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É bem comum vermos o mal uso da tipografia em muitos trabalhos por aí. Saber escolher uma fonte adequada para cada trabalho faz parte do todo de um bom layout.

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  • 1. Tipografia A tipografia sempre foi o principal elemento da página im-pressa. Hoje em dia, sob o peso crescente de uma saturaçãovisual e conseqüente ênfase em relação aos conceitos verbais, atipografia atinge o seu ponto de mais alta prioridade no mundodo design. Isso não impede, todavia, que um surpreendentenúmero de designers gráficos encare a tipografia como um malnecessário, havendo mesmo muitos layouts onde as palavrasocupam claramente um segundo plano. Não há justificação para os designers que consideram aspalavras como algo a ser pesado, especificado, medido, semnenhuma consideração com o significado de sua mensagem.Palavras são comunicação. Como assinalou muito bem um co-municador moderno, pode ser verdade, como disse Confúcio,que uma imagem vale mais que mil palavras – só que Confú-cio teve de usar palavras para dizer isso. O designer deve estarpreparado não apenas para ler as palavras que vão fazer partedo seu layout, mas também para entendê-las. Ele deve, tam-bém, dar a sua contribuição com idéias e sugestões quanto aoconteúdo das palavras. O tipografia não se limita a questões tais como legibilidadee adequação de estilo. A moda e as mudanças tecnológicas sãoapenas uma parte do problema. O que converte a tipografia emalgo fascinante, e em um tema de investigação essencial paraqualquer pessoa que se dedique ao design, é que esta atividadeconsiste em uma manifestação de nossa busca de maior efici-ência e maior poder de comunicação da palavra escrita. A tipo-grafia revela uma série de fatores pessoais, políticos e econô-micos. É uma exaltação de humanidade e um índice de valoressutis e vitais. Os tradicionais. Entre os principais tipos escolhidos pelos diretores de ar-Ouça as palavras e desfrute sua forma. tes, os clássicos estão sempre presentes. Alguns deles foram A boa tipografia deve reunir forma, equilíbrio e color. Es- criados no século XV. Conheça alguns delesteja sempre consciente da forma que o tipo têm. O bom oumau uso na escolha tipográfica é o que vai diferenciar o bomdiretor de arte. Mas o que é o alfabeto? Por ele se entende uma coleção deformas abstratas que ao ordenar e combinar entre si de diferentesmodos dão lugar a mensagens que possibilitam a comunicação.Muitos destes caracteres básicos foram convertidos em formas degrande beleza com a imaginação dos designers tipográficos. Garamond Ao longo dos anos, em especial durante as últimas déca- Criado por Claude Garamond, gravador francês, que viveu entredas, tem aparecido inúmeros tipos, porque os designers estão os anos de 1499 e 1561. Apresenta tipos com traços arredonda-buscando constantemente formas novas e mais interessantes dos, serifas arrematadas e acento em forma de lágrima. É tido para transmitir determinada sen- como tipo de fácil leitura, aspecto agradável e linhas simples. sação e causar o impacto certo. A escolha correta do caracter pode ser um problema para o diretor de arte amador – por onde começar? qual é o tamanho? qual é a varia- ção exata? Existem milhares de tipos, o que dificulta ainda mais Caslon a escolha. Esta amplíssima diver- Os próprios classificadores não identificam com exatidão o sidade de tipos se distingue por verdadeiro criador dos tipos desta família. Alguns creditam a diferenças tão mínimas, porém, os William Caslon, outros citam Guilherme Caslon como seu cri- mais experientes costumam ele- ador. Estes tipos surgiram na Inglaterra, no século XVII, e se ger uma dezena de tipos que se- popularizaram com facilidade na Europa. Apresentam grande rão os mais empregados nos seus contraste entre os traços finos e grossos, sendo suas serifas ar- trabalhos. rematadas.
