Hd01 Conceitos

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Material organizado para um curso básico de História do Design

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  • ANOTAÇÕES 01A LEITURAS RECOMENDADAS: 01ª DESIGN...CONCEITOS TEXTOS DE APOIO ESPM RJ Design Gráfico HISTÓRIA DO DESIGN -  DSGS1A Prof. Valdir Soares DESIGN ...CONCEITOS O Design , ...sua prática nos últimos anos, passa a exigir que a qualificação profissional, antes com o foco no patamar estritamente operacional do projeto, desenvolva ações também no nível estratégico de uma organização. O " fazer " do Design para bens e serviços, de produtos à programação visual dos elementos constituintes da identidade visual de um empreendimento, do tratamento visual da informação dos serviços de uma empresa, produtos, impressos e imagens virtuais , segue como conteúdo do perfil profissional do Designer mas, outras exigências, vão sendo apontadas como: « ...elemento dinamizador para administradores; elemento diferenciador entre concorrentes; peça chave no incremento das vendas para o pessoal de marketing e parte fundamental do motor  do avanço tecnológico... » (PUERTO, H.B. Design e Inovação Tecnológica , Salvador, IEL-Prog. Bahia Design, 1999.) ¨O " IDEO " um dos maiores escritórios de Design , no Estados Unidos, pesquisando sobre a busca de empresas que, mesmo possuindo seus setores de Design , buscavam externamente a contratação desses serviços apontou que: « ...condensamos as respostas em quatro razões principais: ...capacidade, ...velocidade, ...especializações fora de suas atividades principais. E a quarta era inovação. » ( KELLEY, T. A Arte da Inovação , São Paulo, Futura, 2001) ¨Para definir Design , o que é  ...enfrenta-se dificuldades variadas e contraditórias. Contudo, o serviço que se espera que o Designer cumpra, na maioria das vezes, é mais objetivo exigindo competência profissional ( capacidade e a devida especialização ), tempos exíguos para apresentação e um diferencial das soluções ( velocidade e inovação ).  Daí, um dos compromisso pedagógico com a formação dos futuros profissionais transita na esfera de discutir e procurar denominadores comuns, que forneçam a devida segurança de, no futuro, marcarem sua posição no mercado de trabalho, sem levarem questões dúbias para as negociações, provavelmente preexistentes, no repertório dos clientes. « ..Design ?  É...design ! » ( STRUNCK, G., Viver de Design , Rio, 2AB,1999) ¨« ..Designer gráfico é um termo relativamente novo para designar um profissional. Usava-se artista gráfico até alguém falar que o trabalho de desenhar logotipos, cartazes, folhetos, embalagens, livros é design e que design não é arte.  Daí, designer gráfico. ...afinal quais os limites do design gráfico ? » ( OHTAKE, R. O que é ser designer gráfico hoje ?  in: Revista ADG - Revista da Assoc. dos Designers GráficosBrasil, São Paulo, n º 27, Fevereiro, 2003, p. 78-79 .  ver também:  ESCOREL, A. L. O Efeito Multiplicador do Design , São Paulo, Ed.SENAC, 2000 ).¨ « ...Num mercado globalizado, são fatores decisivos para o sucesso de uma empresa a credibilidade de sua imagem e a qualidade de seus produtos e serviços que ela oferece ...nos últimos anos os investimentos voltados para a área de design deixaram de ser uma questão de estética e se tornaram uma questão estratégica para sobrevivência das organizações....Entende-se por design a melhoria dos aspectos funcionais, ergonômicos e visuais dos produtos, de modo a atender às necessidades do consumidor, melhorando o conforto, a segurança e a satisfação dos usuários. » ( CNI - Bahiana,C., A Importância do Design para