Ciências Humanas e suas  Tecnologias - História      Ensino Médio, 2ª Série A ÁFRICA ATLÂNTICA
HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica                                               Por que estudar a África?           ...
HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica O “Berço” da humanidade  O continente é reconhecidamente associado ao surgimento d...
HISTÓRIA, Segundo Ano  A África Atlântica   Diversidade natural   que influenciou o   desenvolvimento   humano.           ...
HISTÓRIA, Segundo Ano A África Atlântica    Civilizações marcantes                                               O Antigo...
HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica Civilizações marcantes      Abaixo da região egípcia, onde hoje está o Sudão,    ...
HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica Civilizações marcantes    Na região da atual     Etiópia, desenvolveu-     se o a...
HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica Civilizações marcantes   Os reinos núbios surgiram após os    conflitos entre Kus...
HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica Civilizações marcantes   Na África do Norte (Mediterrânea) formou-se o importante...
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HISTÓRIA, Segundo Ano  A África Atlântica  Geralmente os membros das  comunidades eram  poliglotas, pois dominavam e  util...
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HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica Como estudar a África?  Há pelo menos quatro formas de abordar o espaço africano  ...
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HISTÓRIA, Segundo Ano  A África Atlântica     A África Atlântica     Para os estudiosos da     História da África, a     r...
A África AtlânticaA região sediou um dos mais importantes reinos históricos daÁfrica, o poderoso Império de Gana, que dese...
A África AtlânticaO reino de Mali estava nas proximidades da África Atlântica, porisso era bastante ligado à região. Mali ...
A África AtlânticaA situação geográfica da África Atlântica favoreceu bastante asatividades comerciais, pois são abundante...
EscravidãoA escravidão é uma característica marcante na vida da ÁfricaAtlântica, sendo o tráfico humano uma atividade que ...
Imagem: Autor desconhecido / United States Public Domain      Cenas da escravidão interna na África Atlântica.
Escravidão      Imagem: Autor desconhecido / Public Domain            Cenas da escravidão interna na África Atlântica.
Escravidão                                                            Mulheres e crianças                                 ...
EscravidãoCom a expansão marítima europeia, a partir do século XV, oscontatos entre a Europa e a África tornaram-se intens...
EscravidãoAs intensas intromissões externas contribuíram paradesestabilizar os reinos africanos, cada vez mais dependentes...
Escravidão Cerca de 90% dos escravos transferidos para as Américas  partiram da África Atlântica; No caso do forneciment...
Escravidão                                                           Esquemas e representações de navios                  ...
Escravidão O fluxo escravista a partir da África Atlântica acabou também  disseminando, através do êxodo escravo, vários ...
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Atividade Texto 2   “Dado fundamental do sistema escravista, a dessocialização,   processo em que o indivíduo é capturado...
Atividade  Por que podemos falar na existência de “várias Áfricas”?  Costumamos empregar nossos conceitos sobre as institu...
Atividade  Acompanhe o vídeo que está neste link e então registre suas  impressões a respeito da influência religiosa sobr...
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A áfrica atlântica

  1. 1. Ciências Humanas e suas Tecnologias - História Ensino Médio, 2ª Série A ÁFRICA ATLÂNTICA
  2. 2. HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica Por que estudar a África? Além de identificar e reconhecer as influências das culturas africanas (sobretudo da chamada África Atlântica) sobre a formação do Brasil, é necessário olhar outros povos, histórias e tradições, indo além do habitual costume que privilegia o estudo do mundo eurocêntrico (que tem a cultura de origem europeia como base ouImagem: ESEOHE CECILIA EJODAME / Creative referência).Commons Attribution-Share Alike 3.0 Unported
  3. 3. HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica O “Berço” da humanidade O continente é reconhecidamente associado ao surgimento do homem, pois em terras africanas foram identificadas várias e antigas espécies que fizeram parte da evolução humana. Migrações Desde os tempos mais remotos, as populações africanas passaram por processos migratórios ou pela formação de grupos isolados pouco numerosos, favorecendo a formação de vários grupos étnicos e de uma grande diversidade de estruturas sociais, tribos, comunidades e variadas formas de organização política – que, embora utilizemos termos ocidentais como “impérios” ou “reinos”, funcionavam de formas próprias e diferenciadas.
  4. 4. HISTÓRIA, Segundo Ano A África Atlântica Diversidade natural que influenciou o desenvolvimento humano. Desertos Estepes Savanas Florestas Vegetação mediterrânea OásisImagem: SEE-PE, redesenhado a partir de imagem de Autor Desconhecido.
