Supervisão e ad dpower

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Supervisão e ad dpower

  1. 1. Supervisão e ADD: Para uma abordagem de orientação transformadora<br />Seminário da CCAP<br />Caparide,16 de Maio de 2011<br />
  2. 2. O que é o CCAP ?<br />É o Conselho Cientifico para a avaliação de professores<br />O Conselho Científico para a Avaliação de Professores foi criado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, com a missão de implementar e assegurar o acompanhamento e a monitorização do regime de avaliação do desempenho do pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário.O Decreto Regulamentar n.º 4/2008, de 5 de Fevereiro, define o CCAP como órgão consultivo do Ministério da Educação, dotado de autonomia técnica e científica, com a atribuição de formular recomendações, orientações, pareceres e propostas que, tendo por referência o conhecimento consolidado e a informação actualizada na área da sua intervenção, contribuam para: <br />Fundamentar decisões e procedimentos em matéria de avaliação de desempenho do pessoal docente;<br />Promover a adequada aplicação e utilização do sistema de avaliação de desempenho do pessoal docente;<br />Fomentar uma cultura de avaliação docente e de desenvolvimento profissional.<br />
  3. 3. Contactos<br />Morada: Av. 5 de Outubro, 107, 8.º<br />1069-018 Lisboa<br />Coordenadas GPS: 38º 44' 19.42'' N, 9º 08' 54.04'' W<br />Tel.: +351-1-217 811 720 <br />Endereço electrónico: ccap@sg.min-edu.pt<br />Sítio: http://www.ccap.min-edu.pt<br />
  4. 4. Actividades do CCAP<br />Recomendações, Orientações, Pareceres e Propostas<br />Relatórios<br />Reuniões Plenárias<br />Rede de Escolas Associadas<br />Centro de Recursos<br />Publicações do CCAP<br />Legislação sobre ADD<br />BibliotecaLigações Úteis<br />Ligações Úteis<br />
  5. 5. Em destaque<br />CCA Flávia Vieira e Maria Alfredo Moreira<br />Supervisão e avaliação do desempenho docente. Para uma abordagem de orientação transformadora<br />Colecção Cadernos do CCAP, n.º 1 <br />Abril de 2011 <br />http://www.ccap.min-edu.pt/docs/Caderno_CCAP_1-Supervisao.pdf<br />Proposta N.º 1/CCAP/2010<br />Padrões de desempenho docente<br />Agosto de 2010 <br />Recomendações N.º 6/CCAP/2010<br />Orientações sobre a construção dos instrumentos de registo. Aplicação das Recomendações N.º 1/CCAP/2008 ao Decreto Regulamentar N.º 2/2010, de 23 de Junho. Outubro de 2010 <br />
  6. 6. O que 0 CCAP está a fazer:<br />está a editar um conjunto de cadernos temáticos sobre a abordagem à ADD:<br />o 1º (Abril/2011) “ Supervisão e Avaliação do Desempenho Docente: Para uma abordagem de orientação transformadora” de Flávia Vieira e Maria Alfredo Moreira<br />os próximos serão: “Avaliação e Observação de aulas”<br />“Ética na Avaliação Desempenho”<br />“Quadro conceptual de Avaliação em 6 Países Europeus”<br />está a promover seminários temáticos;<br /> Próximo seminário em Setembro/Outubro<br />
  7. 7. “Supervisão e avaliação do Desempenho Docente: Para uma Abordagem de Orientação Transformadora” de Flávia Vieira e Maria Alfredo Moreira<br />Oradora: Flávia Vieira<br />
  8. 8.
