MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOSECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICAINSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA...
Sumário1 - DENOMINAÇÃO........................................................................................... 52 - VIG...
10.10.2 DISCIPLINAS DO NÚCLEO ESPECÍFICO DA LICENCIATURAEM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS...............................................
51 - DENOMINAÇÃOO curso aqui apresentado recebe a denominação de Licenciatura emCiências Biológicas. Ao final do curso, o ...
63.2 - JustificativaOs cursos de Licenciatura nas diferentes áreas das Ciências daNatureza, em âmbito nacional, preparam p...
7os resultados para o IDEB do Brasil, Rio Grande do Sul e Pelotas, lembrandoque o IDEB varia entre 0,0 e 10,0.Anos Iniciai...
8Certamente os dados da tabela acima apresentam um panorama doEnsino Fundamental e Médio, e indicam que algo deve ser feit...
9teórico das ciências da educação, de forma a alicerçar um perfil de egressobaseado em saberes plurais, intercomunicantes,...
10[...] se consideramos a formação do professor desde estaperspectiva, o professor já não será considerado um aplicador et...
11O processo seletivo para ingresso neste curso de Licenciatura seráregulamentado em edital específico de acordo com as no...
127 - TÍTULOApós a integralização da carga horária total do curso, incluindoatividades complementares e estágio, o aluno r...
13Nível Médio.Desse modo, prevê-se situações curriculares que habilitem os futurosdocentes a atuarem em diferentes cenário...
14processo de ensino-aprendizagem, desenvolvendo a competência de situar-secom eficiência e ética, diante de cenários prof...
15de forma significativa a realidade científico-social;• capacidade de compreender e aplicar novas tecnologias ematendimen...
16discussão;• desenvolvam atitudes propositivas na produção de recursos didáticos(tecnologias) que, através de suas metodo...
17integração entre as áreas e que em cada disciplina seja incentivado o processoda pesquisa e da extensão.A partir do quin...
18formação, que dicotomizam as dimensões teóricas e práticas, estabelecendotempos e/ou espaços curriculares distintos para...
19os estágios curriculares obrigatórios, a vivência de procedimentos deobservação e reflexão, visando à atuação em situaçõ...
20CAVG_Diren.228 Físico-Química Básica 4 60CAVG_Diren.229 Fundamentos de Matemática II 4 60Subtotal 25 375IIISEMESTRECAVG_...
21CAVG_Diren,299 Ecologia II 3 45CAVG_Diren.262 Estágio Supervisionado III 9 135Subtotal 25 375VIIISEMESTREZoologia dos Ve...
22nas aulas e tenha realizado todas as avaliações, inclusive areavaliação. Isto implica que não se exige a aprovação do al...
23CAMPUS: Pelotas –Visconde da GraçaMATRIZ DE PRÉ-REQUISITOS TRADICIONAISSEMESTRESCÓDIGO DISCIPLINAS CÓDIGO DISCIPLINAS2ºC...
24supervisor. Durante o período de sua realização, são priorizados o estudo e ainterpretação da realidade educacional, do ...
25acadêmica e os contextos de atuação educacional do futuro egresso, conformerecomenda o parecer CNE/CP, nº 09/2001:O conc...
26relação de interdependência e reciprocidade, traduzida na redação dasementas das unidades de ensino-aprendizagem e no pr...
2710.9 - FUNCIONAMENTO DAS INSTÂNCIAS DE DELIBERAÇÃO EDISCUSSÃONo IFSul, por delegação do Conselho Superior, é a Câmara de...
28Regulamentos específicos constantes os anexos VI e VII, respectivamente.A Comissão Própria de Avaliação – CPA – é a inst...
29UNIDADE IV – Construindo referenciais emancipatórios para a açãopedagógica a partir dos fundamentos históricos e filosóf...
30UNIDADE III – Dimensão Social e Política dos seres humanos.UNIDADE IV - Perspectiva cultural da linguagem e da comunicaç...
31DISCIPLINA: Química Geral BásicaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 60 horas Código: CAV...
321994.Disciplina: Fundamentos de Matemática IVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 75 horas...
33Unidade V – Diferenciais5.1 Definição5.2 Cálculo de diferenciais de funções5.3 Significado geométrico da diferencialBibl...
343.1 Conceitos Iniciais3.2 Princípios básicos para o estudo da célulaUNIDADE IV - Citologia Animal e Vegetal4.1 Membrana ...
35Disciplina: Tecnologias na EducaçãoVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 45 horas Código: ...
36Makron Books, 2001.SILVA, Mário Gomes da. Informática: Office PowerPoint 2003, Office Access2003 e Office Excel 2003. Sã...
37ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocabulário Ortográfico da LínguaPortuguesa. 5.ed. São Paulo: Global, 2009.BECHARA, Evani...
38UNIDADE VIII - Aspectos técnicos do texto científico8.1 Introdução8.2 Sumário8.3 Bibliografia e citações8.4 FormataçãoUN...
391.2 Crença e conhecimento1.3 A epistemologia no contexto da filosofia1.4 Filosofia: definições conceituais; Concepções d...
40Belo Horizonte: UFMG, 2005.MORIN, Edgar. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. Rio deJaneiro: Bertrand, 2002...
414.5 Forças de atrito4.6 Dinâmica do movimento circular uniforme.4.7 Classificação das forças.UNIDADE V - Trabalho e ener...
42WALKER, Jearl et al. Fundamentos de Física, v.1. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC,2009.Bibliografia complementarFREEDMAN, Roger...
433.2.2 Reprodução3.2.3 Importância do grupo3.3 Fungi3.3.1 Características gerais3.3.2 Reprodução3.3.3 Importância do grup...
44UNIDADE II - Unidades de concentração.2.1 Aplicação de unidades de concentração no cotidiano escolar.UNIDADE III - Solub...
45BALL, David. Físico-química. v.2. São Paulo: Thompson, 2005.BRADY; Humiston. Química Geral. v.1. 2.ed. Rio de Janeiro: E...
46Bibliografia básicaANTON, Howard. Cálculo, um novo horizonte. v.1. Porto Alegre: Bookman,2000.ÁVILA, Geraldo. Cálculo: f...
47UNIDADE IV - Introdução ao Reino Animal5.1. Invertebrados5.2. Características gerais dos invertebrados5.3. Reprodução do...
48UNIDADE II - Aplicação da química orgânica no cotidiano escolarUNIDADE III - Representação de Fórmulas EstruturaisUNIDAD...
49Ementa: Estudo e transposição didática de conceitos da física, com ênfase àanálise do equilíbrio de corpos rígidos, dos ...
505.6 Efeito Doppler e ondas de choqueUNIDADE VI - Temperatura6.1 Equilíbrio térmico e a lei zero da termodinâmica6.2 Medi...
51WALKER, Jearl et al. Fundamentos de física 2: gravitação, ondas etermodinâmica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.Bibliogr...
52Guanabara-Koogan, 1998.GRIFFITHS, Anthony et al. Genética Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2001.RIDLEY, Mark. ...
53UNIDADE VIII - Novas tecnologias aplicadas ao Ensino de CiênciasBibliografia básica:MORAES, Roque e MANCUSO, Ronaldo. Ed...
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Ppc lic cie_bio_consup ref  mem 94
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Ppc lic cie_bio_consup ref mem 94

339 views
222 views

Published on

0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
339
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
1
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Ppc lic cie_bio_consup ref mem 94

  1. 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOSECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICAINSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SUL-RIO-GRANDENSECAMPUS PELOTAS – VISCONDE DA GRAÇACURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICASInício: 2010/2
  2. 2. Sumário1 - DENOMINAÇÃO........................................................................................... 52 - VIGÊNCIA..................................................................................................... 53 - JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS.................................................................... 53.1 - Apresentação........................................................................................ 53.2 – Justificativa .......................................................................................... 63.3 - Objetivos............................................................................................. 103.3.1 - Objetivo Geral.................................................................................. 103.3.2 - Objetivo Específico .......................................................................... 104 - PÚBLICO ALVO E REQUISITOS DE ACESSO.......................................... 105 - REGIME DE MATRÍCULA .......................................................................... 116 – DURAÇÃO ................................................................................................. 117 – TÍTULO ...................................................................................................... 128 - PERFIL PROFISSIONAL E CAMPO DE ATUAÇÃO .................................. 129 - METODOLOGIA ......................................................................................... 1310 - ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ............................................................... 1310.1 - COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ................................................ 1410.2 – MATRIZ CURRICULAR ................................................................... 1610.3 – MATRIZ DE PRÉ-REQUISITOS ...................................................... 2110.4 – MATRIZ DE DISCIPLINAS EQUIVALENTES .................................. 2310.5 – ESTÁGIO CURRICULAR................................................................. 2310.6 – PRÁTICA PEDAGÓGICA COMO COMPONENTECURRICULAR AO LONGO DO CURSO .................................................... 2410.7 – ATIVIDADES COMPLEMENTARES................................................ 2610.8 – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO .................................... 2610.9 – FUNCIONAMENTO DAS INSTÂNCIAS DE DELIBERAÇÃO EDISCUSSÃO............................................................................................... 2710.10 – DISCIPLINAS, EMENTAS, CONTEÚDOS E BIBLIOGRAFIA ..... 28810.10.1 – DISCIPLINAS DO NÚCLEO COMUM DOS QUATROPRIMEIROS SEMESTRES....................................................................... 28810.10.1.1 – PRIMEIRO SEMESTRE............................................. 2810.10.1.2 – SEGUNDO SEMESTRE ............................................ 3710.10.1.3 TERCEIRO SEMESTRE............................................... 4610.10.1.4 QUARTO SEMESTRE.................................................. 56
  3. 3. 10.10.2 DISCIPLINAS DO NÚCLEO ESPECÍFICO DA LICENCIATURAEM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS...................................................................... 6610.10.2.1 – QUINTO SEMESTRE ................................................ 6610.10.2.2 – SEXTO SEMESTRE .................................................. 7610.10.2.3 – SÉTIMO SEMESTRE................................................. 8410.10.2.4 – OITAVO SEMESTRE................................................. 9110.10.3 DISCIPLINAS ELETIVAS ....................................................... 9211 – FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR .......................................................... 10412 – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEMAPLICADOS AOS ALUNOS.................................................................... 104313 – PROCESSO DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO.................................. 10414 – RECURSOS HUMANOS........................................................................ 10514.1 – PESSOAL DOCENTE E SUPERVISÃO PEDAGÓGICA ............... 10815 – INFRAESTRUTURA............................................................................... 11115.1 – INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS OFERECIDOS AOSPROFESSORES E ALUNOS.................................................................... 11116 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS........................................................ 115ANEXO I – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICAANEXO II – PROCESSO SELETIVOANEXO III – ESTÁGIO CURRICULARANEXO IV – ATIVIDADES COMPLEMENTARESANEXO V – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOANEXO VI – REGULAMENTO INTERNO DO NÚCLEO DOCENTEESTRUTURANTEANEXO VII – REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSOANEXO VIII – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM APLICADOSAOS ALUNOS
  4. 4. 51 - DENOMINAÇÃOO curso aqui apresentado recebe a denominação de Licenciatura emCiências Biológicas. Ao final do curso, o estudante obtém diploma deLicenciatura em Ciências Biológicas.2 - VIGÊNCIAO curso passa a viger a partir de outubro de 2010. Durante a suavigência, este projeto deverá ser avaliado periodicamente pelo colegiado docurso e pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE), com vistas à ratificação e/ouà remodelação deste.3 - JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS3.1 - ApresentaçãoO curso de Licenciatura em Ciências Biológicas visa atender a demandapor professores capacitados para atuarem não somente na disciplina deBiologia no Ensino Médio, mas também visando à formação de profissionais naDisciplina de Ciências no Ensino Fundamental. Portanto, tais profissionaisdevem ter uma formação integrada e dinâmica na área de Ciências daNatureza e suas Tecnologias, ou seja, uma formação que contempleabordagens interdisciplinares envolvendo as áreas de conhecimento deBiologia, Física e Química.A Estrutura do curso é constituída por dois Núcleos – Núcleo Comum eNúcleo Específico. O Núcleo Comum desta Licenciatura coincide com o dasLicenciaturas em Química e em Física, assegurando, desta forma, umaformação integrada na área das Ciências da Natureza, de modo que seestabeleça um diálogo entre essas áreas do conhecimento. Tal diálogo éimprescindível à garantia da unidade dos saberes que compõem a formação dodocente na área das Ciências da Natureza e suas Tecnologias. No Núcleoespecífico são trabalhadas as disciplinas específicas à área do conhecimentoda Licenciatura em Ciências Biológicas, além de disciplinas integradoras comas áreas de Licenciaturas em Química e em Física, de forma que haja durantetodo o curso, uma inter-relação entre as diferentes áreas das Ciências daNatureza. Os procedimentos didático-pedagógicos e administrativos sãoregidos pela Organização Didática do IFSul, constantes no anexo I.