  5. 5. HISTÓRIA, Segundo Ano A África Atlântica Civilizações marcantes  O Antigo Egito é, certamente, a mais conhecida e grandiosa civilização africana, tendo sido cenário de importantes acontecimentos e tendo construído uma formidável cultura.  Durante mais de 2 mil anos, os egípcios dominaram extensas regiões e promoveram obras fantásticas para honrar seus vários deuses e para produzir através do aproveitamento do Rio Nilo.Imagem: Jeff Dahl / GNU Free Documentation License
  6. 6. HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica Civilizações marcantes  Abaixo da região egípcia, onde hoje está o Sudão, civilizações deixaram suas marcas:  O Reino de Kush chegou a ser conhecido como a civilização dos “faraós negros”, tendo como capital a cidade de Meroé. Os kushitas também construíram pirâmides e tiveram relações tensas com os poderosos egípcios. O Imagem: Ruinas de Meroé / B N Chagny / Creative reino só foi extinto no Commons Attribution-Share Alike 1.0 Generic século IV da Era Cristã.
  7. 7. HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica Civilizações marcantes  Na região da atual Etiópia, desenvolveu- se o antigo reino Axum, que teve importantes relações comerciais com Israel e a Mesopotâmia. Axum foi também a porta de entrada para o Cristianismo na África. Imagem: Parque das estelas de Axum / Pzbinden7 / GNU Free Documentation License
  8. 8. HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica Civilizações marcantes  Os reinos núbios surgiram após os conflitos entre Kush e Axum, através da sobrevivência dos povos kushit as que se reuniram com os nobas, os blêmios e os nobatas. No século VI dC, os núbios estavam reunidos através dos reinos da Nobácia, de Macúria e de Aloa. Os três reinos possuíam grande força militar, desenvolveram intensas atividades de agricultura, mineração e comércio (que Imagem: Faraós Núbios / Wufei07 / public domain incluía negociação de escravos). O cristianismo também foi difundidos nestes reinos, mas o avanço islâmico acabou modificando definitivamente a situação. Os reinos existiram até o século XVI.
  9. 9. HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica Civilizações marcantes  Na África do Norte (Mediterrânea) formou-se o importante e poderoso império Cartaginês, que teve a cidade de Cartago (na atual Tunísia) como centro. Os cartagineses desenvolveram intenso comércio pelo Mediterrâneo e rivalizaram com gregos e romanos. Durante as Guerras Púnicas (264-146 aC), contra Roma, os cartagineses chegaram a invadir a Europa, mas acabaram sendo derrotados. Imagem: Ruínas de Cártago / Autor desconhecido / Public Domain
  10. 10. HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica Vários povos e várias etnias A diversidade cultural dos povos africanos era tamanha que os especialistas estimam que tenham existido mais de 1.200 línguas diferentes, muitas delas sem qualquer relação ou influência entre elas. As principais famílias linguísticas são:  Afro-Asiáticas (norte e leste): berbere, egípcio antigo, semítico, cushita e chádico;  Niger-Cordofaniana: Cordofaniano e Níger-Congo (ashanti, suaíli, banto, xosa, zulu, iorubá, ibo, etc.);  Nilo-Saariana (norte do Nilo, no Saara e no Sudão): Songai, saariano, mabã, furiã, comã e nilótico;  Coissã (sul): Hadza, sandane e coissã.
  11. 11. HISTÓRIA, Segundo Ano A África Atlântica Geralmente os membros das comunidades eram poliglotas, pois dominavam e utilizavam várias línguas, a exemplo daquelas que eram faladas por seus familiares e por línguas dos grupos e comunidades vizinhas. Línguas Afro-Asiáticas Línguas Niger-Cordofanianas Línguas Nilo-Saarianas Línguas CoissãImagem: SEE-PE, redesenhado a partir de imagem de Autor Desconhecido.
  12. 12. HISTÓRIA, Segundo Ano A África Atlântica A África teve e ainda tem inúmeros grupos étnicos característicos. Confira alguns: Sudaneses Bantos Bosquinianos Pigmeus Hotentotes Nilóticos A área em destaque é reconhecida como África NegraImagem: SEE-PE, redesenhado a partir de imagem de Autor Desconhecido.
  13. 13. HISTÓRIA, Segundo AnoA África Atlântica Como estudar a África? Há pelo menos quatro formas de abordar o espaço africano conforme fatores ambientais, sociais e culturais: 1. África do Norte, África Ocidental, África Oriental, África do Sul e África Central; (*) 2. África do Norte, África Subsaariana e África do Sul; 3. África Branca (norte) e África Negra (sul); 4. África Mediterrânea, África Oriental e África Atlântica. Atlântica (*) É a divisão mais utilizada e presente na cartografia estudada didaticamente, apresentando as sub-regiões africanas. Também é oficialmente empregada pela ONU (Organização das Nações Unidas), obedecendo a atual divisão política do continente.
