Trab. Geo2 (2)..

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  • Trab. Geo2 (2)..

    1. 1. Intervenção humana nos subsistemas terrestres 2008/09
    2. 2. O sistema Terra, os seus subsistemas e a acção antrópica
    3. 3. <ul><li>O nosso planeta é um sistema fechado, formado por vários subsistemas em interacção : </li></ul><ul><ul><li>A atmosfera </li></ul></ul><ul><ul><li>A hidrosfera </li></ul></ul><ul><ul><li>A geosfera </li></ul></ul><ul><ul><li>A biosfera (onde o ser </li></ul></ul><ul><ul><li>humano está incluído) </li></ul></ul>O Sistema Terra, os seus subsistemas, e a acção antrópica
    4. 4. <ul><li>Assim, vemos que a acção antrópica é notável em todos os subsistemas, sendo no entanto mais saliente na geosfera, onde habita e, por consequência, modifica os ambientes para sua própria integração… </li></ul>O Sistema Terra, os seus subsistemas, e a acção antrópica
    5. 5. O Homem e a natureza… <ul><li>Desde sempre, o Homem tem necessidade de explorar os recursos terrestres para satisfazer as suas necessidades básicas e secundárias. </li></ul><ul><ul><li>Recolhe e cultiva os campos, e cria ou caça os animais para se alimentar; </li></ul></ul><ul><ul><li>Utiliza os recursos geológicos para a construção de abrigos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Explora a água para funções de higiene, alimentação, etc. </li></ul></ul><ul><ul><li>… </li></ul></ul>Campos cultivados pelo ser humano
    6. 6. <ul><li>Figura 3. Representação esquemática do ciclo do carbono na natureza. Note que na interacção com a acção humana (queima de óleo e carvão) só há fornecimento, não há absorção de CO 2 . </li></ul>O Homem e a natureza…
    7. 7. Recursos naturais <ul><ul><li>São componentes, materiais ou não, da paisagem geográfica, cuja própria génese é independente do Homem; </li></ul></ul><ul><ul><li>Conservam valores económicos, sociais e culturais; </li></ul></ul><ul><ul><li>São úteis para o desenvolvimento, sobrevivência e bem-estar da sociedade. </li></ul></ul><ul><ul><li>Exemplo: os recursos hídricos, por exemplo, têm de ser armazenados e canalizados, quer para consumo humano directo – irrigação quer para geração de energia hidroeléctrica. </li></ul></ul>
    8. 8. Classificação dos recursos naturais <ul><li>Ferro </li></ul><ul><li>Alumínio </li></ul><ul><li>Chumbo </li></ul><ul><li>Argila </li></ul><ul><li>Enxofre </li></ul><ul><li>Diamante </li></ul><ul><li>Plantas </li></ul><ul><li>Animais </li></ul><ul><li>… </li></ul>
    9. 9. <ul><li>Quanto á sua reutilização: </li></ul><ul><ul><li>Alguns recursos são em número finito na Terra, pois são produzidos a um ritmo muito lento, sendo a velocidade de utilização bem superior -Não renováveis. </li></ul></ul><ul><ul><li>Outros recursos, como fontes de energia provenientes de factores atmosféricos, como o vento ou o sol, são eternos - recursos perpétuos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Por outro lado, existem outros componentes do ambiente considerados renováveis , pois a sua renovação é constante e compatível com a vida humana. </li></ul></ul>Classificação dos recursos naturais
    10. 10. Classificação dos recursos naturais quanto à sua reutilização
    11. 11. Impactos da mão humana Aumento demográfico Exploração dos recursos “ A interferência humana nos subsistemas terrestres é actualmente tão intensa que tem conduzido a uma progressiva degradação ambiental, gerando incertezas sobre as possibilidades de sobrevivência e perpetuação da espécie humana no planeta.”