  5. 5. 63.2 - JustificativaOs cursos de Licenciatura nas diferentes áreas das Ciências daNatureza, em âmbito nacional, preparam profissionais da educação paraatuarem principalmente no Ensino Médio. Pode-se dizer que esta finalidade deformação está sendo contemplada, porém a demanda por professores nasáreas das Ciências da Natureza, principalmente Física e Química, ainda é umdesafio a ser superado, como pode ser visto pelos números da tabela abaixo,onde apresenta-se a demanda por professores nas áreas das Ciências daNatureza entre os anos de 1990 e 2001.Disciplina Ensino MédioEnsino Médio +2o Ciclo do E.F.N°de Licenciadosentre 1990-2001Biologia 23.514 55.231 53.294Física 23.514 55.231 7.216Química 23.514 55.231 13.559Demanda por Professores no Ensino Médio, com e sem incluir as séries finais do Ensino Fundamental e número delicenciados entre 1990 e 2001. (Fonte: Escassez de Professores no Ensino Médio- MEC/CNE/CEB – 2007).Por outro lado, a formação de professores para atuarem nas disciplinasde Ciências da Natureza do Ensino Fundamental tem sido pouco discutida e,de forma majoritária, a demanda é suprida por professores com formaçãoespecífica em uma das áreas, não contemplando o esperado para umprofissional que deve atender a conteúdos interdisciplinares, relacionandoconhecimentos de Biologia, Física e Química.O que pode sustentar as afirmações acima são os resultados do IDEB(Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) que avalia a EducaçãoBásica Brasileira. Este índice foi criado pelo INEP (Instituto Nacional dePesquisas e Estudos Educacionais) em 2007 e representa a iniciativa pioneirade reunir num só indicador, dois conceitos igualmente importantes para aqualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho nasavaliações. Ele agrega ao enfoque pedagógico dos resultados das avaliaçõesem larga escala do INEP a possibilidade de resultados sintéticos, facilmenteassimiláveis, e que permitem traçar metas de qualidade educacional para ossistemas. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar,obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do INEP,o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) – para as unidades dafederação e para o país, e a Prova Brasil – para os municípios. Um panoramada situação brasileira pode ser obtido nas tabelas abaixo onde apresentamos
  6. 6. 7os resultados para o IDEB do Brasil, Rio Grande do Sul e Pelotas, lembrandoque o IDEB varia entre 0,0 e 10,0.Anos Iniciais do EnsinoFundamentalAnos Finais do EnsinoFundamentalEnsino MédioIDEBObservadoMetasIDEBObservadoMetasIDEBObservadoMetas2005 2007 2007 2021 2005 2007 2007 2021 2005 2007 2007 2021TOTAL 3,8 4,2 3,9 6,0 3,5 3,8 3,5 5,5 3,4 3,5 3,4 5,2Dependência AdministrativaPública 3,6 4,0 3,6 5,8 3,2 3,5 3,3 5,2 3,1 3,2 3,1 4,9Federal 6,4 6,2 6,4 7,8 6,3 6,1 6,3 7,6 5,6 5,7 5,6 7,0Estadual 3,9 4,3 4,0 6,1 3,3 3,6 3,3 5,3 3,0 3,2 3,1 4,9Municipal 3,4 4,0 3,5 5,7 3,1 3,4 3,1 5,1 2,9 3,2 3,0 4,8Privada 5,9 6,0 6,0 7,5 5,8 5,8 5,8 7,3 5,6 5,6 5,6 7,0IDEB 2005, 2007 e Projeções para o Brasil. (Fonte: Saeb e Censo Escolar - MEC 2010).Fases de EnsinoIDEBObservadoMetas Projetadas2005 2007 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021Anos Iniciais do EnsinoFundamental4,2 4,5 4,2 4,6 5,0 5,3 5,5 5,8 6,1 6,3Anos Finais do EnsinoFundamental3,5 3,7 3,5 3,7 4,0 4,4 4,8 5,0 5,3 5,5Ensino Médio 3,4 3,4 3,5 3,6 3,7 4,0 4,4 4,8 5,0 5,3IDEBs observados em 2005, 2007 e Metas para rede Estadual - Rio Grande do Sul (Fonte: Saeb e Censo Escolar-MEC 2010).Ensino FundamentalIDEBObservadoMetas Projetadas2005 2007 2007 2009 2011 2013 2015 2017 2019 2021Anos Iniciais 3,6 3,6 3,7 4,0 4,4 4,7 5,0 5,3 5,6 5,8Anos Finais 3,2 2,9 3,2 3,4 3,7 4,1 4,5 4,7 5,0 5,2IDEBs observados em 2005, 2007 e Metas para rede Municipal – Pelotas (Fonte: Prova Brasil e Censo Escolar - MEC2010).
  7. 7. 8Certamente os dados da tabela acima apresentam um panorama doEnsino Fundamental e Médio, e indicam que algo deve ser feito na tentativa depreparar melhor o aluno, o que passa necessariamente por uma melhorqualificação do Professor.Ao tratar mais especificamente do ensino de ciências, pode-se falar doPISA. O PISA, sigla do Programm for International Student Assessment –Programa Internacional para Avaliação de Alunos - é uma proposta deavaliação promovida pela OCDE (Organização para a Cooperação e oDesenvolvimento Econômico), uma entidade intergovernamental dos paísesindustrializados que atua como foro de promoção do desenvolvimentoeconômico e social de seus membros. Em 2006 foi realizada uma avaliaçãoque teve a participação de 30 países membros do OCDE e de 27 convidados,dentre eles Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Uruguai. A avaliação PISA éfocalizada nas áreas de Matemática, Ciências e Língua Nativa e com alunos de15 anos de idade. Isto implica que o resultado do PISA na área de Ciênciasavalia especificamente o aluno que está ingressando no Ensino Médio, e,portanto, o desempenho em Ciências está totalmente ligado aosconhecimentos oriundos do Ensino Fundamental. Na área de Ciências, o Brasilobteve a penúltima colocação, ficando apenas à frente da Colômbia. Este fatortorna-se determinante na sustentação da necessidade de uma atençãoespecial à formação de profissionais para atender às séries finais do EnsinoFundamental, na área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias.A reversão do quadro da educação brasileira, com a ruptura de umpossível círculo vicioso "inadequação da formação do professor-inadequaçãoda formação do aluno..." (MEC 2000) requer cursos de formação que supramnão somente as deficiências resultantes do distanciamento entre o processo deformação docente e sua atuação profissional, mas também que atentem ànecessidade de preparar um professor afinado com práticas educativascentradas na construção de uma aprendizagem significativa pelo aluno, deforma articulada e não fragmentada, sem, contudo, banalizar a importância dodomínio dos conteúdos que deverão ser desenvolvidos quando da transposiçãodidática contextualizada e integrada ao ensino, à pesquisa e à extensão.Nessa perspectiva, o principal desafio de uma proposta de formação delicenciados nas áreas das ciências da natureza é justamente o de promover odiálogo fecundo entre os “saberes disciplinares e os saberes pedagógicos”(TARDIF, 2008), aliando, de forma equânime, os subsídios conceituaisadvindos das ciências da natureza e os conhecimentos atrelados ao arcabouço
  8. 8. 9teórico das ciências da educação, de forma a alicerçar um perfil de egressobaseado em saberes plurais, intercomunicantes, e permeáveis às mudançaspróprias do cenário social e científico em que estão inseridos.Trata-se, portanto, de um desafio impostergável e inarredável deconstituir trajetórias de formação que enfrentem tanto a tendência curricular delicenciaturas residuais, nas quais o espectro de conhecimentos pedagógicosfica relegado à complementação de estudos de caráter meramenteaplicacionista, quanto o arriscado design curricular exclusivamente pedagógico,desprovido de aprofundamento dos conhecimentos técnico-científicosespecíficos das áreas científicas abrangidas pelas Licenciaturas. Taltratamento dicotomizado é, na mesma medida, a grande tendência e o principalobjeto de transformação que se impõe aos Projetos de formação delicenciados, tal como aponta o Parecer CNE/CP 9/2001:Nos cursos atuais de formação de professor, salvo raras exceções, ou se dágrande ênfase transposição didática dos conteúdos, sem sua necessáriaampliação e solidificação – pedagogismo, ou se dá atenção quase queexclusiva a conhecimentos que o estudante deve aprender – conteudismo,sem considerar sua relevância e sua relação com os conteúdos que eledeverá ensinar nas diferentes etapas da educação básica. (MEC, 2001, p.21)A palavra que poderia sintetizar a premissa norteadora de um cursoque se proponha a romper com essa dicotomia é a “reflexão”. Pensar “para” e“sobre” o “fazer pedagógico”. Tal premissa passa por uma formaçãopedagógica consistente, de forma a contemplar “o pensar” para “fazer”. O“pensar sobre o fazer” também é diluído ao longo das atividades curricularesdesta Licenciatura, pois a prática pedagógica privilegiada ao longo de todocurso garante a possibilidade de refletir sobre a atividade docente. Essaconcepção de formação ressignifica as práticas tradicionais relacionadas àFormação de Professores. Dessa forma, o professor não é concebido como umreprodutor de práticas educativas cristalizadas, mas um crítico da própriaprática, uma vez que buscará na reflexão sobre seu trabalho, debruçar-sesobre aquilo que o constitui como docente.Nesse sentido, a proposição de um itinerário de formação que privilegiea reflexão, crítica sobre sua prática docente, justifica-se como princípionorteador do presente Projeto, concebendo o homem “um ser inconcluso, eenquanto ser inconcluso ele se faz e (re)faz de modo continuado” (FREIRE,1996 p.16). Ratificando esse pressuposto, encontra-se também em Freire oselementos argumentativos que corroboram os fundamentos deste Projeto deCurso:
  9. 9. 10[...] se consideramos a formação do professor desde estaperspectiva, o professor já não será considerado um aplicador etransmissor de saberes, senão pensador capaz de construirconhecimento; sua formação estará ligada à reflexão sobre a própriaprática, tornando-se a sala de aula, um espaço onde acontecempráticas crítico-reflexivas e nesse contexto o espaço da escola seconstitui como uma instituição fundamental para o desenvolvimentoda sociedade. A importância da formação de professores encontra-senesses elementos sempre que estes sejam deslocados no sentidoque apontamos. Acreditamos que somente assim pode se alcançar aautonomia e uma real formação de professores. (FREIRE, 1996,p.16)3.3 - Objetivos3.3.1 - Objetivo GeralFormar professores para atuarem na Educação Básica, no ensino deCiências da Natureza nos anos finais do Ensino Fundamental e de CiênciasBiológicas no Ensino Médio.3.3.2 - Objetivos Específicos- Promover a construção de conhecimentos e a inserção dos participantesna compreensão nas práticas de Ensino Básico em âmbito escolar,favorecendo uma visão crítica de conhecimentos históricos, pedagógicos,didáticos e metodológicos referentes às Ciências da Natureza.- Contribuir para a construção de novos fazeres e olhares sobre a práticadocente em diversas instâncias de atuação possíveis, tais como escolas,cursos superiores, centros de pesquisa, dentre outros.4 – PÚBLICO-ALVO E REQUISITOS DE ACESSOPara ingressar no Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas oscandidatos deverão ter concluído o Ensino Médio ou equivalente. Portanto, ocurso é dirigido aos egressos do Ensino Médio, concludentes da educaçãobásica, interessados em atuar no magistério do Ensino Básico nas áreas deCiências da Natureza (Anos Finais) e Biologia (Ensino Médio),especificamente, e interessados em estudar a prática docente dos profissionaisda educação.Considerando o compromisso social dos cursos de Licenciaturas doIFSul-rio-grandense Campus Pelotas – Visconde da Graça, também estáprevisto o ingresso de profissionais em atuação nas redes públicas de ensinobásico, mediante os critérios de seleção e oferta regulados pela PlataformaFreire.