sua Empresa , Brasília -DF, 1998. Ver também: BAXTER, M. Projeto de Produto , São Paulo, Ed.E.Blucher, 1998  e  LOBACH, B. Design Industrial , São Paulo, Ed.E.Blucher, 2000, do qual, parte do texto foi aqui anexado.) ¨O Desenho industrial Design , em seus dois grandes blocos de habilitação Programação Visual Design Gráfico   e  o Projeto de Produto Design Industrial , vão encontrar posicionamentos conceituais sobre o que é Design na literatura que, hoje, vai do campo da Arte ao das Engenharias, passando pela Comunicação, Antropologia, Economia, Sociologia e Direito, cada qual emprestando suas reflexões de forma positiva, ou não,  à aqueles que estarão no  " front ", disputando seu espaço no mercado de trabalho.¨ « ...A Ciência do Designer encontra-se definida em função produtiva, tecnológica como no caso do tecnólogo.  Mas, a Tecnologia do Designer encontra-se definida em função estética, o que faz que essa ação estética seja também tecnológico-científica.  A Ciência, a Tecnologia e a Arte integradas unitária, orgânica e sinergeticamente no ato produtor do Design, permitem denominar este com o neologismo: O PROJETAR ou  ATO ´POIETICO`. Querer fazer do Design uma atividade exclusivamente tecnológica ou artística é não compreender seu sentido.   O Design é um ato distinto, próprio, integrado, científico-tecnológico-estético: Uma tecnologia-estética-opera-cional ou uma operação-estético-tecnológica ´sui generis`. »  ( apud. PUERTO, 1999   DUSSEL, E.  La Filosofia de la Producción , México, UNAM, 1984 ato poiético , do gr. Poiesis é a atividade produtiva fabricativa, que é dirigida ao trabalho da natureza, como produção dos homens livres, dos artesãos ou dos escravos; relacionada à arte, à semiótica e ao Design .). Os textos, em anexo, vão nos remeter à algumas reflexões como -  Por que? e Para que ? - estudar a História do Design bem como, o que é produzir e como organizar o conhecimento acumulado, no sentido de estimular e subsidiar a práxis do Design.  DENIS, Rafael C. UMA INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DO DESIGN . São Paulo, E Blücher, 2000 / História e design, p. 12 a 15 / A natureza do design, p. 16 – 18 SOUZA, Pedro Luiz Pereira de. NOTAS PARA UMA HISTÓRIA DO DESIGN . Rio de Janeiro, 2AB, 1998 / Introdução, p. 09 a 12 HÜHNE, L. M.(org.) METODOLOGIA CIENTÍFICA – Cadernos de Textos e Técnicas . Rio de Janeiro, Agir, 6a. ed. 1995 / Apresentação, p. 11 e 12 / O Ato de Estudar, p. 13 – 20 / A Organização do Trabalho Acadêmico p. 21, 44 - 54, 64 e 65.
  • Hd01 Conceitos

    1. 1. Conhecimento Histórico e... ...outros conceitos 01
    2. 2. História do Design ...algumas anotações <ul><li>00 Apresentação </li></ul><ul><li>01 Conceitos </li></ul><ul><li>02 Premissas </li></ul><ul><li>03 Revolução Industrial </li></ul><ul><li>04 Movimentos de Reforma </li></ul><ul><li>05 Movimentos de Vanguarda </li></ul><ul><li>06 Movimentos de Vanguarda (cont.) </li></ul><ul><li>07 Movimento Moderno: Bauhaus </li></ul><ul><li>08 Pós-Guerra...EUA </li></ul><ul><li>09 Pós-Guerra...Ulm/Alemanha </li></ul><ul><li>10 Design Brasil </li></ul>
    3. 3. Procedimentos didáticos em ciência, e...na Hist ó ria do Design <ul><li>LEITURA </li></ul><ul><li>AN Á LISE DE TEXTOS </li></ul><ul><li>SEMINÁRIOS </li></ul><ul><li>PESQUISA BIBLIOGRÁFICA </li></ul><ul><li>PREPARAÇÃO DE RESUMOS </li></ul><ul><li>APRESENTAÇÕES ORAIS </li></ul>
    4. 4. Leitura , com que objetivo, qual o assunto, o significado, qual a critica ? Vamos considerar: <ul><li>o titulo da obra </li></ul><ul><li>a data de publicação </li></ul><ul><li>a &quot;orelha&quot; ou contracapa </li></ul><ul><li>o índice ou sumário </li></ul><ul><li>a introdução, prefácio ou nota do autor </li></ul><ul><li>a bibliografia </li></ul>
