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Roteiro de Leitura
 

Roteiro de Leitura

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    By: talula
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    Roteiro de Leitura Roteiro de Leitura Presentation Transcript

    • O Cavaleiro da DinamarcaSophia de Mello Breyner Andresen
      Roteiro de leitura do 7.ºI
    • Roteiro de leitura do 7.ºI
      Antes de iniciarmos a leitura da obra…
    • 1. Lemos e analisámos vários poemas.
      Viagem
      É o vento que me leva.
      O vento lusitano.
      É este sopro humano
      Universal
      Que enfuna a inquietação de Portugal.
      É esta fúria de loucura mansa
      Que tudo alcança
      Sem alcançar.
      Que vai de céu em céu,
      De mar em mar,
      Até nunca chegar.
      E esta tentação de me encontrar
      Mais rico de amargura
      Nas pausas da ventura
      De me procurar...
      Miguel Torga, in 'Diário XII’
    • Palácio da Ventura
      Sonho que sou um cavaleiro andante.
      Por desertos, por sóis, por noite escura,
      Paladino do amor, busca anelante
      O palácio encantado da Ventura!
      Mas já desmaio, exausto e vacilante,
      Quebrada a espada já, rota a armadura...
      E eis que súbito o avisto, fulgurante
      Na sua pompa e aérea formusura!
      Com grandes golpes bato à porta e brado:
      Eu sou o Vagabundo, o Deserdado...
      Abri-vos, portas d'ouro, ante meus ais!
      Abrem-se as portas d'ouro, com fragor...
      Mas dentro encontro só, cheio de dor,
      Silêncio e escuridão -- e nada mais!
      Antero de Quental, in ‘Sonetos’
    • 2. Vimos e comentámos um PowerPoint sobre a vida da autora.
    • 3. Vimos um pequeno vídeo de motivação para a leitura...
    • 4. Lemos em voz alta o início da obra O Cavaleiro da Dinamarca e formulámos hipóteses a cerca do conteúdo da história.
      Para onde é que o Cavaleiro vai partir?
      Por que é que ele vai partir?
      Será que vai regressar?
      ...
    • 5. Assistimos à peça de teatro "A Viagem do Cavaleiro"...
    • Roteiro de leitura do 7.ºI
      Durante a leitura
      da obra…
    • 1. Lemos e analisámos a obra até ao momento em que o Cavaleiro da Dinamarca anuncia a sua partida em peregrinação…
      O Cavaleiro da Dinamarca vivia com a sua família no meio de uma floresta, no extremo norte da Dinamarca.
      Aí os Invernos eram longos, frios e rigorosos. Apenas a noite de Natal aquecia aqueles dias gelados.
      A família do Cavaleiro era muito unida e crente, por isso essa noite era sempre muito alegre. Era um momento de grande agitação, de muita harmonia e paz e de partilha de histórias de amor e de aventura.
      No entanto, naquele ano, o Cavaleiro anunciou a sua partida para Jerusalém em peregrinação. A família ficou muito triste, mas como tinha muita fé aceitou e compreendeu a sua decisão.
    • Actividade 1
       
