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Práticas Financeiras
e Contábeis
PROF. WANDICK
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Aula 7
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APURAÇÃO
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RESULTADO
EXERCÍCIO - ARE;
2 – D E M ON S T R A Ç Ã O D O R E S U L T A D O
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Receitas
• Vendas de Produtos, Mercadorias ou Serviços
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Despesas
 Todo sacrifício ou esforço para obter Receita.

Matéria Prima;
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ARE – Esquema do Balanço Patrimonial

PASSIVO
Obrigações
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Bens e direitos

PATRIMÔNIO LÍQUIDO
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Apuração do Resultado do Exercício (ARE)
Receitas e Despesas
 As receitas representam entradas de novos recursos para a

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Encerramento das Contas do Exercício
 O confronto entre Receitas e Despesas, no final do

exercício, é feito por meio de ...
Apuração do Resultado – Representação Gráfica
Apuração do Resultado
do Exercício
Débito
Despesas
SALDO DEVEDOR
PREJUÍZO
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Apuração do Resultado do Exercício
(ARE)
 Para apurar o resultado do exercício, ou seja, apurar o

lucro ou prejuízo obti...
1º. Passo: Apurar saldo final das contas de resultado.
Os valores das despesas, quando incorridas, são levados a
débito da...
2º. Passo: Encerrar todas as contas de receitas e
despesas em contrapartida de uma conta transitória
denominada “Resultado...
3º. Passo: Calcular e contabilizar o imposto de renda.
A conta “Resultado do Exercício” recebe, então, todas as
receitas e...
4º. Passo:
estatutárias

Calcular

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Caso os estatutos da empresa contenham previsão de
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PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS

Lucro Depois do Imposto de Renda
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(-) Participações
(=) Lucro Líqui...
5º. Passo: Transferir o Lucro Líquido no Exercício para
“Lucros acumulados”.
A conta “Resultado do Exercício” é uma conta ...
RESUMO GERAL

NATUREZA DAS CONTAS
Contas de Ativo

Contas de Passivo e PL
Contas de Resultados

DÉBITO

CRÉDITO

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RESUMO GERAL
1. Apuração é feita em cada período (exercício social)
• Receitas X Despesas (Período)
• “Independência Absol...
RESUMO GERAL
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Receita

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Patrimônio
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Demonstração do Resultado do
Exercício (DRE)
 Uma das funções do contador é transformar dados

em informações úteis para ...
Demonstração do Resultado do
Exercício (DRE)
 O artigo 187 da Lei 6.404, de 15 de dezembro de

1.976 (Lei das Sociedades ...
Demonstração do Resultado do
Exercício (DRE)
 No Brasil a DRE deve ser elaborada obedecendo ao

princípio do Regime de Co...
Apuração do resultado
 Características:

Apuração realizada à cada exercício social.
Resumo ordenado das Receitas e Despe...
Regime de apuração do resultado
PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA
• Regime universalmente adotado.
• Critério aceito e recomendado ...
Regime de apuração do resultado
PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA
• Regime universalmente adotado.
• Critério aceito e recomendado ...
Regime de apuração do resultado
PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA
DRE  Receitas – Despesas = Lucro (ou Prejuízo)

Toda despesa ger...
Regime de apuração do resultado
REGIME DE CAIXA
• Sob o regime de caixa, os recebimentos e os

pagamentos são reconhecidos...
Demonstração do Resultado do Exercício
Receita bruta de vendas
(-) Deduções de vendas
(-) Impostos sobre as vendas
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Receita bruta de vendas
 É a quantidade de produtos vendidos ou quantidade

de horas de serviço prestado em um período
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Custo dos produtos vendidos (ou dos
serviços prestados)
 É o custo dos produtos vendidos a serem computados

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Custo dos produtos vendidos (ou dos
serviços prestados)
 Está diretamente relacionado com os estoques, porque

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Lucro bruto
 É a diferença entre a receita líquida e o custos das

mercadorias (ou serviços).
 Revela se a firma está au...
Despesas Operacionais
 Despesas operacionais são todos os gastos

desembolsados ou provisionados que se relacionam,
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Despesas Operacionais
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 Salário

do pessoal de vendas
 Comissões
 Propaganda
 Provisão para Devedo...
Despesas Operacionais
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Comissões bancárias
Juros de mora
Variação monetária pas...
Despesas Não Operacionais

