A&C Automação

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    A&C Automação - Presentation Transcript

    1. Automação & Controle
      • Dês de 1990 desenvolvendo
      • Equipamentos , soluções e serviços
      • com tecnologia de ponta,
      • participando do crescimento
      • do Brasil, em diversas áreas, tais
      • como:
      • Industria automobilística e correlatos
      • Fabricas de baterias.
      • Produtos para telecomunicação.
      • Produtos náuticos.
      • Produtos para laboratórios analíticos
      • Produtos para a industria química.
    2.  
    3. Analisadores de Bateria High Rate Formação de Baterias Hardwares Diversos Equipamentos Náuticos Carregadores de Baterias High Rate Nossos Hardwares Teste Cíclico Formação de Baterias Teste Cíclico para Baterias Carregadores de Baterias
      • Desenvolvidos com uma plataforma moderna que garante o ótimo rendimento no processo de carga.
      • Principais Características:
      • Controle Microprocessado
      • Controle de Potência por PWM
      • Possui programação externa de tensão e corrente
      • 3 estágios: Corrente máxima, equalização e flutuação
      • Análise e quebra de Sulfato
      • Indicação visual dos estágios de recarga
      • Paralalelometro (opcional) permite a recarga de até 4 baterias em paralelo.
      • Várias proteções. (Hardware e Software)
      • Versão automotiva, tracionária e náutica
      • Alimentação 220 Vac ou 110 / 220 Automático
      Voltar à Produtos
      • Completa ferramenta para o negócio de baterias, pois efetua o teste
      • de forma real (carga dinâmica), bem como realiza o teste do sistema
      • de geração (alternador) e mede a corrente de fuga.
      • Para baterias 12 V automotivas leves ou pesadas
      • Corrente de até 1000 A (CCA)
      • Realiza testes nas normas: SAE, EN, DIN, IEC e ABNT
      • Realiza descarga superficial
      • Permite testes de carga personalizados
      • Saída para impressora
      • Alternadores até 120 A Sistemas 12 e 24 V
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      • Destinados à analise da vida cíclica de baterias, podem ser compostos de
      • 1 ou mais circuitos dependendo da necessidade operacional
      • Os módulos possuem controles microprocessados independentes
      • Os circuitos atuam de forma independente
      • Visualização e programação via PC (IHM)
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      • Controle microprocessado e registro
      • individual por módulo
      • Cada módulo com uma placa
      • de potência em uma gaveta individual
      • Interface homem-máquina feita
      • através do PC
      • Software desenvolvido em labview
      • Vários modelos
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      • Equipamentos de teste de alta descarga, destinados á testes em linha de produção (contínua) e testes de laboratório
      • Controle Microprocessado e registro individual
      • Bornes de medição nas placas de controle
      • IHM feita através do PC
      • Correntes de 300 A à 2500 A
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      • Painél Náutico
      • Microprocessado
      • Fusíveis individuais por função
      • Função bypass
      • Resinado (epox)
      • Frontal em Policarbonato
      • Caixa à prova d’água
      • Alimentação sistema 12 Vdc
      • Várias configurações
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      • Sensor de temperatura à prova de ácido de diversos tipos
      • Medidor de corrente fuga (stand by)
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    4. Voltar à Produtos
    5. Treinamento técnico Baterias e equipamentos automotivos
    6. Introdução 1ª Estágio 2ª Estágio 3º Estágio Conceito de Bateria Sulfatação Outras Informações Quebra do Sulfato Carga com 1 Bateria Carga com 2 Baterias Carga com 3 Baterias Carga com 4 Baterias Equalização das Baterias Tensão Flutuação
    7. O que é uma bateria? É um conjunto de acumuladores elétricos, ligados em série, que tem por finalidade armazenar energia química para, quando solicitado, converter em a energia química em energia elétrica. Para que serve? Serve principalmente para fornecer energia elétrica durante a partida no motor do veículo e alimentar o sistema elétrico do veiculo quando o motor não estiver funcionando. Do que é fabricada uma bateria? A bateria é formada internamente por placas positivas e placas negativas com uma determinada liga de chumbo, separadores e solução de ácido sulfúrico com água.
    8. Liga Pb Ca Ag = 2,1 Volts por elemento 1 par de placa = 2,1 Volts por elemento 3 pares de placas = 2,1 Volts por elemento Conceito de baterias
    9. Conceito de baterias Quanto maior quantidade de placas maior quantidade de material ativo, maior Capacidade em (Ah). Bateria 100% carregada = V = 12,78 Volts Bateria 0% carregada = V = 10,5 Volts
    10. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS CAPACIDADE EM Ah: 50 Ah = 2,5 A corrente constante de descarga 20h   Se a bateria levar 20h para sair 12,78V e chegar a 10,5V, ela tem 50Ah. Mais de 20h, bateria de maior capacidade (Ah). Menos de 20h, bateria de menor capacidade (Ah). Exemplo prático: Se descarregarmos uma bateria de 50 Ah com 50 Ampéres , ela dura ou fornece energia por uma hora ? Resposta : não, essa relação não é linear, na realidade se descarregarmos uma bateria de 50 Ah com 50 Ampéres constante a bateria é descarregada em menos de 1h.
