MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOSECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICAINSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA...
2Sumário1 – DENOMINAÇÃO......................................................................................................
315.1 – INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS OFERECIDOS AOS PROFESSORES EALUNOS........................................................
41 - DENOMINAÇÃOO curso aqui apresentado recebe a denominação de Licenciatura emQuímica. Ao final do curso, o estudante ob...
53.2 – JustificativaOs cursos de Licenciatura nas diferentes áreas das Ciências daNatureza, em âmbito nacional, preparam p...
6o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) – para as unidades dafederação e para o país, e a Prova Brasil – para os...
7Ensino FundamentalIDEBObservadoMetas Projetadas2005 2007 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021Anos Iniciais 3,6 3,6 3,7...
8centradas na construção de uma aprendizagem significativa pelo aluno, deforma articulada e não fragmentada, sem, contudo,...
9concepção de formação ressignifica as práticas tradicionais relacionadas àFormação de Professores. Dessa forma, o profess...
10cursos superiores, centros de pesquisa, dentre outros.4 - PÚBLICO ALVO E REQUISITOS DE ACESSOPara ingressar no Curso de ...
11atividades de preparação, reunião e regência de classe são contabilizadas.Abaixo apresentamos as cargas horárias em deta...
12dos saberes científicos e dos posicionamentos sociais, a exigir desteprofissional maleabilidade cognitiva e autonomia in...
13e escolhas pedagógicas que nortearão a vida escolar;- o envolvimento em processos de formação permanente, no âmbito desu...
14e dos grupos sob sua responsabilidade educativa.A maleabilidade intelectual desejável para que os egressos deLicenciatur...
15atendimento à dinâmica do mundo contemporâneo, tendo semprepresente a reflexão acerca dos riscos e benefícios das prátic...
16• conheçam princípios didáticos que lhes permitam tomar decisões noâmbito do planejamento, encaminhamento e avaliação de...
17de formação, cujas disciplinas são desenvolvidas em mais quatro semestres.Desta forma, os alunos que ingressam na Licenc...
18baseados em situações-problema que mobilizem a investigação de temas dediferentes áreas para a sua resolução. Para além ...
19Essa perspectiva é ainda ratificada no mesmo Parecer ao preconizarque:Todas as disciplinas que constituem o currículo de...
20filosóficos da educação, Estudo Sócio-antropológico da educação, Tecnologiasna educação, Metodologia para o ensino de ci...
21MEC/SETECINSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSEA PARTIR DE:AGOSTO/2010CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICACAMPUS:VISCONDE DA GR...
22CAVG_Diren.242 Anatomia Humana e Comparada 3 45CAVG_Diren.243 História e Filosofia da Ciência 3 45Subtotal 25 375NÚCLEOE...
23TOTAL DO ESTAGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO405CARGA HORÀRIA TOTAL MÍNIMA DO CURSO3110• HORA AULA = 45 MINUTOS• DESENVOLVI...
24A partir dessas definições, apresenta-se, a seguir, a Matriz de Pré-Requisitos identificando as diferentes relações defi...
25MEC/SETECINSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSEA PARTIR DE AGOSTODE 2010LICENCIATURA EM QUÍMICACAMPUS: Pelotas –Visconde da...
26CAVG_Diren.262 Estágio Supervisionado III CAVG_Diren.279 Estágio Supervisionado IIOITAVO CAVG_Diren.268 Estágio Supervis...
27Aos alunos que, amparados pela Resolução CNE/CP nº 02/2002,poderão ter dispensa parcial do cumprimento da carga horária ...
28O tratamento teórico-prático dos diferentes saberes desenvolvidos aolongo do curso aproxima-se da perspectiva de “práxis...
29Espera-se que o aluno seja um elemento ativo no seu processo de ensino,protagonizando itinerários mais particularizados ...
3010.9 – FUNCIONAMENTO DAS INSTÂNCIAS DE DELIBERAÇÃO EDISCUSSÃONo IFSul, por delegação do Conselho Superior, é a Câmara de...
31pela Pró-reitoria de Ensino.O NDE e o Colegiado de Curso são as instâncias responsáveis pelaconcepção, acompanhamento e ...
322.2 Socialismo;2.3 Escola Nova;2.4 Crítico;2.5 O tecnicismo pedagógico;2.6 Pós-modernidade e educação.UNIDADE III – Pens...
33BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação? São Paulo, Brasiliense,1999.FREIRE, Paulo Pedagogia da Autonomia: saberes n...
341999.FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 47.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,2005.GADOTTI, Moacir. História das ideias ...
35MASTERTON, William et al. Princípios de Química. 6.ed. Rio de Janeiro:LTC, 2011.Bibliografia complementarBRADY, James e ...
362.7 Limites fundamentais2.8 Noção ao estudo de continuidadeUnidade III – Derivadas3.1 Definição e regra geral de derivaç...
37FLEMMING, Diva Marília e GONÇALVES, Mírian Buss. Cálculo A. São Paulo:Makron Books, 1992.Bibliografia complementarGUIDOR...
384.2 Organelas não-membranosas4.3. O citoplasmaUNIDADE V - Fisiologia Celular5.1 Conceitos iniciais5.2. Processos celular...
39Disciplina: Tecnologias na EducaçãoVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 45 horas Código: ...
40HILL, Benjamin e BACON, Jono. O livro oficial do Ubuntu. Porto Alegre:Bookman 2008.MICROSOFT PRESS. Microsoft Office 200...
41KOCH, Ingedores Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: ossentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.Bibliogr...
427.1 Resenha7.2 Relatório7.3 Resumo crítico7.4 EnsaioUNIDADE VIII - Aspectos técnicos do texto científico8.1 Introdução8....
43Disciplina: Filosofia e Teoria do ConhecimentoVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 60 hor...
44processos de raciocínio5.2 Processos de aprendizagem: os significados do aprenderUNIDADE VI – Teorias do conhecimento6.1...
451.1 Grandezas, padrões e unidades físicas1.2 Sistema internacional de unidades1.3 Padrão de comprimento, massa e tempoUN...
465.2 Trabalho realizado por uma força constante5.3 Conceito de integração e sua aplicação a problemas emmecânica5.4 Traba...
479.4 Dinâmica de rotação de um corpo rígido9.5 Movimento combinado de translação e rotação de um corporígido9.6 Conservaç...
481.1 Conceito de Espécie.1.2 Biodiversidade1.3 AdaptaçãoUNIDADE II - Classificação biológica dos seres vivos.2.1 Ciências...
49TRABULSI, Luiz Rachid e ALTERTHUM, Flávio. Microbiologia. 5.ed. Rio deJaneiro: Atheneu, 2008.Bibliografia complementarAM...
507.3 Equações de velocidade7.4 Ordem e molecularidade de reações7.5 Meia-vida7.6 Catálise; energia de ativação7.7 Teoria ...
51BALL, David. Físico-química. v.2. São Paulo: Thompson, 2005.BRADY; Humiston. Química Geral. v.1. 2.ed. Rio de Janeiro: E...
522.2 Definição2.3 Propriedades2.4 Cálculo da integral definidaUnidade III – Aplicações da integral definida3.1 Cálculo de...
53formas de reprodução, por meio de exploração teórica e análise crítica de livrosdidáticos da educação básica que abordam...
54HICKMAN, Cleveland et al. Princípios integrados de Zoologia. 11. ed. Rio deJaneiro: Guanabara Koogan, 2004.JOLY, Aylthon...
55BRUICE, Paula. Química Orgânica. v.2. 4.ed. São Paulo: Pearson, 2006.SOLOMONS, Graham. Química Orgânica. v.1. 9.ed. Rio ...
56UNIDADE II. Dinâmica dos fluidos2.1 Escoamento de fluido2.2 Linhas de corrente2.3 Equação de continuidade2.4 Equação de ...
575.4 Sistemas vibrantes e fontes sonoras5.5 Batimentos5.6 Efeito Doppler e ondas de choqueUNIDADE VI - Temperatura6.1 Equ...
588.8 Distribuição de velocidades moleculares (a distribuição deMaxwell-Boltzmann)8.9 Movimento browniano8.10 Equação de e...
59Carga horária total: 45 horas Código: CAVG_Diren.233Ementa: Estudo e reflexão sobre os níveis de organização dos seres h...
60ROSA, Atila Augusto Stock (Org.) Vertebrados fósseis de Santa Maria. SantaMaria: Gráfica Palloti, 2009.VIEIRA, Celina Te...
61JAPIASSU, Hilton. Como nasceu a Ciência Moderna: E as razões daFilosofia. Rio de Janeiro: Imago, 2007.MORAN, José et al....
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  1. 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOSECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICAINSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SUL-RIO-GRANDENSECAMPUS PELOTAS – VISCONDE DA GRAÇACURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICAInício: 2010/2
  2. 2. 2Sumário1 – DENOMINAÇÃO....................................................................................................................42 – VIGÊNCIA...............................................................................................................................43 - JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS............................................................................................43.1 - Apresentação......................................................................................................................... 43.2 – Justificativa .......................................................................................................................... 53.3 - Objetivos............................................................................................................................... 94 - PÚBLICO ALVO E REQUISITOS DE ACESSO.................................................................105 - REGIME DE MATRÍCULA..................................................................................................106 – DURAÇÃO............................................................................................................................107 – TÍTULO..................................................................................................................................118 - PERFIL PROFISSIONAL E CAMPO DE ATUAÇÃO.........................................................119 - METODOLOGIA...................................................................................................................1410 - ORGANIZAÇÃO CURRICULAR.......................................................................................1410.1 - COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS.............................................................................. 1410.2 – MATRIZ CURRICULAR................................................................................................ 1610.3 – MATRIZ DE PRÉ-REQUISITOS ................................................................................... 2310.4 – MATRIZ DE DISCIPLINAS EQUIVALENTES............................................................ 2610.5 – ESTÁGIO CURRICULAR.............................................................................................. 2610.6 – PRÁTICA PEDAGÓGICA COMO COMPONENTE CURRICULAR AO LONGO DOCURSO .......................................................................................................................................2710.7 – ATIVIDADES COMPLEMENTARES............................................................................2910.8 – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO................................................................ 2910.9 – FUNCIONAMENTO DAS INSTÂNCIAS DE DELIBERAÇÃO E DISCUSSÃO ....... 3010.10 EMENTAS, PROGRAMAS E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS DO CURSO DELICENCIATURA EM QUÍMICA...............................................................................................3210.10.1 – DISCIPLINAS DO NÚCLEO COMUM DOS QUATRO PRIMEIROS SEMESTRES......................................................................................................................................................3110.10.2 DISCIPLINAS DO NÚCLEO ESPECÍFICO DA LICENCIATURA EM QUÍMICA.11510.10.3 DISCIPLINAS ELETIVAS...........................................................................................10611 - FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR.................................................................................11212 – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM APLICADOS AOS ALUNOS....................................................................................................................................................105713 – PROCESSO DE AUTOAVALIAÇÃO.............................................................................11814 - RECURSOS HUMANOS...................................................................................................12014.1 – PESSOAL DOCENTE E SUPERVISÃO PEDAGÓGICA....................................... 1192015 – INFRAESTRUTURA.........................................................................................................126
  3. 3. 315.1 – INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS OFERECIDOS AOS PROFESSORES EALUNOS....................................................................................................................................126716 - REFERÊNCIASBIBLIOGRÁFICAS................................................................................13031ANEXO IANEXO IIANEXO IIIANEXO IVANEXO VANEXO VIANEXO VIIANEXO VIII
  4. 4. 41 - DENOMINAÇÃOO curso aqui apresentado recebe a denominação de Licenciatura emQuímica. Ao final do curso, o estudante obtém diploma de Licenciatura emQuímica.2 – VIGÊNCIAO curso passa a viger a partir de outubro de 2010. Durante a suavigência, este projeto deverá ser avaliado periodicamente pelo colegiado docurso e pelo NDE, com vistas à ratificação e/ou à remodelação deste.3 - JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS3.1 - ApresentaçãoO curso de Licenciatura em Química visa atender a demanda porprofessores capacitados para atuarem não somente na disciplina de Químicano Ensino Médio, mas também visando à formação de profissionais naDisciplina de Ciências no Ensino Fundamental. Portanto, tais profissionaisdevem ter uma formação integrada e dinâmica na área de Ciências daNatureza e suas Tecnologias, ou seja, uma formação que contempleabordagens interdisciplinares envolvendo as áreas de conhecimento deBiologia, Física e Química.A Estrutura do curso é constituída por dois Núcleos – Núcleo Comum eNúcleo Específico. O Núcleo Comum desta Licenciatura coincide com o dasLicenciaturas em Ciências Biológicas e em Física, assegurando, desta forma,uma formação integrada na área das Ciências da Natureza, de modo que seestabeleça um diálogo entre essas áreas do conhecimento. Tal diálogo éimprescindível à garantia da unidade dos saberes que compõem a formação dodocente na área das Ciências da Natureza e suas Tecnologias. No NúcleoEspecífico são trabalhadas as disciplinas específicas à área do conhecimentoda Química, além de disciplinas integradoras com as áreas de Física eCiências Biológicas, de forma que haja, durante todo o curso, uma interrelaçãoentre as diferentes áreas das Ciências da Natureza. Os procedimentosdidático-pedagógicos e administrativos são regidos pela Organização Didáticado IFSUL constante no anexo I