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não operacionais são aquelas
decorrentes de transações não incluídas nas
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Receitas Operacionais e Não
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O que é estoque?
 Estoque é um conjunto de bens armazenados, com

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Estoque - Conceito
 São todos os bens e materiais mantidos por uma

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Estoque - Finalidade
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estoque representa uma armazenagem de
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Estoque - Finalidade
 Os estoques servem para muitas finalidades. Entre

elas, podem-se citar:
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Gestão de Estoque - Conceito
 É a função que planeja, executa e controla o fluxo de

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Controle e Planejamento de Estoque

 Controle de estoque é o procedimento adotado

para registrar, fiscalizar e gerir a e...
Dicas para Controle de Estoque
 Tenha um controle rígido – o estoque deve ser devidamente

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Produtos, Mercadorias e Serviços
 Mercadorias - valores de venda de produtos adquiridos

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Lançamento Contábil – Vendas
 Pelo regime de competência contábil, as vendas realizadas

devem ser contabilizadas por oca...
Lançamento Contábil – Vendas
 Venda de Mercadorias:

D – Clientes (Ativo Circulante ou Não Circulante)
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Lançamento Contábil – Vendas
 Venda de mercadorias a prazo cuja a nota fiscal

apresentou os valores:
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Lançamento Contábil – Compra
 Mercadorias são artigos adquiridos pelo comércio para revenda

em seus estabelecimentos, se...
Avaliação de Estoques

 A avaliação de estoques parece ter sido a

primeira
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gerenciais
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Contabilidade de...
Avaliação de Estoques
 Estoque é um bem que a empresa adquire para revenda

ou matéria-prima para produção e compõe o Pas...
CUSTEIO DOS ESTOQUES E
SELEÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO
 O maior objetivo do custeio do estoque é a

determinação de custos...
AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES
 Segundo o princípio contábil do Custo como Base de

Valor (Custo Histórico), os registros contábe...
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES
 Considerando que vários fatores podem fazer variar o

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PEPS – Primeiro a entrar, primeiro a sair
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Custo Médio
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Custo Médio
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AULA 7
1 – Apuração do Resultado do Exercício - ARE;
2 – Demonstração do Resultado do Exercício - DRE;
3 – Representação Gráfica do DRE.

AULA 8
1 – Conceito e Finalidade de Estoque;
2 – Gestão de Estoque – Conceito;
3 – Controle e Planejamento de Estoque;
4 – Dicas para Controle de Estoque;
5 – Produtos, Mercadorias e Serviços;
6 – Lançamentos Contábeis;
7 – Avaliação de Estoque;
8 – Métodos de Custeio – PEPS, UEPS E CM.