    5. 5. An á lise de textos <ul><li>Com que objetivo, </li></ul><ul><li>...qual o assunto, </li></ul><ul><li>...o significado, </li></ul><ul><li>...qual a critica ? </li></ul><ul><li>E, como apresentar ? </li></ul>
    6. 6. Seminário <ul><li>Qual o objetivo do Seminário,assim como na análise de textos: </li></ul><ul><li>...qual o assunto, </li></ul><ul><li>...o significado, </li></ul><ul><li>...qual a critica eou foco e como apresentá-los ? </li></ul><ul><li>Qual o público alvo, </li></ul><ul><li>...o tempo disponível, </li></ul><ul><li>...em que ambiente e com que recursos ? </li></ul>
    7. 7. A pesquisa... bibliográfica e resumos <ul><li>A escolha ou indicação de um tema, </li></ul><ul><li>Um plano de trabalho, prazos, datas, recursos, </li></ul><ul><li>O fichamento, de citações ou de resumos, </li></ul>
    8. 8. As regras... de citações e/ou de apresentação. <ul><li>Exemplo: </li></ul><ul><li>Autor, Titulo, Local; Editora, Ano, Complementos </li></ul><ul><li>TAYLOR, Richard. A Basic Course in Graphic Design , Londres, Studio Vista, 1971. </li></ul><ul><li>COUTO, R.M.S, e OLIVEIRA, A.J.(orgs.) Formas do design: por uma metodologia interdisciplinar . Rio de Janeiro; 2ab-PUC-Rio, 1999, p. 7-12 . </li></ul>
    9. 9. Conhecimento científico ... e outros conhecimentos <ul><li>a ciência não é o único caminho de acesso ao conhecimento e a verdade... </li></ul><ul><li>Um mesmo objeto ou fenômeno, </li></ul><ul><li>...pode ser matéria de observação tanto para a ciência quanto para o homem comum </li></ul><ul><li>...a diferença (conhecimento cientifico / conhecimento vulgar ou popular), est á na forma de observação. </li></ul>
    10. 10. Conhecimento popular ...características superficial sensitivo subjetivo assistemático acrítico <ul><li>...as práxis ou pr á ticas, fundamentam-se numa seleção operada, seja pela intuição, seja pela familiaridade com o objeto conhecido </li></ul><ul><li>...em Design , o risco de se pautar as ações apenas com base no conhecimento popular é uma constante... </li></ul>
    11. 11. 4 Tipos de Conhecimento <ul><ul><li>Conhecimento popular ou vulgar </li></ul></ul><ul><ul><li>- valorativo, verificável... </li></ul></ul><ul><ul><li>Conhecimento científico </li></ul></ul><ul><ul><li>- real, verificável... </li></ul></ul><ul><ul><li>Conhecimento filosófico </li></ul></ul><ul><ul><li>- valorativo, não verificável... </li></ul></ul><ul><ul><li>Conhecimento religioso (teológico) </li></ul></ul><ul><ul><li>- valorativo, não verificável... </li></ul></ul>
    12. 12. Conceito de ciência <ul><li>&quot; a ciência é todo um conjunto de atitudes e atividades racionais, dirigidas ao sistemático conhecimento com objeto limitado, capaz de ser submetido a verificação. &quot; ( FERRARI, 1974 ) </li></ul><ul><li>“ A pesquisa cientifica exige criatividade, disciplina, organização e modéstia, baseando-se no confronto permanente entre o possível e o impossível, entre o conhecimento e a ignorância.” ( GOLDENBERG, 1998 ) </li></ul>
    13. 13. As ciências possuem: <ul><li>Objetivo ou finalidade </li></ul><ul><li>Função </li></ul><ul><li>Objeto </li></ul><ul><ul><ul><li>Material </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>- aquilo que se pretende estudar, analisar... </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Formal </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>- o foco particular... </li></ul></ul></ul>FERRARI, Alfonso Trujillo. Metodologia da Ciência. 2ª. Ed. Rio de Janeiro: Kennedy, 1974, Cap. 1. p. 8.