  14. 14. África do Norte África Ocidental Oceano Atlântico África Central África Oriental África do SulImagem: SEE-PE, redesenhado a partir de imagem de Autor Desconhecido.
  15. 15. HISTÓRIA, Segundo Ano A África Atlântica A África Atlântica Esta região ocidental do continente, banhada pelo Oceano Atlântico e que teve fortes influências sobre a formação colonial das Oceano Américas, foi a Atlântico origem dos escravos que partiram para o Novo Mundo.Imagem: SEE-PE, redesenhado a partir de imagem de Autor Desconhecido.
  16. 16. HISTÓRIA, Segundo Ano A África Atlântica A África Atlântica Para os estudiosos da História da África, a região é formada pelos seguintes países atuais: Mauritânia, Senegal, Gâmbia, Guiné Bissau, Guiné, Serra Leoa, Oceano Libéria, Costa do Atlântico Marfim, Gana, Togo, Benin, Nigéria, Camarões, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe, Gabão, Congo, República Democrática do Congo e Angola.Imagem: SEE-PE, redesenhado a partir de imagem de Autor Desconhecido.
  17. 17. A África AtlânticaA região sediou um dos mais importantes reinos históricos daÁfrica, o poderoso Império de Gana, que desenvolveu intensaatividade mineradora e comercial que negociava vários produtos etambém impulsionou o tráfico de escravos. Situado numamovimentada rota entre as regiões atlânticas e subsaarianas, oimpério manteve contatos com vários povos, o que facilitou osnegócios envolvendo escravos. Gana manteve sob seu controlevários reinos na região e entrou em decadência após o domínio deinvasores islâmicos, no século XIII.
  18. 18. A África AtlânticaO reino de Mali estava nas proximidades da África Atlântica, porisso era bastante ligado à região. Mali adotou o islamismo etambém deveu seu desenvolvimento ao comércio, além de intensavida urbana, o que ocorria em grandes cidades como Tombuctu. Imagem: EhavEliyahu / Public Domain
  19. 19. A África AtlânticaA situação geográfica da África Atlântica favoreceu bastante asatividades comerciais, pois são abundantes os rios e os canaisnaturais navegáveis, facilitando o fluxo de pessoas e mercadoriasde várias partes. Imagem:Jialiang Gao www.peace-on-earth.org / GNU Free Documentation License
  20. 20. EscravidãoA escravidão é uma característica marcante na vida da ÁfricaAtlântica, sendo o tráfico humano uma atividade que teve muitaimportância na região. O escravismo era uma prática muitocomum na África e remonta os tempos das civilizações maisantigas do continente. Imagem: Autor desconhecido / United States Public Domain
  21. 21. Imagem: Autor desconhecido / United States Public Domain Cenas da escravidão interna na África Atlântica.
  22. 22. Escravidão Imagem: Autor desconhecido / Public Domain Cenas da escravidão interna na África Atlântica.
  23. 23. Escravidão Mulheres e crianças escravas. Imagem: Autor desconhecido / United States Public Domain
  24. 24. EscravidãoCom a expansão marítima europeia, a partir do século XV, oscontatos entre a Europa e a África tornaram-se intensos e, comeles, a escravidão ganhou mais mercados através do tráficoatlântico, que passou a ter o Novo Mundo como destino.Os portugueses estabeleceram privilegiadas condições denegociação, estabelecendo grande volume de atividades epossibilitando o aumento das influências externas sobre a ÁfricaAtlântica.Tráfico atlântico:  Fluxo externo para as Américas;  Preferência por escravos homens, por crianças e adolescentes.
  25. 25. EscravidãoAs intensas intromissões externas contribuíram paradesestabilizar os reinos africanos, cada vez mais dependentes daspotências europeias.O tráfico atlântico acentuou também os problemas internos naÁfrica, pois aumentou as tensões entre os povos e sociedadesnuma luta entre aqueles que buscavam escravos e aqueles quebuscavam resistir à submissão.
  26. 26. Escravidão Cerca de 90% dos escravos transferidos para as Américas partiram da África Atlântica; No caso do fornecimento de escravos para o Brasil, os interesses pelo controle do comércio escravista gerou atritos entre lideranças e grupos africanos, comerciantes portugueses e também brasileiros; Imagem: Castelo de São Jorge da Mina, em Gana – Grande porto escravista português / Dave Ley / GNU Free Documentation License
  27. 27. Escravidão Esquemas e representações de navios negreiros que faziam as rotas entre a África Atlântica e as Américas.Imagem: Autor desconhecido / United States Public Domain
  28. 28. Escravidão O fluxo escravista a partir da África Atlântica acabou também disseminando, através do êxodo escravo, vários elementos da cultura nativa africana para as Américas, então significativa parte da base sociocultural das sociedades formadas nas Américas receberam influências diretas dos povos da África Atlântica; As populações escravas passaram a constituir a população americana, agindo no processo de produção colonial, mas a devida integração à sociedade ainda não foi concluída mesmo após o fim do trabalho escravo; A continuidade do tráfico escravo foi trágica para vários reinos, aldeias e povoados africanos, que passaram a ser atacados para obtenção de pessoas que seriam submetidas ao escravismo no Mundo Atlântico.
