Hd03 RevoluçãO Industrial

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Material organizado para um curso básico de História do Design

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  • ANOTAÇÕES 01A LEITURAS RECOMENDADAS: 01ª DESIGN...CONCEITOS TEXTOS DE APOIO ESPM RJ Design Gráfico HISTÓRIA DO DESIGN -  DSGS1A Prof. Valdir Soares DESIGN ...CONCEITOS O Design , ...sua prática nos últimos anos, passa a exigir que a qualificação profissional, antes com o foco no patamar estritamente operacional do projeto, desenvolva ações também no nível estratégico de uma organização. O " fazer " do Design para bens e serviços, de produtos à programação visual dos elementos constituintes da identidade visual de um empreendimento, do tratamento visual da informação dos serviços de uma empresa, produtos, impressos e imagens virtuais , segue como conteúdo do perfil profissional do Designer mas, outras exigências, vão sendo apontadas como: « ...elemento dinamizador para administradores; elemento diferenciador entre concorrentes; peça chave no incremento das vendas para o pessoal de marketing e parte fundamental do motor  do avanço tecnológico... » (PUERTO, H.B. Design e Inovação Tecnológica , Salvador, IEL-Prog. Bahia Design, 1999.) ¨O " IDEO " um dos maiores escritórios de Design , no Estados Unidos, pesquisando sobre a busca de empresas que, mesmo possuindo seus setores de Design , buscavam externamente a contratação desses serviços apontou que: « ...condensamos as respostas em quatro razões principais: ...capacidade, ...velocidade, ...especializações fora de suas atividades principais. E a quarta era inovação. » ( KELLEY, T. A Arte da Inovação , São Paulo, Futura, 2001) ¨Para definir Design , o que é  ...enfrenta-se dificuldades variadas e contraditórias. Contudo, o serviço que se espera que o Designer cumpra, na maioria das vezes, é mais objetivo exigindo competência profissional ( capacidade e a devida especialização ), tempos exíguos para apresentação e um diferencial das soluções ( velocidade e inovação ).  Daí, um dos compromisso pedagógico com a formação dos futuros profissionais transita na esfera de discutir e procurar denominadores comuns, que forneçam a devida segurança de, no futuro, marcarem sua posição no mercado de trabalho, sem levarem questões dúbias para as negociações, provavelmente preexistentes, no repertório dos clientes. « ..Design ?  É...design ! » ( STRUNCK, G., Viver de Design , Rio, 2AB,1999) ¨« ..Designer gráfico é um termo relativamente novo para designar um profissional. Usava-se artista gráfico até alguém falar que o trabalho de desenhar logotipos, cartazes, folhetos, embalagens, livros é design e que design não é arte.  Daí, designer gráfico. ...afinal quais os limites do design gráfico ? » ( OHTAKE, R. O que é ser designer gráfico hoje ?  in: Revista ADG - Revista da Assoc. dos Designers GráficosBrasil, São Paulo, n º 27, Fevereiro, 2003, p. 78-79 .  ver também:  ESCOREL, A. L. O Efeito Multiplicador do Design , São Paulo, Ed.SENAC, 2000 ).¨ « ...Num mercado globalizado, são fatores decisivos para o sucesso de uma empresa a credibilidade de sua imagem e a qualidade de seus produtos e serviços que ela oferece ...nos últimos anos os investimentos voltados para a área de design deixaram de ser uma questão de estética e se tornaram uma questão estratégica para sobrevivência das organizações....Entende-se por design a melhoria dos aspectos funcionais, ergonômicos e visuais dos produtos, de modo a atender às necessidades do consumidor, melhorando o conforto, a segurança e a satisfação dos usuários. » ( CNI - Bahiana,C., A Importância do Design para sua Empresa , Brasília -DF, 1998. Ver também: BAXTER, M. Projeto de Produto , São Paulo, Ed.E.Blucher, 1998  e  LOBACH, B. Design Industrial , São Paulo, Ed.E.Blucher, 2000, do qual, parte do texto foi aqui anexado.) ¨O Desenho industrial Design , em seus dois grandes blocos de habilitação Programação Visual Design Gráfico   e  o Projeto de Produto Design Industrial , vão encontrar posicionamentos conceituais sobre o que é Design na literatura que, hoje, vai do campo da Arte ao das Engenharias, passando pela Comunicação, Antropologia, Economia, Sociologia e Direito, cada qual emprestando suas reflexões de forma positiva, ou não,  à aqueles que estarão no  " front ", disputando seu espaço no mercado de trabalho.¨ « ...A Ciência do Designer encontra-se definida em função produtiva, tecnológica como no caso do tecnólogo.  Mas, a Tecnologia do Designer encontra-se definida em função estética, o que faz que essa ação estética seja também tecnológico-científica.  A Ciência, a Tecnologia e a Arte integradas unitária, orgânica e sinergeticamente no ato produtor do Design, permitem denominar este com o neologismo: O PROJETAR ou  ATO ´POIETICO`. Querer fazer do Design uma atividade exclusivamente tecnológica ou artística é não compreender seu sentido.   O Design é um ato distinto, próprio, integrado, científico-tecnológico-estético: Uma tecnologia-estética-opera-cional ou uma operação-estético-tecnológica ´sui generis`. »  ( apud. PUERTO, 1999   DUSSEL, E.  La Filosofia de la Producción , México, UNAM, 1984 ato poiético , do gr. Poiesis é a atividade produtiva fabricativa, que é dirigida ao trabalho da natureza, como produção dos homens livres, dos artesãos ou dos escravos; relacionada à arte, à semiótica e ao Design .). Os textos, em anexo, vão nos remeter à algumas reflexões como -  Por que? e Para que ? - estudar a História do Design bem como, o que é produzir e como organizar o conhecimento acumulado, no sentido de estimular e subsidiar a práxis do Design.  DENIS, Rafael C. UMA INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DO DESIGN . São Paulo, E Blücher, 2000 / História e design, p. 12 a 15 / A natureza do design, p. 16 – 18 SOUZA, Pedro Luiz Pereira de. NOTAS PARA UMA HISTÓRIA DO DESIGN . Rio de Janeiro, 2AB, 1998 / Introdução, p. 09 a 12 HÜHNE, L. M.(org.) METODOLOGIA CIENTÍFICA – Cadernos de Textos e Técnicas . Rio de Janeiro, Agir, 6a. ed. 1995 / Apresentação, p. 11 e 12 / O Ato de Estudar, p. 13 – 20 / A Organização do Trabalho Acadêmico p. 21, 44 - 54, 64 e 65.
  • Hd03 RevoluçãO Industrial

    1. 1. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL 03
    2. 2. ...estórias da história e do design <ul><li>a historiografia “ oficial ” do Design cria matrizes de interpretação sobre sua origem. </li></ul><ul><li>são matrizes , de origem inglesa ou americana , viciadas como nos textos de: </li></ul><ul><li>READ,1934; MUNFORD, 1934; PEVSNER, 1936; GIEDEON, 1941 , etc. </li></ul>
    3. 3. ...estórias da história e do design <ul><li>para PEVSNER , MUNFORD e READ , ... o debate, final do séc. XIX e séc. XX, exalta as relações: arte e indústria arte e técnica , como incidente sobre a arquitetura moderna. </li></ul><ul><li>...concedem à arquitetura uma duvidosa posição de “ unidade de todas as artes ” </li></ul>
    4. 4. ...estórias da história e do design <ul><li>o Design seria uma relação de influências recíprocas entre alguns conceitos estéticos e formais , protagonizado por algumas personalidades : RUSKIN, MORRIS, VAN DE VELDE, GROPIUS... </li></ul>
    5. 5. ...estórias da história e do design <ul><li>O Design seria influenciado também por algumas contribuições de inovações tecnológicas e recursos energéticos ... vapor, eletricidade, transportes, telégrafo. </li></ul>Mas, ...de onde vieram essas idéias ?