    12. 12. <ul><ul><li>O elevado crescimento populacional é desproporcional ao crescimento da produtividade, principalmente nos PVD (países em vias de desenvolvimento). </li></ul></ul><ul><ul><li>Necessidade de explorar cada vez maiores quantidades de recursos naturais, em especial os recursos geológicos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento tecnológico e económico. </li></ul></ul><ul><li>Estes últimos anos, têm-se assistido a modificações a nível demográfico e económico na história da humanidade, que vão ter impactos negativos no ambiente graves: </li></ul>
    13. 13. Impacto da actividade humana Crescimento populacional Perda de espaços naturais Degradação ambiental Ocupação de áreas de risco Mais catástrofes naturais
    14. 14. Inconvenientes do aumento demográfico Crescimento populacional O ser humano é também responsável pela modelação da geosfera, e como vimos, este impacto têm se tornado cada vez mais notável, dado o crescimento da população.
    15. 15. <ul><li>inconvenientes do aumento demográfico </li></ul><ul><li>Ocupação de áreas de risco </li></ul><ul><li>Porquê </li></ul><ul><li>A construção de casas em zonas de risco justifica-se pela: </li></ul><ul><ul><li>falta de outros locais melhores, que já foram ocupados. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os terrenos de risco são sempre mais baratos (periferia das cidades, por exemplo). </li></ul></ul><ul><ul><li>O quê </li></ul></ul><ul><li>A ocupação de áreas de risco pode ter impactos muito negativos na sociedade, podendo levar à perda de vidas e bens materiais, tendo repercussões na economia da região. </li></ul>
    16. 16. <ul><ul><li>Como: </li></ul></ul><ul><li>Estas catástrofes têm origem em: </li></ul><ul><ul><li>deslizamentos de terrenos </li></ul></ul><ul><ul><li>Actividade sísmica intensa </li></ul></ul><ul><ul><li>Actividade vulcânica intensa </li></ul></ul><ul><ul><li>subsidência em zonas mineiras abandonadas </li></ul></ul><ul><ul><li>Inundações </li></ul></ul><ul><ul><li>Medidas: </li></ul></ul><ul><li>Os efeitos de alguns desastres naturais podem ser minimizados: </li></ul><ul><ul><li>O avanço tecnológico permite prever as catástrofes, permitindo a actuação das forças de segurança a tempo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Comportamentos humanos adequados e atentos, como: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Conservação do campo de extensão das cheias; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Gestão das obras hidráulicas; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Revestimento de vegetação dos terrenos inclinados; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Drenagem e consolidação com muros de fixação das encostas. </li></ul></ul></ul><ul><li>inconvenientes do aumento demográfico </li></ul><ul><li>Ocupação de áreas de risco </li></ul>
    17. 17. Maior probabilidade de deslizamentos Maior probabilidade de deslizamentos Maior probabilidade de deslizamentos
    18. 18. <ul><li>inconvenientes do aumento demográfico </li></ul><ul><li>Perda de espaços naturais </li></ul>Crescimento populacional Degradação ambiental
    19. 19. Exploração dos recursos naturais <ul><li>Exploração dos recursos </li></ul><ul><ul><li>Perigos da extracção </li></ul></ul><ul><ul><li>Escassez dos recursos renováveis </li></ul></ul><ul><ul><li>Resíduos e problemas que acarretam </li></ul></ul>
    20. 20. <ul><li>inconvenientes da extracção </li></ul><ul><li>Perigos </li></ul><ul><ul><li>A extracção dos recursos naturais com mão humana envolve diferentes técnicas de elevada tecnologia, que são prejudiciais aos ambientes: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Extracção das areias dos leitos dos rios provoca a destruição da fauna e da flora. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Contaminação dos cursos de água com partículas em suspensão provenientes das explorações mineiras. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Impacto ambiental causado pelas pedreiras e escombreiras resultantes da movimentação de terras que descaracterizam e poluem as paisagens. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Contaminação dos lençóis freáticos. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Remoção de coberto arbóreo. </li></ul></ul></ul>Exploração dos recursos
