PPP EEB SÃO MIGUEL 2011
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Projeto Político Pedagógico da Escola de Educação Básica São Miguel versão 2011.

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PPP EEB SÃO MIGUEL 2011 PPP EEB SÃO MIGUEL 2011 Document Transcript

  • ESTADO DA SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SÃO MIGUEL SÃO MIGUEL DO OESTE - SCPROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 2011 SÃO MIGUEL DO OESTE (SC), MARÇO DE 2011 -1-
  • SUMÁRIOPREFÁCIO 061. APRESENTAÇÃO 071.1 Identificação 071.2 Diagnóstico da realidade escolar 072. PAPEL DA ESCOLA 112.1 Os dispositivos legais 112.2 Filosofia da Escola 122.3 Princípios norteadores e objetivos: 122.4 Finalidades: 132.5 Concepção de ensino público e gratuito de qualidade 142.6 Concepção de homem 162.7 Concepção de aprendizagem 162.8 Concepção de avaliação 172.9 Concepção de metodologia 182.10 Temas transversais 193.PROPOSTA CURRICULAR 203.1 Linhas de ação das disciplinas do currículo 203.2 Matriz Curricular do Ensino Fundamental com 8 anos 203.3 Matriz Curricular do Ensino Fundamental de 9 anos 213.4 Disciplinas Curriculares do Ensino Fundamental 223.5 Currículo do ensino médio 353.6 Matriz Curricular Ensino Médio – Matriz 2910 363.7 Matriz Curricular Ensino Médio – Matriz 2912 373.8 Matriz Curricular Ensino Médio Inovador – Matriz 5405 373.9 Disciplinas Curriculares do Ensino Médio 383.9.1 Área da linguagem, códigos e suas tecnologias 383.9.2 Área das ciências da natureza, matemática e suas tecnologias 433.9.3 Área das ciências humanas e suas tecnologias 493.10 Educação Inclusiva 523.11 Tipos de atendimento em classe 533.11.1 Segundo Professor de Turma 533.11.2 Professor Bilíngüe 543.11.3 Professor Intérprete 543.11.4 Instrutor de LIBRAS 553.12 Serviço de Atendimento Educacional 563.12.1 Serviço de Atendimento Educacional Especializado na Área daDeficiência Auditiva – SAEDE/DA 573.12.2 Serviço de Atendimento Educacional Especializado na Área daDeficiência Mental – SAEDE/DM 58 -2-
  • 3.12.3 Serviço de Atendimento Educacional Especializado na Área daDeficiência Visual – SAEDE/DV 583.13 Tecnologias Educacionais 593.14 Avaliação Escolar 593.15 Recuperação Paralela 623.16 Atividades/Projetos/Programas: 624.DIMENSÃO ADMINISTRATIVA 644.1 Regime de funcionamento da Unidade escolar: 644.2 Calendário Escolar e Planejamento/Reuniões Pedagógicas 644.3 Distribuição das turmas: 654.4 Conselho de Classe 654.4.1 Finalidades do conselho de classe 654.4.2 Atribuições do Conselho de Classe: 664.4.3 Procedimentos do Conselho de Classe 674.5 Equivalência de estudos 684.6 Classificação 684.7 Aproveitamento de estudos 694.8 Avanço de séries ou cursos 694.9 Aceleração de estudos para alunos com atraso escolar. 694.10 Reclassificação 694.11 Estagio não-obrigatório 714.12 Organização de pessoal e suas funções 714.13 Quadro de funcionários 714.14 Direção 734.15 Supervisor escolar e Administração Escolar 754.16 Assistente Técnico Pedagógico 784.17 Assistente de Educação 794.18 Corpo docente 804.19 Corpo discente 814.20 Bibliotecário 834.20.1 Normas da Biblioteca Escolar 834.21 Serviços Gerais 854.22 Secretaria 854.22.1 Normas da secretaria 864.23 Organização e funcionamento da Secretaria 864.23.1 Matricula 864.23.2 Transferência 884.24 Adaptação 894.25 Dispensa da disciplina de Educação Física 904.26 Freqüência 90 -3-
  • 4.27 Aluna gestante 904.28 Atestados médicos 914.29 Expedição de documentos escolares 914.30 Entidades escolares 924.30.1 Conselho Deliberativo 924.30.2 Grêmio Estudantil 944.30.3 APP- Associação de Pais e Professores 954.31 Avaliação institucional 974.32 Normas e Regimento da Unidade Escolar para com os professores 974.32.1 Pontualidade: 974.32.2 Planejamento 974.32.3 Projeto Político Pedagógico 984.32.4 Avaliação das disciplinas 984.32.5 Procedimentos com relação às faltas do aluno 984.32.6 Estagiários/regência 984.32.7 Uso de Recursos Áudiovisuais 984.32.8 Ética Profissional 984.32.9 Estudos/Aperfeiçoamento 994.32.10 Documentação/Secretaria 994.33. Normas e regimento escolar para com os alunos 994.33.1 Uniforme escolar 1004.33.2 Uso de bonés e assemelhados 1004.33.3 Consumo de chicletes e assemelhados 1004.33.4 Pontualidade 1014.33.5 Saídas antecipadas da Escola 1014.33.6 Indisciplina em aula 1014.33.7 Respeito ao Professor 1014.33.8 Bullyng 1024. 33.9 Danos materiais 1024.33.10 Namoro 1034.33.11 Provas e Trabalhos Escolares 1034.33.12 Material didático 1034.33.13 Atividades práticas esportivas 1034.33.14 Quanto ao uso do telefone celular 1034.33.15 Quanto ao hábito de fumar 1034.33.16 Quanto ao consumo de bebidas alcoólicas 1044.33.17 Os direitos 1044.34 As disposições gerais 1045 DIMENSÃO FINANCEIRA 1066 DIMENSÃO FÍSICA 107 -4-
  • 7 METAS, AÇÕES E RESPONSÁVEIS 1088 CONSOLIDAÇÃO DO PPP 1119 REFERÊNCIAS 112ANEXO I 115ANEXO II 123ANEXO III 141ANEXO IV 144ANEXO V 148ANEXO VI 149 -5-
  • PREFÁCIO Pensar e executar um Projeto Político Pedagógico, coletivamente, exigepessoas comprometidas com uma educação de qualidade. É com esse propósitoque a Escola de Educação Básica São Miguel pensou e quer colocar em práticaesse projeto. Nesse sentido, o projeto traduz os anseios dessa comunidadeescolar e por isso é dedicado a todos aqueles que têm propiciado condições paraque essa escola desenvolva ensino e aprendizagem de qualidade, por meio deuma proposta conjunta, conduzida pelo projeto. Entre esses, estão incluídos ocorpo docente, discente, comunidade escolar e órgãos representativos dacomunidade (Conselho Deliberativo Escolar, APP – Associação de Pais eProfessores — Clube de Mães e Grêmio Estudantil). Compromisso eresponsabilidade são condições necessárias para realizar mudanças na educaçãoe essas mudanças serão refletidas na sociedade na qual a Escola está inserida. Dedicamos, de forma especial, aos alunos que participaram e querepresentam a própria existência da escola, permitindo-nos auxiliá-los na suaformação e, conseqüentemente, contribuindo para o nosso próprio conhecimento.A todos nós, os docentes, e órgãos representantes da comunidade que têmcompromisso com uma educação de qualidade, humanizadora e transformadora eque propiciam as condições necessárias para o avanço da educação como umtodo. -6-
  • 1. APRESENTAÇÃO1.1 IdentificaçãoEscola de Educação Básica São MiguelRua La Salle Nº 1824CentroSão Miguel do Oeste – SC1.2 Diagnóstico da realidade escolar A Escola de Educação Básica São Miguel, estabelecimento da RedeEstadual Pública de Ensino, mantida pelo Estado de Santa Catarina eadministrada pela Secretaria de Estado da Educação e do Desporto, possui,atualmente atende 1300 alunos regularmente matriculados no EnsinoFundamental e Médio, distribuídos nos três turnos de funcionamento: matutino,vespertino e noturno. Os alunos são do Município de São Miguel do Oeste. Algunsvêm de comunidades vizinhas, utilizando-se do transporte escolar. Os dados demonstrativos a seguir referem-se aos índices educacionais daUnidade Escolar dos últimos quatro anos no que se refere: Alunos 2006 2007 2008 2009 2010 Aprovados 92,8% 90,3% 86,1% 88,7% 86% Reprovados 7,2% 9,7% 13,9% 11,3% 7,3% Desistentes 7,5% 6,3% 5% 10,7% 6,7% Em relação ao indicador do Ensino Médio ―Prova ENEM‖ os índicesalcançados foram respectivamente: 2006 2007 2008 2009 38,47 53,69 51,53 554,17 Em relação à classificação da Prova Brasil os resultados são os seguintes: 2005 2007 2009 4ª série 8ª série 4ª série 8ª série 4ª série 8ª série Língua Portuguesa 192,12 244,15 199,48 264,73 196,8 244,84 Matemática 206,21 236,94 259,41 253,67 215,6 254,84 Os índices do IDEB da Escola são os seguintes: Ano 2005 2007 2009 Séries Iniciais 4,8 6,1 5,6 -7-
  • Séries Finais 4,2 4,3 4,4 As principais dificuldades apresentadas pelos alunos é a falta de leitura,acesso aos meios de informações fora do ambiente escolar e aos bens culturais.Os alunos do ensino noturno são alunos trabalhadores e isso traz algumasdificuldades no processo de ensino e aprendizagem. Além disso, a Escola enfrenta diversas dificuldades que são conseqüênciasda realidade sócio-econômica, política e cultural da sociedade. E nesse contexto,as famílias, a maioria assalariada, delegam à Escola alem da educação formal esistematizada, parte de responsabilidades pertinentes à família. Por outro lado, ainstituição dentro de sua realidade tem oferecido condições de acompanhar eproporcionar aos alunos o ensino e aprendizagem, assim como o acesso aodesenvolvimento tecnológico e, sobretudo, o cultural. Com relação ao corpo docente, temos um quadro qualificado e, na suamaioria, com especialização em suas respectivas áreas. Hoje, esse quadro épermanente, ou seja, os professores são efetivos, o que garante, em partes, umtrabalho contínuo. As reuniões e dias de planejamento estão voltados para acapacitação pedagógica e temas transversais que atendam às necessidades dosprofessores no atendimento ao aluno. Há uma programação voltada para a saúde,combate ao uso de drogas, prevenção de doenças sexualmente transmissíveisentre outros, no sentido de informar a comunidade escolar desde situaçõescorriqueiras até as mais graves Para atender à demanda dos alunos, a escola possui uma biblioteca com15.000 mil exemplares, assinatura de Revistas tais como:Nova Escola, CartaEscola, Mundo Jovem e Bravo Assinatura de jornais Folha do Oeste, O DiárioCatarinense, Imagem, Gazeta, Regional entre outros. Conta também, comexcelentes livros de literatura recebidos do Governo Federal. Além disso,desenvolve atividades e projetos distribuídos ao longo do ano letivo, com vistastambém ao atendimento à diversidade, inclusão da pessoa com deficiência,educação ambiental, valorização à vida, quais sejam: Projeto de Preservação doMeio Ambiente, Programa de Controle do Peso Corporal para Crianças eAdolescentes da Escola São Miguel, Projeto de Leitura, Literatura e Escrita: -8-
  • formando o cidadão, Cinema na Escola, Feira da Ciência e Conhecimento,Festival da canção, Participação nos Jogos abertos de Santa Catarina parapessoas com deficiência entre outros. Esses projetos, além de atenderem aocurrículo, trabalham os temas transversais e contribuem com a formação cultural eo senso crítico do aluno. Hoje, a escola tem algumas necessidades e prioridades das quaisdestacam-se: Trabalhar o conhecimento teórico, crítico e prático relacionado à realidade nas diversas dimensões: social, econômico, cultural, político, histórico, etc., de forma sistematiza; Maior unidade e integração entre os componentes curriculares, com vistas à uma ação coletiva e interdisciplinar, (PROJETOS). Dar continuidade às discussões sobre Educação e encaminhamentos, visando à produção coletiva e avaliação do projeto Político Pedagógico da Escola; Permanente aquisição de material didático-pedagógico; Reforma ampla de todo os espaço físico da instituição; Existência de uma política que não atende as necessidades dos profissionais da Educação; Preservação da vida e valorização do estudo, aplicando o saber escolar no dia a dia; Necessidade de avaliação periódica envolvendo todos os segmentos; Aquisição de equipamentos para os laboratórios de informática e ciências biológicas, físicas e químicas e disponibilidade de pessoal especializado para o atendimento permanente junto a estes; Capacitação dos recursos humanos, (GERED –UE). Participação na tomada de decisões e assumir em conjunto, buscando uma linha comum de ação; Tornar o ambiente escolar mais atraente e prazeroso; Maior integração e participação dos pais na escola; -9-
  • Elaborar projetos e promover campanhas visando a obtenção de recursos financeiros para manter e melhorar as condições da escola; Avaliar o processo educativo periodicamente envolvendo a Comunidade Escolar. A escola desenvolve um trabalho coletivo com a Associação de Pais eProfessores que visam a atividades educativas comprometidas com a formaçãocidadã do aluno. Considerando a realidade da escola, suas necessidades e prioridades, acomunidade que a compõe e com base na Proposta Curricular de Santa Catarinae a Lei de Diretrizes e Bases, esse Projeto Político Pedagógico está pautadonuma concepção que aponta a escola como uma instituição que deseja umespaço de reflexão, participação e, sobretudo, seu objetivo maior: uma educaçãopública de qualidade. - 10 -
  • 2. PAPEL DA ESCOLA2.1 Os dispositivos legais A implantação da Lei Nº 9394/96 – Diretrizes e Bases da EducaçãoNacional (LDB) – suscita um novo momento, em que se apresenta o desafio deencontrar soluções para os grandes problemas enfrentados pela educação. Para desencadear a construção do Projeto Político Pedagógico, a Lei Nº9394/96 pressupõe que todas as instâncias do sistema de ensino, num processode construção coletiva, busquem, a partir da discussão, da análise e dainterpretação dos dispositivos legais, a consolidação de um Projeto PolíticoPedagógico que assegure o direito à educação de qualidade. Da mesma forma, a Lei Complementar 170/98 – Sistema estadual deEducação – artigos 15 e 16, fazem referência à elaboração e à execução doProjeto Político Pedagógico, acrescido dos princípios gerais do regimento escolar. O Parecer Nº 781/045 do Conselho Estadual de Educação – CEE/SC –define as diretrizes para a elaboração do Projeto Político Pedagógico das Escolas— PPP —, destacando que sua construção parte do diagnóstico da escola.Ressaltamos ainda, que a escola precisa refletir discutir e pôr em prática suasconcepções e formulações para que efetivamente ocorra o que se propõe no PPP. A construção do Projeto Político Pedagógico, além de representar umdesafio para a comunidade escolar, constitui-se numa importante decisão política,uma vez que representa o compromisso dessa comunidade com uma educaçãode qualidade e a construção do sujeito para a cidadania. Nasce e consolida-se domovimento ―ação-reflexão-ação‖, conforme determina a Proposta Curricular deSanta Catarina, construído e vivenciado, em todos os momentos, por todos osenvolvidos no processo educativo. Consiste, portanto, num importante instrumentode gestão democrática. E como instrumento organiza e orienta toda a ação daEscola e, nesse sentido, deve retratar efetivamente a realidade escolar,construindo sua identidade e autonomia por meio de um processo educativodinâmico, conforme apontado acima. Destaca-se, dessa perspectiva, que odesejo da comunidade que representa a Escola de Educação Básica São Miguel, - 11 -
  • Escola de Ensino Fundamental e Médio, é o desejo de uma educação pública egratuita de qualidade, que contribua com a construção e reconstrução doconhecimento, com a formação da cidadania e da qualidade de vida dessacomunidade e da comunidade na qual está inserida. Além disso, o Projeto PolíticoPedagógico que se quer está pautado em um processo participativo e dialógico. Assim, a Escola de Educação Básica São Miguel, será regida também poreste Projeto Político Pedagógico que tem a seguinte filosofia:2.2 Filosofia da Escola Pensar e executar, coletivamente, um ensino público e gratuito dequalidade, que resgate a função social da Escola como espaço de produção eapropriação do conhecimento, possibilitando aos alunos a construção de suaidentidade e seu espaço na sociedade na qual está inserido, tendo postura crítica,reflexiva e atuante diante da realidade que os cerca, formando-os integralmentepara serem agentes da construção de uma sociedade justa, fraterna e solidária. Cabe destacar, que a filosofia da escola permeia todo o processoeducativo, abarcando seus princípios, objetivos e finalidades.2.3 Princípios norteadores e objetivos: Com base no disposto pela LDB, pelas Diretrizes Curriculares Nacionaispara a Educação Básica, pelas Diretrizes para O Projeto Político-Pedagógico doEstado (Proc. PCEE 781/045) a E.E.B. São Miguel objetiva sua ação educativa fundamentada nos princípios da universalização de igualdade de acesso e permanência, da obrigatoriedade do Ensino Fundamental e da gratuidade escolar; A proposta é uma escola de qualidade, democrática, dinâmica, participativa e comunitária, como espaço cultural de socialização e desenvolvimento do educando, preparando-o para o exercício de direitos e o cumprimento dos deveres, sinônimo de cidadania; - 12 -
  • Oferecer um ensino de qualidade, a partir da postura político- pedagógica e da concepção teórica dos docentes, que definirão a prática educativa; Proporcionar ao educando a socialização e a construção do conhecimento elaborado e sistematizado, considerando os princípios e valores de uma educação libertadora, com visão e postura reflexiva e crítica frente à realidade, buscando sua transformação; Instrumentalizar o educando a partir do currículo com vistas à compreensão e transformação da realidade econômica, político- cultural e social; Primar pela autonomia da escola como capacidade de auto governar-se, dentro dos limites legais, observando seu compromisso social; Valorizar os profissionais da escola, possibilitando-lhes o constante aperfeiçoamento para que atuem com competência na formação do aluno. 2.4 Finalidades: A Unidade Escolar tem por finalidades: Oferecer aos seus alunos uma educação de qualidade com base no que determinam as Constituições Federal e Estadual, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Projeto Político Pedagógico da Escola. Oferecer o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, observadas, em cada caso, a legislação e as normas aplicáveis. A partir da filosofia, dos princípios, objetivos e finalidades as ações dainstituição serão desenvolvidas observando às necessidades da Escola econsiderando os recursos humanos como fator primordial e fomentador dequestionamentos que promovam mudanças positivas no sentido de oferecer um - 13 -
  • ensino público e gratuito de qualidade. Dessa forma, e com base na filosofia daescola, surgem os questionamentos: 1º) Qual a concepção que a comunidade escolar tem de ensinopúblico e gratuito de qualidade? 2°) Qual a concepção de educação, de aprendizagem e de homem? 3º) Qual a concepção de avaliação? 4º) Que metodologias a Escola deve buscar no processo deformação do homem (sujeito da educação)? Tais questionamentos requerem a participação efetiva não só daconstrução do Plano Político Pedagógico, mas também da sua execução econsolidação, observando que a escola é o espaço no qual acontece a construçãode conhecimentos e, na medida em que assume formas pedagógicas, devegarantir a reconstrução desse conhecimento. Desse modo, coloca-se ainda, comoum grande desafio da Escola: materializar a ação educativa [...], de modo que cada estudante possa apropriar-se dos conceitos científicos significativos que lhe possibilitem lidar bem com sua realidade sócio-histórica e acessar 1 as riquezas materiais e espirituais socialmente produzidas2.5 Concepção de ensino público e gratuito de qualidade Essa concepção traz em seu bojo os princípios de autonomia e gestãodemocrática, bem como do currículo, fundamentais para o oferecimento de umensino de qualidade. Muitas questões surgem quando se fala em ensino público de qualidade.De modo geral, as organizações sociais mudam também por pressões externas,decorrentes da insatisfação das pessoas com a ordem existente. A sociedade temdemonstrado que quer e exige da escola uma educação que acompanhe asmudanças sociais de toda e qualquer ordem. Ao mesmo tempo em que a escolasofre diferentes pressões externas, anseia por uma maneira diferente de fazer a1 Santa Catarina. Proposta Curricular. Florianópolis, 2005 - 14 -
  • educação. A E.E.B. São Miguel procura a melhor alternativa de ação,coletivamente, para alcançar a excelência do ensino. Está claro que a excelência do ensino é uma constante busca e dependede muitos fatores que nem sempre dependem da escola. Mas a instituição tem ocompromisso, conforme apontou anteriormente, de fazer acontecer uma educaçãoque promova ao estudante a apropriação e construção do conhecimento e lhepossibilite lidar/transformar com/a sociedade em que vive. Segundo a PropostaCurricular de Santa Catarina, as ações da escola devem promover: [...] a participação coletiva no acompanhamento, no aproveitamento significativo do tempo escolar e na valorização do patrimônio cultural do aluno como ponto de partida para otimização do saber produzido no âmbito 2 escolar Uma educação pública de qualidade também está pautada em umcurrículo que ultrapasse a função técnica para assumir ―as características de umartefato social e cultural3. Dentro dessa concepção, a escola assume um papelestratégico no sentido de formular e reformular, constantemente, seu ProjetoPolítico Pedagógico, numa ação compartilhada, resultando na co-responsabilidadede toda a comunidade escolar e no fortalecimento de uma gestão democrática. Um outro aspecto importante na concretização de uma educação públicade qualidade, é a autonomia. Autonomia pressupõe que a escola tenha garantiade recursos materiais e humanos para pensar e fazer um ensino de melhorqualidade para todos. Cabe à escola, pela própria lei, conquistar sua autonomiapedagógica, administrativa e financeira e com a comunidade definir as prioridadesde sua atuação, prestando contas a esta comunidade. Com autonomia, a escoladecide e assume a responsabilidade por essas decisões. Nesse sentido, o Estado precisa oferecer à escola meios para aefetivação dessa autonomia; é de responsabilidade do Estado repassar à escolaos recursos necessários e suficientes para suas atividades de ensino. Por sua vez,a prática institucional do ensino resultará em um processo recursivo, no qual2 Santa Catarina. Proposta Curricular. Florianópolis, 20053 Santa Catarina. Proposta Curricular. Florianópolis, 2005 - 15 -
  • direção, corpo docente, discente, pais, funcionários redimensionam e redefinem,sobretudo, o fazer pedagógico e administrativo.2.6 Concepção de homem A Proposta Curricular de Santa Catarina, documento norteador daeducação do Estado, têm como marco teórico, desde o princípio, uma abordagemfilosófica do materialismo histórico e dialético. Nesse sentido, concebe o homemcomo: ―O ser humano (sujeito da educação) é um ser social e histórico. No seuâmbito teórico, isto significa ser resultado de um processo histórico, conduzidopelo próprio homem‖4. E prossegue dizendo, que é necessário ―esforço dialético‖para compreender que os homens, a um só tempo, fazem e são determinadospela sua própria história. Essa concepção exige uma discussão pela comunidadeescolar para a compreensão do conceito de homem, que por sua vez exigediscussão e orientação teórica para a compreensão de educação, aprendizagem esociedade. Dessas concepções emanam os processos de aprendizagemnecessários à formação do homem social e histórico para uma dada sociedade.2.7 Concepção de aprendizagem O que é de fato aprender? Como se sabe se houve a aprendizagem? Setomarmos a abordagem filosófica do materialismo histórico-cultural, a açãoeducativa e os processos de aprendizagem implicam em formar um homem sociale histórico para uma sociedade igualitária. Cabe aqui retomarmos a PropostaCurricular de Santa Catarina: o estudante precisar aprender os ―conceitoscientíficos significativos‖ para que possa não só ―lidar com sua realidade sócio-histórica‖,5 mas, sobretudo, transformá-la. E isso requer mudança decomportamento. Dessa perspectiva, a aprendizagem se efetiva na medida em que a açãoeducativa propicia a mudança de comportamento. Essa mudança ocorre também,e sobretudo, com o conhecimento. Assim, os conceitos científicos auxiliam na4 Santa Catarina. Proposta curricular de Santa Catarina. Florianópolis, 1998.5 Santa Catarina. Proposta Curricular. Florianópolis, 2005 - 16 -
  • compreensão da realidade para sua transformação, ou seja, na mudança decomportamento. Mas como o aluno se apropria dos conceitos? A interação, oconfronto de idéias, as trocas e socialização do cotidiano da sala de aulaconstituem a base para a aprendizagem. ―Todo sujeito aprende por meio de açõesmediadas que permitam realizar estruturações mentais em níveis superiores‖(Proposta Curricular de Santa Catarina, 2005, p. 34). Assim, o aluno é visto comoser que interage e na relação com o outro elabora e reelabora conceitos mediadospelo conhecimento científico de modo recursivo, ou seja, as estruturas mentaissão reativadas cada vez mais em nível superior. Além disso, há outros fatores queimplicam na aprendizagem como o desejo de quere aprender, as relaçõesafetivas, a criação de um ambiente favorável para aprendizagem. Enquanto grupo,há ainda que se discutir mais essa questão e aprimorar nosso conhecimento sobreo que de fato é aprender.2.8 Concepção de avaliação A avaliação é uma reflexão sobre os fenômenos educativos. Enquantoreflexão, não conclui, não encerra, não fecha significações. Ao contrário, trazsempre outras e novas implicações, especialmente por se tratar de ensino eaprendizagem. É um processo abrangente que implica uma reflexão crítica sobrea prática, no sentido de apreender suas dificuldades, seus avanços e possibilitar atomada de decisão sobre o que fazer diante dos problemas que se apresentam. Areflexão sobre a prática determina o modo como avaliamos nosso aluno. È pormeio da análise reflexiva dos avanços e dificuldades dos alunos que o professorpoderá rever e redefinir sua prática pedagógica, tanto na necessidade de novasintervenções como na proposição de atividades e metodologias mais adequadasao desenvolvimento do aluno. Assim, a avaliação representa um papelfundamental. Tanto a Proposta Curricular de Santa Catarina como a LDB,defendem uma avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, dandoênfase aos aspectos qualitativos sobre os quantitativos dos resultados. Embora existam diferentes formas de avaliação, desvincular-se de ummodelo tradicional não é uma tarefa muito fácil; até mesmo porque temos um - 17 -
  • modelo social vigente, que é o da pontuação ou nota necessária a servir de―passagem‖ para o ano seguinte. Mas a instituição, em comum acordo com acomunidade escolar, adotou uma sistemática de avaliação segundo os princípiosda Proposta Curricular de Santa Catarina e da LDB. Ou seja, a avaliaçãoconsiderará o processo de aprendizagem contínuo e não apenas a nota(quantitativamente).2.9 Concepção de metodologia A concepção metodológica é o caminho, o ―como‖ cada qual querdesenvolver o seu trabalho. Tomando por base a Proposta Curricular de SantaCatarina, a metodologia que se quer para a escola pública de qualidade é aquelaque está fundamentada na pesquisa. Ou seja, a pesquisa é o princípio daaprendizagem. ―As ações pedagógicas devem caracterizar o movimento social apartir do micro-universo da sala de aula‖ (Santa Catarina 1998 p. 69). Nessesentido, as disciplinas, os conteúdos passam a ser um trabalho de pesquisa queprivilegia formas reflexivas de aprender. Para que esse trabalho de pesquisaenquanto conhecer e aprender se efetive, a mediação do conhecimento édeterminante. Cabe ressaltar que mediar é diferente de transmitir; a partir domomento que se toma a mediação como orientação pedagógica o foco daaprendizagem adquire a mesma dimensão do ensinar. Assim, a escola passa aser também um espaço do aprender (do aluno e do professor) e não só doensinar. As concepções aqui adotadas traduzem a escola e a sociedade quequeremos. A prática educativa deve, portanto, fundamentar-se na pesquisa, naanálise reflexiva da realidade escolar, na ética e no compromisso de formarhomens e mulheres partícipes dessa escola e sociedade que desejamos. Nesse sentido, a escola trabalhará com projetos a serem desenvolvidosao longo do ano letivo, conforme apontado anteriormente. Além disso, essesprojetos abarcam também os temas transversais. - 18 -
