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As língua de Olavo bilac e caetano veloso
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As língua de Olavo bilac e caetano veloso

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  • 1. E.E. Prof.ª BEATHRIS CAIXEIRO DEL CISTIA TRABALHO DE LÍNGUA PORTUGUESA Nome: Série: 3º B
  • 2. Comparação línguas de Olavo Bilac e Caetano Veloso ” Gosta de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões Gosto de ser e de estar E quero me dedicar a criar confusões de prosódia E uma profusão de paródias Que encurtem dores E furtem cores como camaleões Gosto do Pessoa na pessoa Da rosa no Rosa E sei que a poesiaestá para a prosa” (Trecho-Língua Portuguesa – Caetano Veloso) “Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela... Amo-te assim, desconhecida e obscura. Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela, E o arrolo da saudade e da ternura!” (Trecho-Língua - Olavo Bilac) Segundo Caetano o fato da miscigenação linguística só prova que o povo brasileiro tem uma diversidade cultural aflorada e visível. Ainda assim o mesmo acredita em uma língua mátria, independente do que pensam ou não os portugueses, contudo ele também ressalta que a língua brasileira não foi herdada como dádiva, nem como ato de heroísmo, apenas fomos submetidos a falar ou a fingirmos que aceitamos o português de Portugal como língua matriz. Que de tão pobre no Brasil ficou vulgarizado na boca dos “pobres brasileiros”, a consciência da língua além de corrompida foi mistificada, foi arrebatada. Observa-se em cenas do nosso cotidiano que o brasileiro é subestimando a ouvir e falar todos os contingentes da linguagem portuguesa. Muita mistificação, muitas perguntas e poucas respostas... Olavo Bilac foi fiel a sua pátria e sutil ao falar da língua natal, declarando o amor por ela sem medir fronteira, percorrendo seus horizontes de forma sensível e humana. Após análise profunda da língua portuguesa, Olavo também expões em seu poema a influência do latim em nossa língua que muitas das vezes nem nos importamos, mas que com certeza fez a diferença na construção do país.