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  1. 1. Práticas Financeiras e Contábeis PROF. WANDICK SIGA NO BLOG: HTTP://CONTABILIDADEMAIS.BLOGSPOT.COM.BR/
  2. 2. Aula 7 1 – APURAÇÃO DO RESULTADO EXERCÍCIO - ARE; 2 – D E M ON S T R A Ç Ã O D O R E S U L T A D O EXERCÍCIO - DRE; 3 – REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO DRE. DO DO
  3. 3. Apuração do Resultado do Exercício (ARE) O Patrimônio Líquido da empresa sofre alterações com as receitas e despesas.  As receitas fazem com que o patrimônio aumente seu valor.  As despesas fazem com que o patrimônio diminua seu valor.  As contas de receita e despesa servem para apurar o resultado do exercício contábil, que é um dos componentes do Patrimônio Líquido.
  4. 4. Receitas • Vendas de Produtos, Mercadorias ou Serviços   A vista  entrada de dinheiro em Caixa A prazo  entrada de direitos a receber RECEITAS  AUMENTAM O ATIVO • Podem ocorrer à vista ou a prazo:   A vista  entrada de dinheiro do Caixa. A prazo  aumento dos Direitos.
  5. 5. Despesas  Todo sacrifício ou esforço para obter Receita. Matéria Prima;  Mão de Obra;  Consumo de bens (Depreciação);  Serviços.  • Podem ocorrer à vista ou a prazo   A vista  saída de dinheiro do Caixa. A prazo  aumento das Obrigações.
  6. 6. ARE – Esquema do Balanço Patrimonial PASSIVO Obrigações ATIVO Bens e direitos PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Resultado RECEITA (+) DESPESA (-)
  7. 7. Apuração do Resultado do Exercício (ARE) Receitas e Despesas  As receitas representam entradas de novos recursos para a empresa e são controladas em contas específicas. Exemplo: Receita de Vendas e Receitas Financeiras. 4  As despesas representam consumo de recursos da empresa e também são controladas em contas específicas. Exemplo: despesa de salários, despesa de aluguel e despesa de materiais.  Ao final de cada exercício contábil, é necessário fazer um confronto entre as receitas e despesas com a finalidade de apurar o resultado da atividade empresarial e demonstrá-lo de forma clara e transparente.
  8. 8. Encerramento das Contas do Exercício  O confronto entre Receitas e Despesas, no final do exercício, é feito por meio de lançamentos de encerramento dessas contas (deixá-las com saldo igual a zero), cuja contrapartida seria dada em uma única conta, denominada “Resultado do exercício”.  As receitas serão creditadas e as despesas serão debitadas na conta “Resultado do exercício”.  A diferença entre os débitos e créditos da conta “Resultado do exercício” será:  Lucro  Saldo Credor  Receita > Despesa.  Prejuízo  Saldo devedor  Receita < Despesa.
  9. 9. Apuração do Resultado – Representação Gráfica Apuração do Resultado do Exercício Débito Despesas SALDO DEVEDOR PREJUÍZO R<D Despesas Saldo Devedor Crédito Crédito Receitas SALDO CREDOR LUCRO R>D Receitas Débito Saldo Credor
  10. 10. Apuração do Resultado do Exercício (ARE)  Para apurar o resultado do exercício, ou seja, apurar o lucro ou prejuízo obtido pela empresa no período, é necessário encerrar as contas de resultado, as contas de receitas e despesas.  Sistemática de apuração do resultado: 1º. Passo: Apurar saldo final das contas de resultado; 2º. Passo: Encerrar todas as contas de receitas e despesas em contrapartida de uma conta transitória denominada “Resultado do exercício”. 3º. Passo: Calcular e contabilizar o imposto de renda. 4º. Passo: Calcular e contabilizar as participações estatutárias. 5º. Passo: Transferir o L.L.E. para “Lucros acumulados”.
  11. 11. 1º. Passo: Apurar saldo final das contas de resultado. Os valores das despesas, quando incorridas, são levados a débito da conta que representa o gasto correspondente, portanto, no final do exercício, terão sempre saldo devedor. DESPESAS Débito Crédito Saldo Devedor Os valores das receitas, quando realizadas, são levados a crédito da conta que representa a geração do recurso, portanto, no final do exercício, terão sempre saldo credor. RECEITAS Débito Crédito Saldo Credor