  • 2.10 Temas transversais Educação Sexual DST/AIDS Saúde e higiene Prevenção às drogas Valorização à vida Auto-estima Relacionamento (amizade, companheirismo, cooperação) Educação e Tecnologia Orientação Profissional Trabalho e Lazer Família Cidadania/Valores Relacionamento Preservação de valores e cultura Educação X Realidade Educação para o Trânsito Meios de Comunicação como usá-los Valores regionais: usos e costumes, folclore regional Organização de classes, lutas e conquistas Escola Pública X Qualidade da Educação Trabalho- história, lutas, conquistas, direitos, Sindicalismo, distribuição de Renda Educação Ambiental Meio/Ambiente e importância para a vida no planeta Poluição, lixo, desmatamento Reciclagem e Saneamento Básico Diversidade Africaneidade – Inclusão da pessoa com deficiência. - 19 -
  • 3.PROPOSTA CURRICULAR3.1 Linhas de ação das disciplinas do currículo O Ensino dos conteúdos deverá ser trabalhado, sempre que possível,com a utilização do método científico para o desenvolvimento das capacidades deobservação, reflexão, criação e julgamento relacionados à filosofia e objetivosgerais da Escola. A função Social da Escola é oportunizar às gerações mais jovens aapropriação e elaboração dos conceitos científicos, como meio de exercício dacidadania. Os conceitos científicos são produções histórico-culturais queestabelecem relações entre si, com as disciplinas do currículo, com os temasmultidisciplinares e transversais e com os conceitos cotidianos. Os conteúdos dasdisciplinas são, portanto, meios para a apropriação de conceitos. Os conceitos selecionados tiveram como pressuposto os camposconceituais que perpassam todas as áreas do conhecimento e os textos daProposta Curricular do Estado de Santa Catarina de cada uma das disciplinascurriculares. Esta forma de encaminhamento pode ser utilizada nas demaisclasses do Ensino Fundamental e Médio de acordo com os conceitos essenciaisdas disciplinas Curriculares.3.2 Matriz Curricular do Ensino Fundamental com 8 anosTurno: DiurnoUnidade Escolar: E.E.B. São MiguelCarga mínima anual para os alunos: 800 horasNúmero Mínimo de dias de efetivos trabalho escolar: 200 diasNúmero Mínimo de Semanas letivas: 40Número de dias semanais de efetivo trabalho : 05Duração hora/aula: 45 minutos - 5 horas diárias (4 horas) DISCIPLINAS SÉRIES INICIAIS SÉRIES FINAIS BASE COMUM (AULAS SEMANAIS) 1ª 2ª 3ª 4ª 6ª 7ª 8ª 9ª - 20 -
  • Língua Portuguesa X X X X 04 04 04 04 Matemática X X X X 04 04 04 04 Ciências X X X X 03 03 03 03 História X X X X 03 03 03 03 Geografia X X X X 03 03 03 03 Educação Física 03 03 03 03 03 03 03 03 Arte 02 02 02 02 02 02 02 02 Ensino Religioso X X X X 01 01 01 01PARTE DIVERSIFICADA Língua Estrangeira - - - - 03 03 03 03 TOTAL SEMANAL 20 20 20 20 26 26 26 263.3 Matriz Curricular do Ensino Fundamental de 9 anosTurno: DiurnoUnidade Escolar: E.E.B. São MiguelCarga mínima anual para os alunos: 800 horasNúmero Mínimo de dias de efetivos trabalho escolar: 200 diasNúmero Mínimo de Semanas letivas: 40Número de dias semanais de efetivo trabalho : 05Duração hora/aula: 45 minutos - 5 horas diárias (4 horas) DISCIPLINAS ANOS INICIAIS ANOS FINAIS (AULAS SEMANAIS) 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª Língua Portuguesa X X X X X 04 04 04 04 Matemática X X X X X 04 04 04 04 Ciências X X X X X 03 03 03 03 BASE COMUM História X X X X X 03 03 03 03 Geografia X X X X X 03 03 03 03 Educação Física 03 03 03 03 03 03 03 03 03 Arte 02 02 02 02 02 02 02 02 02 Ensino Religioso X X X X X 01 01 01 01 PARTE DIVERSIFICADA Língua Estrangeira - - - - 02 03 03 03 03 TOTAL SEMANAL 20 20 20 20 20 26 26 26 26 - 21 -
  • 3.4 Disciplinas Curriculares do Ensino FundamentalARTES Artes como disciplina na escola, gera conhecimento, valoriza osaspectos psicológicos, sociais, culturais, políticos e históricos de toda acomunidade escolar. Portanto cabe a escola ensinar a pensar a Artes e a fazerarte em suas várias formas de linguagem: visual (pinturas, escultura, cerâmica...),cênica, musical e a dança, possibilitando aos alunos lerem e interpretarem aprodução artística (experiência artística), tanto seu processo de criação quantoseu produto, como originária na organização de materiais e suportes, e querecebem um significado particular por parte de quem produz e de quem faz aleitura. Por tanto, deve-se considerar que o conceito de Arte está vinculado àsreferências e convenções artísticas inerentes a cultura de sua época(contextualização), passíveis de mudanças e elas mesmas instrumentos detransformação social. A comunicação, bem como a apreciação estética,apropriam-se de uma diversidade de elementos para se constituírem. Os materiaise os suportes são instrumentos (externos) mediadores entre o artista e o que elequer comunicar (signos internos). Nessa perspectiva, deve-se, também, observarque a fruição (estar de posse de) e a leitura, constituem-se numa unidadedialética, na medida em que os conceitos vão se ampliando os conteúdos (meiospara atingir conceito) da Arte forem ministrados em consonância com os camposconceituais Relações Sociais, Tempo, Espaço e Relações com a Natureza e osconceitos de outras áreas. Sendo assim, os conceitos essenciais de Arte para oensino fundamental são a Estática, a Produção Artística (experiências artísticas) ea Cultural.Estética – compreensão sensível - cognitiva do objeto ou manifestação artística,que permitirá o julgamento;Artística – percurso de criação e produção do objeto ou manifestação artística numcontexto;Cultural – relacionadas as vivências do dia - a - dia, a construção sócio – histórico,em constante transformação. - 22 -
  • Para a compreensão destes conceitos, considerar: A produção artística consiste em uma experiência poética, na qual a técnica e a produção articulam significados e experimentações de suportes e materiais variados, na construção de formas visuais em espaços bidimensionais e tridimensionais. A criação como a ampliação do repertório existencial do indivíduo, através da exploração cotidiana das diversas linguagens, dos diversos materiais; ―A palavra fruição deriva do verbo latino ―fruere‖ (da forma latina fruitione fruir) cujo sentido é estar na posse de, de possuir. A relação do sujeito com o objeto artístico está no Curricular 1998 – Disciplinas curriculares, p. 195). A leitura como ato que requer apreensão, apropriação e transformação de significados do objeto artístico a ser interpretado; A contextualização construindo conhecimento, situando o aluno, o artista e o objeto artístico no tempo, no espaço e no modo de produção, pensando nas condições que possibilitaram a existência dos personagens e objetos.Lembramos que: Os conteúdos devem ser trabalhados articuladamente, de forma dinâmica, de acordo como as necessidades e possibilidades de aprendizagem dos alunos e suas vivências; Devem ser observados os indicadores específicos das diferentes linguagens artísticas (arte visual, cênica, musical, dança, bem como a linguagem oral e escrita); Professor trabalha de acordo com a sua habilitação específica podendo transitar nas outras linguagens artísticas, junto com as outras áreas do conhecimento, numa perspectiva interdisciplinar; a disciplina de Arte não tem o objetivo de formar artistas.MATEMÁTICA - 23 -
  • Conceito Geral: reconhecimento, análise, interpretação, formulação e resolução de situações – problema, compreendendo os diferentes significados das operações, envolvendo os campos numéricos, algébricos, geométricos e estatísticos. Conceitos Essenciais:1. Números e Álgebra Desenvolver o sentido numérico; Desenvolver o sentido operacional; Criar procedimentos para realizar cálculos; Usar estimativa; Explorar as representações de números naturais, fracionários, inteiros, racionais e suas operações; Desenvolver uma compreensão das idéias de razão proporção e porcentagem; Estabelecer relações entre aritmética e álgebra; Desenvolver uma compreensão das idéias de variáveis, expressões e equações; Utilizar diferentes formas para resolver equações lineares.2. Medidas e Estatísticas: Construir, ler e interpretar tabelas e gráficos; Estabelecer relações com números, medidas e geometria; Perceber o uso das noções de estatísticas; Compreender o conceito de medição; Relacionar as unidades de medidas; Realizar medições; Fazer estimativas de medidas; Usar medições e idéias geométricas.3. Geometria: Desenvolver uma compreensão das figuras geométricas planas e não planas e suas propriedades; - 24 -
  • Estabelecer relações geométricas; Estabelecer um sentido de espaço. Perspectiva metodológica da resolução de problemas:a) Defrontar o aluno com situações que exijam empenho e reflexão;b) Viabilizar geração de idéias, negociação de significados, registros e organização formal;c) Propor questões;d) Resolver as questões propostas;e) Questionar as respostas obtidas;f) Questionar a própria questão originalg) Investigar a questão de forma científica de forma que os alunos: Proponham soluções; Explorem possibilidades; Levantem hipóteses; Justifiquem o raciocínio; Validem as conclusões; Alterem os dados da questão; Proponham novas perguntas; Descubram outras formas de resolver o problema; Inventem outros problemas a partir do problema inicial. Propor problemas não convencionais: Sem dados numéricos; Com falta de dados; Com excesso de dados; De lógica; A partir de recortes de jornais; Dramatizados; Com palavra desconhecidas. Utilizar materiais didáticos: dados, cubos dourados, tangran, blocos lógicos, material cuisinaire, ábaco, calculadora, sólidos geométricos; - 25 -
  • Utilizar jogos matemáticos em que o aluno jogue, discuta, registre conclusões e descobertas; Contextualizar histórica e culturalmente os conteúdos matemáticos, relacioná-los com as demais áreas do conhecimento e trabalho na perspectiva de apropriação do saber científico como instrumento para o exercícios da cidadania.GEOGRAFIA 1. Espaço; 2. Espaço/tempo; 3. Espaço representado; 4. Espaço produzido; 5. Localização; 6. Orientação; 7. Paisagem; 8. Região; 9. Meio – ambiente; 10. População; 11. Relação local/global; 12. Relações sócio - culturais.HISTÓRIA 1. Tempo; 2. Temporalidades; 3. Tempo/espaço; 4. Cultura 5. Memória; 6. Identidade; 7. Ideologia; 8. Imaginário; 9. Relações Sociais; 10. Relações Sociais de Produção. - 26 -
  • EDUCAÇÃO FÍSICA A Educação Física, por ser parte do conhecimento historicamenteproduzido, deve reunir o que for de mais significativo ligado aos conceitos demovimento/corporeidade, ginástica, jogo, dança e esporte.1. Corporeidade é transcendemos a classificação e conceitualização das ciênciasfísicas e biológicas do corpo ou mera mensuração ou quantificação do movimentohumano. É fazer-se presente via corpo, que sente, que pensa, que age. Corpoque, ao expressar-se na história, traz suas marcas, desvelando-as. O movimento como produção humana, é agente de transformação, pois as diferentes concepções de corporeidade vão sendo incorporadas ao comportamento dos homens, constituindo, assim, a cultura corporal decorrente da necessidade e interesses histórico-sociais. O movimento- objeto de estudo da Educação Física- possui um significado histórico-social, e hoje é predominante apresentado através dos conceitos da ginástica, Dança, Jogo e Esporte. O movimento é inerente a todos os seres vivos, porém o movimento humano distingue-se das demais pela linguagem, historicidade, intencionalidade e pelo seu sentido e significado. 2- O Esporte é uma construção social que institucionalizou, temas lúdicos da cultura corporal e se projeta numa dimensão complexa de fenômeno que envolve códigos, sentidos e significados da sociedade que o constrói e o pratica. Fenômeno sócio-cultural, produção humana e agente sócio- educativo para a construção da subjetividade. 3- A Dança é uma produção social que representa os diversos aspectos da vida do homem. É uma linguagem que permite exteriorizar sentimentos, emoções da afetividade vivida nas esferas da religiosidade, dos costumes, dos hábitos, da saúde e da guerra. Representação estilizada e simbólica da história social dos homens. 4- O Jogo (brincar e jogar são sinônimos) é a representação de um fenômeno social, cuja intencionalidade e curiosidade resultam num processo criativo para modificar, imaginariamente, a realidade e o presente. - 27 -
  • O jogo tem papel fundamental para a humanização do indivíduo, pela aquisição de hábitos, valores e atividades. É na relação interpessoal que se aprende a colaborar, repartir, ceder, compartilhar experiências, expor e organizar idéias. Por essas características, contribui significativamente no processo ensino-aprendizagem. 5- Ginástica forma de exercitação corporal, cujo agir (movimentos básicos) resulta da própria história dos homens, impregnada de sentidos, significados, possibilitando concretas vivências corporais para a constituição da subjetividade.LÍNGUA PORTUGUESA Dos conceitos a serem apropriados no âmbito da disciplina de Línguaportuguesa destacamos em primeiro lugar, o de que toda língua é produçãohumana construída historicamente nas e pela s relações sociais (historicidade) é,como tal, uma forma de ação sobre o outro e o mundo, marcada por um jogo deintenções e representações. Entender a língua a partir dessa perspectivapressupõe, também, a apropriação de conceitos de: Dialoga: cada sujeito é complemento necessário do outro; Polifonia: as vozes de que se constitui a língua; Polissemia: multiplicidade significativa da língua; Interdiscursividade: relação entre os diferentes discursos; Intertextualidade: um texto remete a outros textos (abertura e incompletude); Discurso: efeito de sentido produzido entre os interlocutores; Textualidade: o que faz de um texto um texto e não apenas uma seqüência de frases; Texto: unidade de linguagem em uso; Coerência: responsável pela unidade do texto; Coesão: manifestação lingüística da carência; A condição para que o aluno se aproprie desses conceitos é o trabalho, em sala de aula, com as práticas reais de uso da língua (fala/escuta- leitura/escritura) e o trabalho com reflexão sobre essas práticas (análise lingüística). Esses eixos de trabalho indicam, apenas que podemos - 28 -
  • focalizar estes ou aqueles aspectos, esta ou aquela dimensão. Devem,porém, ser trabalhados de maneira simultânea ou alternada, tal como ocorrena prática da língua.1- Nas práticas fala/escuta, trabalhar com: O uso do oral em instâncias públicas e privadas (fala formal e informal) As diversas manifestações da fala e sua relação com as instâncias e normas de uso; As variedades lingüísticas (aspectos regionais, influência de migração, gíria, etc..) A adequação a situação, ao gênero e ao interlocutor; O uso de convenções específicas do discurso falado; Os recursos expressivos da fala (ambigüidade, comparação, escolha das palavras, fluência, entonação, etc..) A análise e pratica da argumentação (funcionalidade e intencionalidade); A fluência, coerência e coesão de idéias; A escuta ativa de textos, reconhecendo intenções e objetivos na fala do outro;2- Nas práticas leitura/escritura, trabalhar com: A expressão oral da leitura (fluência, entonação e ritmo); A observação das marcas expressivas do texto; A análise e discussão das idéias do texto; As diferentes formas de representar idéias, situações, fantasias, imaginações; A construção de sentidos possíveis; A leitura de variados gêneros textuais(fábulas, lendas, contos, poemas, canções, quadrinhos, crônicas, romances, peças teatrais, ofícios, regulamentos, etc..) estabelecendo: A relação dos textos literários com outras formas discursivas As condições de produção de cada um dos textos lidos. Os tipos de estrutura textual encontrados nos gêneros; A leitura com objetivos variados, considerando: - 29 -
  • As estratégias para adequação texto/contexto,A utilização de dados para confirmar hipóteses,A resolução de dúvidas,A socialização de experiências de leitura,As estratégias de compreensão/interpretação;O uso de diversos textos para:Tê-los como referência na escritura de outros textos;Construção da intertextualidade/interdisicursividade;Compreensão de implícitos,Formulação de comentários,Consultas,Explicitação/comparação de argumentos,Análise de regularidades,As funções sociais da escrita (comunicação, registro, orientação,organização, lazer, etc..);A idéia representação;Os símbolos da escrita (alfabeto, sinais de pontuação, acentuação, etc..);A sistematização da escrita (identificação global do texto, de frases e depalavras no texto);As semelhanças e diferenças de escrita entre palavras;O estudo dos diversos traçados de letras;A diferença entre linguagem oral e linguagem escrita,A produção de diferentes gêneros textuais (ficcionais, informativos,poesia, bilhetes, cartas, convites, atas, relatórios, etc..);A gradativa apropriação da convencionalidade da escrita;Os recursos expressivos de textos lidos e produzidos (comparaçõespolissemias, antigüidade, análise das possibilidades semânticas dotexto)A análise de estratégias discursivas em textos de diversos autores e emtextos produzidos pelos alunos; - 30 -
  • As diferentes formas de dizer (recursos expressivos, adequação formal e discursiva, seleção léxica e tipo, seleção de gênero e tipo, paráfrase); As estratégias lingüísticas e cognitivas na escritura de textos; A utilização de recursos de apoio (notas, resumos, comentários) na leitura e escritura de textos diversos; A revisão/re-elaboração de textos, adequando-os à situação, ao gênero, ao interlocutor e a convenção da escrita; 3. Nas práticas de análise lingüística, trabalhar com: A análise das relações intravocabulares e intervocabulares pela comparação, observação e pesquisa, superando os exercícios ortográficos; A análise das relações entre as partes do texto; A utilização de recursos do sistema de pontuação e elaboração de hipóteses sobre as funções dos sinais de pontuação; Construção de micro-gramáticas (busca de regularidades de funcionamento): ortografia, concordância, etc; A re-escritura de textos, adequando-os à norma padrão no que diz respeito à concordância flexão, regência, ortografia e acentuação gráfica; Registro de diferenças e semelhanças entre fala e escrita (influências recíprocas).LÍNGUA ESTRANGEIRA Antes de apresentarmos os conceitos para disciplina de LínguaEstrangeira, consideramos importante ressaltar algumas das razões que justificamo aprendizado dessa disciplina:1. Possibilidade de ampliação do universo cultural;2. Desenvolvimento de muitas funções intelectuais, possibilitando a interação entre a língua materna e a língua estrangeira;3. Possibilidade de questionar a própria identidade, resignificando-a;4. Necessidade de acesso à tecnologia. - 31 -
  • Da mesma forma que em língua portuguesa em Língua Estrangeira osalunos precisam compreender que toda a língua é produção humana constituídahistoricamente nas e pelas relações sociais (historicidade) e, como tal, é uma açãosobre o outro e o mundo, marcada por um jogo de intenções e representações.Entender a língua estrangeira a partir desta perspectiva pressupõe, também, aapropriação dos conceitos de;Dialogia: cada sujeito é complemento necessário do outro;Polifonia: as vozes de que se constitui a língua;Polissemia: multiplicidade significativa da língua;Interdiscursividade: relação entre os diferentes discursos;Intertextualidade: um texto remete a outros textos (abertura e incompletude);Discurso: efeito de sentido produzido entre os interlocutores;Textualidade: o que faz de um texto um texto e não apenas uma seqüência defrases;Texto: unidade de linguagem em uso;Coerência: responsável pela unidade de texto;Coesão: manifestação lingüística da coerência. A condição para que o aluno se aproprie desses conceitos é otrabalho, em sala de aula com as práticas reais de uso da língua estrangeira(fala/escuta – leitura – escritura) e o trabalho com a reflexão sobre elas (análiselingüística). Esses eixos de trabalho indicam, apenas, que podemos focalizar esteou aquele aspecto, esta ou aquela dimensão. Devem, porém, ser trabalhados demaneira simultânea ou alternada tal como ocorre na prática da língua. No caso de língua estrangeira deve se priorizar o trabalho com aspráticas de leitura e escritura, não no sentido de restringir as possibilidades deaprendizagem, mas para viabilizar o aprendizado efetivo de, pelo menos, estashabilidades. Essa opção leva em consideração a função social - ler texto em outralíngua – da aprendizagem de uma língua estrangeira para alunos brasileiros.1. Nas práticas de fala/escuta, trabalhar com: Discussões orais sobre os textos lidos e produzidos; - 32 -
  • Escuta ativa de textos pela participação em diálogo, entrevistas, debates, etc; Atividades de interação em que cada aluno possa falar de si mesmo, perguntar as preferências do outro, responder questionamentos de outros, solicitar e fornecer informações.2. Nas práticas de leitura/escritura trabalhar com: A leitura de diferentes textos (artigos de jornal, embalagens, propagandas, manuais de instrução, canções, receitas, documentários informes turísticos, lendas, etc ) para: Reconhecer as informações de cada um deles; Conhecer os costumes, as peculiaridades locais, o modo de agir, de pensar e de se relacionar de cada povo; Estabelecer um paralelo entre a cultura do outro e a própria cultura; A elaboração de sínteses e resumos de textos lidos; A produção de textos, observando a unidade significativa, concordância, ortografia, etc;3. Nas práticas de análise lingüística, trabalhar com: A análise da natureza e da estrutura de elementos coesivos dos textos lidos e produzidos; A seleção de aspectos da língua a partir de uma situação de leitura, de compreensão ou de produção de textos, para serem trabalhados mais detalhadamente; A re-escritura dos textos produzidos, adequando-os à situação, ao gênero, ao interlocutor e às convenções da língua estrangeira. Para que o trabalho na perspectiva de ativa de atividades de aprendizagem coletivas e interdisciplinares alcance os objetivos de aceleração da aprendizagem, a escola deverá proporcionar ao aluno o acesso as suas dependências (laboratório de informática, biblioteca, laboratório de ciências, salas de estudos, salas de vídeo) no horário extra classe mediante planejamento e acompanhamento do professor articulador. - 33 -
  • CIÊNCIAS No ensino e aprendizagem de ciências, deve-se levar em consideraçãoque, ―o conhecimento só poderá ser efetivamente apropriado pelo aluno, secorresponder a uma elaboração de valores, novas atitudes e não só aquisição deinformações. É preciso pensar (...) as maneiras de se garantir esta construção demúltiplos componentes‖ (Proposta Curricular 1998: 118). O ensino de ciências deverá promover os caminhos para o conhecimentocientífico, como forma de interpretar o próprio homem, o mundo em que se vivecom os seres que nele habitam as condições econômicas e sociais, em suarealidade material, preparando o indivíduo para a vida comseus desafios, ou seja, com vistas à formação para a cidadania. Sendo assim oensino de ciências constitui-se num processo de alfabetização científica etecnológica através do método científico – Tema problematizado elaboração dehipóteses, coletas de dados, experimentação, conclusão. Desta forma, permite aoeducando estabelecer conexões com os fenômenos naturais, sócio-culturais eassim realizar uma leitura e uma interpretação mais elaborada no contexto ondevive. Para atingir estes objetivos sugerem-se os seguintes conteúdos que, aoserem trabalhados no processo ensino e aprendizagem, possibilitam ao educandoa re-elaboração de sua base conceitual.1. Como se formou o universo: Big Bang:2. Elementos que compõem o meio biótico e abiótico; Água: componentes tipos de água; ciclo da água: tratamento da água consumida; água como fonte energética; inter-relação com os seres vivos, preservação, poluição. Solo: influência dos diferentes tipos de solo nos ecossistemas: os solos nos processos de produção (recursos naturais renováveis e não renováveis, reciclados); inter-relação com os seres vivos, preservação poluição. - 34 -
  • Ar: diferentes gases e suas funções no ambiente; influência do ar nas alterações climáticas e implicações sobre os seres vivos; fatores que determinam as condições climáticas ( temperatura, umidade; pressão...) Seres vivos: características dos seres vivos (célula, ciclo vital...) noções básicas de sistemática; inter – relação e importância das funções vitais para as formas de vida, reprodução. Em relação ao ser humano: o homem como ser social: sexualidade (questões sociais, culturais, afetivas), noções de genética ( grupos sangüíneos e fator Rh); coordenação das funções orgânicas pelos processos de sustentação, movimentação, reação nervosa, complexo hormonal); Animais vertebrados e invertebrados (principais características dos diversos grupos de animais); vegetais inferiores e superiores. Desenvolvimento sustentável: recursos renováveis e não renováveis; reciclagem de lixo; reaproveitamento da materiais; impactos ambientais e implicações sociais, preservação, degradação e recuperação ambiental.3. Ciclo de matéria e energia: compreensão da constituição da matéria, estados físicos, transformações da matéria e da energia, ciclos biogeoquímicos, cadeia e teia alimentar, relações harmônicas e desarmônicas.4. Fenômenos físicos e químicos: estrutura atômica molecular, processamento dos produtos tecnológicos e sua interferência na natureza e na sociedade; reações e funções químicas; mecânica; aceleração, velocidade; temperatura (efeito estufa, camada de ozônio, radiações); aplicação da química e da física no cotidiano.3.5 Currículo do ensino médio O currículo do Ensino Médio agora organizado em três áreas deconhecimento, fundamenta-se nos eixos de representação e comunicação,investigação e compreensão e na contextualização sócio-cultural. - 35 -
  • As disciplinas integrantes de cada área de conhecimento, levando em conta oseixos apontados, têm a finalidade de desenvolver as competências e habilidadesespecíficas.Assim para cada área teremos as disciplinas pertinentes, bem como a indicaçãodos conhecimentos e habilidades a serem desenvolvidas.3.6 Matriz Curricular Ensino Médio – Matriz 2910Turno: diurnoUnidade Escolar: E.E.B. São Miguel.Carga horária mínima anual para os alunos: 800 horasNº mínimo de dias de efetivo trabalho escolar: 200 diasNº de dias semanais de efetivo trabalho: 05Duração hora /aula: 45 minutos-4 horas ÁREAS DO DISCIPLINAS SÉRIES CARGA CONHECIMENTO HORÁRIA TOTAL 1ª 2ª 3ªLinguagens Códigos e Língua Portuguesa e 03 03 03 288suas Tecnologias Literatura Língua Estrangeira 02 02 02 192 Moderna Artes 02 01 02 160 Educação Física 02 02 02 192 SUBTOTAL 09 08 09 832Ciências da Natureza, Química 02 02 02 192Matemática e suas Física 02 02 02 192Tecnologias Biologia 02 02 02 192 Matemática 03 03 03 288 SUBTOTAL 09 09 09 864 Ciências Humanas e Geografia 02 02 02 192 suas Tecnologias História 02 02 02 192 Filosofia 01 02 02 160 Sociologia 02 02 01 160 SUBTOTAL 07 08 07 704 TOTAIS SEMANAIS 25 25 25 2400 - 36 -