  5. 5. 53.2 – JustificativaOs cursos de Licenciatura nas diferentes áreas das Ciências daNatureza, em âmbito nacional, preparam profissionais da educação paraatuarem principalmente no Ensino Médio. Pode-se dizer que esta finalidade deformação está sendo contemplada, porém a demanda por professores nasáreas das Ciências da Natureza, principalmente Física e Química, ainda é umdesafio a ser superado, como pode ser visto pelos números da tabela abaixo,onde apresenta-se a demanda por professores nas áreas das Ciências daNatureza entre os anos de 1990 e 2001.Disciplina Ensino MédioEnsino Médio +2o Ciclo do E.F.N° deLicenciadosentre 1990-2001Biologia 23.514 55.231 53.294Física 23.514 55.231 7.216Química 23.514 55.231 13.559Demanda por Professores no Ensino Médio, com e sem incluir as séries finais do Ensino Fundamental e número delicenciados entre 1990 e 2001. (Fonte: Escassez de Professores no Ensino Médio- MEC/CNE/CEB – 2007).Por outro lado, a formação de professores para atuarem nas disciplinasde Ciências da Natureza do Ensino Fundamental tem sido pouco discutida e,de forma majoritária, a demanda é suprida por professores com formaçãoespecífica em uma das áreas, não contemplando o esperado para umprofissional que deve atender a conteúdos interdisciplinares, relacionandoconhecimentos de Biologia, Física e Química.O que pode sustentar as afirmações acima são os resultados do IDEB(Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) que avalia a EducaçãoBásica Brasileira. Este índice foi criado pelo INEP (Instituto Nacional dePesquisas e Estudos Educacionais) em 2007 e representa a iniciativa pioneirade reunir num só indicador, dois conceitos igualmente importantes para aqualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho nasavaliações. Ele agrega ao enfoque pedagógico dos resultados das avaliaçõesem larga escala do INEP a possibilidade de resultados sintéticos, facilmenteassimiláveis, e que permitem traçar metas de qualidade educacional para ossistemas. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar,obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do INEP,
  6. 6. 6o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) – para as unidades dafederação e para o país, e a Prova Brasil – para os municípios. Um panoramada situação brasileira pode ser obtido nas tabelas abaixo onde apresentamosos resultados para o IDEB do Brasil, Rio Grande do Sul e Pelotas, lembrandoque o IDEB varia entre 0,0 e 10,0.Anos Iniciais do EnsinoFundamentalAnos Finais do EnsinoFundamentalEnsino MédioIDEBObservadoMetasIDEBObservadoMetasIDEBObservadoMetas2005 2007 2007 2021 2005 2007 2007 2021 2005 2007 20072021TOTAL 3,8 4,2 3,9 6,0 3,5 3,8 3,5 5,5 3,4 3,5 3,4 5,2Dependência AdministrativaPública 3,6 4,0 3,6 5,8 3,2 3,5 3,3 5,2 3,1 3,2 3,1 4,9Federal 6,4 6,2 6,4 7,8 6,3 6,1 6,3 7,6 5,6 5,7 5,6 7,0Estadual 3,9 4,3 4,0 6,1 3,3 3,6 3,3 5,3 3,0 3,2 3,1 4,9Municipal 3,4 4,0 3,5 5,7 3,1 3,4 3,1 5,1 2,9 3,2 3,0 4,8Privada 5,9 6,0 6,0 7,5 5,8 5,8 5,8 7,3 5,6 5,6 5,6 7,0IDEB 2005, 2007 e Projeções para o Brasil. (Fonte: Saeb e Censo Escolar - MEC 2010).Fases de EnsinoIDEBObservadoMetas Projetadas2005 2007 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021Anos Iniciais do EnsinoFundamental4,2 4,5 4,2 4,6 5,0 5,3 5,5 5,8 6,1 6,3Anos Finais do EnsinoFundamental3,5 3,7 3,5 3,7 4,0 4,4 4,8 5,0 5,3 5,5Ensino Médio 3,4 3,4 3,5 3,6 3,7 4,0 4,4 4,8 5,0 5,3IDEBs observados em 2005, 2007 e Metas para rede Estadual - Rio Grande do Sul (Fonte: Saeb e Censo Escolar-MEC 2010).
  7. 7. 7Ensino FundamentalIDEBObservadoMetas Projetadas2005 2007 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021Anos Iniciais 3,6 3,6 3,7 4,0 4,4 4,7 5,0 5,3 5,6 5,8Anos Finais 3,2 2,9 3,2 3,4 3,7 4,1 4,5 4,7 5,0 5,2IDEBs observados em 2005, 2007 e Metas para rede Municipal – Pelotas (Fonte: Prova Brasil e Censo Escolar - MEC2010).Certamente os dados da tabela acima apresentam um panorama doEnsino Fundamental e Médio, e indicam que algo deve ser feito na tentativa depreparar melhor o aluno, o que passa, necessariamente, por uma melhorqualificação do Professor.Ao tratar mais especificamente do ensino de ciências, pode-se falar doPISA. O PISA, sigla do Programma for International Student Assessment –Programa Internacional para Avaliação de Alunos - é uma proposta deavaliação promovida pela OCDE (Organização para a Cooperação e oDesenvolvimento Econômico), uma entidade intergovernamental dos paísesindustrializados que atua como foro de promoção do desenvolvimentoeconômico e social de seus membros. Em 2006 foi realizada uma avaliaçãoque teve a participação de 30 países membros do OCDE e de 27 convidados,dentre eles Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Uruguai. A avaliação PISA éfocalizada nas áreas de Matemática, Ciências e Língua Nativa e com alunos de15 anos de idade. Isto implica que o resultado do PISA na área de Ciênciasavalia especificamente o aluno que está ingressando no Ensino Médio, e,portanto, o desempenho em Ciências está totalmente ligado aosconhecimentos oriundos do Ensino Fundamental. Na área de Ciências, o Brasilobteve a penúltima colocação, ficando apenas à frente da Colômbia. Este fatortorna-se determinante na sustentação da necessidade de uma atençãoespecial à formação de profissionais para atender às séries finais do EnsinoFundamental, na área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias.A reversão do quadro da educação brasileira, com a ruptura de umpossível círculo vicioso "inadequação da formação do professor-inadequaçãoda formação do aluno..." (MEC 2000) requer cursos de formação que supramnão só as deficiências resultantes do distanciamento entre o processo deformação docente e sua atuação profissional, mas também que atentem ànecessidade de preparar um professor afinado com práticas educativas
  8. 8. 8centradas na construção de uma aprendizagem significativa pelo aluno, deforma articulada e não fragmentada, sem, contudo, banalizar a importância dodomínio dos conteúdos que deverão ser desenvolvidos quando da transposiçãodidática contextualizada e integrada ao ensino, à pesquisa e à extensão.Nessa perspectiva, o principal desafio de uma proposta de formação delicenciados nas áreas das ciências da natureza é justamente o de promover odiálogo fecundo entre os “saberes disciplinares e os saberes pedagógicos”(TARDIF, 2008), aliando, de forma equânime, os subsídios conceituaisadvindos das ciências da natureza e os conhecimentos atrelados ao arcabouçoteórico das ciências da educação, de forma a alicerçar um perfil de egressobaseado em saberes plurais, intercomunicantes, e permeáveis às mudançaspróprias do cenário social e científico em que estão inseridos.Trata-se, portanto, de um desafio impostergável e inarredável deconstituir trajetórias de formação que enfrentem tanto a tendência curricular delicenciaturas residuais, nas quais o espectro de conhecimentos pedagógicosfica relegado à complementação de estudos de caráter meramenteaplicacionista, quanto o arriscado design curricular exclusivamente pedagógico,desprovido de aprofundamento dos conhecimentos técnico-científicosespecíficos das áreas científicas abrangidas pelas Licenciaturas. Taltratamento dicotomizado é, na mesma medida, a grande tendência e o principalobjeto de transformação que se impõe aos Projetos de formação delicenciados, tal como aponta o Parecer CNE/CP 9/2001:Nos cursos atuais de formação de professor, salvo rarasexceções, ou se dá grande ênfase transposição didáticados conteúdos, sem sua necessária ampliação esolidificação – pedagogismo, ou se dá atenção quase queexclusiva a conhecimentos que o estudante deveaprender – conteudismo, sem considerar sua relevância esua relação com os conteúdos que ele deverá ensinar nasdiferentes etapas da educação básica. (MEC, 2001, p.21)A palavra que poderia sintetizar a premissa norteadora de um cursoque se proponha a romper com essa dicotomia é a “reflexão”. Pensar “para” e“sobre” o “fazer pedagógico”. Tal premissa passa por uma formaçãopedagógica consistente, de forma a contemplar “o pensar” para “fazer”. O“pensar sobre o fazer” também é diluído ao longo das atividades curricularesdesta Licenciatura, pois a prática pedagógica privilegiada ao longo de todocurso garante a possibilidade de refletir sobre a atividade docente. Essa
  9. 9. 9concepção de formação ressignifica as práticas tradicionais relacionadas àFormação de Professores. Dessa forma, o professor não é concebido como umreprodutor de práticas educativas cristalizadas, mas um crítico da própriaprática, uma vez que buscará na reflexão sobre seu trabalho, debruçar-sesobre aquilo que o constitui como docente.Nesse sentido, a proposição de um itinerário de formação que privilegiea reflexão, crítica sobre sua prática docente justifica-se como princípionorteador do presente Projeto, concebendo o homem “um ser inconcluso, eenquanto ser inconcluso ele se faz e (re)faz de modo continuado” (FREIRE,1996, p.16). Ratificando esse pressuposto, encontra-se também em Freire oselementos argumentativos que corroboram os fundamentos deste Projeto deCurso:[...] se consideramos a formação do professor desde estaperspectiva, o professor já não será considerado umaplicador e transmissor de saberes, senão pensador capazde construir conhecimento; sua formação estará ligada àreflexão sobre a própria prática, tornando-se a sala de aula,um espaço onde acontecem práticas crítico-reflexivas enesse contexto o espaço da escola se constitui como umainstituição fundamental para o desenvolvimento dasociedade. A importância da formação de professoresencontra-se nesses elementos sempre que estes sejamdeslocados no sentido que apontamos. Acreditamos quesomente assim pode se alcançar a autonomia e uma realformação de professores. (FREIRE, 1996, p.16)3.3 - Objetivos3.3.1 - Objetivo GeralFormar professores para atuarem na Educação Básica, no ensino deCiências da Natureza nos anos finais do Ensino Fundamental e de Química noEnsino Médio.3.3.2 – Objetivos Específicos- Promover a construção de conhecimentos e a inserção dos participantesna compreensão nas práticas de Ensino Básico em âmbito escolar,favorecendo uma visão crítica de conhecimentos históricos, pedagógicos,didáticos e metodológicos referentes às Ciências da Natureza.- Contribuir para a construção de novos fazeres e olhares sobre a práticadocente em diversas instâncias de atuação possíveis, tais como escolas,
  10. 10. 10cursos superiores, centros de pesquisa, dentre outros.4 - PÚBLICO ALVO E REQUISITOS DE ACESSOPara ingressar no Curso de Licenciatura em Química os candidatosdeverão ter concluído o Ensino Médio ou equivalente. Portanto, o curso édirigido aos egressos do Ensino Médio, concludentes da educação básica,interessados em atuar no magistério do ensino fundamental na área deCiências da Natureza e no ensino médio na área de Química, e interessadosem estudar a prática docente dos profissionais da educação.Considerando a compromisso social dos cursos de licenciatura doIFSUL/CaVG está previsto também o ingresso de profissionais em atuação nasredes públicas de ensino básico, mediante os critérios de seleção e ofertaregulados pela Plataforma Freire.O processo seletivo para ingresso neste curso de Licenciatura seráregulamentado em edital específico de acordo com as normas vigentes para oInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense,conforme descrição operacional constante no anexo II.5 - REGIME DE MATRÍCULARegime do Curso SemestralRegime de Matrícula DisciplinaTurno de Oferta NoturnoNúmero de vagas 15Regime de ingresso Anual6 – DURAÇÃOO curso terá duração mínima de 8 semestres e máximo de 14semestres. Existem cargas horárias que são comuns a outras licenciaturas naárea de Ciências da Natureza e que integram a carga horária das disciplinaspedagógicas. Entretanto, é garantido a este curso o desenvolvimento de práticapedagógica desde o início do curso até o último semestre, integrando aabordagem metodológica de diferentes disciplinas, tanto do Núcleo Comumquanto do Núcleo Específico de conhecimentos. Durante a segunda metade docurso oferta-se 405 horas de estágio curricular supervisionado, onde as
  11. 11. 11atividades de preparação, reunião e regência de classe são contabilizadas.Abaixo apresentamos as cargas horárias em detalhe da Licenciatura emQuímica.Duração do Curso 8 semestresPrazo máximo de Integralização 14 semestresCarga horária em disciplinas obrigatórias 2355hEstágio Curricular 405hAtividades Complementares 200hTrabalho de Conclusão de Curso 30hDisciplinas Eletivas 120hCarga horária total mínima do curso 3110h7 – TÍTULOApós a integralização da carga horária total do curso, incluindoatividades complementares e estágio, o aluno receberá o diploma deLicenciado em Química.8 - PERFIL PROFISSIONAL E CAMPO DE ATUAÇÃOO professor que atua nas instituições escolares da Educação Básicadeve estar credenciado ao exercício profissional a partir de uma sólida basecomum científico-tecnológico-humanística, relacionada aos campos de saberde sua formação, seguida de aprofundamento de conhecimentos específicosnas habilitações oferecidas pelo curso.Em consonância com o artigo 6º da Resolução CNE/CP 1/2002, o Cursode Licenciatura em Química do Campus Pelotas - Visconde da Graça/IFSulprivilegia a formação de um grande espectro de competências que contemplamos “saberes plurais” (TARDIF, 2008) desejáveis ao perfil docente, conectadocom as exigências da contemporaneidade, caracterizada pela dinamicidade