    11. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS
    12. Descarga Rápida a -18ºC Bateria 50 Ah = 420 A Bateria 60 Ah = 600 A Bateria 70 Ah = 720 A Objetivo: Avaliar o desempenho de partida da bateria à baixas temperaturas. O sistema elétrico como um todo, requer maior energia para partida a baixas temperaturas, exigindo mais da bateria. O teste determina a capacidade da bateria estar fornecendo a corrente especificada/tensão conforme norma . É a corrente de descarga que fornece a energia ou corrente que atende a especificação: I = Icca  V(10”) ≥ 7,5 Volts, 10” de descanso descarga com I = 0,6.Icca  t (6,0 V) ≥ 90” CCA (COLD CRANKING AMP) CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS
    13. PARTIDA A FRIO OU CCA
      • Normas de Segurança para manipular e testar baterias automotiva.
      • Recomenda-se o uso de óculos de segurança;
      • Evite cigarros, chamas, faíscas próximas as baterias;
      • Em caso de contato da pele ou olhos com o eletrólito, lavar com água corrente e procurar socorro médico;
      • Em caso de ingestão beber grande quantidade de água ou leite e procurar socorro médico imediato.
      SEGURANÇA
      • Condições de Armazenamento:
      • Estrados de madeira;
      • Para redução de custos com a recarga utilize sempre a seguinte regra: a primeira bateria que entra no estoque deve ser a primeira também a sair;
      • Verifique as condições de carga periodicamente (baterias com tensão menor que 12,5 V).
      • As baterias que apresentarem tensão abaixo de 12,0 Volts devem ser recarregadas.
      ARMAZENAMENTO
    14. Reações Químicas na Bateria Antes de entender como ocorre a sulfatação da bateria, devemos compreender como ocorre suas reações químicas durante a carga e a descarga: As equações abaixo representam as reações eletroquímicas durante o processo de carga de uma bateria Pb-ácida. Na placa positiva ocorre a formação de dióxido de chumbo (PbO2) e na placa negativa a formação de chumbo metálico (Pb). No processo de carga, os íons sulfato (SO 4 2- ) são liberados das placas para a solução, formando-se o ácido sulfúrico (H2SO4), já no processo de descarga, a reação se dá no sentido inverso. Sulfato de Chumbo PbSO 4 PbO 2 PbSO 4 Pb 0 CARGA CARGA 2e - H 2 SO 4 2H + 2e - SO 4 2- H 2 O PLACA POSITIVA PLACA NEGATIVA solução eletrolítica PLACA POSITIVA: PbSO 4 + 2H 2 O PbO 2 + H 2 SO 4 + 2H + + 2e - CARGA DESCARGA PLACA NEGATIVA: PbSO 4 + 2e - Pb° + SO 4 2- CARGA DESCARGA REAÇÃO GLOBAL: 2PbSO 4 + 2H 2 O PbO 2 + Pb° + 2H 2 SO 4 CARGA DESCARGA
    15. O que é a “Sulfatação”? Sulfatação das placas (tanto positiva quanto negativa) é o fenômeno que ocorre quando a bateria sofre uma uma descarga. O íon sulfato (SO 4 2- ) combina-se quimicamente com o chumbo (Pb) presente nas placas, resultando no Sulfato de Chumbo (PbSO 4 ). O sulfato de chumbo apresenta uma geometria na forma de cristais, e conforme aumenta a quantidade de PbSO 4 , maiores ficam estes cristais. Quando são pequenos, conseguimos “quebrar” estes cristais de sulfato de chumbo aplicando uma corrente elétrica na bateria, ou seja, carregando a bateria, o que faz com que os íons sulfato combinem-se com a água presente na solução novamente formando ácido sulfúrico (H2SO4) e o chumbo presente nas placas volta à mesma combinação de quando a bateria estava carregada, sendo dióxido de chumbo (PbO 2 ) nas placas positivas e chumbo esponjoso (Pb°) nas placas negativas. Porém estes cristais podem ficar demasiadamente grandes e interligados entre si a ponto de não ser mais possível reverter esta formação com a carga da bateria, e este fenômeno é que denominamos SULFATAÇÂO, que quando ocorre inibe a reação química de carga normal.
