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A OrganizaçãO Do EspaçO Brasileiro Regioes 1  Sudeste
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A OrganizaçãO Do EspaçO Brasileiro Regioes 1 Sudeste

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Transcript

  • 1. A ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO BRASILEIRO REGIÕES DO BRASIL PROFESSORA: DOMÊNICA DE PAULA
  • 2. O BRASIL POSSUI 26 ESTADOS E UM DISTRITO FEDERAL Segundo o IBGE temos 5 regiões: NORTE NORDESTE SUDESTE SUL CENTRO- OESTE
  • 3. REGIÃO SUDESTE
  • 4. Embora algumas áreas do Sudeste tenham sido ocupadas desde o início do século XVI, a primeira atividade econômica que atraiu grande número de pessoas foi a “EXPLORAÇÃO DO OURO” em Minas Gerais, praticada desde o final do século XVII até mais ou menos o final do século XVIII. Milhares de pessoas livres deslocaram-se para a região, muitas delas vindas de Portugal, mas a maioria era de escravos. OURO PRETO UMA DAS PRINCIPAIS CIDADES DA REGIÃO SUDESTE DO SÉCULO XVII E XVIII
  • 5. A EXPANSÃO DO CAFÉ NO SUDESTE: O café se tornou o principal produto agrícola do Brasil na segunda metade do século XIX. No final do século XVIII, o café já era cultivado ao redor da cidade do Rio de Janeiro e expandiu-se primeiro em direção ao Espírito Santo, sul de Minas e Vale do Paraíba
  • 6. São Paulo e as ferrovias do café A expansão do café pelo interior de São Paulo se deu devido a construção de ferrovias, transportando-o até as cidades portuárias, como Santos. Vamos cogitar de um tempo em que a expansão cafeeira estava em avanço pelo interior de São Paulo e Minas Gerais impondo-se alavancando a economia nacional. SANTOS
  • 7. Na segunda metade do século XIX, ao mesmo tempo em que o café se tornava o principal produto da economia brasileira e sua expansão na área cultivada se acelerava, a Lei Eusébio de Queirós, de 1850, pôs fim ao tráfico negreiro, e a Lei Áurea, em 1888, aboliu a escravidão oficial no país. No Vale do Paraíba os cafeicultores utilizaram muita mão-de-obra escrava, mas no auge dessa atividade econômica, quando os cafezais estavam sendo instalados no interior paulista, os escravos foram substituídos por trabalhadores livres, principalmente os imigrantes italianos. No final do século XIX e início do século XX, São Paulo tornou-se o centro de comercialização da produção cafeeira.
  • 8. Região Sudeste: CLIMA Tropical úmido
  • 9.
    • 0 clima tropical abrange a maior parte da região Sudeste, envolvendo o Oeste paulista, parte do Triângulo Mineiro, a porção centro‑norte de Minas Gerais e toda a faixa atlântica. Caracteriza‑se por apresentar duas estações bem marcadas, com um verão muito chuvoso e um inverno com estiagem, às vezes muito seco. Porém as temperaturas são sempre elevadas. Destaque‑se que no trecho litorâneo, pela influência da umidade marítima, as chuvas são bem mais freqüentes que no interior, não se definindo claramente um período seco. No Norte de Minas Gerais, ao contrário, o clima tropical apresenta características mais próximas do semi‑árido do Nordeste, uma vez que as chuvas são escassas e apresentam uma distribuição mais irregular. 
  • 10.
    • 0 clima tropical de altitude abrange as áreas mais elevadas da região Sudeste, como a região serrana de São Paulo e do Rio de Janeiro, o Centro‑Sul de Minas Gerais e parte do Oeste paulista. Apresenta também duas estações bem definidas, um verão chuvoso e um inverno mais seco, porém sua maior característica está nas temperaturas mais brandas, especialmente no inverno, em função da maior altitude e da influência das mascas de ar mais frias. 
    BELO HORIZONTE - MG
  • 11.
    • 0 clima subtropical ocorre na porção mais meridional da região, ao sul do trópico de Capricórnio, em terras paulistas onde a Iatitude maior faz com que as temperaturas diminuam sensivelmente no inverno, definindo uma elevada amplitude térmica anual. As chuvas, pouco intensas, se distribuem regularmente por todos os meses do ano.
    REGISTRO - SP
  • 12.
    • O clima tropical úmido, ocorre em regiões litorâneas do sudeste, sendo quente e úmido.
    RIO DE JANEIRO
  • 13. Região Sudeste: Vegetação Mata de Araucária Mata Atlântica Cerrado
  • 14. Mata Atlântica
    • A Mata Atlântica é uma formação vegetal que está presente em grande parte da região litorânea brasileira. Ocupa, atualmente, uma extensão de aproximadamente 100 mil quilômetros quadrados. É uma das mais importantes florestas tropicais do mundo, apresentando uma rica biodiversidade
    • A Mata Atlântica encontra-se, infelizmente, em processo de extinção. Isto ocorre desde a chegada dos portugueses ao Brasil (1500), quando iniciou-se a extração do pau-brasil , importante árvore da Mata Atlântica. Atualmente, a especulação imobiliária, o corte ilegal de árvores e a poluição ambiental são os principais fatores responsáveis pela extinção desta mata
  • 15.
    • presença de árvores de médio e grande porte, formando uma floresta fechada e densa;
    • rica biodiversidade, com presença de diversas espécies animais e vegetais;
    • as árvores de grande porte formam um micro clima na mata,
    • gerando sombra e umidade fauna rica com presença de diversas espécies de mamíferos, anfíbios, aves, insetos, peixes e répteis.
