Apresentação antropologica e cultura midiática

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Trabalho de antropologia e cultura midiática

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  • A partir da explosão dos meios de reprodução técnico-industriais – jornal, foto, cinema -, seguida da onipresença dos meios eletrônicos de difusão – rádio e televisão, produziu um impacto até hoje atordoante naquela tradicional divisão da cultura erudita, culta, de um lado, e cultura popular , de outro. Ao absorver e digerir, dentro de si, essas duas formas de cultura, a cultura de massas tende a dissolver a polaridade entre o popular e o erudito, anulando suas fronteiras. Disso resultam cruzamentos culturais em que o tradicional e o moderno, o artesanal e o industrial mesclam –se em tecidos híbridos e voláteis próprios das culturas urbanas.
  • A partir da explosão dos meios de reprodução técnico-industriais – jornal, foto, cinema -, seguida da onipresença dos meios eletrônicos de difusão – rádio e televisão, produziu um impacto até hoje atordoante naquela tradicional divisão da cultura erudita, culta, de um lado, e cultura popular , de outro. Ao absorver e digerir, dentro de si, essas duas formas de cultura, a cultura de massas tende a dissolver a polaridade entre o popular e o erudito, anulando suas fronteiras. Disso resultam cruzamentos culturais em que o tradicional e o moderno, o artesanal e o industrial mesclam –se em tecidos híbridos e voláteis próprios das culturas urbanas.
  • A partir da explosão dos meios de reprodução técnico-industriais – jornal, foto, cinema -, seguida da onipresença dos meios eletrônicos de difusão – rádio e televisão, produziu um impacto até hoje atordoante naquela tradicional divisão da cultura erudita, culta, de um lado, e cultura popular , de outro. Ao absorver e digerir, dentro de si, essas duas formas de cultura, a cultura de massas tende a dissolver a polaridade entre o popular e o erudito, anulando suas fronteiras. Disso resultam cruzamentos culturais em que o tradicional e o moderno, o artesanal e o industrial mesclam –se em tecidos híbridos e voláteis próprios das culturas urbanas.
  • A partir da explosão dos meios de reprodução técnico-industriais – jornal, foto, cinema -, seguida da onipresença dos meios eletrônicos de difusão – rádio e televisão, produziu um impacto até hoje atordoante naquela tradicional divisão da cultura erudita, culta, de um lado, e cultura popular , de outro. Ao absorver e digerir, dentro de si, essas duas formas de cultura, a cultura de massas tende a dissolver a polaridade entre o popular e o erudito, anulando suas fronteiras. Disso resultam cruzamentos culturais em que o tradicional e o moderno, o artesanal e o industrial mesclam –se em tecidos híbridos e voláteis próprios das culturas urbanas.
  • A partir da explosão dos meios de reprodução técnico-industriais – jornal, foto, cinema -, seguida da onipresença dos meios eletrônicos de difusão – rádio e televisão, produziu um impacto até hoje atordoante naquela tradicional divisão da cultura erudita, culta, de um lado, e cultura popular , de outro. Ao absorver e digerir, dentro de si, essas duas formas de cultura, a cultura de massas tende a dissolver a polaridade entre o popular e o erudito, anulando suas fronteiras. Disso resultam cruzamentos culturais em que o tradicional e o moderno, o artesanal e o industrial mesclam –se em tecidos híbridos e voláteis próprios das culturas urbanas.
  • A partir da explosão dos meios de reprodução técnico-industriais – jornal, foto, cinema -, seguida da onipresença dos meios eletrônicos de difusão – rádio e televisão, produziu um impacto até hoje atordoante naquela tradicional divisão da cultura erudita, culta, de um lado, e cultura popular , de outro. Ao absorver e digerir, dentro de si, essas duas formas de cultura, a cultura de massas tende a dissolver a polaridade entre o popular e o erudito, anulando suas fronteiras. Disso resultam cruzamentos culturais em que o tradicional e o moderno, o artesanal e o industrial mesclam –se em tecidos híbridos e voláteis próprios das culturas urbanas.
  • A partir da explosão dos meios de reprodução técnico-industriais – jornal, foto, cinema -, seguida da onipresença dos meios eletrônicos de difusão – rádio e televisão, produziu um impacto até hoje atordoante naquela tradicional divisão da cultura erudita, culta, de um lado, e cultura popular , de outro. Ao absorver e digerir, dentro de si, essas duas formas de cultura, a cultura de massas tende a dissolver a polaridade entre o popular e o erudito, anulando suas fronteiras. Disso resultam cruzamentos culturais em que o tradicional e o moderno, o artesanal e o industrial mesclam –se em tecidos híbridos e voláteis próprios das culturas urbanas.