    21. 21. <ul><ul><li>Escassez de recursos renováveis </li></ul></ul><ul><ul><li>Alguns recursos classificados como renováveis poderão, a curto prazo, transformarem-se em recursos não renováveis, em consequência do aumento populacional e da má gestão dos recursos naturais. </li></ul></ul><ul><ul><li>O exemplo mais à vista deste problema é a </li></ul></ul><ul><ul><li>escassez a água que o futuro ameaça. É </li></ul></ul><ul><ul><li>provável que as próximas guerras sejam </li></ul></ul><ul><ul><li>pela posse de importantes fontes de água </li></ul></ul><ul><ul><li>potável. </li></ul></ul>inconvenientes da extracção Exploração dos recursos
    22. 22. A água <ul><ul><li>A água tem sido sobrevalorizada à medida que o seu consumo tem aumentado, e as suas reservas diminuído. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os recursos de água está num número finito no nosso planeta, o está a preocupar as nações que se mentalizam deste facto cada vez melhor. </li></ul></ul><ul><ul><li>Assim, é nos exigido um consumo atento e cuidado , de modo a não exceder os volumes renováveis pelo ciclo hidrológico. </li></ul></ul>Escassez de recursos renováveis
    23. 23. A água Recurso renovável Recurso não renovável Escassez de recursos renováveis
    24. 24. <ul><li>Ciclo hidrológico </li></ul>
    25. 25. <ul><li>Se o consumo for superior à recarga podemos assistir a diferentes situações : </li></ul><ul><ul><li>Descida do nível da toalha freática em forma de cone invertido; </li></ul></ul><ul><ul><li>Alargamento e afundamento do cone; </li></ul></ul><ul><ul><li>Afundamento dos terrenos (cidade de Veneza e México); </li></ul></ul><ul><ul><li>No litoral ocorre a infiltração de água salgada, no interior das terras, contaminando os recursos de água potável e contribuindo para a salinização dos solos. </li></ul></ul>A água Escassez de recursos renováveis
    26. 26. <ul><li>Cuidados a ter com o uso de águas subterrâneas e superficiais </li></ul><ul><ul><li>O uso de água por parte de um país não pode prejudicar os outros países vizinhos, pelo que deve informar sobre as acções que pretende realizar; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ambos devem participar na gestão da água; </li></ul></ul><ul><ul><li>Criar legislação sobre o transporte de produtos perigosos nos cursos de água; </li></ul></ul><ul><ul><li>Obrigatoriedade da existência de navios de casco duplo e de tonelagem adequada; </li></ul></ul><ul><ul><li>Evitar a impermeabilização e a poluição das zonas onde ocorre a recarga do aquífero; </li></ul></ul><ul><ul><li>Evitar a sobre exploração dos aquíferos principalmente os costeiros. </li></ul></ul>A água Escassez de recursos renováveis
    27. 27. Exploração dos recursos <ul><li>- Produção e acumulação de resíduos </li></ul><ul><li>O que são resíduos </li></ul><ul><li>Os resíduos são resultantes das actividades humanas, são substâncias sem utilidade aparente e contribuem fortemente para a degradação ambiental. </li></ul>inconvenientes da extracção
    28. 28. <ul><li>Problemas que os resíduos acarretam: </li></ul><ul><ul><li>Poluição </li></ul></ul><ul><ul><li>armazenamento </li></ul></ul>inconvenientes da extracção Produção e acumulação de resíduos
    29. 29. inconvenientes da extracção Produção e acumulação de resíduos <ul><li>Poluição </li></ul><ul><li>A poluição é uma alteração indesejável ao nível dos diferentes subsistemas terrestres, provocada por acção humana, através da introdução directa ou indirecta de substâncias, vibrações, calor ou ruído no ar, água ou no solo, susceptíveis de prejudicar a saúde humana ou a qualidade do ambiente. </li></ul><ul><li>é uma consequência da exploração dos recursos, que estes últimos anos tem aumentado, também pelo facto de a nossa sociedade se ter tornado muito consumista, esbanjando muitos materiais. </li></ul><ul><li>Nota: uma erupção vulcânica não é considerada uma fonte de poluição porque é um fenómeno natural que escapa ao controlo humano. </li></ul>