  9. 9. Ideias que nem sempre se conciliam…<br />
  10. 10. Pressupostos …<br />Não há uma relação directa entre resultados e qualidade das aprendizagens porque são ideias que não se articulam muito entre elas…A ADD proporciona um diálogo sobre os dilemas, paradoxos da mesma e menos sobre a inovação, a melhoria…A palavra Avaliador/avaliado cristaliza a relação entre ambos<br />
  11. 11. A auto-avaliação deveria ser a base de todo o processo.<br />A partir de …<br />
  12. 12. O último livro do filósofo José Gil <br />Neste pequeno livro com quatro ensaios de poucas páginas, mas de cariz muito crítico: “A subjectividade perdida”, “Processos de subjectivação”, “A mais-valia de biopoder” e “A avaliação e a identidade”. <br />Um leque composto pela relação com temas fortes como o distante “lá fora” (o estrangeiro visto pelo olhar português), as especificidades dos discursos políticos e o polémico estado da educação no país.<br />José Gil, na finalização desencantada deste livro, “tudo isto está a esboroar-se, com a crise global a acelerar bruscamente o processo. (…) É a ameaça psicótica (…) de perder a imagem de si, ou a identidade. De desaparecer, enfim.” Não é estranho, portanto, o retorno constante do autor às palavras melancólicas do poeta Pessoa e às “lágrimas de Portugal”.<br />
  13. 13. É possível associar avaliação a democracia?<br />«Destaquemos três efeitos maiores da avaliação em geral: <br />1.A captura de forças livres pelo diagrama «avaliação» estabelece hierarquias fixas nas relações de poder. <br />2. O ser singular do indivíduo é submetido a uma grelha geral em que se comparam, se quantificam e se qualificam competências. <br />3. Estes padrões marcam o grau máximo de poder e de saber. Como tal, induzem no indivíduo a convicção de que está sempre numa situação (a que corresponde um sentimento) de inferioridade e de impoder face ao avaliador e à imagem ideal do avaliado (que vai esforçar-se por a atingir).”<br />
  14. 14. Assim:<br />Existe um conjunto de sufoco, submissão, obediência neste processo da ADD. <br />Onde cabe o assumir da inovação, do risco?...<br />Será que estamos a alimentar uma lógica de distorção comunicacional? <br />Porquê? Porque —<br />“ …e refiro-me aqui ao Estatuto da Carreira Docente, ao Estatuto do Aluno e à avaliação dos professores — a vertente autoritária e super-reguladora do Estado exerce-se fundamentalmente e quase exclusivamente na forma, na burocracia, nas centenas de documentos, formulários, regulamentações que os professores devem estudar, preencher, horários extraordinários que devem cumprir, etc., sem que os conteúdos do ensino, a substância da relação de aprendizagem professor - aluno seja tratada. Quem examine em pormenor toda esta extraordinária burocracia, a que estão submetidos os professores fica com a ideia de que uma espécie de delírio atravessa quotidianamente os conceptores  e decisores do MNE». <br />
  15. 15. A supervisão e a avaliação como transformadora…O portefólio pode e deve ter um desenvolvimento criativo…<br />A supervisão e a avaliação como transformadora…<br />O portefólio pode e deve ter um desenvolvimento criativo…<br />
  16. 16.
