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Cultura do mosteiro_2_arquitetura
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Cultura do mosteiro_2_arquitetura

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arquitetura românica

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Cultura do mosteiro_2_arquitetura Cultura do mosteiro_2_arquitetura Presentation Transcript

  • A arte românica http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
  • As artes medievais séculos V-XII Deus, fortaleza da Humanidade A arquitetura: dos primórdios da Era Cristã ao período bizantino – a importância da matriz antiga HCA - Curso Profissional de Turismo 2
  • Após a queda do Império Romano as artes refletiram, até ao século X, as consequências da depressão económica, cultural e técnica que afetou todo o Ocidente; A arte romana foi-se adulterando ; Surgem novos gostos , interesses estéticos e tradições dos povos bárbaros, muçulmanos, vikings, etc.; O estilo românico vai-se desenvolver a partir do século IX, e vai integrar todas estas influências e estilos. HCA - Curso Profissional de Turismo; ´Módulo 3 3
  • A Arte Paleocristã Dá-se o nome de arte paleocristã às expressões artísticas dos primeiros cristãos, entre os séculos III e VI. Basílica de S. Pedro, Vaticano, séc. IV HCA - Curso Profissional de Turismo 4
  • Basílica de S. Pedro, Vaticano, séc. IV HCA - Curso Profissional de Turismo 5
  • Basílica Romana Igreja paleocristã Templo cristão (igreja) Planta basilical – cruz latina, 5 ou 3 (mais frequente) naves, cobertas com teto madeira Planta centrada – circular ou em cruz grega, cobertura cúpula HCA - Curso Profissional de Turismo 6
  • Mausoléu de Santa Constança, Roma HCA - Curso Profissional de Turismo 7
  • Cruz latina Cruz grega Transepto Nave central HCA - Curso Profissional de Turismo 8
  • Arte paleocristã – primeiras manifestações artísticas cristãs (200VI) Próximo Oriente ao Ocidente Europeu Grande diversidade regional Traços comuns: Uso dos modelos romanos (decadência) Assimilação de novos modelos (orientais) Temática cristã: Antigo e Novo Testamento, Vida dos Santos, etc. HCA - Curso Profissional de Turismo 9
  • A Arte Bizantina Bizâncio (Ex-Constantinopla), capital do Império Romano do Oriente; Zona de confluência do Ocidente e Oriente – múltiplas influências; A arquitetura teve um lugar de destaque. HCA - Curso Profissional de Turismo 10
  • Igreja de Santa Sofia, hoje uma mesquita HCA - Curso Profissional de Turismo 11
  • Santa Sofia, interior HCA - Curso Profissional de Turismo 12
  • Santa Sofia, corte e planta S. Vital de Ravena Utilizou o arco, abóbada e a cúpula Planta centrada, circular ou cruz grega A arquitetura bizantina influenciou a construção de igrejas até ao século XII, sobretudo na Itália e Europa Oriental HCA - Curso Profissional de Turismo 13
  • S. Marcos, Veneza, Exterior, planta HCA - Curso Profissional de Turismo 14
  • Renascimento Carolíngio e otoniano Capela Palatina,, Aix-la-Capelle (Aachen) O renascimento cultural, na época carolíngia, levou à construção de um grande número de igrejas e mosteiros inspiradas na tradição romana e bizantina HCA - Curso Profissional de Turismo 15
  • Renascimento Otoniano Igreja de S. Miguel de HIldesheim, c. 1020 Otão I, rei da Alemanha é coroado imperador pelo Papa )Império Germânico); Desenvolvimento cultural nos finais do século X – influenciada pela arte carolíngia (Roma/Bizâncio); Criou um modelo próprio: planta de dupla cabeceira ( 2 transeptos), entrada lateral . HCA - Curso Profissional de Turismo 16
  • A Arquitectura Românica Primeiro estilo internacional da Idade Média; Influências: Antiguidade clássica, Oriente (arte bizantina) e povos bárbaros; Entre meados do século X e meados do século XII, o românico tornou-se no primeiro estilo internacional da Idade Média. HCA - Curso Profissional de Turismo 17
