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A rede brasileira de blogs sob a visão de redes complexas com foco na blogosfera
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A rede brasileira de blogs sob a visão de redes complexas com foco na blogosfera

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Um estudo aprofundado sobre a rede brasileira de blogs, com foco na blogosfera, baseado em um modelo em forma de grafo com dados reais para analisar a formação da rede e suas atuais proprriedades, …

Um estudo aprofundado sobre a rede brasileira de blogs, com foco na blogosfera, baseado em um modelo em forma de grafo com dados reais para analisar a formação da rede e suas atuais proprriedades, como topologia, dinâmica da rede e possibilidades de entrar em colapso, concluindo com os benefícios que esta análise pode trazer aos usuários de blogs.

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  • 1. ˜A REDE BRASILEIRA DE BLOGS SOB A VISAO DEREDES COMPLEXAS COM FOCO NA BLOGOSFERA William Roberto de Paiva Faculdade de Tecnologia, Universidade Estadual de Campinas. R. Paschoal Marmo, 1888, Jardim Nova It´lia, Limeira, SP, CEP 13484-332. a E-mail: will.unicamp@gmail.com 28 de Mar¸o de 2011 c Resumo O objetivo de este artigo ´ fazer um estudo aprofundado sobre a rede brasileira de e blogs, com foco na Blogosfera, baseado em um modelo em forma de grafo com da- dos reais para analisar a forma¸˜o da rede e suas atuais propriedades, como topologia, ca dinˆmica da rede e possibilidades de entrar em colapso, concluindo com os benef´ a ıcios que esta an´lise pode trazer aos usu´rios de blogs. a a Palavras-chave: redes complexas, blog, blogosfera, grafo. Abstract The aim of this paper is to make a deep study about the brazilian network of blogs, focusing in the Blogosphere, based on a model in graph form with real data to analyze the formation of this networks and it’s current properties, like topoogy, network dynam- ics and the chances to collapse, concluding with the benefits about this analysis to the users of blogs. Keywords: complex network, blog, blogosphere, graph.1 Introdu¸˜o caDe acordo com o site Dictionary.com em [5], blog ´ um di´rio online ou um registro pessoal e ade pensamentos publicados em uma p´gina web em ordem cronol´gica, tamb´m chamado de a o eweblog. Os blogs s˜o uma forma que usu´rios de internet encontraram de divulgar opini˜es de forma a a of´cil e r´pida. Devido a isso a ferramenta se tornou popular e blogs de diversas categorias a asurgiram, como humor, cr´ ıticas, di´rios virtuais, etc. a Como uma esp´cie de acordo inconsciente, os blogs come¸aram a divulgar um ao outro por e cmeio de cita¸˜es de links[6]. Essas cita¸˜es evolu´ co co ıram para parcerias, que s˜o links est´ticos a aadicionados em alguma parte da p´gina. Esta forma de se conectar formou uma rede interligada ade blogs. Blogs come¸aram a ser levados a s´rio. Para aqueles com vis˜o empreendedora, se tornou c e aum neg´cio muito lucrativo. O grande n´mero de blogs que surgiu criou uma imensa rede o u
  • 2. social. Concorrˆncia come¸ou a surgir, a rede come¸ou a se auto-organizar, a possuir comu- e c cnidades e hubs1 . Tornou-se uma rede complexa. Nas se¸˜es a seguir, ´ feita uma an´lise do crescimento desta rede, das suas propriedades e co e aos desafios que se encontram neste ambiente, focando principalmente o cluster de blogs maispopulares, conhecido como Blogosfera.2 MetodologiaPara visualizar e analisar as informa¸˜es com mais precis˜o, um modelo da interconex˜o co a aexistente entre v´rios blogs foi feito. Os dados para fazˆ-lo foram obtidos observando e a ecadastrando manualmente os links existentes entre cento e vinte e oito blogs. A coleta dosdados iniciou-se por um blog popular obtido em um buscador e a partir deste foram cadastradasos blogs por ele apontados. O mesmo foi feito com cada um dos outros blogs at´ que houvesse eem torno de cinquenta cadastrados. Ap´s isso foram buscados e registrados blogs de menor opopularidade e seus blogs adjacentes. Com base nestes dados, um grafo direcionado foi criado, como pode ser visualizado naFigura 1 , sendo que cada v´rtice representa um blog e cada aresta um link para um outro eblog. Al´m de utilizar o grafo, o comportamento dos blogs pesquisados tamb´m foi observado e epor um per´ ıodo de trinta dias para melhor identificar as intera¸˜es que entre eles. co Figura 1: D´ ıgrafo da Blogosfera brasileira 1 V´rtices(blogs) que possuem muitos links apontando para si a partir de outras p´ginas na internet. e a