  17. 17. A supervisão centrada na sala de aula envolve a repetição cíclica de uma sequência de fases:<br />Uma sessão pré-observaçãopara conhecimento dos objectivos e das<br /> estratégias de ensino, aprendizagem e avaliação previstos para a aula e<br /> negociação e dos focos específicos e procedimentos da observação);<br />• A observação da aula;<br />• A análise dos dados recolhidos;<br />• A sessão pós-observação para discussão e reflexão crítica sobre os<br /> acontecimentos observados e identificação de aspectos positivos e<br /> aspectos a melhorar;<br />• A avaliação global do processo tendo em vista o estabelecimento de<br />acções e metas de desenvolvimento/<br /> aprendizagem.<br />A observação de aulas constitui um óptimo processo dos supervisores recolherem evidências que lhes permitam tirar conclusões e proporcionar feedback aos professores e estabelecer, com eles, metas de desenvolvimento. <br />Simultaneamente, a observação das aulas do supervisor deverá facilitar o contacto com uma diversidade de abordagens, metodologias, actividades comportamentos específicos. <br />Muitas coisas aprendem-se através da<br /> observação e o ensino não constitui uma excepção. <br /> . A observação regular de aulas e uma discussão de qualidade sobre o desempenho constituem uma componente importante do processo de desenvolvimento pessoal e profissional de qualquer professor, independentemente do seu nível de<br /> conhecimento e experiência.<br />
  18. 18. Naturezada supervisão pedagógica<br />A superVisão deve trazer insight sobre o que fazemos – o centro da prática do professor<br />♪ Supervisão constrói condições para uma avaliação colegial. <br />♪ O avaliador ajuda a mediar e a construir, a reflectir sobre o avaliado e a ter um papel centrado no processo que deve ser comum na comunicação entre ambos - conhecimento partilhado.<br />Insight = entendimento, percepção profunda<br />(…) O processo pelo qual chegamos a conhecer a verdade sobre o mundo consiste numa repetição uma e outra vez de três passos: experiência,entendimento e julgamento<br />Em psicologia, insight é o momento da tomada de consciência do paciente sobre si próprio.<br />
  19. 19.
  20. 20. Qual é a utilidade das grelhas de observação?<br />ESTRATÉGIA CAMALEÓNICA (fazer o que o avaliador quer ver).<br />Se há um instrumento geral de observação como é que há hipótese de negociação. <br />Qualquer instrumento construído deve ser provisório e exploratório.<br />Deve-se promover a reformulação dos instrumentos; ir experimentando e avaliando os mesmos…<br />É impossível fragmentar uma aula em muitos momentos e classificá-los de modo independente.<br />
  21. 21. a) Observação para fins de desenvolvimento: “Integram-se quase sempre nesta categoria a observação de colegas, em contexto de sala de aula, e a maioria da orientação pré-estágio”. O foco da observação é geralmente decidido pelo estagiário/a observado/a . <br />b) Observação para fins de formação “(…) observações nas quais o foco da aprendizagem incide sobre o "comportamento profissional competente”. Geralmente o foco é pré-determinado. <br />c) Observação para fins de avaliação: “Normalmente, as observações incidem em múltiplos aspectos e utilizam listas de verificação complexas ou temporizações rigorosas”. Concebidas para incluir alguma forma de feedback oral e/ou escrito. <br />d) Observação para fins de investigação: “(…) com o objectivo principal de criar teorias para <br />
  22. 22. Formas de Observação<br />Muito débil na investigação em Portugal<br />“A observação de aulas não é uma estratégia de avaliação do professor, mas sim de regulação colaborativa de práticas, devendo motivar a construção de uma visão intersubjectiva das metas e processos da educação escolar.” (Vieira, 1993)<br /> <br />OBSERVAÇÃO DE AULAS: O QUE SE VÊ …<br />E O QUE NÃO SE VÊ…<br />
  23. 23. Algumas Finalidades da Observação de Aulas<br />
  24. 24. Antes de cada observação, deverá ser realizada uma discussão<br />
  25. 25. Em que aspectos poderá incidir a observação das aulas?<br />
  26. 26. Esta observação poderá centrar-se em… <br />- a adequação do discurso ao tipo de alunos,<br /> - o início e a conclusão da aula,<br />- a gestão do trabalho de grupo ou de outras formas de trabalho prático,<br />- a utilização de recursos,<br /> a forma de questionar os alunos, <br />a interacção professor alunos ou<br /> a gestão dos comportamentos na sala de aula.<br />
  27. 27. Tarefas do ciclo de avaliação<br />
  28. 28. Questões possíveis durante uma reunião prévia<br />Quais são os objectivos que definiu para a aula que irei observar amanhã? <br />Oque pretende que os alunos aprendam?<br />3. Como é que esta aula está relacionada com as aulas anteriores e as aulasseguintes?<br />4. Que estratégia irá implementar para alcançar os objectivos propostos? Queabordagens e actividades irá propor? Porque escolheu essas actividades?<br />5. Que aspectos do ensino ou da aprendizagem dos alunos espera melhorar?<br />6. Que aspectos gostaria que eu observasse? Que tipo de informação gostariaque eu recolhesse?<br />
  29. 29. ICEBERGUE<br />COMO É QUE O PORTEFÓLIO AJUDA A INTERPRETARa parte submersa do icebergue que justifica a parte superior e a interpreta (a realização da aula):<br /> como fez,<br /> porque fez,<br /> o que fez.<br /> Deverá ser um texto de aprendizagem profissional.<br />Nada do que é objectivo tem interesse, o contrário é que é interessante:<br /> contexto partilhado porque o juízo pessoal limita a visão do que se vê; por isso, há que:<br /> dialogar e saber o ponto de vista do outro e <br />fazer uma interpretação intra-subjectiva.<br />
  30. 30.