  • 3.7 Matriz Curricular Ensino Médio – Matriz 2912Turno: noturnoUnidade Escolar: E.E.B. São MiguelCarga horária mínima anual para os alunos: 800 horasNº mínimo de dias de efetivo trabalho escolar: 200 diasNº mínimo de dias semanais de efetivo trabalho: 05Duração hora/aula: 40 minutos ÁREAS DO DISCIPLINAS SÉRIES CARGA CONHECIMENTO HORÁRIA TOTAL 1ª 2ª 3ªLinguagens Códigos e Língua Portuguesa e 03 03 03 288suas Tecnologias Literatura Língua Estrangeira 02 02 02 192 Moderna Artes 02 01 02 160 Educação Física 02 02 02 192 SUBTOTAL 09 08 09 832Ciências da Natureza, Química 02 02 02 192 Matemática e suas Física 02 02 02 192 Tecnologias Biologia 02 02 02 192 Matemática 03 03 03 288 SUBTOTAL 09 09 09 864 Ciências Humanas e Geografia 02 02 02 192 suas Tecnologias História 02 02 02 192 Filosofia 01 02 02 160 Sociologia 02 02 01 160 SUBTOTAL 07 08 07 704 TOTAIS SEMANAIS 25 25 25 24003.8 Matriz Curricular Ensino Médio Inovador – Matriz 5405Turno: diurnoUnidade Escolar: E.E.B. São Miguel ÁREAS DO DISCIPLINAS SÉRIES - 37 -
  • CONHECIMENTO 1ª 2ª 3ªLinguagens Códigos e Língua Portuguesa e 02 02 02suas Tecnologias Literatura Língua Estrangeira 02 02 02 Moderna Artes 02 02 02 Educação Física 02 02 02 SUBTOTAL 08 08 08Ciências da Natureza, Química 02 02 02 Matemática e suas Física 02 02 02 Tecnologias Biologia 02 02 02 Matemática 02 02 02 SUBTOTAL 08 08 08 Ciências Humanas e Geografia 02 02 02 suas Tecnologias História 02 02 02 Filosofia 02 02 02 Sociologia 02 02 02 SUBTOTAL 08 08 08 TOTAIS SEMANAIS 24 24 243.9 Áreas do Conhecimentos do Ensino Médio3.9.1 Área de linguagens, códigos e suas tecnologiasLÍNGUA PORTUGUESA Representação e Comunicação Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal Compreender e usar a Língua Portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade; Aplicar as tecnologias de comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes da vida. Investigação e compreensão Analisar os recursos expressivos da linguagem verbal, relacionando textos/contextos, mediante a natureza, função, organização, estrutura, de acordo com as condições de produção, recepção (intenção, época, - 38 -
  • local, interlocutores participantes da criação e propagação das idéias e escolhas, tecnologias disponíveis). Recuperar, pelo estudo do sistema literário, as formas instituídas do imaginário coletivo, o patrimônio representativo da cultura e as classificações preservadas e divulgadas, no eixo temporal e espacial. Articular as redes de diferenças e semelhanças entre a língua oral e escrita e seus códigos sociais, contextuais e lingüísticos. Contextualização Sócio-Cultural Considerar a Língua Portuguesa como fonte de legitimação de acordos e condutas sociais e como representação simbólica de experiências humanas manifestadas nas formas de sentir, pensar e agir na vida social. Entender os impactos das tecnologias da comunicação, em especial da língua escrita, na vida, nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida socialLÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA Representação e comunicação Escolher o registro adequado à situação na qual se processa a comunicação e o vocábulo que melhor reflita a idéia que pretende comunicar. Utilizar os mecanismos de coerência e coesão na produção oral e/ou escrita. Utilizar as estratégias verbais e não - verbais para compensar as falhas, favorecendo a efetiva comunicação e alcançar o efeito pretendido em situações de produção e leitura. Conhecer e usar as línguas estrangeiras modernas como instrumento de acesso a informações a outras culturais e grupos sociais. Investigação e compreensão Compreender de que forma determinada expressão pode ser interpretada em razão de aspectos sociais e/ou culturais. - 39 -
  • Analisar os recursos expressivos da linguagem verbal, relacionando textos/contextos mediante a natureza, função, organização, estrutura, de acordo com as condições de produção/recepção (intenção, época, local, interlocutores participantes da criação e propagação de idéias e escolhas, tecnologias disponíveis). Contextualização sócio-cultural Saber distinguir as variantes lingüísticas. Compreender em que medida os enunciados refletem a forma de ser, pensar, agir e sentir de quem os produz.EDUCAÇÃO FÍSICA Representação e comunicação Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade para discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a cultura corporal. Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas, e consciente da importância delas na vida do cidadão. Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças individuais e procurando colaborar para que o grupo possa atingir os objetivos a que se propôs. Reconhecer na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate. Interessar-se pelo surgimento das múltiplas variações da atividade física, enquanto objeto de pesquisa e área de interesse social e de mercado de trabalho promissor. Investigação e compreensão Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as como melhoria da suas aptidões físicas. - 40 -
  • Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e freqüência, aplicando-as em suas práticas corporais. Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-la se reinterpretá-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de atividades procedimentos para manutenção ou aquisição de saúde. Contextualização sócio-cultural Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagens e expressão Representação e comunicação Realizar produções artísticas, individuais e/ou coletivas, nas linguagens da arte (música, artes visuais, dança, teatro, artes audiovisuais) . Apreciar produtos de arte, em suas várias linguagens, desenvolvendo tanto a fruição quanto a análise estética. Investigação e compreensão Analisar, refletir e compreender processos da Arte, com seus diferentes instrumentos de ordem material e ideal, como manifestação sócio- culturais e históricas. Conhecer, analisar, refletir e compreender critérios culturalmente construídos e embaçados em conhecimentos afins, de caráter filosófico, histórico, sociológico, antropológico, semiótico, científico e tecnológico, entre outros. Contextualização sócio-cultural Analisar, refletir, respeitar e preservar as diversas manifestações de Arte- em suas múltiplas funções- utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos interagindo com o patrimônio nacional e internacional, que se deve conhecer e compreender em sua dimensão sócio-histórica.ARTES Artes como disciplina na escola, gera conhecimento, valoriza osaspectos psicológicos, sociais, culturais, políticos e históricos de toda a - 41 -
  • comunidade escolar. Portanto cabe a escola ensinar a pensar a Artes e a fazerarte em suas várias formas de linguagem: visual (pinturas, escultura, cerâmica...),cênica, musical e a dança, possibilitando aos alunos lerem e interpretarem aprodução artística (experiência artística), tanto seu processo de criação quantoseu produto, como originária na organização de materiais e suportes, e querecebem um significado particular por parte de quem produz e de quem faz aleitura. Por tanto, deve-se considerar que o conceito de Arte está vinculado àsreferências e convenções artísticas inerentes a cultura de sua época(contextualização), passíveis de mudanças e elas mesmas instrumentos detransformação social. A comunicação, bem como a apreciação estética,apropriam-se de uma diversidade de elementos para se constituírem. Os materiaise os suportes são instrumentos (externos) mediadores entre o artista e o que elequer comunicar (signos internos). Nessa perspectiva, deve-se, também, observarque a fruição (estar de posse de) e a leitura, constituem-se numa unidadedialética, na medida em que os conceitos vão se ampliando os conteúdos (meiospara atingir conceito) da Arte forem ministrados em consonância com os camposconceituais Relações Sociais, Tempo, Espaço e Relações com a Natureza e osconceitos de outras áreas. Sendo assim, os conceitos essenciais de Arte para oensino fundamental são a Estática, a Produção Artística (experiências artísticas) ea Cultural.Estética – compreensão sensível - cognitiva do objeto ou manifestação artística,que permitirá o julgamento;Artística – percurso de criação e produção do objeto ou manifestação artística numcontexto;Cultural – relacionadas as vivências do dia - a - dia, a construção sócio – histórico,em constante transformação.Para a compreensão destes conceitos, considerar: A produção artística consiste em uma experiência poética, na qual a técnica e a produção articulam significados e experimentações de - 42 -
  • suportes e materiais variados, na construção de formas visuais em espaços bidimensionais e tridimensionais. A criação como a ampliação do repertório existencial do indivíduo, através da exploração cotidiana das diversas linguagens, dos diversos materiais; ―A palavra fruição deriva do verbo latino ―fruere‖ (da forma latina fruitione fruir) cujo sentido é estar na posse de, de possuir. A relação do sujeito com o objeto artístico está no Curricular 1998 – Disciplinas curriculares, p. 195). A leitura como ato que requer apreensão, apropriação e transformação de significados do objeto artístico a ser interpretado; A contextualização construindo conhecimento, situando o aluno, o artista e o objeto artístico no tempo, no espaço e no modo de produção, pensando nas condições que possibilitaram a existência dos personagens e objetos.Lembramos que: Os conteúdos devem ser trabalhados articuladamente, de forma dinâmica, de acordo como as necessidades e possibilidades de aprendizagem dos alunos e suas vivências; Devem ser observados os indicadores específicos das diferentes linguagens artísticas (arte visual, cênica, musical, dança, bem como a linguagem oral e escrita); Professor trabalha de acordo com a sua habilitação específica podendo transitar nas outras linguagens artísticas, junto com as outras áreas do conhecimento, numa perspectiva interdisciplinar; A disciplina de Arte não tem o objetivo de formar artistas.3.9.2 Área das Ciências da Natureza, Matemática e suas TecnologiasBIOLOGIA Representação e comunicação descrever processos e características do ambiente ou seres vivos, observados em microscópios ou a olho nu. - 43 -
  • Perceber e utilizar os códigos intrínsecos da Biologia. Apresentar suposições e hipóteses acerca dos fenômenos biológicos em estudo. Apresentar de forma organizada, o conhecimento biológico apreendido, através de textos, desenhos esquemas, gráficos, tabelas, maquetes, etc.. Conhecer diferentes formas de obter informações ( observação, experimento, leitura de texto e imagem, entrevista), selecionando aqueles pertinentes ao tema biológico em estudo. Expressar dúvidas, idéias e conclusões acerca dos fenômenos biológicos.Investigação e compreensão Relacionar fenômenos, fatos, processos e idéias em Biologia, elaborando conceitos, identificando regularidades e diferenças, Construindo generalizações. Utilizar critérios científicos para realizar classificações de animais, vegetais etc. Relacionar os diversos conteúdos conceituais da Biologia (lógica interna) na compreensão de fenômenos. Estabelecer relações entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico. Selecionar e utilizar metodologias científicas adequadas para a resolução de problemas, fazendo uso, adequado for o caso, de tratamento estatístico na análise de dados coletados. Formular questões, diagnósticos e propor soluções para problemas apresentados, utilizando elementos da Biologia. Utilizar noções e conceitos da Biologia em novas situações de aprendizado(existencial ou escolar). Relacionar o conhecimento das diversas disciplinas para o entendimento de fatos ou processos biológicos (lógica externa).Contextualização sócio-cultural - 44 -
  • Reconhecer a Biologia como um fazer humano e, portanto, histórico, fruto da conjunção de fatores sociais, políticos, econômicos, culturais, religiosos e tecnológicos. Identificar a interferência de aspectos místicos e culturais nos conhecimentos de senso comum relacionados a aspectos biológicos. Reconhecer o ser humano como agente e paciente de transformações internacionais por eles produzidas no seu ambiente. Julgar ações de intervenção, identificando aquelas que visam à preservação e à implementação da saúde individual, coletiva e do ambiente. Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico, considerando a preservação da vida, as condições de vida e as concepções de desenvolvimento sustentável.FÍSICA Representação e comunicação Compreender enunciados que envolvam códigos e símbolos físicos. Compreender manuais de instalação e utilização de aparelhos. Utilizar e compreender tabelas, gráficos e relações matemáticas gráficas para a expressão do saber físico. Ser capaz de discriminar e traduzir as linguagens matemáticas e discursivas entre si. Expressar-se corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos da sua representação simbólica. Apresentar de forma clara e objetiva o conhecimento apreendido, através de tal linguagem. Conhecer fontes de informação e formas de obter informações relevantes, sabendo interpretar notícias científicas. Elaborar sínteses ou esquemas estruturados dos temas físicos trabalhados. Investigação e compreensão Desenvolver a capacidade de investigação física. Classificar, organizar, sistematizar, identificar regularidades. Observar, estimular ordens de grandeza, compreender o conceito de medir, fazer hipóteses, testar. - 45 -
  • Conhecer e utilizar conceitos físicos. Relacionar grandezas, quantificar, identificar parâmetros relevantes. Compreender e utilizar leis e teorias físicas. Compreender a física presente no mundo vivencial e nos equipamentos e procedimentos tecnológicos. Descobrir o ―como funciona‖ de aparelhos. Construir e investigar situações-problema, identificar a situação física, utilizar modelos físicos, generalizar de uma a outra situação, prever, avaliar, analisar previsões. Articular o conhecimento físico com conhecimentos de outras áreas do saber científico. Contextualização sócio-cultural Reconhecer a física enquanto a construção humana, aspectos da sua história e relações com o contexto cultural, social, político e econômico. Reconhecer o papel da física no sistema produtivo, compreendendo a evolução dos meios tecnológicos e sua relação dinâmica com a evolução do conhecimento científico. Dimensionar a capacidade crescente do homem propiciada pela tecnologia. Estabelecer relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana. Ser capaz de emitir juízos de valor em relação a situações sociais que envolvam aspectos físicos e/ou tecnológicos relevantes.QUÍMICA Representação e comunicação Descrever as transformações químicas e linguagens discursivas. Compreender os códigos e símbolos próprios da química atual. Traduzir a linguagem discursiva em linguagem simbólica da Química e vice-versa. Utilizar a representação simbólica das transformações químicas e reconhecer suas modificações ao longo do tempo. - 46 -
  • Traduzir a linguagem discursiva em outras linguagens usadas em Química: gráficos, tabelas e relações matemáticas. Identificar fontes de informação e formas de obter informações relevantes para o conhecimento da Química (livro, computador, jornais, manuais etc.). Investigação e compreensão Compreender e utilizar conceitos químicos dentro de uma visão macroscópica (lógico-empírica). Compreender os fatos químicos dentro de uma visão macroscópica (lógico-formal). Compreender dados quantitativos,estimativas e medidas, compreender relações proporcionais presentes na química (raciocínio proporcional). Reconhecer tendências a relações a partir de dados experimentais ou outros (classificação, seriação e correspondência em química). Selecionar e utilizar idéias e procedimentos científicos (leis, teorias, modelos) para a resolução de problemas quantitativos em química, identificando e acompanhando as variáveis relevantes. Reconhecer ou propor a investigação de um problema relacionado à química, selecionando procedimentos experimentais pertinentes. Desenvolver conexões hipotético-lógicos que possibilitem previsões acerca das transformações químicas. Contextualização sócio-cultural Reconhecer aspectos químicos relevantes na interação individual e coletiva do ser humano com o ambiente. Reconhecer o papel da química no sistema produtivo, industrial e rural. Reconhecer as relações entre o desenvolvimento científico e tecnológico da química e aspectos sócio – político - culturais. Reconhecer os limites éticos e morais que podem estar envolvidos no desenvolvimento da química e da tecnologia.MATEMÁTICA Representação e comunicação - 47 -
  • Ler e interpretar textos de matemática; Ler, interpretar e utilizar representações de matemática (tabelas, gráficos, expressões etc.). Transcrever mensagens matemáticas da linguagem corrente para a linguagem simbólica (equações, gráficos, diagramas, fórmulas, tabelas etc.) e vice-versa. Exprimir-se com correção e clareza, tanto na língua materna, como na linguagem matemática, usando a terminologia correta. Produzir textos matemáticos adequados. Utilizar adequadamente os recursos tecnológicos como instrumentos de produção e de comunicação. Utilizar corretamente instrumentos de medição e de desenho.Investigação e compreensão Identificar o problema (compreender enunciados, formular questões etc.). Procurar, interpretar e selecionar informações relativas ao problema. Formular hipóteses e prever resultados. Selecionar estratégias de resolução de problemas. Interpretar e criticar resultados numa situação concreta. Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos. Fazer e validar conjecturas, experimentando, recorrendo a modelos, esboços, fatos conhecidos, relações e propriedades. Discutir idéias e produzir argumentos convincentes.Contextualização sócio-cultural Desenvolver a capacidade de utilizar a Matemática e intervenção no real. Aplicar conhecimentos e métodos matemáticos em situações reais, em espacial em outras áreas do conhecimento. Relacionar etapas da história da matemática com a evolução da humanidade. Utilizar corretamente calculadoras e computadores, reconhecendo suas limitações e potencialidades. - 48 -
  • 3.9.3 Área das Ciências Humanas e suas tecnologiasHISTÓRIA Representação e comunicação Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua produção. Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a parir das categorias e procedimentos próprios do discurso historiográfico. Investigação e compreensão Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do tempo cronológico, reconhecendo-as como construções culturais e históricas. Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos. Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito produto dos mesmos. Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo dos diversos ―lugares da memória‖ socialmente instituídos. Contextualização sócio-cultural Situar as diversas produções da cultura- as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as ciências, as tecnologias e as outras manifestações sociais- nos contextos históricos de sua constituição e significação. Situar os momentos históricos nos diversos ritmos da duração e nas relações de sucessão e/ou de simultaneidade. Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos. Posicionar-se diante da interpretação de suas relações com o passado.GEOGRAFIA Representação e comunicação - 49 -
  • Ler, analisar e interpretar os códigos específicos da Geografia (mapas, gráficos, tabelas etc...) considerando-os como elementos de representação de fatos e fenômenos espaciais e/ou especializados. Reconhecer e aplicar o uso das escalas cartográfica e geográfica, como formas de organizar e reconhecer a localização, distribuição e freqüência dos fenômenos naturais e humanos. Investigação e compreensão Reconhecer os fenômenos espaciais a partir da seleção, comparação einterpretação, identificando as singularidades ou generalidades de cada lugar,paisagem ou território. Selecionar e elaborar esquemas de investigação que desenvolvam a observação dos processos de formação e transformação dos territórios, tendo em vista as relações de trabalho, a incorporação de técnicas e tecnologias e o estabelecimento de redes sociais. Analisar e comparar, interdisciplinarmente, as relações entre preservação e degradação da vida no planeta, tendo em vista o conhecimento de sua dinâmica e a mundialização dos fenômenos culturais, econômicos, tecnológicos e políticos que incidem sobre a natureza, nas diferentes escalas – local, regional, nacional e global. Contextualização sócio – cultural Reconhecer na aparência das formas visíveis e concretas do espaço geográfico atual a sua essência, ou seja, os processos históricos, construídos em diferentes tempos, e os processos contemporâneos, conjunto de práticas dos diferentes agentes, que resultam em profundas mudanças na organização e no conteúdo do espaço. Compreender e aplicar no cotidiano os conceitos básicos da Geografia. Identificar, analisar e avaliar o impacto das transformações naturais, sociais, econômicas, culturais e políticas no seu ―lugar-mundo‖, comparando, analisando e sintetizando a densidade das relações e transformações que tornam concreta e vivida a realidade.SOCIOLOGIA, ANTROPOLOGIA E POLÍTICA - 50 -
  • Representação e comunicação Identificar, analisar e comparar os diferentes discursos sobre a realidade: as explicações das Ciências Sociais, amparadas nos vários paradigmas teóricos, e as do senso comum. Produzir novos discursos sobre as diferentes realidades sociais, a partir das observações e reflexões realizadas. Investigação e compreensão Construir instrumentos para uma melhor compreensão da vida cotidiana, ampliando a ―visão do mundo‖, e o ―horizonte de expectativas‖, nas relações interpessoais com os vários grupos sociais. Construir uma visão mais crítica da indústria cultural e dos meios de comunicação de massa, avaliando o papel ideológico do ―marketing‖ enquanto estratégia de persuasão do consumidor e do próprio eleitor. Compreender e valorizar as diferentes manifestações culturais de etnias e segmentos sociais, agindo de modo a preservar o direito à diversidade, enquanto princípio estético, político ético que supera conflitos e tensões do mundo atual. Contextualização sócio – cultural Compreender as transformações no mundo do trabalho e o novo perfil de qualificação exigida, gerados por mudanças na ordem econômica. Construir a identidade social e política, de modo a viabilizar o exercício da cidadania plena, no contexto do Estado de Direito, atuando para que haja, efetivamente, uma reciprocidade de direitos e deveres entre o poder público e o cidadão e também entre os diferentes grupos.FILOSOFIA Representação e comunicação ler textos filosóficos de modo significativo. Ler, de modo filosófico, textos de diferentes estruturas e registros. Elaborar por escrito o que foi apropriado de modo reflexivo. Debater, tomando uma posição, defendendo-a argumentativamente e mudando e mudando de posição face a argumentos mais consistentes. - 51 -
  • Investigação e compreensão Articular conhecimentos filosóficos e diferentes conteúdos e modos discursivos nas Ciências Naturais e Humanas, nas Artes e em outras produções culturais. Contextualização sócio-cultural Contextualizar conhecimentos filosóficos, tanto no plano de sua origem específica, quanto em outros planos: o pessoal-biográfico; o entorno sócio-político, histórico e cultural; o horizonte da sociedade científico- tecnológica.3.10 Educação Inclusiva Com o objetivo de se adequar com as novas demandas educacionais, eque a escola contempla em sua prática pedagógica uma ação inclusiva, visandouma melhor integração entre os membros da comunidade escolar, seja eleportador de necessidades especiais ou não. A Escola se preocupa com a inclusão destes alunos tanto dentro da salade aula quanto nas atividades extra classes, promovendo assim uma integraçãode todos os envolvidos no processo de ensino aprendizagem. Uma educação inclusiva para se tornar realidade é necessário que todosos envolvidos no processo estejam dispostos a modificar suas metodologias eassumir um novo desafio de integrar todos sem discriminação ou exclusão por serou não portador de uma necessidade especial, origem étnica ou confissãoreligiosa. De acordo com MANTOAN, M. T. E. 2002, Cumprir o dever de incluir todos as crianças na escola supõe, portanto considerações que extrapolam a simples inovação educacional e que implicam o reconhecimento de que outro é sempre e implacavelmente diferente, pois a diferença é o que existe, a igualdade é inventada e a valorização das diferenças impulsiona o progresso educacional. Ainda se faz necessário analisar que: - 52 -
  • Para a maioria dos profissionais que atuam em nossas escolas hoje, difícil entender a possibilidade de se fazer à inclusão total. Essa resistência é inevitável e compreensível, diante do modelo pedagógico- organizacional conservador que vigora na maioria das nossas escolas. Ninguém se arrisca em acolher a idéia de ministrar um ensino inclusivo em uma sala de aula de cadeiras enfileiradas, livro didático na mesma página, uma só tarefa na lousa e uma só resposta válida e esperada nas provas (MANTOAN, M. T. E. 2002). Enfim uma prática inovadora que exige de todos profissionais envolvidosmuito esforço, principalmente a quebra de paradigmas tradicionais, que permeia aeducação, mas constante qualificação e empenho e acima de tudo cada umfazendo a sua parte que a educação inclusiva irá evoluir chegando a todos osníveis da educação e demais segmentos escolares. Dentro deste contexto é que a EEB São Miguel oferece atendimentos emclasse (AC) aos seus alunos, este se caracteriza na atuação de um professor daárea da educação especial em sala de aula para atender esta demanda de alunos,atendimentos esses vinculados a Fundação Catarinense de Educação Especial.3.11 Tipos de atendimento em classe3.11.1 Segundo Professor de Turma O segundo professor, preferencialmente habilitado em educação especial,tem por função co-reger a classe com o professor titular, contribuir, em função deseu conhecimento específico, com a proposição de procedimentos diferenciadospara qualificar a pratica a pedagógica. Deve, junto com o professor titular,acompanhar o processo de aprendizagem de todos os educandos, não definindoobjetivos funcionais para uns e acadêmicos para outros. Nas séries finais do ensino fundamental o segundo professor de classeterá como função apoiar, em função de seu conhecimento específico, o professorregente no desenvolvimento das atividades pedagógicas.Atribuições do Segundo professor: Planejar e executar, em conjunto com o professor titular quando estiver atuando nas séries iniciais do ensino fundamental, as atividades pedagógicas; - 53 -