  10. 10. 11O processo seletivo para ingresso neste curso de Licenciatura seráregulamentado em edital específico de acordo com as normas vigentes para oInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense,conforme descrição operacional constante no anexo II.5 - REGIME DE MATRÍCULARegime do Curso SemestralRegime de Matrícula DisciplinaTurno de Oferta NoturnoNúmero de vagas 15Regime de Ingresso Anual6 - DURAÇÃOO curso terá duração mínima de 8 semestres e máximo de 14semestres. Existem cargas horárias que são comuns a outras licenciaturas naárea de Ciências da Natureza e que integram a carga horária das disciplinaspedagógicas. Entretanto, é garantido a este curso o desenvolvimento de práticapedagógica desde o início do curso até o último semestre, integrando aabordagem metodológica de diferentes disciplinas, tanto do Núcleo Comumquanto do Núcleo Específico de conhecimentos. Durante a segunda metade docurso oferta-se 405 horas de estágio curricular supervisionado, onde asatividades de preparação, reunião e regência de classe são contabilizadas.Abaixo apresentamos as cargas horárias em detalhe da Licenciatura emCiências Biológicas.Duração do Curso 8 semestresPrazo máximo de Integralização 14 semestresCarga horária em disciplinas obrigatórias 2.415hEstágio Curricular 405hAtividades Complementares 200hTrabalho de Conclusão de Curso 30hDisciplinas Eletivas 120 hCarga horária total mínima do curso 3.170h
  11. 11. 127 - TÍTULOApós a integralização da carga horária total do curso, incluindoatividades complementares e estágio, o aluno receberá o diploma deLicenciado em Ciências Biológicas.8 - PERFIL PROFISSIONAL E CAMPO DE ATUAÇÃOO professor que atua nas instituições escolares da Educação Básicadeve estar credenciado ao exercício profissional a partir de uma sólida basecomum científico-tecnológico-humanística, relacionada aos campos de saberde sua formação, seguida de aprofundamento de conhecimentos específicosnas habilitações oferecidas pelo curso.Em consonância com o artigo 6º da Resolução CNE/CP 1/2002, o Cursode Licenciatura em Ciências Biológicas do Campus Pelotas - Visconde daGraça/IFSul privilegia a formação de um grande espectro de competências quecontemplam os “saberes plurais” (TARDIF, 2008) desejáveis ao perfil docenteconectado com as exigências da contemporaneidade, caracterizada peladinamicidade dos saberes científicos e dos posicionamentos sociais, a exigirdeste profissional maleabilidade cognitiva e autonomia intelectual para atuarem situações complexas e inusitadas. Dentre essas categorias decompetências almejadas para o egresso e promovidas no decorrer do processode formação, destacam-se:- as referente ao campo do comprometimento social e democrático dofazer docente;- as voltadas ao domínio de conhecimentos do campo de saber científicodas Ciências Naturais, incluindo as interfaces das diferentes áreas específicas;- as relativas ao campo das ciências educacionais e das práticaspedagógicas;- as relativas ao gerenciamento da sua profissionalidade e dosprocessos grupais inerentes ao seu ofício.Baseado nesse espectro de competências, o processo de formação nodecorrer dos Cursos de Licenciatura do Campus Pelotas - Visconde daGraça/IFSul propicia aos alunos a vivência de situações de aprendizagem queos capacitem para o exercício docente na educação básica, especificamentenos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio, incluindo amodalidade de Educação de Jovens e Adultos e a Educação Profissional em
  12. 12. 13Nível Médio.Desse modo, prevê-se situações curriculares que habilitem os futurosdocentes a atuarem em diferentes cenários educacionais, desenvolvendomúltiplas atividades, dentre as quais destacam-se:- o exercício da docência propriamente dita, por meio do domínio deconhecimentos científicos da sua área de atuação específica, bem como desaberes inerentes à desenvoltura didático-pedagógica do professor;- o planejamento de situações de ensino-aprendizagem, envolvendoações diagnósticas, propositivas e avaliativas do processo educacional sob suamediação;- a participação em processos de planejamento da proposta pedagógicada escola, protagonizando os movimentos reflexivos e a condução de decisõese escolhas pedagógicas que nortearão a vida escolar;- o envolvimento em processos de formação permanente, no âmbito desuas instituições de atuação ou para além desses espaços, atuando comopartícipe ativo e propositivo, em variadas situações de estudo e pesquisa, emuma perspectiva praxiológica.9 – METODOLOGIAO processo de ensino-aprendizagem privilegiado pelo Curso deLicenciatura em Ciências Biológicas contempla estratégias problematizadoras,tratando os conceitos da área específica das Ciências Naturais e demaissaberes atrelados à formação geral do professor, de forma contextualizada einterdisciplinar, vinculando-os permanentemente às suas dimensões deaplicação.As metodologias adotadas conjugam-se, portanto, à formação dehabilidades e competências, atendendo à vocação do IFSul-rio-grandense, noque tange ao seu compromisso com a formação de sujeitos aptos a exerceremsua cidadania, bem como à identidade desejável aos cursos de Licenciatura,profundamente comprometidos com a inclusão social, através da inserçãoqualificada dos egressos no mercado de trabalho.Para tanto, ganham destaque estratégias educacionais que encaminhemo aluno para a aprendizagem contínua e para a autonomia intelectual,familiarizando-se com procedimentos de pesquisa, exercitando as habilidadesdiagnósticas e prospectivas diante de situações-problema típicas de sua áreade atuação. Nessa perspectiva, o aluno adquire o status de protagonista do
  13. 13. 14processo de ensino-aprendizagem, desenvolvendo a competência de situar-secom eficiência e ética, diante de cenários profissionais inusitados, e emconstante mudança.Considerando o cenário complexo da sociedade contemporânea e docontexto educacional, o Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas buscacontemplar a ação interdisciplinar como fundamento epistemo-metodológicoimprescindível à formação do pensamento complexo, visando à formação dodocente para atuar em equipes multidisciplinares, identificando, planejando eexecutando intervenções educacionais capazes de promover a aprendizagemdos sujeitos e dos grupos sob sua responsabilidade educativa.A maleabilidade intelectual desejável para que os egressos deLicenciatura se adaptem à evolução permanente dos conhecimentos dasCiências Naturais, do campo pedagógico, das tecnologias da informação ecomunicação, bem como dos variados conhecimentos culturais, implica naadoção de procedimentos metodológicos que exercitem a formulação dehipóteses, a reconstrução de conceitos, e finalmente, a construção de novasposturas profissionais, adequadas às demandas do contexto social empermanente transformação.10 - ORGANIZAÇÃO CURRICULAR10.1 - COMPETÊNCIAS PROFISSIONAISPara contemplar integralmente o campo de atuação e o perfilprofissional desejável ao egresso o Curso de Licenciatura em CiênciasBiológicas, privilegia-se o desenvolvimento das seguintes habilidades ecompetências:• compreensão do processo de construção do conhecimento bemcomo do significado dos conteúdos das suas áreas de conhecimentopara a sociedade, enquanto atividades humanas, históricas,associadas a aspectos de ordem social, econômica, política ecultural;• capacidade de diálogo entre a área educacional, a área deconhecimento específico e as demais áreas, objetivando aarticulação do processo de vivências de situações de aprendizagemna produção do conhecimento e na prática educativa;• domínio teórico-prático inter e transdisciplinar, na perspectiva deacompanhar criticamente as mudanças que vêm ocorrendo,principalmente a partir das últimas décadas do século XX, alterando
  14. 14. 15de forma significativa a realidade científico-social;• capacidade de compreender e aplicar novas tecnologias ematendimento à dinâmica do mundo contemporâneo, tendo semprepresente a reflexão acerca dos riscos e benefícios das práticascientífico-tecnológicas;• autonomia intelectual para atualização, (re)construção, divulgação eaprofundamento contínuos de seus conhecimentos científico,tecnológico e humanístico;• criticidade e rigorosidade reflexiva para fazer a leitura de mundo,questionar a realidade na qual vive, sistematizar problemas, construirconhecimentos necessários às problematizações e buscarcriativamente soluções;• capacidade de construir coletivamente o conhecimento, organizando,coordenando e participando de equipes multiprofissionais,multidisciplinares e interdisciplinares;• compreensão de seu papel na formação do cidadão e danecessidade de se tornar agente interferente na realidade em queatua;• rigorosidade investigativa e científica, privilegiando em seu fazerdocente as bases científicas, os conceitos e princípios das ciênciasda natureza, da matemática e das ciências humanas, as quaisfundamentam suas opções estéticas e éticas em seu campo deatuação;O desenvolvimento de tais habilidades e competências ao longo docurso articulam-se às perspectivas de formação e trajetórias didático-pedagógicas que possibilitem que os alunos:• adquiram conhecimentos sistematizados sobre como se desenvolveue desenvolve o estudo nas ciências;• compreendam o desenvolvimento das ciências e das tecnologias quecontribuem para um melhor entendimento das ciências;• possam analisar criticamente o Ensino Básico e as metodologiasutilizadas para o seu desenvolvimento;• conheçam princípios didáticos que lhes permitam tomar decisões noâmbito do planejamento, encaminhamento e avaliação de situaçõessignificativas de aprendizagem considerando o nível de ensino em
  15. 15. 16discussão;• desenvolvam atitudes propositivas na produção de recursos didáticos(tecnologias) que, através de suas metodologias, venham a contribuircom a melhoria do ensino das ciências;• compreendam e tomem como referência princípios básicos deorganização e planejamento para trabalhos com a faixa etáriainerente a situação;• conheçam princípios fundamentais para a organização de projetos depesquisa e sintam-se instigados a dar continuidade em seus estudose novos projetos de pesquisa;• sistematizem dados que possibilitem organizar problemas a serempesquisados, desenvolvendo metodologias que sejam adequadas àsituação;• sejam capazes de elaborar projetos e relatórios de pesquisa, produzirrelatos de experiências para socialização de dados e elaboração demonografias;• desenvolvam trabalho educativo centrado em situações-problemasignificativas, adequadas ao nível e às possibilidades dos alunos,analisando-as a partir de abordagens teóricas que buscam ainteração dos diversos campos do saber, na perspectiva de superá-las.10.2 - MATRIZ CURRICULARA Licenciatura aqui proposta está constituída de um núcleo comum àsdiferentes Licenciaturas ofertadas no Campus Pelotas – Visconde da Graça. Asdisciplinas que compõem este núcleo comum são desenvolvidas em quatrosemestres. Compondo ainda esta matriz, o curso possui um núcleo específicode formação, cujas disciplinas são desenvolvidas em mais quatro semestres.Desta forma, os alunos que ingressam na Licenciatura em Ciências Biológicas,nos primeiros quatro semestres têm aulas numa única turma, em conjunto comas Licenciaturas em Física e Química.Durante o curso, a tríade Ensino-Pesquisa-Extensão é exaustivamentetrabalhada voltando-se dessa forma para a reflexão crítica na formaçãodocente. Notar-se-á, após uma leitura da matriz curricular, que as disciplinas donúcleo comum que compõem o eixo pedagógico estão totalmente integradascom os conhecimentos técnico-científicos, permitindo que exista uma efetiva
  16. 16. 17integração entre as áreas e que em cada disciplina seja incentivado o processoda pesquisa e da extensão.A partir do quinto semestre, disciplinas específicas da Licenciatura emCiências Biológicas passam a ser trabalhadas. Entretanto, ainda estarãopresentes disciplinas pedagógicas e interdisciplinares que continuarão aintegrar o que se designa como grupo de disciplinas integradoras dasLicenciaturas em Ciências da Natureza, assim denominadas em conjuntoLicenciaturas em Física, Ciências Biológicas e Química. As disciplinas comunsa estas licenciaturas nos quatro últimos semestres são:• Prática Pedagógica II• Estágio Supervisionado I• Seminários Integradores• Ensino Através de Projetos• Estágio Supervisionado II• Estágio Supervisionado III• Estágio Supervisionado IV• Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS• Trabalho de Conclusão de Curso - TCCO perfil profissional interdisciplinar é favorecido prioritariamente pelasabordagens metodológicas que valorizam o tratamento problematizador dosconceitos das diferentes disciplinas, através de desafios de aprendizagembaseados em situações-problema que mobilizem a investigação de temas dediferentes áreas para a sua resolução. Para além da configuraçãometodológica, também a própria estrutura curricular procura fomentar o diálogointerdisciplinar. Neste sentido, destaca-se a disposição das disciplinasministradas nos quatro primeiros semestres do curso, que reúnem abordagensteórico-práticas provenientes das três áreas das Ciências da Natureza –Ciências Biológicas, Física e Química – além de integrar, nos mesmosespaços-tempos de aprendizagem, os alunos das três Licenciaturascorrespondentes a essas áreas.Além dessa organização curricular, também a partir da segunda metadedo curso são previstas disciplinas pedagógicas comuns, incluindo os estágioscurriculares obrigatórios, que igualmente se constituem em fóruns privilegiadospara o exercício da aprendizagem interdisciplinar, momentos estes em quetambém são reunidos os alunos das três Licenciaturas do Campus, sob amediação de professores das diversas áreas de formação dos Cursos.Outro atributo distintivo da estrutura curricular do Curso de Licenciaturaem Ciências Biológicas refere-se à ruptura com os tradicionais modelos de