  12. 12. 2º. Passo: Encerrar todas as contas de receitas e despesas em contrapartida de uma conta transitória denominada “Resultado do exercício”. Mas por que encerrar as contas de resultado? Porque elas servem apenas para apurar o resultado de um período, seus saldos precisam ser zerados para que, no período seguinte, volte acumular valores daquele exercício. O saldo devedor de cada conta de despesa deve ser debitado na conta “Resultado do Exercício” e creditado na própria conta de despesa, encerrando-a. O saldo credor de cada conta de receita deve ser creditado na conta “Resultado do Exercício” e debitado na própria conta de receita, encerrando-a.
  13. 13. 3º. Passo: Calcular e contabilizar o imposto de renda. A conta “Resultado do Exercício” recebe, então, todas as receitas e despesas do exercício. Se o somatório dos créditos for maior que o somatório dos débitos, significa que a empresa apresentou um lucro no período. Caso contrário, a empresa deu prejuízo. Sobre esse lucro, a empresa deve fazer uma provisão para pagamento do imposto de renda, debitando a conta “Resultado do Exercício” e creditando a conta “Provisão para Imposto de Renda”. RESULTADO DO EXERCÍCIO Débito (Receita) Crédito (Despesa) I. R. PROVISÃO PARA I. R. Débito (Receita) Crédito (Despesa) I. R. Saldo Credor
  14. 14. 4º. Passo: estatutárias Calcular e contabilizar as participações Caso os estatutos da empresa contenham previsão de participações estatutárias, elas devem ser calculadas e a provisão contabilizada. RESULTADO DO EXERCÍCIO Débito (Receita) Crédito (Despesa) I. R. L. A. P. E. P. E. L. L. E. PROVISÃO PARA P. E. Débito (Receita) Crédito (Despesa) P. E.
  15. 15. PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS Lucro Depois do Imposto de Renda (-) Doações e Contribuições (-) Participações (=) Lucro Líquido Debenturistas Empregados Administradores Partes Beneficiárias Fundos de Assistência aos Empregados
  16. 16. 5º. Passo: Transferir o Lucro Líquido no Exercício para “Lucros acumulados”. A conta “Resultado do Exercício” é uma conta transitória com a finalidade de apurar o resultado. Após apurá-lo e realizadas as provisões, também deve ser encerrada, seu saldo deve ser transferido para uma conta patrimonial “Lucros Acumulados”. RESULTADO DO EXERCÍCIO Débito (Receita) Crédito (Despesa) I. R. LUCROS ACUMULADOS Débito (Receita) Crédito (Despesa) L. L. E. P. E. L. A. P. E. L. L. E. L. L. E.
  17. 17. RESUMO GERAL NATUREZA DAS CONTAS Contas de Ativo Contas de Passivo e PL Contas de Resultados DÉBITO CRÉDITO Aumento Diminuição Diminuição Aumento Despesa Receita
  18. 18. RESUMO GERAL 1. Apuração é feita em cada período (exercício social) • Receitas X Despesas (Período) • “Independência Absoluta de Períodos Contábeis” 2. Encerramento das Contas de Resultado • Anualmente  Encerramento • Saldos de contas de resultado  Zerados 3. Lançamentos de Encerramento • Conta transitória  “ARE – Apuração Res. Exercício” • Transferência de saldos contas Receitas e Despesas 4. Apuração do Resultado • Receita > Despesa  Lucro • Receita < Despesa  Prejuízo
  19. 19. RESUMO GERAL Desp.Salários Receita 16.000 16.000 A. R. E. 16.000 45.000 45.000 45.000 7.000 Desp. Mat. Escrit. 7.000 7.000 23.000 45.000 22.000 LUCRO R>D
  20. 20. RESUMO GERAL A. R. E. 16.000 Lucros Acumulados 22.000 45.000 7.000 23.000 45.000 22.000 22.000 0,00 Patrimônio Líquido Conta Transitória
  21. 21. Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)  Uma das funções do contador é transformar dados em informações úteis para as decisões da administração.  A informação sobre a formação do resultado do exercício é dada pela Demonstração do Resultado do Exercício, que é uma apresentação das contas de receitas e despesas ocorridas no exercício, feita de modo organizado.  As receitas e despesas devem ser divididas em duas categorias: operacionais e não operacionais.
  22. 22. Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)  O artigo 187 da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1.976 (Lei das Sociedades por Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício.  A Demonstração do Resultado do Exercício tem como objetivo principal apresentar de forma vertical resumida o resultado apurado em relação ao conjunto de operações realizadas no exercício contábil.
  23. 23. Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)  No Brasil a DRE deve ser elaborada obedecendo ao princípio do Regime de Competência. “Por este princípio, as receitas e as despesas devem ser incluídas na operação do resultado do período em que ocorreram, sempre simultaneamente quando se correlacionam, independente de recebimento ou pagamento”.