    16. O que causa Sulfatação ? A Sulfatação ocorre quando a bateria é descarregada. Quanto mais tempo a bateria ficar descarregada maior será sua sulfatação, pois os cristais vão se reorganizando e aumentando a ligação entre si. Portanto NÂO se deve manter a bateria por muito tempo descarregada. Não existem dados concretos de laboratório que informam quanto tempo a bateria pode permanecer descarregada sem Sulfatar, mas, mesmo que não ocorra a sulfatação, quanto maior o tempo que permanecer descarregada menor será a vida útil da bateria. A auto-descarga da bateria também influencia na sulfatação. Todas baterias possuem uma taxa de auto-descarga, que é a descarga natural da bateria quando não são utilizadas. Isso influencia principalmente no tempo de estoque das baterias. Recomenda-se a prática do FIFO de baterias em estoque para reduzir custos com recarga e evitar a sulfatação de baterias. Baterias em estoque: recomenda-se recarregar a bateria quando a tensão estiver abaixo do valor de 12,30 V (50% de estado de carga) para evitar a sulfatação. Logo conclui-se que baterias sulfatam por permanecerem um determinado tempo descarregadas ou por ficarem muito tempo em estoque sem recarga.
    17. Placa Sulfatada Placa Positiva normal Quando carregada apresenta a coloração marrom escuro devido a formação de dióxido de chumbo (PbO 2 ). Placa Positiva Sulfatada A parte esbranquiçada na placa são cristais de sulfato de chumbo, formados quando a bateria é descarregada. V <= 12,3 Volts
    18. V = R I (Como a tensão é constante em torno de 14 V) V = tensão R = Resistência Interna da bateria I = Corrente que a bateria aceita na recarga Ri Bateria descarregada Ri (baixo) Bateria carregada Ri (alta) TESTES DO VEÍCULO
    19. CURVA DE AUTO DESCARGA APROXIMADAMENTE 180 DIAS
    20. CURVA DE AUTO DESCARGA
      • Condições de Armazenamento:
      • Para uma armazenagem adequada, levar em consideração as recomendações abaixo:
      • A bateria deve ser armazenada sobre estrados de madeira, na posição horizontal. Deve permanecer em lugar seco, sem incidência de raios solares e temperatura ambiente entre 10 e 35 graus .
      • Para redução de custos com recargas, deve-se seguir um procedimento chamado FIFO (do inglês: First in First out), ou seja, a primeira bateria a entrar no estoque deverá ser a primeira a sair .
      ARMAZENAMENTO
      • Condições de Armazenamento:
      • Verifique as condições de carga periódicamente, medindo a tensão nos terminais das baterias estocadas, principalmente as de baixa rotatividade ( baterias com mais de 3 meses no estoque devem ser verificadas o valor de tensão ).
      • As baterias com tensão menor que 12,40V devem ser recarregadas segundo o procedimento de recarga descrito nesta instrução.
      • O nível máximo de empilhamento deve ser seguido conforme abaixo:
      • Baterias até 90Ah 5 baterias
      • Baterias acima de 90Ah 3 baterias
      ARMAZENAMENTO
    21. RECARGA DE BATERIAS
      • Cuidados durante a recarga:
      • Acompanhe atentamente todo o processo de recarga;
      • Nunca re-carregue baterias com indicador de teste claro;
      • Acompanhe a temperatura da bateria, esta nunca deve ultrapassar 50ºC, caso isto ocorra, interrompa a recarga até que a bateria esfrie e retorne com um regime de carga reduzido;
      • Não é recomendado que se faça recarga de um dia para o outro sem acompanhamento.
      • Nunca desconecte os cabos de conexão com o carregador ligado.
      • Cuidados no preparo do circuito:
      • Manter espaçamento mínimo de 2cm entre as baterias;
      • Colocar no mesmo circuito apenas baterias da mesma capacidade e estado de carga (tensão) - para ligações em série;
      • Nunca conecte o pólo positivo com o pólo negativo de uma mesma bateria ou de uma mesma série;
      • Antes de ligar o carregador certifique-se de que as conexões (cachimbos) estão com bom contato;
      • Certifique-se também de que o carregador está em boas condições de uso;
      RECARGA DE BATERIAS
      • Carga Lenta:
      • Carga com corrente constante:
      • A corrente deve ser equivalente a 10% do valor da capacidade nominal da bateria.
      • Ex.: Bateria de 50Ah
      • Corrente de recarga = 50 x 0,1 = 5,0A
      • Tensão da bateria em vazio (Volts) Tempo de Recarga (Horas)
      • 12,48 a 12,28 4,5
      • 12,27 a 12,07 7,0
      • 12,06 a 11,86 9,0
      • 11,85 a 11,65 11,0
      • Baterias profundamente descarregadas 15,0
      • A temperatura da bateria durante o processo de recarga não deverá ultrapassar 50º C.
      RECARGA DE BATERIAS
    22. Carga em circuito série
      • A tensão sobre cada bateria é deferente, quando carregamos em série as tensões são diferentes e a corrente é constante.
      • Se não controlada, bateria entra em sobrecarga.
      • Somente carregamos baterias em série na produção da fábrica.