  • 2. Baskerville Nome que homenageia John Baskerville, seu criador.Baskerville (1706/1775), foi o mais famoso impressor de Bir-mingham, Inglaterra. Além de impressor, era fundidor, fabri-cante de tinta e papel para seus trabalhos. Os traços curvos sãobastante arredondados, o contraste dos traços retos não tão acen-tuados, e as serifas são arrematadas.BodoniFoi criada por Juan Bautista Bodoni (1740-1813), filho de tra-dicional família de impressores italianos. HISTÓRIA 1900-1920 No início do século XX, ocor- Kelmscott Press, William Morris, 1890. reram vários e significativos movi- mentos, que viriam alterar profun- Arts & Crafs Moviments. Surgiu na Inglaterra e foi lidera- damente o curso do design. do pelo socialista Willian Morris. Foi essencialmente uma re- ação contra a revolução industrial. Sua força foi uma reverên- Art Nouveau. Surgiu no final do cia aos métodos tradicionais de produção e ao uso de materiais século XIX. Para alguns, foi o alar- tradicionais. me falso do movimento moderno. Caracterizado por motivos florais, Futurismo. Criado por um grupo de jovens artistas e escrito- linhas curvas, forma e fluidos or- res italianos para expressar sua visão dinâmica do futuro. Usa-gânicos. Além da ênfase que em geral atribuía à decoração vam pontos de vista em movinento para revelar uma ação di-superficial, ao mero ornamento, este movimento exerceu certa nâmica em sucessivas imagens sobrepostas.influência mais direta sobre o design gráfico; marcou o iníciodos posters como forma de expressão artística, com os trabalhosde Beardsley, Bonnard e Toulouse-Loautrec. Os posters acaba-ram por representar uma força importante na formação e transi-ção do estilo artístico para outras formas de arte aplicada. Poster editado em 1900 para promover olançamento de um tipo criado por Otto Eckmann, este tipo deriva diretamente da escrita caligráfica, suas formas suaves sugerem o movimento natural do pincel ao pintar formas orgâni- Le-Dantyu as a Bacon, Ilya Zdanevih, uma obra de cas, como plantas e teatro sobre os pintores. Cada página tem várias opções árvores. Esta fonte de leitura. Zdanevich (1894-1975) foi um futurista russo caracteriza o vínculo que colaborou com a concepção de zaum, teoria de uma do movimento art linguagem transracional.nouveau à natureza e à espiritualidade.
  • 3. “O que pretendo com esta revolução tipográfica e esta variedade multicromática de letras, é redobrar a força expressiva das palavras”. Marinetti. Theo van Doesburg e Kurt Schwitters, 1922. A sobreposição de caligrafias manuais, os contrastes de tamanhos e espessuras das letras, mesclados com fontes e símbolos, transmitem uma sensação de anarquia. O design revolucionário russo. Suprematismo. Kasimir Malevitch, que vivera em Paris, porManifestazione interventista de Carlo Carrà, 1914, colagem de volta de 1915, empenhou-se em dar à sua arte o máximo depapel e pintura sobre cartão. O pintor italiano exalta os principios simplicidade, criou um estilo de pintura composto de elemen-futuristas do dinamismo, da velocidade e do conflito. tos absolutos fundamentais. Estes elementos eram as simples formas geométricas do quadrado, do círculo e do triângulo, que desempenharam papel de destaque no design Bauhaus.Dadaísmo. O derrubar de estruturas. Se o Cubismo golpeouas convenções da arte e do design, o Dadaísmo foi ainda mais Capa e interior de um livro delonge: derrubou toda a estrutura da representação racional. contos infantil “De dosMuito mais do que criar um novo estilo, o objetivo dos dadaís- cuadrados”, de El Lissitsky,tas era reduzir ao cacos todos os conceitos tradicionais. Com 1920. Estas obrasisso pretendia revitalizar as artes visuais, quebrando todas as supremativistas foram produzidas na época em que Elregras. Lissitsky e Kasimir Malevich colocaram em prática um programa radical introduzindo os ideais supremativista que unificaram os pensamentos cubista e futurista. O períodico “Der Dada” desenhado por Raoul Hausmann, Alemanha, 1919.
