Your SlideShare is downloading. ×

PROJETO DOM HELDER CÂMARA

489
views

Published on


0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
489
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. PROJETODOM HELDER CAMARAFelipe GenaroMarco Túlio MartinsVirna Salgado Barra
  • 2. INTRODUÇÃO Questões que dizem respeito ao território sãohistoricamente vivenciadas diante do processo deFormação Territorial do Brasil, pois, desde odescobrimento destas terras, questões que diziamrespeito à ocupação e valorização de todo esteespaço era tidas como centrais. Assim, criação de projetos, planos e estratégiaspara o território sempre foram pensadas a fim demodernizá-lo.
  • 3. EM 2011 É CRIADO O PROJETO DOM HELDERCAMARA Possibilidade de mudança para a realidade daregião do Nordeste, sobretudo, do Nordeste Semi-Árido. Este projeto é divido em duas partes: 1 - diz respeito a apresentação do projeto, ouseja, foi realizada uma descrição do que consiste ogrande Projeto Dom Helder Camara. 2 - Análise do Projeto, tanto em relação àteorizações, quanto no que se refere a sua própriaconcepção.
  • 4. APRESENTAÇÃO DO PROJETO DOMHELDER CAMARA O projeto é um acordo de empréstimo entre oGoverno Brasileiro/Ministério do DesenvolvimentoAgrário e o Fundo Internacional para oDesenvolvimento Agrário/FIDA. Objetivos: desenvolver ações estruturantes parafortalecer a Reforma Agrária e a Agricultura Familiarno semi-árido nordestino. Fortalecimento do processo de articulação eorganização dos espaços de participação social.
  • 5. PROTAGONISMO POR EXCELÊNCIA “o que significa construir e exercitar a cidadania”; “de ensinar e de aprender, fazendo”; “Aprender a construir pluralidade na diversidade”; “Romper com a verticalização do planejamento e domonitoramento, estimulando a participação ativa, otrabalho com tranquilidade e qualidade, investindo nacomplementaridade e no desenvolvimento daautonomia dos sujeitos”.
  • 6. ÁREA DE ATUAÇÃO DO PROJETO DOMHELDER CAMARA Área que abarca 6 estados da Região Nordeste: Sergipe Pernambuco Paraíba Rio Grande do Norte Ceará Piauí. Dos 900.000Km2 de Semi-Árido nordestino o projetobuscará criar impacto sobre 32,78% da área total, ouseja, 295.020Km2.
  • 7. ÁREA ONDE ESTÁ TERRITORIALIZADO O PROJETODOM HELDER CAMARAFigura 1: Representação das áreas de atuação do PDHC
  • 8.  O Projeto Dom Helder Camara tem como suporteoutros dois projetos principais desenvolvidos até omomento, são eles: Projeto de Manejo Sustentável de Terras no Sertão- (MDA/FIDA-PDHC/GEF) Projeto Elo – Fortalecimento das cadeiasprodutivas da agricultura Familiar do Semi-ÁridoNordestino.
  • 9. PROJETO DE MANEJO SUSTENTÁVEL DE TERRAS NOSERTÃO(MDA/FIDA-PDHC/GEF) Recuperação de áreas degradadas pela atividadeagropecuária, à conservação da biodiversidade e aoseqüestro de carbono (mudança climática). Contribuir para o desenvolvimento sustentável dascomunidades de agricultores familiares; Compromissos assumidos junto à Convenção daONU de Combate à Desertificação, à Convenção daBiodiversidade e à de Mudanças Climáticas.
  • 10. CARACTERIZA-SE COMO OBJETIVO DODESENVOLVIMENTO DO PROJETO SERTÃO “tentar contribuir para a melhoria dodesenvolvimento sustentável e a qualidade de vidadas populações afetadas pelo processo dedegradação de terras no Semi-árido do Nordestedo Brasil, através de uma abordagem intersetorialnas atividades públicas de apoio à produçãosustentável e à redução da pobreza”.
  • 11. O OBJETIVO GLOBAL “minimizar as causas e os impactos negativos dadegradação de terras sobre a integridade dosecossistemas do Bioma Caatinga, no Semi-áridodo Nordeste do Brasil, através da implementaçãode sistemas de uso e manejo sustentáveis dasterras”.
  • 12. São estabelecidos cinco objetivos específicos para oProjeto Sertão, sendo eles: “Utilizar as ações de combate à pobreza rural, os processos dedesenvolvimento territorial e os arranjos institucionais existentes noâmbito do Projeto Dom Helder Camara para implantar ações de lutacontra a degradação das terras: prevenção e recuperação de áreasdegradadas”; “Ampliar na sociedade, a percepção dos processos de degradaçãode terras e a capacidade de enfrentamento do problema; “Promover sistemas de produção agrícolas sustentáveis, sob oponto de vista sócio-econômico e ambiental, relevantes para aconservação do solo e da biodiversidade, ampliação da coberturavegetal e aumento do seqüestro de carbono”; “Experimentar mecanismos de incentivos considerando as políticasde luta contra a pobreza e de inclusão social, com o objetivo deimplementar sistemas de produção agrícola referenciais; e” “Acompanhar, sistematizar e produzir referências com vistas àelaboração de políticas públicas e a difusão dos conhecimentos”.