      • Não podemos carregar baterias de diferentes Ah.
      R1 ≠ R2 ≠ R3 ≠ R4 Admitindo I = 10 A V = R x I V 1 = 30V V 2 = 20V V 3 = 25V V 4 = 22V
    23. Carga em circuito paralelo R1 ≠ R2 ≠ R3 ≠ R4 V1 = V2 = V3 = V4 V = R x I I 1 ≠ I 2 ≠ I 3 ≠ I 4
      • Função segurança:
      • Se ligarmos invertido , equipamento acusa e não carrega,
      • Equipamento somente inicia carga com V > 5 Volts,
      • Quando inicia carga, congela o painel de comando.
      • Podemos carregar baterias de diferentes Ah ao mesmo tempo.
    24. 10,0 V 8,2 V 9,3 V 8,9 V 16,0 V Carregador desligado
    25. 1º Estágio Índice Quebra de Sulfato
    26. Tempo dependente da quantidade de loops Gráfico Quebra Sulfato (PbSO 4 ) 19 V 0 A Quebra de Sulfato 9 V
    27. 9,0 V 9 V 0 A I 0 A 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero Corrente máxima
    28. 0,0 V 0 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    29. 9,0 V 9 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    30. 0,0 V 0 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    31. 11,0 V 11 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    32. 0,0 V 0 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    33. 11,0 V 11 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    34. 0,0 V 0 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    35. 13,0 V 13 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    36. 0,0 V 0 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    37. 13,0 V 13 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    38. 0,0 V 0 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    39. 15,0 V 15 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    40. 0,0 V 0 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    41. 15,0 V 15 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    42. 0,0 V 0 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    43. 17,0 V 17 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    44. 0,0 V 0 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    45. 17,0 V 17 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    46. 0,0 V 0 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    47. 19,0 V 19 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    48. 0,0 V 0 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    49. 19,0 V 19 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    50. 0,0 V 0 V 0 A 0 A I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 ) A tensão é pulsante e corrente é sempre zero
    51. 19,0 V 19 V 0 A 0 A LOOPING Quebra de Sulfato Poderá ser repetido quantas vezes necessária I Corrente máxima 1º Estágio - Quebra de Sulfato - (PbSO 4 )
    52. 2º Estágio Índice Carga com 1 bateria
    53. Recarga de corrente 40 A 16 V 9 V Tempo definido pela carga da bateria Gráfico da carga da bateria Rampa de Corrente
    54. 8,2 V 8,2 V 0 A 0 A 2º Estágio - Carga - 1 bateria Rampa de Corrente tensão e corrente sobem I 1 I Corrente máxima
    55. 9,2 V 9,2 V 10 A 10 A Rampa de Corrente tensão e corrente sobem I Corrente máxima 2º Estágio - Carga - 1 bateria I 1
    56. 10,2 V 10,2 V 30 A 30 A Rampa de Corrente tensão e corrente sobem I Corrente máxima 2º Estágio - Carga - 1 bateria I 1
    57. 11,2 V 11,2 V 40 A 40 A Fonte de Corrente tensão sobe corrente é máx. constante Corrente máxima I 2º Estágio - Carga - 1 bateria I 1
    58. 13,2 V 40 A 13,2 V 40 A Fonte de Corrente tensão sobe corrente é máx. constante Corrente máxima I 2º Estágio - Carga - 1 bateria I 1
    59. 15,0 V 40 A 15,0 V 40 A Fonte de Corrente tensão sobe corrente é máx. constante Corrente máxima I 2º Estágio - Carga - 1 bateria I 1
    60. 16,0 V 40 A 16,0 V 40 A Fim do 2º estágio Fonte de Corrente tensão máxima corrente é máxima Corrente máxima I 2º Estágio - Carga - 1 bateria I 1
    61. 2º Estágio Carga com 2 baterias Índice
    62. 8,2 V 0 A 9,3 V 0 A I 2 9,3 V 0 A Corrente máxima Rampa de Corrente tensão e corrente sobem I 2º Estágio - Carga - 2 baterias I 1
    63. 9,3 V 6 A 9,4 V 4 A 9,4 V 8 A Corrente máxima Rampa de Corrente tensão e corrente sobem I 2º Estágio - Carga - 2 baterias I 2 I 1
