CRP-0357 Produção Gráfica
Aula 4 Processos de impressão – parte I
O processo gráfico Carimbos, gravuras, telas, fotolitos e computadores
A vida como ela era:
 
Como vemos as cores
Como vemos as cores
Como vemos as cores
Como vemos as cores
Como vemos as cores
 
 
CMYK: escala Europa <ul><li>Ângulos de impressão: K: 45º, M: 75º, Y: 90º, C: 105º </li></ul>
 
 
Pontos, Pixels, Dots <ul><li>PPI: Pixel: picture element – “ponto de tela”. </li></ul><ul><ul><li>Tem  cor  própria </li><...
LPI, PPI, DPI <ul><li>Dois fatores básicos para a definição da LPI: </li></ul><ul><ul><li>Suporte (porosidade) </li></ul><...
 
 
Moiré: <ul><li>Se um dos filmes aparecer fora de seu ângulo previsto, pode “interferir” perceptualmente nos outros (Gestal...
Moiré
 
Moiré
Moiré
Moiré
Moiré
LPI > DPI > PPI (e não o contrário)
Suporte > Processo > Idéia (e não o contrário)
O que é um impresso?
Tipos de impressos <ul><li>Tipografia </li></ul><ul><li>Flexo </li></ul><ul><li>Gravura </li></ul><ul><li>Silk </li></ul><...
Custo fixo vs. Variável <ul><li>Qualquer processo de impressão deve considerá-los. </li></ul><ul><li>Tiragem: número de ex...
LITOGRAFIA (ou LITOGRAVURA) <ul><li>Hoje é mais uma curiosidade histórica do que um processo. Ela deu origem ao que conhec...
PEDRA LITOGRÁFICA
PEDRA LITOGRÁFICA
TIPOGRAFIA <ul><li>A impressão foi inventada e desenvolvida na China.  </li></ul><ul><li>O livro mais antigo ainda existen...
TIPOGRAFIA <ul><li>A matriz é composta de pequenos tipos, que funcionam como carimbos reaproveitáveis. Os tipos são famíli...
TIPOGRAFIA
TIPOGRAFIA
TIPOGRAFIA
TIPOGRAFIA
TIPOGRAFIA: problemas <ul><li>Impressão sem definição – os caracteres ficam com bordas irregulares, quase como em carimbos...
FLEXOGRAFIA <ul><li>É um tipo de tipografia que usa uma grade flexível para imprimir em superfícies curvas, como latas de ...
FLEXOGRAFIA
FLEXOGRAFIA
ROTOGRAVURA <ul><li>Oposto da tipografia: matrizes em baixo relevo.  </li></ul><ul><li>Selos e cédulas usam esse processo,...
ROTOGRAVURA
ROTOGRAVURA
DUPLICAÇÃO DIGITAL (não xerox) <ul><li>A técnica de duplicação digital tem suas origens nos duplicadores à base de estênci...
 
 
 