      Lê o texto informativo sobre a história de amor de Tristão e Isolda. Faz a selecção e o tratamento da informação do texto e, em seguida, escreve um pequeno verbete sobre esta.
    • Tristão e Isolda
      Viveu em tempos um homem chamado Tristão. Ele era de origem nobre, mas ficou órfão e miserável.
      Tristão foi acolhido pelo seu tio Marco, rei da Cornualha, que fez dele um Cavaleiro da Távola Redonda.
      Um dia, ele ficou gravemente ferido e teve de pedir ajuda à rainha de Irlanda, grande inimiga do seu tio, mas que tinha dotes mágicos que o podiam curar.
      Disfarçou-se de músico e tornou-se professor da princesa Isolda, “A Loura”, da Irlanda. Ela era belíssima e quando Tristão regressou à Cornualha, aconselhou o seu tio a casar-se com ela. Esta era uma forma de os dois reinos se unirem.
      A rainha da Irlanda concordou e fez uma poção mágica de amor, de modo a que eles se amassem para sempre.
    • No momento em que eles deviam beber a poção mágica, por engano, quem a bebeu foi Tristão e Isolda. Apesar disso, Isolda casou com o Rei Marco.
      No entanto, Tristão e a sua amada continuaram a encontrar-se, pois não conseguiam controlar e expulsou-os do castelo. Juntos vaguearam durante muito tempo, acabando por ficar pobres e doentes.
      Quando o Rei Marco soube, acolheu-os e tratou-os.
      Mais tarde, ele aceitou Isolda de volta e enviou Tristão para bem longe (França).
      Aí, Tristão conheceu Isolda “A das Mãos Brancas”, com quem casou. Como não a amava, nunca consumou o casamento.
    • Um dia Tristão ficou gravemente ferido numa batalha, correndo o risco de morrer. . Aflito, pediu a Isolda “A Loura” que viesse ao seu auxílio, pois ela tinha herdado os poderes mágicos da sua mãe.
      Isolda, “A das Mãos Brancas”, ficou com ciúmes e, para se vingar, mentiu ao marido dizendo-lhe que Isolda, “A Loura”, tinha morrido durante a viagem. Tristão ficou muito desgostoso e acabou por morrer.
      Quando Isolda, “A Loura”, chegou e o viu morto, morreu também de desgosto.
      Diz-se que foram enterrados lado a lado e que, por cima da sua sepultura, nasceram duas árvores entrelaçadas.
      (Texto produzido em grupo)
    • Actividade 2
       
      Escreve o diálogo que o Cavaleiro e a mulher tiveram quando este lhe diz que decidiu partir. No teu texto, a mulher deverá estar contra a decisão do marido, apresentando-lhe argumentos válidos.
    • Diálogo
      - Mas quando é que voltareis para casa? – perguntou a mulher indignada.
      - No próximo Natal, se Deus quiser! – respondeu o Cavaleiro.
      - Compreendereis que não vos posso deixar fazer isso! É uma viagem muito perigosa. Quem a fez, não regressou! – insistiu a mulher.
      - Porque dizeis isso, mulher? – perguntou o Cavaleiro. – Duvidais das minhas capacidades?
      - De todo! É que… a viagem é muito longa e perigosa… Tenho receio! – acrescentou.
      - Confiai em mim! Irei rezar no local do nascimento de Jesus. No lugar onde os pastores, os Anjos e os Reis Magos rezaram pelo filho de Deus. – pediu o Cavaleiro.
    • - Seja então feita a vossa vontade. Quero que saibais que ficaremos em sofrimento até ao vosso regresso. – concluiu a mulher.
      • Obrigada, minha esposa. Estarei de regresso daqui a dois anos, para festejar a noite de Natal convosco.
      Jéssica Olivença
    • 2. Continuámos a leitura da obra até ao momento em que o Cavaleiro deixa a Palestina.
      O Cavaleiro partiu em Março para a Palestina. Aí, ele visitou o Monte do Calvário, o Jardim das Oliveiras, o Rio Jordão e todos os outros lugares santos.
      Na noite de Natal, ele orou na Gruta de Belém.
      O Cavaleiro deixou Jerusalém no final do mês de Fevereiro. Ele foi para o Porto de Jafa, onde conheceu o Mercador de Veneza. Com ele embarcou para Itália, para Ravena, em meados de Março, de onde seguiu para Veneza.
    • Actividade 3
       
      Lê o texto informativo sobre o Monte do Calvário, o Jardim das Oliveiras e Babilónia. Faz a selecção e o tratamento da informação dos textos e, em seguida, escreve um pequeno verbete sobre estes três espaços.
    • Monte do Calvário
      Colina situada perto de Jerusalém, onde Cristo foi crucificado.
      Jardim das Oliveiras
      Monte situado perto de Jerusalém, onde Cristo transmitiu a palavra de Deus.
    • Babilónia
      O Império da Babilónia foi fundado em 1950 a.C.
      O povo babilónico era muito evoluído e ainda hoje influencia a cultura moderna. Foi este povo quem dividiu o dia em vinte e quatro horas, a hora em sessenta minutos e o minuto em sessenta segundos.
      (Textos produzidos em grupo)
    • Actividade 4
       