    64. 10,2 V 11 A 10,3 V 9 A 10,3 V 20 A Corrente máxima Rampa de Corrente tensão e corrente sobem I 2º Estágio - Carga - 2 baterias I 2 I 1
    65. 10,7 V 19 A 10,7 V 17 A 10,7 V 35 A Corrente máxima Rampa de Corrente tensão e corrente sobem I 2º Estágio - Carga - 2 baterias I 2 I 1
    66. 13,5 V 21 A 13,5 V 19 A 13,5 V 40 A Corrente máxima Fonte de Corrente tensão sobe corrente é máx. constante I 2º Estágio - Carga - 2 baterias I 2 I 1
    67. 15,2 V 21 A 15,2 V 19 A 15,2 V 40 A Corrente máxima Fonte de Corrente tensão sobe corrente é máx. constante I 2º Estágio - Carga - 2 baterias I 2 I 1
    68. 16,0 V 20 A 16,0 V 20 A 16,0 V 40 A Corrente máxima Fim do 2º estágio Fonte de Corrente tensão máxima corrente é máxima I 2º Estágio - Carga - 2 baterias I 2 I 1
    69. 2º Estágio Índice Carga com 3 baterias
    70. 8,2 V 0 A 9,3 V 0 A 8,9 V 0 A I 3 9,3 V 0 A Corrente máxima Rampa de Corrente tensão e corrente sobem I 2º Estágio - Carga - 3 baterias I 2 I 1
    71. 9,4 V 5 A 9,5 V 2 A 9,4 V 3 A 9,5 V 10 A Corrente máxima Rampa de Corrente tensão e corrente sobem I 2º Estágio - Carga - 3 baterias I 3 I 2 I 1
    72. 9,9 V 8 A 10,0 V 5 A 10,0 V 7 A 10,0 V 20 A Corrente máxima Rampa de Corrente tensão e corrente sobem I 2º Estágio - Carga - 3 baterias I 3 I 2 I 1
    73. 10,5 V 11 A 10,5 V 9 A 10,5 V 10 A 10,5 V 30 A Corrente máxima Rampa de Corrente tensão e corrente sobem I 2º Estágio - Carga - 3 baterias I 3 I 2 I 1
    74. 11,5 V 13,3 A 11,5 V 13,3 A 11,5 V 11,5 V 40 A 13,3 A Corrente máxima Fonte de Corrente tensão sobe corrente é máx. constante I 2º Estágio - Carga - 3 baterias I 3 I 2 I 1
    75. 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 40 A Corrente máxima Fonte de Corrente tensão sobe corrente é máx. constante 13,3 A 13,3 A 13,3 A I 2º Estágio - Carga - 3 baterias I 3 I 2 I 1
    76. 15,5 V 15,5 V 15,5 V 15,5 V 40 A Corrente máxima Fonte de Corrente tensão sobe corrente é máx. constante 13,3 A 13,3 A 13,3 A I 2º Estágio - Carga - 3 baterias I 3 I 2 I 1
    77. 16,0 V 16,0 V 16,0 V 16,0 V 40 A Corrente máxima Fim do 2º estágio Fonte de Corrente tensão máxima corrente é máxima 13,3 A 13,3 A 13,3 A I 2º Estágio - Carga - 3 baterias I 3 I 2 I 1
    78. 2º Estágio Índice Carga com 4 baterias
    79. 0 A 0 A 10,0 V 0 A I 4 9,3 V 0 A 0 A Corrente máxima 8,2 V 9,3 V 8,9 V I Rampa de Corrente tensão e corrente sobem 2º Estágio - Carga - 4 baterias I 3 I 2 I 1
    80. 3 A 4 A 9,7 V 1 A 9,7 V 10 A 2 A Corrente máxima 9,6 V 9,7 V 9,6 V I Rampa de Corrente tensão e corrente sobem 2º Estágio - Carga - 4 baterias I 4 I 3 I 2 I 1
    81. 5 A 6 A 10,2 V 4 A 10,2 V 20 A 5 A Corrente máxima 10,2 V 10,2 V 10,2 V I Rampa de Corrente tensão e corrente sobem 2º Estágio - Carga - 4 baterias I 4 I 3 I 2 I 1
    82. 8 A 7 A 10,8 V 7 A 10,8 V 30 A 8 A Corrente máxima 10,8 V 10,8 V 10,8 V I Rampa de Corrente tensão e corrente sobem 2º Estágio - Carga - 4 baterias I 4 I 3 I 2 I 1
    83. 11,4 V 10 A 11,4 V 10 A 11,4 V 11,4 V 11,4 V 40 A Corrente máxima 10 A 10 A I Fonte de Corrente tensão sobe corrente é máx. constante 2º Estágio - Carga - 4 baterias I 4 I 3 I 2 I 1
    84. 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 40 A Corrente máxima 10 A 10 A 10 A 10 A I Fonte de Corrente tensão sobe corrente é máx. constante 2º Estágio - Carga - 4 baterias I 4 I 3 I 2 I 1
    85. 15,5 V 15,5 V 15,5 V 15,5 V 15,5 V 40 A Corrente máxima 10 A 10 A 10 A 10 A I Fonte de Corrente tensão sobe corrente é máx. constante 2º Estágio - Carga - 4 baterias I 4 I 3 I 2 I 1
    86. 16,0 V 16,0 V 16,0 V 16,0 V 16,0 V 40 A Corrente máxima 10 A 10 A 10 A 10 A I Fim do 2º estágio Fonte de Corrente tensão máxima corrente é máxima 2º Estágio - Carga - 4 baterias I 4 I 3 I 2 I 1
    87. 2° Estágio Índice Equalização das baterias
    88. 40 A 16 V 5 A Equalização Gráfico da Equalização das Baterias
    89. 16,0 V 10 A 16,0 V 10 A 16,0 V 16,0 V 16,0 V 40 A Equalização I 10 A 10 A 2º Estágio – Equalização das baterias Corrente diminui Tensão constante I 4 I 3 I 2 I 1
