Ppt por carlina boros tr45 - educomunicação contribuições para a melhora do ensino médio - grupo 5

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Ppt por carlina boros tr45 - educomunicação contribuições para a melhora do ensino médio - grupo 5

  1. 1. Educomunicação Contribuições para a reforma do Ensino Médio Ismar de Oliveira Soares
  2. 2. <ul><li>Educomunicação no Ensino Médio </li></ul><ul><li>Súmula de uma proposta integradora </li></ul><ul><li>A educomunicação conceito que ao longo da segunda metade do século XX e início do século XXI vem aproximando o mundo da educação com o universo da comunicação </li></ul><ul><li>Pesquisas desenvolvidas pelo NCE/USP identificam um crescente interesse do sistema educativo e de seus agentes em encontrar formas e procedimentos que facilitem o diálogo dos educadores com a nova geração </li></ul><ul><li>A educomunicação tem facilitado o aprendizado e o engajamento de jovens em projetos que buscam transformar sua própria realidade </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Proposta de inclusão da educomunicação na reforma do Ensino Médio, divididas em 5 linhas de reflexão-ação, a saber: </li></ul>1a. Diálogo entre a comunicação e a educação 2a. Definição dos âmbitos de inserção da educomunicação nos espaços educativos: No âmbito administrativo No âmbito disciplinar No âmbito das ações práticas de natureza interdisciplinar 3a. Construção de metas programáticas: Desenvolver junto aos alunos as habilidades que lhe facilitem o domínio das tecnologias da informação Adotar, em todas as fases do exercício do magistério, uma pedagogia da comunicação 4a. Definição de políticas de formação do docente educomunicador 5a. Previsão, quando necessário, da colaboração de especialistas externos
  4. 4. Prática educomunicativa: de experiência alternativa a políticas públicas <ul><li>Neste segundo capítulo, especificação da natureza e história do conceito de educomunicação </li></ul><ul><li>Educomunicação: “é o conjunto de ações formativas voltadas ao planejamento e implementação de práticas destinadas a criar e desenvolver “ecossistemas educativos” abertos e criativos em espaços educativos, garantindo dessa forma, crescentes possibilidades de expressão a todos os membros das comunidades educativas” (SOARES, 2003) </li></ul><ul><li>A educomunicação não emerge espontaneamente num dado ambiente </li></ul><ul><li>Para sua implementação é necessário a colaboração e da assistência de especialistas com conhecimentos e experiências nesse campo de intervenção </li></ul>
  5. 5. <ul><li>O surgimento do conceito </li></ul><ul><li>Ensino formal não foi o berço da educomunicação </li></ul><ul><li>Surgiu em debates da luta social, sob títulos mais genéricos da “educação popular”, “comunicação alternativa”, “comunicação popular e alternativa” nas décadas de 1960 e 1970 </li></ul><ul><li>Educomunicação preve a formação teórica e prática para que as novas gerações tenham condições não apenas de ler criticamente o mundo dos meios de comunicação, mas, também, de promover suas próprias formas de expressão a partir da tradição latino-americana, construindo espaços de cidadania através do uso democrático e participativo dos recursos da comunicação e da informação </li></ul>
  6. 6. A educomunicação e ensino: o conceito chega às políticas públicas <ul><li>Início dos anos 2000, conceito figura no espaço das políticas públicas </li></ul><ul><li>Um exemplo é o Educom.rádio – atendeu 455 escolas da rede pública entre 2001 e 2004, formando mais de 11 mil pessoas </li></ul><ul><li>Outro exemplo é o Educomrádio.Centro-Oeste atendendo 70 escolas do Ensino Médio, com a capacitação de 2.500 pessoas </li></ul><ul><li>A partir de tais experiências podemos concluir que levar a comunicação e seus recursos para o espaço escolar representa: </li></ul><ul><li>Uma opção filosófica e ética </li></ul><ul><li>Uma opção política </li></ul><ul><li>Uma opção estratégica </li></ul>
  7. 7. Educomunicação: ecossistema comunicativo e áreas de intervenção <ul><li>Educomunicação, como uma maneira própria de relacionamento, faz sua opção pela construção de modalidades abertas e criativas de relacionamento, contribuindo, desta maneira, para que as normas que regem o convício passem a reconhecer a legitimidade do diálogo como metodologia de ensino, aprendizegem e convivência </li></ul>