      Escreve a oração que o Cavaleiro rezou na Gruta de Belém, tendo em conta as informações que o texto te dá em relação a esta reza.
    • Oração
      Senhor meu Deus!
      Oro muito nesta noite e imploro-te o fim da pobreza. Suplico-te o fim das guerras e a paz e a alegria no Mundo. Peço-te que faças de mim um homem de boa vontade. Um homem de vontade própria, capaz de amar os outros.
      Peço aos Anjos que me protejam e que me guiem na viagem de regresso, para que, daqui a um ano, eu possa celebrar o Natal em minha casa, junto dos meus.
      Noémi Adrião
    • 3. Lemos e analisámos a obra até ao momento em que o Cavaleiro deixa Veneza e parte para Florença.
      Em Veneza, o Cavaleiro ficou alojado em casa do Mercador. Nesta cidade, ele ficou encantado, deslumbrado e maravilhado com a beleza de tudo o que o rodeava. Tudo o fascinava: os canais, as igrejas, os palácios, as ruas, as estátuas e as pinturas. Tudo tinha uma grandiosidade assustadora.
      Em Veneza, escutou uma belíssima história de amor: a história de Vanina e Guidobaldo.
      No final do mês de Abril, seguiu, finalmente, para Florença, apesar de o Mercador o ter convidado para com ele ficar e integrar os seus proveitosos negócios.
    • Actividade 5
       
      Lê o texto informativo sobre Veneza. Faz a selecção e o tratamento da informação do texto e, em seguida, escreve um pequeno verbete sobre a cidade.
    • Veneza
      Cidade e porto situados no nordeste de Itália.
      Veneza está assente em cento e vinte ilhas, é servida por cento e setenta canais e tem cerca de quatrocentas pontes. Ela é uma das cidades mais belas do mundo e é Património da Humanidade.
      O turismo é a actual base da economia da cidade, procurada devido aos seus magníficos monumentos, belíssimos canais, famosos festivais e impressionantes obras artísticas.
      (Texto produzido em grupo)
    • Actividade 6
       
      Faz o reconto da história de amor de Vanina e Guidobaldo, contada pelo Mercador de Veneza ao Cavaleiro da Dinamarca.
    • História de Vanina e Guidobaldo
      Há muito tempo, viveu em Veneza uma menina que se chamava Vanina. Ela era órfã de mãe e pai e, como era muito nova, teve de ter um tutor. Esse tutor chamava-se Jacob Orso. Ele prometeu a mão de Vanina a Arrigo.
      Quando Vanina fez dezoito anos, decidiu que não queria casar com Arrigo, porque o achava velho, feio e maçador. Então, Jacob Orso, furioso, fechou-a no seu quarto e só a deixava sair para ir à missa, na sua companhia.
      Vanina aproveitava a noite, quando todos dormiam, para ir até à janela. Aí penteava os seus cabelos doirados com o seu pente de marfim.
    • Quase todos os homens de Veneza sabiam que ela o fazia e passavam de gôndola pela sua janela para admirar a sua beleza, apesar de Jacob Orso os ter avisado de que se algum deles a tentasse namorar o mandaria matar.
      Um dia, chegou a Veneza o capitão de um navio muito belo. Ele chamava-se Guidobaldo e não tinha medo de Jacob Orso.
      De gôndola, passou, também ele, perto da janela de Vanina para ver quem era a donzela de que tanto se falava. Parou em frente à sua janela e disse-lhe que para pentear tão belos cabelos era necessário um pente de oiro. Vanina enviou-lhe o seu pente de marfim.
      No dia seguinte, Guidobaldo passou novamente pela janela de Vanina e ofereceu-lhe um pente de oiro.
      Desde essa noite, passaram a namorar…
    • Quando a notícia se espalhou, o capitão foi bater à porta de Jacob Orso e pediu a mão de Vanina em casamento. Ele recusou e ameaçou-o de morte.
      Nessa mesma noite, Guidobaldo foi buscar Vanina e com ela casou numa capela, perto do porto.
      Antes de amanhecer, embarcaram e fugiram para bem longe.
      De manhã, quando as aias deram pela falta de Vanina, Jacob Orso e os seus esbirros partiram à sua procura. Foram ao porto e perguntaram se alguém os tinha visto. Disseram-lhes que eles tinham casado, antes de fugirem no barco do capitão Guidobaldo.
      Desde esse dia, nunca mais ninguém ouviu falar deles.
       