  • 4. Construtivismo. Elesacreditavam no emprego O famoso poster,racional de material útil criado em 1924para criar objetos de uso por El Lissitzkycomum, ou encontrar solu- para as tintasções para problemas de co- Pelikan, damunicação. Neste processo Alemanha, foi umeles rejeitavam os aspectos dos primeiros amais permanentes da esté- usar o fotogramatica em benefício da utili- no design gráfico.dade corrente. A palavra As letras estampadasConstrutivismo é, na verda- refletem ade, um largo rótulo aplica- influência dodo a um grupo de trabalhos Cubismode tendências diversas.Uma das metas do Constru-tivismo era combinar pala-vras e imagens numa expe- Alexander Rodchenko: Capariência simultânea. da revista LEF (abreviação de LEft Front), 1923.El Lissitzky. Suas concepções sobre tipografia e fotomecâni- Art Déco. Este movimento, que em muitos sentidos corre emca assimétricas marcaram profundamente o estilo dos anos 20. direção contrária à tendencia da simplicidade do design moder-Ressaltou os aspectos visuais e funcionais do uso das letras, no, trouxe de volta a decoração superficial às artes aplicadas.palavras e sistemas na comunicação de idéias. Foi um dos pri-meiros designers a perceber a interdependência e a troca deinfluências entre a fotografia e o design gráfico. Sua concep-ção da fotografia como parte integrante da estrutura gráficafez dele o primeiro designer gráfico a entender que os recursosfotográficos podem eventualmente libertar o layout das rígidasimposições retilíneas, dos tipos de metal e da gravura, tradici-onais na tecnologia de impressão da época. Hoje, ainda esta-mos mergulhados na revolução que El Lissitzky antecipou. Dois exemplos do estilo Art Déco. Capa da revista “The New Yorker” que traz o logotipo com um típico desenho do estilo déco; à direita, o tipo Broadway, desenhado por Morris Fuller Benton para American Type Founders em 1929. Este tipo apareceu muito nos menus de restaurantes da época. De Stijl. Fizeram-se notar pela rigorosa precisão com que dividiam o espaço, al- gumas vezes constrastando as divisões com linhas ne- gras; pela tensão e pelo equilíbrio, alcançados com a assimetria; por seu arro- jado e criativo uso das for- mas básicas e das cores pri- márias; e pela máxima sim- plicidade de suas soluções. Seus principais represen- Piet Mondrian foi o tantes foram Piet Mondri- protagonista da formação doPoster criado para Exposição Russa em Zurique, 1929. El Lissitzky an e o seu principal funda- grupo De Stijl. Suas pinturasé considerado um dos notáveis pioneiros do design gráfico dor e teórico, Theo van Do- constituem uma série de obrasmoderno. A combinação de palavras e imagens influenciou esburg. mestras das divisõesprofundamente a comunicação de idéias. assimétricas do espaço
  • 5. Gill Sans Eric Gill, Monotype, Britain, 1928-30. Capa do jornal De Stijl, Vilmos Huszar, Holanda, 1917. Copperplate Gothic Frederick Goudy, American Typefounders, US, 1901. Devido aos seus remates diminutos assemelha-se aos tipos talhados em pedra. Foi muito utilizado em cartões de visitas no mundo inteiro. DÉCADA DE 30Bauhaus. O objetivo original deste movimento foi formar ar- A década que teve que suportar os efeitos da Grande Depressãoquitetos, pintores e escultores num ambiente de oficina. Intro- e culminou com a II Guerra Mundial, também foi testemunhaduziu novas concepções no tratamento da forma e do espaço e de um substancial aumento dos meios de comunicação, como oainda à liberdade trazida para o layout da página impressa. cinema e o rádio que alcançaram êxito rapidamente. Ao lado, anúncio de cigarro Ches- terfield, US, 1931. Abaixo, capa da revista AC (Documentos de atividade contemporânea), Barcelona. Uma publicação de vida efêmera que serviu para veicular as idéiasCapa da revista Offset Buch und Joost Schmidt: exposição arquitetônicas dowebekunst, 1926, Herbert Bayer. Bauhaus em Weimar. 