  • 3. 3 Forma¸˜o da Blogosfera caOs blogs come¸aram como simples di´rios onde um usu´rio relatava tudo que achasse interessante[6]. c a aTornaram-se populares e em 1999 j´ existiam diversos blogs, cada um com um prop´sito difer- a oente, alguns como di´rio virtual, outros para humor, outros para opini˜o pol´ a a ıtica, etc. Analisando a rede desde o in´ ıcio, onde poucos blogs surgiram sem possuir nenhum tipode v´ ınculo formal (parcerias) com outros, as preferˆncias de conex˜es entre eles se deram por e osemelhan¸a de conte´do e amizade entre os autores de cada blog. Dessa forma come¸aram a c u csurgir pequenas comunidades, voltadas a assuntos espec´ ıficos que compartilhavam informa¸˜es coentre seus membros. Alguns hubs que foram surgindo come¸aram a se destacar e ganhar popularidade, aumen- ctando dessa forma sua aptid˜o e a aptid˜o dos n´s adjacentes a estes hubs. Assim surgiram a a odiversas comunidades em torno destes hubs. Uma destas comunidades conseguiu um destaquenot´vel e tornou-se a mais popular destas comunidades. Em algumas pesquisas de opini˜es a ode blogueiros e leitores de blogs, esta comunidade ´ conhecida como Blogosfera. e4 An´lise da rede atual a4.1 TopologiaPrimeiramente foi analisada a sequˆncia de grau dos v´rtices do grafo da Figura 1 e foram e e 2encontrados alguns hubs de semigrau interior , que s˜o destacados com tamanho maior e acolora¸˜o mais escura. Como foi citado em [8], esta ´ uma propriedade comum das redes ca esociais e era esperado encontr´-la na rede analisada, demonstrando que esta segue uma lei de apotˆncia e ´ uma rede do tipo livre de escala[2]. Isto pode ser melhor ilustrado no gr´fico a e e aseguir. Uma caracter´ ıstica curiosa ´ que o mesmo n˜o ocorre com a sequˆncia de semigrau exte- e a erior3 . Cada v´rtice possui uma quantidade de arestas para outros v´rtices semelhante e ao que e epˆde ser observado pelo autor, esse n´mero varia de acordo com a comunidade a qual o n´ o u opertence. Se por exemplo considerarmos a comunidade B referenciada na Figura 1, esta possuiuma m´dia de quinze a vinte arestas externas enquanto na comunidade D cada blog aponta epara em m´dia quarenta e cinco outros. Estas arestas n˜o est˜o todas vis´ e a a ıveis na figura, pois,estes dados foram somente observados nos blogs visitados e n˜o est˜o presentes no modelo. a a Pensando logicamente, se cada v´rtice tem um n´mero de arestas padr˜o, na comunidade e u aa que pertencem todos deveriam ter um n´mero semelhante de semigrau interior, mas n˜o ´ o u a eque ocorre. Observando a Figura 1 nota-se que de todas as comunidades partem v´rios links apara a Blogosfera (comunidade A) mas o contr´rio n˜o ocorre. Internamente, os v´rtices que a a efazem parte da Blogosfera est˜o em sua maioria conectados entre si, formando um grande acluster de hubs[2]. Isso ´ comprovado ao separar a comunidade A das demais como mostrado ena Figura 3. Os 37 v´rtices da Blogosfera mantiveram 482 conex˜es enquanto os 91 v´rtices e o eperif´ricos ficaram com apenas 211. e 2 Em um d´ ıgrafo, semigrau interior ´ a quantidade de arestas que partem de outros v´rtices para o v´rtice e e eem quest˜o[3], tamb´m conhecido como grau de entrada[1]. a e 3 Em um d´ ıgrafo, semigrau exterior ´ a quantidade de arestas que partem do v´rtice em quest˜o para outros e e av´rtices[3], tamb´m conhecido como grau de sa´ e e ıda[1].