    • na região da Serra do Mar, forma-se na Mata Atlântica uma constante neblina.
    As principais características da Mata Atlântica são: 
  • 16. CERRADO É a segunda maior formação vegetal brasileira. Estendia-se originalmente por uma área de 2 milhões de km², abrangendo dez estados do Brasil Central. Hoje, restam apenas 20% desse total.Típico de regiões tropicais, o cerrado apresenta duas estações bem marcadas: inverno seco e verão chuvoso.
  • 17. Pequenas árvores de troncos torcidos e recurvados e de folhas grossas, esparsas em meio a uma vegetação rala e rasteira, misturando-se, às vezes, com campos limpos ou matas de árvores não muito altas – esses são os Cerrados, uma extensa área de cerca de 200 milhões de hectares, equivalente, em tamanho, a toda a Europa Ocidental.
  • 18. Entre as espécies vegetais que caracterizam o Cerrado estão o barbatimão, o pau-santo, a gabiroba, o pequizeiro, o araçá, a sucupira, o pau-terra, a catuaba e o indaiá. Debaixo dessas árvores crescem diferentes tipos de capim, como o capim-flecha, que pode atingir uma altura de 2,5m. Onde corre um rio ou córrego, encontram-se as matas ciliares, ou matas de galeria, que são densas florestas estreitas, de árvores maiores, que margeiam os cursos d’água. Nos brejos, próximos às nascentes de água, o buriti domina a paisagem e forma as veredas de buriti. Jacarandá
  • 19. Mata de Araucária Ocupa uma pequena extensão da região sudeste, parte fronteiriça com a região sul.
  • 20. FOGO NO CERRADO A Fênix do cerrado No Egito e na antiguidade clássica, vivia um belo e esplendoroso pássaro, de origem mítica, com uma plumagem escarlate e dourada e com um canto tão melodioso que encantava a qualquer um. A Fênix, como era chamada, era dotada de uma capacidade extraordinária: tinha uma longevidade sem precedentes. À medida que sentia a morte se aproximar, ela mesma construía um ninho de ervas aromáticas, e com o próprio calor do corpo – cujas penas pareciam labaredas – ateava fogo a si própria e transformava-se em cinzas. Dessas cinzas ressurgia outra ave Fênix e, assim, da morte pelo fogo surgia uma nova e promissora vida. Essa lenda egípcia remete-nos a uma característica bastante peculiar do cerrado: o fogo como fator de continuidade da vida. Parece ilógico imaginar que o fogo possa ser um fator essencial à manutenção da biodiversidade do cerrado, mas se analisarmos algumas de suas principais características, veremos que essa não é uma afirmação tão sem sentido.
  • 21.
    • A vida que surge das cinzas
    • Quando ocorre uma queimada, a temperatura eleva-se
    • rapidamente. No ar, ela pode chegar a 800ºC ou até mais. Porém,
    • no solo, a história é outra. Apesar da elevação rápida de
    • temperatura também ocorrer, ela é momentânea, já que o fogo
    • cessa rapidamente. E no solo, essa alta temperatura pode ser a
    • registrada até a profundidade de 5 cm. Basta uma pequena
    • camada de terra para que se isolem os sistemas radiculares e
    • caules subterrâneos, dos efeitos devastadores do fogo,
    • acontecimento que determina a sobrevivência às queimadas. O
    • rebrotamento desses órgãos traz o verde novamente à
    • paisagem, renovando a fisionomia da vegetação. Além disso, a
    • germinação das sementes de algumas espécies pode ser
    • facilitada pelo fogo – principalmente naquelas em que a
    • semente é impermeável à água. A elevação rápida da
    • temperatura pode causar fissuras na semente, favorecendo,
    • assim, a entrada de água e iniciando o processo de
    • germinação.
  • 22. Antigamente, a Mata das Araucárias ou dos Pinheiros-do-Paraná, estendia-se do sul dos estados de Minas Gerais e São Paulo até o sul do Rio Grande do Sul, avançando pelo extremo Nordeste da Argentina. Sua extensão era 100.000 km2. Na sombra dos pinheiros, cresciam muitas outras espécies, como o cedro, a imbuia, a canela, a gameleira, a timbuia e o angico. Mas este ecossistema está praticamente extinto e com ele, diversas espécies de roedores, inúmeras aves e insetos que se alimentavam do pinhão, fruto dos pinheiros, também estão ameaçados de extinção pois durante 150 anos, a Mata dos Pinhais alimentou a indústria madeireira do Sul, que a empregava na construção de casas e no fabrico de móveis. Mais tarde, por volta dos anos 20 a 60, descobriu-se o mercado externo para a araucária, e a consequente escassez dos pinheiros Hoje, metade das araucárias ainda restantes está confinada em "museus", ou seja, as áreas de preservação aos cuidados dos estados e do governo federal. Restam menos de 300.000 hectares, área equivalente a uma das grandes fazendas do Norte do País, que representam a adaptação da Mata Atlântica a um clima subtropical, mais temperado.
  • 23. REGIÃO SUDESTE: RELEVO
    • O relevo da Região Sudeste, esculpido em rochas magmáticas, metamórficas e sedimentares, é constituído por terrenos muito antigos, das eras Pré-Cambriana e Paleozóica.
    • Com planaltos muito acidentados, aparecem aí, as mais variadas formas de relevo já estudadas pela Geomorfologia.
    • O aspecto geral do relevo do Sudeste é o escalonamento de planaltos, com elevações que ultrapassam 2 mil metros, e uma topografia ondulada, com nível médio de 900 metros.
  • 24. RELEVO REGIÃO SUDESTE
  • 25.