  • A partir do século X, o desenvolvimento da economia, o renascer das cidades e reaparecer das viagens e do comércio vai estimular o desenvolvimento da arte; O fervor religioso contribui para a construção de inúmeras igrejas e mosteiros; A ação da Igreja foi fundamental na implementação deste novo estilo artístico. HCA - Curso Profissional de Turismo 18
  • O termo “Românico” surge em 1824, De Caumont, pretende exprimir 2 conceitos: Semelhança na formação com as línguas românicas (francês, castelhano, português…) Aproximação, em grandeza, à arte romana. O feudalismo e a religião constituíram os dois polos dinamizadores da arte; Foi uma época de peregrinações e cruzadas, que contribuíram para a divulgação do estilo românico. HCA - Curso Profissional de Turismo 19
  • A arte foi feita para a glória do poder temporal (rei e senhores feudais) e do poder religiosos (igreja) A arte monástica, criada à sombra dos mosteiros e das ordens religiosas foi a expressão máxima desse poder. HCA - Curso Profissional de Turismo 20
  • O castelo Castelo da Ordem dos Hospitalários, Síria HCA - Curso Profissional de Turismo 21
  • A Torre era a estrutura defensiva mais simples. Primeiro em madeira, a partir dos séculos XI e XII, passou a ser construída em pedra Vários aposentos (residência nobre), a entrada era localizada no 1º andar HCA - Curso Profissional de Turismo 22
  • Torres Medievais HCA - Curso Profissional de Turismo 23
  • As torres evoluíram para estruturas mais complexas – os castelos Castelo Medieval, esquema HCA - Curso Profissional de Turismo 24
  • Castelo de Peyrepertude HCA - Curso Profissional de Turismo 25
  • A arquitectura religiosa Arquitetura românica religiosa, dois tipos de edifícios: Mosteiros e Igrejas; A arquitetura religiosa é o elemento fundamental do românico. HCA - Curso Profissional de Turismo 26
  • A catedral - Igreja Basílica Romana HCA - Curso Profissional de Turismo Igreja 27
  • A partir do século XI a cobertura das igrejas é feita em abóbadas de pedra – substituindo os tetos em madeira; O arco das abóbadas românicas foi o arco romano (arco de volta inteira ou perfeita) formando abóbadas de berço ou abóbadas de arestas. HCA - Curso Profissional de Turismo 28
  • Igreja de Saint-Philibert HCA - Curso Profissional de Turismo 29
  • Estilo românico apresenta uma grande variedade estilística (regionalismos) devido às dificuldades de comunicação; Cada região desenvolveu aspetos característicos e diferenciados; Mas as construções também apresentam características comuns (universalismo). Igreja de Pisa e de Cedofeita HCA - Curso Profissional de Turismo 30
  • Quatro fatores que contribuíram para o universalismo: Edifício fundamental típico, a igreja; Problema técnico central, a cobertura do espaço com abóbadas de pedra; Conceção estética favorável a construções maciças com fortes contrastes de claro/escuro no interior; Hierarquia entre as artes, primazia da arquitetura. HCA - Curso Profissional de Turismo 31
  • A articulação em planta das igrejas As igrejas românicas seguem, em termos de planta, dois modelos: Planta centrada (cruz grega, circular, etc.), de influência oriental, pouco utilizada. Saint-Front de Périgueux, c. 1120 HCA - Curso Profissional de Turismo 32
  • Tipo basilical, em cruz latina (com 1, 3, 5 ou 7 naves) Saint-Martin, XII Saint-Sernin, XI HCA - Curso Profissional de Turismo 33
  • HCA - Curso Profissional de Turismo 34
  • Nave principal orientada este-oeste, mais larga e mais alta que as laterais; Comprimento da igreja é um múltiplo da largura da nave central As naves laterais são um submúltiplo da nave central. HCA - Curso Profissional de Turismo 35