  24. 24. Apuração do resultado  Características: Apuração realizada à cada exercício social. Resumo ordenado das Receitas e Despesas do período. Confronto entre Receitas e Despesas  Receitas > Despesas  Lucro  Receitas < Despesas  Prejuízo A apuração é realizada de forma destacada na DRE.
  25. 25. Regime de apuração do resultado PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA • Regime universalmente adotado. • Critério aceito e recomendado pelo Imposto de Renda. •Receitas  Contabilizada no período em foi gerada. • Despesas  Contabilizada no período em que foi consumida.
  26. 26. Regime de apuração do resultado PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA • Regime universalmente adotado. • Critério aceito e recomendado pelo Imposto de Renda. •Receitas  Contabilizada no período em foi gerada. • Despesas  Contabilizada no período em que foi consumida.
  27. 27. Regime de apuração do resultado PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA DRE  Receitas – Despesas = Lucro (ou Prejuízo) Toda despesa gerada no período (mesmo que ainda não tenha sido paga) será subtraída do total da receita, também gerada no mesmo período (mesmo que ainda não tenha sido recebida).
  28. 28. Regime de apuração do resultado REGIME DE CAIXA • Sob o regime de caixa, os recebimentos e os pagamentos são reconhecidos unicamente quando se recebe ou se paga mediante dinheiro ou equivalente. • Receitas  Contabilizada no momento do recebimento. • Despesas  Contabilizada no momento do pagamento.
  29. 29. Demonstração do Resultado do Exercício Receita bruta de vendas (-) Deduções de vendas (-) Impostos sobre as vendas (-) Devolução de Vendas (=) Receita líquida (ou venda líquida) (-) Custo dos produtos vendidos (ou dos serviços prestados) (=) Lucro bruto (ou prejuízo bruto) (-) Despesas comerciais (ou despesas com vendas) (-) Despesas gerais e administrativas (-) Outras despesas operacionais (+) Receitas operacionais (-) Outras despesas (+) Outras receitas (=) Resultado antes do resultado financeiro (-) Despesas financeiras (+) Receitas financeiras (=) Resultado antes do imposto de renda (-) Provisão para imposto de renda (-) Previsão estatutária sobre o lucro (=) Resultado líquido antes das operações continuadas (+) Resultado líquido após tributos das operações continuadas (=) Resultado líquido do exercício (ou prejuízo líquido do exercício)
  30. 30. Receita bruta de vendas  É a quantidade de produtos vendidos ou quantidade de horas de serviço prestado em um período específico. Receita bruta de vendas (-) Deduções de vendas (-) Impostos sobre as vendas (-) Devolução de Vendas (-) PIS, COFINS, ISSQN, ICMS,IPI ) (=) Receita Líquida ou Venda Líquida
  31. 31. Custo dos produtos vendidos (ou dos serviços prestados)  É o custo dos produtos vendidos a serem computados no exercício correspondente às receitas de vendas de produtos e serviços reconhecidos no mesmo período.  Com a atualização da contabilidade, agora com a utilização do conceito de valor presente, houve grande mudanças na apuração do valor do custo da mercadoria, sendo que as compras a prazo de materiais e mercadorias eram registrados pelo seu valor integral da nota fiscal, sendo embutido ao custo os juros. Esses juros devem ser separados do valor propriamente dito do custo da mercadoria e tratar como despesas financeiras, apropriadas ao resultado.
  32. 32. Custo dos produtos vendidos (ou dos serviços prestados)  Está diretamente relacionado com os estoques, porque representa a baixa efetuada na conta por meio das vendas realizadas. CPV = EI + C – EF CPV – Custo dos produtos vendidos EI – Estoque dos produtos no início do período C – Compras EF – Estoque dos produtos no final do período
  33. 33. Lucro bruto  É a diferença entre a receita líquida e o custos das mercadorias (ou serviços).  Revela se a firma está auferindo lucro sem considerar as outras despesas da empresa. (=) Receita líquida (ou venda líquida) (-) Custo dos produtos vendidos (ou dos serviços prestados) (=) Lucro bruto (ou prejuízo bruto)