  • 4. Figura 2: Gr´fico de referˆncias aos blogs a e4.2 Dinˆmica da rede aDiante do que foi colocado na subse¸˜o anterior, a pergunta que surge ´: por quˆ h´ tantas ca e e areferˆncias para os blogs da blogosfera e o mesmo n˜o ocorre com outras comunidades? e a Na concep¸˜o da rede, como j´ foi citado na introdu¸˜o, os blogs come¸aram a criar ca a ca cparcerias baseado em amizade e em similaridade de conte´do. Os blogs pertencentes ` blo- u agosfera, em sua maioria s˜o antigos na rede, e possuem parceria h´ muito tempo. Como j´ a a adito anteriormente, cada blog chega a um n´mero m´ximo de parcerias e n˜o ultrapassa esse u a alimite. Desta forma, conclui-se que a blogosfera ´ um aglomerado de blogs antigos que j´ e asaturaram seu n´mero de conex˜es. Al´m deste motivo, o fato de evitar criar novas referˆncias u o e epara blogs menores ajuda a melhorar a visibilidade de todos os blogs desta comunidade embuscadores que se baseiam no PageRank[4]. A popularidade, amizade e similaridade de conte´do s˜o as principais qualidades que car- u a 4acterizam a aptid˜o de um n´ na rede atual, sendo a principal delas a popularidade, que est´ a o adiretamente relacionada ao semigrau interior. Ao tentar entrar na rede, um blog novo buscaprimeiramente criar conex˜es com v´rtices da Blogosfera. Como n˜o consegue retorno, passa o e aa buscar conex˜es com blogs menores, seja de amigos ou blogs que tenham conte´do semel- o uhante. Como estes blogs j´ passaram pelo mesmo processo, costumam j´ possuir conex˜es a a ocom blogs semelhantes em conte´do e popularidade, o que leva o novo n´ a buscar se conectar u ocom todos da comunidade. Ainda assim, isso n˜o explica o por que os blogs da Blogosfera tem um semigrau interior am´dio muito maior em rela¸˜o `s outras comunidades e isso ser´ melhor detalhado na pr´xima e ca a a osubse¸˜o. ca 4 Aptid˜o ´ a habilidade que um v´rtice tem de atrair arestas. a e e
  • 5. Figura 3: Cluster formado pela Blogosfera ` esquerda e os blogs externos a ela ` direita a a4.3 Informa¸˜es coAo visitar diversos blogs, o autor notou que se os blogs pertencem ` mesma categoria(como ablogs de entretenimento, por exemplo) as chances de se deparar com informa¸˜es redundantes cos˜o muito altas. Isso se trata de uma sincroniza¸˜o de informa¸˜es na rede e h´ dois fatores a ca co aprincipais que causam esta sincronia: a fonte da informa¸˜o e a relevˆncia da informa¸˜o na ca a cainternet. Se a fonte da informa¸˜o for um blog popular, essa informa¸˜o tende a se propagar pela ca carede, come¸ando pelos v´rtices adjacentes e seguindo adiante pelos adjacentes aos adjacentes, c eperdendo potˆncia a cada retransmiss˜o. Este ´ um dos motivos da informa¸˜o se repetir e a e cadiversas vezes dentro de uma comunidade de blogs. Dessa forma a informa¸˜o ganha mais caimportˆncia em buscadores na internet, aumentando inclusive a popularidade daqueles que aa propagam. Analisando isso, podemos concluir que ´ este o maior motivo da Blogosfera eter um semigrau interior m´dio alto. Por sua popularidade, a Blogosfera gera informa¸˜es e coque j´ nascem com relevˆncia maior, e outros blogs procuram utilizar as informa¸˜es desta a a cocomunidade como fonte. J´ outras comunidades n˜o possuem essa influˆncia, e os n´s n˜o a a e o ase interessam em manter conex˜es a n˜o ser que sejam retribu´ o a ıdos. J´ a relevˆncia da informa¸˜o cria um contexto que envolve a rede toda. Se por ex- a a caemplo existe uma crise mundial, muitos blogs v˜o falar sobre a crise, seja para dar opini˜o a asobre os motivos ou para satirizar os pa´ mais prejudicados. Assim, aqueles que propagam ısesesta informa¸˜o ganham tamb´m chances de serem encontrados em buscadores, j´ que est˜o ca e a atratando de uma informa¸˜o muito procurada no momento. ca4.4 Imperfei¸˜es coFaria alguma diferen¸a perder um n´ da gigantesca rede de blogs? Para a rede como um todo, c oa perda de qualquer um de seus n´s nem seria notada pela maioria, mas ao se tratar de cada ocomunidade pode ser que um n´ fa¸a muita diferen¸a. o c c A Blogosfera n˜o perderia sua configura¸˜o com a perda de qualquer um de seus n´s. A a ca o