1923, movimento moderno queALGUNS DOS PRINCIPAIS TIPOS DESTA ÉPOCA também colaborou com a bandeira da nova tipografia. A revista apresentava um formato pouco utilizado, o quadrado, oFranklin Gothic Futura era o únicoLançado em 1905 com fins publicitário. Foi um dos tipos de tipo utilizado.maior êxito criados por Morris Fuller Benton para AmericanType Foounders. Times New Roman Converte-se no tipo mais utilizado durante ao longo do século.Futura Desenhado por Stanley Morison e Victor Lardent para o jornalLançado em 1927 pela fundição Bayer. Este desenho de Paul londrino The Times, e inspirado em um tipo do século XVIIRenner também estava voltado para o mercado publicitário. (Plantin). O objetivo era criar um tipo legível e transparente
  • 6. DÉCADADE 40A II Guerra Mundial atra-sou o avanço tecnológicoe comercial das novas Optimaidéias que haviam surgi- Hermann Zapf, 1958. Uma mistura entre a letra romana e osdas. As necesidades de tipos modernos. O resultado é um tipo enfático que mostraum esforço bélico engoli- qualidades quase caligráficas.ram todas as discussõessobre os avanços estéticosdos movimentos artísticos.Os cartazes, assim como naI Guerra Mundial, foramum dos principais meios decomunicação empregadospelos militares para persu-adir a população. Univers Desenhado por Adrian Frutier, 1954-1957. Como seu próprio nome sugeria, Univers pretendia ser um alfabeto universal e foi desenhado com 21 variantes, desde o mais fino até os mais Acima, poster oficial pesados. Foi empregado um sistema de números para identificar da URSS, 1943. Ao as variantes, do univers 45, o mais fino, ao univers 83, o mais lado, poster ingles de grosso. contra-espionagem. 1942, Abram Games DÉCADA DE 60 A contracultura chegou com o rock e o movimento pop. As agências de publicidade já consolidadas, trabalhavam a ima- gem dos grandes fabricantes. Catálogos de imagem corporati- va eram criados para as empresas. Avant GardeStencil Desenhado por Herb Lubalin na década de 1960. Destaca-seDesenhado por R. Hunter Middleton no final da década de 1930, por sua forma geométrica. Foi um tipo muito utilizado emfoi conhecido nos seis anos seguintes, pois foi amplamente anúncios e cartazes ligados à arte em geral.utilizado nos equipamentos militares da épocaDÉCADA DE 50Durante este período cresceu o poder da industria cinemato-gráfica e da televisão. Novos tipos foram criados para comporcom as imagens das telas. Nos Estados Unidos, o way of lifeamericano dominava o povo daquele país.HelveticaM. Miedinger e Haas, Germany, 1957. Sua fama aumentouna década de 1960, converteu-se no tipo sem serifa maispopular, ajudado por suas formas mais sólidas e linhasmodernas. Capa da revista Avant Garde, desenhado por Herb Lubalin
  • 7. A comunicação DÉCADA DE 80 gráfica que girava A informática começa a dominar o mercado. Com o apareci- em torno da música mento do computador da Apple Macintosh, em 1984 , introdu- rock, desenvolveu zindo o desktop publishing. Logo surgiram os programas Pa- suas próprias formas, utilizando a geMaker e QuarkXPress abrindo caminho para uma revolução impressão serigráfica nas artes gráficas. A era digital. para seus cartazes psicodélicos. Cartaz desenhado por B. McLean (1967) para uma série de concertos dos The Yardbirds, The Doors, Richie Havens e outros. Industria SolidDÉCADA DE 70Algumas pessoas dizem que a década de 70 foi