DUPLICAÇÃO DIGITAL (não xerox) <ul><li>Na década de 80 surgiram máquinas computadorizadas que, utilizando o mesmo princípi...
XEROX <ul><li>É um dos primeiros processos mecânicos de reprodução a usar um pigmento seco e eletricamente carregado (tone...
GRÁFICAS RÁPIDAS <ul><li>Impressão digital derivada da Xerox. Impressão a laser usando 4 toners – sem fotolitos ou tinta. ...
GRÁFICA RÁPIDA
RELEVOS e HOT STAMPING <ul><li>Semelhantes à tipografia </li></ul><ul><li>O tipo ou clichê, matriz de impressão, é duro e ...
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  1. 1. CRP-0357 Produção Gráfica
  2. 2. Aula 4 Processos de impressão – parte I
  3. 3. O processo gráfico Carimbos, gravuras, telas, fotolitos e computadores
  4. 4. A vida como ela era:
  5. 6. Como vemos as cores
  6. 7. Como vemos as cores
  7. 8. Como vemos as cores
  8. 9. Como vemos as cores
  9. 10. Como vemos as cores
  10. 13. CMYK: escala Europa <ul><li>Ângulos de impressão: K: 45º, M: 75º, Y: 90º, C: 105º </li></ul>
  11. 16. Pontos, Pixels, Dots <ul><li>PPI: Pixel: picture element – “ponto de tela”. </li></ul><ul><ul><li>Tem cor própria </li></ul></ul><ul><ul><li>Depende da definição (resolução) do monitor </li></ul></ul><ul><ul><li>Normalmente 72 a 96 ppi </li></ul></ul><ul><li>DPI: Dot: ponto de impressão </li></ul><ul><ul><li>Não tem cor própria, simula a cor através de retícula. </li></ul></ul><ul><li>LPI: Line: freqüência da tela </li></ul>
  12. 17. LPI, PPI, DPI <ul><li>Dois fatores básicos para a definição da LPI: </li></ul><ul><ul><li>Suporte (porosidade) </li></ul></ul><ul><ul><li>Equipamento gráfico (capacidade) </li></ul></ul><ul><li>LPI determina DPI que determina PPI </li></ul><ul><li>(resolução de saída / freqüência de tela)^2+1= número de tons de cinza. O máximo que pode produzir é 256, e deve ficar perto disso. </li></ul><ul><li>Relação scan: (altura da imagem final / altura do original) x LPI x 2 = PPI necessários. </li></ul>
  13. 20. Moiré: <ul><li>Se um dos filmes aparecer fora de seu ângulo previsto, pode “interferir” perceptualmente nos outros (Gestalt). </li></ul><ul><li>Pontos que não deveriam ser aglutinados são vistos e se formam padrões texturados sobre a imagem, um efeito normalmente conhecido como padrão Moiré. </li></ul><ul><li>O Moiré chama a atenção para seu padrão e atrapalha a percepção de transição suave de cor. </li></ul><ul><li>Uma forma comum de se reproduzi-lo é digitalizar imagens impressas e reimprimi-las, pois a sobreposição de retículas tenderá a causar o padrão Moiré. </li></ul>
  14. 21. Moiré
  15. 23. Moiré
  16. 24. Moiré
  17. 25. Moiré
  18. 26. Moiré
  19. 27. LPI > DPI > PPI (e não o contrário)
  20. 28. Suporte > Processo > Idéia (e não o contrário)
  21. 29. O que é um impresso?
  22. 30. Tipos de impressos <ul><li>Tipografia </li></ul><ul><li>Flexo </li></ul><ul><li>Gravura </li></ul><ul><li>Silk </li></ul><ul><li>Lito </li></ul><ul><li>Off-set </li></ul><ul><li>Gráfica rápida </li></ul>
  23. 31. Custo fixo vs. Variável <ul><li>Qualquer processo de impressão deve considerá-los. </li></ul><ul><li>Tiragem: número de exemplares impressos. Alguns processos têm custo muito alto para pequenas tiragens, mas esse custo se dilui ao imprimir grandes volumes. Normalmente se calculam: </li></ul><ul><ul><li>Custo fixo: matriz (fotolitos, chapas), mão de obra e perdas iniciais para regulagem do equipamento, especialmente quando o serviço envolve várias camadas de cores. </li></ul></ul><ul><ul><li>Custo variável: insumos (pigmentos) e materiais (papel). </li></ul></ul>
  24. 32. LITOGRAFIA (ou LITOGRAVURA) <ul><li>Hoje é mais uma curiosidade histórica do que um processo. Ela deu origem ao que conhecemos como impressão off-set, embora esteja mais próxima de um carimbo sofisticado, feito de pedra. </li></ul><ul><li>Lithos – Graphos: impressão a partir de uma pedra lisa desenhada com tinta (cor) e goma (não-cor). A goma impede a tinta de “vazar” para locais indesejados. </li></ul><ul><li>O processo de repulsão simultânea entre água e tinta inspirou e originou o off-set. </li></ul>