  • Deambulatório Transepto: nave que atravessa a nave principal Cruzeiro: zona de cruzamento do transepto com a nave central Torres sineiras Nave principal Nártex ou átrio HCA - Curso Profissional de Turismo 36
  • Absidíolos: pequenas capelas situadas na cabeceira da igreja Deambulatório: corredor que dá acesso ao absidíolos Abside: zona da capela-mor e do altar HCA - Curso Profissional de Turismo 37
  • Cripta: sala subterrânea Tramo: unidade base de construção de uma igreja românica – definida por 4 pilares e a abóbada Nártex ou átrio: vestíbulo HCA - Curso Profissional de Turismo 38
  • Sistemas de cobertura e suporte HCA - Curso Profissional de Turismo 39
  • Abóbada de berço: sucessão de arcos de volta perfeita Abóbada de arestas: cruzamento de duas abóbadas de berço HCA - Curso Profissional de Turismo 40
  • Abóbada de berço Abóbada de arestas HCA - Curso Profissional de Turismo 41
  • Cúpula: nas igrejas de influência oriental as abóbadas foram substituídas por cúpulas HCA - Curso Profissional de Turismo 42
  • A pressão exercida pelas abóbadas é descarregada, através dos arcos, para os pilares e colunas Pilar HCA - Curso Profissional de Turismo 43
  • Contraforte – adossado (encostado) à parede A pressão é transmitida para a parede exterior, paredes grossas e com poucas aberturas e contrafortes no exterior HCA - Curso Profissional de Turismo 44
  • Contrafortes estão alinhados com os pilares contrafortes HCA - Curso Profissional de Turismo 45
  • Pilar – situa-se no interior e normalmente cruciformes, podem existir colunas adossadas (colunelos) HCA - Curso Profissional de Turismo 46
  • HCA - Curso Profissional de Turismo 47
  • Alçado interno da nave principal Clerestório Trifório Tribuna Arcada principal HCA - Curso Profissional de Turismo 48
  • A iluminação do edifício Clerestório, outras janelas e frestas Torre lanterna ou zimbório que se situa por cima do cruzeiro HCA - Curso Profissional de Turismo 49
  • Torre lanterna ou zimbório HCA - Curso Profissional de Turismo 50
  • Configuração e decoração do exterior Combinação de volumes: Circulares (cabeceira); Retangulares (corpo da igreja); Poliédricos e piramidais (Torres) HCA - Curso Profissional de Turismo 51
  • Elementos das fachadas: Existem 2 corpos laterais (naves laterais) mais baixos que a nave central ou mais altos quando correspondem as duas torres Rosácea ou janelões; Portal HCA - Curso Profissional de Turismo 52
  • Arquivoltas Tímpano Lintel ou dintel Mainel HCA - Curso Profissional de Turismo 53
  • A decoração exterior (há exceções) só existe nas cornijas e nos portais HCA - Curso Profissional de Turismo 54
  • Unidade e diversidade do românico França: país com uma grande diversidade de escolas HCA - Curso Profissional de Turismo 55
  • Aquitânia Igreja de Notre-Dame-la-Grande, Poitiers,1143 Aquitânia: Igrejas com muita decoração esculpida no exterior e interior profusamente decorado HCA - Curso Profissional de Turismo 56
  • Borgonha: Santa Madalena de Vézelay, 1120 HCA - Curso Profissional de Turismo 57
  • Santa Madalena de Vézelay, 1120 HCA - Curso Profissional de Turismo 58
  • Borgonha: Novo tipo de contrafortes; mais aberturas; igreja mais iluminada no interior; planta com um transepto pouco saliente. HCA - Curso Profissional de Turismo 59
  • Languedoc Igreja de Sainte-Foy, século XI Languedoc: Igrejas robustas, pouca decoração e poucas aberturas HCA - Curso Profissional de Turismo 60
  • Itália Igreja de Pisa e de Modena HCA - Curso Profissional de Turismo 61
  • Itália: Igrejas mais decoradas no exterior, batistério, igreja e torre em edifícios separados. HCA - Curso Profissional de Turismo 62
