Your SlideShare is downloading. ×
0
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Arcadismo - Profª Vivian Trombini
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Arcadismo - Profª Vivian Trombini

4,307

Published on

Published in: Education
0 Comments
4 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
4,307
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
78
Comments
0
Likes
4
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  1. ARCADISMO
  2. O QUE VOCÊ DEVERÁ SABER:1) O que foi o iluminismo.• Como a natureza passou a simbolizar o belo2) O que foi o Arcadismo.• Como o iluminismo influenciou a estética árcade.• Como os conceitos de equilíbrio, ordem e simplicidade definiram o projeto do Arcadismo.
  3. 3) Quais foram as características da produção árcade no Brasil.• De que modo Cláudio Manuel da Costa e Tomás Antônio Gonzaga exploraram o modelo da poesia árcade.• Como as primeiras tendências nativistas se manifestaram na poesia épica de Basílio da Gama e Santa Rita Durão.
  4. CONTEXTO HISTÓRICOPrimeira metade do séc. XVIII: Decadência do pensamento Barroco. Burguesia ascendente; Preocupação com questões mundanas; Pensamentos de uma vida sem exageros ou questões metafísicas
  5. O que estava acontecendo nomundo? 1670 – Término da construção do palácio de Versalhes; 1687 – Newton publica a lei da gravidade; 1698 – É inventada a bomba à vapor; 1750 – A música sinfônica começa a se difundir pela Europa. O Tratado de Madri é firmado. Em Portugal, o Marquês de Pombal torna-se secretário de Estado.
  6.  1751 – Diderot publica o primeiro volume da Enciclopédia; 1756 – Fundação da Arcádia Lusitana; 1759 – Os jesuítas são expulsos do Brasil; Voltaire publica Cândido; 1762 – Rousseau lança O contrato social;
  7.  1764 – Mozart escreve sua primeira sinfonia, aos 8 anos de idade; 1774 – Luís XVI chega ao poder na França; 1776 – A Declaração da Independência dos EUA é assinada; 1789 – Revolução Francesa; No Brasil, acontece a Inconfidência Mineira.
  8. O iluminismo Tendências ideológicas, filosóficas e científicas; Recuperação de um espírito experimental, racional Saber enciclopédico Razão e ciência = luz Apologia do saber e do conhecimento.
  9. Diderot "O homem só será livre quando o último déspota for estrangulado com as entranhas do último padre". Criador da Enciclopédia; Preocupação com a natureza do homem e sua condição, os seus problemas morais e seu destino.
  10. Montesquieu  “Não existem leis justas ou injustas. O que existe são leis mais ou menos adequadas a um determinado povo e a uma determinada circunstância de época ou lugar.”  Estudioso das leis e dos governos;  Acreditava existir 3 governos:República, Monarquia e despotismo.
  11. Voltaire  "Posso não concordar com nenhuma das palavras que dizeis, mas defenderei até a morte teu direito de dizê-las."  O poder deve ser exercido de forma racional e benéfica;  As pessoas comuns estão fadadas ao fanatismo e à superstição;
  12. Rousseau “O homem nasce livre, porém está acorrentado de todos os lados” (O contrato social) Teoria do Bom selvagem; Contra a sociedade privada e exploração; Liberdade e igualdade.
  13. O projeto literário doArcadismo Havia, na Grécia Antiga, uma parte central do Peloponeso denominada Arcádia. De relevo montanhoso, era habitada por pastores e vista com um lugar especial, quase mítico, em que os habitantes associavam o trabalho á poesia, cantando o paraíso em que viviam.
  14. O projeto literário doArcadismo Criação da Arcádias literárias – que tinham seus doutrinadores, pessoas responsáveis pela estética do movimento; “Só o verdadeiro é belo”(equilíbrio, harmonia,arte ética) Retomada dos valores da Antiguidade Clássica; Artificialidade do cenário; Apologia dos valores espirituais em detrimento aos valores materiais;
  15.  Reação aos excessos do Barroco; Simplicidade; Bucolismo; Inutilia truncat; Aurea mediocritas; Carpe diem; Locus amoenus; Fugere urbem;
  16. Convite à MaríliaJá se afastou de nós o inverno agreste.Envolto nos seus úmidos vapores;A fértil Primavera, a mãe das flores,O prado ameno de boninas veste.Varrendo os ares, o sutil NordesteOs torna azuis; as aves de mil coresAdejam entre Zéfiros e Amores,E toma o fresco Tejo a cor celeste.