  12. 12. 12dos saberes científicos e dos posicionamentos sociais, a exigir desteprofissional maleabilidade cognitiva e autonomia intelectual para atuar emsituações complexas e inusitadas. Dentre essas categorias de competênciasalmejadas para o egresso e promovidas no decorrer do processo de formação,destacam-se:- as referente ao campo do comprometimento social e democrático dofazer docente;- as voltadas ao domínio de conhecimentos do campo de saber científicodas Ciências Naturais, incluindo as interfaces das diferentes áreas específicas;- as relativas ao campo das ciências educacionais e das práticaspedagógicas;- as relativas ao gerenciamento da sua profissionalidade e dosprocessos grupais inerentes ao seu ofício.Baseado nesse espectro de competências, o processo de formação nodecorrer dos Cursos de Licenciatura do Campus Pelotas - Visconde daGraça/IFSul propicia aos alunos a vivência de situações de aprendizagem queos capacitem para o exercício docente na educação básica, especificamentenos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio, incluindo amodalidade de Educação de Jovens e Adultos e a Educação Profissional emNível Médio.Desse modo, prevê-se situações curriculares que habilitem os futurosdocentes a atuarem em diferentes cenários educacionais, desenvolvendomúltiplas atividades, dentre as quais destacam-se:- o exercício da docência propriamente dita, por meio do domínio deconhecimentos científicos da sua área de atuação específica, bem como desaberes inerentes à desenvoltura didático-pedagógica do professor;- o planejamento de situações de ensino-aprendizagem, envolvendoações diagnósticas, propositivas e avaliativas do processo educacional sob suamediação;- a participação em processos de planejamento da proposta pedagógicada escola, protagonizando os movimentos reflexivos e a condução de decisões
  13. 13. 13e escolhas pedagógicas que nortearão a vida escolar;- o envolvimento em processos de formação permanente, no âmbito desuas instituições de atuação ou para além desses espaços, atuando comopartícipe ativo e propositivo em variadas situações de estudo e pesquisa, emuma perspectiva praxiológica.9 – METODOLOGIAO processo de ensino-aprendizagem privilegiado pelo Curso deLicenciatura em Química contempla estratégias problematizadoras, tratando osconceitos da área específica das Ciências Naturais e demais saberes atreladosà formação geral do professor, de forma contextualizada e interdisciplinar,vinculando-os permanentemente às suas dimensões de aplicação.As metodologias adotadas conjugam-se, portanto, à formação dehabilidades e competências, atendendo à vocação do IFSul, no que tange aoseu compromisso com a formação de sujeitos aptos a exercerem suacidadania, bem como à identidade desejável aos cursos de Licenciatura,profundamente comprometidos com a inclusão social, através da inserçãoqualificada dos egressos no mercado de trabalho.Para tanto, ganham destaque estratégias educacionais que encaminhemo aluno para a aprendizagem contínua e para a autonomia intelectual,familiarizando-o com procedimentos de pesquisa, exercitando as habilidadesdiagnósticas e prospectivas diante de situações-problema típicas de sua áreade atuação. Nessa perspectiva, o aluno adquire o status de protagonista doprocesso de ensino-aprendizagem, desenvolvendo a competência de situar-secom eficiência e posicionamento ético, diante de cenários profissionaisinusitados, e em constante mudança.Considerando o cenário complexo da sociedade contemporânea e docontexto educacional, o Curso de Licenciatura em Química busca contemplar aação interdisciplinar como fundamento epistemo-metodológico imprescindível àformação do pensamento complexo, visando à formação do docente para atuarem equipes multidisciplinares, identificando, planejando e executandointervenções educacionais capazes de promover a aprendizagem dos sujeitos
  14. 14. 14e dos grupos sob sua responsabilidade educativa.A maleabilidade intelectual desejável para que os egressos deLicenciatura se adaptem à evolução permanente dos conhecimentos dasCiências Naturais, do campo pedagógico, das tecnologias da informação ecomunicação, bem como dos variados conhecimentos culturais, implica naadoção de procedimentos metodológicos que exercitem a formulação dehipóteses, a reconstrução de conceitos, e finalmente, a construção de novasposturas profissionais adequadas às demandas do contexto social empermanente transformação.10 - ORGANIZAÇÃO CURRICULAR10.1 - COMPETÊNCIAS PROFISSIONAISPara contemplar integralmente o campo de atuação e o perfil profissionaldesejável ao egresso do Curso de Licenciatura em Química privilegia-se odesenvolvimento das seguintes habilidades e competências:• compreensão do processo de construção do conhecimento bemcomo do significado dos conteúdos das suas áreas deconhecimento para a sociedade, enquanto atividades humanas,históricas, associadas a aspectos de ordem social, econômica,política e cultural;• capacidade de diálogo entre a área educacional, a área deconhecimento específico e as demais áreas, objetivando aarticulação do processo de vivências de situações deaprendizagem na produção do conhecimento e na práticaeducativa;• domínio teórico-prático inter e transdisciplinar, na perspectiva deacompanhar criticamente as mudanças que vêm ocorrendo,principalmente a partir das últimas décadas do século XX,alterando de forma significativa a realidade científico-social;• capacidade de compreender e aplicar novas tecnologias em
  15. 15. 15atendimento à dinâmica do mundo contemporâneo, tendo semprepresente a reflexão acerca dos riscos e benefícios das práticascientífico-tecnológicas;• autonomia intelectual para atualização, (re)construção, divulgaçãoe aprofundamento contínuos de seus conhecimentos científico,tecnológico e humanístico;• criticidade e rigorosidade reflexiva para fazer a leitura de mundo,questionar a realidade na qual vive, sistematizar problemas,construir conhecimentos necessários às problematizações e buscarcriativamente soluções;• capacidade de construir coletivamente o conhecimento,organizando, coordenando e participando de equipesmultiprofissionais, multidisciplinares e interdisciplinares;• compreensão de seu papel na formação do cidadão e danecessidade de se tornar agente interferente na realidade em queatua;• rigorosidade investigativa e científica, privilegiando em seu fazerdocente as bases científicas, os conceitos e princípios das ciênciasda natureza, da matemática e das ciências humanas, as quaisfundamentam suas opções estéticas e éticas em seu campo deatuação;O desenvolvimento de tais habilidades e competências ao longo docurso articulam-se às perspectivas de formação e trajetórias didático-pedagógicas que possibilitem que os alunos:• adquiram conhecimentos sistematizados sobre como se desenvolveue desenvolve o estudo nas ciências;• compreendam o desenvolvimento das ciências e das tecnologias quecontribuem para um melhor entendimento das ciências;• possam analisar criticamente o Ensino Básico e as metodologiasutilizadas para o seu desenvolvimento;
  16. 16. 16• conheçam princípios didáticos que lhes permitam tomar decisões noâmbito do planejamento, encaminhamento e avaliação de situaçõessignificativas de aprendizagem considerando o nível de ensino emdiscussão;• desenvolvam atitudes propositivas na produção de recursos didáticos(tecnologias) que, através de suas metodologias, venham a contribuircom a melhoria do ensino das ciências;• compreendam e tomem como referência princípios básicos deorganização e planejamento para trabalhos com a faixa etáriainerente a situação;• conheçam princípios fundamentais para a organização de projetos depesquisa e sintam-se instigados a dar continuidade em seus estudose novos projetos de pesquisa;• sistematizem dados que possibilitem organizar problemas a serempesquisados, desenvolvendo metodologias que sejam adequadas àsituação;• sejam capazes de elaborar projetos e relatórios de pesquisa, produzirrelatos de experiências para socialização de dados e elaboração demonografias;• desenvolvam trabalho educativo centrado em situações-problemasignificativas, adequadas ao nível e às possibilidades dos alunos,analisando-as a partir de abordagens teóricas que buscam ainteração dos diversos campos do saber, na perspectiva de superá-las.10.2 – MATRIZ CURRICULARA Licenciatura aqui proposta está constituída de um Núcleo Comum àsdiferentes Licenciaturas ofertadas no Campus Pelotas – Visconde da Graça. Asdisciplinas que compõem este Núcleo Comum são desenvolvidas em quatrosemestres. Compondo ainda esta matriz, o curso possui um Núcleo Específico
  17. 17. 17de formação, cujas disciplinas são desenvolvidas em mais quatro semestres.Desta forma, os alunos que ingressam na Licenciatura em Química, nosprimeiros quatro semestres têm aulas numa única turma, em conjunto com asLicenciaturas em Física e em Ciências Biológicas.Durante o curso, a tríade Ensino-Pesquisa-Extensão é exaustivamentetrabalhada, voltando-se dessa forma para a reflexão crítica na formaçãodocente. Notar-se-á, após uma leitura da matriz curricular, que as disciplinas doNúcleo Comum que compõem o eixo pedagógico estão totalmente integradascom os conhecimentos técnico-científicos, permitindo que exista uma efetivaintegração entre as áreas e que em cada disciplina seja incentivado o processoda pesquisa e da extensão.A partir do quinto semestre, os componentes curriculares específicos daLicenciatura em Química passam a ser trabalhadas. Entretanto, ainda estarãopresentes disciplinas pedagógicas e interdisciplinares que continuarão aintegrar o que designa-se como grupo de componentes curricularesintegradoras das Licenciaturas em Ciências da Natureza, assim denominadasem conjunto Licenciaturas em Física, Ciências Biológicas e Química. Asdisciplinas comuns a estas licenciaturas nos quatro últimos semestres são:• Prática Pedagógica II• Estágio Supervisionado I• Seminários Integradores• Ensino Através de Projetos• Estágio Supervisionado II• Estágio Supervisionado III• Estágio Supervisionado IV• TCC• Lingua Brasileira de Sinais - LIBRASO perfil profissional interdisciplinar é favorecido prioritariamente pelasabordagens metodológicas que valorizam o tratamento problematizador dosconceitos das diferentes disciplinas, através de desafios de aprendizagem
  18. 18. 18baseados em situações-problema que mobilizem a investigação de temas dediferentes áreas para a sua resolução. Para além da configuraçãometodológica, também a própria estrutura curricular procura fomentar o diálogointerdisciplinar. Neste sentido, destaca-se a disposição das disciplinasministradas nos quatro primeiros semestres do curso, que reúnem abordagensteórico-práticas provenientes das três áreas das Ciências da Natureza –Biologia, Física e Química – além de integrar, nos mesmos espaços-tempos deaprendizagem, os alunos das três Licenciaturas correspondentes a essasáreas.Além dessa organização curricular, também a partir da segunda metadedo curso são previstas disciplinas pedagógicas comuns, incluindo os estágioscurriculares obrigatórios, que igualmente se constituem em fóruns privilegiadospara o exercício da aprendizagem interdisciplinar, momentos estes em quetambém são reunidos os alunos das três Licenciaturas do Campus, sob amediação de professores do curso.Outro atributo distintivo da estrutura curricular do Curso de Licenciaturaem Química refere-se à ruptura com os tradicionais modelos de formação quedicotomizam as dimensões teóricas e práticas, estabelecendo tempos e/ouespaços curriculares distintos para o desenvolvimento de tais dimensões.Como contraponto a essa tendência, que sobretudo a partir dos anos 80 vemsendo contestada nos espaços acadêmicos, com impactos na próprialegislação de ensino, a matriz curricular proposta para o Curso de Licenciaturaem Química privilegia o tratamento teórico-prático de todos os componentescurriculares, desde o início do Curso, conforme preconiza o Parecer CNE/CPnº 9/2001:Assim, a prática na matriz curricular dos cursos deformação não pode ficar reduzida a um espaço isolado,que a reduza ao estágio como algo fechado em si mesmoe desarticulado do restante do curso. [...] Nessaperspectiva, o planejamento dos cursos de formação deveprever situações didáticas em que os futuros professorescoloquem em uso os conhecimentos que aprenderem, aomesmo tempo em que possam mobilizar outros, dediferentes naturezas e oriundos de diferentesexperiências, em diferentes tempos e espaços escolares.(p.57)
  19. 19. 19Essa perspectiva é ainda ratificada no mesmo Parecer ao preconizarque:Todas as disciplinas que constituem o currículo deformação e não apenas as disciplinas pedagógicas têmsua dimensão prática que deve estar sendopermanentemente trabalhada tanto na perspectiva da suaaplicação no mundo social e natural quanto naperspectiva de sua didática. (p. 57)Os fundamentos expressos no Parecer CNE/CP nº 9/2001, que ganhampeso legal a partir dos § 1º, 2º e 3º do Art. 12 da Resolução CNE/CP nº 1/2002,apontam para as seguintes decisões epistemo-metodológicas expressas naconfiguração da presente Matriz Curricular:1º) a indissociabilidade entre teoria e prática ao longo de todo o percursoformativo dos estudantes, implicando na ruptura com designs curriculares“aplicacionistas” que atribuem espaços e tempos distintos para a realização dedimensões que, por princípio epistemológico são consideradas dialéticas.Assim, rompe-se com o formato distintivo entre cargas horárias teóricas epráticas, assumindo-se, portanto, a prática como dimensão metodológicaintrínseca ao tratamento de todo e qualquer conteúdo disciplinar, desde o iníciodo curso.2º) a organização do currículo privilegiando, ainda, um rol de disciplinas decaráter pedagógico que correspondem à prática como componentecurricular, tal como definem os Pareceres CNE/CP nº 28/2001 e CNE/CES nº15/2005, bem como a Resolução CNE/CP n°2/2002, que estabelecem omínimo de 400h para essas atividades formativas relacionadas à áreaeducacional constituindo-se como espaços-tempos, por excelência, dediscussão da docência e seus contextos, e que vão assegurar, juntamente comos estágios obrigatórios, a vivência de procedimentos de observação ereflexão, visando à atuação em situações reais de processos de ensino-aprendizagem, em diferentes contextos socioeducacionais. No Curso deLicenciatura em Química, a prática como componente curricular corresponde aum total de 495h, contemplando as disciplinas de Fundamentos históricos e
  20. 20. 20filosóficos da educação, Estudo Sócio-antropológico da educação, Tecnologiasna educação, Metodologia para o ensino de ciências, Políticas e legislação daeducação básica, Prática pedagógica I, Psicologia da educação, Metodologiapara o ensino de química, Prática Pedagógica II, Ensino através de projetos eSeminários integradores.A Matriz Curricular do Curso de Licenciatura em Química, apresentada aseguir, permite a visualização dos Núcleos Geral e Específico já descritos, bemcomo a disposição de disciplinas e componentes curriculares que compõem oitinerário de formação com as características ora fundamentadas.