  • A partir da explosão dos meios de reprodução técnico-industriais – jornal, foto, cinema -, seguida da onipresença dos meios eletrônicos de difusão – rádio e televisão, produziu um impacto até hoje atordoante naquela tradicional divisão da cultura erudita, culta, de um lado, e cultura popular , de outro. Ao absorver e digerir, dentro de si, essas duas formas de cultura, a cultura de massas tende a dissolver a polaridade entre o popular e o erudito, anulando suas fronteiras. Disso resultam cruzamentos culturais em que o tradicional e o moderno, o artesanal e o industrial mesclam –se em tecidos híbridos e voláteis próprios das culturas urbanas.
  • A partir da explosão dos meios de reprodução técnico-industriais – jornal, foto, cinema -, seguida da onipresença dos meios eletrônicos de difusão – rádio e televisão, produziu um impacto até hoje atordoante naquela tradicional divisão da cultura erudita, culta, de um lado, e cultura popular , de outro. Ao absorver e digerir, dentro de si, essas duas formas de cultura, a cultura de massas tende a dissolver a polaridade entre o popular e o erudito, anulando suas fronteiras. Disso resultam cruzamentos culturais em que o tradicional e o moderno, o artesanal e o industrial mesclam –se em tecidos híbridos e voláteis próprios das culturas urbanas.
  • Essas dificuldades atingiram seu clímax a partir dos anos 80, com o surgimento de novas formas de consumo cultural propiciadas pelas tecnologias do disponível e do descartável: as fotocopiadoras, videocassetes, videoclips, videojogos, o controle remoto, seguido pela indústria dos CDs e a TV a cabo, ou seja, tecnologias para demandas simbólicas heterogenias, fugazes e mais personalizadas.
  • Na década de 90, a emergência da comunicação planetária via redes de teleinformática acabou por instalar a generalização do emprego da palavra “mídia” para se referir também a todos os processos de comunicação mediados por computador. Com isso seu emprego se alastrou, tendo se tornado hoje uma moeda corrente, muitas vezes bastante indefinida.
  • Apresentação antropologica e cultura midiática

    1. 1. Cultura Midiática Cultura da mídia face à eletricidade Antropologia e Cultura Brasileira Professor Paulo A C Vasconcelos
    2. 2. O que é cultura? Cultura é um conceito antropológico que desde a antigüidade tem-se tentado explicar as diferenças de comportamento entre os homens, a partir das diversidades genéticas ou geográficas.
    3. 3. O que é cultura midiática? É uma cultura em que acredita-se que as mídias podem ajudar a promover as transformações socioculturais necessárias à mudança da realidade presente, na qual o ser humano deve vencer urgentemente qualquer traço de indiferença para com o meio em que vive.
    4. 4. <ul><ul><li>A história do Jornal Impresso </li></ul></ul>
    5. 5. <ul><li>História da Mídia Impressa </li></ul><ul><li>A comunicação sempre esteve presente na evolução humana. A fabricação do papel foi dada pelos chineses, no século VI a. C., que proporcionou o desenvolvimento da cultura. Mas somente com a invenção da imprensa por Gutenberg, em 1438, a propagação da informação ganhou um grande impulso. </li></ul><ul><li>Com o aumento de informações em relação aos acontecimentos econômicos, sociais e políticos no séc.XV, resultou no aumento de registros impressos (gazetas, pasquins e folhetos), dando origem ao jornalismo. </li></ul>
    6. 6. <ul><li>História da Mídia Impressa </li></ul><ul><li>A origem do jornal se deu em solos ingleses, franceses, alemães e mais tarde, em terreno norte-americano. </li></ul><ul><li>Já naquela época o jornalismo sofria rígidos controles do governo, o qual impunha leis severas para o seu funcionamento. </li></ul><ul><li>A censura começa a travar o pleno progresso dos impressos. Durante a I Guerra Mundial, os jornais passaram a viver sobre um regime de censura. Os impressos que não obedecessem às regras eram apreendidos e suspensos. As informações sobre a guerra eram obtidas por intermédio de oficiais militares que controlavam o que devia ser repassado ou não. </li></ul>
    7. 7. <ul><li>História da Mídia Impressa </li></ul><ul><li>A industrialização foi um grande fator para a evolução do jornalismo. </li></ul><ul><li>A mecanização e tecnologia fez aumentar a produção em massa, com isso um numero maior de leitores. </li></ul><ul><li>Mas com a vinda do rádio e da TV, ficou mais disputado a atenção da sociedade. Forçando assim, o jornal à tender para uma postura mais empresarial do que de entretenimento já que o rádio e a TV faziam este papel. </li></ul>
