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Condições de profissionalização no campo da Educação de Adultos

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Trabalho realizado no âmbito da Unidade Curricular "Sociologia da Educação Não Escolar" do Mestrado em Ciências da Educação - Área de Especialização em Educação de Adultos da Universidade do Minho …

Trabalho realizado no âmbito da Unidade Curricular "Sociologia da Educação Não Escolar" do Mestrado em Ciências da Educação - Área de Especialização em Educação de Adultos da Universidade do Minho (ed. 2010/2011).
Docente: José Augusto Palhares
Grupo de trabalho: Glória Oliveira, Miguel Martins, Rosa Hurtado e Sónia Vieira.

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  • 1. Condições de profissionalização no campo da Educação de Adultos- Os perfis profissionais nos Centros Novas Oportunidades - Sociologia da Educação Não Escolar| Mestrado de Educação de Adultos 1º ano, 1º Semestre – 2010/2011 Docente: José Augusto Palhares Grupo de Trabalho: Glória Oliveira | Miguel Martins | Rosa Hurtado | Sónia Vieira
  • 2. Conceitos-chave Educação de Adultos: “educação de adultos engloba todo processo de aprendizagem, formal ou informal, em que pessoas consideradas adultas pela sociedade desenvolvem suas capacidades, enriquecem seu conhecimento e aperfeiçoam suas qualificações técnicas e profissionais, ou as redireccionam, para atender suas necessidades e as de sua sociedade.” (UNESCO 2010: 5) Campo de Educação de Adultos: “Realidade social de práticas educativas com características próprias, susceptíveis de uma delimitação temporal, geográfica e institucional, de uma descrição geográfica e não arbitrária. […] Não designa apenas práticas sociais de natureza educativa, mas também práticas sistematizadas de reflexão e produção de novos conhecimentos, ou seja um campo específico de investigação” (CANÁRIO 2008: 18)2/ 25
  • 3. Campo da Educação de Adultos 1/2 Diferenciação interna | Complexidade | Heterogeneidade  Plano das práticas educativas (finalidades, modos e públicos) Alfabetização | Formação Profissional | Animação Sociocultural | Desenvolvimento Local | Reconhecimento de Aprendizagens Experienciais  Diversidade de instituições implicadas (directa ou indirectamente) Superação do referente Escola como “instituição educativa especializada tendencialmente hegemónica” (CANÁRIO 2008:16). Historicamente: domínio da forma escolar Superação da divisão dicotómica: Instituições Educativas e Não Educativas. Distinção baseada em “perseguirem deliberadamente ou não finalidades educativas e ainda o facto de essas finalidades corresponderem à actividade principal ou secundária” (CANÁRIO 2008:17)3/ 25 planos de análise
  • 4. Campo da Educação de Adultos 2/2  Educador ou formador de Adultos (processos de profissionalização) - Questionamento da profissionalização como critério (in)dispensável ao exercício da acção de formador ou educador. Educadores de adultos como “agentes reconhecidos socialmente, instituídos e a quem é delegada a tarefa de exercer uma função de formação, mas é, no entanto, forçoso reconhecer que «qualquer pessoa que viva em sociedade é de algum modo um agente informal de formação»” - Diversidade de tarefas e denominações, bem como de origens, de habilitações académicas, de estatuto profissional, etc. Ênfase em dois atributos dos intervenientes/profissionais na Educação de Adultos: - treino e preparação dos intervenientes; - corpo especializado de conhecimentos subjacentes ao treino e à preparação - Fim do monopólio do professor como educador profissional4 / 25 planos de análise
  • 5. Recomendações internacionais “Os quadros da Educação de Adultos têm um papel chave em tornar a aprendizagem ao longo da vida uma realidade. Os profissionais da Educação de Adultos ajudam os aprendentes a desenvolver conhecimento, competências e atitudes ao longo das suas vidas. De facto, o desenvolvimento profissional das pessoas a trabalhar na educação e formação é uma das medidas vitais para melhorar a qualidade da aprendizagem a todos os níveis.” (BUISKOOL, BROEK, LAKERVELD, ZARIFIS, OSBORNE 2010: 9) “Melhorar a formação, a capacitação, as condições de emprego e a profissionalização dos educadores de adultos, por exemplo, por meio do estabelecimento de parcerias com instituições de ensino superior, associações de professores e organizações da sociedade civil” (UNESCO 2010: 13)5 / 25
