Inovação em Serviços - Nail Bar

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Apresentação sobre inovação em serviços. Estudo de caso sobre o Nail Bar, ou Esmalteria.

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Inovação em Serviços - Nail Bar

  1. 1. Inovação em serviços no paradigma da economia do aprendizado: a pertinência de uma dimensão espacial na abordagem dos sistemas de inovação. Revista Administração Contemporânea – RAC (2006) Eduardo Raupp de Vargas, professor do PPGA/UnB Paulo Antônio Zawislak, professor do PPGA /UFRGS A pesquisa pobre inovação em serviços no Brasil: estágio atual, desafios e perspectivas. Revista de Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas (2013) Eduardo Raupp de Vargas, Luciene Braz Ferreira e Marina Figueiredo Moreira do PPGA/UnB Cariza Teixeira Bohrer, professor do PPGA /UFSM Criatividade e inovação na atuação profissional. Revista CRB-8 Digital (2008) Marta Lígia Pomim Valentim, professora do PPGCI da UNESP/Marília
  2. 2. O debate teórico acerca da inovação em serviços é bastante novo e controverso. o setor de serviços possui a capacidade de gerar inovações internamente ou, as mudanças são subprodutos de processos de inovação originários da indústria? A constituição de novo serviço se dá por meio da instituição de um “serviço básico” ao qual podem estar associadas inovações incrementais em “serviços periféricos” Schumpeter (1985) aponta que a inovação ocorre nas seguintes situações: • Introdução de novo serviço ou de nova qualidade de serviço. • Introdução de novo método para prestação de serviço, como, por exemplo, nova forma de entrega de serviço. • Abertura de novo mercado. • Obtenção de nova fonte de matéria-prima ou de insumos intermediários. • Estabelecimento de nova forma de organização de uma determinada indústria. O setor de serviços precisa ser considerado como um conjunto de subsetores de serviços, cada qual desenvolvendo sua própria dinâmica de inovação. Fonte: VARGAS & ZAWISLAK, 2006
  3. 3. Até 1990 a relação entre serviços e inovação resumia-se ao acompanhamento de processos de difusão das inovações tecnológicas nos serviços como a introdução das novas tecnologias da informação e da comunicação nos serviços. Os serviços, nos últimos anos, tornaram-se responsáveis pela indução e até mesmo pela coprodução de muitas inovações tecnológicas. O processo de inovação em serviços é essencialmente um processo interativo, no qual o prestador de serviços mantém ligações internas e externas reunidas na própria prestação que conduzem à inovação. Tipos e modelos de inovação. • Inovação Radical: envolve a criação de produtos totalmente novos. • Inovação de Melhoria: resulta da alteração de alguma característica do produto. • Inovação Ad Hoc: pode ser definida como “a construção interativa (social) de uma solução para um problema particular apresentado por um determinado cliente. A pesquisa brasileira sobre inovação em serviços, nas áreas de Administração e Economia ainda é bastante restrita em volume e ramos de serviço contemplados, como serviços de telecomunicação, de tecnologia da informação e serviços intensivos em conhecimento. Fonte: VARGAS; BOHER; FERREIRA; MOREIRA, 2013
  4. 4. De que forma o profissional pode usar a criatividade para inovar seus serviços e produtos? A inovação representa a aplicação da criatividade, ou seja, primeiro tem-se a criatividade, depois a inovação. A criatividade é pensar algo original e a inovação é a execução, ou seja, a inovação é a implantação da ideia criativa. A interação com pares é essencial para o profissional desenvolver a criatividade, uma vez que a troca, o compartilhamento e a socialização de conhecimento e experiências possibilitam ampliar a visão do trabalho, além de propiciar o benchmarking de produtos e serviços inovadores. A interação pode ser desenvolvida de diferentes formas: participação em eventos, cursos, grupos de estudo, listas de discussões, associações, redes cooperativas etc. O processo criativo pode ser dividido em sete passos básicos: 1. Percepção e recepção da questão; 2. Análise e delineamento da questão; 3. Apropriação da questão; 4. Cognição sobre a questão; 5. Julgamento e análise crítica da questão; 6. Seleção e escolha de alternativas; 7. Experimentação e avaliação para o aprimoramento da ideia. Fonte: VALENTIM, 2008
  5. 5. Nail Bar, Bar de Unhas, ou Esmalteria é um empreendimento que une a prestação de serviço de manicure/pedicure em um ambiente de bar. As clientes têm a sua disposição mesas. Podem conversar e tomar drinks, alcoólicos ou não, durante a prestação de serviço. Esse serviço conquistou os Estados Unidos e a Europa nesse século, chegando no Brasil a partir de 2010. Uma das mais antigas esmalterias, e que também se tornou uma franquia, é a Esmalteria Nacional. Diversas cidades em vários estados já aderiram a essa inovação da prestação de serviço, que vêm agregando outros elementos e públicos, como o masculino, por exemplo. Em um Nail Bar além do ambiente diferenciado, há tipos de pinturas de unhas com nomes diferenciados, criando um cardápio de opções, além de uma variedade maior de esmaltes, que normalmente ficam expostos como se fosse a prateleira de um bar.
  6. 6. REPORTAGEM SOBRE A ESMALTERIA NACIONAL
  7. 7. VARGAS, Eduardo Raupp de; Zawislak, Paulo Antônio. Inovação em serviços no paradigma da economia do aprendizado: a pertinência de uma dimensão espacial na abordagem dos sistemas de inovação. RAC, v. 10, n. 1, p. 139-159, jan./mar. 2006. VALENTIN, Marta L. P. Criatividade e inovação na atuação profissional. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 1, n. 1, p. 3-9, jul. 2008. VARGAS, Eduardo Raupp de; Bohrer, Cariza Teixeira; FERREIRA, Luciene Braz; MOREIRA, Marina Figueiredo. A pesquisa pobre inovação em serviços no Brasil: estágio atual, desafios e perspectivas. Revista de Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas, v. 2, n.1, p.3-21, 2013.

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