    8. 8. <ul><ul><li>A história do Rádio </li></ul></ul>
    9. 9. <ul><li>A história do Rádio </li></ul><ul><li>1863 em Cambridge - Inglaterra, James Clerck Maxwell demonstra a provável existencia das ondas eletromagnéticas. </li></ul><ul><li>Henrich Rudolph Hertz (1857-1894) se interessa pelo assunto e em 1887 começam as primeiras propagações radiofônicas. </li></ul><ul><li>Em 1897 Oliver Lodge inventou o circuito elétrico sintonizado, que possibilitava a mudança de sintonia selecionando a freqüência desejada. </li></ul>
    10. 10. <ul><li>A história do Rádio </li></ul><ul><li>No Brasil, um Padre-cientista gaúcho, chamado Roberto Landell de Moura , nascido em 21 de janeiro de 1861, construiu diversos aparelhos importantes para a história do rádio e que foram expostos ao público de São Paulo em 1893 . </li></ul><ul><li>1893 - Padre Roberto Landell de Moura , faz a primeira transmissão de palavra falada, sem fios, através de ondas eletromagnéticas. </li></ul>
    11. 11. A história do Rádio
    12. 12. <ul><ul><li>A história da TV </li></ul></ul>
    13. 13. Em 61 anos de atividade, a televisão brasileira passou por diferentes fases, em função da evolução de sua tecnologia e de sua linguagem. “ Propiciada pela fácil penetração nos mais diferentes meios, a televisão se transformou num agente de alteração comportamental, perdendo seu caráter de entretenimento ingênuo impondo-se como eficiente força de manipulação social.&quot; (EDGAR RIBEIRO DE AMORIM, 1990. ) A TV artesanal da década de 50 cedeu espaço à industrialização dos anos 60, à cor e à transmissão via satélite dos anos 70, à computadorização, ao vídeo residencial, às novas formas de transmissão dos anos 80. História da TV no Brasil
    14. 14. Passado o período da Primeira Guerra Mundial, um russo naturalizado norte-americano, V.K. Zworykin, solicitou uma patente pela descoberta do iconoscópio. Era o ano de 1923 e sua descoberta é considerada um momento decisivo no desenvolvimento da televisão, segundo registra John J. Floherty, no seu livro &quot;História da Televisão&quot;. História da TV no Brasil
    15. 15. História da TV no Brasil Em 1950, a TV chega a o Brasil, a primeira emissora a inaugurar foi o canal 3, extinta TV Tupi. Nessa época, haviam 200 receptores &quot;aparelhos de TV&quot;. Os 10 primeiros anos foram anos de testes, de aprimoramentos de transmissão, de iniciação das emissoras. A idéia partiu do jornalista Assis Chateubriand, quando partiu para os Estados Unidos, decidido a implantar a televisão no Brasil.
    16. 16. O primeiro programa a ser transmitido foi &quot;Show na Taba&quot;, um programa de variedades. O Brasil foi o pioneiro na América Latina e foi o 5º país do mundo a ter a televisão, depois dos EUA, Inglaterra, Holanda e França. Os anos 60 foram anos de inovação, algumas das principais emissoras de hoje foram inauguradas, a primeira TV em cores no Brasil foi lançada. Em 18 setembro de 1950 se dava pela primeira vez em domicílios brasileiros o milagre das ondas eletromagnéticas transmitidas de longas distancias e transformadas em imagens e sons. História da TV no Brasil
    17. 17. Com a implantação do plano real as classes mais baixas puderam comprar mais televisores, e os anos 90 foram marcados pela disputa de audiências das emissoras. A década de 2000 foi marcada pelos reality shows, mais tarde pelos programas de humor voltados ao público jovem e a conexão da TV com a internet. História da TV no Brasil
    18. 18. <ul><ul><li>A história do Cinema </li></ul></ul>
    19. 19. <ul><li>A história do Cinema </li></ul><ul><li>Caso alguém pergunte, num futuro distante, qual terá sido a mídia de maior impacto da era moderna, a resposta será quase unânime: o cinematógrafo. Inventado em 1895 pelos irmãos Lumière para fins científicos, o cinema revelou-se peça fundamental do imaginário coletivo do século XX, seja como fonte de entretenimento ou de divulgação cultural de todos os povos do globo. </li></ul>
    20. 20. A história do Cinema Nos anos 30, inicia-se a era do cinema falado. Já então, o pioneiro cinema nacional concorre com o forte esquema de distribuição norte-americano, numa disputa que se estende até os nossos dias.