  • Propor adequações curriculares nas atividades pedagógicas; Participar do conselho de classe; Tomar conhecimento antecipado do planejamento do professor regente, quando educando estiver matriculado nas séries finais do ensino fundamental. Participar com o professor titular das orientações (assessorias) prestadas pelo SAEDE e ou SAESP; Participar de estudos e pesquisas na rua área de atuação mediante projetos previamente aprovados pela SED e FCEE; Sugerir ajudas técnicas que facilitem o processo de aprendizagem do aluno da educação especial; Cumprir a carga horária de trabalho na escola, mesmo na eventual ausência do aluno; Participar de capacitações na área de educação;3.11.2 Professor Bilíngüe Professor ouvinte ou surdo regente de turmas bilíngüesLIBRAS/Português responsável pelo processo ensino aprendizagem doseducandos matriculados na educação na educação básica, preferencialmente comformação de nível superior na área de educação, fluência comprovada através deexames de proficiência em ambas as línguas.Atribuições do professor bilíngüe Conduzir o processo de elaboração dos conceitos científicos que compõeos conteúdos curriculares das diversas disciplinas, através da Língua Brasileira deSinais – LIBRAS e da Língua Portuguesa na modalidade escrita.3.11.3 Professor Intérprete Professor ouvinte com fluência em LIBRAS comprovada através deexame de proficiência, com capacitação em tradução e interpretação,LIBRAS/PORTUGUES/LIBRAS, responsável pela interpretação de todas as - 54 -
  • atividades e eventos de caráter educacional, nas mistas das series finais doensino fundamental e ensino médio.Atribuições do professor intérprete Estabelecer comunicação necessária á participação efetiva do aluno; Trocar informações com o professor, relativas ás dúvidas e necessidades do aluno, possibilitando ao professor regente, a escolha de estratégias de ensino-aprendizagem, Estudar o conteúdo a ser trabalho pelo professor regente, para facilitar a tradução da LIBRAS no momento das aulas e atividades escolares, Participar da elaboração e avaliação do Projeto Político Pedagógico, Participar de estudos e pesquisas na sua área de atuação mediante projetos previamente aprovados pelo SED;3.11.4 Instrutor de LIBRAS Professor ouvinte ou surdo, com fluência em LIBRAS, comprovadaatravés de exame de proficiência, preferencialmente com formação de nívelsuperior na área da educação que atua o ensino da LIBRAS, tem por funçãopossibilitar a comunidade escolar a aquisição e aprendizagem da LIBRAS.Atribuições do professor: Trabalhar com o ensino da LIBRAS em turma bilíngüe e SAEDE –DA, podendo também ministrar cursos para funcionários da escola e pais dos alunos; Organizar cursos para pais e profissionais da escola, juntamente com o Integrador de Educação Especial e Diversidade; Organizar planejamento de suas atividades; Manter o registro de datas, dos atendimentos nas turmas bilíngües e do SAEDE – DA, dos cursos ministrados, devidamente assinado pelo Diretor da escola onde foi desenvolvida a atividade; Participar de estudos e pesquisas na rua área de atuação mediante projetos previamente aprovados pela SED; - 55 -
  • 3.12 Serviços De Atendimento Educacional Especializado – SAEDE O Serviço de atendimento Educacional Especializado é uma atividade deCaráter pedagógico, prestado por um profissional da educação especial, voltadoao atendimento das especificidades dos alunos com deficiências condutas típicasou com altas habilidades, matriculados na rede regular de ensino.Atribuições do professor do SAEDE Os profissionais para atuarem no SAEDE deverão cumprir as atribuições a seguir: Promover, sistematicamente, junto a equipe técnica, pedagógica e administrativa da U.E. repasses técnicos referentes ao atendimento; Orientar o professor em sala de aula (ensino regular) e a turma na qual o aluno está matriculado; Propor intervenções pedagógicas, em sala de aula, que possibilitem a efetiva participação dos educando no ensino regular; Elaborar e executar planejamento de atividades, conforme as especificidades doa alunos; Solicitar a colaboração do Integrador de Educação Especial e Diversidades, quando necessário, para a elaboração do planejamento de atividades pedagógicos, relatórios, cronograma de orientação para o ensino regular, avaliações e outras orientações que se fizerem necessárias; Registrar as assessorias para rede regular, utilizando a ficha de presença solicitando sempre assinatura do diretor e professor da escola orientada, bem como todas as orientações dadas a escola e a família. Informar a equipe técnica administrativa da escola do ensino regular quanto às características do Serviço e as peculiaridades dos educando atendidos pelo SAEDE; Participar de reuniões de classes na U. E. onde o aluno está matriculado; Promover palestras, encontros com professores, funcionários, alunos e pais; Participar na elaboração do projeto político pedagógico; - 56 -
  • Orientar o professor da classe regular quanto as adequações curriculares no contexto da metodologia, avaliação e temporalidade; Participar de reuniões mensais com o Integrador de Educação Especial e Diversidade para estudo e orientação técnica referente ao trabalho realizado em SAEDE; Zelar pela conservação do espaço físico, dos equipamentos e materiais pedagógicos do SAEDE; Solicitar por escrito, ao Integrado de Educação Especial e Diversidades assessoria técnica em educação especial, material especifico para as atividades pedagógicas, reavaliação diagnósticas periódicas e outras orientações.3.12.1 Serviço de Atendimento Educacional Especializado na Área daDeficiência Auditiva – SAEDE/DA Tem por finalidade promover a comunicação e a educação da pessoasurda e do deficiente auditivo contribuindo, assim, para a eliminação das barreirasda comunicação entre surdo e ouvintes favorecendo a permanência destes alunosno sistema regular de ensino.Atribuição do Professor Compete ao professor do SAEDE/DA: Promover a aprendizagem da Libras e do português escrito; Adaptar e/ou criar, quando necessário, materiais e recursos pedagógicos; Solicitar à administração da escola ou a Integradora de Educação Especial e Diversidade, materiais específicos da área, produzidos pelo CAS/CAP ou outra Instituição a fim de garantir a acessibilidade e o alcance dos objetivos traçados; Aprofundar estudos relativos à estrutura e processos de aquisição da língua portuguesa, principalmente na modalidade escrita, para subsidiar - 57 -
  • cientificamente as atividades de sua competência realizando seu trabalho a partir de uma postura de professor pesquisador; Orientar a escola quanto à aplicação do teste de acuidade auditiva.3.12.2 Serviço de Atendimento Educacional Especializado na Área daDeficiência Mental – SAEDE/DM Serviço direcionado ao aluno com deficiência mental, tem por objetivoqualificar a estrutura do pensamento do educando para o desenvolvimento dosprocessos mentais superiores, através de metodologia, estratégias e recursospedagógicos, que possibilitem a apropriação de conhecimento científico.Atribuição do Professor Compete ao professor do SAEDE/DM: Planejar com objetivo de desenvolver as ações e operações mentais que possibilitem a elaboração conceitual dos educandos; Orientar o professor da classe regular às adequações curriculares no contexto da metodologia e avaliação.3.12.3 Serviço de Atendimento Educacional Especializado na Área daDeficiência Visual – SAEDE/DV Serviço direcionado aos alunos com deficiência visual, caracterizado porum conjunto de procedimentos diferenciados voltados à estimulação de sentidosremanescentes mediante a utilização de recursos e instrumentos específicosmediadores do processo de apropriação e produção de conhecimentos.Atribuição do Professor Compete ao professor do SAEDE/DV: Auxiliar e acompanhar tecnicamente o assistente técnico pedagógico quanto à aplicação do teste de acuidade visual; - 58 -
  • Transcrever os materiais didáticos específicos tais como: provas, exercícios, textos e avisos; Orientar e acompanhar o encaminhamento dos livros didáticos para ampliação ou transcrição, até 15 de março do corrente ano para a CAP/FCEE, exceto os casos de transferência de escola, que deverão ser encaminhados assim que seja efetivada a matrícula do aluno; Orientar a família quanto a solicitação de retorno do aluno com baixa visão ao SRV.3.13 Tecnologias Educacionais A escola possui um laboratório de informática com 20 microcomputadoresequipados com o sistema operacional Linux, com programas pedagógicosespecíficos para as disciplinas e conectados a internet, sendo que estes sãodestinados ao uso em aulas por professores e alunos em pesquisas e demaisatividades. Os professores têm outra ferramenta importante a sua disposição que umprojetor multimídia podem assim tornar as aulas mais dinâmicas e atrativas aosalunos, o uso desta ferramenta tecnológica visa à melhoria do processo ensinoaprendizagem. Cada sala de aula possui um aparelho de DVD e uma Televisãofacilitando assim o acesso a estes recursos pelos professores O uso do laboratório de informática é regulado por reservas antecipadasonde os professores devem marcar para que não haja conflito de horários, ondecada professor faz sua reserva com a responsável pela sala.3.14 Avaliação Escolar A avaliação, conforme apontado anteriormente, é um processo global,contínuo e dialético, pois abrange tanto os aspectos políticos como técnico-pedagógicos. A questão técnica é o ―como fazer‖ (dimensão quantitativa), e aquestão política, é o ―para que‖ e ―o que fazer‖ (dimensão qualitativa) quecontribuem na formação do homem que desejamos construir. - 59 -
  • Segundo a Lei Nacional Nº 9394/96 e Lei Complementar Estadual170/98, Lei Nº 8.391/91, através do parecer Nº 111 e Resolução Nº 158/08,aprovado em 25/11/08, e estudos realizados na U.E., a avaliação do processoensino-aprendizagem será realizada de forma contínua e paralela, conforme LDBart 24, inciso V, letra C., e tem por objetivo acompanhar a aprendizagem, oaproveitamento e o desenvolvimento do educando. Para efeitos de registro da avaliação do processo ensino-aprendizagemdo aluno, considerar-se-á os valores numéricos de 01 a 10, com fração de 0,5 esempre que a avaliação do aluno resultar numero fracionado de 0,1 a 0,4 deveráserá arredondado para 0,5, e de 0,6 a 0,9 arredondado para o numero inteirosuperior. O registro da nota deverá seguir o critério de ordem crescente, tendocomo base à apropriação dos conceitos que podem variar de 10 a 100% dosconceitos trabalhados durante o ano letivo. Isto é, deve somar 28 (vinte e oito)pontos nos quatro bimestres. Os alunos das primeiras, segundas e terceiras séries do ensinofundamental, o registro da avaliação deverá será descritivo no decorrer do anoletivo, e transformado em valores numéricos no final do ano letivo ou quando oaluno for transferido de escola. O aluno que atingir média entre três e sete pontos fará obrigatoriamenteo exame e aqueles que obtiverem média igual ou maior a sete será facultada arealização dos mesmos, para aqueles que farão o exame final deverão atingirmédia 5 (cinco), substituindo o valor das avaliações na seguinte fórmula: (MB x 1,7+ (NE x 1,3) = 14 Na avaliação serão observados os critérios:  comprometimento com a mudança social, colaborando na formação crítica, criativa e emancipatória dos alunos;  frente aos resultados obtidos, analisar a prática pedagógica, reavaliar os procedimentos adotados e retornar os pontos deficitários;  trabalhar de forma contextualizada as diversidades culturais; - 60 -
  •  os aspectos quantitativos e qualitativos se completam, embora com ênfase aos aspectos qualitativos ou seja, o desempenho dos alunos durante o desenvolvimento das atividades terá grande relevância e prevalecerá sobre o resultado das eventuais provas realizadas. O professor definirá a avaliação considerando os aspectos culturais,sociais, afetivos, biológicos e cognitivos, tendo como critérios: -participação; -interesse; -responsabilidade; -engajamento nas atividades; -empenho e compromisso; -execução das tarefas para alcançar os objetivos estabelecidos (níveisdo conhecimento). Para a avaliação serão utilizados métodos e técnicas diversificadas: -trabalhos individuais e em grupos; -seminários; -debates; -visitas/relatórios; -leituras/interpretações; -análise (fatos e comentários); -provas; -produções diversas; -auto-avaliação. Conforme Resolução Nº 158/08 em seu Artigo 6º: Serão aprovadosquanto ao aproveitamento no Ensino Fundamental e Médio: Os alunos que atingirem os níveis de apropriação de conhecimento e dedesenvolvimento de competências, que no seu registro de notas não seja inferior a70% (setenta por cento) dos conteúdos efetivamente trabalhados por disciplinas eaqueles cujo rendimento for igual ou superior a 30% e submetidos a exame finalalcançarem 14 pontos em cada disciplina. - 61 -
  • No decorrer do processo ensino-aprendizagem, o professor retomará osconteúdos nos quais os alunos apresentarem dificuldades, através de novasatividades e metodologias que superem tais deficiências, com anotações no Diáriode Classe (recuperação paralela). Ainda em conformidade com a legislação, (inciso V do Artigo 24, da LeiNº 9394/96), na avaliação contínua e cumulativa, os aspectos qualitativos equantitativos da aprendizagem terão a mesma equivalência (mesmo peso), ouseja, 50% qualitativo e 50% quantitativo. O professor da disciplina selecionará osaspectos a serem avaliados qualitativamente.3.16 Recuperação Paralela A recuperação de estudos deverá ser oferecida sempre quediagnosticado rendimento inferior a sete (7 pontos), esta deverá ser oferecida emde forma concomitante aos estudos regularmente e estes devem serobrigatoriamente antes dos registros das notas, o resultado obtido se maior que oanterior deverá substituir o anterior. Para a atribuição de nota resultante da avaliação das atividades derecuperação paralela de estudos, deverá ser utilizado o mesmo peso que originoua necessidade da recuperação. Cabendo ao professor fazer o registro no diário asatividades de recuperação de estudos e seus resultados bem com a freqüência doaluno.3.17 Atividades/Projetos/Programas:1) Programa Ensino Médio Inovador – ANEXO I2) Projeto de Atividades Integradoras, dividido em nas seguintes oficinas - ANEXO II a) Clima; b) Degradação ambiental; c) Jornal na escola; d) Juventude e mundo do trabalho; - 62 -
  • e) Planetário; f) Reciclagem; g) Reciclando com arte.3) Projeto de Leitura – ANEXO II4) Programa Com Vida – ANEXO V e ANEXO VI - 63 -
  • 4.DIMENSÃO ADMINISTRATIVA4.1 Regime de funcionamento da Unidade escolar:Matutino: 7:45horas às 11:45horas (Fundamental e Médio);Vespertino: 13:15 horas às 17:15 minutos (Fundamental e Médio);Noturno: 19:10 às 22 horas e 40 minutos (Médio). O turno diurno atende aos requisitos da Lei Nº 9394/96 e Leicomplementar Nº 170/98, observando o disposto no inciso I do art. 24. A cargahorária mínima é de 800 horas anuais distribuídas em 200 dias de efetivo trabalhoescolar. Por decisão de todos os segmentos da escola envolvidos no processoensino-aprendizagem, optou-se por trabalhar 05 aulas diárias de 45 minutos,alterando os dias letivos de 200 para 212 dias, cumprindo as 800 horas (de efetivotrabalho escolar) previstas pela LDB. Para o Ensino noturno está prevista a carga horária mínima anual de800 horas de efetivo trabalho escolar e 05 aulas diárias de 40 minutos, totalizando25 aulas semanais. Para cumprir a carga horária, os professores do turno noturnoencaminharão trabalhos a serem realizados extraclasse em 7% da hora/aula decada disciplina.4.2 Calendário Escolar e Planejamento/Reuniões Pedagógicas O Calendário Escolar é elaborado, de acordo com a legislação vigente,pela direção, pelo serviço técnico-pedagógico e professores. Fixa os dias letivos,dias de trabalho escolar efetivo, dias de estudos, reuniões pedagógicas, conselhode classe, recesso escolar e eventos programados. - 64 -
  • A E.E.B SÃO MIGUEL inicia o ano letivo em fevereiro, com uma semanade recesso escolar em julho, finalizando as atividades no mês de dezembro.Atende alunos do Ensino Fundamental e Médio em três turnos: As reuniões pedagógicas serão realizadas sempre que se fizer necessáriopropor ações ou buscar soluções de problemas tanto de ordem administrativacomo pedagógica. Os dias de estudos e planejamento são definidos na elaboração docalendário escolar no início do ano letivo e os temas são sugeridos pelo coletivo,voltados para o enriquecimento do conhecimento e integração e sobretudo paramelhoria do processo ensino-aprendizagem. (EM ANEXO IV)4.3 Distribuição das turmas:Matutino Vespertino NoturnoEnsino Médio: 111, 112, Ensino Médio: 114, 115, Ensino Médio 116, 227,113, 117, 221, 222, 223, 118, 225 e 335. 228, 335 e 336.331, 332 e 333.Ensino Fundamental Ensino Fundamental(anos iniciais) 201, 401 e (anos iniciais) 101, 301,501. 402, 502.Ensino Fundamental Ensino Fundamental(anos finais): 601, 602, (anos finais): 604, 605,603, 701, 702, 801 e 802. 703, 803 e 804.4.4 Conselho de Classe O Conselho de Classe é órgão colegiado de natureza deliberativa emassuntos didático-pedagógico, tendo por objetivo avaliar o processo de ensino eaprendizagem na relação direção-professor-aluno e os procedimentos adequadosa cada caso. A última instância imediatamente superior é o órgão regionalrepresentativo da Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. - 65 -
  • 4.4.1 Finalidades do Conselho de Classe I. Estudar e interpretar os dados da aprendizagem na relação com o trabalho do professor, na direção do processo ensino aprendizagem, proposto pelo Projeto Político Pedagógico: II. Acompanhar e aperfeiçoar o processo de ensino aprendizagem bem como diagnosticar seus resultados e atribuir-lhes valor; III. Avaliar os resultados da aprendizagem do conhecimento, da organização dos conteúdos e dos encaminhamentos metodológicos da pratica pedagógica; O Conselho de Classe é constituído por planejamento, execução,avaliação e desdobramento e estará a cargo dos Especialistas em AssuntosEducacionais juntamente com a Direção. A coordenação do Conselho de Classe reunir-se-á ordinariamente emcada bimestre, em datas previstas no Calendário Escolar, e sempre que um fatorelevante assim o exigir, sem prejuízo do referido Calendário Escolar. 1º A convocação para as reuniões será feita através de edital, comantecedência de 48 h, sendo obrigatório o comparecimento de todos os membrosconvocados, ficando os faltosos passíveis de registro em livro-ponto. 2º Das reuniões do Conselho de Classe será lavrada ata para registro,divulgação ou comunicação aos interessados.4.4.2 Atribuições do Conselho de Classe:I. Emitir parecer sobre assuntos referentes ao processo ensino aprendizagem,decidindo pela revisão da nota ou anulação e repetição de testes, provas etrabalhos destinados à avaliação do rendimento escolar em que ocorramirregularidades ou duvidas por parte dos alunos, pais ou responsáveis, quanto aosresultados obtidos;II. analisar o pedido de reconsideração dos pareceres emitidos pelo Conselho deClasse nos casos relacionados no inciso anterior e esgotadas todas aspossibilidades de solução para o problema, consultar a instancia superior imediatapara a decisão final. - 66 -
  • III. avaliar as atividades docentes e discentes, possibilitando replanejamento dosobjetivos e das estratégias de execução da programação, com vistas à melhoriado processo ensino aprendizagem;IV. responsabilizar o Professor de cada disciplina, ao termino do Conselho deClasse, pelo preenchimento do documento de avaliação e freqüência, adotadopela rede estadual de ensino a ser entregue na Secretaria da Unidade Escolar;V. propor medidas para a melhoria do aproveitamento escolar, integração erelacionamento dos alunos da turma;VI. estabelecer planos viáveis de recuperação continua e paralela dos alunos, emconsonância com o Plano Político-Pedagógico da Unidade Escolar;VII. assegurar a elaboração e execução dos planos de adaptação de alunostransferidos, quando se fizer necessário, atendendo a legislação especifica. O Conselho de Classe será realizado Bimestralmente e terá por objetivoanalisar as dificuldades para em conjunto buscar alternativas de mudanças. Discutir e avaliar o desenvolvimento do aluno em todos os aspectos.4.4.3 Procedimentos do Conselho de Classe - Os Conselhos de Classe poderão ser realizados com presença de toda aturma - Levantamento de sugestões junto às turmas. - Seleção de medidas a serem tomadas em relação às turmas. - Exposição das anotações apresentadas pelos líderes e analise. - Apresentação do envolvimento e desempenho do aluno no processoensino-aprendizagem. - Cada professor regente deverá fazer a ata do Conselho de Classe,anotando as decisões tomadas, juntamente com a Direção, e especialistas, turmase demais professores, para em conjunto acompanhar a efetivação das mesmas. - Quando se fizer necessário será dado atendimento individual ao aluno,visando sempre à melhoria nos estudos. - Possibilidade de replanejamento e redimensionamento das atividadespedagógicas após verificação do desempenho do aluno. - 67 -
  • 4.5 Equivalência de estudos Caberá a Escola e ao Conselho Deliberativo escolar, orientar ointeressado, pais ou responsáveis pelo aluno transferido do exterior quanto aosprocedimentos relativos à equivalência de estudos, conforme estabelecido naResolução Nº 34/99/CEE/SC. A transferência de aluno oriundo de outro país será permitida em qualquersérie de Educação Básica e em qualquer época do período letivo. A matrícula de aluno estrangeiro só poderá ser efetivada se estiverdevidamente registrado no Departamento de Polícia Federal, conforme Lei Nº6815/80. Em caso de impossibilidade da apresentação de qualquer documentoescolar em decorrência de calamidades, guerras, exílio político, e/ou outrassituações de emergência, o aluno deverá ser submetido ao processo dereclassificação (Lei Complementar Nº 170/98, art. 24, Parágrafo Único), devendo areclassificação ser coordenada, executada e sancionada pelo ConselhoDeliberativo Escolar.4.6 Aproveitamento de estudos É o reconhecimento dos estudos feitos (com aprovação) pelo aluno eocorre quando o aluno for reprovado em alguma disciplina que não ofereceprogressão parcial (dependência). Neste caso, o aluno deverá repetir a série e aescola deverá considerar o conhecimento e a aprendizagem nas disciplinas emque já logrou êxito. Ou seja, nas disciplinas em que foi aprovado no ano anterior,não poderá ser reprovado, entendendo-se que o aluno não desaprende.4.7 Classificação Classificar significa posicionar o aluno em série ou fase compatível com sua idade, conhecimento e experiência, podendo ser feita: - por remoção – para alunos que cursaram com aproveitamento, na própria escola; - por transferência – para alunos procedentes de outras escolas; - 68 -
  • - por avaliação – independente de comprovação de escolarização anterior, mesmo que não tenha certificação formal, mediante classificação, feita pela escola, que avalia o conhecimento e a experiência do aluno permitindo sua matrícula na série.4.8 Avanço de séries ou cursos Poderá ser eito por alunos com comprovado desempenho. È uma formade oferecer ao aluno a oportunidade de concluir, em menor tempo, séries oucursos, desde que apresente conhecimento, com comprovado desempenho.4.9 Aceleração de estudos para alunos com atraso escolar. É a forma de propiciar condições de recuperação dos alunos em situaçãode defasagem na aprendizagem em relação à idade/série, possibilitando-lhesavanços no seu processo de apropriação do conhecimento.4.10 Reclassificação A Lei Nº 9394/96 e a Lei Complementar Nº 170/98 em seus artigos 23,parágrafo 1º e 24, Parágrafo Único, respectivamente, delegam às escolas apossibilidade de reclassificar os alunos, inclusive em situações de transferênciasentre estabelecimentos situados no território nacional e no exterior, tendo comobase as normas curriculares gerais. A reclassificação e ou classificação deverá ser feita pelo Conselho Deliberativo Escolar e, só poderá ser feita pela Escola em que o aluno for matriculado e nas seguintes situações: - avanço de séries ou cursos por alunos com comprovado desempenho. - aceleração de estudos para alunos com atraso escolar. - possibilitando-lhes avanços no seu processo de apropriação do conhecimento; - transferência entre estabelecimentos situados no país e no exterior, posicionando o aluno na série adequada, tendo como base as normas curriculares gerais. - 69 -
  • O aluno deverá ser submetido ao processo de reclassificação quandohouver transferência do exterior, com documentação insuficiente para determinaro nível de escolaridade ou quando da impossibilidade da apresentação dequalquer documento escolar em decorrência de calamidades, guerras, exíliopolítico ou outras situações e emergências. Cabe ao Conselho Deliberativo Escolar assumir a responsabilidade pelaoperacionalização da reclassificação, aceleração e avanços nos cursos e sériesdo aluno. Deve-se atentar para que a decisão de reclassificação seja consideradade caráter essencialmente pedagógico. Entretanto, sua concretização exigirámedidas administrativas capazes de resguardar os direitos dos alunos e diretoresda escola e o Conselho Deliberativo Escolar. Para isso o C.D.E., deverá constituiruma banca formada por representantes dos órgãos de decisão coletiva que aescola possua, que submeterá o aluno a avaliação de conhecimento eexperiência, para definir e comprovar a matrícula na série correspondente. A avaliação deverá valorizar o conhecimento e a experiência do aluno enão fazer nenhuma referência à freqüência mínima. Portanto, se não for cumpridoeste mínimo exigido, nada impede que o aluno continue seus estudos no períodoletivo seguinte. Cabe à escola estimular a presença do aluno nas aulas, para queseja cumprido o mínimo estabelecido em lei (setenta e cinco por cento). Caso oaluno não obtenha os setenta e cinco por cento de freqüência mínima exigida,mas tenha suficiente aproveitamento, a escola poderá submete-lo a um processode avaliações, conforme já mencionado, o que permitirá a sua matrícula na sériesubseqüente (reclassificação). Esta deverá ser entendida como uma situaçãoespecial, não eximindo a escola do compromisso da busca de condiçõespedagógicas capazes de estimular a presença dos alunos nas atividadesdesenvolvidas em seu espaço. Cabe à escola, considerando o seu grau de autonomia, proceder osajustes necessários, devendo buscar soluções coletivamente, sem acarretarprejuízo ao aluno. - 70 -
