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  • 1. Uberlândia 2010 Ricardo Araújo Leite Bolsista PIEEX – UFU [email_address] Virna Salgado Barra Bolsista PEIC – UFU [email_address] Marcelo Cervo Chelotti Orientador. Prof. Dr. – UFU [email_address] A GEOGRAFIA VAI AO ACAMPAMENTO: contribuições para a melhoria do de ensino-aprendizagem com alunos em situação de desterritorialização.
  • 2. INTRODUÇÃO
    • Dentro dos estudos realizados foram aprofundadas as pesquisas em práticas pedagógicas executadas em acampamentos de trabalhadores sem-terra que, devido sua mobilidade espacial, dificultam o processo de ensino-aprendizagem dessas crianças e adolescentes que estudam nas escolas convencionais, exigindo um modelo de escola em movimento que acompanhe a dinâmica do acampamento.
  • 3. OBJETIVOS
    • 1- Aproximar a Universidade Federal de Uberlândia, enquanto instituição pública, da realidade sócio-espacial encontrada em seu entorno.
    • 2- Contribuir para o aprofundamento dos conteúdos e competências do ensino de geografia com alunos em situação de desterritorialização residentes em acampamento.
    • 3- Aproximar o futuro licenciado de geografia dos múltiplos espaços de ensino-aprendizagem.
    •  
  • 4. METODOLOGIA
    • (A) Concepção e Planejamento: a partir de visitas prévias realizadas ao acampamento , realizamos um levantamento das reais necessidades encontradas no processo de ensino-aprendizagem, e a partir daí planejamos nossas intervenções.
    • (B) Execução: se dá através das intervenções quinzenais realizadas com as crianças do acampamento, diagnosticando suas carências em relação ao processo de ensino-aprendizagem no âmbito da geografia e suas competências. A partir de temas geradores são propostas atividades que possibilitem uma melhor aproximação dessas crianças com o ensino de geografia. As atividades são executadas com crianças que estejam em idade escolar equivalente ao ensino fundamental.
  • 5. DIÁRIO DE CAMPO
    • A técnica de pesquisa utilizada durante as intervenções é conhecida como “diário de campo”.
    • Instrumento que permite o detalhamento das informações, observações e reflexões sugeridas no decorrer da investigação ou momento observado.
    • É um tipo de abordagem metodológica observacional, onde se anotam, dia após dia, com estilo telegráfico os eventos da observação e progressão da pesquisa.
    • Inclui-se a dimensão de cunho mais interpretativo das anotações, considerando que durante a observação de um fato, o pesquisador já poderia registrar algumas análises sobre os acontecimentos.
    • É um relato escrito daquilo que o investigador ouve, vê , experimenta e pensa no decurso da coleta de dados.
  • 6. Em relação ao processo de formação e territorialização do MST, Fernandes (2006), define quatro períodos:
    • [...] Definimos o primeiro período [1979-1985] como gestação do MST que precede sua fundação. Esse momento é fundamental para compreender as bases de seu processo de formação.
    • O segundo período [1985-1990] foi definido tomando como referência suas ações em escala nacional e a consolidação da estrutura organizativa. Nessa fase, o MST configura a sua forma de organização e se estabelece em todas as regiões brasileiras.
    • No terceiro período [1990-1999] analisamos a sua institucionalização, quando o MST torna-se o principal interlocutor do governo federal a respeito da reforma agrária e é reconhecido internacionalmente. Definimos o quarto período [pós 1999] a partir do processo de mundialização dos movimentos camponeses com a criação da Via Campesina. (FERNANDES, 2006, p. 1).
  • 7. De acordo com Fernandes (2000), acampamentos são:
    • [...] espaços e tempos de transição na luta pela terra. São, por conseguinte, realidades em transformação. São uma forma de materialização da organização dos sem-terra e trazem em si, os principais elementos organizacionais do movimento.