  • Alemanha Santa Maria Laach, 1093 e S. Miguel de Hildesheim, 1130 HCA - Curso Profissional de Turismo 63
  • Alemanha: Igrejas com múltiplas torres, duplo transepto e entrada lateral HCA - Curso Profissional de Turismo 64
  • Na Inglaterra e Espanha as igrejas apresentam uma grande sobriedade e pouca decoração exterior. Santiago de Compostela HCA - Curso Profissional de Turismo 65
  • O Românico em Portugal HCA - Curso Profissional de Turismo 66
  • A Igreja românica estava ligada a um mosteiro ou implantada no meio rural (Românico rural) Sés de Braga, Porto, Coimbra, Tomar, Lisboa e Évora, são as de maior monumentalidade e próximas das catedrais europeias (Românico urbano). Sé Velha de Lisboa e Igreja de Bravães HCA - Curso Profissional de Turismo 67
  • Românico urbano: Sé de Lisboa e Sé Velha de Coimbra (cabeceira e interior) HCA - Curso Profissional de Turismo 68
  • Igrejas de Carrazeda de Ansiães, S. Salvador de Travanca, Materiais: Norte – Granito Centro – Calcário Sul - Tijolo HCA - Curso Profissional de Turismo 69
  • Igreja de S. Martinho de Cedofeita Muitas igrejas portuguesas apresentam um elemento decorativo denominado cruz vazada HCA - Curso Profissional de Turismo 70
  • Igreja de S. Salvador de Bravães HCA - Curso Profissional de Turismo 71
  • Cachorrada HCA - Curso Profissional de Turismo 72
  • Marcas de Posse e Marcas Poveiras São grafitos que indicam o autor. Surgem outras marcas com outros fins: religioso, etc. HCA - Curso Profissional de Turismo 73
  • Características do românico rural português: Igrejas pequenas de uma só nave; Muitas vezes o teto é em madeira; Aspeto robusto, paredes grossas poucas aberturas; Pouca decoração exterior; Cachorrada; Marcas de posse ou poveiras; HCA - Curso Profissional de Turismo 74
  • Igreja de São Pedro de Rates HCA - Curso Profissional de Turismo 75
  • HCA - Curso Profissional de Turismo 76
  • Sob a igreja encontram-se vestígios de uma primitiva igreja paleocristã (VI, VII); Tornou-se um centro de peregrinação; Século IX – mosteiro com uma igreja de 3 naves; Conde D. Henrique e D. Teresa doaram-na à Ordem de Cluny. HCA - Curso Profissional de Turismo 77
  • HCA - Curso Profissional de Turismo 78
  • Século XII e XIII edifício foi sujeito a muitas obras o que originou incongruências nas estruturas arquitetónicas: Naves laterais com larguras diferentes; Tramos desiguais; Pilares e contrafortes não alinhados; Fachada principal assimétrica. HCA - Curso Profissional de Turismo 79
  • Cobertura das naves em madeira (apesar das paredes estarem preparadas para suportar abóbadas de pedra) HCA - Curso Profissional de Turismo 80
  • Decoração linear e muito simples (tradição local e influências da Galiza); Encontra-se decoração nos portais, capitéis e frisos. HCA - Curso Profissional de Turismo 81
  • Capitel: pássaros devorando seres humanos – tema da punição Portal Sul HCA - Curso Profissional de Turismo 82
  • HCA - Curso Profissional de Turismo 83
  • S. Pedro de Rates apresenta um aspeto maciço, rude, simples no interior e exterior com decoração simples nos portais, frisos e capitéis; Em 1515 foi demolido o mosteiro; Séculos XVII a XIX a vila de Rates desenvolveu-se em torno da igreja que foi decorada com azulejos e talha dourada. HCA - Curso Profissional de Turismo 84
  • Arquitectura civil e militar em Portugal Castelo de Pombal Castelo de Guimarães Castelo de Almourol HCA - Curso Profissional de Turismo 85
  • Domus Municipalis (Bragança) – local de reuniões, com uma cisterna de recolha de água da chuva HCA - Curso Profissional de Turismo 86
  • Três tipos de fortificações: Castelos com residência (Guimarães, Pombal); Castelos-refúgio (Almourol); Torres de atalaia ou proteção HCA - Curso Profissional de Turismo 87