  21. 21. 21MEC/SETECINSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSEA PARTIR DE:AGOSTO/2010CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICACAMPUS:VISCONDE DA GRAÇAMATRIZ CURRICULAR NºNÚCLEOCOMUMSEMESTRESCÓDIGO DISCIPLINASHora AulaSemanalCARGAHORÁRIA(horas)ISEMESTRECAVG_Diren.024Fundamentos Históricos e Filosóficos daEducação3 45CAVG_Diren.025 Estudo Sócio-Antropológico da Educação 3 45CAVG_Diren.026 Química Geral Básica 4 60CAVG_Diren.027 Fundamentos de Matemática I 5 75CAVG_Diren.028 Biologia I 4 60CAVG_Diren.029 Tecnologias na Educação 3 45CAVG_Diren.030 Tópicos Especiais em Língua Portuguesa 3 45Subtotal 25 375IISEMESTRECAVG_Diren.224Metodologia da Pesquisa4 60CAVG_Diren.225 Filosofia e Teoria do Conhecimento 4 60CAVG_Diren.226 Física Básica I 5 75CAVG_Diren.227 Biologia II 4 60CAVG_Diren.228 Físca-Química Básica 4 60CAVG_Diren.229 Fundamentos de Matemática II 4 60Subtotal 25 375IIISEMESTRECAVG_Diren.230Biologia III4 60CAVG_Diren.231 Quimíca Orgânica Básica 4 60CAVG_Diren.232 Física Básica II 4 60CAVG_Diren.233 Introdução à Genética 3 45CAVG_Diren.234 Metodologia para o Ensino de Ciências 4 60CAVG_Diren.235 Políticas e Legislação da Educação Básica 2 30CAVG_Diren.236 Astronomia 4 60Subtotal 25 375IVSEMESTRECAVG_Diren.237 Estatística Básica 4 60CAVG_Diren.238 Física Básica III 4 60CAVG_Diren.239 Fundamentos de Ecologia 4 60CAVG_Diren.240 Prática Pedagógica I 3 45CAVG_Diren.241 Psicologia da Educação 4 60
  22. 22. 22CAVG_Diren.242 Anatomia Humana e Comparada 3 45CAVG_Diren.243 História e Filosofia da Ciência 3 45Subtotal 25 375NÚCLEOESPECÍFICOSEMESTRESVSEMESTRECAVG_Diren.272 Metodologia do Ensino de Química 3 45CAVG_Diren.274 Química Geral e Inorgânica I 4 60CAVG_Diren.275 Química Analítica I 3 45Química Orgânica I 4 60CAVG_Diren.248 Prática Pedagógica II 3 45Disciplina eletiva 2 30CAVG_Diren.249 Estágio Supervisionado I 6 90Subtotal 25 375VISEMESTRECAVG_Diren.280Química Geral e Inorgânica II4 60CAVG_Diren.281 Química Analítica II 3 45Química Orgânica II 3 45CAVG_Diren.257 Ensino através de Projetos 2 30Seminários Integradores 3 45Disciplina Eletiva 3 45CAVG_Diren.256Estágio supervisionado II 7 105Subtotal 25 375VIISEMESTREBioquímica4 60CAVG_Diren.287 Físico-química I 3 45Física Moderna 5 75Disciplina Eletiva 3 45CAVG_Diren.262 Estágio Supervisionado III 9 135Subtotal 24 360VIIISEMESTRECAVG_Diren.291 Química Ambiental3 45CAVG_Diren.289 Físico-química II3 45CAVG_Diren.290 Análise Orgânica3 45CAVG_Diren.270 Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)460Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)2 30CAVG_Diren.268 Estágio Supervisionado IV5 75Subtotal 20 300TOTAL DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 2355TRABALHO DE CONCLUSAÕ DE CURSO 30ATIVIDADES COMPLEMENTARES200TOTAL DE DISCIPLINAS ELETIVAS120
  23. 23. 23TOTAL DO ESTAGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO405CARGA HORÀRIA TOTAL MÍNIMA DO CURSO3110• HORA AULA = 45 MINUTOS• DESENVOLVIMENTO DE CADA SEMESTRE EM 20 SEMANASMATRIZ DE DISCIPLINAS ELETIVASLicenciatura em Química Campus Visconde da GraçaTipo Código DisciplinaHora aulasemanalCARGAHORÁRIA(horas)Eletiva Produção Textual 2 30Eletiva Toxicologia 3 45Eletiva Inglês Instrumental 2 30Eletiva Ciência, tecnologia e sociedade 3 45EletivaTópicos especiais em químicade alimentos345Eletiva Microscopia básica 2 30Eletiva História da química 3 4510.3 – MATRIZ DE PRÉ-REQUISITOSEste projeto apresenta uma nova proposta com relação à definição depré-requisito, a qual se caracteriza pelo estabelecimento de dois tipos de pré-requisitos, definidos da seguinte maneira:• Pré-requisito Tradicional: Exige a aprovação do aluno na(s)disciplina(s) especificada(s) para que o aluno possa se matricular emoutra(s) disciplina(s) subsequente.• Pré-requisito Leve: Exige que o aluno tenha se matriculado na(s) referida (s) componente(s) curricular (es), obtendo frequência igualou superior a 75% nas aulas e tenha realizado todas as avaliações,inclusive a reavaliação. Isto implica que não se exige a aprovação doaluno, mas sim que o aluno tenha vivenciado todas as atividades dadisciplina. A quebra de pré-requisitos leves será de responsabilidadedo Coordenador do Curso, respaldado por ata da reunião assinadapelos membros do colegiado do respectivo curso.
  24. 24. 24A partir dessas definições, apresenta-se, a seguir, a Matriz de Pré-Requisitos identificando as diferentes relações definidas para a progressãocurricular do aluno.MEC/SETECINSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSEA PARTIR DE2010/2LICENCIATURA EM QUÍMICACAMPUS: Pelotas –Visconde da GraçaMATRIZ DE PRÉ-REQUISITOS LEVESSEMESTRESCÓDIGO DISCIPLINAS CÓDIGO DISCIPLINASSEGUNDOCAVG_Diren.226 Física Básica I CAVG_Diren.027 Fundamentos de Matemática ITERCEIROCAVG_Diren.236 Astronomia CAVG_Diren.226 Física Básica ICAVG_Diren.026 Química Geral BásicaCAVG_Diren.232 Física Básica II CAVG_Diren.226 Física Básica ICAVG_Diren.027 Fundamentos de Matemática ICAVG_Diren.234Metodologia para o Ensino deCiênciasCAVG_Diren.029 Tecnologias na EducaçãoCAVG_Diren.226 Física Básica ICAVG_Diren.026 Química Geral BásicaCAVG_Diren.028 Biologia IQUARTOCAVG_Diren.239 Fundamentos de Ecologia CAVG_Diren.228 Fisico-química BásicaCAVG_Diren.237 Estatística CAVG_Diren.229 Fundamentos de Matemática IICAVG_Diren.238 Física Básica III CAVG_Diren.232 Física Básica IICAVG_Diren.229 Fundamentos de Matemática IICAVG_Diren.240 Prática Pedagógica ICAVG_Diren.025 Estudo Sócio-Antropológico daEducaçãoCAVG_Diren.225 Filosofia e Teoria doConhecimentoCAVG_Diren.234 Metodologia para o Ensino deCiênciasQUINTOCAVG_Diren.248 Prática Pedagógica II CAVG_Diren.240 Prática Pedagógica I
  25. 25. 25MEC/SETECINSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSEA PARTIR DE AGOSTODE 2010LICENCIATURA EM QUÍMICACAMPUS: Pelotas –Visconde da GraçaMATRIZ DE PRÉ-REQUISITOS TRADICIONAISSEMESTRESCÓDIGO DISCIPLINAS CÓDIGO DISCIPLINASSEGUNDOCAVG_Diren.229Fundamentos de Matemática II CAVG_Diren.027 Fundamentos deMatemática ICAVG_Diren.228 Fisico-química Básica CAVG_Diren.026 Química Geral BásicaQUINTOCAVG_Diren.274 Química geral e Inorgânica I CAVG_Diren.228 Fisico-química BásicaCAVG_Diren.275 Química Analítica I CAVG_Diren.228 Fisico-química BásicaQuímica Orgânica I CAVG_Diren.231 Química Orgânica BásicaCAVG_Diren.249 Estágio Supervisionado I CAVG_Diren.028 Biologia ICAVG_Diren.026 Química Geral BásicaCAVG_Diren.226 Física Básica ICAVG_Diren.239 Fundamentos de ecologiaCAVG_Diren.240 Prática pedagógica ISEXTOCAVG_Diren.279 Estágio Supervisionado II CAVG_Diren.249 Estágio Supervisionado ICAVG_Diren.024 Fundamentos Históricos eFilosóficos da EducaçãoCAVG_Diren.025 Estudo Sócio-Antropológicoda EducaçãoCAVG_Diren.235 Políticas e Legislação daEducação BásicaCAVG_Diren.241 Psicologia da EducaçãoCAVG_Diren.240 Prática Pedagógica IICAVG_Diren.232 Física Básica IICAVG_Diren.296 GenéticaCAVG_Diren.231 Química Orgânica BásicaSÉTIMOCAVG_Diren.280 Química geral e Inorgânica II CAVG_Diren.274 Química geral e Inorgânica ICAVG_Diren.281 Química Analítica II CAVG_Diren.275 Química Analítica IQuímica Orgânica II Química Orgânica IBioquímica CAVG_Diren.231 Química Orgânica BásicaCAVG_Diren.287 Físico-química I CAVG_Diren.228 Fisico-química Básica
  26. 26. 26CAVG_Diren.262 Estágio Supervisionado III CAVG_Diren.279 Estágio Supervisionado IIOITAVO CAVG_Diren.268 Estágio Supervisionado IV CAVG_Diren.262 Estágio Supervisionado IIICAVG_Diren.290 Análise Orgânica Química Orgânica IICAVG_Diren.289 Físico-química II CAVG_Diren.287 Físico-química I10.4 – MATRIZ DE DISCIPLINAS EQUIVALENTESO curso de Licenciatura em Química caracteriza-se por ser um dosprimeiros cursos de licenciatura do IFSul. Portanto, as equivalências dedisciplinas serão construídas de acordo a evolução do próprio curso e de suasmatrizes curriculares ou ainda, diante da necessidade de estudo comparativocom outros cursos com propostas de formação semelhantes.10.5 – ESTÁGIO CURRICULARO Estágio Curricular Supervisionado tem caráter obrigatório no Curso deLicenciatura em Química, desenvolvido em 4 etapas subsequentes, a partir do5º semestre. Totalizando 405 horas de vivências e reflexões relacionadas àprática docente, possibilita ao educando o exercício da docência, nos AnosFinais do Ensino Fundamental, no Ensino Médio, na Educação Profissional deNível Médio e na modalidade de Educação de Jovens e Adultos. Pressupõeatividades pedagógicas efetivadas em um ambiente institucional de trabalho,com a mediação de um educador supervisor. Durante o período de suarealização, são priorizados o estudo e a interpretação da realidadeeducacional, do seu campo de estágio, desenvolvidas atividades relativas àdocência, em espaços escolares.Os estágios, alinhados aos fundamentos teórico-metodológicos doProjeto Político Pedagógico Institucional e à legislação, além de servir de fontede aprendizagem para os licenciandos, constituem-se em práticasinvestigativas para a resolução dos problemas da educação básica e ensinoprofissionalizante. É nessa atividade que o educando realiza a docência,assumindo a ação pedagógica em seu planejamento, execução e avaliação. OCurso é o lugar em que essa ação é analisada e refletida, sob a supervisão doeducador responsável pela atividade. Essas experiências são fundamentaispara o desenvolvimento de competências específicas dos futuros educadores,além de se constituirem como momentos privilegiados de articulaçãoteoria/prática no Curso.