    • E adotam como estratégia:
    • Predominantemente, são resultados de ocupações. São, portanto, espaços de luta e resistência. Assim sendo, demarcam nos latifúndios os primeiros momentos do processo de territorialização da luta. As ações de ocupar e acampar interagem os processos de espacialização e territorialização. Podem estar localizados dentro de um latifúndio ou nas margens de uma estrada, conforme a conjuntura política e a correlação de forças. (FERNANDES, 2000, p. 293).
  • 8. ESCOLA ITINERANTE DO MST
    • Em função da especificidade do acampamento enquanto um território transitório surgiu a necessidade de se pensar uma escola diferenciada, que não seguisse os padrões formais. Foi nesse contexto, que surgiram as Escolas Itinerantes do MST, em 1996 no estado do Rio Grande do Sul.
  • 9.
    • Uma atmosfera onde as crianças e jovens dos acampamentos encontravam dificuldades de locomoção para as escolas das cidades próximas. Normalmente, não havia vagas disponíveis. E quando havia, as escolas convencionais estavam distantes dos anseios de um jovem do campo.
  • 10. Torna-se fundamental enfatizar que além da itinerância (mobilidade), a principal característica da escola é a sua prática pedagógica diferenciada.
    • [...] A prática pedagógica da escola itinerante é singular e não pode ter como parâmetro a metodologia tradicionalmente utilizada nas redes de ensino públicas [...]
    • O ensino convencional mostra-se alijado do contexto social das crianças rurais e em particular das crianças acampadas [...] acabam reféns de um processo de aquisição cultural distante de sua realidade. (MEURER; DE DAVID, 2008, p. 48).
  • 11.
    • De acordo com o MST (2009), existem 45 escolas em pleno funcionamento.
    • Com 350 educadores do movimento e mais de 3 mil educandos (crianças e adultos).
    • Assim, já passaram pela escola itinerante cerca de 10 mil educandos.
    • Estados como Santa Catarina, Paraná, Goiás, Alagoas, Pernambuco a escola está em vias de ser aprovada, e no Piauí em fase de legalização.
  • 12.
    • [...] Neste sentido, projetos integrados entre os cursos de licenciatura, como é o caso do projeto integrado com professores e alunos da escola itinerante envolvendo os cursos de pedagogia e geografia da UFSM, são importantes para que os profissionais da educação em formação possam ter uma compreensão da realidade em que trabalham. Além disso, permitem compreender as conseqüências que suas práticas têm sobre os alunos e sobre a comunidade escolar com os quais se envolvem. (MEURER; DE DAVID, 2008, p. 51-2).
    • A partir das reflexões de Meurer e De David (2008), é que propomos o “A geografia vai ao acampamento”
  • 13. ACAMPAMENTO ROSELI NUNES – Anel viário
    • Nossas intervenções acontecem no acampamento Roseli Nunes, que no ano de 2008 encontrava-se localizado no anel viário da cidade de Uberlândia, entre os bairros do Taiamam e Guarani, nas proximidades do Córrego do Cavalo, permanecendo nesse local por 10 meses.
  • 14. ACAMPAMENTO ROSELI NUNES – Pau Furado
    • Em 2009, o acampamento deslocou-se para as proximidades da Usina de Capim Branco, a 15 km da cidade com uma população de 150 pessoas, sendo 22 crianças em idade escolar.
  • 15. ACAMPAMENTO ROSELI NUNES – Fazenda Inhumas
    • Na atual fase do projeto, esse acampamento localiza-se a 50 km de Uberlândia na BR-050, no município de Uberaba, onde está situada a Fazenda Inhumas.
    • Que no dia 8 de outubro de 2009 foi desapropriada como imóvel de utilidade pública para fins de reforma agrária. Conforme o INCRA, a área da fazenda Inhumas compreende 890 hectares, podendo atender aproximadamente 40 famílias. No entanto, no acampamento existem 73 famílias acampadas.
  • 16.
    • Por ter um caráter transitório, o acampamento torna-se um território móvel de luta pela terra, pois a sua transferência poderá ocorrer a qualquer momento, tendo em vista a própria dinâmica do movimento.
    • Nesse sentido, essas crianças em situação de desterritorialização, principalmente aquelas em idade escolar ficam prejudicadas em relação ao processo de ensino-aprendizagem, pois a escola “formal” não tem condições de acompanhar a dinâmica do movimento social.
