a reação em cadeia e a continuidade do fogo, neutralizado a formação dos radicais livres. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  51. 51. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNCIO CLASSES DE FOGOS Classe A Fogos de materiais sólidos, geralmente de natureza orgânica, dos quais normalmente deixam resíduos (brasas, cinzas). (Ex: Fogos em madeira, tecidos, papel, carvão, etc.) Classe B Fogos de superfície que resultam da combustão de líquidos combustíveis e inflamáveis. (Ex: Fogos em alcatrão, gasolina, óleo, álcool, etc.) Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  52. 52. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNCIO CLASSES DE FOGOS Classe C Fogos em equipamento elétricos energizados (Ex: Painéis elétricos, computadores, impressoras, etc.) Classe D Fogos que resultam da combustão de alguns materiais pirofóricos (Ex: Sódio, potássio, urânio, alumínio, carbureto de cálcio, etc.) Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  53. 53. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNCIO TIPOS DE EXTINTORES Extintor de Pó Químico Seco ou PQS • Pode ser de Bicarbonato de Sódio ou Potássio e o agente propulsor, Gás Carbônico ou Nitrogênio. • Age formando uma nuvem sobre a chama que visa a exclusão do Oxigênio. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  54. 54. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNCIO TIPOS DE EXTINTORES Extintor de Água Pressurizada ou AP • Possui em seu interior Água sob pressão. O agente propelente é o Gás Carbônico - CO2 • A água atua através do resfriamento da área do material em combustão. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  55. 55. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNCIO TIPOS DE EXTINTORES Extintor de Gás Carbônico ou CO2 • Possui em seu interior Dióxido de Carbono comprimido. • O CO2 atua através do resfriamento e abafamento. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  56. 56. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNCIO EXTINTORES Modo de Utilização 1:: Retire o aparelho do suporte e levando-o até o local do fogo; 2:: Rompa o lacre puxando e torcendo o pino de segurança; 3:: Retire a mangueira ou difusor do apoio e direcione para a área do incêndio; 4:: Acione o gatilho até o fim do curso atacando o fogo em sua base. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  57. 57. RISCOS AMBIENTAIS Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  58. 58. •FÍSICOS •QUÍMICOS •BIOLÓGICOS •ACIDENTES •ERGONÔMICOS RISCOS Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  59. 59. RISCOS FÍSICOS •Frio •Calor •Ruído •Vibrações •Pressões Anormais •Radiações Ionizantes •Radiações Não Ionizantes Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  60. 60. RISCOS QUÍMICOS •Poeira •Fumo •Névoa •Gás •Vapor •Produto Químico Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  61. 61. RISCOS BIOLÓGICOS •Vírus •Bactéria •Protozoário •Fungo •Parasita •Bacilo Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  62. 62. RISCOS DE ACIDENTES •Arranjo Físico Inadequado •Máquinas e Equipamentos sem Proteção •Ferramentas Inadequadas •Utilização Incorreta da Eletricidade •Probabilidade de Incêndio e Explosão •Armazenamento Inadequado •Animais Peçonhentos Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  63. 63. RISCOS ERGONÔMICOS •Levantamento de Peso •Ritmo excessivo de Trabalho •Monotonia •Repetitividade •Postura Inadequada de Trabalho. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  64. 64. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC São os equipamentos que neutralizam ou controlam o risco na fonte ou na trajetória, dispensando em determinados casos, o uso dos equipamentos de proteção individual. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  65. 65. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA •Todas as máquinas possuem dispositivos de proteção para evitar que as mãos ou partes do corpo ou das vestimentas do operador entre em contato com as partes móveis •Nunca remova as proteções dos equipamentos