      Hugo Afonso
    • Actividade 7
       
      O que terá acontecido a Vanina, Jacob Orso e Arrigo? Escreve a continuação desta história.
    • História de Vanina e Guidobaldo - continuação
      Após terem saído de Veneza, Vanina e Guidobaldo fugiram para o Reino Unido.
      Durante a viagem, fizeram várias paragens, demorando três anos antes de lá se instalarem. Passaram por França, onde conheceram um senhor muito simpático. Passaram por Espanha, onde aprenderam a dançar Flamengo. Pararam em Portugal, onde conheceram pessoas acolhedoras. Estiveram na Bélgica, onde comeram uns chocolates maravilhosos. Ao longo desses três anos, Vanina deu à luz uma menina muito bonita, a quem deram o nome de Mariana.
      Instalaram-se finalmente em Londres numa pequena casinha amarela.
      Certo dia, ouviram dizer que um grupo de venezianos os procurava.
    • Ficaram muito assustados e decidiram fechar-se em casa, para se protegerem.
      Numa noite escura, Jacob Orso e os seus esbirros invadiram a sua casa. Guidobaldo tentou abrigar a família. Beijou a mulher a filha e enfrentou-os, mas acabou por morrer. Então Vanina pediu a Mariana para esta se esconder dentro do armário do quarto e para de lá não sair. Abraçou-a, desfeita em lágrimas e saiu. Em seguida, foi ter com Arrigo e com Jacob Orso. Suplicou-os para não lhe fazerem mal, mas sem sucesso. Estes foram impiedosos e mataram-na. Como não sabiam da existência da menina, depois de terem cumprido o que pretendiam, regressaram a Veneza.
      Mariana ficou então órfã de pai e mãe, tal como Vanina o tinha ficado muitos anos antes.
      Mariana Dias
       
    • 4. Continuámos a leitura da obra até ao momento em que o Cavaleiro deixa Florença.
      O Cavaleiro da Dinamarca chegou a Florença no início do mês de Maio. Aí ficou hospedado em casa do Banqueiro Averardo, um grande amigo do Mercador de Veneza.
      À semelhança do que tinha acontecido em Veneza, o Cavaleiro ficou deslumbrado com a beleza da cidade. Florença era um porto muito rico, mas também um ponto de referência nas áreas das Ciências, das Artes, da Filosofia e da Literatura.
      Em Florença conviveu com os amigos do Banqueiro e conheceu Filippo. Este contou-lhe histórias que o fascinaram. Descobriu quem foi Cimabué, Giotto e Dante.
      O Cavaleiro deixou Florença passado um mês, rumo a Génova, onde queria apanhar um navio que o levasse até à Flandres.
    • Actividade 8
       
      Lê o texto informativo sobre Florença, Giotto e Dante. Faz a selecção e o tratamento da informação dos textos e, em seguida, escreve um pequeno verbete sobre cada um deles.
    • Florença
      Cidade italiana que entre os séculos XIV e XVI teve um papel importante ao nível comercial, financeiro e artístico.
      Florença é a cidade de grandes nomes do mundo científico e artístico italiano e o berço do Renascimento.
      Ela é considerada uma das cidades mais belas do mundo e é Património Cultural.
      (Texto produzido em grupo)
    • Giotto
      Pintor italiano, nascido no século treze, que impulsionou o aparecimento da arte renascentista.
      Ele foi discípulo de Cimabué e é considerado um grande mestre da arte Renascentista Humanista
      (Texto produzido em grupo)
    • Dante
      Poeta, escritor, teórico literário, filósofo moralista e pensador político italiano. Ele nasceu no século treze, em Florença.
      Dante viveu um grande amor na sua juventude. Ele amou perdidamente Beatriz, uma jovem que morreu muito nova, que ele nunca esqueceu e a quem dedicou toda a sua obra literária. A sua actividade política obrigou-o a exilar-se, após ter sido condenado à morte. No exílio, pouco antes da sua morte, escreveu o seu famoso texto A Divina Comédia . Este fala da sua viagem pelo o Inferno, pelo Purgatório e pelo Paraíso, onde esteve Beatriz.
      (Texto produzido em grupo)
    • Actividade 9
       