  31. 31. O Portefólio, porquê?<br />
  32. 32. DUALIDADE SUPERVISÃO/AVALIAÇÃO<br />A supervisão é uma forma de avaliação mais formativa do que sumativa ?<br />Qual é a diferença entre supervisão e avaliação formativa?<br />Qual é a posição, relação que deve existir nas escolas entre avaliação transformativa e sumativa?<br />Há a tendência para reproduzir a supervisão - avaliação da “formação inicial” (orientação estágio)mais directiva, mas agora na “formação contínua”(ADD) sem ser directiva?<br />A supervisão pode tornar-se um modelo?<br />Trará deslocação da responsabilização para o supervisor?<br />Qual é a função do supervisor? <br />Deve ser não directiva assume o papel de ouvinte, conselheiro…<br />As circunstâncias podem mudar e ir alternando entre não directivo e colaborativo.<br />
  33. 33. Não há nenhum modelo de supervisão imposto – muito colegial.<br />O avaliador pode começar por propor que o avaliado veja 1º as aulas do avaliador.<br />A supervisão é uma parte do processo avaliativo com funções, relações e traços que as unem.<br />Supervisão é reguladora porque tem três momentos: planear, monitorizar e avaliar.<br /> A supervisão tem propósitos que vão para além do propósito avaliativo a não ser a avaliação holística.<br />
  34. 34. A supervisão tem propósitos que vão para além do propósito avaliativo a não ser a avaliação holística.<br />Desta forma, a avaliação deve ser holística (analisando os diversos 'intervenientes' no processo de ensino - aprendizagem), deve ter em conta as diferentes perspectivas e interpretações dos diversos actores, devendo, também, contribuir para a análise da própria avaliação (meta - avaliação). <br />Assim, é fundamental que a avaliação assuma uma vertente crítica e reflexiva da própria acção, a fim de analisar e melhorar essa mesma acção:<br /> trata-se de um processo de reflexão – acção - reflexão. <br />Para tal é necessário que o professor tenha em conta as perspectivas alternativas e diferentes interpretações dos outros actores do processo de ensino - aprendizagem, ou seja, os alunos.<br />Avaliar é ter o propósito de fazer um juízo de valor.<br /> <br />
  35. 35. PARTE II Debate grupo verde (meu grupo) com os moderadores: José Ramos (EscSec. Matosinhos)Relatoras: Cristina Bastos e Aldina Lobo (CCAP)<br />
  36. 36. Supervisão com que pressupostos?Quais serão?Como e para quê?Quando?Várias definições de supervisão: <br />É importante a visão da organização, os objectivos articulativos…<br />Que tipo de supervisão acontece nas escolas?<br />Partilha de experiências/entreajuda/colaborativa/partilha <br />Contextos<br />Supervisor - avaliador transformadora ( crescer em conjunto)<br />Alguns constrangimentos: <br />falta formação em supervisão<br />
  37. 37. PRÁTICAS DE SUPERVISÃO NAS ESCOLAS DA REDE<br />Não há uma supervisão objectiva, no entanto, também não há formação para supervisão/avaliadores porque não há horário disponível /tempo para as fazer por isso não há prática de supervisão nas escolas.<br />Contributos da supervisão para a avaliação<br />avaliação sem supervisão, não!<br />Se a supervisão tivesse sido com formação<br />Com reconhecimento entre pares<br />Centrada na sala de aula<br />Sim!<br />Iria promover um trabalho colaborativo!<br />