  • 6. Condições de profissionalização 1/3 “A falta de oportunidades de profissionalização e de formação para educadores tem um impacto negativo sobre a qualidade da oferta de aprendizagem e educação de adultos, assim como o empobrecimento do ambiente de aprendizagem, no que diz respeito a equipamentos, materiais e currículos. Raramente são realizadas avaliações de necessidades e pesquisas sistemáticas, no processo de planeamento, para determinar conteúdos, pedagogia, modo de provisão e infra- estrutura de apoio adequadas. Monitorização, avaliação e mecanismos de feedback não são um componente constante na busca de qualidade na aprendizagem e educação de adultos. Quando existem, seus níveis de sofisticação estão sujeitos à tensão do equilíbrio entre a qualidade e a quantidade da oferta.” (UNESCO 2010: 21) Marco de Acção de Belém 2010 (Confintea VI)6/ 25 contexto global
  • 7. Condições de profissionalização 2/3 Desenvolvimento profissional e contínuo (ENPA não-formal) Escassez de Informação sobre o desenvolvimento profissional do pessoal que trabalha na ENPA não-formal Contextos de formação muito diversificados | Poucos requisitos ao nível das qualificações para o ensino ou para a formação A questão das qualificações é cada vez mais relevante no contexto da garantia de qualidade (especialmente se receberem financiamento público) - Promotores Não-governamentais (com atribuições específicas para a educação e a formação) proporcionam acções de formação - Pequenas ONG’s estão a introduzir medidas de qualidade (incluindo desenvolvimento do pessoal)7/ 25 ENPA não-formal
  • 8. Condições de profissionalização 3/3 Desenvolvimento profissional inicial e contínuo (ENPA formal) Assunção da necessidade de dois tipos de competências: a) serem peritos na sua disciplina e b) serem capazes de a ensinar aos adultos. Poucos requisitos formais em relação à segunda (inclusive no sector público) Os educadores de adultos podem também ser professores de jovens e/ou terem outras ocupações não relacionadas com a docência - O pessoal de ENPA formal é abrangido pelos regulamentos da educação regular (mesmas qualificações) - o diploma pode constituir qualificação docente profissional ou requerer uma qualificação profissional adicional de pós-graduação. (Na maioria dos casos a qualificação docente diz respeito ao ensino de jovens em vez de adultos) Em diversos países é possível estudar a educação de adultos como um curso de especialização no ensino superior (mestrado ou pós-graduação)8/ 25 ENPA formal
  • 9. Problemática da profissionalização Crescente interesse em termos das condições de profissionalização dos educadores de adultos Discussão de alguns pontos de análise (e eventualmente dilemas no âmbito da educação de adultos formal e da educação de adultos não formal) Capacitação e/ou profissionalização (que perfil de competências, actuação passiva de diploma específico ou não) Como compreender e intervir em função do contexto social, cultural, económico e político? Quais os elementos epistemológicos e metodológicos necessários para a acção neste campo? (Recursos didáctico-metodológicos) Que quadros institucionais, organizacionais e legislativos existem e que implicações têm? Que condições de trabalho e remuneração? Incentivo ou desincentivo da profissionalização e actualização permanentes?9 / 25 profissionais E.A.
  • 10. Competências-chave: uma orientação Key competences for adult learning professionals - Contribution to the development of a reference framework of key competences for adult learning professionals (Research voor Beleid em colaboração com as Universidades de Glasgow, de Salónica e de Leiden) | Financiamento: Comissão Europeia Objectivo: apresentar um conjunto de competências-chave que possa funcionar como referência na Europa e que possa ser utilizado, voluntariamente, pelos Estados-Membros. Etapas da investigação: 1. Identificação das competências 2. Modelagem de competências (reunião de peritos) 3. Avaliação de competências (supervisores, profissionais e outros interessados) Competência (Actividade específica) = conhecimento + habilidades + atitude10 / 25 profissionais E.A.