    30. 30. inconvenientes da extracção Produção e acumulação de resíduos <ul><li>Armazenamento e transporte dos resíduos perigosos </li></ul><ul><li>O armazenamento dos resíduos perigosos constitui um problema de difícil resolução, dada a enorme quantidade a que são produzidos. </li></ul><ul><li>Tanto o transporte como o armazenamento implica sérios riscos ambientais. </li></ul><ul><li>A solução encontrada para estes resíduos é o seu encerramento em robustos recipientes fechados e depositados no fundo dos oceanos. No entanto, esta solução acarreta riscos: </li></ul><ul><ul><li>deterioração dos recipientes </li></ul></ul><ul><ul><li>Libertação dos dejectos tóxicos/perigosos/radioactivos </li></ul></ul><ul><ul><li>Catástrofes ecológicas </li></ul></ul>
    31. 31. Alterações do ambiente global <ul><li>Como vimos, nas últimas décadas, a acção humana nos subsistemas têm se agravado gradualmente, fazendo com que a humanidade enfrente agora graves problemas ambientais, sendo os mais mediáticos: </li></ul><ul><ul><li>Aquecimento global </li></ul></ul><ul><ul><li>Buraco na camada do ozono </li></ul></ul><ul><ul><li>Chuvas ácidas </li></ul></ul><ul><ul><li>Smog </li></ul></ul>
    32. 32. Estratégias de preservação do ambiente <ul><li>Desenvolvimento sustentável </li></ul><ul><li>Medidas de combate: </li></ul><ul><ul><li>Ordenamento do território </li></ul></ul><ul><ul><li>Tratamento de resíduos </li></ul></ul><ul><ul><li>Recuperação de áreas degradadas </li></ul></ul><ul><ul><li>Conservação do património geológico (geomonumentos) </li></ul></ul>
    33. 33. Desenvolvimento sustentável e equilíbrio ambiental Como vimos, a actividade económica mundial tem sido acompanhada de uma acentuada exploração dos recursos, de graves atentados ao património natural e de uma degradação generalizada no ambiente. Face ao reconhecimento desta situação, a comunidade internacional iniciou uma serie de encontros destinados a debater a forma como a humanidade tem conduzido o processo de desenvolvimento. Em 1987, a comissão mundial da ONU para o Ambiente e Desenvolvimento apresentou um documento no qual expôs uma nova forma de entender o desenvolvimento – desenvolvimento sustentável.
    34. 34. Desenvolvimento sustentável <ul><li>Desenvolvimento sustentável: conjunto de processos e atitudes que satisfazem as nossas necessidades (presente), sem pôr em risco a possibilidade dos nossos filhos ou netos (futuro) satisfazerem as deles. </li></ul><ul><li>Assim, o desenvolvimento sustentável ocupa-se das seguintes situações: </li></ul><ul><ul><li>Dependência da energia Solar; </li></ul></ul><ul><ul><li>Uso racional da energia e da matéria; </li></ul></ul><ul><ul><li>Controlo da poluição; </li></ul></ul><ul><ul><li>Promoção da reciclagem e reutilização; </li></ul></ul><ul><ul><li>Controlo do crescimento populacional; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ordenamento do território. </li></ul></ul>
    35. 35. <ul><li>Este comportamento de desprezo pela natureza, reflexo da sobreposição de interesses económicos tem conduzido à destruição parcial do património da humanidade. </li></ul><ul><li>Para reduzir o impacto ambiental das actividades humanas, tem-se desenvolvido um conjunto de Estratégias de preservação do património : </li></ul><ul><ul><li>Ordenamento do território </li></ul></ul><ul><ul><li>Tratamento dos resíduos </li></ul></ul><ul><ul><li>Recuperação de áreas degradadas </li></ul></ul><ul><ul><li>Conservação do património geológico </li></ul></ul>Medidas de combate