    6. 6. ...estórias da história e do design <ul><li>o caráter fragmentado ... da historiografia oficial , mascara as contradições: </li></ul><ul><li>- desenvolvimento das forças produtivas (máquinas, sistemas de produção) ; </li></ul><ul><li>- e as relações sociais de produção (trabalho,consumo) </li></ul>
    7. 10. ...estórias da história e do design
    8. 11. ...estórias da história e do design <ul><li>a História do Design ... não é linear </li></ul><ul><li>o processo de desenvolvimento da sociedade e do modo de produção capitalista ...remete à </li></ul><ul><ul><li>“ uma consciência social e cultural da técnica... </li></ul></ul><ul><ul><li>e do design ” , </li></ul></ul><ul><li>como resultado de um desenvolvimento autônomo (SOUZA,1998, p. 11) </li></ul>
    9. 12. ...estórias da história e do design <ul><li>o Design é contraditório ...de um lado a PERMANÊNCIA > racionalidade , e de outro, a MUDANÇA > o mercado . </li></ul><ul><li>o Design ...é apresentado como recurso para artistas e arquitetos superarem problemas com uma “ suposta industrialização brutal ” </li></ul>
    10. 13. ...estórias da história e do design <ul><li>o Design ...se estabelece mais por formas de ensino do que pelas práticas; </li></ul><ul><li>inclui no seu discurso, como programa: </li></ul><ul><ul><li>apelo à ordem, </li></ul></ul><ul><ul><li>à racionalidade, </li></ul></ul><ul><ul><li>ao método, </li></ul></ul><ul><ul><li>à contribuições no desenvolvimento de novas formas de produção e consumo </li></ul></ul>
    11. 14. ...estórias da história e do design “ Nada há de romântico nem na história das cidades nem na da arquitetura e menos ainda do design ...é uma distorção a ser corrigida das historiografias oficiais “ (SOUZA, 1998, p.11) E, ...como tudo começou ?
    12. 15. ...estórias da história e do design ◄ ... 1600 1650 1700 1750 1800 1850 ... ► Reis, Rainhas, Castelos, Guerras, Descobertas Utensílios, Vestimentas, Informações, Máquinas ... REVOLUÇÃO INDUSTRIAL !
    13. 16. ...estórias da história e do design Valorização do Ser Humano , Colocado no centro de todos os tipos de ação. Acumulação de Capital como fator de motivação. Grandes consórcios de empresas privadas. Arsenal de Veneza , primeira fábrica a usar o sistema de linha de montagem. Separação entre os papéis do empreendedor e do empregado . Maquiavel publica “ O Príncipe ”, primeiro manual para executivos. a Contabilidade como procedimento é aperfeiçoado. Surgimento da hierarquia enxuta do Protestantismo. Administração começa a tornar-se área do Conhecimento. no...RENASCIMENTO
    14. 17. TRANSPORTES
    15. 18. Estrutura de colaboração e coordenação entre cidades-estados . Formação de uma classe de dirigentes profissionais , os reis-sacerdotes. Planejamento de longo prazo. Formação de uma classe de funcionários públicos . Administração de grandes projetos de construção. Exércitos profissionais especializados. Legislações . REVOLUÇÃO URBANA Surgimento das cidade e estados .
    16. 19. FÁBRICAS...
    17. 20. ...estórias da história e do design <ul><li>Doutrina Social da Igreja . </li></ul><ul><li>Substituição do artesão pelo Operário Especializado . </li></ul><ul><li>Darwinismo Social . </li></ul><ul><li>Invenção das Fábricas . </li></ul><ul><li>consolidam-se Área do Conhecimento , engenharia, administração, etc </li></ul><ul><li>Crescimento das Cidades , originando novas necessidades de administração pública. </li></ul><ul><li>Primeiras experiências práticas com a Moderna Administração de Empresas . </li></ul><ul><li>Surgimento dos Sindicatos . </li></ul><ul><li>Marxismo . </li></ul>REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
    18. 21. ...estórias da história e do design 1851 é um dos referenciais... para situar o Design no contexto histórico. O Palácio de Cristal , projeto de um jardineiro da corte inglesa, abrigaria a primeira Grande Feira / Exposição da indústria da época ...uma das estratégias fundamentais para o progresso da industrialização
    19. 22. ...estórias da história e do design <ul><li>O PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO </li></ul><ul><li>Iniciativas... </li></ul><ul><li>de aceleração do desenvolvimento pelos governos, </li></ul><ul><li>expansão da empresa industrial </li></ul><ul><li>com medidas de: </li></ul><ul><li>libertação dos escravos ; </li></ul><ul><li>abolição dos privilégios medievais (associações e municipalidades) </li></ul><ul><li>retirada ou redução dos pedágios nos rios e estradas; </li></ul><ul><li>criação de moedas fortes (com base no ouro ou prata); </li></ul>