  • 11. Representação Gráfica: competências11 / 25 * Para profissionais não directamente envolvidos no processo de aprendizagem. A peritagem relaciona-se não com conhecimento geral, mas sim peritagem específica (por exemplo, de gestão, administrativo, ou informático) ** As competências didácticas são menos relevantes para profissionais não envolvidos directamente envolvidos no processo de aprendizagem ou de suporte em termos de gestão e administrativamente
  • 12. Tipologia de Competências Competências Pessoais Interpessoais Instrumentais A1) competência pessoal para A2) competências interpessoais aprender de forma autônoma ao para ser um comunicador, A3) competência para ser longo da vida; trabalhar em equipa e em rede responsável para o posterior Genéricas A5) competências na utilização de A6) competência de desenvolvimento do adulto diferentes métodos de “empowerment” A4) competência para ser um aprendizagem, estilos e técnicas A7) competências para lidar com perito de trabalho com os adultos. a heterogeneidade e grupos B1) competências para avaliar as (vinculadas ao processo de aprendizagem) necessidades de aprendizagem B2) competência para delinear o Plano Operacional dos adultos processo de aprendizagem Específicas B3) competência para estimular o B4) competências para avaliar o próprio desenvolvimento dos processo de aprendizagem educandos adultos B6) competências para B5) competência para ser um desenvolver programas assessor e conselheiro (apoio administrativo e de gestão) B8) competência para gerir B11) competência para dar apoio Plano Organizacional (pessoas) Específicas em questões administrativas B7) competência para ser B9) competência para ser um B12) competência na facilitação responsável financeiramente gestor geral de ambientes de aprendizagem B10) competência no marketing e baseados nas TIC’s nas relações públicas12 / 25
  • 13. Centros Novas Oportunidades Finalidade e Missão: “Neste sentido, a inserção dos Centros Novas Oportunidades numa rede territorial e institucionalmente diversificada, a sua orientação para o desenvolvimento e mobilização de respostas diferenciadas em função do perfil e do percurso dos adultos, bem como a sua complementaridade e articulação com as escolas, os centros de formação profissional, as entidades formadoras e os agentes económicos, sociais e culturais são factores determinantes da resposta às metas e às exigências definidas.” “Assegurar a todos cidadãos maiores de 18 anos uma oportunidade de qualificação e de certificação, de nível básico e secundário, adequada ao seu perfil e necessidades, no âmbito da área territorial de intervenção de cada CNO; Promover a procura de novos processos de aprendizagem, de formação e de certificação por parte dos adultos com baixos níveis de qualificação escolar e profissional; Assegurar a qualidade e a relevância dos investimentos efectuados numa política efectiva de aprendizagem ao longo da vida, valorizando socialmente os processos de qualificação e de certificação de adquiridos.” (Carta de Qualidade dos Centros Novas Oportunidades ) “Nos Centros Novas Oportunidades há uma equipa de profissionais que o ajudará a encontrar o percurso de qualificação mais adequado ao seu perfil, expectativas e interesses.” (www.novasoportunidades.gov.pt)13 / 25 os objectivos
  • 14. Fluxograma de Etapas de Intervenção dos Centros Novas Oportunidades Acolhimento Diagnóstico e Triagem Encaminhamento Outras ofertas educativas e formativas(externas aos Centros Novas Processo de Reconhecimento,Oportunidades): Validação e Certificação de Cursos EFA, CET, Ensino Certificação parcial Competências escolares e/ou Recorrente, Cursos Profissionais, (júri de certificação) profissionais: B1, B2, B3 ou nível Vias Alternativas de Conclusão do secundário e/ou saídas profissionais Secundário (Dec. Lei nº357/2007), do Catálogo Nacional de Qualificações Formações Modulares, > de 23, etc. Certificação pela entidade Certificação total Plano de Desenvolvimento formadora (júri de certificação) Pessoal