  27. 27. 27Aos alunos que, amparados pela Resolução CNE/CP nº 02/2002,poderão ter dispensa parcial do cumprimento da carga horária dedicada aestágios no curso por estarem vinculados a uma atividade docente, aplica-se anormatização de atividades específica, em conformidade com o Regulamentode Estágio constante no anexo nº III.10.6 – PRÁTICA PEDAGÓGICA COMO COMPONENTE CURRICULAR AOLONGO DO CURSOConforme já apresentado na caracterização da Matriz Curricular, aprática pedagógica permeia todas as atividades do curso, figurando tanto comoartefato metodológico, no que tange ao tratamento didático dos conhecimentostrabalhados, como também enquanto expressão da concepção epistemológicado curso, cuja ênfase recai sobre a indissociabilidade entre teoria e prática naconstrução dos saberes, aproximando-se de uma perspectiva praxiológica notrato dos conhecimentos curriculares.Embora algumas disciplinas específicas, pela sua naturezaeminentemente pedadógica, sejam destacadas na matriz curricular comointegrantes da carga horária destinada à prática como componentecurricular, conforme determina a Resolução CNE/CP nº 2/2002, enfatiza-se natotalidade dos componentes curriculares a articulação permanente dosconhecimentos técnico-científicos com os possíveis cenários de exercício dadocência, promovendo a “simetria invertida” entre o contexto de aprendizagemacadêmica e os contextos de atuação educacional do futuro egresso, conformerecomenda o parecer CNE/CP, nº 09/2001:O conceito de simetria invertida ajuda a descrever um aspectoda profissão e da prática de professor, que se refere ao fato deque a experiência como aluno, não apenas nos cursos deformação docente, mas ao longo de toda a sua trajetóriaescolar, é constitutiva do papel que exercerá futuramente comodocente.A compreensão desse fato evidencia a necessidade de que ofuturo professor experiencie, como aluno, durante todo oprocesso de formação, as atitudes, modelos didáticos,capacidades e modos de organização que se pretende venhama ser concretizados nas suas práticas pedagógicas. Nestaperspectiva, destaca-se a importância do projeto pedagógicodo curso de formação na criação do ambiente indispensávelpara que o futuro professor aprenda as práticas de construçãocoletiva da proposta pedagógica da escola onde virá a atuar.(p. 30-31)
  28. 28. 28O tratamento teórico-prático dos diferentes saberes desenvolvidos aolongo do curso aproxima-se da perspectiva de “práxis” defendida por Vásquez(1968), Candau & Lelis (1983;1989), Pimenta (2011), dentre outros autores quetem empreendido estudos acerca do sentido da prática tanto nas na ciênciassociais quanto no campo específico da formação docente.Delineando a chamada “filosofia da práxis”, Vásquez (1968) oferece umadefinição de práxis que recupera a unidade entre teoria e prática que forafortemente dicotomizada pelo pensamento positivista. Segundo o autor, teoria eprática são componentes indissociáveis da “práxis” caracterizada como“atividade teórico prática, ou seja, tem um lado ideal, teórico, e um ladomaterial, propriamente prático, com a particularidade de que só artificialmente,por um processo de abstração, podemos separar, isolar um do outro”. (1968, p.241)Com base nessa concepção que tem referenciado diversos estudos nocampo da educação, quaisquer processos de formação docente queproponham núcleos de experiências de aprendizagem artificialmentedicotomizados entre a esfera teórica e a esfera prática, podem serconsiderados meras abstrações curriculares, já que tal separação não éepistemologicamente justificável, nem tampouco metodologicamente factível.A partir dessas premissas, a dimensão prática no Curso de Licenciaturaem Química é intrínseca a toda e qualquer experiência de aprendizagemdesenvolvida, não cabendo, portanto, quaisquer delimitações de temposcurriculares atribuídos a esta dimensão específica nos componentescurriculares. Assim sendo, não são contabilizadas separadamente cargashorárias de teoria e de prática em cada disciplina, ficando a expressão destarelação de interdependência e reciprocidade, traduzida na redação dasementas das unidades de ensino-aprendizagem e no próprio teor do presenteProjeto Pedagógico.10.7 – ATIVIDADES COMPLEMENTARESO processo de ensino-aprendizagem não poderá estar restrito aocumprimento de um determinado rol de disciplinas, além do estágio curricular.
  29. 29. 29Espera-se que o aluno seja um elemento ativo no seu processo de ensino,protagonizando itinerários mais particularizados de formação, através darealização de atividades complementares, tais como trabalhos de iniciaçãocientífica, projetos multidisciplinares, visitas técnicas, trabalhos em equipe,monitorias, participação em eventos científicos, cursos, etc.A descrição das atividades complementares dos cursos do InstitutoFederal Sul-Rio-Grandense está organizada no guia de Organização Didáticado Instituto, no Capítulo IX do Título III – Da Educação Superior deGraduação. Os limites de horas em cada ação de atividade complementar,para os cursos de Licenciatura na área de Ciências da Natureza, do CampusPelotas – Visconde da Graça, é definido no documento anexo nº IV desteprojeto.10.8 – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOO Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade curricularobrigatória ofertada com o objetivo de articular, sistematizar e ressignificar osconhecimentos obtidos ao longo do curso, desenvolvendo a capacidadeinvestigativa, a rigorosidade científica no trato dos temas educacionais, bemcomo a autonomia intelectual dos professores em formação, buscando integrarnesta vivência de aprendizagem as dimensões do Ensino, Pesquisa eExtensão. O TCC resulta das experiências formativo-pedagógicas realizadaspelo graduando, constituindo-se em trabalho monográfico individual decorrentede um tema/problema e constrói- se ao longo do processo formativo,sistematizando-se no último semestre do Curso. O TCC será desenvolvidoobedecendo as seguintes etapas: elaboração do projeto de trabalho;assessoramento docente ao processo de produção do acadêmico; entrega eapresentação do trabalho.A modalidade operacional do TCC está descrita no Regulamento deTCC, no anexo nº V deste Projeto.
  30. 30. 3010.9 – FUNCIONAMENTO DAS INSTÂNCIAS DE DELIBERAÇÃO EDISCUSSÃONo IFSul, por delegação do Conselho Superior, é a Câmara de Ensino o“órgão colegiado normativo, deliberativo e de assessoramento para assuntosdidático-pedagógicos” responsável por :I – discutir e aprovar o Projeto Pedagógico de Curso, e suas alterações; [...]VI - discutir e aprovar modificações no âmbito das disciplinas e dos projetospedagógicos dos cursos;VII - discutir e aprovar modificações no âmbito das matrizes curriculares ematrizes de pré-requisitos. (Regulamento da Câmara de Ensino, Art. 8º)Sendo constituída pelos seguintes membrosI – Pró-Reitor de Ensino;II – Pró-Reitor de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação;III – Coordenador de Apoio Pedagógico da Pró-reitoria de EnsinoIV – Diretor/chefe de departamento de Ensino de cada Campus. (Regulamentoda Câmara de Ensino, Art. 3º)A metodologia adotada pela Pró-Reitoria de Ensino prevê que osprogramas de um curso, bem como modificações em projetos, devem seraprovados na Câmara de Ensino no período letivo anterior à sua execução.Para que isto ocorra, o Coordenador do Curso deve encaminhar osProgramas/alterações de matrizes curriculares a viger no próximo períodoletivo ao Diretor/Chefe de Departamento de Ensino de seu campus, que, apósconsolidar a proposta, a envia à PROEN para ser encaminhada paraaprovação na reunião ordinária da Câmara de Ensino, a qual ocorre uma vez acada semestre.Aprovadas as alterações, é emitida resolução de aprovação pelo Pró-reitor de Ensino e os programas/matrizes curriculares são registrados noSistema Acadêmico e no Repositório da Documentação dos Cursos do IFSul
  31. 31. 31pela Pró-reitoria de Ensino.O NDE e o Colegiado de Curso são as instâncias responsáveis pelaconcepção, acompanhamento e avaliação e aperfeiçoamento permanente doProjeto Pedagógico de Curso. O regramento da constituição e modalidadeoperacional do NDE e do Colegiado de Curso estão descritos nosRegulamentos específicos constantes os anexos nº VI e VII, respectivamente.A Comissão Própria de Avaliação – CPA é a instância responsável pelacondução e articulação da avaliação interna da Instituição, cujo processo temcaráter formativo e visa ao aperfeiçoamento dos agentes da comunidadeacadêmica e da Instituição como um todo.10.10 EMENTAS, PROGRAMAS EBIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS DOCURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA10.10.1 – DISCIPLINAS DO NÚCLEO COMUM10.10.1.1 – PRIMEIRO SEMESTREDISCIPLINA: Fundamentos Históricos e Filosóficos da EducaçãoVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 1ºCarga horária total: 45 horas Código: CAVG_Diren.024Ementa: Estudo dos Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação.Reflexão acerca do Pensamento Pedagógico no Brasil, com ênfase apedagogia jesuítica desenvolvida junto aos povos indígenas, e no mundo.Investigação sobre as correntes pedagógicas da Educação no Brasil.Discussão sobre os referenciais emancipatórios para a ação pedagógica.ConteúdosUNIDADE I - A História e a Filosófica da Educação como bases para acompreensão da relação entre sociedade, educação e produção doconhecimento.1.1 História da Educação Moderna e da Pedagogia.1.2 A Ciência Pedagógica.1.3 Teoria e Prática: Práxis Pedagógica na concepção moderna-iluminista de EducaçãoUNIDADE II – O Pensamento Pedagógico no Mundo2.1 Positivismo;
  32. 32. 322.2 Socialismo;2.3 Escola Nova;2.4 Crítico;2.5 O tecnicismo pedagógico;2.6 Pós-modernidade e educação.UNIDADE III – Pensamento Pedagógico: As correntes da educação brasileira3.1 A educação jesuítica no Brasil colônia;3.2 Os pensadores:3.2.1 Paulo Freire e a Pedagogia do Oprimido;3.2.2 Dermeval Saviani e a Pedagogia Histórico-Crítica;3.2.3 José Carlos Libâneo e a Pedagogia Crítico-Social dosConteúdos.3.3 As repercussões para as tendências da educação brasileiraUNIDADE IV – Construindo referenciais emancipatórios para a açãopedagógica a partir dos fundamentos históricos e filosóficos da Educação4.1 Educação como redenção ou reprodução? Os extremos opostos;4.2 Construindo uma educação para a emancipação.Bibliografia básicaGADOTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 1997.GHIRALDELLI Jr, Paulo. Filosofia e história da educação brasileira. SãoPaulo: Manole, 2003.SAVIANI, Dermeval. História das ideias pedagógicas no Brasil. 3. ed.Campinas: Autores Associados, 2010.Bibliografia complementarARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da Educação. São Paulo:Moderna, 2006.ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia:geral e Brasil. São Paulo: Moderna, 2006.BORGES, Regina (Org.). Filosofia e história da ciência no contexto daeducação em ciências: vivências e teorias. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2007.