    36. 36. Ordenamento do território <ul><li>Objectivos: </li></ul><ul><ul><li>Valorizar o território, assegurando uma adequada organização e utilização do território nacional; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ter em conta a harmonia com o meio e sustentabilidade; </li></ul></ul><ul><ul><li>Contribuir para o desenvolvimento sociocultural da região. </li></ul></ul>Medidas de combate
    37. 37. Ordenamento de território <ul><li>Isto é possível se: </li></ul>Medidas de combate
    38. 38. Ordenamento de território <ul><li>Programas a desenvolver no nosso País neste âmbito: </li></ul><ul><ul><li>Programa polis - debruça-se sobre os problemas ambientais nos meios urbanos, procurando a qualidade urbanística e arquitectónica dos espaços públicos, a qualidade dos meios de transporte e das zonas de lazer e a eficácia dos meios de segurança. </li></ul></ul><ul><ul><li>Programa Natura – segue directivas comunitárias e tem por fim estabelecer uma rede de sítios com importância comunitária, de forma a preservar a distribuição e abundância das espécies e dos habitats ameaçados, tanto terrestres como marinhos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Plano Director Municipal (PDM) – possibilita também ordenar e gerir os recursos dos municípios. </li></ul></ul><ul><ul><li>Plano de Ordenamento da Orla Costeira – desenvolve e ordena a orla costeira. </li></ul></ul>Medidas de combate
    39. 39. <ul><li>Como já vimos anteriormente, o não tratamento destes resíduos causa várias preocupações ambientais, ao nível da poluição dos solos, da água e do ar, podendo ser prejudicial à saúde humana (resíduos nucleares). </li></ul><ul><li>Existem vários processos de tratamento de uma grande parte dos diversos tipos de resíduos produzidos. Neste âmbito, iremos especificar os Resíduos Sólidos Urbanos. </li></ul><ul><ul><li>Resíduos sólidos urbanos (RSU): resultantes da actividade doméstica e comercial das povoações. A sua composição varia de população para população, dependendo da situação socioeconómica e das condições e hábitos de vida de cada um. </li></ul></ul>Tratamentos de resíduos Medidas de combate
    40. 40. Em tempos anteriores… <ul><li>Lixeiras </li></ul><ul><ul><li>Repositório onde se armazena lixo temporariamente, sem que seja feito qualquer tipo de tratamento e este encontra-se a céu aberto à mercê da natureza. </li></ul></ul>Perigos <ul><ul><li>Resíduos em decomposição; </li></ul></ul><ul><ul><li>Combustões espontâneas de materiais e explosões; </li></ul></ul><ul><ul><li>Populações eram abastecidas por cursos de água contaminados pelas lixeiras; </li></ul></ul>Medidas de combate Tratamentos de resíduos
    41. 41. Incineração <ul><li>Processo de redução do volume do lixo até 90%, através de aparelhos e usinas especiais, restando um material que pode ser enviado para aterros sanitários. </li></ul><ul><ul><li>Destrói os microrganismos que causam doenças; </li></ul></ul><ul><ul><li>Os gases resultantes da incineração têm que sofrer um tratamento posterior; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aproveitamento de energia; </li></ul></ul>Tratamento de resíduos Medidas de combate <ul><ul><li>Grande desvantagem: como não há reciclagem dos materiais torna-se uma perda no ciclo de renovação dos recursos </li></ul></ul>
    42. 42. <ul><li>Espaço destinado à deposição final de resíduos sólidos gerados pela actividade humana que não puderem ser valorizados de outras formas, nomeadamente reutilização, reciclagem e valorização orgânica ou energética. </li></ul><ul><li>Os aterros sanitários vieram permitir de uma forma gradual abandonar e encerrar as lixeiras existentes e requalificar essas áreas potencialmente poluídas. </li></ul><ul><li>Do processo normal de degradação resulta um gás – denominado de biogás – que pode ser utilizado para a produção de energia eléctrica, desde que tal seja economicamente viável. </li></ul><ul><li>Possui um sistema de impermeabilização, drenagem e captação das águas lixiviantes, para evitar que possam atingir linhas de água ou até mesmos lençóis freáticos, causando graves danos no ambiente. </li></ul>Aterros Sanitários Tratamento de resíduos Medidas de combate