  25. 33. PEDRA LITOGRÁFICA
  26. 34. PEDRA LITOGRÁFICA
  27. 35. TIPOGRAFIA <ul><li>A impressão foi inventada e desenvolvida na China. </li></ul><ul><li>O livro mais antigo ainda existente é de 868 AC, e foi impresso com uma técnica sofisticada de blocos de madeira esculpida. </li></ul><ul><li>A impressora de tipos móveis de cerâmica também foi inventada na China, no século X. A de tipos de metal três séculos mais tarde, na Coréia. </li></ul><ul><li>Entre os séculos XII e XIII, várias bibliotecas árabes e chinesas tinham dezenas de milhares de livros impressos. </li></ul><ul><li>Gutemberg a aprimorou com o uso de tipos reutilizáveis, para compor vários textos de forma mais econômica. </li></ul><ul><li>A forma desenvolvida por ele foi a base da imprensa durante muitos séculos. Ela usa pequenas peças de metal com relevos de letras e símbolos – os “tipos móveis”. </li></ul>
  28. 36. TIPOGRAFIA <ul><li>A matriz é composta de pequenos tipos, que funcionam como carimbos reaproveitáveis. Os tipos são famílias (tipográficas) inteiras. </li></ul><ul><li>Como carimbos, ela precisa ser pressionada sobre o papel e não consegue gerar formas com alto nível de detalhe. </li></ul><ul><li>Tipos especiais feitos sob encomenda são chamados de “clichês”, por isso esse processo também é chamado de “clicheria”. </li></ul><ul><li>Os tipos são colocados em uma grade que os mantém na ordem desejada, molhados na tinta e pressionados contra o papel. </li></ul><ul><li>Mesmo com o surgimento dos computadores e da editoração eletrônica, a tipografia ainda permanece ativa. Ela é usada, por exemplo, em um processo chamado de Termografia , a impressão a quente para a formação de relevos. </li></ul>
  29. 37. TIPOGRAFIA
  30. 38. TIPOGRAFIA
  31. 39. TIPOGRAFIA
  32. 40. TIPOGRAFIA
  33. 41. TIPOGRAFIA: problemas <ul><li>Impressão sem definição – os caracteres ficam com bordas irregulares, quase como em carimbos comuns. </li></ul><ul><li>A pressão da sobre o papel e a grande quantidade de tinta fazem com que muitas vezes a impressão seja visível no verso. </li></ul><ul><li>Ainda é usada para entradas de shows, pequenos jornais sem fotos, notas fiscais, numeração, corte e vinco (usando tipos especiais com lâminas), alto e baixos relevos etc. </li></ul><ul><li>Depois da impressão a matriz é desfeita. Apesar de demandar muita mão-de-obra para sua confecção, mantê-la não é economicamente viável, pois os originais são caros e podem ser reaproveitados. </li></ul>
  34. 42. FLEXOGRAFIA <ul><li>É um tipo de tipografia que usa uma grade flexível para imprimir em superfícies curvas, como latas de refrigerante, copos ou materiais de formato não plano. </li></ul><ul><li>As tintas são de secagem rápida, podem ser aditivadas para se conseguir texturas, brilho ou aderência. </li></ul><ul><li>Recentemente a flexografia se tornou a principal técnica de impressão para embalagens, por dois motivos: </li></ul><ul><ul><li>Baixa expectativa de qualidade por parte do público </li></ul></ul><ul><ul><li>Custo relativamente baixo (para grandes tiragens) </li></ul></ul>
  35. 43. FLEXOGRAFIA
  36. 44. FLEXOGRAFIA
  37. 45. ROTOGRAVURA <ul><li>Oposto da tipografia: matrizes em baixo relevo. </li></ul><ul><li>Selos e cédulas usam esse processo, que também é indicado para a impressão em superfícies flexíveis. </li></ul><ul><li>Cada matriz é feita artesanalmente, com os desenhos escavados para formar um negativo da imagem a imprimir. Ela utiliza: </li></ul><ul><ul><li>Bobinas ou cilindros: para impressão em material contínuo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Chapas: para impressão em folhas soltas. </li></ul></ul><ul><li>É necessária uma tiragem mínima muito elevada, devido ao alto custo da matriz. Ela funciona como a gravura de Artes Plásticas, porém com menor detalhe. </li></ul><ul><li>A superfície da matriz é embebida em tinta, uma lâmina retira o excesso, deixando tinta apenas nos pontos de baixo relevo, que é transferida para o papel por pressão. </li></ul>