  66. 66. ENERGIA PERIGOSA Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  67. 67. ENERGIA PERIGOSA PROCEDIMENTOS SEGURANÇA •Não fique muito próximo de circuitos elétricos energizados, pois podem acarretar descargas elétricas, com graves queimaduras; •Somente funcionários qualificados estão capacitados a trocar fusíveis e reativar disjuntores. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  68. 68. ENERGIA PERIGOSA PROCEDIMENTOS SEGURANÇA •Comunique imediatamente à sua chefia caso observe alguma conexão elétrica desapertada, fios desencapados e circuitos aquecidos; •Antes de executar quaisquer reparos em máquinas/equipamentos desligue a chave geral e verifique se realmente está tudo desligado. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  69. 69. REGRAS Para todo trabalho realizado em altura superior a 2 metros com utilização de cadeiras suspensas, andaimes fixos, de plataformas suspensas por cabos e de gaiolas e para trabalhos em telhados, deverá ser emitida a PT – Permissão de Trabalho. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  70. 70. REGRAS Materiais e ferramentas não podem ser deixados desordenadamente nos locais de trabalho sobre andaimes, plataformas ou qualquer estrutura elevada, para evitar acidentes com pessoas que estejam trabalhando ou transitando sob as mesmas. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  71. 71. BOAS PRÁTICAS •Analisar atentamente o local do serviço antes de iniciar, planeje sua atividade. •Sob ameaça de chuva ou ventos fortes, suspender imediatamente o serviço. •Nunca andar sobre materiais frágeis (Telhas, Ripas); instalar uma prancha móvel. •Usar cinto de segurança (2 talabartes) ancorado em local adequado, nunca com quinas vivas. •Não amontoar ou guardar objetos sobre o telhado. •Utilizar equipamentos adequados para erguer materiais e ferramentas (Cordas e Cestas Especiais), nunca arremesse material ao solo. •Instalações elétricas provisórias devem ser realizadas exclusivamente por eletricistas autorizados. •No ato de subir e descer escadas faça de forma segura e devagar.
  72. 72. EPI Cinto de Segurança tipo Pára-quedista Cabo de Ligação do Cinto de Segurança (Talabarte) Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  73. 73. EPI Dispositivo trava-quedas de segurança para proteção contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal, quando utilizado com cinturão. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  74. 74. EPI Utilizado para proteção contra impactos sobre o crânio, choque elétrico e contra fontes de calor. CONSERVAÇÃO Evitar atrito nas partes externas, mal acondicionamento e contato com substâncias químicas. OBSERVAÇÃO Utilização obrigatória de jugular Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  75. 75. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  76. 76. É a parte legal das iniciativas no Campo da Saúde dos Trabalhadores, e é formada por profissionais da saúde. Especializados em SAÚDE OCUPACIONAL atuando em conjunto com os demais setores da empresa. NO ÂMBITO DA SAÚDE OCUPACIONAL, É EXECUTADO TODAS AS AÇÕES DO PCMSO (PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL) E DO PCA (PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA) Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  77. 77. PRINCIPAIS ATIVIDADES REALIZAÇÃO DOS EXAMES DO PCMSO  Exame Admissional  EXAME PERIÓDICO  Exame Demissional  Exame Retorno ao Trabalho ( período superior a 30 dias de afastamento)  Exame Mudança de Função (ou local de trabalho)  Exames Especiais (Eventual, Restrição de Função, etc.) Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho
  78. 78. ACIDENTE DE TRABALHO SE VOCÊ ESTÁ SE SENTINDO MAL (Febre Alta, Dores Fortes, Vômitos, etc.) • Avisar à liderança e comparecer ao Posto Médico mais próximo de seu local de trabalho; • Esta avaliação prévia nos Postos Médicos é INDISPENSÁVEL para o atendimento no Pronto Socorro. ATESTADO MÉDICO (ASSISTÊNCIA MÉDICA) • O atestado de médico credenciado deve ser entregue o mais breve possível à liderança que o encaminhará à Freqüência; • Afastamento médico > 15 dias o atestado deve ser encaminhado à Medicina do Trabalho.
  79. 79. ESQUEMA BÁSICO DE VACINAÇÃO
  80. 80. Winer Augusto da Fonseca - Técnico de Segurança do Trabalho

×