  • 4.11 Estagio não-obrigatório Estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional,desenvolvida pelo estudante de qualquer curso que queira complementar suaformação profissional, acrescida à carga horária regular e obrigatória. Todospodem realizar estágios não-obrigatórios, pois o mesmo é ato educativo escolarsupervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparaçãopara o trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensinoregular, de ensino médio e anos finais do ensino fundamental, tendo amparo legalna Lei Nº 11.788, de 25/09/084.12 Organização de pessoal e suas funções A organização escolar abrange os seguintes segmentos participativos: Direção, Professores, Especialistas, Assistentes em Educação GrêmioEstudantil, APP, Conselho Deliberativo Escolar, Bibliotecária, Serventes e Vigias,(serviços gerais).4.13 Quadro de funcionários Nome Habilitação Função Abele Marcos Casarotto Letras – Doutorado Professor Adriane Carla Volpi Matemática, Física e Ciências - Professora Especialização Airto A. Grassioli Matemática e Física – Especialização Professor Angela Bedin Siebel Geografia – Especialização Professora Anoí Abel Rech 1° grau incompleto Vigia Antonio Carlos Moreira Geografia e História - Doutorado Professor Ataulfo da Silva Moreira Educação Física - Especialização Professor Clair Fátima Zacchi Letras - Mestrado Professora Claudia Regina Viapiana Ciências e Química - Especialização Professora Clecir Zacchi Letras - Mestrado Professora Daiane Formagini História Professora Daniel da Silva Geografia Professor Daniela Gava Mileski Biologia Professora Daniela Tavares Educação Especial Professora - 71 -
  • Delcimar Filipin Artes e Ed. Especial - Especialização Ass. Téc. Ped.Edelba T. M. de Andrade Artes – Especialização ProfessoraEdi Jéferson Probst Educação Física - Especialização ProfessorEdivandra Morais Ensino Superior incompleto ServenteEdson Marcelo Stadler Educação Física - Especialização ProfessorElida Feltrin da Costa Educação Físiica - Especialização ProfessoraElisa Maria Casagrande Pedagogia Sperv. Escolar - Superv. Escolar EspecializaçãoEmilson Ribas Educação Física - Especialização ProfessorGilmar Pavesi Biologia ProfessorGilson Luiz Schaich Educação Física – Mestrado ProfessorHelena Tereza Petry Pedagogia Séries Iniciais - Professora EspecializaçãoIvete Kaefer Letras – Português e Ingles ProfessoraIvo Ferreira Passos 1° grau incompleto VigiaIvo Lauro Dill Química e Especialização ProfessorIvoni Konflanz Ensino Religioso – Licenciatura ProfessoraJanete Palú História - Especialização ProfessoraJoão Carlos Hanauer Filosofia e História – Especialização ProfessorJosé Augusto Tuni Filosofia e Sociologia – Especialização ProfessorLeidimara Demozzi Letras Português e Espanhol – Professora EspecializaçãoJoseane Lancini História ProfessoraLenize Borghetti História - Especialização AssessoraLeoni Gohlke Enfermagem – Especialização ProfessoraLeonilda Romani Matemática e Física - Especialização professoraLiani Senhen Geografia - Especialização DiretoraLucia Formagini História e Sociologia ProfessoraLucia Muller Letras Português e Inglês – Professora EspecializaçãoMacia Serafini Giongo Ciências ProfessoraLuiz Alexandre Raldi 1° grau ServenteMarcelo Teixeira Educação Física – Especialização AssessorMarcheli WerberichMárcia Iracema Dini Pedagogia Séries Iniciais - Professora EspecializaçãoMaria do H. B. Simone Enfermagem – Especialização Resp. BibliotecaMaria P. Sarzi 1° grau ServenteMarília Acunha 1° grau incompleto ServenteMarilize Andréia A. Lucion Pedagogia – Especialização Assist. de Edu.Marines A. Schons Artes – Especialização ProfessoraMarines Lúcia Oliboni Pedagogia - Especialização Assist. de Edu.Marli Ilga W. S. Machado Português e inglês - Especialização ProfessoraMateus Viera Pedagogia Adm. Escolar - Adm. Escolar Especialização - 72 -
  • Neila Zimmermann Letras Português e Espanhol - Professora Especialização Nilma Lutz Letras Português e Espanhol - Professora Especialização Nilso Bonamigo História, Filosofia e Sociologia – Professor Especialização Noeli Moreira Artes - Especialização Professora Paulinho Aloísio de Araújo Sociologia e filosofia -Especialização Professor Rejane Maria Reolon Física e Matemática – Especialização Professora Romilda Baseggio 1° grau incompleto Servente Rosangela Gava Périco Geografia – Especialização Professora Roseli Mari Gava Barp Matemática e Física - Especialização Professora Saionara de Cácia Matemática e Ciências - Professora Perottoni Especialização Sirlei Pinto Ramos Pedagogia Ed. Especial - Professora Especialização Stelamar Carra Manto Ciências e Biologia – Especialização Professora Silvia Reiner História - Especialização Ass. Téc. Ped. Suzzete Leoni Nagel Pedagogia - Especialização Professora Rasch Vanderlei Pöttker Matemática, Ciências e Professor FísicaMestrado Vera Lucia Zanatta Letras – Especialização Professora Wagner Paulo Ferrari Biologia e Ciências - Especialização Ass. Téc. Ped.4.14 Direção A Direção é o órgão que gerência o funcionamento dos serviços escolaresno sentido de garantir o alcance dos objetivos educacionais da Unidade Escolar,definidos no seu Plano Político-Pedagógico. A Direção é exercida pelo Diretordesignado em ato próprio pelo Governo do Estado. As funções do diretor são:  coordenar, acompanhar e controlar a organização administrativa e pedagógica da escola;  viabilizar condições favoráveis (físicas, materiais e pedagógicas) para que a Escola possa cumprir sua função social, envolvendo toda a comunidade Escolar; - 73 -
  •  ser elo integrador, interessado, criativo, realizando um trabalho participação observando o cumprimento das normas e regras estabelecidas em conjunto. Compete ao diretor: I. Convocar os representantes da Entidade Escolar, tais como: II. Associação de Pais e Professores – APP – e Grêmio Estudantil para participarem do processo de elaboração e execução do Plano Político- Pedagógico; III. Coordenar, acompanhar e avaliar a execução do Plano Político Pedagógico da Unidade Escolar; IV. Encaminhar o Projeto Político Pedagógico ao Conselho Deliberativo Escolar para avaliação e aprovação; V. Acompanhar o plano de aplicação financeira e respectivas prestações de contas; VI. Coordenar o processo de implementação das diretrizes pedagógicas emanadas da Secretaria de Estado da Educação e Inovação;VII. Estudar e propor alternativas de solução de ordem pedagógica e administrativa;VIII. Participar do Conselho de Classe; IX. Propor alterações na oferta de serviços de ensino prestados pela escola; X. Propor aos Serviços Técnicos - Pedagógicos e Técnico - Administrativos as estratégias de ensino que serão incorporadas ao Planejamento Anual da Unidade Escolar; XI. Aplicar normas, procedimentos e medidas administrativas emanadas pela Secretaria de Estado da Educação e do Inovação;XII. Manter o fluxo de informação entre Unidade Escolar e os órgãos da administração estadual de ensino;XIII. Coordenar a elaboração do Calendário Escolar e garantir o seu cumprimento; - 74 -
  • XIV. Cumprir e fazer cumprir a legislação em vigor, comunicando aos órgãos da administração estadual de ensino as irregularidades no âmbito da escola e aplicar medidas saneadoras; XV. Supervisionar a cantina quando esta estiver autorização de funcionamento, respeitada a lei vigente; XVI. Coordenar as solenidades e festas de formatura; XVII. Administrar o patrimônio escolar em formatura; XVIII. Promover a articulação entre a escola, família e comunidade; XIX. Comunicar ao Conselho Tutelar os casos de maus tratos, reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar dos alunos.4.15 Supervisor escolar e Administração Escolar Cabe ao Supervisor Escolar e Administrador Escolar participarem naelaboração, execução e avaliação do Projeto Político Pedagógico da UnidadeEscolar. Cada Especialista em assuntos educacionais deverá exercer as suasfunções específicas, visando ao interesse do coletivo. Da função de Supervisor Escolar: I. Garantir que a Escola cumpra sua função social de socialização e construção do conhecimento; II. Participar do diagnóstico com a comunidade escolar, identificando a situação pedagógica da Escola; III. Coordenar a construção do Projeto Político Pedagógico; IV. Coordenar a elaboração do Planejamento Curricular; V. Acompanhar a execução do Currículo; VI. Promover a avaliação permanente do Currículo visando ao re- planejamento; VII. Coordenar juntamente com o Orientador Escolar, o Conselho de Classe em seu planejamento, execução, avaliação e desdobramentos; - 75 -
  • VIII. Promover o aperfeiçoamento dos professores, através de reuniões pedagógicas, encontros de estudo, visando à construção da competência docente; IX. Garantir a articulação vertical e horizontal dos conteúdos pedagógicos; X. Garantir a unidade teórico-prática, conteúdo-forma, meio-fim, todo- partes, técnico-político, saber-não-saber; XI. Promover a construção de estratégias pedagógicas que visem separar a rotulação, discriminação e exclusão das classes trabalhadoras; XII. Participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico; XIII. Garantir que a Escola se mantenha e cumpra sua verdadeira função; XIV. Garantir que cada área do conhecimento recupere o seu significado e se articule com a globalidade do conhecimento historicamente construído; XV. Garantir a articulação do ensino de 1ª a 8ª séries e do 2º grau; XVI. Acompanhar e avaliar estágio em supervisão escolar;XVII. Buscar atualização permanente;XVIII. Promover a análise crítica dos textos didáticos e a elaboração de materiais didáticos mais adequados aos alunos e coerentes com as concepções do homem e da sociedade que direcionam a ação pedagógica; XIX. Possibilitar que todos os funcionários se comprometam com o atendimento às reais necessidades, da Escola, compatíveis com a função.Da função do Administrador Escolar I. Contribuir para o acesso e permanência de todos os alunos na escola, intervindo com sua especificidade de mediador das condições necessárias à organização escolar, bem como seus desdobramentos para qualificação do processo ensino-aprendizagem, através da composição, caracterização e acompanhamento das turmas, do horário escolar, lista de materiais, e de outras questões curriculares; - 76 -
  • II. Coordenar e articular a elaboração e reelaboração de dados da comunidade escolar como suporte necessário ao dinamismo do Projeto Político Pedagógico; III. Coordenar, com a comunidade escolar, a criação, organização e funcionamento das instâncias colegiadas, tais como: conselho escola, APP, Grêmio estudantil e outros, incentivando a participação e democratização das decisões e das relações na unidade escolar; IV. Coordenar, com a comunidade escolar, o processo de elaboração e atualização do regimento escolar, utilizando-o como instrumento de suporte pedagógico; V. Participar do processo de escolha de representantes de turmas (aluno, professor) com vistas ao redimensionamento do processo ensino- aprendizagem; VI. Participar da elaboração, execução, acompanhamento e avaliação de projetos, planos, programas e outros, objetivando o atendimento e acompanhamento do aluno, nos aspectos que se referem ao processo ensino-aprendizagem, bem como o encaminhamento destes a outros profissionais que assim o exigirem;VII. Participar, com os professores, da sistematização e divulgação das informações sobre o aluno para conhecimento dos pais, e em conjunto discutir os possíveis encaminhamentos;VIII. Participar da análise quantitativa do rendimento escolar junto com os professores e demais especialistas, visando reduzir os índices de evasão e repetências qualificando o processo ensino-aprendizagem. IX. Participar junto com os demais especialistas e professores, do processo de identificação, de análise das causas e acompanhamento dos alunos que apresentam dificuldades na aprendizagem, visando o redimensionamento da ação pedagógica; X. Coordenar, atualizar, organizar e socializar a legislação de ensino e de administração de pessoal da unidade escolar; - 77 -
  • XI. Coordenar, com a equipe administrativa, a organização, atualização e trâmite legal dos documentos recebidos e expendidos pela unidade escolar; XII. Organizar com a direção e equipe pedagógica, a distribuição e socialização dos recursos materiais, bem como otimizar os recursos humanos; XIII. Realizar e/ou promover pesquisas e estudos emitindo pareceres e informações técnicas na área de administração escolar; XIV. Acompanhar e avaliar o aluno estagiário em administração escolar, junto à instituição formadora; XV. Desenvolver o trabalho de administração escolar, observando a ética profissional.4.16 Assistente Técnico PedagógicoCompete ao Assistente Técnico Pedagógico: I. Participar de estudos e pesquisas de natureza técnica sobre administração geral e específica sob orientação; II. Participar, estudar e propor aperfeiçoamento e adequação da legislação e normas específicas, bem como métodos e técnicas de trabalho; III. Realizar programação de trabalho, tendo em vista alterações de normas legais regulamentares ou recursos; IV. Participar na elaboração de programas para o levantamento, implantação e controle das práticas de pessoal; V. Selecionar, classificar e arquivar documentação; VI. Participar na execução de programas e projetos educacionais; VII. Prestar auxílio no desenvolvimento de atividades relativas à assistência técnica aos segmentos envolvidos diretamente com o processo ensino- aprendizagem; VIII. Desenvolver outras atividades afins ao órgão e a sua área de atuação; IX. Participar com a comunidade escolar na construção do Projeto Político Pedagógico; - 78 -
  • X. Auxiliar na distribuição dos recursos humanos, físicos e materiais disponíveis na escola; XI. Participar do planejamento curricular; XII. Auxiliar na coleta e organização de informações, dados estatísticos da escola e documentação; XIII. Contribuir para a criação, organização e funcionamento das diversas associações escolares; XIV. Comprometer-se com atendimento às reais necessidades escolares; XV. Participar dos conselhos de classe, reuniões pedagógicas e grupos de estudo; XVI. Contribuir para o cumprimento do calendário escolar; XVII. Participar na elaboração, execução e desenvolvimento de projetos especiais; XVIII. Administrar e organizar os laboratórios existentes na escola; XIX. Auxiliar na administração e organização das bibliotecas escolares; XX. Executar outras atividades de acordo com as necessidades da escola.4.17 Assistentes de Educação Compete as Assistentes de Educação: I. Coordenar e executar as tarefas da secretaria escolar; II. Organizar e manter em dia o protocolo, o arquivo escolar e o registro dassentamentos dos alunos, de forma a permitir, em qualquer época, a verificação da identidade e regularidade da vida escolar do aluno e a autenticidade dos documentos escolares; III. Redigir e expedir toda a correspondência oficial da Unidade Escolar; IV. Organizar e manter em dia a coletânea de leis, regulamentos, diretrizes, ordens de serviço, circulares, resoluções e demais documentos; V. Auxiliar na elaboração de relatórios; VI. Rever todo o expediente a ser submetido a despacho do Diretor; VII. Apresentar ao Diretor, em tempo hábil, todos os documentos que devem ser assinados; - 79 -
  • VIII. Coordenar e supervisionar as atividades referentes à matrícula, transferência, adaptação e conclusão de curso; IX. Assinar juntamente com o Diretor, os documentos escolares que forem expedidos, inclusive os diplomas e certificados; X. Preparar e secretariar reuniões, quando convocado pela direção; XI. Zelar pelo uso adequado e conservação dos bens materiais distribuídos à secretaria; XII. Comunicar à direção toda irregularidade que venha a ocorrer na secretaria;XIII. Organizar e preparar a documentação necessária para o encaminhamento de processos diversos;XIV. Conhecer a estrutura, compreender e viabilizar o funcionamento das instâncias colegiadas na Unidade Escolar;XV. Registrar e manter atualizados os assentamentos funcionais dos servidores; e executar outras atividades compatíveis com o cargo.4.18 Corpo docente Compete ao Corpo Docente: I. Ministrar aulas; II. Participar da elaboração, execução e avaliação do Projeto Político Pedagógico da Unidade Escolar; III. Participar do processo de analise e seleção de livros e materiais didáticos em consonância com as diretrizes e critérios da Secretaria de Estado da Educação e do Desporto; IV. Elaborar o seu planejamento de acordo com o Projeto Político Pedagógico da Unidade Escolar; V. Propiciar aquisição do conhecimento cientifico, erudito e universal para que os alunos re-elaborem os conhecimentos adquiridos e elaborem novos conhecimentos, respeitando os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social do educando, garantindo-lhe a liberdade de criação e o acesso às fontes de cultura; - 80 -
  • VI. Promover uma avaliação continua, acompanhando e enriquecendo o desenvolvimento do trabalho do aluno, elevando-o a uma compreensão cada vez maior sobre o mundo e sobre si mesmo; VII. Atribuir as avaliações de acordo com as normas fixadas; VIII. Participar de processos coletivos de avaliação do próprio trabalho e da Unidade Escolar com vistas ao melhor rendimento do processo ensino- aprendizagem, re-planejando sempre que necessário; IX. Realizar a recuperação continua e paralela de estudos com os alunos que, durante o processo ensino - aprendizagem, não dominarem o conteúdo curricular ministrado; X. Participar ativamente do conselho de classe; XI. Participar da elaboração do calendário escolar; XII. Participar de reuniões de estudo, encontros, cursos, seminários, atividades cívicas, culturais, recreativas e outros eventos, tendo em vista o seu constante aperfeiçoamento e melhoria da qualidade de ensino.4.19 Corpo discente O Corpo Discente é constituído por todos os alunos regularmentematriculados nos cursos em funcionamento na Unidade Escolar. I. Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; II. Aquisição do conhecimento teórico e prático necessário para viver melhor; III. Tomar conhecimento das disposições deste PPP bem como o funcionamento da UE; IV. Receber informações sobre os diversos serviços oferecidos pela UE; V. Organizar e fazer parte das agremiações estudantis; VI. Tomar conhecimento do seu rendimento escolar e de sua freqüência, através do boletim escolar bimestral; VII. Contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores; VIII. Solicitar revisão de provas, a partir da divulgação das notas; - 81 -
  • IX. Requerer transferência ou cancelamento de matrícula por si, quando maior de idade, ou através do pai ou responsável, quando menor; X. Apresentar sugestões relativas aos conteúdos programáticos desenvolvidos pelo professor, com o objetivo de aprimorar o processo ensino-aprendizagem; XI. Reivindicar o cumprimento da carga horária prevista na grade curricular;XII. Discutir com a Direção os problemas, as dificuldades pessoais e os relacionados ao processo ensino-aprendizagem, propondo soluções;XIII. Indicar representantes para compor o Conselho de Classe;XIV. Requerer por escrito, matrícula por dependência ou dispensa de disciplina, junto à Secretaria da Escola. Constituirão deveres dos Alunos: I. Conhecer e cumprir as disposições deste PPP no que lhe couber; II. Atender as determinações dos diversos setores da UE; III. Comparecer pontualmente às aulas e de mais atividades escolares; IV. Participar das atividades programadas e desenvolvidas pela escola; V. Cooperar na manutenção da higiene e na conservação das instalações escolares; VI. Manter e promover relações cooperativas com professores, colegas e comunidade;VII. Conservar e respeitar o patrimônio escolar;VIII. Procurar manter as salas de aula limpas e organizadas; IX. Respeitar professores, funcionários e colegas de classe; X. Indenizar o prejuízo quando produzir dano material a Unidade Escolar e a objetos de propriedades de colegas e funcionários; XI. Justificar a direção a ao professor, mediante atestado médico ou declaração dos pais ou responsáveis, a ausência a provas e entrega de trabalhos com data de entrega prevista.XII. Respeitar o direito do colega em acompanhar as aulas e demais atividades escolares. - 82 -
  • 4.19 Bibliotecário O bibliotecário terá como atividades o planejamento, a implantação, a organização e o funcionamento da biblioteca escolar, em consonância com o Projeto Político Pedagógico. Compete ao Bibliotecário (a) : I. elaborar, juntamente com o Serviço Técnico Pedagógico, o regulamento próprio, onde estará explicitado o funcionamento da Biblioteca Escolar, com aprovação da Direção; II. selecionar, juntamente com docentes e especialistas em assuntos educacionais, material bibliográfico, adquiri-lo e processá-lo tecnicamente; III. catalogar e classificar livros e periódicos; IV. orientar os usuários sobre o funcionamento e bom uso da Biblioteca Escolar; V. colocar a Biblioteca Escolar à disposição da comunidade escolar, atendendo à legislação em vigor; VI. programar atividades para transformar a Biblioteca Escolar num espaço cultural e pedagógico. 4.20.1 Normas da Biblioteca Escolar Administração A Biblioteca da E.E.B.São Miguel , será administrada pela Direção, Bibliotecária. Horário de Funcionamento Horário normal das aulas. Matutino: 7:45min. às 11:45min Vespertino: 13:15min. às 17:15min Pesquisa e Estudo Os alunos e Professores terão acesso ao material de pesquisa na biblioteca, observando as normas da mesma, não sendo permitida a retirada do referido material do local; - 83 -
  • Durante a permanência na biblioteca o leitor devera observar: Silencio; Devolução do material sem rasuras.Retiradas de livros Somente aos Professores e alunos matriculados nesteEstabelecimento será permitida a retirada de livros de leitura; Aluno deverá ter carteirinha de identificação para a retirada dos livros.Deveres do leitor Zelar pelo mobiliário e material de instalação da Biblioteca Evitar perdas e extrativos de obras literárias Não danificar os livros ou outros materiais da Biblioteca Devolver o livro dentro do prazo estabelecido Pagar multa pelo atraso do livro ou na perda do mesmo Manter clima de silencio e respeito Só poderão fazer pesquisas à noite os alunos que comprovarem o trabalho durante o dia;Direitos do leitor Ser bem atendido Obter com clareza as informações que necessita Os livros emprestados terão prazo de sete dias para a devolução Após o prazo concedido cabe-lhe o direito de renovação por mais sete dias.VideotecaAs fitas são de uso exclusivo da escola As fitas só serão utilizadas na Escola. As fitas da videoteca poderão ser retiradas pelos docentes por um período de 24 horas, desde que um outro docente não utilizará nesse período. - 84 -
  • 4.21 Serviços Gerais: O corpo de pessoal para os Serviços Gerais será formado por: servente evigia e outros previstos em ato específico da Secretaria de Estado da Educação,Ciência e Tecnologia.SÃO ATRIBUIÇÕES DO SERVENTE; I. Efetuar a limpeza e manter em ordem as instalações escolares, providenciando a relação e produtos necessários; II. Informar o Diretor da Unidade Escolar da necessidade de reposição do estoque, em tempo hábil; III. Conservar o local de preparação da merenda em boas condições de trabalho, procedendo à limpeza e à arrumação; IV. Efetuar as demais tarefas correlatas a sua função. V. Verificar o prazo de vencimento dos produtos e comunicar a direção.SÃO ATRIBUIÇÕES DO VIGIA: I. Efetuar rondas de inspeção de forma a garantir a constante segurança da Unidade Escolar; II controlar a entrada, nas dependências do prédio, de pessoas sem identificação ou autorização, como medida de segurança; III. Comunicar à chefia imediata qualquer irregularidade ocorrida durante seu plantão, para que sejam tomadas as devidas providencias; IV. Zelar pelo prédio e suas instalações, levando ao conhecimento de seu superior qualquer fato que dependa de serviços especializados para reparo e manutenção; V. Efetuar as demais tarefas correlatas a sua função, definidas pela direção; VI. Acompanhar a movimentação dos alunos no pátio da escola; VII. Encaminhar para a orientação alunos encontrados fora da sala de aula.4.22 Secretaria A secretaria é o setor que tem a seu encargo todo o serviço deescrituração escolar e correspondência da Unidade Escolar. O cargo de Assistentede Educação é exercido por profissional concursado exclusivamente para o cargo. - 85 -
  • O Quadro de Pessoal da Secretaria será o estabelecido na legislaçãovigente.4.22.1 Normas da Secretaria Estabelecer horários de atendimento ao público; Coletar, fornecer informações, despachar correspondências e documentos dentro dos prazos estipulados; Preservar e arquivar a documentação escolar da entidade, dos alunos e profissionais; Qualquer nota ou documento que necessitam ser mudados, somente poderão ser feitos na presença e autorização da Secretaria.4.23 Organização e funcionamento da Secretaria4.23.1 Matricula A matrícula vincula o aluno à escola, sendo que, sua efetivação obedeceàs normas próprias do Estabelecimento de Ensino, definidos de acordo com asdeterminações da legislação vigente e da SED. O Plano de Matricula será elaborado anualmente pela Secretaria deEstado da Educação e do Desporto e a Direção da Unidade Escolar seráresponsável pela divulgação do período e dos critérios para a efetivação damatricula. A Escola, no ato da matrícula, deve solicitar ao aluno, pais ouresponsáveis a documentação escolar para a identificação da série a sermatriculado. A partir do ato da matricula, o aluno, o pai, ou responsável tomaráconhecimento dos dispositivos do Projeto Político Pedagógico da UnidadeEscolar. Para a matricula inicial, na Unidade Escolar, o candidato deveráapresentar certidão de nascimento ou identidade e atender ao estabelecido nalegislação em vigor e, para os alunos transferidos de outros estabelecimentos deensino, a Unidade Escolar deverá exigir os seguintes documentos: - 86 -
  • a) atestado de freqüência e b) histórico Escolar, devidamente assinados pelos responsáveis. O aluno que vier do exterior terá amparo legal, conforme o que estabelecea Resolução 34/99/CEE/SC, homologada pelo Decreto 351/99 de 09/07/99. A transferência de aluno oriundo de outro país, será permitida emqualquer série da educação básica e em qualquer época do período letivo. Em caso de impossibilidade da apresentação de qualquer documentoescolar em decorrência de calamidades, guerras, exílio político ou outrassituações de emergências, o aluno deverá ser submetido ao processo dereclassificação ( amparo legal – Lei Complementar Nº 170/98, Artigo 24,Parágrafo Único). A matrícula do aluno estrangeiro, só poderá se efetivar se o mesmoestiver devidamente registrado no Departamento de Polícia Federal, conformedispõe a Lei Federal Nº6815/80. Fica estabelecido o prazo Máximo de 30 dias para apresentação dosdocumentos exigidos na matricula. A partir deste prazo, a escola ficaráresponsável pelas irregularidades na vida escolar do aluno, se ocorrer. Casohouver irregularidade nos documentos do aluno, referente à série em que estácursando, a Unidade Escolar deverá providenciar a sua regularização, exceto noscasos cuja documentação encontra-se em tramitação no Poder Judiciário ou noConselho Tutelar. Para os atuais alunos da Unidade Escolar, a renovação de matricula seráautomática e dentro das normas vigentes adotadas pela Secretaria de Estado daEducação, Ciência e Tecnologia. A classificação do aluno em qualquer série nos níveis Fundamental eMédio, independente da escolarização anterior, prevista na alínea ―C‖ do inciso IIdo artigo 24 Lei Federal Nº 9394/96, aplicar-se-á nos casos em que o aluno nãotenha ou não possa comprovar sua vida escolar anterior e dependerá de avaliaçãoespecífica preparada pela SED e/ou UE, posteriormente será aplicada ao aluno,na qual verificar-se-á a série em que ele poderá ser matriculado. - 87 -