  33. 33. 33BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação? São Paulo, Brasiliense,1999.FREIRE, Paulo Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à práticaeducativa. 14.ed. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 2000.DISCIPLINA: Estudo Sócio-Antropológico da EducaçãoVigência: 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 45 horas Código: CAVG_Diren.025Ementa: Estudo das formas de organização educativas. Reflexão teórico-conceitual sobre temas como: cultura e identidade; poder e educação; culturade massa e indústria cultural; educação e cidadania; estudos das culturas afroe indianistas. Estado, sociedade e educação no Brasil.ConteúdosUNIDADE I – Estudo do conceito de educação em diferentes culturas.1.1 interação indissociável entre ser humano e cultura.UNIDADE II – Relações entre Cultura e Identidade.UNIDADE III – Dimensão Social e Política dos seres humanos.UNIDADE IV - Perspectiva cultural da linguagem e da comunicação.UNIDADE V - Pluriculturalismo e multiculturalismo na construção daorganização da sociedade atual.UNIDADE VI - Ação educativa no espaço da organização social e suadimensão na Cultura.UNIDADE VII - Cultura e seus aspectos de transformação no cotidiano escolar.Bibliografia básicaBRANDÃO, Carlos. O que é Educação? São Paulo: Brasiliense, 1999.HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução : TomazTadeu da Silva e Guacira Lopes Louro. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2004.LARAIA, Roque de Barros. Cultura: Um conceito antropológico. Rio de Janeiro:Jorge Zahar Editor, 2000.Bibliografia complementarBERGER, Peter. e LUCKMANN, Thomas. A Construção Social da Realidade.Petrópolis: Vozes, 2000.CUCHE, Denys. A Noção de Cultura nas Ciências Sociais. Bauru. EDUSC,
  34. 34. 341999.FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 47.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,2005.GADOTTI, Moacir. História das ideias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 2004.LIPOVETSKY, Gilles. A Felicidade Paradoxal. São Paulo: Companhia dasLetras, 2007.MÉSZÁROS, István. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo,2005DISCIPLINA: Química Geral BásicaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.026Ementa: Estudos sobre história da química. Conhecimento da estrutura de umlaboratório de química, suas normas de segurança no laboratório químico eutilização como espaço didático. Desenvolvimento de conceitos fundamentaisde química e suas respectivas metodologias de ensino.ConteúdosUNIDADE I - História da químicaUNIDADE II - A química no cotidiano escolarUNIDADE III - Laboratório químicoUNIDADE IV - Normas de segurança no laboratório químicoUNIDADE V - Desenvolvimento de conceitos fundamentais de química e suasmetodologias5.1 Tabela periódica5.2 Ligação química5.3 Funções inorgânicas5.4 Reações5.5 EstequiometriaBibliografia básicaATKINS, Peter e JONES, Loretta. Princípios de Química: questionando avida moderna e o meio ambiente. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.BROWN, Theodore. et al. Química Ciência Central. 9.ed. São Paulo: PearsonPrentice Hall, 2005.
  35. 35. 35MASTERTON, William et al. Princípios de Química. 6.ed. Rio de Janeiro:LTC, 2011.Bibliografia complementarBRADY, James e HUMISTON, Gerard. Química Geral. 2.ed. v.I. Rio deJaneiro: Editora LTC, 1986.BRADY, James e HUMISTON, Gerard. Química Geral. 2.ed. v.II. Rio deJaneiro: Editora LTC, 1986.MAHAN, Bruce e MYERS, Rollie. Química: um curso universitário. 4. ed.São Paulo: Edgard Blücher, 1995.RUSSELL, John. Química Geral. 2.ed. v.I. São Paulo: Pearson Makron Books,1994.RUSSELL, John. Química Geral. 2.ed. v.II. São Paulo: Pearson Makron Books,1994.Disciplina: Fundamentos de Matemática IVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 75 horas Código: CAVG_Diren.027Ementa: Compreensão do conceito de derivada e diferencial e aplicações noestudo das funções de uma variável, com base na conceituação de limiteinfinitesimal e continuidade. Compreensão e aplicação didático-pedagógica dosconceitos básicos de cálculo diferencial, incluindo a interface entre oconhecimento acadêmico e o cotidiano.ConteúdosUnidade I - Noções Básicas de Funções1.1 Funções Elementares, Exponencial e Logarítmica1.2 Características principais e construção de gráficosUnidade II – Limites e continuidade de funções2.1 Noção intuitiva e definição de limite2.2 Limites laterais2.3 Condição de existência e unicidade do limite2.4 Propriedades Operatórias2.5 Limites finitos e infinitos2.6 Formas indeterminadas e métodos para eliminação dasindeterminações
  36. 36. 362.7 Limites fundamentais2.8 Noção ao estudo de continuidadeUnidade III – Derivadas3.1 Definição e regra geral de derivação3.2 Derivadas laterais3.3 Propriedades Operatórias3.4 Regras de derivação3.5 Derivadas das funções compostas e regra da cadeia3.6 Derivadas das funções inversas3.7 Derivadas de funções exponenciais e logarítmicas3.8 Derivada de funções circulares diretas e inversas3.9 Derivadas SucessivasUnidade IV – Aplicações de Derivadas4.1 Significado geométrico da derivada de uma função num ponto4.2 Equação das retas tangente e normal ao gráfico da função numponto4.3 Funções crescentes e decrescentes4.4 Valores extremos de uma função: máximos e mínimos4.5 Estudo da concavidade do gráfico de uma função e ponto deinflexãoUnidade V – Diferenciais5.1 Definição5.2 Cálculo de diferenciais de funções5.3 Significado geométrico da diferencialBibliografia básicaANTON, Howard. Cálculo: Um novo horizonte. São Paulo: Bookman, 2000.AVILA, Geraldo. Cálculo: funções de uma variável. Rio de Janeiro: LTC,2000.
  37. 37. 37FLEMMING, Diva Marília e GONÇALVES, Mírian Buss. Cálculo A. São Paulo:Makron Books, 1992.Bibliografia complementarGUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. v.1. Rio de Janeiro: LTC,2000.IEZZI, Gélson. Fundamentos da Matemática Elementar. v.8. São Paulo:Atual, 2002.IEZZI, Gelson. Matemática: Ciência e Aplicações. São Paulo: Atual, 2010LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. v.1. São Paulo:Harbra, 1994.PISKOUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. v.1. Moscou: Mir, 1980.Disciplina: Biologia IVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.028Ementa: Compreensão dos conceitos básicos da Biologia como ciência, pormeio do estabelecimento de transversalidades com temas da atualidade, comênfase à sociobiologia como processo de meta-compreensão do estudo dabiologia e aos aspectos didáticos da atuação do licenciado.ConteúdosUNIDADE I - Origem do Universo e da Biologia como Ciência1.1 Hipóteses de origem do universo1.2 Bases da metodologia científicaUNIDADE II - A Biologia no cotidiano e as relações interdisciplinares2.1 A Biologia na vida do educando2.2 O que é interdisciplinaridade?2.3 Biologia interdisciplinarUNIDADE III - Introdução à Citologia3.1 Conceitos Iniciais3.2 Princípios básicos para o estudo da célulaUNIDADE IV - Citologia Animal e Vegetal4.1 Membrana celular e estruturas associadas
  38. 38. 384.2 Organelas não-membranosas4.3. O citoplasmaUNIDADE V - Fisiologia Celular5.1 Conceitos iniciais5.2. Processos celularesUNDIADE VI - Núcleo celularUNIDADE VII - Ciclo Celular7.1 Mitose7.2 MeioseUNIDADE VIII - Metodologias alternativas e Instrumentação ao ensino daBiologiaUNIDADE IX - Sociobiologia e seu contextoBibliografia básicaHOPKIN, Karen et al. Fundamentos da Biologia Celular. 3.ed. Porto Alegre:Artmed, 2011.PALMA, Hector A.; BAGNO, Marco. A linguagem no ensino das ciências.São Paulo: Edições SM, 2009.SADAVA, David et. al. Vida - A ciência da Biologia. 8.ed. v.1. Porto Alegre:Artmed, 2009.Bibliografia complementarALVES, Rubem. Entre a Ciência e a Sapiência: O Dilema da Educação. SãoPaulo: Vanguarda, 2007.AMABIS, Jose Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Fundamentos daBiologia Moderna. v. único. São Paulo: Moderna, 2006.FEYERABEND, Paul. Contra o método. São Paulo: UNESP, 2003.SADAVA, David et. al. Vida - A ciência da Biologia - Plantas e animais. 8.ed.v.3. Porto Alegre: Artmed, 2009.SADAVA, David et. al. Vida - A ciência da Biologia. 8.ed. v.2. Porto Alegre:Artmed, 2009.
  39. 39. 39Disciplina: Tecnologias na EducaçãoVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 45 horas Código: CAVG_Diren.029Ementa: Introdução aos conceitos básicos de microcomputador e seuscomponentes (Hardware) e aos programas de computação (Softwares).Exploração dos sistemas operacionais. Introdução à utilização do ambienteWindows. Aprofundamento na utilização do processador de textos, planilhaseletrônicas e software de apresentação. Conhecimentos básicos de Banco deDados. Introdução à utilização de redes de comunicação: internet – acesso eserviços. Identificação e aplicação de mídias na educação com ênfase aoensino de ciências.ConteúdosUNIDADE I – Estudo sobre a evolução da TecnologiaUNIDADE II – Estudo teórico-prático dos recursos computacionais na educação2.1 Hardware e Software2.2 Editor de Texto BrOffice Writer e Microsoft Word2.3 Aplicativos2.4 Internet2.5 Multimídia e outrosUNIDADE III: Análise/Estudo de práticas docentes e tecnologiasUNIDADE IV: Educação à distância, presencial e semipresencialUNIDADE V - Internet e EducaçãoBibliografia básicaBATTISTI, Júlio. Windows XP Home & Professional para Usuários eAdministradores. Rio de Janeiro: Axcel, 2002.CAPRON, H.L. Introdução à Informática. São Paulo: Pearson Prentice Hall,2004.NORTON, Peter. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books, 1997.Bibliografia complementarARRUDA, Eucidio Pimenta. Ciberprofessor: novas tecnologias, ensino etrabalho docente. Belo Horizonte: Autentica, 2004.DEMO, Pedro. Formação permanente e tecnologias educacionais. 2.ed.Petrópolis: Vozes, 2011.
  40. 40. 40HILL, Benjamin e BACON, Jono. O livro oficial do Ubuntu. Porto Alegre:Bookman 2008.MICROSOFT PRESS. Microsoft Office 2000 Passo a Passo. São Paulo:Makron Books, 2001.SILVA, Mário Gomes da. Informática: Office PowerPoint 2003, Office Access2003 e Office Excel 2003. São Paulo: Érica, 2004.Disciplina: Tópicos Especiais em Língua PortuguesaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 45 horas Código: CAVG_Diren.030Ementa: Estudo das linguagens em suas diversas situações de uso emanifestações. Desenvolvimento de habilidades de leitura compreensiva ecrítica de textos diversos. Análise da organização estrutural da língua com focona produção escrita em linguagem padrão, voltada às finalidades de uso daárea educacional.ConteúdosUNIDADE I – PontuaçãoUNIDADE II – Coesão e Coerência Textual2.1 Implícitos: Pressupostos e subentendidos2.2 Paralelismo2.3 Ambiguidade2.4 Concordância verbal e nominalUNIDADE III - Orações ReduzidasUNIDADE IV - Reforma OrtográficaUNIDADE V - Plurissignificação da LinguagemUNIDADE VI - Recursos ArgumentativosUNIDADE VII - Leitura, análise e produção de textos de circulação socialBibliografia básicaANDRADE, Maria e HENRIQUES, Antonio. Língua portuguesa: noçõesbásicas para cursos superiores. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1991.FIORIN, José e SAVIOLI, Francisco. Para Entender o Texto - Leitura eRedação. 17.ed. Porto Alegre: Ática, 2007.
  41. 41. 41KOCH, Ingedores Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: ossentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.Bibliografia complementarACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocabulário Ortográfico da LínguaPortuguesa. 5.ed. São Paulo: Global, 2009.BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. São Paulo: NovaFronteira, 2009.GUEDES, Paulo Coimbra. Da redação à produção textual: o ensino daescrita. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.HOUAISS, Antônio. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio deJaneiro: Objetiva, 2001.SILVA, Maurício. O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: O quemuda o que não muda. São Paulo: Contexto, 2009.10.10.1.2 – SEGUNDO SEMESTREDisciplina: Metodologia da PesquisaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.224Ementa: Introdução ao método científico. Fundamentação teórico-metodológica para composição de trabalhos científico-acadêmicos.ConteúdosUNIDADE I - Conceitos e Princípios LógicosUNIDADE II - Tipos de PesquisaUNIDADE III - Construção Científica3.1 Fatos3.2 Problemas3.3 Hipóteses3.4 Leis e TeoriasUNIDADE IV - Interpretação do dado CientíficoUNIDADE V - Análise de produção científicaUNIDADE VI – FichamentoUNIDADE VII - Formas básicas de apresentação de textos científicos
  42. 42. 427.1 Resenha7.2 Relatório7.3 Resumo crítico7.4 EnsaioUNIDADE VIII - Aspectos técnicos do texto científico8.1 Introdução8.2 Sumário8.3 Bibliografia e citações8.4 FormataçãoUNIDADE IX - Etapas de uma pesquisaUNIDADE X - Como elaborar um projeto de pesquisaBibliografia básicaBARROS, Aidil de Jesus Paes e LEHFELD, Neide. Fundamentos demetodologia científica. São Paulo: Makron Books, 2000.GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.ed. São Paulo:Atlas, 2002.RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 38.ed.Petrópolis: Vozes, 2009.Bibliografia complementarASTOS, Lilia da Rocha. Manual para a elaboração de projetos. 6.ed. Rio deJaneiro: LTC, 2003.ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 19.ed., São Paulo: Perspectiva, 2005.LUDKE, Menga e ANDRÉ, Marli. Pesquisa em educação: abordagensqualitativas. São Paulo: EPU, 1986.MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos deMetodologia Científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010.SANTOS, Antonio Raimundo. Metodologia científica: a construção doconhecimento. 6.ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.