  17. Vem, ó Marília, vem lograr comigoDestes alegres campos a beleza,Destas copadas árvores o abrigo.Deixa louvar da corte a vã grandeza:Quanto me agrada mais estar contigoNotando as perfeições da Natureza! BOCAGE, O delírio amoroso e outros poemas.
  18. O Arcadismo brasileiro Febre do ouro em Minas Gerais; Vila Rica era uma das cidades mais avançadas socialmente; A riqueza do ouro patrocinava o desenvolvimento artístico e cultural; Ideais de liberdade e igualdade baseados em textos iluministas; Inconfidência Mineira; Libertas quae sera tamen (Virgilio)
  19. Cláudio Manuel da Costa 1769 – Obras Glauceste Satúrnio; Musa – Nise; Sonetos; Poema épico – Vila Rica; Influenciado por Camões e Petrarca em seus sonetos; Preso e morto no cárcere.
  20. Leia a posteridade, ó pátrio Rio,Em meus versos teu nome celebrado,Porque vejas uma hora despertadoO sono vil do esquecimento frio:Não vês nas tuas margens o sombrio,Fresco assento de um álamo copado;Não vês Ninfa cantar, pastar o gadoNa tarde clara do calmoso estio.
  21. Turvo banhando as pálidas areiasNas porções do riquíssimo tesouroO vasto campo da ambição recreias.Que de seus raios o Planeta louro,Enriquecendo o influxo em tuas veias,Quanto em chamas fecunda, brota em ouro.
  22.  Toda a sua criação literária de Cláudio Manuel da Costa está em Obras Poéticas, obra que reúne a produção lírica do poeta, sonetos, éclogas, epicédios, cantatas e outras modalidades, e que dá início ao Arcadismo Brasileiro. Essa publicação marcou a fundação da Arcádia Ultramarina, uma instituição cultural onde os poetas se reuniam para escrever e declamar seus poemas.
  23. O poeta admite a contradição que existe entre o ideal poético e a realidade de sua obra. Com efeito, se os poemas estão cheios de pastores - comprovando o projeto de literatura árcade - o seu gosto pela antítese e a preferência pelo soneto indicam a herança de uma tradição que remonta ao Camões lírico e à poesia portuguesa do século XVII.
  24. A todo instante, o autor de Obras Poéticas vale-se de antíteses - típicoprocedimento barroco - para registraros seus conflitos pessoais. No soneto LXXXIV, temos um belo exemplo decontraste entre a dureza da pedra e a ternura do coração:
  25. Destes penhascos fez a natureza O berço em que nasci! Oh, quem cuidara Que entre penhas tão duras se criaraUma alma terna, um peito sem dureza!
  26. Tomás Antônio Gonzaga Pseudônimo – Dirceu; Musa – Marília; Autor da famosa obra Marília de Dirceu,escrita no cárcere e dividida em 2 partes:- primeira: num tom mais esperançoso, antevendo o casamento;- segunda: tom mais melancólico, de saudades da amada. Foi degredado para Moçambique onde fez um bom casamento e ficou rico.
  27. Poesia líricaLira I Eu, Marília, não sou algum vaqueiro, Que viva de guardar alheio gado; De tosco trato, d expressões grosseiro, Dos frios gelos, e dos sóis queimado. Tenho próprio casal, e nele assisto; Dá-me vinho, legume, fruta, azeite; Das brancas ovelhinhas tiro o leite, E mais as finas lãs, de que me visto. Graças, Marília bela, Graças à minha Estrela!
  28. Eu vi o meu semblante numa fonte,Dos anos inda não está cortado:Os pastores, que habitam este monte,Com tal destreza toco a sanfoninha,Que inveja até me tem o próprio Alceste:Ao som dela concerto a voz celeste;Nem canto letra, que não seja minha,Graças, Marília bela,Graças à minha Estrela!
  29. Mas tendo tantos dotes da ventura,Só apreço lhes dou, gentil Pastora,Depois que teu afeto me segura,Que queres do que tenho ser senhora.É bom, minha Marília, é bom ser donoDe um rebanho, que cubra monte, e prado;Porém, gentil Pastora, o teu agradoVale mais qum rebanho, e mais qum trono.Graças, Marília bela,Graças à minha Estrela!