  • E educação infantil consistiu a primeira etapa da Educação Básica e temcomo finalidade integral da criança até os seis anos de idade, em seus diferentesaspectos (Art. 29, da Lei Nº 9394/96). O aluno que completar 6 anos até 31 de março do ano letivo, deveráfreqüentar a 1ª série do Ensino Fundamental. O Ensino Fundamental consolidou-se na atual LDB com a segunda parteda Educação Básica, através de no mínimo nove anos de escolarização, iniciando-se a partir de seis anos de idade – Lei Nº 9394/96 (Art. 6º, 32 e 87, 3º I , Art. 35 e36 da Lei Complementar Nº 170/98). É importante destacar que a Educação Básica, o Ensino Fundamental éobrigatório e gratuito na Escola Pública, sendo direito de todos os brasileiros dequalquer faixa etária acima de seis anos. O acesso a essa etapa de escolarizaçãopode, inclusive, ser exigida legalmente do poder público. Além das questões legais, a escola considera as questões pedagógicas,pois coloca as questões afetivas e as cognitivas no mesmo patamar deimportância. O Ensino Médio de que trata a Lei Nº 9394/96 e a Lei Complementar Nº170/98, é a etapa final da Educação Básica, com características de formaçãoGeral, vinculada ao mundo do trabalho e da prática social. Tem por objetivos:consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental,aprimorar o educando como pessoa humana, possibilitar de estudos, garantir apreparação básica para o trabalho e a cidadania, proporcionar ao educando acompreensão dos fundamentos científicos e tecnológicos dos processos deprodução e a continuidade dos estudos. O Ensino Médio terá duração mínima detrês anos e, pelo menos duzentos dias de efetivo trabalho escolar anualmente,com uma carga horária de quatrocentas horas, envolvendo a participação dedocentes e educadores.4.23.2 Transferência A unidade Escolar aceitará a transferência, observando as exigências eformalidades legais. - 88 -
  • A transferência far-se-á pelo Núcleo Comum, fixado em âmbito nacional,observando os princípios e normas vigentes. A transferência oriunda de país estrangeiro dar-se-á em conformidadecom a legislação vigente. A divergência de currículo em relação às disciplinas da Parte Diversificadapela Unidade Escolar, não constituirá impedimento para a aceitação da matrículapor transferência. A transferência concedida e recebida em qualquer época do ano, porsolicitação do responsável ou pelo próprio aluno, se maior de idade. Ao conceder transferência, a Escola obriga-se a fornecer ao aluno, nomenor prazo possível, a documentação comprobatória de sua vida escolar. Ao receber a transferência, cabe à Escola o estudo da documentaçãoEscolar, por um dos órgãos de decisão coletiva que a Escola possua (ConselhoDeliberativo Escolar), visando a classificação na série, o aproveitamento deestudos, reclassificação e/ou adaptações curriculares. No caso de o aluno ser reclassificado, é necessário manter em sua pastade arquivo o registro das avaliações e todos os documentos, tais como: atas,provas ou outros trabalhos que venham a ser exigidos e mais as anotações legaisque devem constar no histórico escolar.4.24 Adaptação O aluno que vier transferido de outro estabelecimento de ensino com planocurricular diferente do previsto pela Unidade Escolar, estará sujeito à adaptaçãonas disciplinas que não tenha cursado em séries anteriores. A adaptação deve observar os conteúdos programáticos e a carga horáriaprevista, a qual será desenvolvida sem prejuízo das atividades normais na sérieem que o aluno está matriculado, com a finalidade de atingir os conteúdosnecessários para o prosseguimento do novo currículo e concluída antes doresultado final da avaliação do rendimento escolar. - 89 -
  • A adaptação far-se-á mediante a execução de trabalhos orientados peloProfessor, com acompanhamento dos Especialistas em Assuntos Educacionais eDireção da Unidade Escolar.4.25 Dispensa da disciplina de Educação Física O aluno dispensado da Educação Física (Lei 7. 692 de 20/12/1988)deverá fazer relatório das aulas e trabalhos encaminhados pelo professor.4.26 Freqüência Segundo a Legislação (Lei Nº 9394/96, Art. 24, inciso VI), o controle dafreqüência fica a cargo da Escola e freqüência mínima exigida para a aprovação, éde 75%, ou seja, da carga horária anual, o aluno poderá faltar até 25% das aulas.Dessa forma, a apuração da freqüência não se fará mais sobre a carga horáriaespecífica de cada disciplina. O professor é o responsável pelo registro da freqüência e peloacompanhamento do desempenho de seus alunos. Ao observar que, há alunosfaltando sem justificativa, é de responsabilidade da Escola verificar os motivospelos quais estão deixando de comparecer às aulas, comunicando as famílias eautoridades competentes (Ministério Público e Conselho Tutelar) com o objetivode evitar a evasão. Ainda com relação à freqüência, é necessário que a escola investigue se aausência não está relacionada às causas de caráter pedagógico que afastam osalunos da sala de aula.4.27 Aluna gestante A aluna gestante tem seus direitos garantidos, conforme lei 6202 de17/04/1975, nas Constituições Federal e estadual e no Estatuto da Criança e doAdolescente. O limite de ausência às aulas, garantido pela Legislação é de 25%, oque corresponde, no máximo, 50 dias do calendário de 200 (duzentos diasletivos). No período de licença, o atestado médico, assegura o direito aoafastamento das atividades escolares e a realização de exercícios domiciliares à - 90 -
  • aluna gestante. Para a realização de exercícios domiciliares a gestante tem aobrigação de entrar em contato com os professores e verificar quais atividadesdevem ser desenvolvidas. No caso de a aluna gestante, em situação especial, ultrapassar opercentual mínimo de freqüência, verificar o encaminhamento daRECLASSIFICAÇÃO através do Conselho Deliberativo Escolar.4.28 Atestados médicos Alunos com Problemas de Saúde (Portadores de Afecções) o parecer06/98 da Câmara da Educação Básica do Conselho Nacional da Educação – CNE,sob a vigência do decreto da Lei Nº 1044/69 dispõe sobre o tratado excepcionalpara os portadores de afecções, atribuindo àqueles estudantes a compensação deausência às aulas. Nos demais casos, o aluno deverá encaminhar o atestado na Secretaria esolicitar o pedido para fazer trabalhos e/ou provas. A Escola só abonará as faltasem caso de reprovação por faltas.4.29 Expedição de documentos escolares O parecer Nº 05/97 do Conselho Nacional da Educação – CNE e a Lei Nº9394/96, Art. 24, ressalta que, a expedição de históricos escolares, declaraçõesde conclusão de série, certificados ou diplomas de conclusão de cursos são deresponsabilidade da Escola o fornecimento e a preservar dos direitos adquiridosrelacionados à vida escolar do aluno. A autonomia da Escola não exime aresponsabilidade de manter em arquivos, a escrituração escolar para que, aqualquer tempo, alunos ou ex-alunos possam recorrer em busca de documentoscomprobatórios de sua vida escolar. - 91 -
  • 4.30 Entidades Escolares4.30.1 Conselho Deliberativo Escolar6 O Conselho Deliberativo Escolar tem a finalidade de assegurar aparticipação de todos os segmentos da Comunidade Escolar na Gestão 7Democrática, com funções de caráter consultivo, normativo, deliberativo eavaliativo. Visa promover o fortalecimento da autonomia pedagógica,administrativa e financeira da Unidade Escolar, baseada na Legislação em vigor esuas diretrizes pedagógico-administrativos fixados pela Secretaria do Estado daEducação e do Desporto. A gestão escolar será desenvolvida de modo coletivo, efetivando oenvolvimento da Comunidade Escolar através de seus representantes eleitos naforma definida pelo Decreto número 3.429 de 08.12.98 e pela Portaria número008/99 de 27.05.99. Atribuições do Conselho Deliberativo Escola I Deliberar sobre as diretrizes e metas do Projeto Político Pedagógico da Escola, seus mecanismos de elaboração, aprovação, supervisão e avaliação, que envolve ações pedagógicas, administrativas e financeiras da Unidade Escolar. II Analisar e aprovar o Projeto Político Pedagógico da Escola. III Acompanhar e avaliar o desempenho da escola , em face ás diretrizes ,prioridades e metas estabelecidas em seu projeto, redirecionando as açõesquando necessárias . IV Coordenar e supervisionar com a Direção da Unidade Escolar aelaboração do Calendário Letivo, o cumprimento dos dias de efetivo trabalhoEscolar e horas aulas estabelecidos na respectiva grade curricular. V Definir critérios para de uso do prédio escolar para outras atividadesque não as de ensino, observando os dispositivos legais, garantindo um fluxo decomunicação permanente de modo que as informações sejam divulgadas a todosem tempo hábil.6 No momento o Conselho Deliberativo está desativado - 92 -
  • VI Analisar projetos elaborados e ou em execução por quaisquer dossegmentos que compõem a comunidade escolar, no sentido de avaliar aimportância dos mesmos no processo ensino-aprendizagem. VII Articular ações com segmentos da sociedade que possam contribuirpara a melhoria de qualidade do processo ensino-aprendizagem. VII Propor alternativas de solução dos problemas de naturezaadministrativa ou pedagógica e financeira, tanto aqueles detectados pelo próprioórgão, como dos que forem a ele encaminhados por escrito pelos diferentesparticipantes da comunidade escolar. IX Elaborar e ou reformular o estatuto do Conselho Deliberativo Escolarsempre que se fizer necessário. X Promover, sempre que possível, círculos de estudos envolvendo osConselheiros a partir da necessidade detectada visando proporcionar um melhordesenvolvimento do seu trabalho. XI Discutir sobre a proposta curricular de Escola visando oaperfeiçoamento e enriquecimento desta, respeitando as diretrizes emanadas daSecretaria Estadual da Educação e do Desporto. XII Estabelecer critérios de distribuição de materiais escolar e outrasespécies destinado aos alunos quando fornecido pela mantedora ou obtido junto aoutras fontes. XIII Assessorar, apoiar, e colaborar com o Diretor em matéria de suacompetência em todas as suas atribuições, com destaque especial para: a- O cumprimento das disposições legais: b- A preservação do prédio e dos equipamentos escolares: c- Adoção e comunicação aos órgãos competentes das medidas de emergências em caso de irregularidades graves na escola. São consideradas irregularidades graves: a- Aquelas que representam riscos a integridade física e moral das pessoas: b- Aquelas que caracterizam risco ao patrimônio escolar: c- Desvio de material de qualquer espécie e ou recursos financeiros. - 93 -
  • d- Aquelas, que provavelmente, se configurem como trabalho inadequado, acarretando prejuízo pedagógico. XIV Deliberar, quando convocado sobre questão de rendimento escolarindisciplina e não cumprimento das normas escolares. XV Propor medidas para equacionar a relação idade-série, observando- se as possibilidades da Unidade Escolar. XVI Acompanhar o processo de distribuição de turmas e ou aulas da Escola. XVII Deliberar sobre aplicação de verbas existentes na escola.4.30.2 Grêmio Estudantil O Grêmio Estudantil é uma entidade representativa do corpo discente,que deve participar ativamente na elaboração, execução, avaliação ereelaboração do Projeto Político Pedagógico da Escola, favorecendo odesenvolvimento da consciência crítica da realidade social, da práticademocrática, da criatividade e da iniciativa dos alunos, indispensáveis para oexercício da cidadania. O Grêmio Estudantil da Escola de Educação Básica Francisco BrasinhaDias terá sua eleição até a 1ª quinzena do mês de março, a Diretoria eleita teráum mandato de um (01) ano, com direito a reeleição total ou parcial de seusmembros conforme seu estatuto. A Diretoria é composta pelos seguintes cargos: Presidente Vice-Presidente Secretário Vice-Secretário Tesoureiro Vice-Tesoureiro Diretor Pedagógico Vice - Diretor Pedagógico Diretor Social Vice - Diretor Social - 94 -
  • Diretor de Imprensa- Vice - Diretor de Imprensa Diretor de Esportes Vice-Diretor de Esportes Diretor de Cultura Vice-Diretor de Cultura Alguns dos fins e objetivos do Grêmio Estudantil: Congregar o corpo discente da escola, visando aprimorar o exercício da cidadania; Promover a cooperação entre os alunos, educadores, funcionários, Conselho Deliberativo Escolar, Associação de Pais e Professores e outras entidades da Escola; Defender os interesses individuais e coletivos dos alunos; Pugnar pela democracia, pela independência e respeito às liberdades fundamentais do homem, sem distinção de raça, cor, sexo, nacionalidade, convicção política, ou religiosa, entre outros; Primar pelo aperfeiçoamento intelectual dos associados e pela adequação do ensino às reais necessidades do educando, buscando o aprimoramento do processo ensino-aprendizagem.4.30.3 APP – Associação De Pais E Professores A Associação de Pais e Professores é uma entidade civil sem finslucrativos de duração indeterminada, de exigência obrigatória. Tem como objetivo maior proporcionar condições para o desenvolvimentode um processo cooperativo entre a Unidade Escolar, pais e responsáveis poralunos, com finalidade de interação entre escola e comunidade. Algumas atribuições da APP: Atuar como órgão representativo e organizador da comunidade escolar, constituindo-se em um espaço de participação da comunidade local; - 95 -
  • Promover com a equipe gestora da escola e ou em cooperação com outras entidades campanhas, atividades sociais, culturais e desportivas, bem como o funcionamento de cursos comunitários; Administrar os recursos provenientes de subvenções, doações e arrecadações da entidade, prestando contas do dinheiro público aos órgãos públicos e de todas as movimentações financeiras à comunidade escolar. . A Diretoria da APP será composta por um Presidente, um Vice-Presidente, um 1ºSecretário, 2º Secretário, 1º Tesoureiro, 2º Tesoureiro.Todoscom mandato de dois anos. A Assembléia Geral é realizada anualmente e sempreno mês de março.O Conselho Fiscal é o órgão de controle e fiscalização da APP. O Conselho Fiscal será composto por 03 (três) membros efetivos e02(dois) suplentes sendo eleitos em Assembléia Geral quando da eleição daDiretoria da APP, sendo: 01 (um) representante de professores: 02 (dois) representantes dos pais ou responsáveis pelos alunos; 02 (dois) suplentes, sendo um escolhido entre os pais e outro entre os docentes. Compete ao Conselho Fiscal: Examinar e aprovar o programa de trabalho bem como examinar as alterações que a Diretoria propor. Examinar e aprovar os balancetes apresentados pela Diretoria; Fiscalizar os registros do movimento financeiro; Analisar e emitir parecer sobre o relatório anual elaborado pela Diretoria; Solicitar à Diretoria, sempre que julgar necessário, esclarecimentos e/ou documentos comprobatórios de despesas ou receitas. As eleições para os cargos da Diretoria e do Conselho Fiscal da APP,dar-se-á na Assembléia Geral do ano, no mês de março e a posse acontece noato por aclamação. As eleições acontecem a cada dois anos. - 96 -
  • 4.31 Avaliação institucional A avaliação institucional é global e abrangente e será feita sempre quequalquer segmento da unidade escolar julgar necessário. Além de acontecer emmomentos específicos como: em Conselho de Classe, reuniões Pedagógicas eplanejamento, também há um instrumento (questionário aberto), respondido acada semestre pelos segmentos da escola.4.32 Normas e Regimento da Unidade Escolar para com os professores4.32.1 Pontualidade: Deverão ser observados e respeitados os horários de entrada e saída,bem como, as datas de reuniões, dias de estudos e conselho de classe e outrasatividades promovidas pela escola. A ausência deverá ser justiçada e a nãojustificativa implicará em falta.Obs.: o compromisso assumido no coletivo é que garantirá o êxito das ações.4.32.2 Planejamento O professor deverá fazer seu planejamento anual e bimestral, que deverá ser do conhecimento da direção e do aluno; O planejamento deverá ser elaborado com base na Proposta Curricular e Projeto Político da Escola e demais propostas assumidas coletivamente; O plano da(s) disciplina(s) deve(m) ser elaborado(s) de modo que mostrem: Clareza e em conformidade com o diagnóstico da realidade da escola e realidade social dos educandos; Compreensão e articulação do e com o Projeto Político Pedagógico; Proposição das estratégias operacionais e das metas básicas, explicitando os pressupostos teóricos e princípios básicos que deverão nortear a ação educativa; O plano de curso deverá ser entregue no prazo determinado; - 97 -
  • O plano de curso bimestral ou diário de classe deverão estar sempre disponíveis para acompanhamento da Direção, Equipe Pedagógica e Secretaria.4.32.3 Projeto Político Pedagógico Conhecer o Projeto Político Pedagógico e colocá-lo em prática.4.32.4 Avaliação das disciplinas Estabelecer com os alunos normas disciplinares, critérios de avaliação, conforme a concepção de avaliação assumida, coletivamente, nesse documento.4.32.5 Procedimentos com relação às faltas do aluno Verificar o motivo na Secretaria e/ ou direção; Comunicar à Orientação Escolar.4.32.6 Estagiários/regência. Quando houver estagiários o professor deverá permanecer na sala paraacompanhamento.4.32.7 Uso de Recursos Áudiovisuais Fazer anotações de uso no cronograma e no mural da sala dos professores.4.32.8 Ética Profissional As decisões tomadas em conjunto devem ser observadas, havendo unidade e comprometimento; Sempre que houver algum desentendimento de alguma medida ou idéia, procurar dar sugestões diretamente ao interessado, mantendo um clima de cordialidade e respeito mútuo. - 98 -
  • 4.32.9 Estudos/Aperfeiçoamento Como a área da Educação está sempre em processo dedesenvolvimento caberá ao Professor sempre que possível, participar e apoiardias de estudos, cursos, palestras, conferencias e outros que possam contribuirpara conhecimento e enriquecimento do ensino-aprendizagem.4.32.10 Documentação/Secretaria Os Diários de Classe deverão ser entregues na Secretaria ate o dia doConselho de Classe, preenchido corretamente.4.33 Normas e Regimento da Unidade Escolar para com os Alunos Para garantir a aprendizagem e a construção do conhecimento, faz-senecessário manter as relações interpessoais através de respeito, cooperação eamizade; serão aplicadas, aos alunos, as seguintes medidas sócio-educativas,onde as mesmas possuem amparo legal no Parecer 405/090 de 14/12/2004: Que as penalidades de menor gravidade sejam aplicadas pelo professor epelo diretor da escola; Em gravidade crescente, aplique-se advertência verbal reservada,advertência escrita e, em caso de reincidência, comunicação aos pais ouresponsáveis, sob responsabilidade do diretor da escola; Os casos de multirreincidência sejam encaminhados à supervisão deensino ou orientação educacional; Que se enquadrem nas penalidades aplicáveis pelo conselho oucolegiado da escola, as de advertência , suspensão e multirrencidências é o casode transferência; Seja a suspensão vedada em período de provas e seja aplicada de formaa não privar o aluno do direito de aprender; seja dada a ela a forma de retirada declasse, com imposição de execução de atividades, no ambiente da escola, quepermitam compensar a apropriação dos saberes curriculares próprios de suaturma no período do afastamento da sala de aula em função da suspensão;chama a atenção sobre o fato de que a suspensão pura e simples tem dupla - 99 -
  • característica negativa: viola o direito à educação e premia o aluno indisciplinadocom folga nas atividades escolares; Seja feita a distinção entre as penalidades aplicáveis no tocante àreparação de danos causados de forma voluntária ou involuntária; Estabeleça-se o instituto da retratação verbal em caso de ofensa acolegas, professores e funcionários; Utilize-se a mudança de turma em casos em que a avaliação pedagógicao recomende e; Faça-se a mudança de turno em casos mais graves.4.33.1 Uniforme escolar. Fica obrigatório o uso do uniforme escolar – Aquele adquirido pelos pais ouaquele que cada aluno ganhou do Governo do Estado sendo que uso serácobrado de segunda a quinta feira.4.33.2 Uso de bonés e assemelhados Não é permitido o uso de bonés, bem como assemelhados, devidoàs inúmeras situações constrangedoras e de perigo, que ocorrem entre alunosda escola e entre pessoas estranhas, que permanecem nos arredores doestabelecimento, nos horários de entrada e saída de aula.4.33.3 Consumo de Chicletes e assemelhados. O consumo de chiclete e assemelhados pode prejudicar a saúde. Amastigação excessiva estimula a produção desnecessária de enzimas gástricas ea formação de gases intestinais. Como o chiclete e assemelhados não é umproduto para ser engolido e, portanto não participa de todo o processo de digestãoe absorção, ele não sofre a ação destas enzimas as quais passam a agirdiretamente nas paredes do estômago, ação que pode ocasionar desde umagastrite até uma úlcera. Isso acontece porque ao mascar o produto o organismointerpretará que se inicia o processo de digestão e então aumentará a acidez doestômago, porém não haverá nenhum alimento e o ácido causará danos às - 100 -
  • paredes estomacais gerando graves problemas. Estamos na verdade enganadonosso próprio organismo, pois ele se prepara para receber os alimentos que naverdade nunca chega. Alem disso o chiclete e assemelhados pode causar oaumento de cáries nos dentes, devido ao açúcar, por esses motivos fica priobido oconsumo de chicletes e assemelhados na escola4.33.4 Pontualidade Deve ser respeitado o horário de entrada; após o registro de três atrasos o aluno não poderá entrar. Em caso de eventuais atrasos com atestado médico ou odontológico o aluno entrará para sala de aula. Os alunos do noturno que trouxerem declaração de trabalho da Empresa, terão cartão padrão, podendo entrar na sala de aula.4.33.5 Saídas antecipadas da Escola A saída das aulas só poderá ocorrer mediante autorização dos pais ouresponsável com consentimento da Direção ou especialista; o aluno assinará emlivro/caderno próprio de saídas antecipadas. Aos alunos de 1ª à 4º série somente com autorização dos pais ouresponsáveis (bilhete ou presença dos mesmos).4.33.6 Indisciplina em aula Não será tolerada a indisciplina em sala de aula. Os encaminhamentos disciplinares serão feitos primeiramente peloprofessor autoridade da sala, podendo ser estendidos à Orientação/Supervisão eà Direção, ficando o aluno sujeito às penalidades conforme regime disciplinar4.33.7 Respeito ao Professor O Professor é autoridade dentro e fora da sala de aula, portanto todo oaluno deve-lhe respeito e acatamento às suas orientações. - 101 -
  • 4.33.8 Bullyng O presente texto não tem o condão de esgotar o assunto, mas trazerreflexões sobre um fenômeno cuja denominação – bullying – define todas asatitudes agressivas, intencionais e repetitivas adotadas por uma pessoa ou umgrupo contra outro(s), causando dor, angústia e sofrimento. Tal forma de violênciaocorre em uma relação desigual de poder, caracterizando uma situação dedesvantagem para a vítima, a qual não consegue se defender com eficácia. Existem três grandes formas de bullying. A primeira envolvecomportamentos ―diretos e físicos‖, o que inclui atos como agredir fisicamente,roubar ou estragar objetos alheios, extorquir dinheiro, forçar comportamentossexuais, obrigar a realização de atividades servis, ou a ameaça desses itens. Asegunda forma inclui comportamentos ―diretos e verbais‖, como insultar, apelidar,―tirar sarro‖, fazer comentários racistas, homofóbicos ou que digam respeito aqualquer diferença no outro. Por último, há os comportamentos ―indiretos‖ debullying, como excluir sistematicamente uma pessoa, fazer fofocas ou espalharboatos, ameaçar excluir alguém de um grupo para obter algum favorecimento ou,de maneira geral, manipular a vida social de outrem. Há que se atentar, também, para uma forma mais recente de intimidação,chamada cyberbullying, que se concretiza pela utilização de tecnologias decomunicação, como computadores e celulares ligados à Internet, para a realizaçãodessas. Contudo, independente da forma como se manifesta, deve-se reconhecerque o bullying é um importante aspecto da violência social e escolar, cujocrescimento vem despertando atenção à ne-cessidade de seu enfrentamento.4.33.9 Danos materiais Realizar-se-á permanente campanha de preservação para desenvolverhábitos e atitudes. Contudo o aluno que provocar algum dano no material daEscola, do colega ou do professor, deverá pagar por ele. - 102 -
  • 4.33.10 Namoro O ambiente escolar exige conduta adequada. Os excessos implicam emadvertência.OBS. São expressamente proibidos Fumo, álcool, outras drogas, jogos de azar eporte de objetos que possam colocar em risco a própria integridade física, decolegas, professores, direção e funcionários.4.33.11 Provas e Trabalhos Escolares Só poderá fazer prova ou entregar trabalhos em datas atrasadas o alunoque tiver atestado médico ou justificativa de trabalho. Apresentar à Direção docolégio, que preencherá requerimento ao professor, solicitando a realização e/ouentrega dos mesmos.4.33.12 Material didático Possuir todo material didático necessário e, quando combinado com oprofessor a compra de apostilas, livros ou qualquer outro material, fazer o possívelpara adquiri-los, para que haja um melhor rendimento nas atividades escolares.4.33.13 Atividades práticas esportivas Para as atividades práticas esportivas o aluno deverá fazer uso devestimentas adequadas.4.33.14 Quanto ao uso de telefone celular De a cordo com a Lei nº 14.363 de 25/01/2008 Fica proibido o uso detelefone celular nas salas de aula das escolas públicas e privadas no Estado deSanta Catarina.4.33.15 Quanto ao hábito de fumar De acordo com a Lei nº 14.874 de 13/10/2009, fica proibido o uso decigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígero, - 103 -
  • derivado ou não do tabaco, em recinto coletivo fechado, seja público ou privado,no Estado de Santa Catarina: Entende-se por recinto coletivo fechado todos os lugares destinados àutilização simultânea de várias pessoas, delimitados por paredes e teto, incluindo-se halls, antecâmaras, escadas, rampas e corredores, tais como:I - hospitais, maternidades, clínicas, consultórios médicos e odontológicos elaboratórios;II - cinemas, teatros, auditórios, salas de aulas e assemelhados;III - restaurantes e repartições públicas;IV - elevadores; eV - veículos de transporte coletivo municipal e interurbano e táxis.4.33.16 Quanto ao consumo de bebidas alcoólicas De acordo com a Lei 12.948 de 11 de maio de 2004, fica proíbido a venda eo consumo de bebidas alcoólicas no ambiente físico das escolas públicas eprivadas, nos estabelecimentos de ensino dos cursos fundamental, médio,superior, técnico e profissionalizante do Estado de SantaCatarina.4.33.17 Dos direitos Todos os alunos da E.E.B. São Miguel têm assegurado o direitoconstitucional de estudar, já que neste Estabelecimento o estudo é gratuito. Procurando atender as reais necessidades educacionais dos alunos, alémdos conteúdos mínimos, serão trabalhados temas que consideramos importantes,utilizando estratégias variadas que proporcionem a integração entre oscomponentes curriculares, tendo em vista a ação coletiva e interdisciplinar.4.34 Das disposições gerais À Unidade Escolar fica assegurado o direito de aprovar o RegimentoEscolar contido neste Projeto Político Pedagógico Escolar. - 104 -