  43. 43. 43Disciplina: Filosofia e Teoria do ConhecimentoVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.225Ementa: Caracterização da epistemologia como ramo da filosofia.Estabelecimento de relações entre humanidade, cultura e conhecimento.Estudo dos momentos constitutivos da ciência com ênfase na análise dosparadigmas sócio-científicos. Compreensão das teorias do conhecimento esua relação com os processos de aprendizagem.ConteúdosUNIDADE I – Epistemologia1.1 Definições conceituais1.2 Crença e conhecimento1.3 A epistemologia no contexto da filosofia1.4 Filosofia: definições conceituais; Concepções de Filosofia:metafísica, positivista, crítica; Mito, mitologia e pensamentofilosófico.UNIDADE II – Humanidade, cultura e conhecimento2.1 Conhecimento, racionalidade, historicidadeUNIDADE III - Momentos constitutivos da ciência e paradigmas sócio-científicos3.1 Elos históricos do paradigma grego: a civilização ocidental e aconcepção de mundo da sociedade grega clássica3.2 Antiguidade: a relação homem e universo3.3 Idealismo e realismo: pensamento de Sócrates, Platão,Aristóteles, Santo Agostinho e São Tomaz de Aquino3.4 Empirismo e racionalismo3.5 Pensamento moderno: paradigma sócio-cultural damodernidade ocidental; fragmentação dos paradigmas científicosUNIDADE IV - Sociedade do conhecimento4.1 Epistemologia da complexidade: o pensamento complexo4.2 Teoria de sistemaUNIDADE V – Epistemologia e processos de aprendizagem5.1 Pensamento e inteligência. Inteligência: definições,pensamento lógico, construção de conhecimento e de juízos;
  44. 44. 44processos de raciocínio5.2 Processos de aprendizagem: os significados do aprenderUNIDADE VI – Teorias do conhecimento6.1 Epistemologia genética de Jean Piaget6.2 Epistemologia sócio-histórica proposta por VygotskyBibliografia básicaALVES, Rubem. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. SãoPaulo: Loyola, 2001.BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. PortoAlegre: Artmed, 2001.DEMO, Pedro. Conhecimento moderno: sobre ética e intervenção doconhecimento. Petrópolis: Vozes, 1997.Bibliografia complementarLA TAILLE, Yves et al. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas emeducação. São Paulo: Summus, 1992.MATURANA, Humberto. Emoções e linguagem na educação e na política.Belo Horizonte: UFMG, 2005.MORIN, Edgar. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. Rio deJaneiro: Bertrand, 2002.SANTOS, Boaventura Souza. Um discurso sobre as ciências. Coimbra:Afrontamento, 1999.VYGOTSKY, Lev. A formação social da mente. São Paulo: MartinsFontes,1984.Disciplina: Física Básica IVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 75 horas Código: CAVG_Diren.226Ementa: Estudo teórico-prático dos conceitos e operações básicas relativas àcinemática e a dinâmica dos movimentos de translação e rotação, vinculando-as ao estudo das leis de Newton. Análise das definições de energia e potênciae o estudo das colisões, bem como da dinâmica da rotação e da conservaçãodo momentum angular.ConteúdosUNIDADE I - Medição
  45. 45. 451.1 Grandezas, padrões e unidades físicas1.2 Sistema internacional de unidades1.3 Padrão de comprimento, massa e tempoUNIDADE II - Vetores2.1 Caracterização de grandeza vetorial2.2 Vetores unitários2.3 Operações com vetoresUNIDADE III - Cinemática da partícula3.1 Considerações envolvidas na cinemática da partícula3.2 Conceito de diferenciação e sua aplicação a problemas demecânica3.3 Velocidade média e velocidade escalar média3.4 Velocidade instantânea e velocidade escalar instantânea3.5 Aceleração3.6 equações do movimento3.7 Representação vetorial3.8 Movimento circular uniforme3.9 Velocidade e aceleração relativasUNIDADE IV - Dinâmica da partícula4.1 A primeira lei de Newton4.2 Os conceitos de força e massa4.3 Segunda lei de Newton4.4 Terceira lei de Newton4.5 Forças de atrito4.6 Dinâmica do movimento circular uniforme.4.7 Classificação das forças.UNIDADE V - Trabalho e energia.5.1 conservação da energia
  46. 46. 465.2 Trabalho realizado por uma força constante5.3 Conceito de integração e sua aplicação a problemas emmecânica5.4 Trabalho realizado por força variável5.5 Energia cinética5.6 Teorema trabalho-energia – potência5.7 Forças conservativas e não conservativas. Energia potencial5.8 Conservação de energiaUNIDADE VI - Conservação do momento linear6.1 Centro de massa e seu movimento6.2 Movimento linear6.3 Conservação do momento linear6.4 Sistemas de massa variávelUNIDADE VII - Colisões7.1 Conceito de colisão7.2 Impulso e momento linear7.3 Conservação do momento linear durante as colisõesUNIDADE VIII. Cinemática de rotação8.1 As variáveis da cinemática da rotação8.2 Rotação com aceleração angular constante8.3 Grandezas vetoriais na rotação8.4 Relação entre cinemática linear e angular de uma partícula emmovimento circularUNIDADE IX - Dinâmica da rotação9.1 Torque sobre uma partícula9.2 Momento angular de uma partícula e de um sistema departículas9.3 Energia cinética de rotação e momento de inércia
  47. 47. 479.4 Dinâmica de rotação de um corpo rígido9.5 Movimento combinado de translação e rotação de um corporígido9.6 Conservação do momentum angular9.7 Momento angular e velocidade angularBibliografia básicaKNIGHT, Randall. Física: uma abordagem estratégica. v.1. 2.ed. PortoAlegre: Bookman, 2009.TIPLER, Paul e MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. v.1.6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.WALKER, Jearl et al. Fundamentos de Física, v.1. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC,2009.Bibliografia complementarFREEDMAN, Roger et al. Física 1. 12.ed. São Paulo: Pearson, 2010.HEWITT, Paul. Física conceitual. 9.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.NUSSENZVEIG, Moysés. Curso de física básica 1. 4.ed. São Paulo: Blücher,2011.SERWAY, Raymond. Princípios de Física. São Paulo: Cengage Learning,2004.TREFIL, James et al. Física Viva: uma introdução a Física conceitual. Riode Janeiro: LTC, 2006.Disciplina: Biologia IIVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.227Ementa: Noções sobre os seres vivos a partir da compreensão sobre abiodiversidade e o conceito de espécie. Estabelecimento de metodologias paratrabalhar conceitos básicos de Biologia de Organismos Simples na educaçãobásica. Estudo sobre os grupos de organismos mais simples: Vírus, Monera,Protoctista (protozoários e algas unicelulares) e Fungi. Reflexão sobre aimportância dos organismos primitivos na área da tecnologia e saúde.Elaboração de metodologias de ensino para o estudo da classificação biológicana educação básica.ConteúdosUNIDADE I - Seres vivos e sua diversidade.
  48. 48. 481.1 Conceito de Espécie.1.2 Biodiversidade1.3 AdaptaçãoUNIDADE II - Classificação biológica dos seres vivos.2.1 Ciências da classificação.2.2 Nomenclatura: histórico e regras.2.3 Escolas de classificação modernas.UNIDADE III - Reinos dos organismos simples3.1 Vírus3.1.1 Características gerais3.1.2 Replicação3.1.3 Importância do grupo3.2 Monera3.2.1 Características gerais3.2.2 Reprodução3.2.3 Importância do grupo3.3 Fungi3.3.1 Características gerais3.3.2 Reprodução3.3.3 Importância do grupo3.4 Protoctista3.4.1 Características gerais3.4.2 Reprodução3.4.3 Importância do grupoBibliografia básicaCURTIS, Helena. Biologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.SADAVA, David et. al. Coleção Vida. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
  49. 49. 49TRABULSI, Luiz Rachid e ALTERTHUM, Flávio. Microbiologia. 5.ed. Rio deJaneiro: Atheneu, 2008.Bibliografia complementarAMABIS, Jose Mariano e MARTHO, Gilberto Rodrigues. Fundamentos daBiologia Moderna. v. único. São Paulo: Moderna, 2006.MARGULIS, Lynn e SCHWARTZ, Karlene. Cinco reinos - Um Guia Ilustradodos Filos da Vida na Terra. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.PELCZAR, Michael Júnior. Microbiologia: conceitos e aplicações. v.1. 2.ed.São Paulo: Makron Books, 1997.PELCZAR, Michael Júnior. Microbiologia: conceitos e aplicações. v.2. 2.ed.São Paulo: Makron Books, 1997TORTORA, Gerad et. al. Microbiologia. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.Disciplina: Físico-Química BásicaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.228Ementa: Preparo de soluções químicas. Introdução ao estudo de cinéticaquímica, equilíbrio químico e termoquímica. Investigação sobre pH e pOH;Estudo sobre equilíbrio de ácidos e bases, efeito do íon comum, soluçãotampão e hidrólise. Compreensão sobre fenômenos de precipitação, KPS eequilíbrio de complexos. Desenvolvimento de metodologias o tratamentodidático-pedagógico dos conceitos na educação básica.ConteúdosUNIDADE I - Soluções VerdadeirasUNIDADE II - Unidades de concentração.2.1 Aplicação de unidades de concentração no cotidiano escolar.UNIDADE III - Solubilidade.UNIDADE IV - Mistura e reação entre soluções.UNIDADE V - Processos de dissolução e diluição.UNIDADE VI - Diagramas de fase.UNIDADE VII - Propriedades coligativas das soluções.7.1 Cinética Química7.2 Velocidade de reação
  50. 50. 507.3 Equações de velocidade7.4 Ordem e molecularidade de reações7.5 Meia-vida7.6 Catálise; energia de ativação7.7 Teoria das colisões;7.8 Mecanismo de reação.UNIDADE VIII - 1º e 2º princípios da termodinâmica8.1 Calores de reação ;8.2 Entalpias;8.3 Energia interna;8.4 Energia de ligação;8.5 Entropia e energia livre;8.6 Espontaneidade termodinâmica.UNIDADE IX - Equilíbrio químico;9.1 Constantes de equilíbrio;9.2 Deslocamento do equilíbrio;9.3 Equilíbrio iônico;9.4 pH e pOH;9.5 Equilíbrio de ácidos e bases;9.6 Efeito do íon comum;UNIDADE X - Desenvolvimento de metodologias para o ensino de químicaBibliografia básicaATKINS, Peter. Físico-química. v.2. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.BROWN, Theodore. Química Ciência Central. 9.ed. São Paulo: PearsonPrentice Hall, 2005.MASTERTON, William. Princípios de Química. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC,2011.Bibliografia complementar
  51. 51. 51BALL, David. Físico-química. v.2. São Paulo: Thompson, 2005.BRADY; Humiston. Química Geral. v.1. 2.ed. Rio de Janeiro: Editora LTC,1986.MAHAN, Bruce. Química: um curso universitário. 4.ed. São Paulo: EdgardBlücher, 1995.RUSSEL, John. Química Geral. v.1. 2.ed. São Paulo: Pearson Makron Books,1994.RUSSEL, John. Química Geral. v.2. 2.ed. São Paulo: Pearson Makron Books,1994.Disciplina: Fundamentos de Matemática IIVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.229Ementa: Interpretação e compreensão da integral indefinida e do significadogeométrico da integral definida e suas aplicações no campo científico-educacionalConteúdosUnidade I - Integral Indefinida1.1 Primitiva1.2 Constante de integração1.3 Notação de Leibinitz1.4 Propriedades1.5 Técnicas de integração1.5.1 Integração Imediata1.5.2 Integração por substituição de variáveis1.5.3 Integração de funções que envolvam um trinômio do 2º grau1.5.4 Integração por partes1.5.5 Integração das funções racionais por frações parciais1.5.6 Integração de funções irracionais1.5.7 Integração das funções trigonométricasUnidade II – Integral definida2.1 Somas de Riemann
  52. 52. 522.2 Definição2.3 Propriedades2.4 Cálculo da integral definidaUnidade III – Aplicações da integral definida3.1 Cálculo de áreas3.2 Cálculo de volumes de sólidos de revoluçãoUnidade IV – Integrais Impróprias4.1 Integrais com limites infinitosBibliografia básicaANTON, Howard. Cálculo, um novo horizonte. v.1. Porto Alegre: Bookman,2000.ÁVILA, Geraldo. Cálculo: funções de uma variável. Rio de Janeiro: LTC, 2000.FLEMMIG, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A. São Paulo:Makron Books, 2007.Bibliografia complementarIEZZI, Gélson. Fundamentos da Matemática Elementar. v.8. São Paulo:Atual, 2002.IEZZI, Gelson. Matemática: Ciência e Aplicações. São Paulo: Atual, 2010.GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. v.1. Rio de Janeiro: LTC,2000.LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. v.1. São Paulo:Harbra, 1994.PISKOUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. v.1. Moscou: Mir, 1980.10.10.1.3 TERCEIRO SEMESTREDisciplina: Biologia IIIVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 30Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.230Ementa: Conhecimento da diversidade dos principais grupos de seres vivossuperiores e dos subgrupos dos Reinos Vegetal e Animal, suas estruturas e
  53. 53. 53formas de reprodução, por meio de exploração teórica e análise crítica de livrosdidáticos da educação básica que abordam os referidos temas.ConteúdosUNIDADE I - Introdução ao Reino Vegetal1.1. Algas: Características gerais1.2. Importância do estudo das plantas1.3. Características gerais das plantasUNIDADE II - Reprodução nos vegetais2.1. Alternância de gerações: haplóides e diplóides.UNIDADE III - Grandes grupos de plantas atuais.3.1.Características gerais de cada grupo.3.2. Reprodução e ciclo de vida de cada grupo.3.3. A evolução das plantas.UNIDADE IV - Introdução ao Reino Animal5.1. Invertebrados5.2. Características gerais dos invertebrados5.3. Reprodução dos invertebradosUNIDADE IV - Vertebrados6.1. Características gerais dos vertebrados6.2. Reprodução dos vertebradosBibliografia básicaCURTIS, Helena. Biologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.FRANCESCHINI, Iara Maria et al. Algas: uma abordagem filogenética,taxonômica e ecológica. Porto Alegre: Artmed, 2010.SADAVA, David et al. Vida - A ciência da Biologia. 8.ed. v.3. Porto Alegre:Artmed, 2009.Bibliografia complementarAMABIS, Jose Mariano e MARTHO, Gilberto Rodrigues. Fundamentos daBiologia Moderna. v. único. São Paulo: Moderna, 2006.