    90. 16,0 V 9 A 16,0 V 9 A 16,0 V 16,0 V 16,0 V 36 A Equalização I 9 A 9 A Corrente diminui Tensão constante I 4 I 3 I 2 I 1 2º Estágio – Equalização das baterias
    91. 16,0 V 8 A 16,0 V 8 A 16,0 V 16,0 V Equalização 8 A 8 A 16,0 V 30 A I Corrente diminui Tensão constante I 4 I 3 I 2 I 1 2º Estágio – Equalização das baterias
    92. 16,0 V 6 A 16,0 V 6 A 16,0 V 16,0 V Equalização 6 A 6 A 16,0 V 24 A I Corrente diminui Tensão constante I 4 I 3 I 2 I 1 2º Estágio – Equalização das baterias
    93. 16,0 V 5 A 16,0 V 5 A 16,0 V 16,0 V Equalização 5 A 5 A 16,0 V 20 A I Corrente diminui Tensão constante I 4 I 3 I 2 I 1 2º Estágio – Equalização das baterias
    94. 16,0 V 4 A 16,0 V 4 A 16,0 V 16,0 V Equalização 4 A 4 A 16,0 V 16 A I Corrente diminui Tensão constante I 4 I 3 I 2 I 1 2º Estágio – Equalização das baterias
    95. 16,0 V 3 A 16,0 V 3 A 16,0 V 16,0 V Equalização 3 A 3 A 16,0 V 12 A I Corrente diminui Tensão constante I 4 I 3 I 2 I 1 2º Estágio – Equalização das baterias
    96. 16,0 V 2 A 16,0 V 2 A 16,0 V 16,0 V Equalização 2 A 2 A 16,0 V 8 A I Corrente diminui Tensão constante I 4 I 3 I 2 I 1 2º Estágio – Equalização da bateria
    97. 16,0 V 1,5 A 16,0 V 1,5 A 16,0 V 16,0 V Equalização 1,5 A 1,5 A 16,0 V 6 A I Corrente diminui Tensão constante I 4 I 3 I 2 I 1 2º Estágio – Equalização das baterias
    98. 16,0 V 1,25 A 16,0 V 16,0 V 16,0 V Equalização 16,0 V 5 A I 1,25 A 1,25 A 1,25 A Fim do Estágio I 4 I 3 I 2 I 1 2º Estágio – Equalização das baterias
    99. 3° Estágio Índice Tensão Flutuação
    100. Gráfico Tensão de Flutuação 0,5 A 13,5 V 5 A Flutuação
    101. 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V Flutuação 13,5 V 5 A I 1,25 A 1,25 A 1,25 A 1,25 A Corrente diminui Tensão 13,5 V cte. I 4 I 3 I 2 I 1 3º Estágio – Tensão de Flutuação
    102. 1,8 A Flutuação 1 A 1 A 1 A 1 A 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 4 A I Corrente diminui Tensão 13,5 V cte. I 4 I 3 I 2 I 1 3º Estágio – Tensão de Flutuação
    103. Flutuação 0,75 A 0,75 A 0,75 A 0,75 A 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 3 A I Corrente diminui Tensão 13,5 V cte. I 4 I 3 I 2 I 1 3º Estágio – Tensão de Flutuação
    104. Flutuação 0,5 A 0,5 A 0,5 A 0,5 A 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 2 A I Corrente diminui Tensão 13,5 V cte. I 4 I 3 I 2 I 1 3º Estágio – Tensão de Flutuação
    105. Flutuação 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 1 A I 0,25 A 0,25 A 0,25 A 0,25 A Corrente diminui Tensão 13,5 V cte. I 4 I 3 I 2 I 1 3º Estágio – Tensão de Flutuação
    106. Flutuação 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 0,8 A I 0,2 A 0,2 A 0,2 A 0,2 A Corrente diminui Tensão 13,5 V cte. I 4 I 3 I 2 I 1 3º Estágio – Tensão de Flutuação
    107. Flutuação 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 0,6 A I 0,15 A 0,15 A 0,15 A 0,15 A Corrente diminui Tensão 13,5 V cte. I 4 I 3 I 2 I 1 3º Estágio – Tensão de Flutuação
    108. Flutuação 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 13,5 V 0,5 A I 0,12 A 0,12 A 0,12 A 0,12 A 3º Estágio – Tensão de Flutuação Fim do Estágio I 4 I 3 I 2 I 1
    109. Processo Completo da Carga Flutuação Equalização Recarga de corrente Quebra de Sulfato 0,5 A 13,5 V 5 A 40 A 16 V 40 A 16 V 9 V 19 V 0 A 9 V
    110. A seguir descreveremos alguns itens que devem ser checados, periodicamente, para garantir o bom funcionamento do veículo e maior vida útil à bateria. TESTES DO VEÍCULO
      • Equipamento eletrônico teste baterias em norma DIN, SAE, ABNT, EN
      • Tira a excitação da bateria em teste no veículo
      • Faz teste de alternador
      • Verifica a corrente de partida
      • Faz análise de diagnóstico em baterias
      • Mede fuga de corrente
      EQUIPAMENTO ANÁLISE DE BATERIAS
      • Cuidados ao instalar a bateria no veículo:
      • Instalar apenas baterias boas e carregadas;
      • Aplicar somente o tipo de bateria recomendada para o veículo conforme informações do banco de dados;
      • Verifique o estado dos cabos e terminais;
      • Conecte primeiro o terminal positivo e depois o negativo;