  17. 17. 18formação, que dicotomizam as dimensões teóricas e práticas, estabelecendotempos e/ou espaços curriculares distintos para o desenvolvimento de taisdimensões. Como contraponto a essa tendência que, sobretudo a partir dosanos 80 vem sendo contestada nos espaços acadêmicos, com impactos naprópria legislação de ensino, a matriz curricular proposta para o Curso deLicenciatura em Ciências Biológicas privilegia o tratamento teórico-prático detodos os componentes curriculares, desde o início do Curso, conformepreconiza o Parecer CNE/CP nº 9/2001:Assim, a prática na matriz curricular dos cursos de formação não pode ficarreduzida a um espaço isolado, que a reduza ao estágio como algo fechadoem si mesmo e desarticulado do restante do curso. [...] Nessa perspectiva, oplanejamento dos cursos de formação deve prever situações didáticas emque os futuros professores coloquem em uso os conhecimentos queaprenderem, ao mesmo tempo em que possam mobilizar outros, dediferentes naturezas e oriundos de diferentes experiências, em diferentestempos e espaços escolares. (p.57)Essa perspectiva é ainda ratificada no mesmo Parecer ao preconizarque:Todas as disciplinas que constituem o currículo de formação e não apenas asdisciplinas pedagógicas têm sua dimensão prática que deve estar sendopermanentemente trabalhada tanto na perspectiva da sua aplicação nomundo social e natural quanto na perspectiva de sua didática. (p. 57)Os fundamentos expressos no Parecer CNE/CP nº 9/2001, que ganhampeso legal a partir dos § 1º, 2º e 3º do Art. 12 da Resolução CNE/CP nº 1/2002,apontam para as seguintes decisões epistemo-metodológicas expressas naconfiguração da presente Matriz Curricular:1º. A indissociabilidade entre teoria e prática ao longo de todo o percursoformativo dos estudantes, implicando na ruptura com designs curriculares“aplicacionistas”, que atribuem espaços e tempos distintos para a realização dedimensões que, por princípio epistemológico, são consideradas dialéticas.Assim, rompe-se com o formato distintivo entre cargas horárias teóricas epráticas, assumindo-se, portanto, a prática como dimensão metodológicaintrínseca ao tratamento de todo e qualquer conteúdo disciplinar, desde o iníciodo curso.2º. A organização do currículo privilegiando, ainda, um rol de disciplinas decaráter pedagógico que correspondem à prática como componentecurricular, tal como definem os Pareceres CNE/CP nº 28/2001 e CNE/CES nº15/2005, bem como a Resolução CNE/CP n°2/2002, que estabelecem omínimo de 400h para essas atividades formativas relacionadas à áreaeducacional, constituindo-se como espaços-tempos, por excelência, dediscussão da docência e seus contextos, e que vão assegurar, juntamente com
  18. 18. 19os estágios curriculares obrigatórios, a vivência de procedimentos deobservação e reflexão, visando à atuação em situações reais de processos deensino-aprendizagem, em diferentes contextos socioeducacionais. No Curso deLicenciatura em Ciências Biológicas, a prática como componente curricularcorresponde a um total de 450 horas, contemplando as disciplinas deFundamentos Históricos e Filosóficos da Educação, Estudo Sócio-Antropológico da Educação, Tecnologias na Educação, Metodologia para oEnsino de Ciências, Políticas e Legislação da Educação Básica, PráticaPedagógica I, Psicologia da Educação, Prática Pedagógica II, Ensino atravésde Projetos e Seminários Integradores.A Matriz Curricular do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas,apresentada a seguir, permite a visualização dos Núcleos Geral e Específico jádescritos, bem como a disposição de disciplinas e componentes curricularesque compõem o itinerário de formação com as características orafundamentadas.MEC/SETECA PARTIRDE: 2010/2INSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSECURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIASBIOLÓGICAS CampusPelotasViscondeda GraçaMATRIZ CURRICULAR NºNÚCLEOCOMUMSEMESTRESCÓDIGO DISCIPLINASHoraAulaSemanalCARGAHORÁRIATOTAL(horas)Teórico-práticoISEMESTRECAVG_Diren.024Fundamentos Históricos e Filosóficos daEducação3 45CAVG_Diren.025 Estudo Sócio-Antropológico da Educação 3 45CAVG_Diren.026 Química Geral Básica 4 60CAVG_Diren.027 Fundamentos de Matemática I 5 75CAVG_Diren.028 Biologia I 4 60CAVG_Diren.029 Tecnologias na Educação 3 45CAVG_Diren.030 Tópicos Especiais em Língua Portuguesa 3 45Subtotal 25 375IISEMESTRECAVG_Diren.224 Metodologia da Pesquisa 4 60CAVG_Diren.225 Filosofia e Teoria do Conhecimento 4 60CAVG_Diren.226 Física Básica I 5 75CAVG_Diren.227 Biologia II 4 60
  19. 19. 20CAVG_Diren.228 Físico-Química Básica 4 60CAVG_Diren.229 Fundamentos de Matemática II 4 60Subtotal 25 375IIISEMESTRECAVG_Diren.230 Biologia III 4 60CAVG_Diren.231 Química Orgânica Básica 4 60CAVG_Diren.232 Física Básica II 4 60CAVG_Diren.233 Introdução à Genética 3 45CAVG_Diren.234 Metodologia para o Ensino de Ciências 4 60CAVG_Diren.235Políticas e Legislação da EducaçãoBásica2 30CAVG_Diren.236 Astronomia 4 60Subtotal 25 375IVSEMESTRECAVG_Diren.237 Estatística Básica 4 60CAVG_Diren.238 Física Básica III 4 60CAVG_Diren.239 Fundamentos de Ecologia 4 60CAVG_Diren.240 Prática Pedagógica I 3 45CAVG_Diren.241 Psicologia da Educação 4 60CAVG_Diren.242 Anatomia Humana Comparada 3 45CAVG_Diren.243 História e Filosofia da Ciência 3 45Subtotal 25 375VSEMESTRECAVG_Diren.292 Zoologia dos Invertebrados I 3 45CAVG_Diren.293 Anatomia Vegetal 3 45CAVG_Diren.294 Geologia e Paleontologia 2 30CAVG_Diren.295 Ecologia I 2 30CAVG_Diren.296 Genética 4 60CAVG_Diren.248 Prática Pedagógica II 3 45CAVG_Diren.249 Estágio Supervisionado I 6 90Eletiva 2 30Subtotal 25 375VISEMESTRECAVG_Diren.297 Zoologia dos Invertebrados II 3 45CAVG_Diren.298 Morfologia Vegetal 3 45Embriologia e Histologia Animal 3 45CAVG_Diren.257 Ensino Através de Projetos 2 30CAVG_Diren.256 Estágio Supervisionado II 7 105CAVG_Diren.255 Seminários Integradores 3 45Eletiva 3 45Subtotal 24 360VIISEMESTRECAVG_Diren.300 Zoologia dos Vertebrados I 3 45CAVG_Diren.301 Sistemática Vegetal 3 45CAVG_Diren.302 Biologia da Conservação 3 45CAVG_Diren.303 Fisiologia Humana e Comparada 4 60
  20. 20. 21CAVG_Diren,299 Ecologia II 3 45CAVG_Diren.262 Estágio Supervisionado III 9 135Subtotal 25 375VIIISEMESTREZoologia dos Vertebrados II 3 45Fisiologia Vegetal 3 45CAVG_Diren.306 Microbiologia e Imunologia 4 60CAVG_Diren.270 Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) 4 60CAVG_Diren.268 Estágio Supervisionado IV 5 75CAVG_Diren.271 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC 2 30Eletiva 3 45Subtotal 24 360CARGA HORÁRIA DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 2.415TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 30ATIVIDADES COMPLEMENTARES 200Total de DISCIPLINAS ELETIVAS 120Total de ESTAGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 405CARGA HORÁRIA TOTAL MÌNIMA DO CURSO 3.170• HORA AULA = 45 MINUTOS• DESENVOLVIMENTO DE CADA SEMESTRE EM 20 SEMANASMATRIZ DE DISCIPLINA ELETIVASLICENTIATURA EM CIÊNCIASBIOLÓGICASCampus PelotasVisconde daGraçaTipo Código DisiciplinaHora aulasemanalCarga Horária TotalTeórico-práticaEletiva CAVG_Diren.434 Microscopia Básica 2 30Eletiva CAVG_Diren.435 Produção Textual 2 30Eletiva CAVG_Diren.436 Bioquímica 3 45Eletiva CAVG_Diren.437 Ciência Tecnologia e Sociedade 3 45Eletiva CAVG_Diren.438 Fundamentos de Etologia Animal 3 45Eletiva CAVG_Diren.307 Biogeografia 3 45Eletiva CAVG_Diren.439 Inglês Instrumental 2 3010.3 - MATRIZ DE PRÉ-REQUISITOSEste projeto apresenta uma nova proposta com relação à definição de pré-requisito, a qual se caracteriza pelo estabelecimento de dois tipos de pré-requisitos, definidos da seguinte maneira:• Pré-requisito Tradicional: Exige a aprovação do aluno nasdisciplinas especificado (s) para que o aluno possa se matricular emoutro (s) componente (s) curricular (es) subsequente (s).• Pré-requisito Leve: Exige que o aluno tenha se matriculado na (s)referida (s) disciplinas, obtendo frequência igual ou superior a 75%
  21. 21. 22nas aulas e tenha realizado todas as avaliações, inclusive areavaliação. Isto implica que não se exige a aprovação do aluno, massim que o aluno tenha vivenciado todas as atividades da disciplina.A quebra de pré-requisitos leves será de responsabilidade doCoordenador do Curso, respaldado por ata da reunião assinada pelosmembros do colegiado do respectivo curso.A partir dessas definições, apresenta-se a seguir a Matriz de Pré-Requisitos, identificando as diferentes relações definidas para a progressãocurricular do aluno.MEC/SETECINSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSE A PARTIR DEAGOSTO DE 2010LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICASCAMPUS: Pelotas –Visconde da GraçaMATRIZ DE PRÉ-REQUISITOS LEVESSEMESTRESSem. CÓDIGO DISCIPLINAS CÓDIGO DISCIPLINAS2º CAVG_Diren.226 Física Básica I CAVG_Diren.027 Fundamentos de Matemática I3ºCAVG_Diren.236 AstronomiaCAVG_Diren.226 Física Básica ICAVG_Diren.026 Química Geral BásicaCAVG_Diren.232 Física Básica IICAVG_Diren.226 Física Básica ICAVG_Diren.027 Fundamentos de Matemática ICAVG_Diren.234Metodologia para oEnsino de CiênciasCAVG_Diren.029 Tecnologias na EducaçãoCAVG_Diren.226 Física Básica ICAVG_Diren.026 Química Geral BásicaCAVG_Diren.028 Biologia I4ºCAVG_Diren.239Fundamentos deEcologiaCAVG_Diren.228Físico-Química BásicaCAVG_Diren.237 Estatística CAVG_Diren.229 Fundamentos de Matemática IICAVG_Diren.238 Física Básica IIICAVG_Diren.232 Física Básica IICAVG_Diren.229 Fundamentos de Matemática IICAVG_Diren.240 Prática Pedagógica ICAVG_Diren.025Estudo Sócio-Antropológico daEducaçãoCAVG_Diren.225Filosofia e Teoria doConhecimentoCAVG_Diren.234Metodologia para o Ensino deCiências5ºCAVG_Diren.248 Prática Pedagógica II CAVG_Diren.240 Prática Pedagógica ICAVG_Diren.292Zoologia dosInvertebrados ICAVG_Diren.230Biologia IIICAVG_Diren.293 Anatomia Vegetal CAVG_Diren.230 Biologia IIICAVG_Diren.295 Ecologia I CAVG_Diren.239 Fundamentos de Ecologia6ºCAVG_Diren.297Zoologia dosInvertebrados IICAVG_Diren.292Zoologia dos Invertebrados ICAVG_Diren.298 Morfologia Vegetal CAVG_Diren.293 Anatomia Vegetal7ºCAVG_Diren.300Zoologia dosVertebrados ICAVG_Diren.230Biologia IIICAVG_Diren.301 Sistemática Vegetal CAVG_Diren.298 Morfologia VegetalCAVG_Diren.302Biologia daConservaçãoCAVG_Diren.295Ecologia IMEC/SETECINSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSE A PARTIR DEAGOSTO DE 2010LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
  22. 22. 23CAMPUS: Pelotas –Visconde da GraçaMATRIZ DE PRÉ-REQUISITOS TRADICIONAISSEMESTRESCÓDIGO DISCIPLINAS CÓDIGO DISCIPLINAS2ºCAVG_Diren.229Fundamentos deMatemática IICAVG_Diren.027Fundamentos de MatemáticaICAVG_Diren.228 Físico-Química Básica CAVG_Diren.026 Química Geral Básica5ºCAVG_Diren.296 Genética CAVG_Diren.233 Introdução à GenéticaCAVG_Diren.249 Estágio Supervisionado ICAVG_Diren.028 Biologia ICAVG_Diren.026 Química Geral BásicaCAVG_Diren.226 Física Básica ICAVG_Diren.239 Fundamentos de EcologiaCAVG_Diren.240 Prática Pedagógica I6ºCAVG_Diren.279 Estágio Supervisionado IICAVG_Diren.249 Estágio Supervisionado ICAVG_Diren.024Fundamentos Históricos eFilosóficos da EducaçãoCAVG_Diren.025Estudo Sócio-Antropológicoda EducaçãoCAVG_Diren.235Políticas e Legislação daEducação BásicaCAVG_Diren.241 Psicologia da EducaçãoCAVG_Diren.240 Prática Pedagógica IICAVG_Diren.232 Física Básica IICAVG_Diren.296 GenéticaCAVG_Diren.231 Química Orgânica Básica7ºCAVG_Diren. Ecologia II CAVG_Diren.295 Ecologia ICAVG_Diren.303Fisiologia Humana eComparadaCAVG_Diren.242Anatomia Humana eComparadaCAVG_Diren.262 Estágio Supervisionado III CAVG_Diren.279 Estágio Supervisionado II8ºCAVG_Diren.268 Estágio Supervisionado IV CAVG_Diren.262 Estágio Supervisionado IIICAVG_Diren.Zoologia dos VertebradosIICAVG_Diren.300 Zoologia dos Vertebrados I10.4 - MATRIZ DE DISCIPLINAS EQUIVALENTESO curso de Licenciatura em Ciências Biológicas caracteriza-se por serum dos primeiros cursos de licenciatura do IFSul-rio-grandense. Portanto, asequivalências de disciplinas serão construídas de acordo a evolução do própriocurso e de suas matrizes curriculares ou, ainda, diante da necessidade deestudo comparativo com outros cursos com propostas de formaçãosemelhantes.10.5 - ESTÁGIO CURRICULARO Estágio Curricular Supervisionado tem caráter obrigatório no Curso deLicenciatura em Ciências Biológicas, desenvolvido em quatro etapassubsequentes, a partir do 5º semestre. Totalizando 405 horas de vivências ereflexões relacionadas à prática docente, possibilita ao educando o exercícioda docência, nos Anos Finais do Ensino Fundamental, no Ensino Médio, naEducação Profissional de Nível Médio e na modalidade de Educação deJovens e Adultos. Pressupõe atividades pedagógicas efetivadas em umambiente institucional de trabalho, com a mediação de um educador