  38. 38. Quais as práticas de supervisão nas escolas?<br />Ligação entre a supervisão e a actual ADD?<br />Sugestões de melhoria do sistema?<br />Respostas:<br />Grupo roxo<br />Todas as escolas têm consciência da actividade supervisora de modos diferentes: umas mais administrativas outras mais pedagógicas:<br />Avaliação professores/alunos/escolas<br />Na melhoria dos materiais pedagógicos e na análise dos resultados<br />Constrangimentos<br />Mentalidade e cultura da escola<br />Falta de formação<br />Excessiva carga horária<br />Diminuição do pedido de observação aulas<br />Grande dispersão das escolas<br />Preparação prévia das observações<br />Observar sem instrumentos pré-concebidos<br />Necessidade alargamento do horário do avaliador<br />Acentuado papel núcleo da avaliação da escola<br />Adicionar dispositivos aos já existentes na coordenação<br />
  39. 39. Grupo verde<br />Distinguir a supervisão com a avaliação classificação:<br />Se as escolas fizessem a supervisão sem classificação as escolas funcionariam muito bem…<br />É uma prática já instalada mas que as distâncias e os megas - agrupamentos tolhem…<br />Não haver formação para os avaliadores/supervisores<br />A velhice não é um posto, pois, os mais novos têm conhecimentos mais actualizados e formações mais recentes e diferentes…<br />Sobrecarga de horário<br />Muitos relatores na mesma escola<br />A supervisão esgota-se na transformação em resultados – avaliação<br />Investimento na formação contínua<br />A avaliação por mérito não deve ter cotas…<br />A avaliação entre pares deve ser do mesmo grupo<br />Valorização do avaliador na imagem, tempo e dinheiro/supervisor<br />
  40. 40. Grupo amarelo<br />Melhorias:<br />A supervisão está incipiente nas escolas, por isso, têm que se desconstruir os conceitos de supervisão e avaliação<br />Discussão mais colectiva no desenvolvimento profissional<br />Pré e pós – observação são muito importantes para o desenvolvimento profissional<br />Pôr no portefólio o bom e o mau/ mostrar a fase evolutiva do professor<br />O relator criar uma abertura à sua prática<br />Ter fé<br />Envolvimento em projectos podem ser modos de supervisão<br />Formação especializada<br />Os instrumentos devem ser mais abertos, sem tantos pormenores<br />Nem todos fazem a pré-observação<br />
  41. 41. Síntese dra. Flávia Vieira<br />O caminho faz-se caminhando…<br />Devemos ter sempre presente que na supervisão há uma narrativa do constrangimento e outra do desenvolvimento…<br />Não há conceitos únicos de supervisão (onde começa, onde se pode separar, intercessionar, colidir, acabar em avaliação…<br />A avaliação vai ser sempre contraditória!<br />Sabemos muito pouco de avaliação porque é sempre feita com base na experiência/intuição…<br />Há muitas formas de avaliar!<br />
  42. 42. Nós somos o sistema, e o sistema é nosso… <br />Mas em educação, tudo é demais. Nada é simples, fácil ou definitivo. Tudo exige o olhar supervisivo da interrogação da realidade para a sua compreensão e transformação (Glanz,p.62,2005)<br />
  43. 43. Conselho Docentes Pré-escolar25 de Maio de 2011<br />A coordenadora do departamento<br />Maria Filomena Velho Correia Cabral<br />

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