  34. 34. Despesas Operacionais  Despesas operacionais são todos os gastos desembolsados ou provisionados que se relacionam, diretamente, com o objeto social de uma empresa.  Despesas não relacionadas a produção, tais como despesas com vendas, financeiras e administrativas.  Despesas necessárias para vender os produtos, administrar a empresa e financiar as operações.
  35. 35. Despesas Operacionais o Despesas de Vendas  Salário do pessoal de vendas  Comissões  Propaganda  Provisão para Devedores Duvidosos o Despesas Administrativas  Salário do pessoal administrativo  Aluguéis de escritórios  Seguro  Impostos e Taxas
  36. 36. Despesas Operacionais o Despesas Financeiras     Juros pagos Comissões bancárias Juros de mora Variação monetária passiva
  37. 37. Despesas Não Operacionais  Despesas não operacionais são aquelas decorrentes de transações não incluídas nas atividades principais ou acessórias que constituam objeto da empresa.
  38. 38. Receitas Operacionais e Não Operacionais  Receitas operacionais são todas aquelas realizadas e diretamente relacionadas com a natureza do negócio de uma empresa.  Receitas não operacionais são aquelas que não se relacionam diretamente com a natureza do negócio de uma empresa. Receita  Juros de aplicações financeiras  Juros de mora recebidos  Variação monetária ativa
  39. 39. Aula 8 1 2 3 4 5 6 7 8 – – – – – – – – CONCEITO E FINALIDADE DE ESTOQUE; GESTÃO DE ESTOQUE – CONCEITO; CONTROLE E PLANEJAMENTO DE ESTOQUE; DICAS PARA CONTROLE DE ESTOQUE; PRODUTOS, MECADORIAS E SERVIÇOS; LANÇAMENTOS CONTÁBEIS; AVALIAÇÃO DO ESTOQUE; MÉTODOS DE CUSTEIO – PEPS, UEPS E CM.
  40. 40. O QUE É ESTOQUE ?
  41. 41. O que é estoque?  Estoque é um conjunto de bens armazenados, com características próprias, que atendem aos objetivos e necessidades da empresa.  Dessa forma, todo item armazenado em um depósito, almoxarifado, prateleira, gaveta ou armário para ser utilizado pela empresa em suas atividades – de produção ou administrativa – é considerado um item do estoque da organização.
  42. 42. Estoque - Conceito  São todos os bens e materiais mantidos por uma organização para suprir demandas futuras.  Tipos de estoque: o Matéria-prima; o Produto em processo (ou em elaboração); o Produto acabado; o Embalagens; o Suprimentos; o Mercadorias.
  43. 43. Estoque - Finalidade O estoque representa uma armazenagem de mercadorias com previsão de uso futuro. Tem, como objetivo, atender a demanda, assegurando-lhe a disponibilidade de produtos.  Sua formação é onerosa, uma vez que representa de 25% a 40% dos custos totais. Com o propósito de se evitar o descontrole financeiro, é necessário que haja uma sincronização perfeita entre a demanda e a oferta de mercadorias. Deve-se formar um estoque essencialmente para atender a demanda, minimizando seus custos de formação.
  44. 44. Estoque - Finalidade  Os estoques servem para muitas finalidades. Entre elas, podem-se citar: o Melhorar o nível de serviço; o Incentivar economias na produção; o Permitir economia nas compras e no transporte; o Agir como proteção ao aumentos de preço; o Proteger a empresa contra incertezas na demanda e no tempo de ressuprimento; o Servir como segurança contra contingências.
  45. 45. Gestão de Estoque - Conceito  É a função que planeja, executa e controla o fluxo de  o o o o o o o materiais nas condições mais eficientes e econômicas, partindo das especificações dos artigos a comprar, até a entrega ao cliente. Funções da gestão de estoque: Determinar “o que” manter em estoque; Determinar “quando” reabastecer; Determinar “quanto” requisitar; Acionar o processo de reabastecimento; Receber, estocar e suprir os materiais; Manter a acuracidade dos saldos; Realizar saneamento do estoque.
  46. 46. Controle e Planejamento de Estoque  Controle de estoque é o procedimento adotado para registrar, fiscalizar e gerir a entrada e saída de mercadorias e produtos da empresa. O planejamento é um dos principais instrumentos para o estabelecimento de uma política de estocagem eficiente.