    14. 14. Classificação ...e Divisão da Ciência Ciências Formais Factuais Lógicas Naturais Sociais Matemática Física Química Biologia e outras Antropologia Cultural Direito Economia Política Psicologia social Sociologia
    15. 15. O Conceito de Método ... em Ciência <ul><li>Ciência = utilização de métodos científicos </li></ul><ul><li>Método , é um conjunto das atividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia, </li></ul><ul><li>...permite alcançar o objetivo </li></ul><ul><li>...conhecimento válidos / verdadeiros </li></ul><ul><li>...traçando o caminho a ser seguido, </li></ul><ul><li>...detectando erros e </li></ul><ul><li>...auxiliando as decisões do pesquisador. </li></ul>
    16. 16. Adaptado de HILL
    17. 17. OWEN, C.
    18. 18. OWEN, C.
    19. 19. design gráfico Adaptado de OWEN, C.
    20. 20. As inovações tecnológicas induzem visões de situações futuras, ...as histórias em quadrinhos, as novelas e filmes de ficção chegam próximos da realidade espelhando-se em desenvolvimentos históricos de épocas anteriores...
    21. 21. Adaptado de R.COOPER
    22. 22. Método Histórico <ul><li>&quot; ...consiste em investigar acontecimentos, processos e instituições do passado </li></ul><ul><li>...para verificar a sua influência na sociedade de hoje, </li></ul><ul><li>...que alcançaram sua forma atual através de alterações de suas partes componentes </li></ul><ul><li>...influenciados pelo contexto cultural particular de cada época.&quot; </li></ul><ul><li>(MARCONI & LAKATOS, 2003, p. 107) </li></ul>
    23. 23. Método Histórico <ul><li>Um recorte ...na história do design </li></ul><ul><li>para observar como exemplo: </li></ul><ul><li>1851...Londres é um marco na história do design, </li></ul><ul><li>Arts & Crafts ...o primeiro movimento, </li></ul><ul><li>detecta-se influências em Viena – Áustria </li></ul><ul><li>componentes do Arts & Crafts são alterados, dando origem ao Secession </li></ul><ul><li>1900...o Art Nouveau se estabelece... </li></ul><ul><li>com outras influências do contexto cultural </li></ul>
    24. 24. O Movimento de... Artes & Ofícios ...surgindo ao final do período vitoriano <ul><li>tem como expoente William Morris , </li></ul><ul><li>...com forte interesse na produção de livros </li></ul><ul><li>Como eram esses livros ? </li></ul><ul><li>- bordas ilustradas por xilogravura, </li></ul><ul><li>- fotografia de letras impressas no século XV. </li></ul><ul><li>os trabalhos gráficos, britânicos, são admirados no resto da Europa... </li></ul>
    25. 25. O Movimento de... Artes & Ofícios
    26. 26. e, ...lá na Europa , especialmente em Viena, Áustria eram disputados nos cafés da cidade, os livros e jornais editados em Londres. <ul><li>&quot; The Studio &quot; o segundo jornal mais cobiçado naqueles estabelecimentos, </li></ul><ul><li>...era lido por cerca de 20 mil pessoas em 1890, </li></ul><ul><li>...incluía artigos do Movimento Arts & Crafts , </li></ul><ul><li>...trazia desenhos de Aubrey Beardsley , com influência da estética japonesa , </li></ul><ul><li>...matérias sobre a escola de arte em Glasgow - Escócia, de Charles Rennie Mackintosh . </li></ul>
    27. 27. Viena. Qual era o contexto ? ...capital do império austro-húngaro, ...cidade replanejada em 1860, e, como estava sendo reconstruída, <ul><li>...o estilo renascentista, para artistas e arquitetos locais, precisava de mais criatividade, </li></ul><ul><li>...as tendência britânicas e os trabalhos de Henri van de Velde , serviam aos propósitos locais, </li></ul><ul><li>... van de Velde , um belga e seguidor de Morris , tinham no design um elemento de suas utopias. </li></ul>
    28. 28. Arts & Craft , William Morris