  54. 54. 54HICKMAN, Cleveland et al. Princípios integrados de Zoologia. 11. ed. Rio deJaneiro: Guanabara Koogan, 2004.JOLY, Aylthon. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. São Paulo:Editora Nacional, 2002.RAVEN, Peter et al. Biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2001.RUPPERT, Edward e BARNES, Robert. Zoologia dos invertebrados. SãoPaulo: Editora Rocca, 2005.Disciplina: Química Orgânica BásicaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 30Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.231Ementa: Histórico da Química Orgânica. Representação de fórmulasestruturais. Estudo das cadeias carbônicas. Reconhecimento das principaisfunções orgânicas. Compreensão das regras de nomenclatura dos compostosorgânicos. Estudo das propriedades das funções orgânicas. Análise dosdiferentes tipos de isomeria plana e espacial dos compostos orgânicos.ConteúdosUNIDADE I - Histórico da Química OrgânicaUNIDADE II - Aplicação da química orgânica no cotidiano escolarUNIDADE III - Representação de Fórmulas EstruturaisUNIDADE IV - Cadeias CarbônicasUNIDADE V - Ligações Polares e ApolaresUNIDADE VI - Funções Orgânicas6.1 Nomenclatura6.2 Classificação6.3 PropriedadesUNIDADE VII - Isomeria PlanaUNIDADE VIII - EstereoquímicaUNIDADE IX - Isomeria Óptica e geométricaUNIDADE X - Metodologias para o ensino de química orgânicaBibliografia Básica
  55. 55. 55BRUICE, Paula. Química Orgânica. v.2. 4.ed. São Paulo: Pearson, 2006.SOLOMONS, Graham. Química Orgânica. v.1. 9.ed. Rio de Janeiro: LivrosTécnicos e Científicos Editora S.A., 2008.SOLOMONS, Graham. Química Orgânica. v.2. 9.ed. Rio de Janeiro: LivrosTécnicos e Científicos Editora S.A., 2008.Bibliografia complementarALLINGER, Norman. Química Orgânica. 2.ed. Rio de janeiro: LTC, 2011.BARBOSA, Luiz. Introdução à química Orgânica. 2. ed. São Paulo: Pearson,2011.CAREY, Francis. Química Orgânica. v.2. 7.ed. São Paulo: Cengage Learning,2011.MCMURRY, John. Química Orgânica. v.2. São Paulo: Cengage Learning,2008.PAVIA, Donald. Química Orgânica Experimental. 2.ed. Porto Alegre:Bookman, 2009.Disciplina: Física Básica IIVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 30Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.232Ementa: Estudo e transposição didática de conceitos da física, com ênfase àanálise do equilíbrio de corpos rígidos, dos princípios da Gravitação, dasOscilações e da Estática e Dinâmica dos fluidos; conhecimento e interpretaçãodas Ondas em meios elásticos e as Ondas sonoras, Temperatura, Calor, Leisda termodinâmica, da Teoria cinética dos gases e da Entropia.ConteúdosUNIDADE I - Estática dos fluidos1.1 Fluidos1.2 Pressão e massa específica1.3 Variação de pressão em um fluido em repouso1.4 Princípio de Stevin1.5 Medidor de pressão1.6 Princípio de pascal1.7 Princípio de Arquimedes
  56. 56. 56UNIDADE II. Dinâmica dos fluidos2.1 Escoamento de fluido2.2 Linhas de corrente2.3 Equação de continuidade2.4 Equação de BernoulliUNIDADE III - Oscilações3.1 Oscilador harmônico simples e o movimento harmônico simples(MHS)3.2 Energia no MHS3.3 Relações entre o MHS e o MCU3.4 Movimento harmônico amortecido3.5 Pêndulos3.6 Oscilações forcadas e ressonânciaUNIDADE IV - Ondas4.1 Tipos de ondas4.2 Ondas transversais e longitudinais4.3 Período e frequência4.4 Comprimento de onda4.5 Ondas progressivas e estacionarias4.6 Princípio da superposição4.7 Velocidade de onda4.8 Potência e intensidade de uma onda4.9 Interferência de ondas4.10 RessonânciaUNIDADE V - Ondas sonoras5.1 Ondas audíveis, ultra-sônicas e infra-sônicas5.2 Propagação e velocidade de ondas longitudinais5.3 Ondas longitudinais estacionarias
  57. 57. 575.4 Sistemas vibrantes e fontes sonoras5.5 Batimentos5.6 Efeito Doppler e ondas de choqueUNIDADE VI - Temperatura6.1 Equilíbrio térmico e a lei zero da termodinâmica6.2 Medida da temperatura6.3 Escala termométrica de um gás ideal6.4 Escalas Celsius e Fahrenheit6.5 Escala termométrica pratica internacional6.6 Dilatação térmica linear, superficial e volumétricaUNIDADE VII - Calor e a 1a Lei da termodinâmica7.1 Calor uma forma de energia7.2 Medida de calor7.3 Calor específico e capacidade térmica7.4 Capacidade térmica molar dos sólidos7.5 Formas de transmissão de calor: condução, convecção eradiação7.6 Equivalente mecânico do calor7.7 Calor e trabalho.7.8 Primeira Lei da termodinâmicaUNIDADE VIII - Teoria cinética dos gases8.1 Gás ideal: definições, microscópica e macroscópica8.2 Cálculo cinético da pressão8.3 Interpretação cinética da temperatura8.4 Forças intermoleculares8.5 Calor específico de um gás ideal8.6 Equipartição de energia8.7 Livre percurso médio
  58. 58. 588.8 Distribuição de velocidades moleculares (a distribuição deMaxwell-Boltzmann)8.9 Movimento browniano8.10 Equação de estado de Van der WaalsUNIDADE IX - Entropia e 2ª Lei da termodinâmica9.1 Transformações reversíveis e irreversíveis9.2 Ciclo de Carnot e a 2ª Lei da termodinâmica9.3 Rendimento das máquinas9.4 Escala termodinâmica de temperatura9.5 Entropia: processos reversíveis e irreversíveis9.6 Entropia e 2ª Lei9.7 Entropia e desordemBibliografia básicaKNIGHT, Randall. Física: uma abordagem estratégica. v.2. 2.ed. Porto Alegre:Bookman, 2009.TIPLER, Paul e MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. v.2.6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.WALKER, Jearl et al. Fundamentos de física 2: gravitação, ondas etermodinâmica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.Bibliografia complementarHEWITT, Paul. Física conceitual. 9.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.NUSSENZVEIG, Moysés. Curso de física 2: fluidos, oscilações e ondas,calor. Rio de Janeiro: Blücher, 2011SEARS, Francis Weston et al. Física 2: termodinâmica e ondas. São Paulo:Pearson, 2010.SERWAY, Raymond. Princípios de Física. São Paulo: Cengage Learning,2004.TREFIL, James et al. Física Viva: uma introdução a Física conceitual. Riode Janeiro: LTC, 2006.Disciplina: Introdução à GenéticaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 30
  59. 59. 59Carga horária total: 45 horas Código: CAVG_Diren.233Ementa: Estudo e reflexão sobre os níveis de organização dos seres humanos,articulando os conceitos inerentes ao tema à prática docente. Compreensão dacomplexidade do organismo humano reconhecendo as relações dos princípiosquímicos moleculares com o funcionamento dos sistemas. Análise dareprodução humana e dos princípios de genética mendeliana.ConteúdosUNIDADE I - Estrutura e função do núcleo.1.1 Composição do núcleo1.2 Principais processos nuclearesUNIDADE II - Divisão celular.UNIDADE III - Gametogênese e fecundação3.1 Conceitos iniciais3.2 Formação dos gametas3.3 Características da fecundação em seres humanosUNIDADE IV - Genética mendeliana4.1 Primeira Lei de Mendel4.2 Segunda Lei de MendelUNIDADE V - Princípios da evolução e relação entre os seres vivosBibliografia básicaGRIFFITHS, Anthony et al. Introdução à Genética. Rio de Janeiro:Guanabara-Koogan, 1998.GRIFFITHS, Anthony et al. Genética Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2001.RIDLEY, Mark. Evolução. Porto Alegre: Artmed, 2006.Bibliografia complementarGONICK, Larry; WHEELIS, Mark. Introdução ilustrada à genética. São Paulo:Harbra, 1995.ORR, Robert. Biologia dos Vertebrados. São Paulo: Ed. Roca, 1999.PEREIRA, Lygia da Veiga. Sequenciaram o genoma humano... e agora?2.ed. São Paulo: Moderna, 2008.
  60. 60. 60ROSA, Atila Augusto Stock (Org.) Vertebrados fósseis de Santa Maria. SantaMaria: Gráfica Palloti, 2009.VIEIRA, Celina Tenreiro. O Pensamento Crítico na Educação Científica.Lisboa: Instituto Piaget, 2000.Disciplina: Metodologia para o Ensino de CiênciasVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 30Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.234Ementa: Estudos sobre a abordagem de uma nova postura metodológica parao professor de Ciências da Natureza, no sentido de refletir e analisar sobre oconteúdo científico a ser desenvolvido, e a correspondente adequação dasmetodologias de ensino praticadas. Análise e fundamentação das metodologiase práticas didáticas estabelecidas para a promoção do processo de ensino-aprendizagem.ConteúdosUNIDADE I – O que é ciência?UNIDADE II – Concepções Epistemológicas do Ensino de CiênciasUNIDADE III - Análise crítica das teorias de aprendizagem no contexto doEnsino de CiênciasUNIDADE IV - A evolução histórica do Ensino de Ciências no BrasilUNIDADE V - O Papel da História da Ciência no Ensino de CiênciasUNIDADE VI - A Experimentação em Ensino de Ciências (laboratório e materialalternativo)UNIDADE VII - Análise de materiais e de recursos didáticosUNIDADE VIII - Novas tecnologias aplicadas ao Ensino de CiênciasBibliografia básica:MORAES, Roque e MANCUSO, Ronaldo. Educação em Ciências - Produçãode Currículos e Formação de Professores. Ijuí: Editora UNIJUÌ, 2004.MORTIMER, Eduardo. Linguagem e formação de conceitos no ensino deciências. Belo Horizonte: UFMG, 2000.KENSKI, Vani. Educação e Tecnologias: O Novo Ritmo da Informação.5.ed. Campinas: Papirus, 2009.Bibliografia complementar:HOFFMANN, Wanda. Ciência, tecnologia e sociedade: desafio daconstrução do conhecimento. São Carlos: EDUFSCar, 2011.
  61. 61. 61JAPIASSU, Hilton. Como nasceu a Ciência Moderna: E as razões daFilosofia. Rio de Janeiro: Imago, 2007.MORAN, José et al. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 16.edCampinas: Papirus, 2009.PALMA, Héctor. A linguagem no ensino das ciências. São Paulo: Ed. SM,2009.VIEIRA, Tenreiro. O Pensamento crítico na Educação Científica. Lisboa:Instituto Piaget, 1999.Disciplina: Políticas e Legislação da Educação BásicaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 30Carga horária total: 30 horas Código: CAVG_Diren.235Ementa: Caracterização do Estado e das Políticas Públicas. Análise daorganização e funcionamento da educação nacional. Estudo e interpretação dalegislação referente à educação básica. Caracterização da educaçãoprofissional e superior.ConteúdosUNIDADE I - Estado e políticas públicas1.1 Conceitos de Estado: Estado como instrumento, como sujeito ecomo relação.1.2 Políticas públicas: definição e natureza pedagógica; atorpúblico e ação pública; políticas sociais: princípios e definições;políticas educacionais.1.3 Reformas do Estado: transição do modelo de administraçãoburocrático e centralizador para modelo gerencialista edescentralizado; Estado-avaliador/Estado-regulador; regulação pós-burocrática: conceito de regulação e modos de regulação.1.4 Políticas reformadoras no contexto educacional: papel e tarefada educação; implicações das políticas reformadoras no trabalhodocente.UNIDADE II - Organização e funcionamento da educação nacional2.1 Princípios e fins da educação nacional.2.2 Direito à educação e ao dever de educar.2.3 Organização da educação nacional e incumbências do EstadoNacional, dos estados e dos municípios/atribuições das instituiçõesde ensino e dos docentes.2.4 Disposições gerais da educação básica

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