  47. 47. Dicas para Controle de Estoque  Tenha um controle rígido – o estoque deve ser devidamente      registrado e todas as movimentações de entradas e saídas devem ser controladas. Crie um sistema de organização – ter uma organização lógica do local onde cada produto pode ser encontrado é fundamental. Estabeleça processos – estabeleça rotinas de atualização das ferramentas de controle. Mapeie o fluxo – para abastecer melhor o estoque, é preciso ter a visão exata de quais são os produtos com maior e menor saída e com que freqüência cada item tem que ser reposto. Programe as compras – criar um fluxo de compras específicos para cada produto. Tenha fornecedores confiáveis – ter fornecedores de confiança, que cumprem prazos e orçamentos.
  48. 48. Produtos, Mercadorias e Serviços  Mercadorias - valores de venda de produtos adquiridos de terceiros. Exemplo: uma farmácia adquire medicamentos de um distribuidor, e revende-os. Trata-se de mercadorias, e não de produtos.  Produtos - valores de venda de produtos de produção própria (indústria). Exemplo: uma indústria farmacêutica adquire insumos, industrializa-os e venda aos distribuidores. Trata-se de produtos de produção própria vendidos.  Serviços – valores de venda de serviços executados por contrato ou tarefa. Exemplo: serviços de auditoria independente, executados para um cliente.
  49. 49. Lançamento Contábil – Vendas  Pelo regime de competência contábil, as vendas realizadas devem ser contabilizadas por ocasião da entrega ou execução do produto ou serviço, e não somente por ocasião de seu recebimento (regime de caixa).  Regime de competência - As receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento.  Regime de caixa – As receitas e as despesas são incluídas na apuração do resultado no período em que forem recebidas ou pagas. 
  50. 50. Lançamento Contábil – Vendas  Venda de Mercadorias: D – Clientes (Ativo Circulante ou Não Circulante) C – Vendas de Mercadorias (Conta de Resultado)  Se contabiliza o Custo da Mercadoria Vendida através da baixa dos estoques (ficha de controle de estoques): D – Custo de Mercadorias Vendidas (Conta de Resultado) C – Estoques de Mercadorias (Ativo Circulante)  Se contabiliza os tributos: D – ICMS (IPI ou ISSQN) s/ Vendas (Conta de Resultado) C – ICMS (IPI ou ISSQN) a recolher (Passivo Circulante)
  51. 51. Lançamento Contábil – Vendas  Venda de mercadorias a prazo cuja a nota fiscal apresentou os valores: Preço da Mercadoria: R$ 200.000,00 ICMS destacado (19%): R$ 38.000,00 Custo das mercadorias vendidas: R$ 110.000,00 D – Duplicatas a Receber ........ 200.000,00 (Ativo Circulante) C – Receita com Vendas .......... 200.000,00 (Conta de Resultado) D – CMV .................................. 110.000,00 (Conta de Resultado) C – Estoque de Mercadorias ... 110.000,00 (Ativo Circulante) D – ICMS s/ Vendas ................ 38.000,00 (Despesa - Resultado) C – ICMS a Recolher ................ 38.000,00 (Passivo Circulante)
  52. 52. Lançamento Contábil – Compra  Mercadorias são artigos adquiridos pelo comércio para revenda em seus estabelecimentos, seja a varejo ou atacado.  O valor dos impostos e contribuições recuperáveis não se inclui no custo das mercadorias.  Registro do valor total da nota fiscal do fornecedor: D – Estoques de Mercadorias (Ativo Circulante) C – Fornecedores (Passivo Circulante)  Registro do imposto recuperável: D – ICMS (IPI ou ISSQN) a Recuperar (Ativo Circulante) C - Estoques de Mercadorias (Ativo Circulante)
  53. 53. Avaliação de Estoques  A avaliação de estoques parece ter sido a primeira das aplicações gerenciais da Contabilidade de Custos. É geralmente aceito que os problemas de avaliação de estoques estão na própria origem da Contabilidade de Custos – foi para resolvê-las que procedimentos típicos de análise e apuração de custos começaram a ser desenvolvidos.
  54. 54. Avaliação de Estoques  Estoque é um bem que a empresa adquire para revenda ou matéria-prima para produção e compõe o Passisvo Circulante no Balanço Patrimonial, ou seja, designa o conjunto dos itens materiais de propriedade da empresa.  As empresas comerciais tem como função a revenda de bens adquiridos prontos de seus fornecedores.  As empresas industriais transformam matérias-primas e apresentam os estoques de matérias-primas para produção, estoques de produtos em processamento e estoques de produtos acabados, correspondente ao estoque de bens para venda das empresas comerciais.