      • Verifique se há bom contato entre os terminais dos cabos e os pólos da bateria, caso necessário utilize a escova limpa pólo;
      INSTALAÇÃO DA BATERIA
      • Motor de Partida:
      • Instale o equipamento no veículo e verifique a corrente de partida. Caso esteja fora de especificação procure por buchas ou rolamentos gastos, mau contato na fiação e na malha terra, verifique, também se a potência do motor de partida é a especificada para o veículo ou se as escovas estão desgastadas . Corrija o problema antes de prosseguir os testes.
      TESTES DO VEÍCULO
      • Alternador:
      • Com o equipamento instalado eleve a rotação do motor para uma rotação média (aprox. 1500 rpm);
      • Provoque uma descarga na bateria até que a sua tensão caia a 12,6V.
      • Observe o valor de corrente obtido
      • O valor obtido não deve ser inferior a 90% da corrente gravada na carcaça do alternador.
      • Se o valor estiver fora deste limite, verifique a correia do alternador, escovas, rolamentos ou buchas, diodos de retificação e de excitação, contatos entre cabos e gerador e contatos entre bateria e cabos.
      TESTES DO VEÍCULO
      • Regulador de Tensão ou Voltagem:
      • Com o motor ligado, aguarde até que a corrente esteja abaixo de 5A;
      • Verifique a tensão indicada na saída do alternador;
      • Esta tensão deve estar entre 13,5 V e 14,5 V;
      • Caso o valor obtido estiver fora desta faixa, o regulador deve ser substituído.
      • Regulador abaixo de 13,5 V , bateria se descarrega
      • Regulador acima de 14,5 V , bateria apresenta sobrecarga.
      TESTES DO VEÍCULO
    111. teste de alternador teste de bateria ANALISADOR Clique para ir à rotina de teste de alternador Clique para ir à rotina de teste de bateria Conectar equipamento na bateria Qual o tipo de teste? Pressione “Alternador” Selecione a norma de teste Alternador NORMA INÍCIO 2 1 Procedimento Interno do Equipamento Requer Ação do Operador
    112. Tensão > 12,8v Tensão entre 12,5v e 12,8v sem alicate com alicate TESTE DO ALTERNADOR Clique para voltar Clique para ir à rotina de teste Clique para ir à rotina de teste Pressione “Iniciar” Retirar carga superficial Rotina verificação da tensão da bateria Descarga 15” Descansa 50” Teste alicate amperímetro Alternador 3 4 Pressione “Iniciar” 1
    113. SEM ALICATE AMPERÍMETRO Pressione “Alternador” sem alicate Clique para voltar Zere o Amperímetro Alternador 3 Pressione “Alternador” Dê partida no veículo Equipamento monitora sistema por 50” Desligue o veículo Dê partida no veículo Pressione “Iniciar” Repouso de 10” para registro de tensão Equipamento verifica o alternador conforme tensão registrada Mostra tensão e corrente de carga Compare os resultados com o especificado no manual e siga o proced. indicado FIM
    114. Pressione “Alternador” com alicate COM ALICATE AMPERÍMETRO Confirma Inverta o sentido da garra Clique para voltar Zere o Amperímetro Confirma 4 Confirma Engate a garra no cabo (-) da Bateria Equipamento monitora sistema por 50” Desligue o veículo Dê partida no veículo Pressione “Iniciar” Repouso de 10” para registro de tensão Equipamento verifica o alternador conforme tensão registrada Mostra tensão e corrente de carga Compare os resultados com o especificado no manual e siga o proced. indicado FIM Confirma Confirma Confirma Confirma Confirma Dê partida no veículo
    115. TESTE DE BATERIA Tensão > 12,8v Tensão entre 12,5v e 12,8v Tensão > 12,8v Clique para voltar Retirar carga superficial Pressione “iniciar” Executa o teste e indica o resultado Selecione o CCA CCA 2 Pressione “Iniciar” Descarga 15” Descansa 50” Pressione “iniciar” FIM
      • Fuga de Corrente:
      • Desligue o motor e todos os acessórios elétricos do veículo;
      • Conecte um multímetro com escala para mili ampéres, ajustando-o em sua maior escala, em série com o cabo negativo da bateria (observe a polaridade);
      • Ajuste a escala até obter uma leitura precisa do valor de corrente de fuga. Verifique o manual de serviços do veículo para determinar o valor máximo de corrente de fuga.