  • 15. Composição da Equipa CNO 1/2 Cargo Funções - Representa institucionalmente o Centro Novas Oportunidades Director - Responde legalmente pelo Centro, nomeadamente pelo cumprimento das orientações para a sua organização e funcionamento. - Assegura a gestão pedagógica e financeira do Centro e a interlocução técnica com o exterior - É responsável pela elaboração e qualidade do PEI e pelo cumprimento das orientações para o funcionamento do Centro (Carta de Qualidade, Orientações da ANQ, I.P., enquadramento legislativo, etc.) Coordenador - Promove a formação da equipa e coordena toda a actividade do Centro - Assegura mecanismo de auto-avaliação do Centro, da sua actividade e resultados - Dinamiza parcerias institucionais e promove a interlocução com as estruturas regionais competentes - É responsável pelo acolhimento (coordenando o trabalho do administrativo) Técnico de - Conduz o processo de diagnóstico da situação do adulto que permitirá definir Diagnóstico e o seu encaminhamento, mobilizando profissionais de RVC quando necessário Encaminhamento - Organiza o encaminhamento para as respostas educativas e formativas (TDE) externas aos CNO, articulando com as respectivas entidades formadoras e estruturas regionais competentes15 / 25 Portaria nº 370/2008 orientações técnicas ANQ
  • 16. Composição da Equipa CNO 2/2 Cargo Funções - Participa no diagnóstico, triagem e encaminhamento. - Conduz os processos de reconhecimento e validação de competências - Acompanha e dinamiza o trabalho dos formadores nos processos RVC Profissional de - Define os encaminhamentos para ofertas formativas após validação de RVC competências (júris de certificação parcial) - Organiza e articula com a restante equipa e o avaliador externo os júris finais de certificação - Participa no processo RVC, orientando a construção do portefólio à luz das áreas de competências-chave (fase de reconhecimento) - Participa, com o profissional de RVC, na validação de competências Formador de RVC - Organiza e desenvolve as acções de formação complementar da responsabilidade do Centro - Participam nos júris de certificação (Participa na definição dos encaminhamentos para ofertas após validação de competências) - Atende e participa no acolhimento e efectua os registos no SIGO Técnico - Apoia administrativamente a actividade do Centro, nomeadamente ao nível Administrativo financeiro16 / 25 Portaria nº 370/2008 orientações técnicas ANQ
  • 17. Competências-chave: Equipa CNO 1/2 Funções Competências Genéricas Equipa CNO A1- Competência pessoal para aprender de forma autonoma ao longo da vida. Director Profissionais A2- Competências Interpessoais para ser um comunicador, trabalhar em equipa e em rede Coordenador A3- Competência para ser responsável para o posterior Téc. Diag. e desenvolvimento do adulto Encam. A4- Competência para ser um perito Prof. de pedagógicas e A5- Competência na utilização de diferentes métodos RVC didácticas de aprendizagem, estilos e técnicas no trabalho com adultos A6- Competência de “empowerment” Formador de A7- Competência para lidar com a heterogeneidade e RVC grupos17 / 25 perfis de competências
  • 18. Competências-chave: Equipa CNO 2/2 Tec. Prof. Form. Funções Competências Específicas Coord TDE Adm. RVC RVC B1 – Competência para avaliar as aprendizagens dos adultos X X X Vinculadas ao processo de aprendizagem B2 – Competência para desenhar o processo de aprendizagem X X B3 – Competência para estimular o próprio desenvolvimento dos X X adultos B4 – Competência para avaliar o processo de aprendizagem X X B5 – Competência para ser assessor e conselheiro X X X B6 – Competência para desenvolver programas X X X B7- Competência para ser responsável financeiramente X X Adicionais de Apoio B8- Competência para gerir (pessoas) X X X X B9- Competência para ser um gestor geral X B10- Competência no marketing e nas relações públicas X X X X X B11- Competência para dar apoio em questões administrativas X X X X X B12- Competência na facilitação de ambientes de aprendizagem X X X X X baseados nas TIC,s18 / 25 perfis de competências