    20. 23. ...estórias da história e do design <ul><li>INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA </li></ul><ul><li>O crescimento do comércio no período medieval foi da maior importância...assim como: </li></ul><ul><li>evolução das especializações da mão de obra; </li></ul><ul><li>oficinas para atender aos gostos sofisticados das cortes, igrejas e ricos comerciantes; </li></ul><ul><li>exigências de duplicação ou repetição de modelos originados no artesanato; </li></ul><ul><li>as fronteiras entre artesão e artistas tornam-se tênues; </li></ul><ul><li>Século XVI (1500) a Itália e a Alemanha vêem a necessidade de criar livros de padrões ; </li></ul>
    21. 24. ...estórias da história e do design <ul><li>INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA </li></ul><ul><li>...de igual importância também: </li></ul><ul><li>os padrões de formas , elementos decorativos, as padronagens e motivos; </li></ul><ul><li>Século XVII (1600) ...o centro de comércio da Europa se desloca do Mediterrâneo para o litoral do Atlântico; </li></ul><ul><li>governos monárquicos centralizados, nações-Estado se estabelecem (Luis XIV – França); </li></ul><ul><li>patronatos de artistas e artesãos são apoiados pelas cortes; </li></ul>
    22. 25. ...estórias da história e do design <ul><li>INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA </li></ul><ul><li>...de igual importância também: </li></ul><ul><li>em Gobelins , 1667 , produção de tapeçaria, marcenaria e metais finos...e, uma escola, abriga e treina 70 aprendizes; </li></ul><ul><li>a porcelana da China provoca a busca de melhor qualidade da cerâmica produzida na Europa; </li></ul><ul><li>1720, em Meissen , o grão-duque da Saxônia, funda uma manufatura e estimula a pesquisa da qualidade do material e seus produtos; </li></ul><ul><li>a cerâmica era um complemento para a vida da corte, os produtos de maior requinte ainda exigiam a intervenção do artesão ; </li></ul>
    23. 26. ...estórias da história e do design <ul><li>INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA </li></ul><ul><li>...de igual importância também: </li></ul><ul><li>e... novos mercados , com o café, o chá e o chocolate nas classes médias em ascensão ampliavam o uso da porcelana ; </li></ul><ul><li>a qualidade artística do trabalho se deteriora sob a pressão da produção em larga escala; </li></ul><ul><li>A Revolução Francesa , como marco ou colapso do sistema absolutista de governo...exigirá competitividade nas manufaturas ; </li></ul><ul><li>A Inglaterra do Século XVIII é um terreno fértil para novos empreendimentos ...” o dinheiro não só </li></ul><ul><li>fala como governa ” (Eric Hobsbawn) </li></ul>
    24. 27. ...estórias da história e do design <ul><li>INDUSTRIALIZAÇÃO...EVOLUÇÃO GRADATIVA </li></ul><ul><li>...de igual importância também: </li></ul><ul><li>as miudezas do comércio , fivelas, presilhas e encaixes, de Matthew Boulton , em 1759 é um exemplo da produção mecanizada; </li></ul><ul><li>1763, Wedgwood produzia uma cerâmica em dois segmentos – úteis e ornamentais – e já esboçava fortes estratégias de marketing; </li></ul><ul><li>em 1773 lança um catálogo em inglês, francês e holandês, anunciando seus produtos úteis (Wedgwood); </li></ul>
    25. 28. ...estórias da história e do design <ul><li>A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL... </li></ul><ul><li>...características de importância: </li></ul><ul><li>a mecanização em segmentos fabris como têxteis, aço, cerâmica; </li></ul><ul><li>a indústria de móveis, armas e joalheria ainda reservavam-se o direito a uma forte intervenção do artesão ; </li></ul><ul><li>a produção comercializada apropria-se de formas e valores do passado , modifica-os, tornando-os mais acessíveis a um público maior; </li></ul><ul><li>design e industrialização ...pontos de conflito; </li></ul><ul><li>“ os produtos eram disfarçados...não embelezados ” </li></ul>