    43. 43. Aterros Sanitários
    44. 44. Tratamento de resíduos <ul><li>O que se entende por reciclagem? </li></ul><ul><li>A reciclagem é uma forma de valorização dos resíduos na qual se regeneram diferentes matérias, que funcionam como matérias-primas para a produção de novos produtos. </li></ul><ul><li>O conceito de reciclagem serve apenas para os materiais que podem voltar ao estado original e ser transformado novamente em um produto igual em todas as suas características. </li></ul><ul><li>Torna-se atractiva, sempre que: </li></ul><ul><li>O custo de destruição dos resíduos é alto; </li></ul><ul><li>È economicamente viável por envolver grandes quantidades de resíduos; </li></ul><ul><li>Há mercado para os produtos reciclados. </li></ul>Medidas de combate
    45. 45. Tratamento de resíduos <ul><li>Tudo o que é produzido pela Natureza rapidamente se transforma noutras coisas. </li></ul><ul><li>O ser humano produz vários tipos de material que não são facilmente degradados pelos agentes da Natureza e grande quantidade desses materiais espalhados por todo o lado. </li></ul><ul><li>CURIOSIDADES: </li></ul><ul><li>O papel e o cartão podem levar de 3 a 6 meses para serem absorvidos. </li></ul><ul><li>Latas de refrigerante levam uma vida: de 80 a 100 anos; </li></ul><ul><li>O plástico pode levar até 500 anos; </li></ul><ul><li>O vidro fica um milhão de anos na Natureza. </li></ul>Medidas de combate
    46. 46. Separação do lixo pelos ecopontos Reciclagem Tratamento de resíduos Medidas de combate
    47. 47. <ul><li>- Palavras - chaves para quem quer ser um defensor do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável; </li></ul><ul><li>-Aplicável a outros resíduos para além dos RSU ; </li></ul><ul><li>Reduzir </li></ul><ul><li>Reutilizar </li></ul><ul><li>Reciclar </li></ul><ul><li>Recuperar </li></ul><ul><li>Respeitar </li></ul><ul><li>Responsabilizar </li></ul>Política dos 6 R’s Tratamento de resíduos Medidas de combate
    48. 48. Recuperação de áreas degradadas Medidas de combate
    49. 49. Recuperação de áreas degradadas Medidas de combate
    50. 50. Recuperação de áreas degradadas Medidas de combate Áreas a serem recuperadas…..
    51. 51. Recuperação de áreas degradadas Medidas de combate (conservando a arquitectura industrial)
    52. 52. Recuperação de áreas degradadas Medidas de combate
    53. 53. Recuperação de áreas degradadas Medidas de combate
    54. 54. Recuperação de áreas degradadas Medidas de combate
    55. 55. Recuperação de áreas degradadas Medidas de combate
    56. 56. <ul><li>Locais de interesse paisagístico, científico, geomorfológico e arquitectónico; </li></ul><ul><li>Vestígios de actividade extractiva; </li></ul><ul><li>Informam sobre a evolução dos processos geológicos naquele local – são o testemunho de uma certa página da história da Terra; </li></ul>Conservação do património geológico Medidas de combate
    57. 57. Conservação do património geológico Medidas de combate
    58. 58. Conservação do património geológico Medidas de combate
    59. 59. Conservação do património geológico Medidas de combate
    60. 60. Conservação do património geológico Medidas de combate
    61. 61. Conservação do património geológico Medidas de combate
    62. 62. Bibliografia <ul><li>Terra, Universo e Vida , SILVA Amparo, MESQUITA Almira, Porto Editora, 2008. </li></ul><ul><li>Geo Ambiente e Sociedade, SANTOS Fernando, LOPES Francisco, Edições ASA, 2004. </li></ul>
    63. 63. Trabalho realizado por : <ul><li>Filipa Cerqueira </li></ul><ul><li>Rita Cerqueira </li></ul><ul><li>Silvana Norberto </li></ul><ul><li>Victória de Matos </li></ul><ul><li>10ºB </li></ul>Professor: Daniel Araújo Disciplina: Biologia Geologia A Escola Secundária de Ponte de Lima

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