  • 19. Algumas implicações analíticas A criação dos CNO, a Iniciativa Novas Oportunidades e a Existência da ANQ está a implicar: mudança paradigmática ao nível das representações e das práticas, nomeadamente ao nível das estruturas, da organização curricular, das metodologias de ensino/aprendizagem, das metodologias de avaliação, dos referenciais de educação/formação, das relações institucionais do sistema com a sociedade, e entre os subsistemas que o compõe, das representações dos actores institucionais (políticos, gestores, professores, formadores, técnicos).19 / 25 as mudanças
  • 20. Centros Novas Oportunidades 1/320 / 25 número de CNO’s
  • 21. Centros Novas Oportunidades 2/321 / 25 entidades promotoras
  • 22. Centros Novas Oportunidades 3/322 / 25 adultos envolvidos
  • 23. Constrangimentos profissionais 1/2 Tensão entre lógicas de avaliação instrumental e lógicas de avaliação humanistas - Orientação para resultados (metas) /gestão por objectivos / produtividade - “permitir a oportunidade/evitar o insucesso” - Burocratização (SIGO, DTP) - Modelos de avaliação (SIADAP; CAF) Dinâmicas organizacionais específicas - Rotatividade das equipas (CNO Escolas) - Reduzido nº de planos de formação/metodologias específicas (fóruns, seminários, encontros, trocas de experiências entre profissionais ) - perspectiva tecnicista e tecnocrática de ensino-aprendizagem (limitação à aplicação de procedimentos e metodologias) - Escolarização do processo - Lógica de segundo plano no sistema escolar23 / 25 tópicos de discussão
  • 24. Constrangimentos profissionais 2/2 Críticas à Iniciativa Novas Oportunidades: - Existência de um número elevado de CNO’s - Referência ao modelo escolar - Pouca credibilidade dos diplomas (o não reconhecimento por parte do adulto e das entidades empregadores) - os meios de comunicação (divulgação/censura) Precarização laboral - Ausência de mecanismos de defesa de direitos e definição do sector (Sindicatos, Associações Profissionais, etc.) - precariedade profissional (ausência de carreira profissional; modalidades contratuais) Desarticulação do sistema da Iniciativa Novas Oportunidades - Ofertas formativas e educativas inexistentes ou pouco adequadas - Tensões e competitividade entre CNO (Finalidade, pressupostos, desigualdade nas abordagens, Facilitismo, etc.)24 / 25 tópicos de discussão
  • 25. Bibliografia BUISKOOL, B.J., BROOK, S. D., et al. (2010). Key competences for adult learning professionals - Contribution to the development of a reference framework of key competences for adult learning professionals. Zoetermeer: Research voor Beleid CANÁRIO, Rui. (2008). Educação de Adultos – Um Campo e Uma Problemática. Lisboa: Educa CARNEIRO, Roberto (coord.). (2010). Iniciativa Novas Oportunidades: Resultados da Avaliação Externa (2009-2010). Lisboa: ANQ CAVACO, Cármen. (2007). Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências: Complexidade e novas actividades profissionais. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, nº 2, pp. 21-34, Jan./Abr. 2007. Consultado em Janeiro de 2011 em http://sisifo.fpce.ul.pt EURYDICE. (2007). A Educação de Adultos na Europa – Formação não-profissional. Bruxelas: Direcção Geral de Educação e Cultura – Comissão Europeia GOMES, Maria do Carmo, SIMÕES, Francisca. (2007). Carta de Qualidade dos Centros Novas Oportunidades. Lisboa: ANQ PIRES, Ana Luísa de Oliveira. (2007). Reconhecimento e Validação das Aprendizagens Experienciais. Uma Problemática Educativa. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, nº2, pp. 5-20, Jan./Abr. 2007. Consultado em Janeiro de 2011 em http://sisifo.fpce.ul.pt UNESCO. (2010). Marco de Ação de Belém – CONFINTEA VI. Brasília: UNESCO25 / 25