  23. 23. 24supervisor. Durante o período de sua realização, são priorizados o estudo e ainterpretação da realidade educacional, do seu campo de estágio,desenvolvidas atividades relativas à docência, em espaços escolares.Os estágios, alinhados aos fundamentos teórico-metodológicos doProjeto Político Pedagógico Institucional e à legislação, além de servir de fontede aprendizagem para os licenciandos, constituem-se em práticasinvestigativas para a resolução dos problemas da educação básica e ensinoprofissionalizante. É nessa atividade que o educando realiza a docência,assumindo a ação pedagógica em seu planejamento, execução e avaliação. OCurso é o lugar em que essa ação é analisada e refletida, sob a supervisão doeducador responsável pela atividade. Essas experiências são fundamentaispara o desenvolvimento de competências específicas dos futuros educadores,além de se constituírem como momentos privilegiados de articulaçãoteoria/prática no Curso.Aos alunos que, amparados pela Resolução CNE/CP nº 02/2002,poderão ter dispensa parcial do cumprimento da carga horária dedicada aestágios no curso por estarem vinculados a uma atividade docente, aplica-se anormatização de atividades específica, em conformidade com o Regulamentode Estágio constante no anexo III.10.6 - PRÁTICA PEDAGÓGICA COMO COMPONENTE CURRICULAR AOLONGO DO CURSOConforme já apresentado na caracterização da Matriz Curricular, aprática pedagógica permeia todas as atividades do curso, figurando tanto comoartefato metodológico, no que tange ao tratamento didático dos conhecimentostrabalhados, como também enquanto expressão da concepção epistemológicado curso, cuja ênfase recai sobre a indissociabilidade entre teoria e prática naconstrução dos saberes, aproximando-se de uma perspectiva praxiológica notrato dos conhecimentos curriculares.Embora algumas disciplinas específicas, pela sua naturezaeminentemente pedagógica, sejam destacadas na matriz curricular comointegrantes da carga horária destinada à prática como componentecurricular, conforme determina a Resolução CNE/CP nº 2/2002, enfatiza-se natotalidade dos componentes curriculares a articulação permanente dosconhecimentos técnico-científicos com os possíveis cenários de exercício dadocência, promovendo a “simetria invertida” entre o contexto de aprendizagem
  24. 24. 25acadêmica e os contextos de atuação educacional do futuro egresso, conformerecomenda o parecer CNE/CP, nº 09/2001:O conceito de simetria invertida ajuda a descrever um aspecto da profissão eda prática de professor, que se refere ao fato de que a experiência comoaluno, não apenas nos cursos de formação docente, mas ao longo de toda asua trajetória escolar, é constitutiva do papel que exercerá futuramente comodocente.A compreensão desse fato evidencia a necessidade de que o futuro professorexperiencie, como aluno, durante todo o processo de formação, as atitudes,modelos didáticos, capacidades e modos de organização que se pretendevenham a ser concretizados nas suas práticas pedagógicas. Nestaperspectiva, destaca-se a importância do projeto pedagógico do curso deformação na criação do ambiente indispensável para que o futuro professoraprenda as práticas de construção coletiva da proposta pedagógica da escolaaonde virá a atuar. (p. 30-31)O tratamento teórico-prático dos diferentes saberes desenvolvidos aolongo do curso aproxima-se da perspectiva de “práxis” defendida por Vásquez(1968), Candau & Lelis (1983; 1989), Pimenta (2011), dentre outros autoresque tem empreendido estudos acerca do sentido da prática tanto nas naciências sociais quanto no campo específico da formação docente.Delineando a chamada “filosofia da práxis”, Vásquez (1968) oferece umadefinição de práxis que recupera a unidade entre teoria e prática que forafortemente dicotomizada pelo pensamento positivista. Segundo o autor, teoria eprática são componentes indissociáveis da “práxis” caracterizada como“atividade teórico prática, ou seja, tem um lado ideal, teórico, e um ladomaterial, propriamente prático, com a particularidade de que só artificialmente,por um processo de abstração, podemos separar, isolar um do outro”. (1968, p.241)Com base nessa concepção que tem referenciado diversos estudos nocampo da educação, quaisquer processos de formação docente queproponham núcleos de experiências de aprendizagem artificialmentedicotomizados entre a esfera teórica e a esfera prática, podem serconsiderados meras abstrações curriculares, já que tal separação não éepistemologicamente justificável, nem tampouco metodologicamente factível.A partir dessas premissas, a dimensão prática no Curso de Licenciaturaem Ciências Biológicas é intrínseca a toda e qualquer experiência deaprendizagem desenvolvida, não cabendo, portanto, quaisquer delimitações detempos curriculares atribuídos a esta dimensão específica nos componentescurriculares. Assim sendo, não são contabilizadas separadamente cargashorárias de teoria e de prática em cada disciplina, ficando a expressão desta
  25. 25. 26relação de interdependência e reciprocidade, traduzida na redação dasementas das unidades de ensino-aprendizagem e no próprio teor do presenteProjeto Pedagógico.10.7 - ATIVIDADES COMPLEMENTARESO processo de ensino-aprendizagem não poderá estar restrito aocumprimento de um determinado rol de disciplinas, além do estágio curricular.Espera-se que o aluno seja um elemento ativo no seu processo de ensino,protagonizando itinerários mais particularizados de formação, através darealização de atividades complementares, tais como trabalhos de iniciaçãocientífica, projetos multidisciplinares, visitas técnicas, trabalhos em equipe,monitorias, participação em eventos científicos, cursos, etc.A descrição das atividades complementares dos cursos do InstitutoFederal Sul-Rio-Grandense está organizada no guia de Organização Didáticado Instituto, no Capítulo IX do Título III – Da Educação Superior de Graduação.Os limites de horas em cada ação de atividade complementar, para os cursosde Licenciatura na área de Ciências da Natureza, do Campus Pelotas –Visconde da Graça, é definido no documento anexo IV deste projeto.10.8 - TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSOO Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade curricularobrigatória ofertada com o objetivo de articular, sistematizar e ressignificar osconhecimentos obtidos ao longo do curso, desenvolvendo a capacidadeinvestigativa, a rigorosidade científica no trato dos temas educacionais, bemcomo a autonomia intelectual dos professores em formação, buscando integrarnesta vivência de aprendizagem as dimensões do Ensino, Pesquisa eExtensão.O TCC resulta das experiências formativo-pedagógicas realizadas pelograduando, constituindo-se em trabalho monográfico individual decorrente deum tema/problema e constrói- se ao longo do processo formativo,sistematizando-se no último semestre do Curso. O TCC será desenvolvidoobedecendo as seguintes etapas: elaboração do projeto de trabalho;assessoramento docente ao processo de produção do acadêmico; entrega eapresentação do trabalho.A modalidade operacional do TCC está descrita no Regulamento deTCC, no anexo V deste Projeto.
  26. 26. 2710.9 - FUNCIONAMENTO DAS INSTÂNCIAS DE DELIBERAÇÃO EDISCUSSÃONo IFSul, por delegação do Conselho Superior, é a Câmara de Ensino o“órgão colegiado normativo, deliberativo e de assessoramento para assuntosdidático-pedagógicos” responsável por :I – discutir e aprovar o Projeto Pedagógico de Curso, e suas alterações;[...]VI - discutir e aprovar modificações no âmbito das disciplinas e dosprojetos pedagógicos dos cursos;VII - discutir e aprovar modificações no âmbito das matrizes curricularese matrizes de pré-requisitos. (Regulamento da Câmara de Ensino, Art. 8º).Sendo constituída pelos seguintes membrosI – Pró-Reitor de Ensino;II – Pró-Reitor de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação;III – Coordenador de Apoio Pedagógico da Pró-reitoria de EnsinoIV – Diretor/chefe de departamento de Ensino de cada Campus.(Regulamento da Câmara de Ensino, Art. 3º).A metodologia adotada pela Pró-Reitoria de Ensino prevê que osprogramas de um curso, bem como modificações em projetos, devem seraprovados na Câmara de Ensino no período letivo anterior à sua execução.Para que isto ocorra, o Coordenador do Curso deve encaminhar osProgramas/alterações de matrizes curriculares a viger no próximo períodoletivo ao Diretor/Chefe de Departamento de Ensino de seu campus, que, apósconsolidar a proposta, a envia à PROEN para ser encaminhada paraaprovação na reunião ordinária da Câmara de Ensino, a qual ocorre uma vez acada semestre.Aprovadas as alterações, é emitida resolução de aprovação pelo Pró-reitor de Ensino e os programas/matrizes curriculares são registrados noSistema Acadêmico e no Repositório da Documentação dos Cursos do IFSulpela Pró-reitoria de Ensino.O NDE e o Colegiado de Curso são as instâncias responsáveis pelaconcepção, acompanhamento e avaliação e aperfeiçoamento permanente doProjeto Pedagógico de Curso. O regramento da constituição e modalidadeoperacional do NDE e do Colegiado de Curso estão descritos nos
  27. 27. 28Regulamentos específicos constantes os anexos VI e VII, respectivamente.A Comissão Própria de Avaliação – CPA – é a instância responsávelpela condução e articulação da avaliação interna da Instituição, cujo processotem caráter formativo e visa ao aperfeiçoamento dos agentes da comunidadeacadêmica e da Instituição como um todo.10.10 - DISCIPLINAS, EMENTAS, CONTEÚDOS E BIBLIOGRAFIA10.10.1 – DISCIPLINAS DO NÚCLEO COMUM10.10.1.1 – PRIMEIRO SEMESTREDISCIPLINA: Fundamentos Históricos e Filosóficos da EducaçãoVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 1ºCarga horária total: 45 horas Código: CAVG_Diren.024Ementa: Estudo dos Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação.Reflexão acerca do Pensamento Pedagógico no Brasil, com ênfase àpedagogia jesuítica desenvolvida junto aos povos indígenas, e no mundo.Investigação sobre as correntes pedagógicas da Educação no Brasil.Discussão sobre os referenciais emancipatórios para a ação pedagógica.ConteúdosUNIDADE I - A História e a Filosófica da Educação como bases para acompreensão da relação entre sociedade, educação e produção doconhecimento.1.1 História da Educação Moderna e da Pedagogia.1.2 A Ciência Pedagógica.1.3 Teoria e Prática: Práxis Pedagógica na concepção moderna-iluminista de EducaçãoUNIDADE II – O Pensamento Pedagógico no Mundo2.1 Positivismo;2.2 Socialismo;2.3 Escola Nova;2.4 Crítico;2.5 O tecnicismo pedagógico;2.6 Pós-modernidade e educação.UNIDADE III – Pensamento Pedagógico: As correntes da educação brasileira3.1 A educação jesuítica no Brasil Colônia3.2 Os pensadores:3.1.1 Paulo Freire e a Pedagogia do Oprimido;3.1.2 Dermeval Saviani e a Pedagogia Histórico-Crítica;3.1.3 José Carlos Libâneo e a Pedagogia Crítico-Social dosConteúdos.3.3 As repercussões para as tendências da educação brasileira
  28. 28. 29UNIDADE IV – Construindo referenciais emancipatórios para a açãopedagógica a partir dos fundamentos históricos e filosóficos da Educação4.1 Educação como redenção ou reprodução? Os extremos opostos;4.2 Construindo uma educação para a emancipação.Bibliografia básicaGADOTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 1997.GHIRALDELLI Jr, Paulo. Filosofia e história da educação brasileira. SãoPaulo: Manole, 2003.SAVIANI, Dermeval. História das ideias pedagógicas no Brasil. 3. ed.Campinas: Autores Associados, 2010.Bibliografia complementarARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da Educação. São Paulo:Moderna, 2006.ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia:geral e Brasil. São Paulo: Moderna, 2006.BORGES, Regina (Org.). Filosofia e história da ciência no contexto daeducação em ciências: vivências e teorias. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2007.BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação? São Paulo, Brasiliense,1999.FREIRE, Paulo Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à práticaeducativa. 14.ed. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 2000.DISCIPLINA: Estudo Sócio-Antropológico da EducaçãoVigência: 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 45 horas Código: CAVG_Diren.025Ementa: Estudo das formas de organização educativas. Reflexão teórico-conceitual sobre temas como: cultura e identidade; poder e educação; culturade massa e indústria cultural; educação e cidadania; estudos das culturas afroe indianistas. Estado, sociedade e educação no Brasil.ConteúdosUNIDADE I – Estudo do conceito de educação em diferentes culturas.1.1 Interação indissociável entre ser humano e cultura.UNIDADE II – Relações entre Cultura e Identidade.