    26. 29. ...estórias da história e do design <ul><li>O PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO </li></ul><ul><li>mais medidas... </li></ul><ul><li>criação de um banco central ; </li></ul><ul><li>construção de obras públicas , portos, etc; </li></ul><ul><li>aplicação de tarifas aduaneiras ; </li></ul><ul><li>estabelecimento de um código naval ; </li></ul><ul><li>recrutamento de operários especializados estrangeiros ; </li></ul><ul><li>proibição da exportação de mão de obra, máquinas e desenhos ; </li></ul><ul><li>subsídios à produção industrial e promoção da exportação; </li></ul>
    27. 30. ...estórias da história e do design <ul><li>O PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO </li></ul><ul><li>Mais medidas... </li></ul><ul><li>regulamentação dos custos de fretes em trens e canais; </li></ul><ul><li>fundação de institutos técnicos ; </li></ul><ul><li>e, realização de exposições industriais . </li></ul>
    28. 31. ...estórias da história e do design <ul><li>A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL... </li></ul><ul><li>...características de importância para o Design: </li></ul><ul><li>Século XIX , fundação do “ Journal of Design ” por Henry Cole começa a levantar as </li></ul><ul><li>...questões conceituais da atividade ; </li></ul><ul><li>“ O design tem uma relação dupla, ...uma estrita referência à utilidade na coisa desenhada; e, ...ao embelezamento dessa utilidade .” </li></ul>
    29. 32. <ul><li>“ Design...é projeto </li></ul><ul><li>de produtos que utilizem processos... </li></ul><ul><li>decorrentes do desenvolvimento tecnológico...” (SOUZA,1998, p.9) </li></ul>...estórias da história e do design <ul><li>“ Design é uma área de conhecimento autônomo. </li></ul><ul><li>não depende ou decorre da arquitetura ou arte. </li></ul><ul><li>consciência social e cultural da técnica e do design resulta de um desenvolvimento próprio, </li></ul><ul><li>...influenciado pelo modo de produção capitalista.” </li></ul><ul><li>(SOUZA,1998, p.20) </li></ul>
    30. 33. <ul><li>Design Industrial , ...de Produto ou Projeto de Produto </li></ul><ul><li>atividade criativa </li></ul><ul><li>objetivo... determinar propriedades formais </li></ul><ul><li>objetos produzidos industrialmente . </li></ul><ul><li>características exteriores </li></ul><ul><li>relações estruturais e funcionais </li></ul><ul><li>coerente , ...do ponto de vista do produtor </li></ul><ul><li>e , ... do consumidor. </li></ul><ul><li>abrange todos os aspectos do ambiente humano condicionado pela produção industrial.” </li></ul><ul><li>(veja : ICSID - International Council of Societies of Industrial Design) </li></ul>...estórias da história e do design
    31. 34. <ul><li>Design Gráfico , Visual ou Programação Visual </li></ul><ul><li>atividade técnica e criativa , </li></ul><ul><li>produção de imagens , </li></ul><ul><li>análise , organização e métodos de apresentação de soluções visuais </li></ul><ul><li>problemas de comunicação visual </li></ul><ul><li>(veja : ICOGRADA- International Council of Graphic Design Associations) </li></ul>...estórias da história e do design
    32. 35. Algumas referências... <ul><li>SOUZA, Pedro L. de. Notas para uma História do Design, Rio, 2AB, 1998, </li></ul><ul><li>HESKETT, J. Desenho Industrial, Rio, J.Olympio, 1997 , p. 7 – 69. </li></ul><ul><li>HOLLIS, R. Design Gráfico, S.Paulo, M.Fontes, 2001 , p. 1-19. </li></ul><ul><li>DENIS, R.C. Uma Introdução à História do Design, S.Paulo, E. Blücher, 2000. </li></ul><ul><li>http://www.historywiz.com/indrevimage.htm </li></ul><ul><li>http://members.aol.com/TeacherNet/Industrial.html </li></ul><ul><li>http://studystop.thehistorychannel.co.uk/site/fromTHC.htm </li></ul><ul><li>http://www.bartleby.com/65/in/IndustR.html </li></ul><ul><li>http://www.culturabrasil.pro.br/revolucaoindustrial.htm </li></ul><ul><li>HENDERSON, W. O. The Industrialization of Europe, 1780–1914 (1969); </li></ul><ul><li>DIETZ, F. C. The Industrial Revolution (1927, repr. 1973); </li></ul><ul><li>ASHTON, T. S. The Industrial Revolution (1948); </li></ul><ul><li>HARTWELL, R. M., The Industrial Revolution and Economic Growth (1971); </li></ul><ul><li>OSBORNE, J. W. The Silent Revolution: The Industrial Revolution in England as a Source of Cultural Change (1970); </li></ul><ul><li>STEARNS, P. N. The Impact of the Industrial Revolution (1972); </li></ul><ul><li>BRACEGIRDLE, B. et al. The Archaeology of the Industrial Revolution (1973). </li></ul>

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