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Leptospirose canina
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    Leptospirose canina Leptospirose canina Presentation Transcript

    • Leptospirose WWW.VETLABORATORIO.COM.BR
    • LEPTOSPIROSE
      • A leptospirose é uma zoonose que ocorre em cerca de 160 espécies de mamíferos, causada por uma bactéria do gênero Leptospira, na qual os animais são hospedeiros primários essenciais para a persistência dos focos da infecção e os seres humanos hospedeiros acidentais.
    • LEPTOSPIROSE
      • A leptospirose tem no rato o seu principal reservatório, seguido pelo cão. O cão devido, muitas vezes possuir estreito contato com humanos, pode servir para estes, com fonte de infecção de leptospirose, pois são capazes de eliminar leptospiras viáveis pela urina, por vários meses.
    • LEPTOSPIROSE
      • As inundações, observadas após períodos prolongados de chuvas, são propícias à disseminação e permanência das leptospiras no ambiente, pois desse modo não ocorre à evaporação ou absorção, pelo solo, da urina proveniente de animais infectados, servindo assim como fonte de infecção para animais e humanos
    • EPIDEMIOLOGIA
      • A Leptospirose é transmitida entre os animais pelo contato direto, contato venéreo via transplacentária, por ferida de mordedura e ingestão de tecidos, solo, água, panos de cama, alimentos contaminados e outros fômites. As leptospiras são eliminadas na urina por cães recuperados durante meses a anos após a infecção.
      • Os sorovares mais comuns entre os cães são: icterohaemorragiae e canicola , entretanto podem ocasionalmente se infectar com outros sorovares.
    • PATOGENIA
      • As leptospiras penetram no organismo pela pele lesada ou mucosa intactas. Após a penetração multiplicam-se rapidamente na circulação sanguínea. A leptospiremia ocorre de 4 a 12 dias pós-infecção. Na leptospirose os alvos primários são os rins e fígado. A leptospira replica-se no epitélio tubular renal e pode causar lesão aguda e insuficiência renal; no fígado pode lesar hepatócitos resultando ocasionalmente em necrose hepática aguda, fibrose hepática e hepatite ativa crônica.
    • Sinais Clínicos e Achados Físicos
      • As manifestações clínicas da leptospirose em cães dependem da idade e imunidade do animal e da virulência do sorovar infectante.
      • Na infecção superaguda os sinais iniciais são febre, anorexia, hiperestesia muscular generalizada, seguidos de vômito, desidratação, taquipnéia, pulso irregular e baixa perfusão capilar. Lesões vasculares e defeito na coagulação podem levar ao aparecimento de hematoquesia, melena, epistaxe e petéquias; em fase terminal o animal apresenta depressão e hipotermia. Esse quadro pode evoluir rapidamente para a morte sem que haja tempo para o desenvolvimento de doença renal ou hepática evidente.
    • Sinais Clínicos e Achados Físicos
      • Animais com infecção subaguda apresentam-se clinicamente com febre, anorexia, vômito, desidratação e polidpsia acentuada, podendo as mucosas estar congestas e haver petéquias e equinoses em todo o corpo. Conjuntivite, rinite, tonsilite, tosse e dispnéia ocasionalmente ocorrem e, geralmente, estão associadas.
    • PATOLOGIA CLÍNICA
      • Achados hematológicos em casos típicos de leptospirose canina incluem leucocitose e trombocitopenia.
      • A bioquímica sérica revela aumento da uréia e creatinina (com os níveis dependentes da gravidade da lesão rena), hiponatremia, hipocalemia, hiperfosfatemia, hipoalbuminemia, hipocalcemia, hiperbilirrubinemia, níveis elevados de ALT, AST e fosfatase alcalina resultantes de doença hepática, doença renal, perdas gastrointestinais e acidose.
    • PATOLOGIA CLÍNICA
      • A urinálise é caracterizada por proteinúria e bilirrubinúria, e cilindros granulares, leucócitos e hemáceas são vistos na sedimentoscopia.
    • Exames Laboratoriais
      • O diagnóstico da leptospirose animal deve apoiar-se na integração dos informes clínico-epidemiológicos, com o resultado dos exames laboratoriais
      • O correto diagnóstico da leptospirose canina é de grande importância devido à possibilidade de transmissão dessa enfermidade entre animais e o homem
    • Exames Laboratoriais
      • Os exames laboratoriais são de grande importância para a elucidação diagnóstica, uma vez que as variadas manifestações clínicas da leptospirose aguda podem ocorrer em diferentes combinações, sendo confundida constantemente com outras infecções e deixando muitas vezes de ser diagnosticada.
    • Exame Direto
      • A visualização das espiroquetas em microscopia de campo escuro é muito difícil, porém pode ser feito a partir de amostras de urina, sangue, sêmen e líquidos resultantes do conteúdo gástrico do feto abortado
      • Exame oferecido apenas para a cidade de Petrópolis, a amostra deve entrar no VetLab no máximo 30 minutos após a coleta.
    • Leptospirose IgG
      • Em cães aumento dos títulos de IgG ocorre em média após 2 ou 3 semanas de infecção e chegam ao pico em média após 1 mês.
      • O Kit usa o método de cromatografia e é capaz de detectar infecções causadas por uma série de L. interrogans , incluindo os sorovares: Australis, Autumnalis, Ballum, Bataviae, Canicola, Grippothyphosa, Icterohaemorragiae, Pomona, Pyrogenes, Tarassovi, Wolffi e Georgea.
      • Exame com resultado no MESMO DIA!
    • Leptospirose – Soro Aglutinação Microscópica com Antígenos Vivos SAM
      • É o exame recomendado pela Organização Mundial de Saúde
      • Sua maior dificuldade encontra-se na interpretação dos resultados. A presença de títulos altos em soros positivos para diferentes sorovares, pode ser considerada reações cruzadas, característica da fase aguda da doença
    • Leptospirose - PCR
      • Para o diagnóstico da leptospirose através de sêmen em cães destinado a reprodução, é considerada mais fácil que outros métodos
      • É possível um diagnóstico precoce através detecção de leptospira em urina de animais antes do aparecimento dos sinais clínicos.
    • Tratamento
      • O tratamento para leptospirose canina consiste basicamente em antibiótico terapia e tratamento de suporte. Os antibióticos de escolha utilizados no tratamento da leptospirose, são: penicilina G procaína na dose de 40. 0000 U/Kg a 80.000U/Kg, a cada 12 horas, na fase de leptospiremia e doxiciclina na dose de 2,5 a 5,0 mg/Kg, a cada 12 horas por duas semanas, para eliminar a fase de leptospirúria
    • PROGNÓSTICO Quando o animal só desenvolveu a doença por dois dias é bom, pois o tratamento com antibiótico é muito eficiente. Quando está entre dois e quatro dias é reservado, principalmente se já há subicterícia ou icterícia franca, o que revela séria lesão hepática. Se a doença se desenvolve há quatro dias ou mais e há úlceras e odor uréico bucal, com ou sem icterícia, o prognóstico é mau porque as lesões renais são graves e já há grande uremia, podendo o desenlace fatal ser súbito, porque ainda que se, elimine o agente as lesões já podem ser mortais.
    • VetLab laboratório de Referência Fonte: http://www.qualittas.com.br/documentos/Leptospirose%20Canina%20-%20Ricardo%20Biazotti.PDF http://www.qualittas.com.br/documentos/Leptospirose%20Canina%20-%20Livia%20Gonsalves%20da%20Silva.PDF