  29. 29. 30UNIDADE III – Dimensão Social e Política dos seres humanos.UNIDADE IV - Perspectiva cultural da linguagem e da comunicação.UNIDADE V - Pluriculturalismo e multiculturalismo na construção daorganização da sociedade atual.UNIDADE VI - Ação educativa no espaço da organização social e suadimensão na Cultura.UNIDADE VII - Cultura e seus aspectos de transformação no cotidiano escolar.Bibliografia básicaBRANDÃO, Carlos. O que é Educação? São Paulo: Brasiliense, 1999.HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução: TomazTadeu da Silva e Guacira Lopes Louro. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2004.LARAIA, Roque de Barros. Cultura: Um conceito antropológico. Rio deJaneiro: Jorge Zahar Editor, 2000.Bibliografia complementarBERGER, Peter. e LUCKMANN, Thomas. A Construção Social da Realidade.Petrópolis: Vozes, 2000.CUCHE, Denys. A Noção de Cultura nas Ciências Sociais. Bauru. EDUSC,1999.FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 47.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,2005.GADOTTI, Moacir. História das ideias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 2004.LIPOVETSKY, Gilles. A Felicidade Paradoxal. São Paulo: Companhia dasLetras, 2007.MÉSZÁROS, István. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo,2005.
  30. 30. 31DISCIPLINA: Química Geral BásicaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.026Ementa: Estudos sobre história da química. Conhecimento da estrutura de umlaboratório de química, suas normas de segurança no laboratório químico eutilização como espaço didático. Desenvolvimento de conceitos fundamentaisde química e suas respectivas metodologias de ensino.ConteúdosUNIDADE I - História da químicaUNIDADE II - A química no cotidiano escolarUNIDADE III - Laboratório químicoUNIDADE IV - Normas de segurança no laboratório químicoUNIDADE V - Desenvolvimento de conceitos fundamentais de química e suasmetodologias5.1 Tabela periódica5.2 Ligação química5.3 Funções inorgânicas5.4 Reações5.5 EstequiometriaBibliografia básicaATKINS, Peter e JONES, Loretta. Princípios de Química: questionando avida moderna e o meio ambiente. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.BROWN, Theodore. et al. Química Ciência Central. 9.ed. São Paulo: PearsonPrentice Hall, 2005.MASTERTON, William et al. Princípios de Química. 6.ed. Rio de Janeiro:LTC, 2011.Bibliografia complementarBRADY, James e HUMISTON, Gerard. Química Geral. 2.ed. v.I. Rio deJaneiro: Editora LTC, 1986.BRADY, James e HUMISTON, Gerard. Química Geral. 2.ed. v.II. Rio deJaneiro: Editora LTC, 1986.MAHAN, Bruce e MYERS, Rollie. Química: um curso universitário. 4. ed.São Paulo: Edgard Blücher, 1995.RUSSELL, John. Química Geral. 2.ed. v.I. São Paulo: Pearson Makron Books,1994.RUSSELL, John. Química Geral. 2.ed. v.II. São Paulo: Pearson Makron Books,
  31. 31. 321994.Disciplina: Fundamentos de Matemática IVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 75 horas Código: CAVG_Diren.027Ementa: Compreensão do conceito de derivada e diferencial e aplicações noestudo das funções de uma variável, com base na conceituação de limiteinfinitesimal e continuidade. Compreensão e aplicação didático-pedagógica dosconceitos básicos de cálculo diferencial, incluindo a interface entre oconhecimento acadêmico e o cotidiano.ConteúdosUnidade I - Noções Básicas de Funções1.1 Funções Elementares, Exponencial e Logarítmica1.2 Características principais e construção de gráficosUnidade II – Limites e continuidade de funções2.1 Noção intuitiva e definição de limite2.2 Limites laterais2.3 Condição de existência e unicidade do limite2.4 Propriedades Operatórias2.5 Limites finitos e infinitos2.6 Formas indeterminadas e métodos para eliminação dasindeterminações2.7 Limites fundamentais2.8 Noção ao estudo de continuidadeUnidade III – Derivadas3.1 Definição e regra geral de derivação3.2 Derivadas laterais3.3 Propriedades Operatórias3.4 Regras de derivação3.5 Derivadas das funções compostas e regra da cadeia3.6 Derivadas das funções inversas3.7 Derivadas de funções exponenciais e logarítmicas3.8 Derivada de funções circulares diretas e inversas3.9 Derivadas SucessivasUnidade IV – Aplicações de Derivadas4.1 Significado geométrico da derivada de uma função num ponto4.2 Equação das retas tangente e normal ao gráfico da função numponto4.3 Funções crescentes e decrescentes4.4 Valores extremos de uma função: máximos e mínimos4.5 Estudo da concavidade do gráfico de uma função e ponto deinflexão
  32. 32. 33Unidade V – Diferenciais5.1 Definição5.2 Cálculo de diferenciais de funções5.3 Significado geométrico da diferencialBibliografia básicaANTON, Howard. Cálculo: Um novo horizonte. São Paulo: Bookman, 2000.AVILA, Geraldo. Cálculo: funções de uma variável. Rio de Janeiro: LTC,2000.FLEMMING, Diva Marília e GONÇALVES, Mírian Buss. Cálculo A. São Paulo:Makron Books, 1992.Bibliografia complementarGUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. v.1. Rio de Janeiro: LTC,2000.IEZZI, Gélson. Fundamentos da Matemática Elementar. v.8. São Paulo:Atual, 2002.IEZZI, Gelson. Matemática: Ciência e Aplicações. São Paulo: Atual, 2010LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. v.1. São Paulo:Harbra, 1994.PISKOUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. v.1. Moscou: Mir, 1980.Disciplina: Biologia IVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.028Ementa: Compreensão dos conceitos básicos da Biologia como ciência, pormeio do estabelecimento de transversalidades com temas da atualidade, comênfase à sociobiologia como processo de meta-compreensão do estudo dabiologia e aos aspectos didáticos da atuação do licenciado.ConteúdosUNIDADE I - Origem do Universo e da Biologia como Ciência1.1 Hipóteses de origem do universo1.2 Bases da metodologia científicaUNIDADE II - A Biologia no cotidiano e as relações interdisciplinares2.1 A Biologia na vida do educando2.2 O que é interdisciplinaridade?2.3 Biologia interdisciplinarUNIDADE III - Introdução à Citologia
  33. 33. 343.1 Conceitos Iniciais3.2 Princípios básicos para o estudo da célulaUNIDADE IV - Citologia Animal e Vegetal4.1 Membrana celular e estruturas associadas4.2 Organelas não-membranosas4.3. O citoplasmaUNIDADE V - Fisiologia Celular5.1 Conceitos iniciais5.2. Processos celularesUNDIADE VI - Núcleo celularUNIDADE VII - Ciclo Celular7.1 Mitose7.2 MeioseUNIDADE VIII - Metodologias alternativas e Instrumentação ao ensino daBiologiaUNIDADE IX - Sociobiologia e seu contextoBibliografia básicaHOPKIN, Karen et al. Fundamentos da Biologia Celular. 3.ed. Porto Alegre:Artmed, 2011.PALMA, Hector A.; BAGNO, Marco. A linguagem no ensino das ciências.São Paulo: Edições SM, 2009.SADAVA, David et. al. Vida - A ciência da Biologia. 8.ed. v.1. Porto Alegre:Artmed, 2009.Bibliografia complementarALVES, Rubem. Entre a Ciência e a Sapiência: O Dilema da Educação. SãoPaulo: Vanguarda, 2007.AMABIS, Jose Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Fundamentos daBiologia Moderna. v. único. São Paulo: Moderna, 2006.FEYERABEND, Paul. Contra o método. São Paulo: UNESP, 2003.SADAVA, David et. al. Vida - A ciência da Biologia - Plantas e animais. 8.ed.v.3. Porto Alegre: Artmed, 2009.SADAVA, David et. al. Vida - A ciência da Biologia. 8.ed. v.2. Porto Alegre:Artmed, 2009.
  34. 34. 35Disciplina: Tecnologias na EducaçãoVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 45 horas Código: CAVG_Diren.029Ementa: Introdução aos conceitos básicos de microcomputador e seuscomponentes (Hardware) e aos programas de computação (Softwares).Exploração dos sistemas operacionais. Introdução à utilização do ambienteWindows. Aprofundamento na utilização do processador de textos, planilhaseletrônicas e software de apresentação. Conhecimentos básicos de Banco deDados. Introdução à utilização de redes de comunicação: internet – acesso eserviços. Identificação e aplicação de mídias na educação com ênfase aoensino de ciências.ConteúdosUNIDADE I – Estudo sobre a evolução da TecnologiaUNIDADE II – Estudo teórico-prático dos recursos computacionais na educação2.1 Hardware e Software2.2 Editor de Texto BrOffice Writer e Microsoft Word2.3 Aplicativos2.4 Internet2.5 Multimídia e outrosUNIDADE III: Análise/Estudo de práticas docentes e tecnologiasUNIDADE IV: Educação à distância, presencial e semipresencialUNIDADE V - Internet e EducaçãoBibliografia básicaBATTISTI, Júlio. Windows XP Home & Professional para Usuários eAdministradores. Rio de Janeiro: Axcel, 2002.CAPRON, H.L. Introdução à Informática. São Paulo: Pearson Prentice Hall,2004.NORTON, Peter. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books, 1997.Bibliografia complementarARRUDA, Eucidio Pimenta. Ciberprofessor: novas tecnologias, ensino etrabalho docente. Belo Horizonte: Autentica, 2004.DEMO, Pedro. Formação permanente e tecnologias educacionais. 2.ed.Petrópolis: Vozes, 2011.HILL, Benjamin e BACON, Jono. O livro oficial do Ubuntu. Porto Alegre:Bookman 2008.MICROSOFT PRESS. Microsoft Office 2000 Passo a Passo. São Paulo:
  35. 35. 36Makron Books, 2001.SILVA, Mário Gomes da. Informática: Office PowerPoint 2003, Office Access2003 e Office Excel 2003. São Paulo: Érica, 2004.Disciplina: Tópicos Especiais em Língua PortuguesaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 10Carga horária total: 45 horas Código: CAVG_Diren.030Ementa: Estudo das linguagens em suas diversas situações de uso emanifestações. Desenvolvimento de habilidades de leitura compreensiva ecrítica de textos diversos. Análise da organização estrutural da língua com focona produção escrita em linguagem padrão, voltada às finalidades de uso daárea educacional.ConteúdosUNIDADE I – PontuaçãoUNIDADE II – Coesão e Coerência Textual2.1 Implícitos: Pressupostos e subentendidos2.2 Paralelismo2.3 Ambiguidade2.4 Concordância verbal e nominalUNIDADE III - Orações ReduzidasUNIDADE IV - Reforma OrtográficaUNIDADE V - Plurissignificação da LinguagemUNIDADE VI - Recursos ArgumentativosUNIDADE VII - Leitura, análise e produção de textos de circulação socialBibliografia básicaANDRADE, Maria e HENRIQUES, Antonio. Língua portuguesa: noçõesbásicas para cursos superiores. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1991.FIORIN, José e SAVIOLI, Francisco. Para Entender o Texto - Leitura eRedação. 17.ed. Porto Alegre: Ática, 2007.KOCH, Ingedores Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: ossentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.Bibliografia complementar
  36. 36. 37ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocabulário Ortográfico da LínguaPortuguesa. 5.ed. São Paulo: Global, 2009.BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. São Paulo: NovaFronteira, 2009.GUEDES, Paulo Coimbra. Da redação à produção textual: o ensino daescrita. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.HOUAISS, Antônio. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio deJaneiro: Objetiva, 2001.SILVA, Maurício. O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: O quemuda o que não muda. São Paulo: Contexto, 2009.10.10.1.2 – SEGUNDO SEMESTREDisciplina: Metodologia da PesquisaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.224Ementa: Introdução ao método científico. Fundamentação teórico-metodológica para composição de trabalhos científico-acadêmicos.ConteúdosUNIDADE I - Conceitos e Princípios LógicosUNIDADE II - Tipos de PesquisaUNIDADE III - Construção Científica3.1 Fatos3.2 Problemas3.3 Hipóteses3.4 Leis e TeoriasUNIDADE IV - Interpretação do dado CientíficoUNIDADE V - Análise de produção científicaUNIDADE VI – FichamentoUNIDADE VII - Formas básicas de apresentação de textos científicos7.1 Resenha7.2 Relatório7.3 Resumo crítico7.4 Ensaio
  37. 37. 38UNIDADE VIII - Aspectos técnicos do texto científico8.1 Introdução8.2 Sumário8.3 Bibliografia e citações8.4 FormataçãoUNIDADE IX - Etapas de uma pesquisaUNIDADE X - Como elaborar um projeto de pesquisaBibliografia básicaBARROS, Aidil de Jesus Paes e LEHFELD, Neide. Fundamentos demetodologia científica. São Paulo: Makron Books, 2000.GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.ed. São Paulo:Atlas, 2002.RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 38.ed.Petrópolis: Vozes, 2009.Bibliografia complementarASTOS, Lilia da Rocha. Manual para a elaboração de projetos. 6.ed. Rio deJaneiro: LTC, 2003.ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 19.ed., São Paulo: Perspectiva, 2005.LUDKE, Menga e ANDRÉ, Marli. Pesquisa em educação: abordagensqualitativas. São Paulo: EPU, 1986.MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos deMetodologia Científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010.SANTOS, Antonio Raimundo. Metodologia científica: a construção doconhecimento. 6.ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.Disciplina: Filosofia e Teoria do ConhecimentoVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.225Ementa: Caracterização da epistemologia como ramo da filosofia.Estabelecimento de relações entre humanidade, cultura e conhecimento.Estudo dos momentos constitutivos da ciência com ênfase na análise dosparadigmas sócio-científicos. Compreensão das teorias do conhecimento esua relação com os processos de aprendizagem.ConteúdosUNIDADE I – Epistemologia1.1 Definições conceituais
  38. 38. 391.2 Crença e conhecimento1.3 A epistemologia no contexto da filosofia1.4 Filosofia: definições conceituais; Concepções de Filosofia:metafísica, positivista, crítica; Mito, mitologia e pensamentofilosófico.UNIDADE II – Humanidade, cultura e conhecimento2.1 Conhecimento, racionalidade, historicidadeUNIDADE III - Momentos constitutivos da ciência e paradigmas sócio-científicos3.1 Elos históricos do paradigma grego: a civilização ocidental e aconcepção de mundo da sociedade grega clássica3.2 Antiguidade: a relação homem e universo3.3 Idealismo e realismo: pensamento de Sócrates, Platão,Aristóteles, Santo Agostinho e São Tomaz de Aquino3.4 Empirismo e racionalismo3.5 Pensamento moderno: paradigma sócio-cultural damodernidade ocidental; fragmentação dos paradigmas científicosUNIDADE IV - Sociedade do conhecimento4.1 Epistemologia da complexidade: o pensamento complexo4.2 Teoria de sistemaUNIDADE V – Epistemologia e processos de aprendizagem5.1 Pensamento e inteligência. Inteligência: definições,pensamento lógico, construção de conhecimento e de juízos;processos de raciocínio5.2 Processos de aprendizagem: os significados do aprenderUNIDADE VI – Teorias do conhecimento6.1 Epistemologia genética de Jean Piaget6.2 Epistemologia sócio-histórica proposta por VygotskyBibliografia básicaALVES, Rubem. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. SãoPaulo: Loyola, 2001.BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. PortoAlegre: Artmed, 2001.DEMO, Pedro. Conhecimento moderno: sobre ética e intervenção doconhecimento. Petrópolis: Vozes, 1997.Bibliografia complementarLA TAILLE, Yves et al. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas emeducação. São Paulo: Summus, 1992.MATURANA, Humberto. Emoções e linguagem na educação e na política.