    29. 29. Gustav Klimt , um dos atores nas influências do Arts&Crafts em Viena ...pintor e artista gráfico, ...decorador dos edifícios de Viena, <ul><li>...organiza e dirige uma associação de artistas a Secessão ou &quot; Secession &quot; , </li></ul><ul><li>...a primeira exposição do grupo em 1898, vem com um cartaz de Klimt , onde, </li></ul><ul><li>...as influencias de Beardsley , de Glasgow, são nítidas; </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>verticalidade, </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>espaços vazios, </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>uniformidade no peso das linhas e, </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>extrema assimetria, </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>o desenho, essencialmente, gráfico, </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>pe ç a criada para a reprodução gráfica. </li></ul></ul></ul></ul>
    30. 30. Secession , ...é o nome que o movimento assume na Áustria
    31. 31. Os pôsteres... do movimento secessionista provocam grande impacto: <ul><li>conteúdos da estética japonesa, herdados da influência de Beardsley e, </li></ul><ul><li>do livro teórico &quot; Line and Form &quot;, do ilustrador inglês Walter Crane (1902). </li></ul>
    32. 32. A sucessão... e soma de contribuições formais, gráficas e tipográficas dos vienenses, <ul><li>... absorveram as lições do &quot; Arts & Crafts ou Artes e Oficios &quot; e projetaram-se rumo a outro movimento, </li></ul><ul><li>... o &quot; Art Nouveau &quot; , &quot; Jungendstil &quot; ou &quot; Secession &quot;, sua versão austriaca. </li></ul>
    33. 33. Os projetos vienenses ... continuaram sendo realizados por artista, <ul><li>&quot; ...demoraria ainda muitos anos até que a profissão de designer gráfico viesse a ser estabelecida </li></ul><ul><li>...nesse sentido, observa-se na Alemanha , através do trabalho de Peter Behrens e Van de Velde , os primeiros passos. </li></ul><ul><li>Na condição de ex-arquitetos, esses pintores viam o design como </li></ul><ul><li>...integração das artes com a vida cotidiana </li></ul><ul><li>...visão compartilhada pelos futuristas na Itália e pelos construtivistas na Rússia . &quot; </li></ul><ul><li>(HOLLIS, 2001, p. 24.) </li></ul>
    34. 34. Retomando o &quot; método histórico &quot; ... <ul><li>Colocado o fenômeno histórico no ambiente social em que nasceu &quot;... entre as suas condições concomitantes, torna-se mais fácil ... </li></ul><ul><li>...a sua análise e compreensão , no que diz respeito a sua gênese e ao seu desenvolvimento , </li></ul><ul><li>...as sucessivas alterações ,” </li></ul><ul><li>Permite a comparação de sociedades diferentes: </li></ul><ul><li>“ ...preenche os vazios dos fatos e acontecimento , </li></ul><ul><li>...apoiando-se em um tempo, mesmo que artificialmente reconstruído, que assegura a percepção da continuidade e do entrelaçamento dos fenômenos .” </li></ul><ul><li>(MARCONI & LAKATOS, 2003, p. 107) </li></ul>
    35. 35. O método histórico para... a Hist ó ria do Design <ul><li>&quot; ...consiste em investigar acontecimentos, processos e instituições do passado </li></ul><ul><li>...para verificar suas influências no design contemporâneo , </li></ul><ul><li>... como alcançou sua forma atual através de alterações de suas partes componentes </li></ul><ul><li>...e que influências do contexto, econômico, tecnológico e cultural, particular de cada época, deixaram seus vestígios ou imprimem alguma tendência .&quot; </li></ul>
    36. 36. O que é Design ? O que é Design Gráfico ? Quais as premissas para entendimento do seu desenvolvimento histórico ? Para os próximos encontros ...

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