  • Os casos omissos serão resolvidos pela Direção da Escola, juntamentecom a APP, à luz da legislação aplicável. O engajamento e o envolvimento de todos os segmentos é fundamental.Deve-se visar à realização de um trabalho democrático e participativo, através dereuniões, contatos diretos, levantamentos e avaliações constantes,redimensionando a prática cotidiana, considerando os compromissos assumidos,objetivando: 1. Conhecer e compreender a realidade da comunidade identificando valores, necessidades, expectativas, buscando a integração e ações que atendam à Unidade Escolar. 2. Desenvolver uma educação participativa e questionadora, promovendoa liberdade com responsabilidade através de um programa dinâmico e cooperativoque envolva toda a comunidade escolar. 3. Promover atividades recreativas, culturais e esportivas, buscando aintegração a fim de tornar a escola um espaço de diversidade, acolhedora,envolvendo-a em atividades prazerosas. - 105 -
  • 5 DIMENSÃO FINANCEIRA A descentralização dos recursos financeiros tem se delineado com atransferência de recursos do Governo Federal às Mantenedoras, Secretarias deEducação, bem como o Programa Dinheiro Direto na Escola – PDDE e oPRODENE estes recursos são oriundos do FNDE em parcela única anualdepositada na conta bancária da representação da escola ,a Associação de Pais eProfessores – APP, além de outras promoções e festas realizadas pela escolacom objetivo de arrecadar recursos. Os recursos financeiros da EEB São Miguel, observados os limites demovimentação e empenho destinam-se à cobertura de despesas de custeio,manutenção e de pequenos investimentos, devendo ser empregados, de acordocom as estratégias adotadas nos pela Associação de Pais e Professores - APP: Na aquisição de material permanente, quando receberem recursos de capital;Na manutenção, conservação e pequenos reparos da unidade escolar; naaquisição de material de consumo necessário ao funcionamento da escola; naavaliação de aprendizagem; na implementação de projeto pedagógico; nodesenvolvimento de atividades educacionais; na implementação do Projeto deMelhoria da Escola. - 106 -
  • 6 DIMENSÃO FÍSICA A estrutura física da compreende um espaço físico de 10.000m de áreacom 2.512 m² de área construída e um ginásio de esportes. Têm área coberta eespaço aberto amplos para o convívio e atividades recreativas. Toda a áreaconstruída se encontra em estado regular de conservação.Dependências Existente Quant Dimensão (m2) Ótimo Bom RegularSala de aula 21 48 xSala de aula 01 xSala dos Professores 01 28 xSala da Direção 01 16 xBiblioteca 01 xÁrea Coberta 01 xCozinha 01 xLaboratório 01 48 xBanheiros 06 xQuadra de Ed. Física 01 xSala para depósito de merenda 01 24 xSala para almoxarifado 01 24 xSala de Orientador Educação 01 16 xSecretaria 01 48 xApoio Administrativo 01 24 xSalão de atos 01 x - 107 -
  • 7 METAS, AÇÕES E RESPONSÁVEISProblemática Rever/repensar a prática pedagógica docenteMetas Objetivos Embasar a prática pedagógica em uma linha de ação coletiva; ter claro os propósitos de ensino da U.E. e trabalhar a prática pedagógica interdisciplinar, conforme Proposta Curricular e PPP. Avaliação constante de todas as Atividades Escolares;Operações Estudos da Proposta Curricular. Reflexão e discussão sobre a realidade educacional; Busca de fundamentação teórica para melhoria da prática; Dias de estudo e planejamento. Projetos: Leitura, Literatura e Escrita: formando o cidadão e Cinema na escola Coletar sugestões de atividades Escolares, visando sempre à melhoria do aluno;Ações Ter conhecimento das diversas dimensões sócio-polítivo-conômico e cultural; Troca de experiências com outras U.E.s Aprofundamento da corrente filosófica materialismo dialético e teorias de aprendizagem; Concepção sócio-interacionista; A formação do professor e a interdisciplinariedade; Encaminhamentos dos estudos em grupo por disciplina e valiação; Rever fundamentos teóricos da Proposta Curricular, definindo uma proposta de trabalho por disciplina; Avaliação do processo Ens. Aprendizagem; Fundamentos teóricos; Avaliação baseada na concepção Sócio-Interacionista; Utilizar recursos da vivência do aluno a participar deste, enriquecer com outras experiências; Tornar as aulas atraentes para despertas o interesse do aluno em - 108 -
  • descobrir novos conhecimentos evitando o desinteresse e abandono escolar; Avaliar o desempenho do PPP constantemente. Execução de projetos coletivosPrazo Fevereiro a Dezembro de 2011.Responsáveis Direção Especialistas e ProfessoresProblemática Necessidade de conservação do espaço físico. (área administrativa, banheiros, cozinha, biblioteca laboratórios e ginásio de esportes e salas de aula).Metas Objetivos Melhorar a estrutura física do Colégio.Operações Solicitar a reparação do espaço físico.Ações Encaminhar ofícios, abaixo assinados, projetos solicitando melhoramento da Estrutura física do Colégio ao Secretário da Educação ou governo do estado de SC; As reivindicações continuarão sendo constantes para que a melhoria do espaço escolar seja atendido;Prazo Fevereiro a Dezembro de 2011.Responsáveis Direção, Especialistas, Bibliotecário, Professores e APPProblemática Necessidade de permanente aquisição de material didático – pedagógico;Metas Objetivos Priorizar, permanente aquisição de material didático – pedagógico;Operações Verificar onde há mais necessidade de aquisição de material didático;Ações Sempre que a APP ou Conselho Deliberativo escolar, dispuser de recursos financeiros, priorizar para a aquisição dos mesmos; Solicitar junto a Secretaria Estadual da Educação e do Desporto material didático – pedagógico sempre que possível; - 109 -
  • Prazo Fevereiro a Dezembro de 2011.Responsáveis Conselho Deliberativo Escolar, Direção e APPProblemática Alunos em defasagem na aprendizagem e em relação a idade/série;Metas Objetivos Propiciar condições para recuperação de alunos que se encontram em situação de defasagem na aprendizagem e em relação a Idade/série;Operações Fazer o levantamento dos alunos nesta situação.Ações Projetos interdisciplinares que visam uma melhor integração dos conteúdos, contextualizando-os para que o aluno possa assimila-lo assim diminuindo as dificuldades de aprendizagem.Prazo Fevereiro a Dezembro de 2011.Responsáveis Direção, Professor Articulador, Especialistas e Professores. - 110 -
  • 8 CONSOLIDAÇÃO DO PPPAprovado em Assembléia Geral da Comunidade Escolar em 24 de março de 2011. - 111 -
  • 9 REFERÊNCIASBRASILIA. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, lei nº 9.394, de 20dez de 1996.DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do Futuro. Cidadania Hoje e Amanhã. SãoPaulo, Editora Ática, 1988, 96 p.GIANDINI, Danilo. A Prática do Planejamento participativo. Ed. Vozes, 1995.GRAMSCI, Antônio. Os Intelectuais e a Organização da Cultura. CivilizaçãoBrasileira, Rio de Janeiro, 1985.GRAMSCI, Antônio. Concepção Dialética da História. Civilização Brasileira. Riode Janeiro, 1984.LACERDA, Vanessa. http://www.sabetudo.net/evitar-ou-nao-o-consumo-de-chiclete.html, acesso em: 30/abr/11.Lei de Diretrizes e BasesMANACORDA, Márcio A. História da Educação: da antigüidade aos nossos dias.São Paulo, Cortez, 1989.MELLO, Guiomar Namo de. Cidadania e Competitividade: desafios educacionaisdo terceiro milênio. São Paulo, Cortez, 1995.KRAMER, Sônia e Leite, Maria Isabel. Infância: Fios e Desafios da Pesquisa. 2ªEdição, Campinas, SP: Papirus, 1997. - 112 -
  • PROPOSTA Curricular de Santa Catarina. Uma Contribuição à Escola Pública doPré-Escolar, 1º Grau, 2º Grau e Educação para Adultos. Florianópolis, ImprensaOficial de Santa Catarina,1991.PROPOSTA Curricular de Santa Catarina. Estudos Temáticos, 2005.PROPOSTA Curricular de Santa Catarina. Educação Infantil, Ensino Fundamentale Médio (disciplinas curriculares) 1998.PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino Fundamental. Brasília, 1999.PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino Médio. Brasília, 1999SAVIANI, Dermeval. In. Filosofia da Educação Brasileira. Civilização Brasileira,Rio de Janeiro, 1994.SANTA CATARINA, Proposta Curricular. Temas Multidisciplinares, SecretariaEstado da Educação e do Desporto, Florianópolis, 1998.SANTA CATARINA, Fundação catarinense de Educação especial. Política deeducação de Surdos no Estado de Santa Catarina. (São José: FCEE, 2004).SANTA CATARINA, Fundação Catarinense de Educação Especial – DiretrizesPara Implantação das Salas De Recursos na Área da Deficiência Sensorial.Florianópolis – 2001.SANTA CATARINA. Política de Educação Especial. Fundação Catarinense deEducação Especial, São José, fev. 2006. - 113 -
  • SANTA CATARINA. Caderno Técnico do Centro de Ensino e Aprendizagem.Fundação Catarinense de Educação Especial, São José, dez. 2002.SILVA, Alessandra da. Cristiane Vieira de Paiva Lima, Mirlene Ferreira MacedoDamázio. Deficiência Auditivo/ Atendimento educacional especialização – MEC.SESP, 2007: São Paulo.VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Plano de Ensino-Aprendizagem eProjeto Educativo, Cadernos Pedagógicos do Libertad 1, São Paulo. - 114 -
  • ANEXO I PROGRAMA: ENSINO MÉDIO INOVADOR PLANO DE AÇÃO PEDAGÓGICA 1. Análise situacional da escolaA Escola de Educação Básica São Miguel, estabelecimento da Rede PúblicaEstadual de Ensino, localiza-se no extremo-Oeste do Estado de Santa Catarina,em Zona Urbana, situa-se na rua La Salle, nº 1824, Bairro Centro do município deSão Miguel do Oeste.A Escola desenvolve ações e projetos ao longo do ano letivo, articulados aoEnsino Médio, contemplando as políticas de inclusão, educação ambiental,educação e prevenção e valorização da vida.As maiores dificuldades que a Escola enfrenta são conseqüências da realidadesócio-econômica e Cultural, a evasão de alunos que freqüentam o Ensino Médio,além do distanciamento da família com a escola.A EEB São Miguel possui atualmente 646 alunos em 14 turmas no ensino médioassim distribuídos: Nº de turmas Nº de alunos 15 468 Para o ano letivo de 2011 a escola prevê a formação de 06 turmas para oEMI sendo 04 delas para o matutino com aproximadamente 120 alunos e 02 comuma previsão de 80.Os dados demonstrativos a seguir referem-se aos índices educacionais do EnsinoMédio dos últimos quatro anos no que se refere:Alunos 2006 2007 2008 2009 2010Aprovados 92,8% 90,3% 86,1% 88,7% 86%Reprovados 7,2% 9,7% 13,9% 11,3% 7,3%Desistentes 7,5% 6,3% 5% 10,7% 6,7% Em relação ao indicador do Ensino Médio ―Prova ENEM‖ os índicesalcançados foram respectivamente: 2006 2007 2008 2009 38,47 53,69 51,53 554,17 Em relação à classificação da Prova Brasil os resultados são os seguintes: - 115 -
  • 2005 2007 2009 4ª série 8ª série 4ª série 8ª série 4ª série 8ª série Língua Portuguesa 192,12 244,15 199,48 264,73 196,8 244,84 Matemática 206,21 236,94 259,41 253,67 215,6 254,84 Os índices do IDEB da Escola são os seguintes: Ano 2005 2007 2009 Séries Iniciais 4,8 6,1 5,6 Séries Finais 4,2 4,3 4,4 Em relação ao indicador do Ensino Médio ―Prova ENEM‖ os índicesalcançados foram respectivamente: Com relação ao corpo docente, a escola possui um quadro habilitado e, emsua maioria efetivos, o que favorece a continuidade dos projetos. As reuniões edias de planejamento estão voltados para a capacitação pedagógica incluindo ostemas transversais (saúde, uso de drogas, doenças sexualmente transmissíveis,entre outras) que atendem as necessidades dos professores e alunos, ocorrendomensalmente aos sábados durante 4 h/a, as reuniões pedagógicasbimestralmente. O quadro administrativo pedagógico é formado pelo Diretor,Assessor de Diretor, 02 Assistentes de Educação, 02 Assistentes TécnicosPedagógicos, Administrador Escolar, Supervisora Educacional, OrientadoraEscolar e 50 professores (as), nos níveis do Ensino Fundamental e Médio. A estrutura da Escola compreende um espaço físico de 10.000m de áreacom 2.512m de área construída e um ginásio de esportes. Possui ainda, uma áreacoberta e espaço aberto amplos para o convívio em atividades recreativas.Também 23 salas de aula, distribuídas em dois pavimentos e três blocos, Sala dosProfessores, Sala da Direção, Secretaria Escolar, Sala para OrientaçãoEducacional, Biblioteca, Laboratório de Informática e Ciências, ApoioAdministrativo, Salão de Atos, Cozinha, Almoxarifado e sete Banheiros.2. Avaliação estratégica Consiste em analisar as situações e contextos que podem influenciar nosucesso do plano, a partir do diagnóstico. É importante destacar: Ameaças: - 116 -
  • Existência de alunos desmotivados nas aulas tendo como conseqüência baixo rendimento. Dificuldade na apropriação e domínio dos conceitos fundamentais da Ciências Exatas. Elevado número de alunos por sala. Currículo descontextualizado. Docentes desestimulados Carga horária elevada em sala e tempo insuficiente para o planejamento das atividades pedagógicas. Falta de recursos didáticos pedagógicos (acervo bibliográfico e equipamentos eletrônicos insuficientes e desatualizados). Necessidade de adequação para que seja possível disponibilizar, melhor espaço para materiais didáticos, sala de multimídia adequada, laboratórios de Ciências Humanas, Matemática, Física, Química, Biologia, Idiomas, Artes. Descomprometimento da família com a escola. Comprometimento e interação social restrita entre os membros da comunidade escolar. Falta de formação continuada aos profissionais da educação. Inadequação do mobiliário e dos equipamentos didático pedagógico das salas de aula e laboratóriosPotencialidades: Existência de alunos criativos e empreendedores. Oferta de serviços especializados para alunos com deficiência (SAEDs). Localização da unidade escolar de fácil acesso e proximidade. Município pólo da região com boas perspectivas de crescimento e desenvolvimento, com boas parcerias. Boa demanda de alunos para o Ensino Médio. A escola com potencialidade para tornar-se referência regional A existência de agremiação estudantil - 117 -
  • A existência de respeito pelas diferenças e pela diversidade social e cultural do corpo docente e discente. A implantação do pólo da UAB (Universidade Aberta do Brasil) A parceria existente entre a APP (Associação de pais e professores e os profissionais da educação)Definição de metas: Implantação e implementação de uma Proposta Pedagógica Inovadora para o Ensino Médio. Implementação e uso de novas metodologias e de recursos midiáticos para a inovação pedagógica com trabalho interdisciplinar e multidisciplinar através do ―Projetos Integradores‖. Construção e adequação da estrutura física e didática em atendimento a proposta de Ensino Médio Inovador e garantia da acessibilidade (implantação dos laboratórios de Ciências Humanas, Matemática, Física, Química, Biologia, Idiomas, Artes). Ampliação do acervo bibliográfico e adequação do espaço físico da biblioteca. Formação de jovens e adolescentes críticos, comprometidos com a mudança social e capazes de elaborar um projeto de vida voltado para a realização pessoal, nos aspectos físico, psíquico, espiritual, emocional, social e ambiental. Oferta de mais de uma Língua Estrangeira no currículo obrigatório para o aluno. Organização das turmas de forma a garantir o desenvolvimento das atividades com qualidade (sugestão de não ultrapassar aos 30 alunos por sala). Formação continuada aos docentes e profissionais da escola. Viabilização e incentivo a prática da pesquisa e produção de conhecimento (garantia de transporte para os estudos de campo). Estabelecimento de parcerias para a elaboração de ―Projetos Integradores‖ e das atividades de aprendizagem. - 118 -
  • Criação de espaços e desenvolvimento de atividade de integração, convivência e confraternização. Organização de Projetos Integradores comprometido com o desenvolvimento local e regional numa perspectiva sustentável: política, econômica, social, ambiental e cultural. Redução dos índices de evasão e reprovação e ampliação do sucesso escolar. Motivação dos profissionais da educação, valorização do magistério, garantia de boas condições de trabalho.3. Plano de Metas3.1 Sistematização e desenvolvimento das ações a) Procedimentos/estratégiasO ensino Médio Inovador é uma nova concepção pedagógica de ensino voltada aformação de jovens na etapa final da educação básica, cuja finalidade é favoreceruma sólida formação aos alunos através da apropriação dos conhecimentos e nodesenvolvimento de competências para a inserção social cidadã e mundo dotrabalho.Para viabilizar essa sólida formação, o currículo da 1ª série do Ensino MédioInovador, no ano de 2010 e com implantação gradativa, na EEB. São Miguel seráestruturado tendo por base os eixos tecnologia, trabalho, cultura e ciência,possibilitando a significação e contextualização dos conceitos fundamentais dasáreas do conhecimento que compõe o currículo do Ensino Médio.Os eixos constitutivos do EMI se voltam a visão multidisciplinar e interdisciplinardos temas, sendo que o trabalho deve ser compreendido como um processohistórico de produção científica e tecnológica, para a melhoria das condições devida e de apropriação social dos conhecimentos por parte dos seres humanos e atransformação da sociedade pela compreensão dos fundamentos da vidaprodutiva.A cultura é entendida como um conjunto de ações resultantes da inserção do serhumano no contexto social e que resulta na criação de formas e meios de - 119 -
  • intervenção e sobrevivência nela, expressando os valores, os hábitos, as relaçõessociais e os meios de produção. A apropriação cultural deve potencializar ascapacidades de interpretação, criação e produção de cultura sustentada na ética eapropriação crítica da realidade.As constantes inovações tecnológicas na atualidade desafiam não somente aosjovens, mas a toda a sociedade a se inserir neste processo de conexão social eplanetária. Nesse sentido, a utilização das TICs na educação e no cotidiano dojovem, além de dinamizar os ambientes de aprendizagem promovem odesenvolvimento de novas formas de interação e integração no mundo do trabalhoe relacionamentos, favorecendo a construção de um currículo mais atrativo e acriação de novos mecanismos de ensino e aprendizagem.A produção científica aliada ao trabalho, a ciência e a tecnologia deverá dar contada construção/apropriação dos saberes competência e valores necessário a paraa formação plena dos educandos garantindo-lhes a sólida formação básica. Dessaforma o conhecimento científico a ser trabalhado no EMI precisa garantir umametodologia de ensino atrativa e significativa para os jovens que freqüentam essaetapa da educação básica.Em vista disso, a metodologia de trabalho de todo o currículo do EMI serádesenvolvida a partir do Projeto integrador: desenvolvimento sustentável eprotagonismo juvenil que terá o desdobramento em quatro temáticas:3.2 Juventude e trabalho:Planejamento e ocupação do espaço, proposição de construção de uma cidadeeducativa.Responsabilidade social,Formação de liderança,Empregabilidade índices e áreas mais atrativasPerfil do novo trabalhadorEmpreendedorismo.Produção e consumismo - 120 -
  • 3.3 Juventude cultura:O jovem e a sua identidade.Manifestações culturais.Diversidade e Inclusão.Bilingüismo.3.4 Juventude ciência:Questões ambientais: resíduos sólidos, reciclagem, poluição e consumismo.Estatísticas e desenvolvimento humano (fases, nutrição, vícios e dependênciaquímica)Relacionamentos (família, social, trabalho, natureza e transcendente).Saúde preventiva (obesidade, anorexia, bulimia e DSTs)3.5 Juventude tecnologia:Oportunidade de escolarização local e regional (pública privada e bolsas),Percentual de escolarização nos níveis, orientação profissional.Tecnologia, valores morais e éticos, contexto de trabalho e cotidiano (influência nocomportamento humano e social).4.3 Síntese das ações inovadoras As atividades a serem desenvolvidas pelos alunos participantes do projetoestarão centralizadas em uma ação interdisciplinar, pois através do planejamentoarticulado e integrado será possível promover ações inovadoras. Ações voltadas ao desenvolvimento da cultura regional como o incentivo aoartesanato, onde os alunos irão produzir a partir de matérias primas oriundas daregião, desenvolver o teatro e a dança como forma de expressão corporal, e apoesia. O desenvolvimento de mídias pelos alunos como a criação de um jornalescrito por eles, a instalação de uma rádio escola, uma web rádio e desenvolveruma página na Internet como formas de divulgação das atividades dos alunos eprofessores, desenvolver a iniciação a informática aqueles que ainda precisam ecursos avançados para estimular os alunos que já possuem noções básicas. - 121 -
  • Incentivar a produção cientifica onde os alunos poderão mostrar seupotencial através de feiras cientifico tecnológica, voltadas às necessidades eexigências regionais, para que a escola possa ampliar a sua contribuição para odesenvolvimento local. Promover a pesquisa cientifica onde todas as áreas do conhecimentopossam contribuir para o desenvolvimento de seus conceitos através do incentivoa pesquisa e aprofundamento dos temas estudados. Possibilitar ao jovem a oportunidade de confrontamento entre a teoria eprática, através da visitação de experiências produtivas e/ou profissionais jáconsolidadas onde ele poderá visualizar e discutir com estes profissionais asdificuldades e estratégias adotadas para o desenvolvimento das suas atividades.Criar parceria entre a escola e entidades empresariais, do comércio e daprestação de serviços para possibilitar a inserção dos alunos no mercado detrabalho com jovem aprendiz. Estimular atividades esportivas onde os alunos possam demonstrar suaspotencialidades e habilidades e também promover interação social.3.5 Carga horária A carga horária destinada a desenvolver os projetos interdisciplinares serácontemplada com um acréscimo de 20hs semanais em cada área doconhecimento a serem distribuídas dentro das disciplinas afins e também deacordo com o projeto a ser desenvolvido.4. Público envolvido/beneficiado Os beneficiados serão todos os alunos oriundos da comunidade escolar quesendo matriculados para proposta em andamento ou em formulação terão obenefício poder fazer parte desta proposta inovadora, também serão envolvidos osprofissionais de educação da unidade escolar a equipe gestora, a comunidade emgeral e todos aqueles indivíduos que farão parte das instituições parceirasoriundas dos mais diversos setores da sociedade. - 122 -
  • ANEXO II ESTADO DA SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SÃO MIGUEL SÃO MIGUEL DO OESTE – SC PROJETO ATIVIDADES INTEGRADORAS (CONTRATURNO) – 20111. Identificação:1ª GERED: SÃO MIGUEL DO OESTEUnidade escolar: ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SÃO MIGUELCódigo: 761000605180Município: SÃO MIGUEL DO OESTENome do Diretor: GILSON L. SCHAICH2.Título do Projeto:O espaço em que vivo3. Objetivo:Conhecer o meio e interagir através de práticas de reflexão/ação que promovam aconstrução do conhecimento visando a mudança de atitude.4. Oficinas:1ª OficinaTítulo da OficinaReciclagem e compostagem. - 123 -
  • Temáticas e conteúdosReciclagem do papel e compostagem do lixo orgânico.Conteúdos Análise e produção de texto; Reação de obtenção de metano (CH4); Fermentação e sua influência nas mudanças climáticas; Separação de misturas que constituem a água; Termoquímica; Concentração das substancias (soluções); Composição das substancias; Funções; Geometria plana; Sequência numérica; Matrizes; Estatítica; Hidrostática; Termometria; Máquinas térmicas; Força e trabalho; Revolução industrial; Ciclos econômicos brasileiros (colônia e Império); Má distribuição de renda e riqueza; Modos de produção; Mundo atual; Exploração da natureza pelo ser humano ao longo da história; Povos que tem uma relação harmoniosa com a natureza (indígenas, africanos...); Citologia, constituição e organização das celulas animal, vegetal e bacteriana; - 124 -
  • A descoberta da célula; Componentes químicos orgânicos e inorgânicos da célula; Fermentação e respiração celular; Fotossíntese quimissíntese; Microoganismos decompositores: fungos e bactérias; Reino vegetal: algas briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas; Fisiologia humana: sistema digestório e a digestão dos alimentos de origem animal e vegetal; Sistema respiratório; Sistema circulatório; Histologia animal: tecido sanguíneo e muscular; Anascimandra de Mileto (a idéia de lei aplicada à natureza); Reciclando o lixo e as idéias; Ética e saberes ambientais; Cidadania e meio ambiente; A crise ambiental; A democratização do controle sobre os recursos naturais. Biomas terrestres; Impactos ambientais provocados pelo lixo: orgânico, hospitalar, industrial e comercial; Efeito estufa; Camada de ozônio; Chuvas ácidas; Impactos ambientais em recursos hidricos – oceanos, mares, rios e lençóis freáticos. Mudanças climáticas – El niño e La niñaDescrição das atividades integradoras: Pesquisa teórica sobre as temáticas; Produção de texto sobre os conteúdos pesquisados; - 125 -
  • Confecção das telas para reciclar o papel; Realização da reciclagem do papel na escola; Construção de unidade de compostagem em parceria com a EPAGRI; Coleta e armazenamento do lixo orgânico efetuada pelos alunos; Transformação em papel artesanal; Confecção de móveis e utensílios com garrafas PETs; Utilização do adubo orgânico para ajardinamento da escola.Estratégias para o desenvolvimento das atividades: Pesquisa teórica (biblioteca e sala informatizada); Pesquisas de campo, elaboração de dados e elaboração de gráficos; Leitura sobre os temas abordados; Seminários e relatórios; Experimentos; Exposições; Visita a APAE; Visita a fábrica de celulose; Visita a fábrica de papel reciclável – Suavetok; Visita a ETA (estação de tratamento de água - CASAN); Visita ao aterro sanitário; Visita a SEARA Alimentos; Visita as cooperativcas de catadores de papel – ACOMAR e Cooperunião; Visita aos rios das Flores, Cambuim e Guaramirim;Metas e resultados: Partindo da execução desse projeto temos como metas aprimorar asustentabilidade na escola, usando recursos descartados (resíduos) que ficariamacumulados no ambiente, reaproveitando-o de forma consciente e responsávelmelhoramento a qualidade de vida da atual e futuras gerações e proporcionar aosalunos aquisição do conhecimento teórico e prático. - 126 -