  39. 39. 40Belo Horizonte: UFMG, 2005.MORIN, Edgar. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. Rio deJaneiro: Bertrand, 2002.SANTOS, Boaventura Souza. Um discurso sobre as ciências. Coimbra:Afrontamento, 1999.VYGOTSKY, Lev. A formação social da mente. São Paulo: MartinsFontes,1984.Disciplina: Física Básica IVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 75 horas Código: CAVG_Diren.226Ementa: Estudo teórico-prático dos conceitos e operações básicas relativas àcinemática e a dinâmica dos movimentos de translação e rotação, vinculando-as ao estudo das leis de Newton. Análise das definições de energia e potênciae o estudo das colisões, bem como da dinâmica da rotação e da conservaçãodo momentum angular.ConteúdosUNIDADE I - Medição1.1 Grandezas, padrões e unidades físicas1.2 Sistema internacional de unidades1.3 Padrão de comprimento, massa e tempoUNIDADE II - Vetores2.1 Caracterização de grandeza vetorial2.2 Vetores unitários2.3 Operações com vetoresUNIDADE III - Cinemática da partícula3.1 Considerações envolvidas na cinemática da partícula3.2 Conceito de diferenciação e sua aplicação a problemas demecânica3.3 Velocidade média e velocidade escalar média3.4 Velocidade instantânea e velocidade escalar instantânea3.5 Aceleração3.6 equações do movimento3.7 Representação vetorial3.8 Movimento circular uniforme3.9 Velocidade e aceleração relativasUNIDADE IV - Dinâmica da partícula4.1 A primeira lei de Newton4.2 Os conceitos de força e massa4.3 Segunda lei de Newton4.4 Terceira lei de Newton
  40. 40. 414.5 Forças de atrito4.6 Dinâmica do movimento circular uniforme.4.7 Classificação das forças.UNIDADE V - Trabalho e energia.5.1 Conservação da energia5.2 Trabalho realizado por uma força constante5.3 Conceito de integração e sua aplicação a problemas emmecânica5.4 Trabalho realizado por força variável5.5 Energia cinética5.6 Teorema trabalho-energia – potência5.7 Forças conservativas e não conservativas. Energia potencial5.8 Conservação de energiaUNIDADE VI - Conservação do momento linear6.1 Centro de massa e seu movimento6.2 Movimento linear6.3 Conservação do momento linear6.4 Sistemas de massa variávelUNIDADE VII - Colisões7.1 Conceito de colisão7.2 Impulso e momento linear7.3 Conservação do momento linear durante as colisõesUNIDADE VIII. Cinemática de rotação8.1 As variáveis da cinemática da rotação8.2 Rotação com aceleração angular constante8.3 Grandezas vetoriais na rotação8.4 Relação entre cinemática linear e angular de uma partícula emmovimento circularUNIDADE IX - Dinâmica da rotação9.1 Torque sobre uma partícula9.2 Momento angular de uma partícula e de um sistema departículas9.3 Energia cinética de rotação e momento de inércia9.4 Dinâmica de rotação de um corpo rígido9.5 Movimento combinado de translação e rotação de um corporígido9.6 Conservação do momentum angular9.7 Momento angular e velocidade angularBibliografia básicaKNIGHT, Randall. Física: uma abordagem estratégica. v.1. 2.ed. PortoAlegre: Bookman, 2009.TIPLER, Paul e MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. v.1.6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
  41. 41. 42WALKER, Jearl et al. Fundamentos de Física, v.1. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC,2009.Bibliografia complementarFREEDMAN, Roger et al. Física 1. 12.ed. São Paulo: Pearson, 2010.HEWITT, Paul. Física conceitual. 9.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.NUSSENZVEIG, Moysés. Curso de física básica 1. 4.ed. São Paulo: Blücher,2011.SERWAY, Raymond. Princípios de Física. São Paulo: Cengage Learning,2004.TREFIL, James et al. Física Viva: uma introdução a Física conceitual. Riode Janeiro: LTC, 2006.Disciplina: Biologia IIVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.227Ementa: Noções sobre os seres vivos a partir da compreensão sobre abiodiversidade e o conceito de espécie. Estabelecimento de metodologias paratrabalhar conceitos básicos de Biologia de Organismos Simples na educaçãobásica. Estudo sobre os grupos de organismos mais simples: Vírus, Monera,Protoctista (protozoários e algas unicelulares) e Fungi. Reflexão sobre aimportância dos organismos primitivos na área da tecnologia e saúde.Elaboração de metodologias de ensino para o estudo da classificação biológicana educação básica.ConteúdosUNIDADE I - Seres vivos e sua diversidade.1.1 Conceito de Espécie.1.2 Biodiversidade1.3 AdaptaçãoUNIDADE II - Classificação biológica dos seres vivos.2.1 Ciências da classificação.2.2 Nomenclatura: histórico e regras.2.3 Escolas de classificação modernas.UNIDADE III - Reinos dos organismos simples3.1 Vírus3.1.1 Características gerais3.1.2 Replicação3.1.3 Importância do grupo3.2 Monera3.2.1 Características gerais
  42. 42. 433.2.2 Reprodução3.2.3 Importância do grupo3.3 Fungi3.3.1 Características gerais3.3.2 Reprodução3.3.3 Importância do grupo3.4 Protoctista3.4.1 Características gerais3.4.2 Reprodução3.4.3 Importância do grupoBibliografia básicaCURTIS, Helena. Biologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.SADAVA, David et. al. Coleção Vida. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.TRABULSI, Luiz Rachid e ALTERTHUM, Flávio. Microbiologia. 5.ed. Rio deJaneiro: Atheneu, 2008.Bibliografia complementarAMABIS, Jose Mariano e MARTHO, Gilberto Rodrigues. Fundamentos daBiologia Moderna. v. único. São Paulo: Moderna, 2006.MARGULIS, Lynn e SCHWARTZ, Karlene. Cinco reinos - Um Guia Ilustradodos Filos da Vida na Terra. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.PELCZAR, Michael Júnior. Microbiologia: conceitos e aplicações. v.1. 2.ed.São Paulo: Makron Books, 1997.PELCZAR, Michael Júnior. Microbiologia: conceitos e aplicações. v.2. 2.ed.São Paulo: Makron Books, 1997TORTORA, Gerad et. al. Microbiologia. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.Disciplina: Físico-Química BásicaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.228Ementa: Preparo de soluções químicas. Introdução ao estudo de cinéticaquímica, equilíbrio químico e termoquímica. Investigação sobre pH e pOH;Estudo sobre equilíbrio de ácidos e bases, efeito do íon comum, soluçãotampão e hidrólise. Compreensão sobre fenômenos de precipitação, KPS eequilíbrio de complexos. Desenvolvimento de metodologias o tratamentodidático-pedagógico dos conceitos na educação básica.ConteúdosUNIDADE I - Soluções Verdadeiras
  43. 43. 44UNIDADE II - Unidades de concentração.2.1 Aplicação de unidades de concentração no cotidiano escolar.UNIDADE III - Solubilidade.UNIDADE IV - Mistura e reação entre soluções.UNIDADE V - Processos de dissolução e diluição.UNIDADE VI - Diagramas de fase.UNIDADE VII - Propriedades coligativas das soluções.7.1 Cinética Química7.2 Velocidade de reação7.3 Equações de velocidade7.4 Ordem e molecularidade de reações7.5 Meia-vida7.6 Catálise; energia de ativação7.7 Teoria das colisões;7.8 Mecanismo de reação.UNIDADE VIII - 1º e 2º princípios da termodinâmica8.1 Calores de reação ;8.2 Entalpias;8.3 Energia interna;8.4 Energia de ligação;8.5 Entropia e energia livre;8.6 Espontaneidade termodinâmica.UNIDADE IX - Equilíbrio químico;9.1 Constantes de equilíbrio;9.2 Deslocamento do equilíbrio;9.3 Equilíbrio iônico;9.4 pH e pOH;9.5 Equilíbrio de ácidos e bases;9.6 Efeito do íon comum;UNIDADE X - Desenvolvimento de metodologias para o ensino de químicaBibliografia básicaATKINS, Peter. Físico-química. v.2. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.BROWN, Theodore. Química Ciência Central. 9.ed. São Paulo: PearsonPrentice Hall, 2005.MASTERTON, William. Princípios de Química. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC,2011.Bibliografia complementar
  44. 44. 45BALL, David. Físico-química. v.2. São Paulo: Thompson, 2005.BRADY; Humiston. Química Geral. v.1. 2.ed. Rio de Janeiro: Editora LTC,1986.MAHAN, Bruce. Química: um curso universitário. 4.ed. São Paulo: EdgardBlücher, 1995.RUSSEL, John. Química Geral. v.1. 2.ed. São Paulo: Pearson Makron Books,1994.RUSSEL, John. Química Geral. v.2. 2.ed. São Paulo: Pearson Makron Books,1994.Disciplina: Fundamentos de Matemática IIVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 20Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.229Ementa: Interpretação e compreensão da integral indefinida e do significadogeométrico da integral definida e suas aplicações no campo científico-educacionalConteúdosUnidade I - Integral Indefinida1.1 Primitiva1.2 Constante de integração1.3 Notação de Leibinitz1.4 Propriedades1.5 Técnicas de integração1.5.1 Integração Imediata1.5.2 Integração por substituição de variáveis1.5.3 Integração de funções que envolvam um trinômio do 2º grau1.5.4 Integração por partes1.5.5 Integração das funções racionais por frações parciais1.5.6 Integração de funções irracionais1.5.7 Integração das funções trigonométricasUnidade II – Integral definida2.1 Somas de Riemann2.2 Definição2.3 Propriedades2.4 Cálculo da integral definidaUnidade III – Aplicações da integral definida3.1 Cálculo de áreas3.2 Cálculo de volumes de sólidos de revoluçãoUnidade IV – Integrais Impróprias4.1 Integrais com limites infinitos
  45. 45. 46Bibliografia básicaANTON, Howard. Cálculo, um novo horizonte. v.1. Porto Alegre: Bookman,2000.ÁVILA, Geraldo. Cálculo: funções de uma variável. Rio de Janeiro: LTC, 2000.FLEMMIG, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A. São Paulo:Makron Books, 2007.Bibliografia complementarIEZZI, Gélson. Fundamentos da Matemática Elementar. v.8. São Paulo:Atual, 2002.IEZZI, Gélson. Matemática: ciência e aplicações. São Paulo: Atual, 2010.GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. v.1. Rio de Janeiro: LTC,2000.LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. v.1. São Paulo:Harbra, 1994.PISKOUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. v.1. Moscou: Mir, 1980.10.10.1.3 TERCEIRO SEMESTREDisciplina: Biologia IIIVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 30Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.230Ementa: Conhecimento da diversidade dos principais grupos de seres vivossuperiores e dos subgrupos dos Reinos Vegetal e Animal, suas estruturas eformas de reprodução, por meio de exploração teórica e análise crítica de livrosdidáticos da educação básica que abordam os referidos temas.ConteúdosUNIDADE I - Introdução ao Reino Vegetal1.1. Algas: Características gerais1.2. Importância do estudo das plantas1.3. Características gerais das plantasUNIDADE II - Reprodução nos vegetais2.1. Alternância de gerações: haplóides e diplóides.UNIDADE III - Grandes grupos de plantas atuais.3.1.Características gerais de cada grupo.3.2. Reprodução e ciclo de vida de cada grupo.3.3. A evolução das plantas.