    21. 21. A história do Cinema
    22. 22. <ul><ul><li>As transformações da cultura no século XX </li></ul></ul>
    23. 23. <ul><li>As transformações da cultura no século XX </li></ul><ul><li>No século XIX predominavam duas culturas nas sociedades ocidentais: </li></ul><ul><ul><li>Erudita </li></ul></ul><ul><ul><li>Popular </li></ul></ul>
    24. 24. As transformações da cultura no século XX Com o crescimento cada vez maior dos meios de comunicação em massa, no século XX, foram também crescendo as dificuldades para se estabelecer distinções claras entre o popular, o erudito e o massivo.
    25. 25. As transformações da cultura no século XX Nessa época surgiu uma nova definição para a palavra “mídias”, que torna-se necessária para dar conta dos trânsitos e hibridismos entre os meios de comunicação, hibridismo estes que eram acelerados ainda mais pela multiplicação dos meios de comunicação que não podiam ser considerados necessariamente como meios massivos.
    26. 26. <ul><ul><li>Influência da política e do poder na Cultura Brasileira </li></ul></ul>
    27. 27. <ul><li>INFLUÊNCIA DA POLÍTICA E DO PODER NA CULTURA BRASILEIRA </li></ul><ul><li>Democracia no mundo da mídia: </li></ul><ul><li>É imprescindível que se tenha uma mídia plural para que se assegure a democracia na sociedade; </li></ul><ul><li>Na sociedade brasileira ainda se vive, depois de tantos anos de democracia, no sistema de comunicação constituído pela ditadura. Democratizaram-se outras coisas na sociedade, mas, no entanto, no plano da comunicação, a ditadura continua. </li></ul>
    28. 28. <ul><li>INFLUÊNCIA DA POLÍTICA E DO PODER NA CULTURA BRASILEIRA </li></ul><ul><li>Tecnologia digital de TV: </li></ul><ul><li>Expectativa cultural: ampliação do espectro de fontes de informação, pluralidade de idéias e diversidade cultural; </li></ul><ul><li>Abordagem da mídia quanto à TV digital: Imagem melhor e possibilidade de interação (ponto de vista unicamente comercial) </li></ul><ul><li>N </li></ul>
    29. 29. POLÍTICA DE IMPLANTAÇÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL Partes Interessadas Governo Federal • Integração e desenvolvimento : Propiciar educação à distância, tele-medicina, disseminação cultural, comércio eletrônico, serviços bancários, informações sob demanda, bate-papo e correio eletrônico. Radiodifusores • Interesses predominantemente comerciais: Levar conteúdo em alta definição de som e imagens e manter o modelo de negócio atual, baseado na venda de audiência para os anunciantes. Sociedade Civil • Democratização da informação : A importância do acesso à informação, entretenimento e interatividade a todos os segmentos da sociedade. Indústria Eletro-eletrônica • Interesses predominantemente comerciais: Impulsionar as vendas de televisores e celulares no país. Indústria de Telecomunicações • Interesses predominantemente comerciais: Implantar o padrão Europeu de TV digital (DVB), uma vez que esse padrão representa seus interesses comerciais e já está estabelecido em mais de cinqüenta países disseminado entre Europa, Ásia, África, Oceania e Oriente Médio. Consórcio das Academias • Interesse pela pesquisa: Desenvolver um padrão com tecnologia nacional.
    30. 30. POLÍTICA DE IMPLANTAÇÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL Sistemas de modulação da TV Digital 1) O Norte Americano – Advanced Television Systems Committee (ATSC), adotado pelos Estados Unidos, Canadá, México e Coréia do Sul; 2) O Europeu – Digital Vídeo Broadcasting (DVB), adotado em mais de cinqüenta países, incluindo toda a Europa, Austrália, Nova Zelândia, Índia, Cingapura e Taiwan; 3) O Japonês – Integrated System Digital Broadcasting (ISDB), usado apenas no Japão.