      Escreve a página do diário do Cavaleiro relativamente à sua primeira noite em Florença.
    • Querido diário,
       
      Hoje cheguei a Florença. À semelhança de Veneza, esta é uma cidade encantadora. Existem imensas igrejas, magníficos palácios, estátuas gigantescas e uma ponte imponente.
      Florença é sem dúvida uma cidade maravilhosa!!!
      Fiquei hospedado em casa do Banqueiro averardo, um amigo do Mercador de Veneza. A sua casa também é muito bela, mas não tão luxuosa quanto a do Mercador.
      Esta noite jantei com um grupo de interessantíssimo de pessoas. Aquele que mais me impressionou foi um florentino chamado Filippo. Ele contou-me as histórias de Cimabué, Giotto e Dante. Queres conhecê-las?
    • Cimabué foi o primeiro pintor de Itália. Foi ele quem descobriu Giotto e quem fez dele o maior pintor de Itália. É verdade! Giotto era um humilde pastor que, enquanto tomava conta do seu rebanho, desenhava nos penedos. As suas pinturas são verdadeiras obras de arte e fizeram dele um grande mestre da arte renascentista.
      E Dante? Nem imaginas a sua história!!!
      Ele foi e continua a ser um grande poeta. Dante escreveu uma obra fenomenal intitulada A Divina Comédia. Esta descreve a sua viagem pelo mundo dos mortos, onde esteve com o seu grande amor, que morreu muito jovem. Ele conheceu o Inferno, o Purgatório e o Paraíso. Não é uma história extraordinária?
      Amanhã contar-te-ei mais…
      Ciao
      (Texto produzido em grupo)
    • Actividade 10
       
      Lê atentamente o texto Orfeu e Eurídicee a história de Dante, contada por Averardo. Escreve um pequeno texto, onde compares as duas histórias (semelhanças e diferenças) e refiras o que mais gostaste.
    • Comparação das Histórias de Amor de Dante e de Orfeu
       
      As histórias de vida de Dante e de Orfeu têm semelhanças e algumas diferenças.
      Ambos viveram um amor eterno. Dante apaixonou-se aos nove anos por Beatriz, que amou durante toda a sua vida apesar dela ter morrido muito nova. Orfeu enamorou-se de Eurídice e amou-a perdidamente mesmo se esta o traiu e morreu durante a sua fuga com o seu amante. Os dois desceram ao mundo dos mortos, onde reencontraram as suas amadas e, tanto um como o outro, foram condenados à morte.
    • Apesar destas semelhanças, as duas histórias diferem nalguns aspectos. Dante era um grande escritor, enquanto que Orfeu era músico. Para além disso, ao contrário de Dante, Orfeu chegou a casar com a sua amada. Os dois foram ao mundo dos mortos, mas apenas Orfeu tentou trazer o seu amor de volta. Tanto Dante como Orfeu apenas o segundo morreu, uma vez que Dante se conseguiu exilar.
      Estas duas histórias impressionaram-nos e emocionaram-nos, pois ambas retratam um amor sem tempo nem espaço.
      No entanto, gostámos mais do romance de Orfeu e Eurídice, porque ele superou a traição da sua amada e tentou trazê-la de novo para o mundo dos vivos.
      (Texto produzido em grupo)
    • 5. Lemos e analisámos a obra até ao momento em que o Cavaleiro deixa a Flandres.
       
      Perto de Génova, o Cavaleiro da Dinamarca adoeceu. Desesperado, pediu auxílio aos frades de um convento. Estes acolheram-no e trataram-no, durante cerca de dois meses e meio.
      Chegou ao porto de Génova no fim do mês de Setembro e já não pôde embarcar para a Flandres. Obstinado, decidiu fazer a viagem por terra. Atravessou os Alpes e as montanhas de França, chegando a Antuérpia já no Inverno.
      Ficou hospedado em casa do Negociante Flamengo, um amigo do Banqueiro Averardo. Aí conheceu o capitão flamengo que lhe contou histórias de Terras desconhecidas e lhe falou de Pêro Dias e dos Descobrimentos Portugueses.
      Em Novembro retomou, por terra, a sua viagem, rumo à Dinamarca.
    • Actividade 11
       