  • 17.
    • É nessa conjuntura que se insere a proposta da Escola Itinerante, ou seja, uma modalidade de ensino que considera a realidade, os espaços e tempos de crianças em situação de desterritorialização.
  • 18.
    • Assim, a partir do conhecimento da realidade vivenciada pelos indivíduos acampados, principalmente as crianças em idade escolar.
    • O presente projeto de extensão tem possibilitado ao futuro egresso da Universidade Federal de Uberlândia, em especial os licenciados, uma maior compreensão da atual complexidade da sociedade contemporânea, além da aproximação universidade/comunidade, fortalecendo os três pilares da instituição: ensino, pesquisa e extensão.
  • 19. RESULTADOS PARCIAIS: experiência de ensino e extensão no Acampamento Roseli Nunes
    • No decorrer do projeto já foram realizadas quatro intervenções no acampamento Roseli Nunes, cuja finalidade foi possibilitar a melhoria do processo de ensino-aprendizagem de Geografia em acampamentos do MST.
    • Percebemos que a melhor forma de trabalhar com os alunos seria a integração dos conhecimentos trazidos por eles como seu modo de vida, com os conteúdos da Geografia, respeitando as técnicas e a metodologia de ensino criada pelos profissionais dessa disciplina.
    • A seguir, apresentaremos nossas impressões sobre as intervenções realizadas junto ao acampamento.
  • 20. 1° intervenção: a relação campo-cidade
    • A 1ª intervenção foi realizada no dia 24/10/2009.
    • Visamos demonstrar para os alunos a importância do rural e do urbano no nosso cotidiano.
    • Solicitamos às crianças a elaboração de um mapa mental dos lugares onde já passaram, registrando essas lembranças no papel da seguinte forma:
    • o antigo local de morada, o novo (o acampamento) enquanto um local transitório, e um terceiro, que foi um desenho do futuro assentamento.
  • 21.
    • Desenho 1 – Carvoeira: representação do antigo lugar de moradia. Fonte: Trabalho de campo 24/10/2009
    • Desenho 2 - Assentamento: representação do futuro local de moradia. Fonte: Trabalho de campo 24/10/2009
  • 22.
    • FOTOS DA 1º INTERVENÇÃO:
  • 23. 2° intervenção: noções de orientação
    • Na aula do dia 12/12/2009, tivemos como tema “introdução à cartografia” com atividades de lateralidade, estudo dos pontos cardeais, compreensão e confecção de mapas apropriados para crianças.
    • Nesse dia fizemos uma pequena corrida de orientação reformulada para idade deles e seguindo as orientações do autor Castrogiovanni que chamou essa atividade de “Busca ao Tesouro”.
    • [...] Essa atividade consiste basicamente em achar um tesouro a partir de um trajeto previamente estabelecido. Na construção das relações espaciais e importante trabalhar com as diferentes características visuais e com a discriminação visual (tamanho, cor, forma, espessura). A busca ao tesouro trabalha com essas diferentes relações espaciais. O importante é variar os elementos para orientação dos alunos na busca do objeto (tesouro). As atividades devem estar de acordo com as necessidades e dificuldades manifestadas pelas crianças. (CASTROGIOVANNI, ANO, p. 25)
  • 24.
    • FOTOS DA 2ª INTERVENÇÃO:
  • 25. 3° Intervenção: a produção da paisagem E O DIA DO ÍNDIO
    • Dando continuidade ao projeto, retornamos ao acampamento Roseli Nunes no dia 10/04/2010.
    • Separamos as crianças de até 6 anos das maiores que 7 anos, que tem maior grau de alfabetização, trabalhando temas como: o dia do índio para os menores, e paisagem em transformação para os maiores.
    • Para a realização das atividades com os alunos alfabetizados, foi feita uma breve explicação de como é trabalhado o conceito de paisagem na geografia e como o homem historicamente vem modificando a mesma.