  46. 46. 47UNIDADE IV - Introdução ao Reino Animal5.1. Invertebrados5.2. Características gerais dos invertebrados5.3. Reprodução dos invertebradosUNIDADE IV - Vertebrados6.1. Características gerais dos vertebrados6.2. Reprodução dos vertebradosBibliografia básicaCURTIS, Helena. Biologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.FRANCESCHINI, Iara Maria et al. Algas: uma abordagem filogenética,taxonômica e ecológica. Porto Alegre: Artmed, 2010.SADAVA, David et al. Vida - A ciência da Biologia. 8.ed. v.3. Porto Alegre:Artmed, 2009.Bibliografia complementarAMABIS, Jose Mariano e MARTHO, Gilberto Rodrigues. Fundamentos daBiologia Moderna. v. único. São Paulo: Moderna, 2006.HICKMAN, Cleveland et al. Princípios integrados de Zoologia. 11. ed. Rio deJaneiro: Guanabara Koogan, 2004.JOLY, Aylthon. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. São Paulo:Editora Nacional, 2002.RAVEN, Peter et al. Biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2001.RUPPERT, Edward e BARNES, Robert. Zoologia dos invertebrados. SãoPaulo: Editora Rocca, 2005.Disciplina: Química Orgânica BásicaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 30Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.231Ementa: Histórico da Química Orgânica. Representação de fórmulasestruturais. Estudo das cadeias carbônicas. Reconhecimento das principaisfunções orgânicas. Compreensão das regras de nomenclatura dos compostosorgânicos. Estudo das propriedades das funções orgânicas. Análise dosdiferentes tipos de isomeria plana e espacial dos compostos orgânicosConteúdosUNIDADE I - Histórico da Química Orgânica
  47. 47. 48UNIDADE II - Aplicação da química orgânica no cotidiano escolarUNIDADE III - Representação de Fórmulas EstruturaisUNIDADE IV - Cadeias CarbônicasUNIDADE V - Ligações Polares e ApolaresUNIDADE VI - Funções Orgânicas6.1 Nomenclatura6.2 Classificação6.3 PropriedadesUNIDADE VII - Isomeria PlanaUNIDADE VIII - EstereoquímicaUNIDADE IX - Isomeria Óptica e geométricaUNIDADE X - Metodologias para o ensino de química orgânicaBibliografia básicaBRUICE, Paula. Química Orgânica. v.2. 4.ed. São Paulo: Pearson, 2006.SOLOMONS, Graham. Química Orgânica. v.1. 9.ed. Rio de Janeiro: LivrosTécnicos e Científicos Editora S.A., 2008.SOLOMONS, Graham. Química Orgânica. v.2. 9.ed. Rio de Janeiro: LivrosTécnicos e Científicos Editora S.A., 2008.Bibliografia complementarALLINGER, Norman. Química Orgânica. 2.ed. Rio de janeiro: LTC, 2011.BARBOSA, Luiz. Introdução à química Orgânica. 2. ed. São Paulo: Pearson,2011.CAREY, Francis. Química Orgânica. v.2. 7.ed. São Paulo: Cengage Learning,2011.MCMURRY, John. Química Orgânica. v.2. São Paulo: Cengage Learning,2008.PAVIA, Donald. Química Orgânica Experimental. 2.ed. Porto Alegre:Bookman, 2009.Disciplina: Física Básica IIVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 30Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.232
  48. 48. 49Ementa: Estudo e transposição didática de conceitos da física, com ênfase àanálise do equilíbrio de corpos rígidos, dos princípios da Gravitação, dasOscilações e da Estática e Dinâmica dos fluidos; conhecimento e interpretaçãodas Ondas em meios elásticos e as Ondas sonoras, Temperatura, Calor, Leisda termodinâmica, da Teoria cinética dos gases e da Entropia.ConteúdosUNIDADE I - Estática dos fluidos1.1 Fluidos1.2 Pressão e massa específica1.3 Variação de pressão em um fluido em repouso1.4 Princípio de Stevin1.5 Medidor de pressão1.6 Princípio de pascal1.7 Princípio de ArquimedesUNIDADE II. Dinâmica dos fluidos2.1 Escoamento de fluido2.2 Linhas de corrente2.3 Equação de continuidade2.4 Equação de BernoulliUNIDADE III - Oscilações3.1 Oscilador harmônico simples e o movimento harmônico simples(MHS)3.2 Energia no MHS3.3 Relações entre o MHS e o MCU3.4 Movimento harmônico amortecido3.5 Pêndulos3.6 Oscilações forcadas e ressonânciaUNIDADE IV - Ondas4.1 Tipos de ondas4.2 Ondas transversais e longitudinais4.3 Período e frequência4.4 Comprimento de onda4.5 Ondas progressivas e estacionarias4.6 Princípio da superposição4.7 Velocidade de onda4.8 Potência e intensidade de uma onda4.9 Interferência de ondas4.10 RessonânciaUNIDADE V - Ondas sonoras5.1 Ondas audíveis, ultra-sônicas e infra-sônicas5.2 Propagação e velocidade de ondas longitudinais5.3 Ondas longitudinais estacionarias5.4 Sistemas vibrantes e fontes sonoras5.5 Batimentos
  49. 49. 505.6 Efeito Doppler e ondas de choqueUNIDADE VI - Temperatura6.1 Equilíbrio térmico e a lei zero da termodinâmica6.2 Medida da temperatura6.3 Escala termométrica de um gás ideal6.4 Escalas Celsius e Fahrenheit6.5 Escala termométrica pratica internacional6.6 Dilatação térmica linear, superficial e volumétricaUNIDADE VII - Calor e a 1a Lei da termodinâmica7.1 Calor uma forma de energia7.2 Medida de calor7.3 Calor específico e capacidade térmica7.4 Capacidade térmica molar dos sólidos7.5 Formas de transmissão de calor: condução, convecção eradiação7.6 Equivalente mecânico do calor7.7 Calor e trabalho.7.8 Primeira Lei da termodinâmicaUNIDADE VII - Teoria cinética dos gases7.1 Gás ideal: definições, microscópica e macroscópica7.2 Cálculo cinético da pressão7.3 Interpretação cinética da temperatura7.4 Forças intermoleculares7.5 Calor específico de um gás ideal7.6 Equipartição de energia7.7 Livre percurso médio7.8 Distribuição de velocidades moleculares (a distribuição deMaxwell-Boltzmann)7.9 Movimento browniano7.10 Equação de estado de Van der WaalsUNIDADE IX - Entropia e 2ª Lei da termodinâmica8.1 Transformações reversíveis e irreversíveis8.2 Ciclo de Carnot e a 2ª Lei da termodinâmica8.3 Rendimento das máquinas8.4 Escala termodinâmica de temperatura8.5 Entropia: processos reversíveis e irreversíveis8.6 Entropia e 2ª Lei8.7 Entropia e desordemBibliografia básicaKNIGHT, Randall. Física: uma abordagem estratégica. v.2. 2.ed. PortoAlegre: Bookman, 2009.TIPLER, Paul e MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. v.2.6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
  50. 50. 51WALKER, Jearl et al. Fundamentos de física 2: gravitação, ondas etermodinâmica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.Bibliografia complementarHEWITT, Paul. Física conceitual. 9.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.NUSSENZVEIG, Moysés. Curso de física 2: fluidos, oscilações e ondas,calor. Rio de Janeiro: Blücher, 2011SEARS, Francis Weston et al. Física 2: termodinâmica e ondas. São Paulo:Pearson, 2010.SERWAY, Raymond. Princípios de Física. São Paulo: Cengage Learning,2004.TREFIL, James et al. Física Viva: uma introdução a Física conceitual. Riode Janeiro: LTC, 2006.Disciplina: Introdução à GenéticaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 30Carga horária total: 45 horas Código: CAVG_Diren.233Ementa: Estudo e reflexão sobre os níveis de organização dos seres humanos,articulando os conceitos inerentes ao tema à prática docente. Compreensão dacomplexidade do organismo humano reconhecendo as relações dos princípiosquímicos moleculares com o funcionamento dos sistemas. Análise dareprodução humana e dos princípios de genética mendeliana.ConteúdosUNIDADE I - Estrutura e função do núcleo.1.1 Composição do núcleo1.2 Principais processos nuclearesUNIDADE II - Divisão celular.UNIDADE III - Gametogênese e fecundação3.1 Conceitos iniciais3.2 Formação dos gametas3.3 Características da fecundação em seres humanosUNIDADE IV - Genética mendeliana4.1 Primeira Lei de Mendel4.2 Segunda Lei de MendelUNIDADE V - Princípios da evolução e relação entre os seres vivosBibliografia básicaGRIFFITHS, Anthony et al. Introdução à Genética. Rio de Janeiro:
  51. 51. 52Guanabara-Koogan, 1998.GRIFFITHS, Anthony et al. Genética Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2001.RIDLEY, Mark. Evolução. Porto Alegre: Artmed, 2006.Bibliografia complementarGONICK, Larry; WHEELIS, Mark. Introdução ilustrada à genética. São Paulo:Harbra, 1995.ORR, Robert. Biologia dos Vertebrados. São Paulo: Ed. Roca, 1999.PEREIRA, Lygia da Veiga. Sequenciaram o genoma humano... e agora?2.ed. São Paulo: Moderna, 2008.ROSA, Atila Augusto Stock (Org.) Vertebrados fósseis de Santa Maria. SantaMaria: Gráfica Palloti, 2009.VIEIRA, Celina Tenreiro. O Pensamento Crítico na Educação Científica.Lisboa: Instituto Piaget, 2000.Disciplina: Metodologia para o Ensino de CiênciasVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 30Carga horária total: 60 horas Código: CAVG_Diren.234Ementa: Estudos sobre a abordagem de uma nova postura metodológica parao professor de Ciências da Natureza, no sentido de refletir e analisar sobre oconteúdo científico a ser desenvolvido, e a correspondente adequação dasmetodologias de ensino praticadas. Análise e fundamentação das metodologiase práticas didáticas estabelecidas para a promoção do processo de ensino-aprendizagem.ConteúdosUNIDADE I – O que é ciência?UNIDADE II – Concepções Epistemológicas do Ensino de CiênciasUNIDADE III - Análise crítica das teorias de aprendizagem no contexto doEnsino de CiênciasUNIDADE IV - A evolução histórica do Ensino de Ciências no BrasilUNIDADE V - O Papel da História da Ciência no Ensino de CiênciasUNIDADE VI - A Experimentação em Ensino de Ciências (laboratório e materialalternativo)UNIDADE VII - Análise de materiais e de recursos didáticos
  52. 52. 53UNIDADE VIII - Novas tecnologias aplicadas ao Ensino de CiênciasBibliografia básica:MORAES, Roque e MANCUSO, Ronaldo. Educação em Ciências - Produçãode Currículos e Formação de Professores. Ijuí: Editora UNIJUÌ, 2004.MORTIMER, Eduardo. Linguagem e formação de conceitos no ensino deciências. Belo Horizonte: UFMG, 2000.KENSKI, Vani. Educação e Tecnologias: O Novo Ritmo da Informação.5.ed. Campinas: Papirus, 2009.Bibliografia complementar:HOFFMANN, Wanda. Ciência, tecnologia e sociedade: desafio daconstrução do conhecimento. São Carlos: EDUFSCar, 2011.JAPIASSU, Hilton. Como nasceu a Ciência Moderna: E as razões daFilosofia. Rio de Janeiro: Imago, 2007.MORAN, José et al. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 16.edCampinas: Papirus, 2009.PALMA, Héctor. A linguagem no ensino das ciências. São Paulo: Ed. SM,2009.VIEIRA, Tenreiro. O Pensamento crítico na Educação Científica. Lisboa:Instituto Piaget, 1999.Disciplina: Políticas e Legislação da Educação BásicaVigência: a partir de 2010/2 Período letivo: 30Carga horária total: 30 horas Código: CAVG_Diren.235Ementa: Caracterização do Estado e das Políticas Públicas. Análise daorganização e funcionamento da educação nacional. Estudo e interpretação dalegislação referente à educação básica. Caracterização da educaçãoprofissional e superior.ConteúdosUNIDADE I - Estado e políticas públicas1.1 Conceitos de Estado: Estado como instrumento, como sujeito ecomo relação.1.2 Políticas públicas: definição e natureza pedagógica; atorpúblico e ação pública; políticas sociais: princípios e definições;políticas educacionais.1.3 Reformas do Estado: transição do modelo de administraçãoburocrático e centralizador para modelo gerencialista edescentralizado; Estado-avaliador/Estado-regulador; regulação pós-

×