    31. 31. <ul><li>POLÍTICA DE IMPLANTAÇÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL </li></ul><ul><li>O padrão europeu interessava aos Telecoms pela possibilidade da produção em escala, visto que esse sistema é adotado em 51 países; </li></ul><ul><li>Interessava também aos representantes da Sociedade Civil, pois sendo o único sistema que permite a multiprogramação, é possível, na mesma faixa de freqüência, ter-se até 4 canais, resultando na democratização da informação; </li></ul><ul><li>O padrão japonês interessava, principalmente, aos radiodifusores que manteriam a monoprogramação e, assim, não pulverizariam a receita gerada pela publicidade; </li></ul><ul><li>O padrão norte-americano era aquele que menos interessava aos agentes. </li></ul><ul><li>Tanto o Governo quanto o grupo Intervozes e Telecom estavam direcionados para a possibilidade da democratização da informação, com o foco no consumidor; </li></ul><ul><li>A Academia utilizava no seu discurso o desenvolvimento de uma tecnologia totalmente nacional, fomento pesquisas e acalentando possibilidades de uso na educação à distância, caminhos para a interatividade plena. O discurso ressaltava, basicamente, o nacionalismo. </li></ul>
    32. 32. <ul><li>POLÍTICA DE IMPLANTAÇÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL </li></ul><ul><li>Com a queda do Chefe da Casa Civil e a entrada do Ministro Hélio Costa, é elaborado o Decreto, estabelecendo o funcionamento da TV digital brasileira, sendo o sistema japonês escolhido para ser o padrão definitivo da TV digital no Brasil. </li></ul><ul><li>O governo primou pela valorização do desenvolvimento tecnológico. O que interessava como discurso, nesse momento, era a qualidade do som e da imagem e a robustez da TV móvel (portabilidade e mobilidade); </li></ul><ul><li>A não democratização da informação passa a ser justificada em seus discursos; </li></ul><ul><li>Os radifodifusores enfatizaram a questão tecnológica, com termos voltados para um novo tempo: desenvolvimento, tecnologia de ponta, qualidade da programação. </li></ul>
    33. 33. <ul><li>Contrariamente a esses, o Grupo Intervozes denunciava, como anti-democrática e elitista, a posição do Governo e dos radiodfiusores. Ressaltava a valorização da tecnologia em detrimento do consumidor, usando vocabulário que inseria termos como: denúncia, fraude, favorecimento, etc. </li></ul>POLÍTICA DE IMPLANTAÇÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL
    34. 34. <ul><li>Aspectos culturais decorrentes da adoção do padrão Japonês ( ISDB) </li></ul><ul><ul><li>Já implantados: </li></ul></ul><ul><ul><li>Mobilidade; </li></ul></ul><ul><ul><li>Portabilidade; </li></ul></ul><ul><ul><li>Qualidade das produções; </li></ul></ul><ul><ul><li>Interatividade; </li></ul></ul><ul><ul><li>Previstos: </li></ul></ul><ul><ul><li>Multiprogramação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Canais comunitários; </li></ul></ul><ul><ul><li>Implantação em todo o Brasil </li></ul></ul>
    35. 35. <ul><ul><li>Interatividade da TV, Celulares e Computadores. </li></ul></ul>
    36. 36. <ul><ul><li>A Influência da Televisão Brasileira na Cultura de Outros Países </li></ul></ul>
    37. 37. <ul><li>A Influência da Televisão Brasileira na Cultura de Outros Países </li></ul><ul><li>Hoje principalmente com a ajuda da tecnologia as emissoras brasileiras conseguem alcançar o público de outros países e como resultado acabam influenciando na cultura e nos costumes dessas sociedades. </li></ul><ul><li>A própria tele-novela que é um costume tipicamente brasileiro, já caiu nas graças do público internacional. </li></ul><ul><li>A Rede Globo, por exemplo, exporta suas novelas e minisséries para cerca de 130 países. </li></ul>
    38. 38. A Influência da Televisão Brasileira na Cultura de Outros Países &quot;Negócio da China&quot; foi vendida para Moçambique e depois estreou pelo canal Soico-STV, uma emissora africana que é parceira da Globo desde 2002 e já exibiu outras produções globais, como &quot;Maysa: Quando Fala o Coração&quot;, &quot;Os Maias&quot; e &quot;Antonia&quot;. A novela &quot;Caminho das Índias&quot; também foi exibida em seu horário nobre. Até o próprio Estados Unidos consome as novelas globais, &quot;Sete Pecados&quot; foi exibida através da America TeVe, emissora destinada aos hispânicos residentes no país e acabava atraindo o publico em geral. E se alguém pensa que o costume de parar tudo e se concentrar no último capitulo da novela é algo inclusivamente brasileiro está muito enganado. Uma prova de que os costumes brasileiros estão influenciando outros países foi um episódio ocorrido em 1995. Após quatro anos de guerra e 200.000 mortes, sérvios e muçulmanos da Bósnia-Herzegovina, que pleiteavam independência, fizeram uma trégua para assistir aos últimos capítulos de A Escrava Isaura, a mesma que fez da atriz Lucélia Santos uma celebridade na China.