  30. Poesia satírica Autor de Cartas Chilenas; Pseudônimo – Critilo; Escrevia à Doroteu ( Cláudio Manuel da Costa) O alvo é o governo de Luís da Cunha Menezes, chamado de “Fanfarrão Minésio”
  31. Cartas ChilenasAquele, Doroteu, que não é santo,Mas quer fingir-se santo aos outros homens,Pratica muito mais do que praticaQuem segue os sãos caminhos da verdade.Mal se põe nas igrejas, de joelhos,Abre os braços em cruz, a terra beija,Entorta o seu pescoço, fecha os olhos,Faz que chora, suspira, fere o peitoE executa outras muitas macaquices,Estando em parte onde o mundo as veja.Assim o nosso chefe, que procuraMostrar-se compassivo, não descansaCom estas poucas obras: passa a dar-nosDa sua compaixão maiores provas.(Carta 2ª, versos 81 a 94)
  32. Bocage Português que veio morar no Brasil; Morou na Índia; Foi preso pela Inquisição; Pseudônimo – Elmano Sadino; Produziu poesia satírica, lírica e erótica.
  33. Poesia satírica Não lamentes, oh Nise, o teu estado; Puta tem sido muita gente boa; Putíssimas fidalgas tem Lisboa, Milhões de vezes putas têm reinado: Dido foi puta, e puta dum soldado, Cleópatra por puta alcança a c’roa; Tu, Lucrécia, com toda a tua proa, O teu cono não passa por honrado:
  34. Essa da Rússia imperatriz famosaQue ainda há pouco morreu (diz a Gazeta),Entre mil porras expirou vaidosa:Todas no mundo dão a sua greta:Não fiques pois, oh Nise, duvidosaQue isto de virgo e honra é tudo peta.
  35. Poesia lírica (convencional)Olha, Marília, as flautas dos pastoresQue bem que soam, como estão cadentes!Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentesOs Zéfiros brincar por entre flores?Vê como ali beijando-se os AmoresIncitam nossos ósculos ardentes!Ei-las de planta e planta as inocentes,As vagas borboletas de mil cores.Naquele arbusto o rouxinol suspira,Ora nas folgas a abelhinha pára,Ora nos ares sussurrando gira:Que alegre campo! Que manhã tão clara!Mas ah! Tudo o que vês, se eu te não vira,Mais tristeza que a morte me causara.
  36. Poesia lírica (pré-romântico) Incultas produções da mocidade Exponho a vossos olhos, ó leitores: Vede-as com mágoa, vede-as com piedade, Que elas buscam piedade, e não louvores: Ponderai da Fortuna a variedade Nos meus suspiros, lágrimas, e amores; Notai dos males seus a imensidade, A curta duração dos seus favores: E se entre versos mil de sentimento Encontrardes alguns, cuja aparência Indique festival contentamento, Crede, ó mortais, que foram com violência Escritos pela mão do Fingimento, Cantados pela voz da Dependência.
  37. Os épicos árcades São o embrião dos símbolos de nacionalidade que povoarão os textos românticos: a natureza exuberante e os índios valorosos. O Uraguai – José Basílio da Gama Caramuru – Santa Rita Durão
  38. O Uraguai Versos brancos; Poema épico; História da luta travada entre os índios que viviam nas Missões dos Sete Povos (Uruguai)e um exército luso-espanhol. Para cumprir o Tratado de Madri, os soldados deveriam transferir Sete Povos para os portugueses e Sacramento para os espanhóis.
  39. Este lugar delicioso e triste,Cansada de viver, tinha escolhidoPara morrer a mísera Lindóia.Lá reclinada, como que dormia,Na branda relva e nas mimosas flores,Tinha a face na mão e a mão no troncoDum fúnebre cipreste, que espalhavaMelancólica sombra. Mais de pertoDescobrem que se enrola no seu corpoVerde serpente, e lhe passeia e cingePescoço e braços, e lhe lambe o seio.
  40. Caramuru Modelo camoniano: 10 cantos, oitava rima; História do descobrimento da Bahia por Diogo Álvares Correia; Exaltação da paisagem brasileira, dos recursos naturais, das tradições e dos costumes dos índios.
  41. O poeta contemporâneo e anatureza Vento no Litoral (Legião Urbana) De tarde quero descansar, chegar até a praia Ver se o vento ainda está forte E vai ser bom subir nas pedras. Sei que faço isso para esquecer Eu deixo a onda me acertar E o vento vai levando tudo embora Agora está tão longe Vê, a linha do horizonte me distrai: Dos nossos planos é que tenho mais saudade, Quando olhávamos juntos na mesma direção. Aonde está você agora? Além de aqui, dentro de mim...
  42. Agimos certo sem quererFoi só o tempo que errouVai ser difícil sem vocêPorque você está comigo o tempo todo.E quando vejo o marExiste algo que diz:-Que a vida continuaE se entregar é uma bobagem...Já que você não está aquiO que posso fazerÉ cuidar de mim...