  55. 55. CUSTEIO DOS ESTOQUES E SELEÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO  O maior objetivo do custeio do estoque é a determinação de custos adequados às vendas, de forma que o lucro apropriado seja calculado.  A seleção do método de custeio depende dos seguintes fatores: o Aceitação do método pelas autoridades do IR; o Determinação do custo; o Objetividade e utilidade do método;
  56. 56. AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES  Segundo o princípio contábil do Custo como Base de Valor (Custo Histórico), os registros contábeis dos ativos são feitos pelo valor de aquisição ou preço de fabricação, incluindo os gastos necessários para colocá-lo em condições de gerar benefícios para a entidade.  Exemplo: Compra-se estoque por R$ 40.000,00 e o revende por R$ 80.00,00  A baixa (diminuição do estoque é feita por R$ 40.000,00).
  57. 57. MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES  Considerando que vários fatores podem fazer variar o preço de aquisição dos materiais entre duas ou mais compras, surge o problema de selecionar o método que se deve adotar para avaliar os estoques.  Os métodos mais comuns são: o PEPS – Primeiro a entrar, primeiro a sair; o UEPS – Último a entrar, primeiro a sair; o Custo médio.
  58. 58. PEPS – Primeiro a entrar, primeiro a sair  Este critério, também conhecido como FIFO (first-in, first-  o o o out) apura que os primeiros artigos que entrarem no estoque são aqueles que vão sair em primeiro lugar. Vantagens do método: O movimento estabelecido para os materiais, de forma ordenada e contínua, simboliza uma condição necessária para um perfeito controle dos materiais; O resultado conseguido reflete o custo real dos artigos específicos utilizados nas saídas; Os artigos utilizados são retirados do estoque e a baixa dos mesmos é dada de uma maneira sistemática e lógica.
  59. 59. PEPS – Primeiro a entrar, primeiro a sair ENTRADA DATA Qtd. 02/01 03/01 Preço Vr. Tot. 400 10,00 300 12,00 SAÍDA Qtd. Preço SALDO Vr. Total Qtd. Preço Vr. Tot. 4.000,00 400 10,00 4.000,00 3.600,00 400 300 700 10,00 12,00 4.000,00 3.600,00 7.600,00 04/01 400 10,00 4.000,00 300 12,00 3.600,00 05/01 200 12,00 2.400,00 100 12,00 1.200,00 100 150 250 12,00 15,00 1.200,00 2.250,00 3.450,00 150 15,00 2.250,00 150 250 400 15,00 13,00 2.250,00 3.250,00 5.500,00 200 13,00 2.600,00 10/01 150 15,00 2.250,00 11/01 12/01 17/01 100 250 13,00 12,00 1.200,00 3.250,00 150 50 200 15,00 13,00 2.250,00 650,00 2.900,00
  60. 60. UEPS – Último a entrar, primeiro a sair  Este critério, também conhecido como LIFO (last-in first- out) apura que os últimos artigos a entrarem são aqules que vão sair em primeiro lugar.  Vantagens do método: o Redução de lucro; o Determina se a empresa apurou de forma correta seus custos, em confronto com suas receitas;
  61. 61. UEPS – Último a entrar, primeiro a sair DATA 02/01 03/01 ENTRADA Qtd. 400 300 Preço 10,00 12,00 Vr. Tot. SAÍDA Qtd. Preço SALDO Vr. Total Qtd. Preço Vr. Tot. 4.000,00 400 10,00 4.000,00 3.600,00 400 300 700 10,00 12,00 4.000,00 3.600,00 7.600,00 04/01 300 100 400 12,00 10,00 3.600,00 1.000,00 4.600,00 300 10,00 3.000,00 05/01 200 10,00 2.000,00 100 10,00 1.000,00 100 150 250 10,00 15,00 1.000,00 2.250,00 3.250,00 100 50 150 10,00 15,00 1.000,00 750,00 1.750,00 100 50 250 400 10,00 15,00 13,00 1.000,00 750,00 3.250,00 5.000,00 100 50 50 200 10,00 15,00 13,00 1.000,00 750,00 650,00 2.400,00 10/01 150 15,00 2.250,00 11/01 12/01 17/01 100 250 13,00 15,00 1.500,00 3.250,00 200 13,00 2.600,00
  62. 62. Custo Médio  Nesse método será feito a apuração dos valores médios do estoque. Com base nesses valores será efetuada a baixa no estoque.  Os produtos serão pela média dos custos de aquisição, atualizados a cada compra efetuada.  Vantagens do método: o Controle permanente de estoque; o Preço médio do estoque constantemente atualizado; o Aceito pela legislação fiscal.
  63. 63. Custo Médio ENTRADA SAÍDA SALDO DATA Qtd. Preço Vr. Tot. Qtd. Preço Vr. Total Qtd. Preço Vr. Tot. 02/01 400 10,00 4.000,00 400 10,00 4.000,00 03/01 300 12,00 3.600,00 700 10,86 7.600,00 04/01 400 10,86 4.344,00 300 10,86 3.256,00 05/01 200 10,86 2.172,00 100 10,86 1.084,00 250 13,34 3.334,00 150 13,34 2.000,00 400 13,13 5.250,00 2.626,00 200 13,13 2.624,00 10/01 150 15,00 2.250,00 11/01 12/01 17/01 100 250 13,00 13,34 3.250,00 200 13,13 1.334,00
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