      • Valores elevados de corrente de fuga podem descarregar a bateria.
      TESTES DO VEÍCULO
      • Fuga de Corrente:
      • A corrente de fuga máxima deve ser:
      • 20mA para baterias até 45Ah
      • 40mA para baterias entre 50Ah até 70Ah
      • 70mA para baterias entre 75Ah até 90Ah
      Consumo aproximado de alguns componentes eletrônicos do veículo: TESTES DO VEÍCULO
    116. TABELA DE TEMPO EM DIAS x FUGA DE CORRENTE TESTES DO VEÍCULO Capacidade   mA mA mA mA mA mA mA mA mA mA da bateria em (Ah)   5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 RN50GD   145,8 72,9 48,6 36,5 29,2 24,3 20,8 18,2 16,2 14,6 RN60HD   175,0 87,5 58,3 43,8 35,0 29,2 25,0 21,9 19,4 17,5 RN70PD   204,2 102,1 68,1 51,0 40,8 34,0 29,2 25,5 22,7 20,4 Capacidade   mA mA mA mA mA mA mA mA mA mA da bateria   55 60 65 70 75 80 85 90 95 100 RN50GD   13,3 12,2 11,2 10,4 9,7 9,1 8,6 8,1 7,7 7,3 RN60HD   15,9 14,6 13,5 12,5 11,7 10,9 10,3 9,7 9,2 8,8 RN70PD   18,6 17,0 15,7 14,6 13,6 12,8 12,0 11,3 10,7 10,2
    117. Equilibrio elétrico: O excesso de acessórios elétricos prejudicam o equilíbrio elétrico do veículo, descarregando a bateria sem dar chance ao alternador de repor a carga. Com o auxílio de um amperímetro, observe se a corrente que flui para a bateria é igual a zero ou positiva. Caso contrário, significa que o alternador não está conseguindo suprir os equipamentos nesta condição. TESTES DO VEÍCULO
    118. Equilíbrio elétrico: Circuito elétrico básico de um veículo (+) ( - ) TESTES DO VEÍCULO Em marcha lenta o alternador produz 2/3 da capacidade nominal G Corrente dos consumidores Alternador - + P Motor Partida 60 A A Consumidores Elétricos: Faróis Injeção eletrônica Alarme Acelerador Som máquina de acionar vidros etc. 13,5 á 14,5 Volts
    119. Equilíbrio elétrico: O excesso de acessórios elétricos prejudicam o equilíbrio elétrico do veículo, descarregando a bateria sem dar chance ao alternador de repor a carga. Com o auxílio de um amperímetro, observe se a corrente que flui para a bateria é igual a zero ou positiva. Caso contrário, significa que o alternador não está conseguindo suprir os equipamentos nesta condição. TESTES DO VEÍCULO
    120. Curva de um alternador : marcha lenta TESTES DO VEÍCULO CV
    121. 1 – Solicite o Certificado de Garantia devidamente preenchido e sem rasura 2 – Verifique a data de venda marcada no Certificado e confira seu código com o da bateria Certificado devidamente preenchido e dentro do prazo de garantia? Inspeção visual da bateria Explique as regras ao cliente e não substitua a bateria sim não
      • Pólos danificados?
      • Sobrecarga?
      • marcas na tampa e caixa?
      sim não Tensão >= 12,3 V ? sim sim não Recarregue a bateria Testar a bateria c/ I=3 x C 20 ou ½ CCA Bateria aprovada? V(15”) >= 9,6 Volts não Devolver ao cliente e verificar motivo da descarga Substituir a bateria em garantia INÍCIO FIM ANÁLISE DE BATERIA
    122. INSPEÇÃO VISUAL
      • Verifique:
      • Pólos (quebrados, afundados ou com marcas de curto circuito);
      • Caixas e tampas (marcas de batidas, furos etc);
      • Nível do eletrólito (indicador de teste).
      • Constatando algum problema na inspeção visual, a garantia torna-se improcedente.
      • Agradecemos sua atenção
      • Dados para contato:
      • (011) 4368 4202
      • Rua Itápolis, 84 – São Bernardo do Campo - SP
      • www.aecautomacao.com.br
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