marcada pelamoda que também, se estendeu para o grafismo. Foi a épocados punks na Inglaterra. Na tipologia quem esteve na modapor muito tempo foram os tipos Souvenir, Tiffany e AmericanTypewriter InsigniaAmerican TypewriterOs três tipos foram desenhados por Joel Kaden e Tony Stan. Chicago Foi projetada especialmente para os computadores Macintosh para se obter uma boa legibilidade.Souvenir DÉCADA DE 90 Há uma nova ordem geral, um outro código. Um mundo go- vernado pela incompletude e pela incerteza. A diagramação deixou de ser suporte para ser também o assunto do qual trata e é tratada.Tiffany Berlinger Capa do disco dos Sex Pistols, Inglaterra, 1977 X-Fuse Fontur
  • 8. TipoChamam-se caracteres, individualmente, às letras, números ou Há cinco maneiras básicas para arrumar as linhassinais de pontuação. As letras maiores são chamadas maiúscu- de comosição numa página: alinhado à esquerda;las, versais ou caixa alta; as letras menores, minúsculas ou alinhado à direita; centralizado;caixa baixa. Um alfabeto completo de um só desenho com cai- justificado e irregular.xa alta e baixa, com números e sinais de pontuação, é chamadofonte. Agrupando todos os tamanhos (corpos) e estilos de umdesenho de tipo (redondo, grifo, negrito, largo, condensado,etc.) teremos uma família de tipos.AlinhamentoHá cinco maneiras básicas para arrumar as linhas decomosição numa página: alinhado à esquerda; alinhado àdireita; centralizado; justificado e irregular. Há cinco maneiras básicas para arrumar as linhas de comosição numa página: alinhado à esquerda; alinhado à direita; centralizado; justificado e irregular. Há cinco maneiras básicas para arrumar as linhas de comosição numa página: alinhado à esquerda; alinhado à direita; centralizado; justificado e irregular.Há cinco maneiras básicas para arrumar as linhas de comosiçãonuma página: alinhado à esquerda; alinhado à direita; centra-lizado; justificado e irregular.
  • 9. Uma família de tipos pode apresentar todas as variações abaixo, mas você pode encontrarfamílias de tipos com variações menores.Corpo EntrelinhasÉ o que determina o tamanho da letra. Esta medida Espaço entre as linhasse refere a distância entre a face anterior e posteriordo tipo. Espelho Esboço das páginas de um jornal. Linotipo Máquina de compor, inventada por Ottmar Mergenthaler. Tem esse nome porque o jornalista norte-americano Whithelaw Reid, ao ver a máquina em funcionamento pela primeira vez, tomou a composição produzida e exlcamo: “A line of type”. A composição é feita com chumbo derretido e depois é reaproveitada.EntreletrasEspaço entre as letras Medidas tipográficas Antigamente, para compor o texto era utilizadoEntrelinhas duas medias tipográficas para determinar a larguraEspaço entre as linhas do texto: Cícero - baseadas no Ponto Didot, que tem,Capitular aproximadamente, 0,3759 milímetros. 1 cícero tem 12 pontos = 4,5108 minlímetrosLetra usada na abertura das composições, de Pica - sitema norte-americano que corresponde atamanho maior que os tipos do texto. cerca da sexta-parte da polegada (4,218 milímetros) 1 cícero tem 12 pontos.ClichêChapa de impressão usado na impressão pelométodo da tipografia. Pouco utilizado atualmente.O método atual é o offsetBibliografia. Lewis Blackwell, Tipografia del siglo XX, Editorial Bustavo Gili, SA, Barcelona; Alain Weill, The Poster - A WorldwideSurey and History, Sotheby’s Publications, New York; Liz McQuiston e Barry Kitts, Graphic Design - Source Book, Macdonald Orbis,London; Michael Beaumont, Tipo & Color, Hermann Blume, Madrid; Jornal O Estado de S. Paulo, Tipologia do Caos. James Graig,Produção Gráfica. Editora Mosaico.