  • Avaliação: A avaliação será contínua individual e coletiva, oral e escrita, envolvendo osalunos nas atividades teóricas e práticas. Também serão considerados os seguintes critérios: Assiduidade; Responsabilidades; Compromisso; Participação; Criatividade; Organização; Pontualidade; Boas maneiras – respeito com colegas e professores; Autoavaliação. Professores envolvidos Disciplina CH semanal adicional*Airto Grassioli MatemáticaGilson L. Schaich Educação FísicaIvo Lauro Dill QuímicaJoão Hanauer Filosofia e HistóriaLeidimara Demozzi Língua EspanholaLúcia Muller Língua Portuguesa e LiteraturaMarines Schons ArtesMarli Machado Língua InglesaPaulinho de Araújo SociologiaRosangela Périco GeografiaRoseli Barp FísicaStelamar Carra Manto Biologia.2ª OficinaTítulo da oficina:Viagem interplanetáriaAtividades Integradoras: - 127 -
  • Prática de pesquisa e construção de um planetário.Conteúdos: Grandezas físicas, Medidas, Mecânica, Leis de Newton, Leis de Kepler , Gravitação universal e energia. Razões e proporções, Estatística, Funções, Geometria plana e espacial. Elementos químicos, observação da natureza, método científico e composição da matéria. Os povos da antiguidade e a importância dos planetas. Egípcios, Mesopotâmicos, Fenícios, Gregos ...; Renascimento: Nicolau Copérnico, Isaac Newton, Galileu Galilei... Origem da vida, origem do sistema solar, composição química dos seres vivos, níveis de organização dos seres vivos, o método científico, evolução e diversificação da vida, a descoberta da célula, citologia, organização das células. Microorganismos, vírus , protozoários, bactérias e fungos. Evolução e ecologia. Análise e Produção de textos Movimentos de rotação e translação, Satélites naturais, Sistema solar (planeta, satélite, meteoros,cometas, galáxias),Estações do ano ,marés. Nicolau Copérnico, Galileu Galilei, Isaac Newton, a revolução dos astros e a formação do conhecimento humano. Método científico. Observação e experimentação (empirismo).Descrição das atividades integradoras: Após a realização da pesquisa e entendimento dos conteúdos citados serárealizado de forma interdisciplinar a construção do planetário.Estratégias para o desenvolvimento das atividades: Leitura, Observações, Pesquisa, Aulas informatizadas, Experimentos,Demonstrações, Relatórios, coletâneas, Construção de Painéis,Construção de - 128 -
  • Maquetes, Seminários, construção do planetário e divulgação dos resultadosatravés do jornal da escola.Metas e Resultados: Elevação da auto-estima e do desejo de pesquisar e conhecer dos alunos; Promover a cooperação e a interação entre os professores e aluno,assegurando a permanência dos mesmos no projeto; Elevar o nível de concentração e disciplina na execução das avaliações ; Construir com os estudantes os conceitos fundamentais dos conteúdos estudados em todas as disciplinas e suas aplicabilidades desenvolvendo uma consciência de preservação, respeito e responsabilidade com o meio em que vivemos garantindo a existência das espécies e a sobrevivência das gerações futuras.Avaliação: A avaliação será de forma interdisciplinar visando à promoção dodesenvolvimento progressivo das habilidades exigidas na elaboração dasatividades teóricas e práticas, podendo ser através de uma prova escrita contendoquestões de todas as disciplinas envolvidas. Professores envolvidos Disciplina CH semanal adicional*Airto Grassioli MatemáticaGilson L. Schaich Educação FísicaIvo Lauro Dill QuímicaJoão Hanauer Filosofia e HistóriaLeidimara Demozzi Língua EspanholaLúcia Muller Língua Portuguesa e LiteraturaMarines Schons ArtesMarli Machado Língua InglesaPaulinho de Araújo SociologiaRosangela Périco GeografiaRoseli Barp FísicaStelamar Carra Manto Biologia. - 129 -
  • 3ª OficinaTítulo da oficina:Clima da Região Oeste de Santa CatarinaAtividades Integradoras :Estudo do Clima da nossa regiãoConteúdos: Algarismos Significativos,Grandezas físicas, Medidas, Cinemática, Leis de Newton, Gravitação Universal, Hidrostática, Termometria, Termologia e Energia. Razões e proporções, Seqüências numéricas, Estatística, Funções, Matrizes e Trigonometria. Elementos Químicos, Composição química da água ,Reações químicas,Tipos de poluição e estudos dos gases. Influência do clima sobre as civilizações humanas ao longo da história, Revoluções do século XVIII e Clima e a história brasileira. Células, Componentes químicos, Fermentação, Fotossíntese e Reino Vegetal. Causas e conseqüências que influenciam e influenciaram nas mudanças climáticas. Análise e Produção de textos, charges, tiras. Hidrosfera, Fatores que interferem no clima, Tipos climáticos - Características e áreas de influências, Biomas terrestres.Descrição das atividades integradoras: Visita a estação meteorológica do município , Realizar um estudo sobre ocomportamento do clima baseado nos dados registrados pelo responsável daestação meteorológica, fazer uma pesquisa bibliográfica sobre as causas dasmudanças climáticas, realizar estudo sobre a incidência das chuvas, Construção - 130 -
  • de um barômetro, de um anemômetro, de um pluviômetro, simulador de tornados,captação da água e construção de painéis solares. Viagem de estudo - Curitiba- Pr. A fim de observar os diferentes biomas,formas de relevo, hidrografia e paisagens litorâneas (golfos, baias, ilhas,reestingas), observar as transformações causadas pela ação humana.Estratégias para o desenvolvimento das atividades: Leitura, Observações, Pesquisa de campo, Aulas informatizadas,Experimentos, Demonstrações, Relatórios, Painéis, Maquetes , Coletâneas,Seminários e divulgação dos resultados através do jornal da escola.Metas e Resultados: Construir com os estudantes os conceitos fundamentais dos conteúdosestudados em todas as disciplinas e suas aplicabilidades desenvolvendo umaconsciência de preservação, respeito e responsabilidade com o meio em quevivemos garantindo a existência das espécies e a sobrevivência das geraçõesfuturas.Avaliação: Terá função diagnóstica, será instrumento de reconhecimento doscaminhos percorridos e da identificação dos caminhos a serem seguidos dandoênfase a: Responsabilidade, Criatividade, Participação, empenho, pontualidade evalorização da auto-avaliação, o aluno construindo suas próprias respostas,sempre respeitando o ritmo individual de cada um. O aluno pode também seravaliado através de provas escritas, produção de textos, tiras , charges e artigospara o jornal. Professores envolvidos Disciplina CH semanal adicional*Airto Grassioli MatemáticaGilson L. Schaich Educação FísicaIvo Lauro Dill QuímicaJoão Hanauer Filosofia e História - 131 -
  • Leidimara Demozzi Língua EspanholaLúcia Muller Língua Portuguesa e LiteraturaMarines Schons ArtesMarli Machado Língua InglesaPaulinho de Araújo SociologiaRosangela Périco GeografiaRoseli Barp FísicaStelamar Carra Manto Biologia.4ª OficinaTítulo da Oficina:Conscientização da Degradação AmbientalAtividades integradoras – Temáticas e conteúdos: Recolha de Material Reciclável no Rio Guaramirim, e em sua nascente. Palestra sobre a situação de degradação ambiental do planeta, focando na Região do Extremo Oeste Catarinense, bem como o entorno da escola.Descrição das atividades integradoras: Caminhada ecológica pelos diferentes ambientes do entorno do espaço escolar. Auxiliar na produção de cartões com papel reciclado.Estratégias para o desenvolvimento das atividades: Seleção dos materiais encontrados na recolha e encaminhamento paraempresa processadora destes materiais.Metas e resultados: Produção e divulgação dos cartões produzidos durante o desenvolvimentodo projeto.Avaliação: - 132 -
  • Avaliação processual e contínua. Serão observados: participação,envolvimento em proposições, relacionamento do grupo e produção. Professores envolvidos Disciplina CH semanal adicional*Gilson L. Schaich Educação FísicaMarines Schons ArtesLúcia Muller Língua Portuguesa e LiteraturaRosangela Périco Geografia5ª OficinaTítulo da Oficina:Juventude e o Mundo do Trabalho.Conteúdos: O mundo do trabalho ao longo do tempo histórico (trabalho na Pré-História, Antiguidade, Idade Média, Idade Moderna e Idade Contemporânea). Teatro. Gêneros teatrais. Postura, desinibição. Ética no trabalho, Marxismo, Alienação no trabalho e na produção, fetichismo e coisificação, taylorismo, fordismo e toyotismo. Profissões que usam a química no seu dia a dia. A química no dia a dia de todas as profissões. Matemática financeira; Fontes de energia; Termologia; Leitura, análise e produção de textos.Atividades integradoras – Temáticas e Pesquisas teóricas sobre as exigências do mercado de trabalho Teatros representando as profissões e o mundo do trabalho Elaboração de painéis sobre o mundo do trabalho através dos tempos. Mini-Palestras - 133 -
  • Feira do trabalho Análise de filmes e músicas que retratem o mundo do trabalho.Descrição das atividades integradoras: Pesquisa teórica sobre as profissões – levantamento das preferências e aptidões profissionais dos alunos através de pesquisa. Cada aluno fará uma pesquisa teórica sobre a profissão escolhida. Seminário de apresentação- seminário onde o aluno irá demonstrar de forma prática o dia a dia da profissão escolhida. Mini-palestras- organização de mini-palestras com as profissões de destaque na atualidade. Elaboração de painéis sobre o mundo do trabalho ao longo da histórias- painel retratando o trabalho no decorrer do tempo histórico. Teatros- tendo como tema as profissões e o mundo do trabalho Visita a uma universidade regional- conhecer as oportunidades de formação profissional oferecidas pela região. Viagem de estudo- viagem de estudo a puc-porto alegre e Universidade de Santa Maria para que os alunos possam conhecer as oportunidades de formação superior.Estratégias para o desenvolvimento das atividades: Pesquisa teórica e de campo sobre o mercado de trabalho e as profissões Seminário Elaboração de painel Teatros Visitas de campo Viagens de estudoMetas e resultados: Oportunizar uma reflexão sobre as profissões e o mercado de trabalho. - 134 -
  • Auxiliar na tomada de decisões e escolha da profissão dos jovens que cursam o Ensino Médio Inovador. Conhecer através o projeto as oportunidades de formação profissional oferecidas na região e também no sul do Brasil. Buscar parcerias para inserção do jovem no mercado de trabalho através de estágios e projetos.Avaliação: A avaliação será contínua e diagnóstica, sendo avaliada a participação, ointeresse do aluno durante o desenvolvimento do projeto. Também será avaliada aparticipação no desenvolvimento do SEMINÁRIO, na ELABORAÇAO DO PAINELe teatros apresentados. Professores envolvidos Disciplina CH semanal adicional*Airto Grassioli MatemáticaGilson L. Schaich Educação FísicaIvo Lauro Dill QuímicaJoão Hanauer Filosofia e HistóriaLeidimara Demozzi Língua EspanholaLúcia Muller Língua Portuguesa e LiteraturaMarines Schons ArtesMarli Machado Língua InglesaPaulinho de Araújo SociologiaRosangela Périco GeografiaRoseli Barp FísicaStelamar Carra Manto Biologia.6ª OficinaTítulo da oficinaJornal da EscolaObservação: A oficina de produção do jornal da escola será permanente; sendo apublicação desse jornal trimestral, e as atividades serão desenvolvidas pelos - 135 -
  • alunos de 1º e 2º anos, de acordo com especificações na descrição das atividadesintegradoras.Atividades integradoras – temáticas e conteúdos O jornal é um veículo de comunicação, e as matérias publicadas incluemtipos e gêneros textuais diferentes, presentes no convívio social e na vida doaluno: artigos de opinião, poesias, notícias, regulamentos, acrósticos, charges,dicas (saúde, esporte, trabalho, vivências), recados, bilhetes, cartas, crônicas,contos, diários, receitas, entrevistas, histórias em quadrinhos, resenhas (livros,filmes), adivinhações, charadas, desafios matemáticos etc. O trabalho com diferentes gêneros textuais possibilita a aquisição decompetências de linguagem que precisam ser apropriadas pelo aluno, para quepossa exercer um papel na sociedade(nas práticas sociais). Ou seja, é atravésdos gêneros textuais que as pessoas participam de diferentes situações sociaisenvolvendo a linguagem, uma vez que usar uma língua passa por estar apto ausar os diferentes gêneros. Dessa forma, para a elaboração do jornal pretende-setrabalhar com os seguintes conteúdos: Leitura, análise e escritura de textos de diferentes gêneros; Gêneros textuais e competências socioeducativas; Classificação dos gêneros textuais; Intertextualidade entre gêneros textuais; Diferença entre tipo e gênero textual; Gênero literário e não literário; Organização do jornal;Descrição das atividades integradoras O trabalho com diversos gêneros textuais envolverá as diferentes área doconhecimento e a participação dos demais professores envolvidos na oficina. O trabalho de elaboração do jornal requer um conhecimento acerca dosgêneros textuais, especialmente os que aparecem com maior frequência nesteveículo de comunicação. Consequentemente, envolverá as diferentes áreas do - 136 -
  • conhecimento e a participação dos demais professores envolvidos noprojeto/oficina. Leitura e análise de textos de diferentes Gêneros (1º e 2º anos); Coletânea de textos pertencentes aos diversos gêneros pelos alunos (1º e 2º anos); Organização/ separação dos textos em caixas, conforme o gênero (1º e 2º anos); Análise de vários jornais locais para que os alunos estabeleçam as semelhanças e diferenças na diagramação, primeira página, manchetes e temáticas abordadas (1º ano e 2º ano); Promover a comparação dos jornais locais com o jornal escolar produzido no ano anterior (1º e 2º anos); Análise de músicas em que há o cruzamento de línguas para posterior produção (2º ano); Análise de textos publicitários que utilizam línguas estrangeiras e posterior produção (1º ano); Atividades de retextualização (1º ano); Coesão e coerência textual/ elementos coesivos (1º e 2º anos); Representação de textos através de fantoches (1º ano); Produção de tiras e charges (2º ano); Leitura, análise e produção de reportagens a partir das temáticas trabalhadas nas demais oficinas (2º ano); Produção e posterior publicação: Elaboração do jornal da escola (publicação bimestral), produzindo textos de diferentes gêneros que circulam através deste veículo de comunicação; Divulgação de algumas produções na rádio comunitária; Criação do Blog para publicação das produções. Reportagens, entrevistas e notícias a partir de pesquisas de campo de assuntos relacionados à comunidade, como: produção agrícola, clima - 137 -
  • da região, reciclagem e compostagem do lixo, envolvendo as demais componentes curriculares / oficinas;Estratégias para o desenvolvimento das atividades As atividades serão desenvolvidas de forma individual, em duplas ou grupais; De acordo com as atividades serão envolvidos professores das diversas áreas do conhecimento; Na elaboração do jornal da escola, algumas produções poderão ficar sob a responsabilidade de outras séries do colégio, visando o envolvimento da escola. No entanto, o trabalho final de seleção, revisão, digitalização e diagramação ficará sob a responsabilidade dos alunos do EMI; Nas publicações do jornal, farão parte produções resultantes das demais oficinas; Equipes de alunos ficarão com a responsabilidade de divulgar produções na rádio comunitária e no blog da escola; Para a coletânea de textos de diferentes gêneros textuais os alunos utilizarão a biblioteca e o laboratório de informática, bem como livros, revistas, jornais, e outros materiais disponibilizados pelo estabelecimento de ensino; Metodologia diversificada, devido à diversidade de textos.Metas e resultados Possibilitar a aquisição de competências de linguagem; Estimular o prazer pela leitura, considerando a interdisciplinaridade e a atuação de toda a escola nesse processo; Habilitar os alunos a participarem das demais práticas de linguagens encontradas nas diferentes práticas sociais; Compreender o gênero textual como uma construção textual e prática social; - 138 -
  • Produzir a partir das temáticas trabalhadas nas demais oficinas, desenvolvendo um trabalho a partir das ideias e conclusões dos alunos; Interpretar diferentes imagens, detalhes, breves mensagens de senso de humor e senso crítico, estimulando o raciocínio e a capacidade de ler nas entrelinhas.Avaliação Ocorrerá durante todo o processo de desenvolvimento da oficina,observando: coleta de informações, atividades de interpretação, de produção orale escrita e a interação entre todos nas diferentes situações. Professores envolvidos Disciplina CH semanal adicional*Airto Grassioli MatemáticaGilson L. Schaich Educação FísicaIvo Lauro Dill QuímicaJoão Hanauer Filosofia e HistóriaLeidimara Demozzi Língua EspanholaLúcia Muller Língua Portuguesa e LiteraturaMarines Schons ArtesMarli Machado Língua InglesaPaulinho de Araújo SociologiaRosangela Périco GeografiaRoseli Barp FísicaStelamar Carra Manto Biologia.7ª OficinaTítulo da Oficina: Reciclando com arteAtividades integradoras – Temáticas e conteúdos: Coleta e reutilização de materiais alternativosDescrição das atividades integradoras: - 139 -
  • Oficina artesanal com garrafas PETs; Transformação do papel em papel artesanal.Estratégias para o desenvolvimento das atividades: Seleção de materiais alternativos; Decomposição de papel em bacias ou tanques; Produção artesanal de pufs com garrafas PETs;Metas e resultados: Exposição dos pufs e do papel cartão finalizados.Avaliação: Avaliação processual e contínua. Serão observados: participação,envolvimento em proposições, relacionamento do grupo e produção. Professores envolvidos Disciplina CH semanal adicional*Marines Schons ArtesLúcia Muller Língua Portuguesa e LiteraturaRosangela Périco Geografia - 140 -
  • ANEXO III ESTADO DA SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SÃO MIGUEL SÃO MIGUEL DO OESTE – SC PROJETO DE LEITURA1. Tema: Sonhe, imagine, viaje através da leitura.2. Delimitação: Leitura por prazer.3. Problemática: A falta de leitura acarreta problemas ortográficos,desmotivação, dificuldades na produção textual oral e escrita, bem comofalta de informação e conhecimento.4. Objetivo geral: Despertar no aluno o gosto e o prazer pela leitura.4 a. Objetivos específicos:- Proporcionar diversas leituras para despertar o interesse por essa prática.- Possibilitar pequenos relatos orais ou escritos sobre os temas lidos.- Valorizar a leitura como fonte de informação e desenvolvimento dointelecto.- Levar o aluno a produzir textos de qualidade. - 141 -
  • - Desenvolver no aluno a organização lógica das idéias na oralidade e naescrita.- Proporcionar com a leitura momentos de prazer e socialização.5. Justificativa:Sabemos que a leitura é capaz de desenvolver a imaginação e a sensibilidadesendo grande fonte de conhecimento, atualização, prazer e criatividade,possibilitando a formação de um ser consciente, atuante e questionador.Considerando que os alunos, de uma maneira geral, não têm o hábito deleitura, e que isso é fundamental na vida, desenvolveu-se este projeto que oslevará a adquirir essa prática, proporcionando crescimento individual ecoletivo de todos os envolvidos no projeto.6. Universo da pesquisa:O objeto da proposta é despertar o aluno para o universo da leitura e daescrita.7. Procedimentos metodológicos:- As aulas de leitura acontecerão durante todo o ano letivo, semanalmente,sendo que os alunos trarão seu material e também o professor oportunizaráoutras fontes de leitura. Em situações em que o aluno não possui material deleitura disponível, poderá ler um livro didático.- Serão reservados alguns minutos no final da aula para divulgação do que foilido: comentário, declamação, contação, propaganda. - 142 -
  • -No início da aula, o professor fará a leitura e discussão, no grande grupo, deum texto previamente selecionado pelos professores, nas diferentes áreas doconhecimento.8. Cronograma:As aulas de leitura acontecerão semanalmente. Na primeira semana, nasegunda-feira, na 1ª aula; na 2ª semana, na segunda aula e assimsucessivamente.9. Equipe de trabalho:Participarão do projeto todos os professores, alunos e funcionários da escola.10. Avaliação:Observar o interesse do aluno pela leitura, bem como os resultadosapresentados na produção escrita e na oralidade. - 143 -
  • ANEXO IVESTADO DA SANTA CATARINASECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃOESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SÃO MIGUELSÃO MIGUEL DO OESTE – SC CALENDÁRIO ESCOLAR 2011 JANEIRO 2011 DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 FÉRIAS FEVEREIRO 2011 DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 Dias Úteis/Letivos – 20 DETE - 15 02 a 04/02 - Planejamento 07/02 - Início do Ano Letivo 15/02 - Feriado Municipal MARÇO 2011 DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Dias Úteis/Letivos – 21 DETE – 21 07 e 08 - Feriado Carnaval 09/03 – Entrega dos planos de curso 31/03 -Reunião Pedagógica (turno matutino) - 144 -
  • ABRIL 2011DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 23 4 5 6 7 8 910 11 12 13 14 15 1617 18 19 20 21 22 2324 25 26 27 28 29 30 Dias Úteis/Letivos – 19 DETE - 19 21/04 - Feriado Tiradentes; 22/04 -Feriado da Páscoa 29/04 -Término 1° bimestre MAIO 2011DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Dias Úteis/Letivos – 24 DETE - 24 07/05 - Conselho de Classe Participativo; 14/05 – Jantar e Homenagem às Mães. JUNHO 2011DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 2 3 45 6 7 8 9 10 1112 13 14 15 16 17 1819 20 21 22 23 24 2526 27 28 29 30 Dias Úteis/Letivos – 21 DETE - 21 01/06 – Reunião Pedagogógica – vespertino; 23 e 24/06 – Feriado Corpus Christi; 30/06 – Hora Cultural - Turmas pares. JULHO 2011DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 23 4 5 6 7 8 910 11 12 13 14 15 1617 18 19 20 21 22 2324 25 26 27 28 29 30 - 145 -
  • 31 Dias Úteis/Letivos – 15 DETE - 12 01/07 – Festa de Inverno; 15/07 -Término 1º semestre 16/07 – Conselho de Classe Participativo; 18/19 e 20 - Curso de formação para professores; 18 a 31/07 -Recesso para alunos; AGOSTO 2011DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Dias Úteis/Letivos – 24 DETE - 24 01/08 - Início 2º semestre 08 a 12 – semana do estudante 13/08 – Jantar com Bingo e homenagem aos pais SETEMBRO 2011DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Dias Úteis/Letivos – 20 DETE -20 07/09 - Desfile da Independência 13/09 Reunião Pedagógica - noturno 14/09 Feira escolar de Ciências 29 e 30/09 – Feriado Municipal 30/09 – Encerramento 3° bimestre e Festival da canção. OUTUBRO 2011DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Dias Úteis/Letivos – 20 DETE - 20 - 146 -
  • 07/10 conselho de classe 10 e 11 – Festival de poesia e teatro 12/10 – Feriado Nossa S. Aparecida – Dia da Criança 26/10 – Reunião Pedagógica (Turno Mat) NOVEMBRO 2011DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 2 3 4 56 7 8 9 10 11 1213 14 15 16 17 18 1920 21 22 23 24 25 2627 28 29 30 Dias Úteis/Letivos – 19 DETE - 19 02/11 – Feriado Finados 11/11 – Reunião Pedagógica - matutino 14 e 15/11 – Feriado Proclamação da República DEZEMBRO 2011DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB 1 2 34 5 6 7 8 9 1011 12 13 14 15 16 1718 19 20 21 22 23 2425 26 27 28 29 30 21 Dias Úteis/Letivos – 17 DETE - 10 07 a 13/12 – Recuperação 09/12 – Último dia de aula 14 a 19/12 – Exames 20/12 -Conselho de Classe 21/12 – Formatura 3° anos EM 23/12 – Encerramento do Ano Letivo Resumo: Dias letivos: 220 - DETE: 205 - 147 -
  • ANEXO V ESTADO DA SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SÃO MIGUEL SÃO MIGUEL DO OESTE – SC Programa Educação Ambiental - Com-VidaO que é o programa: A Com-Vida – Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida é umespaço educador sustentável que potencializa as ações de educação ambientalem escolas do ensino fundamental e de ensino médio. As dinâmicas, vivências,pesquisas e exposição de saberes e práticas compartilhadas na Comissãofavorecem a aprendizagem de temas ambientais e contribuem para oenfrentamento de práticas relacionadas ao desperdício, degradação econsumismo.Objetivo: Fomentar um espaço estruturante e permanente na comunidade escolarpara realização de ações voltadas à melhoria do meio ambiente e da qualidadede vida, à comunicação interescolar e à integração com as comunidades locais,com base no processo global e nacional de Agenda 21, capaz de propiciar umcotidiano escolar participativo, democrático e sustentável. - 148 -
  • ANEXO VI ESTADO DA SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SÃO MIGUEL SÃO MIGUEL DO OESTE – SC ACORDO DE CONVIVÊNCIA – COM VIDADEFINIÇÃO E OBJETIVO GERALA Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola – Com-Vida é umaorganização na escola. Tem por objetivo geral construir a Agenda 21 na escola.OBJETIVOS ESPECÍFICOS Acompanhar a Educação Ambiental na escola; Organizar a Conferência de Meio Ambiente na Escola; Promover intercâmbio com Com-Vida das escolas de seu município, região ou estado.COMPOSIÇÃOA Com-Vida é composta por estudantes, professores, funcionários e membros dacomunidade que participam do Ensino Médio Inovador, do curso ProcessoFormativo em Educação Ambiental: Escolas Sustentáveis e Com-Vida e outrosconvidados interessados no tema.FORMAS DE ORGANIZAÇÃOPara garantir seu funcionamento, a Com-Vida se organiza com um NúcleoMobilizador.O Núcleo Mobilizador coordena e orienta a execussão das atividades. É compostopor 04 (quatro) pessoas que fazem parte da Com-Vida, sendo: - 149 -
  • 03 (dois) estudantes – delegado ou delegada e suplente eleitos na Conferência do Meio Ambiente na Escola. Fernanda Benedetti, Alana Fabíola da Silva e Aline Tosin. 01 (um) professor ou funcionário escolhido pela Com-Vida. Stelamar Carra Manto 01 (um) membro da comunidade escolhido pela Com-Vida. Roseli Gava BarpNesse núcleo, o delegado ou a delegada e o suplente deverão exercer a funçãode facilitadores.A Com-Vida terá vigência de dois anos, mudando a cada Conferência de MeioAmbiente na Escola.RESPONSABILIDADES E FORMA DE FUNCIONAMENTOÉ responsabilidade da Com-Vida cumprir com os objetivos definidoscoletivamente.A Com-Vida se reunirá de acordo com as datas definidas para a construção daAgenda 21 na Escola e para orgnizar a Conferência de Meio Ambiente na Escola,ou extraordináriamente, quando necessário.É responsabilidade do Núcleo Mobilizador: Convidar, organizar e coordenar os participantes da Com-Vida; Zelar pelo cumprimento de todas as atividades planejadas; Divulgar as atividades, os resultados e as conquistas na comunidade escolar; Facilitar a comunicação entre os membros do Com-Vida; Promover a interação com Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida de outras escolas; - 150 -
  • Dialogar com experiências já existentes na escola e na comunidade, interagindo, para isso, com a direção escolar, o Grêmio, o Conselho Escolar, A Associação de Pais e Mestres, entre outras; Buscar parcerias para viabilizar as atividades; Fazer o registro de suas atividades. O Núcleo Mobilizador se reunirá regularmente durante o ano letivo a cada 15 dias, ou quando necessário.A escola providenciará infra-estrutura para facilitar as atividades da Com-Vidaespaço para reuniões, horário para utilização de equipamentos, arquivos, matériasetc.Esse acordo de convivência é reconhecido e apoiado pela direção escolar.DataEscolaMunicípio e UFAssinatura da Direção da Escola Assinatura de representante doNúcleo Mobilizador - 151 -