      Lê o texto informativo sobre o texto informativo sobre Génova, Antuérpia e Pêro Dias. Faz a selecção e o tratamento da informação de cada um dos textos e, em seguida, escreve um pequeno verbete sobre estas duas cidades e este grande navegador.
    • Génova
      Cidade situado no nordeste de Itália, Génova é um grande porto do mar Mediterrâneo.
      A cidade foi eleita Capital Europeia da Cultura em 2004.
      (Texto produzido em grupo)
    • Antuérpia
      Cidade portuária situada no norte da Bélgica.
      Antuérpia enriqueceu com os judeus expulsos de Portugal, que eram grandes artesãos de diamante.
      (Texto produzido em grupo)
    • Pêro Dias
      Pêro Dias nasceu no século catorze e foi um grande navegador português. Ele era irmão de Bartolomeu Dias e fez parte da expedição que dobrou o Cabo da Boa Esperança.
      Durante essa expedição, o seu navio perdeu-se após uma grande tempestade, desviando-o para o Mar Vermelho.
      (Texto produzido em grupo)
    • 6. Continuámos a leitura da obra até ao momento em que o Cavaleiro chega a sua casa.
       
      Após ter chegado à Dinamarca, o Cavaleiro teve de atravessar a floresta que o conduzia a sua casa.
      Apesar do frio e do gelo que caracterizava este espaço, não teve medo e não desistiu, pois este parecia-lhe um lugar familiar e seguro.
      Guiado por uma estrela, o Cavaleiro nunca se perdeu e conseguiu chegar a casa, na noite de Natal, a tempo de celebrar esta festividade com a sua família.
    • Roteiro de leitura do 7.ºI
      Após a leitura
      da obra…
    • 1. Escrevemos poemas sobre a história do Cavaleiro da Dinamarca.
    • O Cavaleiro Valente
      O Cavaleiro avançou
      E para trás tudo deixou,
      Com a promessa de voltar
      Para o seu querido lar.
      Com a sua Terra para trás,
      Continuou a cavalgar.
      Foi até Jerusalém,
      Para rezar em Belém.
      A Itália chegou
      E logo se encantou.
      Conheceu o Mercador
      E a história de um pintor.
      Monumentos ele viu
      E aí muito sorriu.
      Amigos ele fez
      Com muita sensatez.
       
      Na floresta nada viu
      E então não sorriu,
      Com medo de não chegar
      Novamente ao querido lar.
       
      Quando a sua casa chegou,
      Ficou muito contente.
      Avistou os seus amigos
      E conversou com toda a gente.
      Hugo Afonso e Inês Duarte
      •  
    • A Viagem do Cavaleiro
      Quando a noite de Natal chegou
      A sua partida anunciou,
      A viagem começou
      E por muitas Terras passou.
       
      Jerusalém visitou.
      Na Gruta de Belém rezou.
      O seu rumo retomou
      E em Itália parou.
      Veneza descobriu.
      A história de Vanina ouviu.
      Com o Mercador sorriu
      E para Florença partiu.
       
      Por Florença caminhou.
      Muitas histórias aí escutou.
      Com Dante e Beatriz sonhou
      E com Giotto e Cimabué desenhou.
       
      Com o Banqueiro conviveu,
      Com ele muito aprendeu.
      Com o Capitão compreendeu
      Como o mundo ele conheceu.
      Ricardo Gomes e Sónia António
    • A Viagem do Cavaleiro
      Na noite de Natal
      O Cavaleiro revelou,
      Que queria tornar real
      O que antes sonhou.
      Partiu em peregrinação
      Para Jerusalém.
      Com amor no coração,
      Chegou finalmente a Belém.
      Veneza visitou,
      A sua beleza o encantou.
      Conheceu o Mercador
      E uma grande história de amor.
       
      Por Florença caminhou,
      O Banqueiro conheceu.
      Por lá pernoitou
      E partiu quando amanheceu.
       
      Pela Flandres passou.
      À Dinamarca chegou.
      A floresta atravessou
      E os seus abraçou.
       
      David Mendes e Noémi Adrião