  43. Quero ser feliz ao menosLembra que o planoEra ficarmos bem...Eieieieiei, olha só o que eu achei:Cavalos-marinhos.Sei que faço issoPra esquecerEu deixo a ondaMe acertarE o vento vai levandoTudo embora...
  44. Uma releitura hippie dos ideaisárcades. Eu quero uma casa no campo Onde eu possa compor muitos rocks rurais E tenha somente a certeza Dos amigos do peito e nada mais Eu quero uma casa no campo Onde eu possa ficar no tamanho da paz E tenha somente a certeza Dos limites do corpo e nada mais Eu quero carneiros e cabras pastando solenes No meu jardim Eu quero o silêncio das línguas cansadas
  45. Eu quero a esperança de óculosMeu filho de cuca legalEu quero plantar e colher com a mãoA pimenta e o salEu quero uma casa no campoDo tamanho ideal, pau-a-pique e sapéOnde eu possa plantar meus amigosMeus discos e livrosE nada mais
  46. Para pensar... Reflita sobre a relação entre o conceito de mimese e a estética árcade. Procure identificar de que modo o Arcadismo projeta na natureza os principais valores que deseja divulgar junto ao público leitor.
  47.  A imitação da natureza ocorre porque é nela que os gregos identificam as verdades universais. Por isso, o ideal de beleza e equilíbrio se manifesta, na poesia árcade, associado á criação de cenários naturais perfeitos, que convidam o ser humano a abandonar o luxo e a corrupção das cidades e retomar uma vida mais simples e natural.
  48. Pastores, que levais ao monte o gado,Vede lá como andais por essa serra;Que para dar contágio a toda terra,Basta ver-se o meu rosto magoado:Eu ando (vós me vedes) tão pesado;E a pastora infiel, que me faz guerra,É a mesma, que em seu semblante encerraA causa de um martírio tão cansado.
  49. Se a quereis conhecer, vinde comigo,Vereis a formosura, que eu adoro;Mas não; tanto não sou vosso inimigo:Deixai, não a vejais; eu vo-lo imploro;Que se seguir quiserdes, o que eu sigo,Chorareis, ó pastores, o que eu choro.(COSTA, Cláudio Manuel. Poemas escolhidos)
  50. (USP) Aponte a alternativa cujo conteúdo não se aplica ao Arcadismo:a) Desenvolvimento do gênero épico, registrando o início da corrente indianista na poesia brasileira.b) Presença da mitologia grega na poesia de alguns poetas desse período.c) Propagação do gênero lírico em que os poetas assumem a postura de pastores e transformam a realidade num quadro idealizado.d) Circulação de manuscritos anônimos de teor satírico e conteúdo político.e) Penetração de tendência mística e religiosa, vinculada à expressão de ter ou não fé.
  51. (Mackenzie) Assinale a alternativa em que aparece uma característica imprópria do Arcadismo:a) Bucolismo.b) Presença de entidades mitológicas.c) Exaltação da natureza.d) Tranquilidade no relacionamento amoroso.e) Evasão na morte.
  52. (UFV) Todos os fragmentos abaixo representam, pela linguagem ou pela temática, o movimento árcade brasileiro, EXCETO:a) “A mesma formosura/é dote que só goza a mocidade:/rugam-se as faces, o cabelo alveja/mal chega a longa idade.”b) “Pastores que levais ao monte o gado,/Vede lá como andais por essa serra,/Que para dar contágio a toda a terra,/Basta ver-se o meu rosto magoado.”c) “Passam, prezado amigo, de quinhentos/Os presos que se ajuntam na cadeia./Uns dormem encolhidos sobre a terra,/Mal cobertos dos trapos, que molharam/de dia, no trabalho.”d) “Que havemos de esperar, Marília bela?/que vão passando os florescentes dias?/as glórias que vêm tarde, já vêm frias,/e pode enfim mudar-se a nossa estrela.”e) “Oh! Que saudades que eu tenho/Da aurora da minha vida,/Da minha infância querida/Que os anos não trazem mais!”
  53. Assinale o que não se refere ao Arcadismo:a) Época do Iluminismo (século XVIII) – Racionalismo, clareza, simplicidade.b) Volta aos princípios clássicos greco-romanos e renascentistas (o belo, o bem, a verdade, a perfeição, a imitação da natureza).c) Ornamentação estilística, predomínio da ordem inversa, excesso de figuras.d) Pastoralismo, bucolismo suaves idílios campestres.e) Apóia-se em temas clássicos e tem como lema: inutilia truncat (“corta o que é inútil”).

×