  29. 29. Atividade Texto 1 “Se definirmos o escravo como alguém que é propriedade de outro – que pode ser pessoa, grupo social, instituição ou cargo político –, e cuja propriedade é reconhecida por leis e costumes, temos que concluir que a ‘prisão social’ do cativo doméstico constituía uma forma de escravidão. Essa definição de escravo vale tanto para a escravidão ‘de linhagem’ como para a utilização comercial em larga escala de escravos, esta também encontrada na África em lugares e períodos específicos”. João José Reis, “Notas sobre a escravidão na África pré-colonial”
  30. 30. Atividade Texto 2 “Dado fundamental do sistema escravista, a dessocialização, processo em que o indivíduo é capturado e apartado de sua comunidade nativa, se completa com a despersonalização, na qual o cativo é convertido em mercadoria na sequencia da reificação, da coisificação, levada a efeito na sociedade escravista”. Luiz Felipe Alencastro, “O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul” Vamos debater! Como podemos identificar as definições de escravidão nos textos lidos? É possível comparar as formas de escravidão existentes na antiguidade e aquela que existia na África?
  31. 31. Atividade Por que podemos falar na existência de “várias Áfricas”? Costumamos empregar nossos conceitos sobre as instituições sociais para entender a sociedade africana, mas o funcionamento dos “reinos”, “impérios” e o “Estado” na África não ocorre exatamente como indicam nossos conceitos. Discuta como ocorrem estas variações.
  32. 32. Atividade Acompanhe o vídeo que está neste link e então registre suas impressões a respeito da influência religiosa sobre a escravidão atlântica.Vídeos Conheça mais sobre a história africana e sobre a África Atlântica através dos seguintes vídeos na internet: África Ocidental: Togo e Benin África: Uma História rejeitada
  33. 33. Tabela de ImagensSlide Autoria / Licença Link da Fonte Data do Acesso         2 ESEOHE CECILIA EJODAME / Creative  http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Africa_ 20/04/2012 Commons Attribution-Share Alike 3.0 Unported sight.png 5 Jeff Dahl / GNU Free Documentation License http://en.wikipedia.org/wiki/File:Pharaoh.svg 20/04/2012 6 Ruinas de Meroé / B N Chagny / Creative  http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sudan_ 20/04/2012 Commons Attribution-Share Alike 1.0 Generic Meroe_Pyramids_2001.JPG 7 Parque das estelas de Axum / Pzbinden7 / GNU  http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Stela_a 20/04/2012 Free Documentation License ksum.jpg 8 Faraós Núbios / Wufei07 / public domain http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Nubian 20/04/2012 Pharoahs.jpg 9 Ruínas de Cártago / Autor desconhecido /  Public http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Ruines 20/04/2012 Domain _de_Carthage.jpg 18 EhavEliyahu / Public Domain http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Berber 20/04/2012 _Trade_with_Timbuktu_1300s.jpg 19 Jialiang Gao www.peace-on-earth.org / GNU  http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Niger_ 20/04/2012 Free Documentation License River_Center_Island.jpg 20 Autor desconhecido / United States Public  http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Slaveb 20/04/2012 Domain eating.jpg 21 Autor desconhecido / United States Public  http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Slaves_ 20/04/2012 Domain in_Ethiopia_-_19th_century.jpg 22 Autor desconhecido / Public Domain http://commons.wikimedia.org/wiki/File:ST- 20/04/2012 slaves.jpg?uselang=en
  34. 34. Tabela de ImagensSlide Autoria / Licença Link da Fonte Data do Acesso         23 Autor desconhecido / United States Public  http://commons.wikimedia.org/wiki/File:1890sc 20/04/2012 Domain _Artwork_01.jpg 26 Castelo de São Jorge da Mina, em Gana – Grande http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Elmina 20/04/2012 porto escravista português / Dave Ley / GNU  _slave_castle.jpg Free Documentation License 27 Autor desconhecido / United States Public  http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Slavetr 20/04/2012 Domain ade2.jpg11,  SEE-PE, redesenhado a partir de imagem de  Acervo SEE-PE. 26/04/201212,  Autor Desconhecido.14, e15 
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