  • 6. sua resiliˆncia5 garante que a interconex˜o de seus componentes se manter´ caso isso ocorra. e a aIsto ´ v´lido para todas as comunidades que tem coeficiente de cluster6 elevado. e a J´ o mesmo n˜o pode ser dito de outras comunidades. Como exemplo, a comunidade 3 a ana Figura 1 possui um unico n´ que tem grande popularidade perante a rede e sua robustez ´ o´ baixa. Nesse caso, a perda deste n´ central afetaria drasticamente esta comunidade, talveze oat´ gerando sua extin¸˜o. e ca Sendo assim, a Blogosfera ´ indestrut´ e ıvel? Apesar de sua robustez, h´ outros fatores que apoderiam prejudicar esta rede. Um exemplo ´ a informa¸˜es incorretas. Uma not´ falsa e co ıciaseria rapidamente espalhada na rede toda, j´ que a blogosfera ´ referˆncia de diversos blogs. a e eIsso pode acarretar em perda de credibilidade se ocorrer com frequˆncia. e O surgimento de outras redes tamb´m pode ser preocupante, por´m, no momento ainda e en˜o ´. Apesar de diversas comunidades existirem, nenhuma se equipara ` blogosfera ao ponto a e a 7de conseguir referˆncias externas sem que se exija reciprocidade . Assim sendo, nos dias atuais, ea Blogosfera dificilmente entrar´ em colapso. a Um fator importante a ser considerado ´ a adapta¸˜o do usu´rio a mudan¸as. Mesmo e ca a csurgindo uma nova comunidade t˜o forte quanto ` blogosfera, um usu´rio pode se adaptar a a a avisitar mais blogs e assim as duas comunidades existiriam sem problema algum. Da mesmaforma, um n´ de uma comunidade ao ser retirado pode fazer com que todos os usu´rios o aabandonem a todos os blogs de uma comunidade. S˜o a¸˜es humanas imprevis´ a co ıveis quepodem mudar o comportamento da rede.5 Conclus˜o aApesar de ser uma pequena amostra da rede, o modelo apresentado neste artigo foi capaz dedemonstrar com bastante efic´cia o comportamento da rede. Durante o per´ a ıodo de observa¸˜o, cafoi poss´ notar que a dinˆmica da rede e o tr´fego de informa¸˜es s˜o bastante afetados ıvel a a co apela topologia e tamb´m que a robustez de uma comunidade pode torn´-la muito influente e aperante a outras comunidades, como ´ o caso da Blogosfera. e Este estudo pode ser muito util para blogueiros que buscam ganhar mais destaque na rede ´de blogs. Analisando as intera¸˜es entre os blogs e entre as comunidades, principalmente coda Blogosfera, podem ser feitas previs˜es e criar estrat´gias se sobressair diante de blogs o econcorrentes, como por exemplo criar grupos intencionais para fortalecer a imagem do blogou gerenciar informa¸˜es de uma comunidade visando atrair mais usu´rios. co aReferˆncias e[1] ANGELIS, A. F., Tutorial Redes Complexas, Universidade de S˜o Paulo, S˜o Carlos, 2005. a a[2] BARABASI, A.-L., Linked: Como tudo est´ conectado a tudo e o que isso significa para a os neg´cios, rela¸˜es sociais e ciˆncias. Editora Leopardo, 2009 o co e[3] BOAVENTURA, P. O.; JURKIEWICS, S.Grafos: Introdu¸˜o e Pr´tica. Editora Blucher, ca a 2009 5 Resiliˆncia ´ a capacidade da rede em resistir ` remo¸˜o de seus v´rtices sem a perda de sua e e a ca efuncionalidade[1]. 6 Coefieciente de cluster indica o qu˜o conectada est´ uma rede ou comunidade[9]. a a 7 Probabilidade de dois v´rtices apontarem-se mutuamente, ou seja, de haver um arco partindo de um n´ e opara outro e vice-versa simultaneamente[1].
  • 7. [4] BRIN, S., PAGE, L., The Anatomy of a Large-Scale Hypertextual Web Search Engine, Computer Science Department, Stanford University, Stanford[5] DICTIONARY.COM, Define Blog at Dictionary.com. Dispon´ıvel em http://dictionary.reference.com/browse/blog, Acesso em: 4 de Novembro de 2010[6] NOVAES, C., A hist´ria dos blogs. 2008, Dispon´ em: http://www.brogui.com/a- o ıvel historia-dos-blogs, Acesso em 4 de Novembro de 2010[7] RAMOS TURCI, L. F., Caracteriza¸˜o, Controle de Caos e Sincroniza¸˜o em Circuitos ca ca Chaveados. 2009. 24f. Tese de Doutorado - Instituto Tecnol´gico de Aeron´utica, S˜o o a a Jos´ dos Campos. e[8] TOIVONEN, R., ONNELA, J.P., SARAMAKI, J., HYVONEN, J., KASKI, K., A model for social networks, Helsinki University of Technology, Laboratory of Computational Engineer- ing, 2006[9] WATTS, D. J.,STROGATZ, S., Collective dynamics of ’small-world’ networks. Nature 393, 1998

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