    • A dinâmica utilizada na aula contou com um trabalho onde deveriam montar, em um painel, gravuras de uma paisagem sustentável, o quê demonstrou o entendimento obtido pelos alunos nos diversos aspectos da paisagem.
  • 26. FOTOS DA 3ª INTERVENÇÃO – A PRODUÇÃO DA PAISAGEM:
  • 27. 3ª INTERVENÇÃO: DIA DO ÍNDIO
    • A atividade sobre o índio e sua cultura foi feita com as crianças ainda não-alfabetizadas.
    • Começamos a aula com cantigas que falam sobre os costumes indígenas e depois, em círculo, iniciamos uma conversa sobre o índio:
    • Conhecer e refletir sobre a história dos índios;
    • Conhecer, analisar e debater os hábitos e costumes indígenas – apontando as seguintes semelhanças:
    • A luta do índio pela sua reserva e a luta dos pais das crianças pela terra.
    • Moradia típica: Barraco de lona e a Oca
    • A convivência com a natureza: alimentos e ervas.
    • Ferramentas e formas de trabalho do acampado e do índio.
  • 28. FOTOS – DIA DO ÍNDIO:
  • 29. 4ª INTERVENÇÃO: RECICLAGEM
    • A 4ª intervenção ocorreu em 01/05/2010
    • A reciclagem tem como objetivos a consciência ecológica, a estimulação da cultura da reciclagem e a possibilidade de promover o desenvolvimento sustentável do meio ambiente, por meio de ações direcionadas.
    • Uma das grandes vantagens da reciclagem é a minimização da utilização de recursos naturais, que são muitas vezes não-renováveis. Outra vantagem é a diminuição da quantidade do lixo.
    • Coleta Seletiva.
    • Poluição do meio-ambiente.
    • A planeta é a nossa terra, precisamos preservá-lo.
  • 30. FOTOS DA 4º INTERVENÇÃO:
  • 31. CONSIDERAÇÕES FINAIS
    • Como resultados importantes desse projeto podemos ressaltar mais uma vez a ligação feita do meio acadêmico até a comunidade, a importância da criação de técnicas de ensino votadas para acampamentos dos movimentos dos trabalhadores rurais, e para o rural como um todo de forma a introduzir nos alunos a vontade de aprender que só se instalam neles se a forma de ensino respeitar suas maneiras de vida.
  • 32. BIBLIOGRAFIA
    • ANTONIO, C. A. Movimentos sociais, educação do campo e política educacional: adversidades para a qualidade educacional. Tempo da ciência , n.12, p.25-47, 1 semestre 2005.
    • BRANDÃO, C. R. A Educação Popular na Escola Cidadã. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
    • BRANDÃO, C. R. Pesquisar-participar. In: ______ Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1999. p. 8-14.
    • BRANCO, M. T. C. Jovens Sem-Terra: identidades em movimento. Curitiba: Ed. UFPR, 2003.
    • BRASIL. Decreto Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 . Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Casa Civil Subchefia Para Assuntos Jurídicos, Brasília, DF, 20 de dezembro de 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm . < acesso em: acesso em 12 de novembro de 2009>
    • BOGO, A. Arquitetos de sonhos . São Paulo: Editora Expressão Popular Ltda., 2003.
    • CALDART, R. S., Pedagogia do Movimento Sem Terra , 3ª edição, São Paulo, Expressão Popular, 2004.
    • CARDOSO, L. de F.; CLEPS JR, J.; CARVALHO, E. R. Os movimentos socioterritoriais e a luta pela reforma agrária na Mesorregião do Triangulo Mineiro e Alto Paranaíba (2001-2005). In: www.simposioreformaagraria.propp.ufu.br <acesso em 01 de julho de 2009>
  • 33.
    • FAZENDA, I. C. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria . São Paulo : Loyola, 1991.
    • FERNANDES, B. M. A formação do MST no Brasil . Petrópolis: Vozes, 2000.
    • ___ Formação e territorialização do MST no Brasil: 1979-2005. In: ENCONTRO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA, 18, 2006, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: Uerj, 2006, p. 1-20.