  8. 8. As áreas de intervenção <ul><li>Educação para a comunicação </li></ul><ul><li>Expressão comunicativa através das artes </li></ul><ul><li>Mediação tecnológica na educação </li></ul><ul><li>Pedagogia da comunicação </li></ul><ul><li>Gestão comunicativa </li></ul><ul><li>Reflexão epistemológica </li></ul><ul><li>As áreas de intervenção são pontes lançadas para o mundo da mídia, do terceiro setor, da escola, oferecendo um diálogo sobre determinado âmbito da ação educomunicativa </li></ul>
  9. 9. Educomunicação no centro do debate sobre política educacional <ul><li>Educomunicação se apresenta como abordagem fundamental, num contexto em que a aprendizagem, a interação social, a participação na sociedade e, portanto, a cidadania dependem essencialmente de capacidades de comunicação e de diálogo bem desenvolvido entre as pessoas </li></ul><ul><li>Um dos aspectos a ser discutido sobre a reforma do ensino médio se refere às políticas educacionais, com base em um enfoque multifacetado que inclua a questão curricular, o perfil do educando uma proposta para sua formação, a preparação de professores e a gestão do ensino/educação escolar </li></ul><ul><li>A comunicação no currículo e experiências de políticas públicas </li></ul><ul><li>Se a educomunicação é filosofia e atitude de vida mais que simples procedimento funcional, deveria sua implantação ser regida por normas e leis? </li></ul><ul><li>Se a proposta defendida pelo NCE/USP é definida por códigos ou portarias, quais seriam os indicadores de eficiência a serem medidos para se saber se a disposição legal estaria, ou não, sendo cumprida? </li></ul>
  10. 10. Os jovens, o ensino médio e a comunicação <ul><li>Ainda que numerosa, não existe, portanto, uma juventude homogênea, mas, sim, uma juventude no plural, com suas diversas representações sociais e identidades </li></ul>Juventude deseja uma escola que responda a seus anseios <ul><li>Pesquisa Perfil da Juventude Brasileira, do Instituto Cidadania (2004): </li></ul><ul><li>Jovens preocupados com sua própria educação 38% </li></ul><ul><li>Jovens preocupados com a condição de trabalho ou de ocupação profissional (37%) </li></ul><ul><li>Pesquisa “que ensino médio queremos?”, da ONG Ação Educativa de SP (2007) </li></ul><ul><li>Interessados no aprendizado “às vezes” são 59% </li></ul><ul><li>Enquanto 28% acreditam que “raramente” há ineteresse </li></ul><ul><li>Pesquisa “motivos da evasão escolar”, da FGV (2009) </li></ul><ul><li>Sai da escola por desinteresse 40,1% </li></ul><ul><li>Por razões de trabalho e renda 27,1% e </li></ul><ul><li>Deixam de estudar por falta de acesso à escola 10,9% </li></ul>
  11. 11. A comunicação no cotidiano dos jovens, fora da escola <ul><li>Brasil como o país em que os jovens buscam caminhos próprios de comunicação, com destaque para o uso da Internet através da criação de páginas web ou de blogs </li></ul><ul><li>Ausência de preocupação da escola com a cultura digital </li></ul>A abertura trazida pela cultura digital <ul><li>As atividades sociais e de recreação online, passam a ser interpretadas como importantes meios para o desenvolvimento pessoal e social, além de possibilitar maior capacitação intelectual das novas gerações </li></ul><ul><li>Redes sociais têm formado hábitos e alterado a maneira como os jovens convivem socialmente </li></ul><ul><li>Através da Internet o jovem tem maior autonomia para a experimentação, o improviso e a auto-expressão </li></ul>
  12. 12. O professor-educomunicador <ul><li>É possível o educomunicador? </li></ul><ul><li>Na sociedade atual, torna-se fundamental que aquele que educa tenha capacidade e autonomia para identificar os amplos e complexos aspectos de comunicação relacionados ao seu público discente, ao seu trabalho e a si mesmo como sujeito interlocutor e participante, sem esquecer a relação dos sujeitos da educação com os sujeitos do sistema de meios de comunicação, tanto os produtores como os receptores </li></ul><ul><li>Criação em 2005 do projeto “Mídias na Educação” </li></ul><ul><li>Construindo a formação educomunicativa </li></ul><ul><li>Não confundir “tecnologia educativa” com “educomunicação </li></ul><ul><li>Garantir a infraestrutura necessária </li></ul><ul><li>Adotar, na formação docente, a “pedagogia de projetos” </li></ul><ul><li>Preparar o cenário para que o ecossistema comunicativo floresça sem inibições </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Conteúdos da formação do educomunicadores </li></ul><ul><li>esclarecimento do conceito de educomunicação </li></ul><ul><li>aprendizado teórico-prático em torno da comunicação </li></ul><ul><li>a prática experimental </li></ul>As novas tendências em comunicação e educação

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