  • 13.  Beneficia de forma ampla 7.000 famílias e, de formapiloto, 1.000 famílias de comunidades de agricultoresfamiliares. Há também algumas ações que já se encontramestruturadas, são elas: Capacitação e Experimentação para o Planejamento eImplementação de Sistemas Produtivos Sustentáveis. Incentivos Ambientais. Monitoramento e Avaliação. Gestão, Articulação Institucional e Comunicação. Os recursos do Projeto estão estimados em US$ 6,0milhões de doação do GEF.
  • 14. QUANTO AO ESPAÇO: “Planejar (de maneira participativa) a ação, buscandosolucionar problemas existentes e/ou aproveitarpotenciais pouco explorados”; “Implementar as possibilidades acima definidas, o queimplica sempre numa experimentação local (paradominar, adaptar, etc. as práticas inovadoras), tanto doponto de vista técnico, quantosocial, organizacional, econômico e institucional”; “Contribuir, a partir dos ensinamentos, a uma reflexãoterritorial pela difusão dos resultados e odebate, através de uma parceria entre os diferentesatores (agricultores individuais, sociedade civilorganizada, instituições e projetos do estado)”.
  • 15. TRABALHAR-SE-Á COM: Agricultores (as) familiares de 150 assentamentosde reforma agrária e comunidades rurais doterritório; 7.000 famílias a serem beneficiadas; 1.000 famílias prioritárias (grupos de interesse); Cerca de 50 áreas/projetos demonstrativosdistribuídos nos seis territórios.
  • 16. PROJETO ELO:FORTALECIMENTO DAS CADEIAS PRODUTIVAS DAAGRICULTURA FAMILIAR DO SEMI-ÁRIDO NORDESTINO Constituído com recursos doados pela FundaçãoSyngenta para a Agricultura Sustentável – FSAS, comsede na Suíça. Juntamente com o Fundo Internacional para oDesenvolvimento Agrícola – FIDA, vem dar aporte aoprocesso de Desenvolvimento Sustentável promovidona região do Semi-Árido Nordestino pelo Ministério doDesenvolvimento Agrário e executado pelo PDHC.
  • 17.  A Fundação Syngenta para a AgriculturaSustentável, concederá ao longo de 5 anos (2005-2009) R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais). Objetivo geral: “fortalecer a atuação do PDHC nosTerritórios, com base na Agroecologia e navalorização da multifuncionalidade da agriculturafamiliar e do meio rural, pela complementaridadeaos programas já executados, na perspectiva dofortalecimento de cadeias produtivas.
  • 18. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: “Possibilitar o acesso a tecnologias apropriadas einovadoras”; “Apoiar processos de desenvolvimento e experimentaçãoparticipativa que, conduzam à formação de agricultores/asexperimentadores/as e multiplicadores/as de experiências efavoreçam as condições de convivência com o Semi-Árido”; “Promover a diminuição de perdas na colheita, transporte ecomercialização dos produtos”; “Promover a segurança alimentar, acesso a mercados e acertificação dos produtos”; “Apoiar a agregação de valor por meio daagroindustrialização”; “Apoiar a formação agro-sócio-econômica-ambiental eprocessos de organização solidária”.
  • 19. AS PRINCIPAIS AÇÕES DO PROJETO ELO ATÉO FINAL DE 2006 FORAM: “Articulação junto à Organização de agricultores/as familiaresno Comércio Justo e Solidário”; “Elaboração do Diagnóstico Rápido Participativo (DRP) ePlanejamento Participativo, da cadeia produtiva do caju nosTerritórios do Sertão do Cariri na Paraíba, do Sertão do Pajeúem Pernambuco e do Sertão do Apodi no Rio Grande doNorte;” “Elaboração do Marco Lógico (2006-2009) e Plano OperativoAnual (2006) do Projeto ELO;” “Participação de quatro organizações de agricultores/as naBiofach Latino Americana e ExpoSustentat 2006;” “Reunião de monitoramento e planejamento do ano de2007, com a participação de agricultores/as, técnicos/as daATP e Supervisores/as de quatro territórios do PDHC eCoordenações de Educação, Saúde e Planejamento”;
  • 20. PARCERIAS DO PROJETO DOM HELDER CAMARA AAUC: Associação dosAgentes em desenvolvimentoLocal Alunos(as) ecolaboradores daUniversidade Camponesa ACRANE: Associação CulturalRaízes Nordestinas AEFAI: Associação EscolaFamília Agrícola deIndependência AMAS: Associação Menonitade Assistência Social ÁRIDAS: AssociaçãoRegional Integrada deDesenvolvimentoAgroecológico Sustentável ATECEL - PB: AssociaçãoTécnico-Científica ErnestoLuiz Oliveira Júnior ATOS: Assessoria Consultoriae Capacitação TécnicaOrientada SustentávelSão mais de 70 parceriasdentro e fora do territórionacional.
  • 21.  ESPAÇO PARA ANÁLISE CRÍTICA DO GRUPO
  • 22. CONSIDERAÇÕES FINAIS Neste sentido, podemos considerar o Projeto DomHelder Camara, como um incentivo positivo, maspreliminar, de ações que deveriam configurar comomuito mais profundas que devem serdesenvolvidas e implantadas não somente nolocal, mas políticas públicas que possam alcançaro âmbito nacional, como uma Reforma Agráriageral, que possibilite justiça social de fato.