    • FREIRE, P., Pedagogia do oprimido , 14ª edição, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1983.
    • GRZYBOWSKI, C. Caminhos e descaminhos dos movimentos sociais no campo . 2 ed. Rio de Janeiro: FASE/ Vozes, 1987.
    • HAESBAERT, R. O mito da desterritorialização: do “fim dos territórios” à multiterritorialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.
    • ___ Da desterritorialização à multiterritorialidade. In: ENCONTRO DOS GEÓGRAFOS DA AMÉRICA LATINA, 10, 2005, São Paulo. Anais... São Paulo: USP, 2005. p. 6774 - 6792
    • ___ Concepções de território para entender a desterritorialização. In: SANTOS, M. et al. Território, territórios: ensaios sobre ordenamento territorial. 2 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. 43-70.
    • LINS, L. T . Anotações sobre cultura e educação Popular. V Colóquio Internacional Paulo Freire , Recife: 22 de setembro de 2005.
    • MEURER, A. C.; DAVID, C. (Org.). Espaços-tempos de itinerância : articulações entre universidade e escola itinerante do MST. Santa Maria – RS: Ed. UFSM, 2006.
    • MEDEIROS, L. S. de. História dos movimentos sociais no campo . Rio de Janeiro: FASE, 1989.
    • MORIGI, V. Escola do MST : uma utopia em construção. Porto Alegre: Mediação, 2003.
    • MST. Coordenação Nacional do Setor de Educação do MST, 2000.
  • 34.
    • OLIVEIRA, A. U. A geografia das lutas no campo . 13. ed. São Paulo: Contexto, 2005.
    • PUHL, R. I.; MEURER, A.C . Um estudo sobre a prática de educação popular da escola itinerante do MST e suas contribuições para qualificação do saber acadêmico nas licenciaturas. In: http://www.ufsm.br/gpforma/1senafe/bibliocon/umestudo.rtf (acesso em 26/06/2009)
    • RAFFESTIN, C. Por uma geografia do poder . Tradução Cecília França. São Paulo: Ática, 1993.
    • RIGONATO, V. D. O Ensino de Geografia nas séries iniciais: uma proposta e os seus desafios . In: VI Encontro Nacional de Ensino de Geografia: Fala Professor, 2007, Uberlândia MG. Disponível em: http://www.observatoriogeogoias.com.br/ <acesso em 12 de novembro de 2009>
    • SANTOS, M . A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Edusp, 2002.
    • ___ Por uma outra globalização : do pensamento único à consciência universal. 3. ed. São Paulo: Record, 2000.
    • ___ Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e metodológicos da Geografia. São Paulo: HUCITEC, 1988.
    • SOUZA, J. F. Educação popular e movimentos sociais no Brasil. In: CANÁRIO, Rui. (Org.). Educação popular & movimentos sociais . Lisboa: Educa, 2007.
    • TEIXEIRA, C. E.; NANNI, R. M. de A. A educação no movimento dos trabalhadores rurais sem terra (MST) – escola nacional Florestan Fernandes em São Paulo. In: www.simposioreformaagraria.propp.ufu.br <acesso em 01 de julho de 2009>
    • TURATTI, M. C. M. Os filhos da lona preta. Identidade e cotidiano em acampamentos do MST. São Paulo: Alameda, 2005.
    • VENDRAMINI, C. R. A escola diante do multifacetado espaço rural. Perspectiva – Revista do Centro de Ciências da Educação , Florianópolis, v.21, n.1, jan./jun. 2004, p. 145-166.
    • ZALUAR, A. Teoria e prática do trabalho de campo: alguns problemas. In: CARDOSO, R. (Org.) Aventura antropológica: teoria e pesquisa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 107-125.
    • BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental, Referencial curricular nacional para a educação infantil: Conhecimento de mundo, Brasília, DF: MEC/SEF, 1998. 3 v.
    • SANT’ANA, E. Sementes para o futuro: I ciclo do ensino fundamental, ilustrações de Cláudio Martins, Belo Horizonte: SENAR-AR/MG/FAEMG, 2008. (Programa Semeando)

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