  38. 46. ROTOGRAVURA
  39. 47. ROTOGRAVURA
  40. 48. DUPLICAÇÃO DIGITAL (não xerox) <ul><li>A técnica de duplicação digital tem suas origens nos duplicadores à base de estêncil e mimeógrafos. </li></ul><ul><li>Fazia-se manualmente, ou com a ajuda de uma máquina de escrever, uma matriz em papel impermeável que tinha perfurações para permitir a passagem da tinta, normalmente a base de álcool. </li></ul><ul><li>Estas máquinas ajudaram a alfabetizar a maioria da população mundial neste século e, durante a Guerra Fria, foram banidas da União Soviética. </li></ul><ul><li>O processo era bastante simples: a matriz era colocada em um pequeno cilindro poroso com tinta. Ele tinha uma manivela e, ao ser movimentado, projetava a tinta através da matriz para o papel. </li></ul><ul><li>O mimeógrafo continuou praticamente o mesmo até a década de 80. </li></ul>
  41. 52. DUPLICAÇÃO DIGITAL (não xerox) <ul><li>Na década de 80 surgiram máquinas computadorizadas que, utilizando o mesmo princípio básico, mantiveram o custo extremamente baixo do estêncil mas com uma boa melhora na qualidade da impressão. </li></ul><ul><li>Nesses equipamentos, um scanner digitaliza o original e grava uma matriz em um papel especial, afixado automaticamente ao cilindro pelo qual flui a tinta , bombeada por meios mecânicos. </li></ul><ul><li>É uma solução barata para panfletos, apostilas e impressos sem retículas ou meios-tons, pois o duplicador digital não tem definição para tons de cinza. </li></ul><ul><li>Cópias Xerox a preço muito baixo costumam usar esse processo. O pigmento é de baixa qualidade e não suporta manuseio intenso. </li></ul>
  42. 53. XEROX <ul><li>É um dos primeiros processos mecânicos de reprodução a usar um pigmento seco e eletricamente carregado (toner) para imprimir em papel. </li></ul><ul><li>Ao passar pela máquina, as folhas de papel são eletricamente carregadas para que o toner seja atraído para elas. </li></ul><ul><li>Até hoje muitas máquinas utilizam um processo analógico, com espelhos e lentes. Ele está rapidamente está sendo substituído por sistemas digitais, com leitura por CCDs (a célula fotoelétrica das câmeras digitais). </li></ul><ul><li>Os novos sistemas digitalizam a imagem e a projetam, com um laser, em um cilindro. Este se magnetiza e atrai as partículas de toner, que depois são transferidas para o papel. </li></ul><ul><li>A maior vantagem das máquinas digitais é que não há perda de qualidade na captação da imagem. </li></ul><ul><li>É o mesmo princípio das impressoras a laser e das gráficas rápidas de Impressão Digital. </li></ul>
  43. 54. GRÁFICAS RÁPIDAS <ul><li>Impressão digital derivada da Xerox. Impressão a laser usando 4 toners – sem fotolitos ou tinta. </li></ul><ul><ul><li>Vantagens : não há custos fixos (o custo por cópia é sempre igual), trabalha com prazos menores, ajustes e correções podem ser feitos durante a impressão </li></ul></ul><ul><ul><li>Desvantagens: processo caro para tiragens grandes, a qualidade é baixa em áreas chapadas grandes, os tons são menos vivos (devido à rugosidade do toner) e há uma gama limitada de papéis, tanto em tipos quanto em formatos </li></ul></ul>
  44. 55. GRÁFICA RÁPIDA
  45. 56. RELEVOS e HOT STAMPING <ul><li>Semelhantes à tipografia </li></ul><ul><li>O tipo ou clichê, matriz de impressão, é duro e plano. O grafismo a ser impresso está em alto-relevo. </li></ul><ul><li>Relevo: </li></ul><ul><ul><li>o clichê é pressionado contra o papel, marcando-o. </li></ul></ul><ul><li>Hot Stamping: </li></ul><ul><ul><li>O clichê não recebe tinta, é apenas aquecido e pressionado sobre uma tira de material sintético revestida de uma fina camada metálica. </li></ul></ul><ul><ul><li>A camada se desprende da fita e adere à superfície impressa. </li></ul></ul>
  46. 57. HOT-STAMPING
  47. 58. HOT-STAMPING

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