  • 10. Nesta opção você encontrará alguns formatos já definidos como: Letter, A4, A3 e outro. Caso você escolha um formato diferente, esta opção terá o nome Custom (formato de sua preferência)Você pode alteraras dimensõesentrando comoutros números. Orientação. Você pode trabalhar comOpção para se a página em pétrabalhar com (Tall) ou deitadapáginas duplas (Wide)As margensservem paradelimitar o texto.Em uma revista onormal é 15mm Janela de Cores. Você pode criar cores ou usar cores deJanela de Ferramentas Régua diversas escalas como Pantone, Focoltone etc. É nesta janela que elas aparecerão para serem aplicadas Indica a quantidade de página do arquivo e em qual delas se está trabalhando. Serve, também, para acessar as páginas desejadas.Página mestra. Tudo o que forcolocado nessas páginas repetirá nas Barra de atalho. Esta barra apresenta comandos de acordo Barras deoutras páginas do seu documento. É com as ferramentas selecionadas. Contém atalhos de menú. rolagemusado para colocar ropadé (nome dapublicação)
  • 11. Caixa de Ferramenta.A caixa de Ferramentas do PageMaker pode ser acessada pelo menu Window - Show Tools. Veja abaixo para que servemcada uma delas:Use a ferramenta seta para selecionar, mover, Use a ferramenta de texto para digitar,redimensionar gráficos e blocos de texto. selecionar, editar e formatar texto. Use a ferramenta de corte para cortar ilustrações e fotos.Use a ferramenta de rotação para girar gráficos eblocos de texto Use a ferramenta de linha restrita para desenhar linhas retas horizontais,Use a ferramenta de linha para desenhar linhas verticais e em ângulos de 45ºretas em qualquer ângulo. Essas ferramentas têm as mesmas funçõesUse estas ferramentas para desenhar quadrados e das ferramentas ao lado, porém você poderetângulos, elipses e círculos perfeitos e polígonos incluir texto e foto dentro delas.básicos. Ferramenta de zoomUse a ferramenta mão para mover a página na tela Ao desenhar fios e figuras geométricas você pode controlar a espessura dos fios e nas figuras geométricas a espessura dos fios de contorno. Menu Element - Stroke. Para Mudar o preenchimento das figuras geométricas vá em Element - Fill Ao criar Nesta opção você pode definir o novas cores. modelo de cor. Se você estiver Dê um nome trabalhando com impressos, para elas escolha CMYK ou RGB para tela de computador Você pode criar novas cores misturando as cores Cores. Ao abrir a janela primárias. Cores, o PageMaker apresenta Não algumas cores básicas. Porém esqueça de você pode criar novas cores ou nomeá-las. selecionar várias tabelas de cores que acompanha o Nesta opção você acessa as escalas que programa. acompanham o programa. Abaixo. A escala Pantone. Você define as cores e elas Para aplicar cor em uma aparecerão na Janela de Cores prontas para figura geométrica selecione-a serem aplicadas. com a ferramenta seta. Para aplicar cor em um texto selecione-o com a ferramenta textoAo clicar nesta opção vocêabre o quadro ColorOption
  • 12. Divisão da página em colunasPara dividir a páginas em colunasvá ao menu Layout - ColumnsGuides Digite o número de colunas desejado Use esta opção se desejar trabalhar com número de colunas diferentes entre as páginas direita e esquerda. Adjust layout ajusta automaticamente o texto se você mudar o número de colunas na página. Ex: se o texto estiver distribuido em três colunas e você mudar para duas o texto será Espaço entre as colunas. Para três colunas deixe com 4.23 mm ajustadoImportar textosMenu File - Place. Localize o documento contento o texto. Você pode importar arquivos do World e deoutros editores de textos. O cursor do mouse poderá apresentar um dos ícones abaixo: Esta opção descarrega o texto somente na coluna em que o cursor estiver. O restante do texto ficará escondido. Esta opção descarrega todo o texto. Abrirá mais páginas se necessário. Para ativar este comando vá em Layout - AutoflowPara descarregar o texto, basta clicar na colunadesejada. A coluna de texto apresentará uma alçasuperior e outra alça inferior. Veja as diferenças:Início do bloco de textoFinal do bloco de texto (ou final do texto) +Quando aparecer um sinal de +, na alça inferior, otexto tem uma continuação e o restante está em outrobloco Quando aparecer um triângulo vermelho na alça inferior é + sinal que o texto continua, porém ele está escondido. ParaQuando aparecer um sinal de +, na alça superior, significa descarregá-lo, clique sobre o triângulo para carregar oque este bloco é uma continuação de um outro bloco. cursor do mouse.