    39. 39. A Influência da Televisão Brasileira na Cultura de Outros Países A pesar de toda rixa existente no futebol entre o Brasil e a Argentina, os argentinos tem uma certa admiração e a cultura brasileira tem muita influência no país. Muitas lojas de discos têm uma seção só de música brasileira, que vai de Caetano Veloso a Só pra Contrariar. A Xuxa e suas músicas em espanhol foram ícone de uma geração de argentinos, quando em 1991-93 ela apresentava diariamente &quot;El Show de Xuxa&quot; no canal Telefé, que também era transmitido a vários outros países da América Latina.
    40. 40. A Influência da Televisão Brasileira na Cultura de Outros Países Também não podemos esquecer que o carro chefe do Brasil, e que a televisão com certeza ajuda a disseminar lá fora são o futebol e o carnaval. Esses dois fatores culturais brasileiros vendem a imagem do Brasil lá fora chamando a atenção dos outros países para a “alegria do país” e a arte do futebol. Não é a toa que grande parte do turismo brasileiro se vale disso, dos gringos que querem conhecer o país do “Rei Pelé” e das “linda mulatas do samba.
    41. 41. <ul><ul><li>Novas Tecnologias </li></ul></ul>
    42. 42. Novas Tecnologias
    43. 43. <ul><ul><li>Internet e redes sociais </li></ul></ul>
    44. 44. Internet e redes sociais
    45. 45. <ul><li>Bibliografia </li></ul><ul><li>JUCÁ, Kelma. Um breve apanhado sobre a história da imprensa. Almanaque Abril. São Paulo: Editora Abril , 1999. Disponível em: < www.osjornais.blogger.com.br/2004_03_28_archive.html > . Acesso em : 25 abr.2011. </li></ul><ul><li>AMORIM, Edgard Ribeiro de . TV ano 40: quadro cronológico de televisão brasileira: 1950 - 1990 . São Paulo. Centro Cultural de São Paulo, 1990. </li></ul><ul><li>NASSAR, Silvio Júlio. 1000 perguntas: televisão . 1ª ed. Rio de Janeiro. Editora Estácio de Sá, 1984. </li></ul><ul><li>SANTAELLA, Lúcia. CULTURAS E ARTES DO POS-HUMANO: DA CULTURA DAS MIDIAS A CIBERCULTURA. 1ª ed. São Paulo. Paulus Editora. </li></ul><ul><li>LEMOS, André. Cibercidade – As cidades na cibercultura. 1ª ed. E-Papers. Rio de Janeiro, 2004. </li></ul><ul><li>SERTÓRI, Paulo Sérgio. A indústria cultural. Thésis: Revista dos Alunos da Pós-Graduação da Faculdade Cásper Líbero. São Paulo. v.2, n.4. maio 2001. </li></ul><ul><li>FERRARETTO, Luiz Artur. No ar: rádio : o veículo, a história e a técnica . 2. ed. Porto Alegre, RS: Sagra Luzzatto, 2001. </li></ul>
    46. 46. <ul><li>Bibliografia </li></ul><ul><li>BAZANINI, Roberto. DONAIRE, Denis. DONATO, Mauricio. A IMPLANTAÇÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE ESTRATÉGIA DECIDIDA CONTINUAMENTE: AS NEGOCIAÇÕES E OS ESTRATAGEMAS RETÓRICOS EMPREGADOS PELOS AGENTES FOMENTADORES. Disponível em: <http://www.ead.fea.usp.br/semead/11semead/resultado/trabalhosPDF/170.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2011 </li></ul><ul><li>RUBIM, Antonio Albino Canelas . Mídia e Política. Revista Mídia com Democracia. 6ª ed. FNDC. São Paulo 2007. </li></ul><ul><li>REINHOLZ, Fabiana . Comunicação e Desenvolvimento. Revista Mídia com Democracia. 11ª ed. FNDC. São Paulo 2011. </li></ul>

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